PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Ator de As Crônicas de Shannara será Elvis Presley no cinema

    15 de julho de 2019 /

    A Warner Bros. anunciou o intérprete de Elvis Presley no novo filme sobre a lenda do rock, que o diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) está desenvolvendo no estúdio. Após testar vários candidatos, o cineasta escalou o ator Austin Butler, mais conhecido por seus papéis nas séries “The Carrie Diaries” e “As Crônicas de Shannara” (The Shannara Chronicles). No filme ainda sem título oficial, Luhrmann irá explorar a vida e a música de Presley pelo prisma da sua complicada relação com o empresário “coronel” Tom Parker, que será interpretado por Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”). A história vai mergulhar nessa complexa dinâmica ao longo de 20 anos, desde o surgimento de Elvis até seu estrelato sem precedentes, com o pano de fundo da paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No comunicado do anúncio, Luhrmann disse: “Eu sabia que não conseguiria fazer esse filme se o elenco não fosse absolutamente certeiro. Procuramos por um ator com a habilidade de trazer o singular e natural movimento e qualidade vocais dessa inigualável estrela, mas também a vulnerabilidade interna do artista. Foi uma honra para mim encontrar um vasto conjunto de talentos ao longo do processo de seleção. Eu tinha ouvido falar de Austin Butler em seu papel na Broadway, contracenando ao lado de Denzel Washington em ‘The Iceman Cometh’. Por meio de uma longa jornada de testes de tela e workshops de música e performance, eu sabia que havia encontrado alguém que poderia incorporar o espírito de uma das figuras musicais mais emblemáticas do mundo”. Citada por Luhrmann, a nova montagem da peça de Eugene O’Neill vem conquistando ótimas críticas na imprensa, que consideram o ator uma das maiores revelações da temporada na Broadway. Butler venceu uma competição que contou com diversos atores mais famosos que ele, como Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Ele também atuou recentemente nos filmes “Os Mortos Não Morrem” (2019), de Jim Jarmusch, e no vindouro “Era Uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, que estreia em 15 de agosto no Brasil. Além de dirigir, Luhrmann assina o roteiro do filme de Elvis com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Outra parceria dos dois filmes, Catherine Martin, servirá como designer de produção e figurinista. As filmagens, entretanto, começarão pecando na escolha da locação. Elas estão marcadas para o início de 2020 em Queensland, na Austrália, que obviamente não é Memphis, Tennessee. A produção recebeu incentivos do governo australiano, o que ajuda a explicar como uma das mais famosas histórias de sonho americano vai virar made in Australia.

