Série Mom é renovada para mais duas temporadas
A rede CBS renovou a série “Mom” para mais duas temporadas, após renegociar os contratos de suas estrelas, as atrizes Anna Faris e Allison Janney, que no ano passado venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. Elas tiveram significativo aumento salarial para continuar gravando a série até sua 8ª temporada. Criação de Chuck Lorre, “Mom” tem uma audiência média de 9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos e só perde para “The Big Bang Theory” e “Young Sheldon”, do mesmo produtor, entre as comédias mais assistidas do canal. “Estamos excepcionalmente orgulhosos de ter ‘Mom’ em nossa programação, uma comédia de alta qualidade com personagens que os espectadores adoram”, disse Kelly Kahl, presidente da rede CBS, em comunicado. “Sob a extraordinária liderança de Chuck Lorre e com sua excelente equipe de redação e produção, esperamos ter ‘Mom’ na CBS por muitos anos.” Atualmente na 6ª temporada, a série vai se manter no ar enquanto o maior sucesso de seu produtor, “The Big Bang Theory”, despede-se da televisão, com seus últimos episódios previstos para ir ao ar no fim do ano. Dada como garantida, a renovação da outra série de Lorre, “Young Sheldon”, deve ser oficializada em seguida.
O Método Kominsky: Renovação da série inspira vídeo divertido com Michael Douglas e Alan Arkin
A Netflix divulgou um vídeo para anunciar a renovação da série de comédia “O Método Kominsky” (The Kominsky Method), estrelada por Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Alan Arkin (“A Pequena Miss Sunshine”). O vídeo traz os dois protagonistas conversando informalmente sobre a série durante uma refeição, e o resultado divertido ajuda a explicar o sucesso da atração – para quem entende inglês, ao menos, já que a plataforma não disponibilizou versão legendada. Lançada há apenas dois meses, “O Método Kominsky” já venceu dois Globos de Ouro, como Melhor Série de Comédia e Melhor Ator de Comédia (Douglas). Engraçada, dramática, sensível e tocante, a atração acompanha a amizade dos dois protagonistas, enquanto adentram a idade da solidão, frustração com os filhos e tristeza pela morte dos entes queridos. Na trama, Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Alan Arkin interpreta o antigo agente de Kominsky, Norman, que na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série acompanha os altos e baixos dessa amizade. A série é produzida por Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) e seu elenco também inclui Sara Baker (“Um Pequeno Favor”) e Nancy Travis (“Last Man Standing”), e participações de Lisa Edelstein (“House”), Emily Osment (“Young & Hungry”), Graham Rogers (“Quantico”), Danny Devito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ann-Margret (“Dois Velhos Rabugentos”), Jay Leno (“A Garagem de Jay Leno”), Patti LaBelle (“Star”) e Ashleigh LaThrop (“Cinquenta Tons de Liberdade”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que começará a ser gravada no final do mês em Los Angeles e será menor, com apenas oito episódios.
O Método Kominsky é renovada para a 2ª temporada
A Netflix demorou, mas renovou a série de comédia “O Método Kominsky” (The Kominsky Method), estrelada por Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Alan Arkin (“A Pequena Miss Sunshine”). A série estreou em novembro e, desde então, venceu dois Globos de Ouro, como Melhor Série de Comédia e Melhor Ator de Comédia (Douglas). Engraçada, dramática, sensível e tocante, a atração acompanha a amizade dos dois protagonistas, enquanto adentram a idade da solidão, frustração com os filhos e tristeza pela morte dos entes queridos. Na trama, Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Alan Arkin interpreta o antigo agente de Kominsky, Norman, que na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série acompanha os altos e baixos dessa amizade. A série é produzida por Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) e seu elenco também inclui Sara Baker (“Um Pequeno Favor”) e Nancy Travis (“Last Man Standing”), e participações de Lisa Edelstein (“House”), Emily Osment (“Young & Hungry”), Graham Rogers (“Quantico”), Danny Devito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ann-Margret (“Dois Velhos Rabugentos”), Jay Leno (“A Garagem de Jay Leno”), Patti LaBelle (“Star”) e Ashleigh LaThrop (“Cinquenta Tons de Liberdade”), entre outros. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada, que começará a ser gravada no final do mês em Los Angeles e será menor, com apenas oito episódios.
