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  • Série

    Hilary Duff anuncia que volta de Lizzie McGuire foi descartada

    16 de dezembro de 2020 /

    A atriz Hilary Duff confirmou que a Disney+ (Disney Plus) desistiu de produzir um revival de “Lizzie McGuire”. “Não vai mais acontecer”, ela afirmou em seu Instagram, encerrando especulações sobre o destino da série, que chegou a ser anunciada entre os primeiros projetos da plataforma, em agosto de 2019. Duff escreveu: “Estou muito honrada por ter a personagem Lizzie em minha vida. Ela causou um impacto duradouro em muitos, inclusive em mim. Ver a lealdade e o amor dos fãs por ela, até hoje, significa muito para mim. Eu sei que nos esforçamos para fazer o reboot funcionar, mas, infelizmente, apesar dos esforços de todos, isso não vai mais acontecer. Queria que qualquer revival de ‘Lizzie’ fosse honesto e autêntico para refletir quem Lizzie seria hoje. É o que a personagem merece. Agora, todos nós podemos parar um momento para lamentar a mulher incrível que ela teria sido e as aventuras que teríamos levado com ela. Estou muito triste, mas prometo que todos tentaram o seu melhor e as estrelas simplesmente não se alinharam. 2020 foi todo assim. ” Havia muita expectativa em ver como Lizzie McGuire seria como mulher adulta. A personagem – e sua intérprete – tinha 14 anos quando a série foi lançada no Disney Channel em 2001, e voltaria às telas com mais de 30 anos de idade. A criadora da produção original, Terri Minsky, estava à frente do projeto, que mostraria Lizzie morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Mas com o mesmo detalhe que diferenciava sua série original. Para quem não lembra, “Lizzie McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras da garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sinceros” sobre as situações da protagonista adulta. Os problemas começaram quando Duff e Minsky concordaram que a série não poderia ter censura livre, como queria a Disney. Com esse impasse, Minsky foi afastada da produção em janeiro passado, enquanto Duff passou a fazer campanha para que a atração fosse remanejada, saindo da plataforma Disney+ (Disney Plus) para integrar a Hulu, como aconteceu com duas séries durante suas produções – “Alta Fidelidade” e “Com Amor, Victor”. Inicialmente entusiasmada com o projeto, a Disney chegou a gravar dois episódios, voltando a reunir o elenco original da atração. Mas ao ver o resultado, pausou tudo. Na época, um porta-voz do estúdio disse: “Os fãs de ‘Lizzie McGuire’ têm grandes expectativas para qualquer nova história. A menos e até que estejamos confiantes de que podemos atender a essas expectativas, decidimos adiar tudo e informamos aos representantes do elenco que não estamos avançando com a série planejada.” Foi um baque. Nada avançou desde então e agora Duff confirma que a série não vai mais sair do papel. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hilary Duff (@hilaryduff)