    Leia mais
  • Filme

    Memórias da Dor recria período terrível da vida de Marguerite Duras

    15 de julho de 2019 /

    Impressionante como certos diretores com uma carreira já relativamente longa permanecem praticamente desconhecidos até que certo filme chama a atenção de tal forma que coloca em questão a inabilidade das distribuidoras de darem o devido destaque aos artistas. É o caso de Emmanuel Finkiel, que teve seu longa-metragem de estreia, “Viagens” (1999), premiado em Cannes e no César (Melhor Primeiro Filme). Também alcançou prestígio internacional em diversos países, inclusive no circuito arthouse americano. Além dos filmes como diretor e roteirista, Finkiel tem em seu currículo vários trabalhos como assistente de direção de cineastas de primeiro escalão, como Jean-Luc Godard, Krzysztof Kieslowski e Bernard Tavernier. Mas o que aconteceu é que os demais filmes de Finkiel meio que passaram batidos ao longo dos anos, por mais que cinéfilos atentos tenham visto seus trabalhos em mostras. “Não Sou um Canalha (2015), seu filme anterior, ganhou algum destaque e já trazia Mélanie Thierry, que brilha neste novo e magistral “Memórias da Dor” (que é na verdade de 2017), indicado a nada menos que oito troféus César. Eis um filme que merece não só a atenção, mas uma especial reverência. O trabalho de construção da personagem, baseada na escritora Marguerite Duras, faz uma espécie de bioficção de seus livros, ao contar da dor que foi o período em que ela passou esperando o marido voltar de um campo de concentração. “Memórias da Dor” é basicamente sobre isso, embora seja rico o suficiente para ser também sobre culpa, desejo e ser carregado de uma aura de desencantamento com a vida que só encontra paralelos em situações de terrível depressão. Em determinado momento do filme, o amigo e amante vivido por Benjamin Biolay fala para que Marguerite tome banho, que está fedendo. Àquela altura, ela não estava mais conseguindo cuidar de si. Na angústia de esperar, toma a decisão de falar com um perverso colaborador do nazismo na França ocupada. Como a história se passa entre os anos de 1944 e 1945, vemos a variação no comportamento e no grau de segurança dessas pessoas que trabalhavam para os nazistas e que estavam acostumados com tortura física e psicológica – isso, claro, na posição de torturadores. Um dos aspectos que chama a atenção é o modo como o diretor trabalha as sombras e também, com frequência, coloca a protagonista como único elemento não borrado, acentuando ainda mais seu sentimento de solidão e abandono naquele mundo de pesadelo. E como a trilha sonora é usada apenas entre os espaços da cena, como para acentuar o clima de tristeza, os silêncios nas sequências dramáticas enfatizam a grande performance de Mélanie Thierry. Há também destaque para a narração em voice-over da protagonista. Uma narração pausada, que lembra e muito o estilo de “Hiroshima Meu Amor” (1959), de Alain Resnais, não por acaso uma obra roteirizada por Duras. Assim, os traços da obra literária da escritora estão explicitamente presentes, mas servindo não como muleta para a narração cinematográfica, mas para enriquecer ainda mais o trabalho visual. Por isso, ver “Memórias da Dor” é uma dessas experiências raras e recompensadoras, que só cresce na memória afetiva.

    Leia mais
  • Filme

    David Fincher vai voltar a dirigir um filme cinco anos após Garota Exemplar

    11 de julho de 2019 /

    O diretor David Fincher vai voltar a dirigir um filme, após passar cinco anos dedicando-se a produções de séries e projetos que não saíram do papel. Batizado de “Mank”, a obra será uma cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e abordará os bastidores das lendárias filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O filme trará Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017) no papel principal e será centrado no turbulento relacionamento de Mankiewicz com o diretor e co-roteirista de “Cidadão Kane”, o cineasta Orson Welles. Apesar do tema hollywoodiano e o peso Oscarizado do protagonista, a produção será feita para a Netflix. Um dos motivos para a parceria com a plataforma é a opção de Fincher por uma fotografia em preto e branco. Os grandes estúdios, que já não costumam apoiar dramas, fogem quando percebem que se trata de uma produção sem cores, especialmente se o orçamento não for pequeno. Já a Netflix investiu forte em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. “Mank” é um projeto pessoal diretor. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. O último filme dirigido por David Fincher foi “Garota Exemplar” em 2014. Desde então, ele se envolveu numa superprodução da Disney baseada em “20.000 Mil Léguas Submarinas”, na continuação de “Guerra Mundial Z” para a Paramount e em duas séries da HBO, todas abortadas. Em compensação, “Mank” fortalece seus laços com a Netflix, onde todas as suas parcerias foram bem-sucedidas, como as séries “House of Cards”, “Mindhunter” e “Love, Death + Robots”.

    Leia mais
  • Filme

    Renee Zellweger é Judy Garland em trailer emocionante de cinebiografia

    8 de julho de 2019 /

    A LD Entertainment divulgou o pôster e o emocionante trailer completo de “Judy”, cinebiografia em que Renee Zellwegger se transforma em Judy Garland. A trama acompanha a lendária atriz de “O Mágico de Oz” (1939) e “Nasce uma Estrela” (1954) no final de sua vida. Separada, endividada e sem opções para cuidar dos filhos, ela aceita embarcar numa turnê de shows em Londres em 1968, onde realiza espetáculos concorridos, envolve-se com o último amor de sua vida, dá vexames e luta contra a depressão, semanas antes de morrer de overdose aos 47 anos de idade. É um grande melodrama. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Andrea Beltrão vira Hebe Camargo no pôster da cinebiografia da “Estrela do Brasil”