Globo de Ouro 2019 consagra “filme sem diretor” Bohemian Rhapsody
Ah, o Globo de Ouro. Sem decepcionar, o prêmio dos 80 membros da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood foi mais Globo de Ouro que nunca em 2019. Premiou um musical como Melhor Filme de Drama. E um drama como Melhor Comédia ou Musical. Como bônus, Bill Murray ainda subiu no palco com um copo de bebida para dizer que o ponto alto da cerimônia, realizada na noite de domingo (6/1) em Los Angeles, foi o álcool. Vencedor do Festival de Toronto, “Green Book – O Guia” foi o longa mais premiado da noite com três troféus: Melhor Ator Coadjuvante para Mahershala Ali, Melhor Roteiro e Melhor Filme de Comédia ou Musical. E ao fazer seu longo discurso final de agradecimento, o cineasta Peter Farrelly se vingou dos organizadores que o impediram de agradecer seu prêmio de Roteiro, mandando a orquestra parar de tocar para não interromper seu texto. Já a vitória dupla de “Bohemian Rhapsody” com os prêmios de Melhor Ator para Rami Malek, que interpretou o cantor Freddie Mercury, e de Melhor Drama pela história musical da banda Queen, trouxe para o centro da sala o elefante mais vistoso da premiação, que todos pretenderam ignorar. E olha que o produtor Graham King quase chutou o elefante, ao mandar um agradecimento “para todos que esqueci”. Os envolvidos com “Bohemian Rhapsody” lembraram de esquecer que o filme teve diretor(es). Nenhum agradecimento, reclamação, menção foi feita ao cineasta Bryan Singer, demitido nas filmagens, nem a seu substituto Dexter Fletcher. Como se direção fosse detalhe numa produção cinematográfica. Acusado de abuso sexual de menor num processo na Justiça americana, Singer foi parar debaixo do manto de invisibilidade. Mas o motivo de sua demissão teria sido outro, após sumir durante as filmagens, poucos dias antes da nova acusação vir à público. Em tom discordante, outro destaque da noite foi “Roma”, que levou o cineasta Alfonso Cuarón duas vezes ao palco, para receber os troféus de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Diretor. Enquanto “Bohemian Rhapsody” se provou um filme envergonhado de seu diretor, “Roma” jogou seus holofotes sobre o cineasta responsável por sua realização. Com direito a bis. Um contraste digno de nota. “Vice”, “A Esposa” e “A Favorita” renderam troféus para seus Melhores Atores: Christian Bale, que lembrou de agradecer aos maquiadores e ao diabo pelo prêmio, Glenn Close, que fez um discurso sobre empoderamento aplaudido de pé, e Olivia Colman, que não parou de rir. Bill Murray explica. Para completar a seleção cinematográfica do Globo de Ouro, ainda teve troféu para Regina King como Melhor Coadjuvante por “Se a Rua Beale Falasse”, para a animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, para a trilha de Justin Hurwitz em “O Primeiro Homem” e para a música “Shallow”, de Lady Gaga, no filme “Nasce uma Estrela”. Os prêmios de “Roma” trouxeram a marca Netflix para a temporada de premiações. Mas ninguém disse mais vezes o nome do serviço de streaming quanto o produtor Chuck Lorre, que agradeceu seis vezes a plataforma em seu discurso, ao vencer o Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia por “O Método Kominsky”. A série também premiou o ator Michael Douglas. “A Maravilhosa Sra. Maisel” rendeu o Globo de Ouro para a atriz Rachel Brosnahan, consolando a Amazon. Além de “O Método Kominsky”, “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” foi uma das raras séries a ser agraciada mais de uma vez, vencendo como Melhor Série Limitada (ou Telefilme, supostamente), além de render reconhecimento ao desempenho de Darren Criss como Melhor Ator do formato. O Globo de Ouro também lembrou de “The Americans”, que exibiu sua temporada final em 2018. Nunca antes sequer indicada como Melhor Drama, venceu a categoria em sua primeira e última disputa. Já os prêmios de interpretação dramática superestimaram Richard Madden, por “The Bodyguard”, e Sandra Oh, por “Killing Eve”. Por coincidência, ela também foi a apresentadora da cerimônia – ao lado de Andy Samberg. Confira abaixo a lista completa de todos os premiados do Globo de Ouro 2019. CINEMA Melhor Filme – Drama “Bohemian Rhapsody” Melhor Filme – Comédia ou Musical “Green Book – O Guia” Melhor Ator – Drama Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Melhor Atriz – Drama Glenn Close (“A Esposa”) Melhor Ator – Comédia ou Musical Christian Bale (“Vice”) Melhor Atriz – Comédia ou Musical Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Diretor Alfonso Cuaron (“Roma”) Melhor