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  • Filme

    Hulu cancela Helstrom, série de terror da Marvel

    14 de dezembro de 2020 /

    A plataforma Hulu oficializou o cancelamento de “Helstrom”, última série live-action da Marvel Television. O fim da produção desce o pano na divisão televisiva do conglomerado Disney, que agora tem apenas produções animadas em desenvolvimento. Os fracassos consecutivos da divisão televisiva levaram à dissolução do núcleo comandado por Jeph Loeb. Foi o executivo quem fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, encabeçado pelo “Demolidor”, mas também quem realizou o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus), as produções da Marvel Television, como “Manto e Adaga”, “Fugitivos” e “Agents of SHIELD”, acabaram tendo seu final acelerado para a Marvel Television ser devidamente desativada. A partir de “WandaVision”, todas as séries live-action da Marvel passam a ser produzidas pela Marvel Studios, até recentemente apenas uma divisão cinematográfica, que virou um núcleo de conteúdo geral da Marvel sob o comando de Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, foi anunciada no ano passado. “Helstrom” acabou sendo dano colateral dessa mudança de comando. Apesar do cancelamento ter sido anunciado nesta segunda (14/12), a série chegou na Hulu já sabendo que não teria continuação. Seis meses antes da estreia, o showrunner da atração, Paul Zbyszewski (“Agents of SHIELD”), teve seu contrato encerrado, sinalizando a falta de interesse no projeto. Uma pena, porque a Marvel deixa passar a oportunidade de introduzir um universo de terror bastante interessante, ficando restrita apenas aos super-heróis. O pior disso é que a personagem da atriz Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero num episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) tinha enorme potencial. Nos quadrinhos, os Helstrom são Daimon e Satana, filhos de um demônio e uma mulher mortal chamada Victoria Wingate – tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Os dois herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, ele foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Mas a série mudou um pouco a premissa, a começar pelo nome da irmã, que virou Ana. Interpretados por Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon, os irmãos foram separados na infância, enquanto sua mãe, Victoria Helstrom, ficou enclausurada em um hospício, possuída por um demônio. Décadas se passaram e ela ainda está presa, enquanto o filho tenta curá-la e a filha espera nunca mais vê-la. Elizabeth Marvel (“Homeland”) tem o papel da mãe dos protagonistas, O elenco ainda inclui Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”), além de Ariana Guerra (“Raising Dion”), que vive a versão feminina de outro famoso personagem da Marvel. Ela interpreta Gabriella Rosetti, que na verdade é Gabriel Rosetti nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973) e conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios. A 1ª temporada termina com uma reviravolta, que serviria de gancho para a 2ª temporada. Infelizmente, os fãs jamais saberão o que aconteceria nos próximos capítulos. Tudo o que resta da Marvel Television agora são duas séries animadas em desenvolvimento para a Hulu, “MODOK” e “Hit-Monkey”, previstas para 2021 – e que foram completamente ignorados na apresentação do Dia do Investidor da Disney. Eles deveriam formar um universo animado com “Howard the Duck” e “Tigra & Dazzler”, mas as duas últimas foram abandonadas em janeiro, após diferenças criativas.

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  • Série

    Hoops é cancelada após uma temporada

    8 de dezembro de 2020 /

    A Netflix cancelou a série animada adulta “Hoops” após apenas uma temporada. A revista Variety apurou que a plataforma não se empolgou com o desempenho da produção, lançada em 21 de agosto. “Hoops” era uma criação de Ben Hoffman, roteirista do “The Late Late Show with James Corden”, e tinha produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A atração girava em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e sua boca suja – e por ser filho de um antigo astro do basquete. Mas ele acreditava que sua vida miserável poderia mudar completamente se conseguisse fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. O papel principal era dublado pelo ator Jake Johnson, que voltava a trabalhar com mais três atores de “New Girl” na produção, Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Além deles, o elenco vocal também incluía Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nick Swardson (“Os 6 Ridículos”), Sam Richardson (“Veep”) e W. Earl Brow (“Deadwood”). Veja o trailer da série abaixo.

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  • Etc

    Atriz de Pantera Negra tem Twitter e Instagram apagados após posts antivacinas

    5 de dezembro de 2020 /

    A atriz Letitia Wright, intérprete da princesa Shuri em “Pantera Negra”, teve suas contas no Twitter e Instagram apagadas depois de polemizar com posts em que defendeu posicionamentos antivacinas de covid-19 na sexta-feira (3/12). Tudo começou quando ela postou um link para um vídeo controverso do YouTube no qual o autointitulado profeta Tomi Arayomi faz um monólogo sem fatos sobre a pandemia de covid-19, questionando se as pessoas deveriam tomar a vacina, com várias afirmações anticientíficas para defender sua posição: “Não entendo de vacinas em termos médicos, mas sempre fui um pouco cético em relação a elas.” A atriz chegou a discutir com vários usuários no Twitter, observando que não havia nada de errado em questionar a validade de uma vacina. “Se você não se conforma com as opiniões populares, mas faz perguntas e pensa por si mesmo… você é cancelado”, ela chegou a postar, ao lado de um emoji em que aparecia chorando de rir. Mas até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Minutos depois, o YouTube apagou o vídeo referenciado pela atriz, que foi considerado fake news e violador das políticas do site. Com isso, o post de Letitia também sumiu. E ela escreveu: “Minha intenção não era machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi levantar minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos”. Foi seu último post. Agora, toda as contas do Twitter e Instagram de Letitia Wright parecem ter sido excluídas ou deletadas. O antigo endereço da atriz nas redes sociais agora informa que “esta conta não existe”. Ela ainda não se posicionou sobre seu apagão nas rede sociais.