    4 de julho de 2019 /

    A Warner divulgou o pôster oficial da cinebiografia “Hebe – A Estrela do Brasil”, que traz a atriz Andrea Beltrão (“Sob Pressão”) como a apresentadora Hebe Camargo. A trama se passa na década de 1980, no final da ditadura militar, quando Hebe completa 40 anos de profissão, está madura e já não aceita ser apenas um produto televisivo para o que “a família brasileira”. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário baixo, ao governo de direita e aos costumes vigentes. A trama pretende mostrar a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso, e abraçando comportamentos avançados para se transformar em uma das personalidades mais poderosas, populares e amadas do Brasil. O elenco ainda conta com Marco Ricca (“Chatô – O Rei do Brasil”), Caio Horowicz (“Califórnia”), Danton Mello (“Vai que Dá Certo”), Gabriel Braga Nunes (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”), Danilo Grangheia (“O Roubo da Taça”), Otávio Augusto (“Sorria, Você Está Sendo Filmado”), Claudia Missura (“Mister Brau”), Karine Teles (“Benzinho”) e Daniel Boaventura (“Mulheres Alteradas”) – os dois vão viver outras personalidades famosa da TV brasileira, ninguém menos que Lolita Rodrigues e Silvio Santos. Com roteiro de Carolina Kotscho (“2 Filhos de Francisco”) e direção de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), o filme tem estreia prevista para 26 de setembro.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Ansel Elgort, Miles Teller e Harry Styles disputam papel de Elvis em cinebiografia

    1 de julho de 2019 /

    O cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) começou a testar um grupo de atores jovens e famosos para definir o intérprete de Elvis Presley em seu filme sobre o lendário cantor. Segundo apurou o site Deadline, os testes envolvem cantar e se movimentar como o Rei do Rock. Para demonstrar como a disputa está acirrada, entre os candidatos estão Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Austin Butler (“The Shanara Chronicles”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Além de buscar um intérprete para Elvis, a Warner abriu negociações com o ator Tom Hanks (“The Post”) para o papel do Coronel Tom Parker, empresário do cantor. O filme vai se focar na ascensão e no auge de Presley, destacando seu relacionamento com o trapaceiro nascido na Holanda que ganhou seu posto de “coronel” como título honorário. Parker estava tendo dificuldades para iniciar sua carreira como empresário musical quando se deparou com Elvis em meados dos anos 1950 e ficou impressionado com o talento do jovem (que ainda não tinha 18 anos na época). Ao longo de dois anos, ele adquiriu todos os contratos e pagou todas as demais figuras que cuidavam da carreira do cantor para se tornar seu representante exclusivo. E com sua direção, Elvis se tornou o Rei do Rock – algo que a América nunca tinha visto antes. Luhrmann escreveu o roteiro com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody transformou Queen na maior banda de rock de 2019

    27 de junho de 2019 /

    Sem lançar um hit desde a década de 1990, Queen se transformou na banda de rock mais bem-sucedida de 2019. Tudo graças ao filme “Bohemian Rhapsody”. Um balanço de meio do ano da Nielsen Music divulgado nesta quinta-feira (27/6) revelou que a trilha sonora de “Bohemian Rhapsody”, que venceu quatro prêmios no Oscar, foi o título de rock de melhor venda nos primeiros seis meses de 2019. E o detalhe é que a compilação “Greatest Hits 1”, do Queen, ficando em 2º lugar. O Queen vendeu mais de 731 mil álbuns – mais do que qualquer outro artista do gênero – e teve mais de 1,3 milhão de downloads digitais, segundo a Nielsen. Em fevereiro, o Queen se tornou a primeira banda de rock a abrir a cerimônia do Oscar, em Hollywood, com uma performance ao vivo de “We Will Rock You” e “We Are the Champions”. A performance de Lady Gaga e do ator e diretor Bradley Cooper nos palcos do Oscar de seu dueto “Shallow”, do filme “Nasce uma Estrela”, também fez as vendas aumentarem. A balada romântica teve 648 mil músicas digitais baixadas até agora no ano, de acordo com o relatório. O filme biográfico de Elton John, “Rocketman”, também levou a um aumento de 138% nas vendas de álbuns do cantor e compositor britânico na primeira semana após o lançamento do filme nos cinemas, em 31 de maio. O relatório usou dados de vendagens registradas entre 4 de janeiro e 20 de junho.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Carreira de Claudinho e Buchecha vai virar filme