Roteiro Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie (“Green Book – O Guia”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“O Primeiro Homem”) Melhor Canção Original “Shallow” (“Nasce uma Estrela”) Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Filme Estrangeiro “Roma” (México) TV Melhor Série – Drama “The Americans” Melhor Ator de Série – Drama Richard Madden (“Bodyguard”) Melhor Atriz de Série – Drama Sandra Oh (“Killing Eve”) Melhor Série – Comédia ou Musical “O Método Kominsky” Melhor Ator de Série – Comédia ou Musical Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Melhor Atriz de Série – Comédia ou Musical Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Melhor Telefilme ou Série Limitada “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Ator – Telefilme ou Série Limitada Darren Criss (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Melhor Atriz – Telefilme ou Série Limitada Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”) Melhor Ator Coadjuvante – Série ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série ou Telefilme Patricia Clarkson (“Sharp Objects”)
O Método Kominsky: Série de comédia estrelada por Michael Douglas e Alan Arkin ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado da sua nova comédia “O Método Kominsky”, estrelada por Michael Douglas (“Homem-Formiga”) e Alan Arkin (“A Pequena Miss Sunshine”). A prévia é engraçada, dramática, sensível e tocante, acompanhando a amizade dos dois protagonistas, enquanto adentram a idade da solidão, frustração com os filhos e tristeza pela morte dos entes queridos. Há bastante conteúdo na premissa, tanto que, o que parece ser um filme, é na verdade uma série. E produzida por Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”) ainda por cima. Só que não há o menor vestígio de claque ou do humor debochado que se costuma associar às séries do produtor. “O Método Kominsky” tampouco serve de contrapartida masculina para “Grace & Frankie”, em que Jane Fonda e Lily Tomlin enfrentam seus problemas da Terceira Idade. O humor é muito mais amargo. Na trama, Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de atores. Alan Arkin interpreta o antigo agente de Kominsky, Norman, que na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série vai acompanhar os altos e baixos dessa amizade. O elenco também inclui Sara Baker (“Um Pequeno Favor”) e Nancy Travis (“Last Man Standing”), e participações de Lisa Edelstein (“House”), Emily Osment (“Young & Hungry”), Graham Rogers (“Quantico”), Danny Devito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ann-Margret (“Dois Velhos Rabugentos”), Jay Leno (“A Garagem de Jay Leno”), Patti LaBelle (“Star”) e Ashleigh LaThrop (“Cinquenta Tons de Liberdade”), entre outros. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, “O Método Kominsky” chega à Netflix em 16 de novembro.
Trailer e pôster de The Big Bang Theory alertam que a 12ª temporada será o final da série
A rede CBS divulgou o pôster e o trailer da 12ª temporada de “The Big Bang Theory”, destacando que os próximos episódios marcarão a despedida da série. A série, que estreou em 2007, vai atingir um total de 279 episódios, finalizando sua trajetória como a sitcom convencional mais longeva da história da TV americana. E também como uma das mais bem-sucedidas. Até hoje, 11 anos depois, a atração lidera a audiência da TV americana. O sucesso de “The Big Bang Theory” inflacionou os salários de seu elenco, transformando seus atores nos mais bem-pagos da TV americana. Entretanto, isso também encareceu a produção dos episódios e o anúncio do cancelamento coincide com o momento de discussões de renovações contratuais – época em que aumentos ou cortes são buscados. Mesmo assim, o final só vai acontecer porque Jim Parsons, intérprete do protagonista Sheldon Cooper, decidiu não assinar novo contrato para permanecer na série e os produtores não viram como continuar sem ele. Ao todo, “The Big Bang Theory” recebeu 52 indicações ao Emmy e soma 10 vitórias até o momento, embora nunca tenha conquistado o troféu de Melhor Série de Comédia. Individualmente, o mais premiado é justamente Jim Parsons, que venceu um Globo de Ouro e quatro Emmys pelo papel de Sheldon – além de ter lançou um bordão (“Bazinga!”) na cultura pop. Apesar do final da atração, o universo da série vai continuar no ar com “Young Sheldon”, spin-off que mostra a infância do protagonista. A última temporada de “The Big Bang Theory” começa a ser exibida em 24 de setembro e seu episódio final deve ir ao ar no início de 2019. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.