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  • Etc

    Letitia Wright assume postura antivacina, espalha fake news e vira problema para a Marvel

    4 de dezembro de 2020 /

    A Marvel tem um grande desafio pela frente, ao confirmar a produção de “Pantera Negra 2” sem o ator que deu vida ao papel-título, Chadwick Boseman, falecido de câncer em agosto passado. Mas Letitia Wright acaba de tornar a situação ainda mais complicada. Candidata natural a assumir o manto de Pantera Negra na continuação, refletindo o que aconteceu com sua personagem Shuri nos quadrinhos, a atriz adotou postura controversa no Twitter, durante esta sexta-feira (4/12), ao se manifestar contra vacinas em plena pandemia. Ela postou um link para um vídeo polêmico do YouTube no qual o autointitulado profeta Tomi Arayomi faz um monólogo sem fatos sobre a pandemia de covid-19, questionando se as pessoas deveriam tomar a vacina, com várias afirmações anticientíficas para defender sua posição: “Não entendo de vacinas em termos médicos, mas sempre fui um pouco cético em relação a elas.” A atriz chegou a discutir com vários usuários no Twitter, observando que não havia nada de errado em questionar a validade de uma vacina. “Se você não se conforma com as opiniões populares, mas faz perguntas e pensa por si mesmo… você é cancelado”, ela chegou a postar, ao lado de um emoji em que aparecia chorando de rir. Mas até o ator Don Cheadle, astro de “Vingadores: Ultimato”, se manifestou, chamando o vídeo linkado de “lixo” e dizendo que iria contatar a atriz em particular. Minutos depois, o YouTube apagou o vídeo, considerado fake news. O post da atriz sumiu. E ela escreveu: “Minha intenção não era machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi levantar minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos”. Ao flertar com a subcultura do cancelamento, Letitia Wright criou um problema de relações públicas não apenas para si mesma, mas para a Marvel, que talvez precise repensar os planos para sua personagem. my intention was not to hurt anyone, my ONLY intention of posting the video was it raised my concerns with what the vaccine contains and what we are putting in our bodies. Nothing else. — Letitia Wright (@letitiawright) December 4, 2020 if you don’t conform to popular opinions. but ask questions and think for yourself….you get cancelled 😂 — Letitia Wright (@letitiawright) December 4, 2020 i'm not. if she went transphobe, fire away. but i'll personally take it to her if she said something crazy. not to twitter. that's how i do it with friends and how i hope they do it with me if i fkkk up. trying to find it now. https://t.co/hV7NGNjxff — Don "bruh, you lost" Cheadle (@DonCheadle) December 4, 2020 jesus… just scrolled through. hot garbage. every time i stopped and listened, he and everything he said sounded crazy and fkkkd up. i would never defend anybody posting this. but i still won't throw her away over it. the rest i'll take off twitter. had no idea. https://t.co/7uDlP1xwDL — Don "bruh, you lost" Cheadle (@DonCheadle) December 4, 2020

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  • Série

    Superstore vai acabar na atual temporada

    3 de dezembro de 2020 /

    Até as lojas da ficção foram afetadas pela pandemia. A rede NBC anunciou o fechamento definitivo da Cloud 9, cenário da série “Superstore”. A atração foi cancelada e chegará ao fim em sua 6ª temporada. A decisão foi tomada depois que América Ferrera deixou a série no início desta temporada. Grande estrela da produção, a antiga protagonista de “Ugly Betty” queria sair no final do quinto ano, mas estrelou os dois primeiros episódios dessa temporada para ganhar uma despedida oficial, no final de outubro. A segunda metade da temporada final começará a ser exibida em 14 de janeiro, completando os 11 episódios que restam exibir da série. O criador da série, Justin Spitzer (produtor-roteirista de “The Office”), está atualmente trabalhando no piloto de outra sitcom de ambiente de trabalho na NBC, “American Auto”, sobre executivos de uma grande empresa automotiva americana que tentam reinventar seu negócio em meio a uma indústria em rápida mudança. “’Superstore’ sempre foi uma série que nunca deixou de nos fazer rir, ao mesmo tempo em que examinava cuidadosamente questões importantes com as quais as pessoas se preocupam profundamente”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da NBC. “Foi um grupo incrível de escritores, produtores, atores e equipe técnica e estamos extremamente gratos por todas as suas contribuições. Esta série vai manter para sempre seu lugar entre as principais comédias de ambiente de trabalho, das quais temos uma história valiosa.” “Somos gratos à Universal Television e à NBC por nos permitir fazer 113 episódios de um programa do qual tanto nos orgulhamos e por nos dar a chance de trabalhar com um grupo tão talentoso de atores, escritores e equipe técnica”, acrescentou Justin Spitzer, ao lado dos coprodutores Gabe Miller e Jonathan Green. “Somos gratos, acima de tudo, aos telespectadores que permaneceram conosco nos últimos seis anos (ou nos descobriram em algum lugar ao longo do caminho). Faremos o nosso melhor para sair com força e dar a vocês o final satisfatório que merecem. ”