    26 de junho de 2019 /

    A história de Claudinho e Buchecha, dupla musical de sucesso dos anos 1990, vai ganhar uma cinebiografia. A revelação foi feita por Buchecha para o colunista Leo Dias. Produção da Urca Filmes, o longa será lançado em 2020 e recebeu o título de “Nosso Sonho”, mesmo nome de uma música do disco de estreia da dupla, lançado em 1996. A produção vai abordar a vida e a carreira dos dois amigos, que começaram a cantar rap quando eram adolescentes em São Gonçalo, no Rio, venceram concursos e explodiram nas paradas de sucesso com hits como “Só Love”, “Quero te Encontrar”, “Conquista” e o citado “Fico Assim Sem Você”. Eles lançaram seis discos até a morte acidental de Claudinho, em 2002. “Será um filme que conta toda a trajetória da dupla”, disse Buchecha. “Pegaram histórias da minha família, coisas que eu contei sobre nós, da família do Claudinho, relatos de fãs. Está bem completo. Tenho certeza que será muito premiado e vai emocionar e surpreender” Relembre um dos maiores hits da dupla abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Cena de Simonal mostra striptease de Isis Valverde

    26 de junho de 2019 /

    A Downtown Filmes divulgou uma cena de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca um striptease de Ísis Valverde ao som de “Balanço Zonal Sul”, grande sucesso do cantor, interpretado de forma carismática por Fabrício Boliveira. A atriz interpreta Tereza, esposa de Simonal. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também inspirado no pop nacional. O vídeo foi divulgado na terça (25/6), dia em que se completou 19 anos da morte do artista. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo ao virar vítima de patrulhamento ideológico. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.

    Leia mais
  • Filme

    Nada a Perder 2: Vídeo anuncia pré-venda de ingressos do novo filme de Edir Macedo

    12 de junho de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e um novo vídeo de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia mostra o protagonista como um injustiçado, vítima de perseguição, e anuncia o início da venda antecipada de ingressos. Acusado de ser exibido para salas vazias de cinema, o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A pré-venda do segundo longa começa oficialmente no sábado (15/6). A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Rocketman presta tributo empolgante à carreira de Elton John