Jim Parsons publica carta aberta sobre o final de The Big Bang Theory
O ator Jim Parsons, apontado pela revista Entertainment Weekly como razão pela qual a série “The Big Bang Theory” vai chegar ao fim na próxima temporada, postou uma longa carta de agradecimento ao elenco, equipe e telespectadores pela parceria de 12 anos na atração, líder de audiência na TV dos Estados Unidos. Segundo o ator, a ficha do fim do programa ainda não caiu, o que provavelmente só acontecerá quando terminarem as gravações da última temporada, que já começaram. “Vou sentir saudade de todos vocês, mais do que eu consigo dizer e mais do que eu posso compreender neste momento”, escreveu Jim Parsons em texto compartilhado no Instagram. O 12º e último ano da sitcom estreia no dia 24 de setembro nos Estados Unidos e o episódio final deve ir ao ar no início de 2019. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner. Veja abaixo a íntegra da mensagem divulgada pelo ator nas redes sociais. “É difícil (quase impossível, na verdade) aceitar que essa [veja acima] é uma foto do primeiro dos 24 episódios finais de “The Big Bang Theory”. Tenho muita sorte de ter outros 23 episódios para fazer nesta temporada, porque tenho esperança de que, assim como para todo mundo, a ficha ainda cairá para mim. Além disso, me sinto grato — e gratidão não leva tempo para perceber. Esse sentimento de gratidão está sempre comigo, mas ele foi multiplicado no momento em que a temporada final foi anunciada. Sinto gratidão intensa por nossos devotos telespectadores, que são o motivo real de termos explorado esses personagens por 12 anos das nossas vidas. Sinto gratidão por nossa equipe — muitos estão conosco desde o início — , que são as pessoas que trazem um sentido de estabilidade e dependência, que são tão calorosas e legais e sempre prontas para dizer ´olá´ e sorrir toda vez que entramos no set. As pessoas que, apesar de vocês não verem na TV, são de muitas formas o coração que mantém tudo isso vivo e respirando enquanto nós, agitando nossos braços e pernas, agimos como bobos tentando fazer alguém sorrir. Eu sou grato a todos os roteiristas do programa, àqueles que estão conosco e àqueles que partiram, porque, sem eles, não existiria “The Big Bang Theory”. Os roteiristas pensaram esse programa. Os roteiristas criaram esses personagens. Os roteiristas encontram caminhos para deixar tudo orgânico e divertido, e manter essa série funcionando é uma tarefa muito mais desafiadora do que eles jamais vão entender. Sei que eles já sabem, e isso soa repetitivo, mas sou imensamente grato ao elenco da foto e ao elenco que não está nela, tanto os que estiveram em uma só cena quanto os que estrelaram muitos episódios. Vocês são meus parceiros pelos quais me apaixonei e que se tornaram parte da minha vida dentro e fora do set. Vocês são meus parceiros até quando não temos vontade de atuar, mas precisamos porque é nosso trabalho entrar em cena e fingir que somos esses personagens e olhamos uns para os outros e dizemos o texto e terminamos criando essa estranha realidade alternativa, que enriqueceu minha vida mais do que um dia irei compreender. Vou sentir saudade de todos vocês, mais do que eu consigo dizer e mais do que eu posso compreender neste momento.” ❤️Swipe for my caption to this picture which was too long to just write here (not surprising given the circumstances) ❤️ Uma publicação compartilhada por Jim Parsons (@therealjimparsons) em 23 de Ago, 2018 às 9:31 PDT
Mayim Bialik não gostou do anúncio do fim de The Big Bang Theory
O fim de “The Big Bang Theory” em sua próxima temporada não foi, definitivamente, uma decisão de consenso entre o elenco da atração. Mayim Bialik, que interpreta Amy na série, expressou sua insatisfação em seu blog pessoal, Grok Nation. “Se eu estou feliz? É claro que não”, escreveu a atriz. “Esse tem sido o meu trabalho desde que Melissa Rauch e eu nos juntamos ao elenco como regulares, na 4ª temporada. Eu amo os meus colegas de trabalho e tenho tanta gratidão pela nossa incrível equipe, nossos corajosos roteiristas, todos que trabalham na série, e nossos maravilhosos fãs. Tantas pessoas fazem parte da família de ‘Big Bang'”. “Meu trabalho remunerado – aquele pelo qual vocês me conheceram – está acabando, e sim, isso é muito triste. Eu temo que será muito difícil não chorar todos os dias pelos próximos 23 episódios. Mas esse elenco ama trazer alegria para seus espectadores e vamos continuar fazendo isso o melhor que pudermos”, conclui. Segundo a revista Entertainment Weekly, o principal motivo pelo fim de “The Big Bang Theory” foi a vontade do ator Jim Parsons, intérprete de Sheldon Cooper, de não firmar um novo contrato de dois anos com a rede CBS e a produtora WBTV (Warner Bros. Television), mesmo ganhando cerca de US$ 1 milhão por episódio. Com sua relutância em permanecer na série, os produtores resolveram encerrar a sitcom. A 12ª e última temporada de “The Big Bang Theory” estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Decisão de encerrar The Big Bang Theory teria sido vontade de Jim Parsons