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  • Filme

    Festival do Rio cancela sua edição de 2020

    3 de dezembro de 2020 /

    O Festival do Rio não terá edição neste ano. O evento, que já tinha sido adiado para dezembro, foi cancelado nesta quinta-feira (3/12). No anúncio, os organizadores explicaram que a pandemia e dificuldades financeiras – decorrentes também da política cultural do governo Bolsonaro – comprometeram os planos para a realização do festival. Ao mesmo tempo, esperam organizar uma versão alternativa no segundo trimestre de 2021, combinando eventos híbridos – presenciais e virtuais – , mas ainda não há uma clara definição. Aparentemente, este evento será centrado na Mostra Première Brasil, dedicada ao lançamento de novos filmes brasileiros. Em nota enviada aos produtores inscritos na Première Brasil, a direção do festival reafirmou seu “compromisso firme e inabalável com a indústria audiovisual, com a cidade do Rio de Janeiro, com o país e com o cinema brasileiro. O que nos levou a decidir prosseguir com uma seleção oficial da Première Brasil”. O festival recebeu cerca de 700 inscrições de curtas e longas de ficção e documentário para a Première Brasil deste ano. Os títulos selecionados serão revelados em 21 de dezembro e serão destaque das ações que venham a ser realizadas entre março e junho do próximo ano. “O Festival do Rio está trabalhando ao lado de seus patrocinadores e parceiros. A cidade precisa do Festival. Mas, sobretudo, os produtores nacionais precisam de uma vitrine como a Première Brasil. A ideia é realizar projeções especiais ao longo do primeiro semestre de 2021 como forma de manter viva a relação do público com a Première Brasil e com o Festival”, afirmou Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio. Paralelamente, a edição regular de 2021 do Festival do Rio continua programada para os meses de outubro e novembro do ano que vem.

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  • Série

    Disney cancela DuckTales: Os Caçadores de Aventuras

    3 de dezembro de 2020 /

    A Disney anunciou que a nova versão da série “DuckTales: Os Caçadores de Aventuras” vai acabar em sua 3ª e atual temporada. “A talentosa equipe criativa, liderada por Matt Youngberg e Francisco Angones, apresentou uma narrativa excepcional com personagens reimaginados em três temporadas de 75 episódios e mais de 15 curtas”, disse o canal pago Disney XD, que exibe a atração, em um comunicado. “Embora sua produção esteja terminando, “DuckTales” continuará disponível nos canais Disney e na plataforma Disney+ (Disney Plus) em todo o mundo, e os fãs ainda terão um final de temporada épico em 2021.” Apesar da declaração, muitos fãs tem reclamado que “DuckTales” não está disponível na Disney+ (Disney Plus) do Brasil, apesar do apelo da produção, que ganhou até uma versão da música de abertura cantada por Ivete Sangalo para exibição no Disney Channel nacional. O reboot foi um dos maiores sucessos do Disney XD nos Estados Unidos em sua 1ª temporada, com alto engajamento dos fãs nas redes sociais e repercussão na imprensa, mas as temporadas subsequentes não mantiveram o mesmo êxito. O site Collider apurou que a equipe da série foi informada sobre o cancelamento em setembro passado para ter tempo de preparar um desfecho para sua trama. Além de atualizar a série homônima, exibida originalmente entre 1987 e 1990 e inspirada nos quadrinhos clássicos de Carl Barks, “DuckTales” chegou até a desvendar um dos maiores mistérios da Disney: quem é e que fim levou a mãe de Huguinho, Zezinho e Luisinho, os sobrinhos favoritos do Tio Patinhas. Apesar do cancelamento, o universo de “Ducktales” vai continuar a ser explorado num spin-off. A Disney+ (Disney Plus) encomendou “Darkwing Duck”, série animada sobre um pato vigilante mascarado que apareceu em alguns capítulos da atração cancelada, e que já tinha protagonizado sua própria série nos anos 1990.