    2 de junho de 2019 /

    O garoto Reginald Dwight (ou Reggie) tinha muitos problemas afetivos em família. Um pai incapaz de abraçar e elogiar. Uma mãe complicada e infiel. Brigas em casa, posterior separação. O elemento salvador seria a avó, que sempre pensou nele e o colocou para a frente, ajudando-o a vencer a timidez que seu corpo, algo rechonchudo, só complicava. No entanto, esse garoto tinha ouvido absoluto, uma capacidade de captar e reproduzir instantaneamente as músicas, que logo descobriu como fazer no piano de casa. Colocá-lo para estudar música foi lapidar um diamante bruto. Foi a partir daí, do encontro de um parceiro e de uma descoberta pessoal de como se libertar das amarras convencionais e lidar com a homossexualidade, que surgiu um grande astro pop: Elton John. Uma virada impressionante, uma explosão no palco, a partir de um figurino excessivo, exagerado, muita fantasia e imaginação levaram o músico, cantor e compositor de imenso talento a um sucesso internacional retumbante. Tudo muito turbinado. Quando uma trajetória assim se constrói, também cobra seu preço. Geralmente alto. A dependência de álcool, cocaína e outras drogas, de sexo, do próprio sucesso e da exposição pública. Passando, ainda, pela aprendizagem em gerenciar e colocar limites na própria loucura em que se converte uma carreira tão vertiginosa. Tudo isso está claramente contemplado no ótimo musical biográfico “Rocketman”, que leva o título de um dos maiores sucessos musicais do cantor. O trabalho cinematográfico de Dexter Fletcher (“Voando Alto”) faz jus à importância do astro e, sobretudo, à sua criação artística. Targon Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive Elton John de forma visceral, entregando-se plenamente ao papel e com performances empolgantes. E o que é melhor, cantando muito bem o repertório de Elton. Com tanta música boa, acompanhada também de danças bem coreografadas e vozes complementares, o musical se enche de brilho e tende a conquistar o público. Segundo o próprio biografado, o filme mostra os baixos bem baixos e os altos bem altos e era assim mesmo que ele queria. De fato, “Rocketman” passa longe de um produto chapa branca ou falseado. Permite-se a fantasia, propõe-se épico, mas isso faz um retrato coerente e apropriado da figura de Elton John. É da batalha dos anos de formação, progresso e comprometimento com os vícios, não só das drogas, mas de tudo o mais, que trata a trama. O sucesso já está todo lá, mas a decadência pessoal também. Curiosamente, grandes contribuições de Elton John em questões como a prevenção da Aids, a oficialização do casamento gay e a adoção de crianças por casais homossexuais só são citadas nos créditos finais. Assim como o fato de que ele está há 28 anos sóbrio. O título de Sir que lhe foi outorgado pela rainha da Inglaterra nem é lembrado, só o fato de que ela gosta de sua música é mencionado. Até seus lances de moda já encontraram caminhos mais equilibrados, não diria discretos, claro, mas um pouco mais suaves. Maturidade, velhice? A música de Elton John empolga, como sempre, sua presença no palco é muito forte. Já há, no entanto, muito a comemorar e rememorar, talvez ressignificar. “Rocketman” cumpre bem esse objetivo, ao focalizar Elton John com realismo e profundo respeito à sua música e à sua trajetória artística de ídolo pop.