O decisão de encerrar a série “The Big Bang Theory” teria envolvido um impasse nas negociações de renovação de contrato com o ator Jim Parsons. A revista Entertainment Weekly afirma ter obtido informações de bastidores sobre a decisão, que dão conta que o intérprete de Sheldon Cooper, personagem mais conhecido da sitcom, “estava pronto para deixar o seriado”. Diante desse impasse na renegociação dos contratos, a rede CBS e a produtora WBTV (Warner Bros. Television) ponderaram que não faria sentido continuar a série sem o Dr. Sheldon Cooper. Assim, a 12ª temporada será a última de “The Big Bang Theory”. A Entertainment Weekly ainda diz ter procurado representantes de Parsons para confirmar ou desmentir as informações, mas eles não se manifestaram até o momento. A série já corria risco de ser cancelada, devido aos salários de seu elenco. Os cinco intérpretes originais da atração ganham cerca de US$ 1 milhão por episódio, e a CBS não pretendia negociar aumentos para fechar um novo contrato de dois anos com os atores, pois isso inviabilizaria a receita da produção. Ironicamente, Parsons é o único que continuará ligado em seu personagem após o fim da série. O universo de “The Big Bang Theory” recentemente se expandiu com “Young Sheldon”, mostrando a infância do personagem. Parsons é produtor e contribui com narrações para essa atração, que estreia sua 2ª temporada ainda neste ano. A 12ª temporada e última temporada de “The Big Bang Theory” estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
The Big Bang Theory vai acabar na próxima temporada
A rede CBS e a produtora WBTV (Warner Bros. Television) anunciaram que a próxima temporada de “The Big Bang Theory” marcará o fim da série. A 12ª e última temporada da comédia que lidera a audiência televisiva dos Estados Unidos tem estreia marcada para o dia 24 de setembro. O episódio final deve ir ao ar no início de 2019. “Somos eternamente gratos a nossos fãs por seu apoio à ‘The Big Bang Theory’ durante suas 12 temporadas. Nós, juntamente com o elenco, escritores e equipe, estamos extremamente agradecidos pelo sucesso da série, e queremos entregar uma temporada final e episódio final capazes de levar ‘The Big Bang Theory’ para um conclusão criativa épica”, anunciaram as empresas e o produtor Chuck Lorre em comunicado conjunto. A série, que estreou em 2007, vai atingir um total de 279 episódios, finalizando sua trajetória como a sitcom convencional mais longeva da história da TV americana. Originalmente protagonizada por Jim Parsons, Johnny Galecki, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar, “The Big Bang Theory” acompanha a história de um grupo de amigos nerds desajustados e o impacto de sua vizinha sexy Penny (Cuoco) em suas vidas, demonstrando que nem tudo se resume a ciências, quadrinhos, séries e filmes de sci-fi. Nos últimos anos, os nerds deixaram de ser solitários e encontraram suas caras metades. Até Penny se casou com um deles, Leonard (o personagem de Galecki), e o final da 11ª temporada trouxe o casamento de Sheldon (Parsons) e Amy (Mayim Bialik). O sucesso de “The Big Bang Theory” inflacionou os salários de seu elenco, transformando seus atores nos mais bem-pagos da TV americana. Entretanto, isso também encareceu a produção dos episódios e o anúncio do cancelamento coincide com o momento de discussões de renovações contratuais – época em que aumentos ou cortes são buscados. Ao todo, a série recebeu 52 indicações ao Emmy e soma 10 vitórias até o momento, embora nunca tenha conquistado o troféu de Melhor Série de Comédia. Individualmente, o mais premiado é Jim Parsons, que venceu um Globo de Ouro e quatro Emmys pelo papel de Sheldon – além de ter lançou um bordão (“Bazinga!”) na cultura pop. O universo da série recentemente se expandiu com “Young Sheldon”, mostrando a infância do personagem. Graças a essa atração, que estreia sua 2ª temporada ainda neste ano, Parsons vai continuar ligado a Sheldon por mais tempo. Ele é produtor e contribui com narrações de “Young Sheldon”. No Brasil, “The Big Bang Theory” é exibida pelo canal pago Warner.
Série Mom é renovada para a 6ª temporada
A rede CBS renovou a série “Mom” para sua 6ª temporada. Ela se junta às outras duas séries de comédia do produtor Chuck Lorre que já tinham recebido confirmação de retorno – “The Big Bang Theory” e “Young Sheldeon” – na programação do canal. Criação de Lorre em parceria com o roteirista Eddie Gorodetsky (“Two and a Half Men”), “Mom” é estrelada por Anna Faris e Allison Janney, que este ano venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. “‘Mom’ tem sido uma comédia importante para nós nos últimos anos”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment, em um comunicado. “É uma série destemida que aborda questões sociais provocantes com risos e graça, e possui uma audiência grande e leal. Com as talentosos Anna [Faris] e Allison [Janney] encabeçando um grande elenco, e uma equipe de produção liderada por Chuck Lorre, Eddie Gorodetsky, Nick Bakay e Gemma Baker, esta série está cada vez melhor.” A série tem uma audiência média de 9 milhões de telespectadores nos Estados Unidos.
Pior série da Netflix, Disjointed é cancelada na 1ª temporada
Série pior avaliada da Netflix, “Disjointed” foi oficialmente cancelada. Com apenas 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a atração era considerada de baixa qualidade e um desperdício de talento. A forma como foi produzida reflete o estilo de negociação do serviço de streaming. Ela foi encomendada sem passar por avaliação de piloto, baseado apenas na reputação de seu produtor, o rei dos sitcoms Chuck Lorre (responsável pelos sucessos de “Dharma & Greg”, “Two and a Half Men”, “The Big Band Theory”, “Mike & Molly” e “Mom”). E o negócio foi fechado com a previsão de 20 episódios em sua 1ª temporada – basicamente, o dobro de uma série comum na plataforma. Estrelada por Kathy Bates (série “American Horror Story”), a série girava em torno de uma ex-advogada que sempre lutou pela liberação do consumo de maconha e finalmente abre uma loja de produtos feitos de cannabis quando a legislação lhe permite. Os 10 primeiros episódios foram disponibilizados em agosto do ano passado e afundaram com 13% de aprovação, o que originou sua fama de pior série de 2017. A segunda leva chegou à Netflix em janeiro e melhorou um pouco a situação, elevando a avaliação em 10%, mas não o suficiente para superar a igualmente péssima “Friends from College” (24%), permanecendo em último lugar no ranking do Rotten Tomatoes. Detalhe: a segunda série pior avaliada do ano passado foi renovada pela Netflix. Curiosamente, “Disjointed” é identificada com um título traduzido, “Desenrolados”, em diversos sites. Mas o material oficial da Netflix não faz esta tradução. Confira em https://www.netflix.com/br/title/80117694.
Young Sheldon é a primeira série estreante da temporada a garantir renovação
A rede CBS anunciou a renovação de “Young Sheldon” para a 2ª temporada. O anúncio era esperado, pois a série foi uma das cinco atrações mais assistidas da TV americana em 2017. Mesmo assim, trata-se do primeiro lançamento da temporada 2017-2018 a ter sua continuidade garantida por mais um ano. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na juventude de Sheldon Cooper (Jim Parsons), a atração já tinha sido a primeira produção estreante da fall season a assegurar o chamada “back 9”, a contratação de mais 9 episódios, além dos 13 encomendados inicialmente, para totalizar os 22 episódios de uma temporada completa da TV aberta. Tudo isso se deve à estreia fenomenal da produção, assistida simplesmente por 17,2 milhões de telespectadores. O número é tão absurdo que não era igualado por uma série de comédia estreante desde a estreia de “2 Broke Girls” em 2011. Trata-se, portanto, do maior lançamento de comédia da TV americana dos últimos seis anos. A série voltou a exibir episódios inéditos na quinta-feira (4/1) passada. E manteve o ímpeto arrasador, com 16,17 milhões de telespectadores e 3,3 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”).