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  • Série

    Queen Sono: Netflix cancela sua primeira série africana

    1 de dezembro de 2020 /

    A Netflix cancelou sua primeira série africana original, “Queen Sono”, após ter anunciado a renovação da produção para a 2ª temporada em maio passado. Como as gravações ainda não começaram, a atração não terá novos episódios e se encerrará com apenas uma temporada. O streamer não detalhou as razões por trás de sua decisão, mas os custos e a logística podem ter sido determinantes. Série de espionagem, a trama seria filmada em vários países do continente africano em sua 2ª temporada, o que seria desafiador durante a pandemia. Em uma nota sobre o cancelamento, o diretor e criador Kagiso Lediga sugeriu que a decisão estaria relacionada à pandemia. “Escrevemos uma bela história que se estendeu por todo o continente, mas infelizmente não pôde ser executada nestes tempos difíceis”, disse ele, acrescentando no Twitter que a série foi “outra baixa de 2020”. Já a Netflix descreveu o fim da série como uma “decisão difícil”. “Tomamos a decisão difícil de não avançar com a 2ª temporada de ‘Queen Sono'”, disse a plataforma em comunicado. “Estamos extremamente orgulhosos da equipe da Diprente por compartilhar sua visão audaciosa e trazê-la à vida com a Netlflix. Um enorme obrigado aos nossos fãs em todo o mundo pelo amor partilhado pela nossa primeira série africana original. A Netflix também é grata aos incríveis esforços demonstrados pelo elenco e equipe na criação desta série para nossos membros ao redor do mundo. Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com a indústria criativa da África do Sul para continuar a produzir histórias ‘Made in South Africa’ mais convincentes.” A série sul-africana era estrelada por Pearl Thusi (a Dayana Mampasi de “Quantico”), que vivia o papel-título, uma espiã altamente treinada de uma agência governamental, que assume sua missão mais perigosa enquanto enfrenta mudanças em sua vida pessoal. Pearl Thusi já tinha trabalhado em 2018 com o diretor e a produtora da série, Diprente Films, no romance “Mais uma Página” (Catching Feelings), também distribuído pela Netflix. Mas vale destacar que “Queen Sono” quase não foi divulgada no Brasil. A plataforma não disponibilizou trailer nacional em sua página no YouTube. Se, por conta disso, você não conheceu a série, saiba que há várias outras atrações que a Netflix não divulga e que são canceladas sem público de forma corriqueira. Veja abaixo o trailer internacional da série.

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  • Série

    Fãs querem Demolidor na Marvel após fim do embargo da Netflix

    29 de novembro de 2020 /

    Os fãs da série “Demolidor” voltaram a fazer campanha pelo resgate da atração neste domingo (29/11). Não se trada de um fenômeno aleatório. A hashtag #SaveDaredevil (salve Demolidor) retornou com força aos tópicos do Twitter na data exata da expiração do embargo da Netflix sobre a produção. O prazo final caiu neste domingo e, partir de agora, a Marvel pode retomar o personagem quando e onde quiser. A série estrelada por Charlie Cox foi cancelada em 29 de novembro de 2018, após sua 3ª temporada, e, sob os termos do acordo Marvel-Netflix, a Marvel Studios não poderia usar o personagem por um período de dois anos. Com a superação desse prazo, os fãs decidiram fazer um último esforço para garantir que a Disney considere Charlie Cox para quaisquer projetos futuros do Demolidor no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A campanha está convocando os fãs a listarem as razões pelas quais a série do Demolidor deveria voltar a ser produzida. Vale observar que o estúdio responsável pela série original, Marvel Television, não existe mais. Após vários fracassos, a unidade foi extinta e as séries baseadas nos personagens dos quadrinhos da editora americana passaram a ser desenvolvidas pela Marvel Studios, divisão responsável pelos filmes bem-sucedidos da empresa. Agora, o chefão da Marvel, Kevin Feige, é quem vai decidir se o Demolidor voltará ao MCU. Veja abaixo o chamamento oficial da campanha dos fãs para uma tempestade de tuítes, visando sensibilizar Feige e a Marvel a resgatar o herói. This is not a drill! The Daredevil moratorium ends 🚨 THIS SUNDAY November 29 🚨 and we need your help to get #SaveDaredevil trending 😈! Read up on our website @ https://t.co/yrLLTKK8m9 or continue with this thread for more details 👇 pic.twitter.com/M1DQKhSnBu — We Are #SaveDaredevil (@RenewDaredevil) November 24, 2020

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  • Série

    Shameless começa a se despedir com trailer da temporada final

    25 de novembro de 2020 /

    O canal pago Showtime divulgou o pôster e o trailer da 11ª temporada “Shameless”, a última da longeva série de comédia, em que a família Gallagher vai voltar a se juntar por uma causa errada: acabar com a reputação da vizinhança. “Antes de acabar, vamos aproveitar cada minuto disso”, diz o patriarca Frank Gallagher, vivido por William H. Macy, na despedida. A decisão de encerrar a série produzida pela Warner Bros. Television foi tomada durante a reta final da 10ª e atual temporada, que se encerrou em 26 de janeiro. A ideia era não deixar o público esperando um ano para assistir ao final. Pela previsão original, os capítulos finais iriam ao ar durante o verão norte-americano – entre maio e agosto. Mas aí aconteceu a pandemia de coronavírus… A 11ª temporada será a segunda sem a ex-protagonista Emmy Rossum, mas este não é o motivo do cancelamento. Mesmo com a grande perda no elenco, a série manteve seu público habitual. Com cerca de 1 milhão de telespectadores ao vivo, “Shameless” disputava com “Ray Donovan” a condição de atração mais vista do Showtime. Sem “Shameless”, “Ray Donovan” e “Homeland”, todas encerradas, o canal será muito diferente daqui para frente. Talvez por isso tenha decidido trazer de volta um de seus maiores hits do passado, “Dexter”. A reta final de “Shameless” começará a ser exibida em 6 de dezembro nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pelo canal pago I.Sat e pela Netflix.

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  • Série

    One Day at a Time é cancelada pela segunda vez

    24 de novembro de 2020 /

    Durou pouco a alegria da equipe de “One Day at a Time” após ser salva do cancelamento no ano passado. Mais exatamente, durou meia temporada. A ViacomCBS anunciou nesta terça (24/11) o segundo cancelamento da série, agora definitivo, embora os produtores tenham voltado ao mercado atrás de um segundo milagre. A série é um remake latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. No remake, porém, a família se tornou latina e a série passou a acompanhar três gerações de parentes sob um mesmo teto. Na trama, a mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Apesar de queridinha da crítica, a série não tinha muita audiência e acabou cancelada pela Netflix em março de 2019. Esta situação, porém, durou só três meses. “One Day at a Time” acabou resgatada pelo canal pago Pop, do conglomerado ViacomCBS, que encomendou uma 4ª temporada, lançada em março deste ano. Mas aí veio a pandemia e a exibição dos episódios acabou cortada pela metade. Dos 13 episódios encomendados, apenas seis foram produzidos e exibidos. Assim, o cancelamento deixa a série interrompida e sem final, na metade de sua temporada. O final abrupto também foi efeito colateral de decisões da ViacomCBS, que tirou do ar todas as produções roteirizadas do canal Pop, justamente quando poderia capitalizar a notoriedade da emissora, lar americano da série de comédia “Schitt’s Creek”, que venceu o Emmy 2020 em sua temporada final. “One Day at a Time” foi a última atração a receber a notícia. De fato, mais que a série, o canal é que foi cancelado. Por conta desse impasse, a produtora Sony e a ViacomCBS estavam em negociações para renovar a comédia e transferir sua exibição para a plataforma de streaming CBS All Access. Mas esse acordo acabou frustrado por limitações contratuais que faziam parte do acordo original do programa com a Netflix, que cria empecilhos para outra empresa de streaming transmitir a série. Isto acabou causando o fim da série no conglomerado dono da CBS e da Paramount. “Muita coisa mudou na Viacom no ano passado e infelizmente não estaremos mais no Pop. Obrigado a todos pela oportunidade de fazer a 4ª temporada. E adivinhem? Ainda estamos tentando a 5ª temporada”, tuitou o co-showrunner Mike Royce, sobre a situação. A co-showrunner Gloria Calderón Kellett acrescentou: “Não estou triste ainda, pessoal. Ainda temos esperança de novos lares. Aguentem firme, meus amores. Vocês sabem que se eu cair, vou cair lutando por essa série (e elenco e equipe) que eu amo.”

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    Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional

    23 de novembro de 2020 /

    A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos

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