    Leia mais
  • Filme

    Rocketman é a melhor estreia de cinema da semana

    30 de maio de 2019 /

    Das oito estreias desta quinta (30/5), três chegam um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. E vêm ocupar um circuito já saturado de blockbusters. Cinebiografia do cantor Elton John, “Rocketman” é disparada a melhor opção da programação. Muito diferente de “Bohemian Rhapsody”, ainda que compartilhe o diretor (Dexter Fletcher foi quem salvou o filme do Queen após a demissão de Bryan Singer), é mais musical e, mesmo com seus arroubos de fantasia poética, fiel à realidade. Taron Egerton, praticamente um menino em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), surpreende no papel principal. E, claro, não faltam hits. O detalhe é que o próprio ator canta os sucessos, sem fazer dublagem – ao contrário, novamente, de “Bohemian Rhapsody”. Já “Godzilla II: Rei dos Monstros” é um desastre literalmente monstruoso. Filme escuro e confuso, prova que não basta aumentar os efeitos visuais para justificar uma continuação. Sem história coerente (o diretor e roteirista Michael Dougherty assinou os roteiros fracos de “Superman, o Retorno” e “X-Men: Apocalipse”), acabou pisoteado pela crítica nos EUA, com 45% de aprovação na média do Rotten Tomatoes após a avaliação de 83 resenhas. Em menos salas, o suspense “Ma” traz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011), como uma tiazinha aterrorizadora. O diretor Tate Taylor é o mesmo de “Histórias Cruzadas”. Mas não leva sua premissa ao extremo – o que rendeu 65% no Rotten Tomatoes, em 43 resenhas apuradas. No circuito limitado, os dois destaques têm temáticas similares. Uma das boas surpresas americanas do ano passado (80% no RT), “Anos 90” é um drama indie com skatistas, que marca a estreia do ator Jonah Hill (“Anjos da Lei”) como roteirista e diretor. O brasileiro “Dias Vazios” também acompanha jovens oprimidos com desejo de liberdade, e da mesma forma representa a estreia do roteirista e diretor Robney Bruno Almeida. Confira abaixo mais detalhes, como os trailers e as sinopses, de todas as estreias da semana. Rocketman | EUA | Cinebiografia Musical A trajetória de como o tímido Reginald Dwight (Taron Egerton) se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin (Jamie Bell) e o empresário e o ex-amante John Reid (Richard Madden). Godzilla II: Rei dos Monstros | EUA | Fantasia Nesta continuação que se passa cinco anos após “Godzilla” (2014), os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs. Ma | EUA | Suspense Maggie (Diana Silvers) e seus amigos, todos menores de idade, estão tentando descolar bebidas alcóolicas em um mercado quando conhecem Sue Ann (Octavia Spencer), uma mulher adulta que usa sua identidade para ajudá-los. Além de comprar as bebidas, ela decide oferecer sua casa para que eles organizem uma festa com o pessoal do colégio. Os eventos acabam se tornando uma rotina do grupo, até que os jovens começam a identificar um comportamento estranho da dona da casa, que se torna cada vez mais controladora e obsessiva. Anos 90 | EUA | Drama Aos 13 anos, Stevie (Sunny Suljic) é um garoto de Los Angeles tentando curtir o início da adolescência enquanto tenta relevar o relacionamento abusivo com o irmão mais velho. Em plena década de 1990, ele descobre o skate e aprende lições de vida com o seu novo grupo de amigos. Dias Vazios | Brasil | Drama Silvânia, interior de Goiás. Jean (Vinícius Queiroz) é um jovem revoltado, que não suporta a cidade onde vive. Ele namora Fabiana (Nayara Tavares) e vive contestando a freira (Carla Ribas) que coordena a escola em que estuda. Dois anos após o desaparecimento do casal, outro aluno da mesma escola decide escrever um livro sobre o assunto. Trata-se de Daniel (Arthur Ávila), também pessimista, que conversa apenas com a namorada, Alanis (Natália Dantas). Obcecado pela história de Jean e Fabiana, Daniel busca por pistas sobre o que aconteceu com eles, de forma que possa concluir seu livro. Compra-me um Revólver | México | Drama Em um mundo cheio de violência, onde as mulheres se prostituem e são mortas, uma garota usa uma máscara do Hulk e uma corrente no tornozelo para esconder seu gênero, e ajuda o pai, um viciado atormentado, a cuidar de um campo de beisebol abandonado, onde os traficantes jogam. Um dia, o pai da menina é chamado para tocar em uma festa organizada por um traficante e ele não tem escolha senão levar sua filha junto. No dia seguinte, Hulk acorda cercada pelo caos e pela morte e precisa lutar por sua liberdade. Zaatari – Memórias do Labirinto | Brasil, Argentina | Documentário No deserto de Mafrak, localizado na fronteira entre a Síria e a Jordânia, se desenvolve um dos maiores campos de refugiados do mundo, onde uma nova cartografia é estabelecida. Milhares de Famílias se arriscam diariamente para chegar no local, buscando abrigo no meio do caos de uma guerra civil que já matou mais de 400 mil pessoas. Rindo à Toa – Humor sem Limites | Brasil | Documentário Desde que a política brasileira foi considerada oficialmente reaberta em 1988, uma nova vertente do humor nacional começou a surgir. Utilizando-se de artifícios que por muitos anos foram proibidos, os humoristas da década de 1980 foram inspirados por ídolos que precisaram enfrentar a censura e cumpriram o difícil desafio de realizar humor em um país cuja criatividade era cerceada.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer de cinebiografia lembra músicas e polêmicas da vida do cantor Wilson Simonal

    28 de maio de 2019 /

    A Downtown Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca diversas músicas de sucesso, a interpretação carismática de Fabrício Boliveira no papel-título e a reviravolta polêmica na carreira do ídolo pop, que de uma hora para outro perdeu tudo e todos lhe viraram as costas, por suposta ligação com o DOPS, a gestapo da ditadura militar brasileira. Além de Fabrício Oliveira como Simonal, a prévia destaca Ísis Valverde como sua esposa Tereza. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também baseado no pop nacional. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie