Final de “The Last Kingdom” ganha trailer e data de estreia
O perfil da série “The Last Kingdom” (O Último Reino) divulgou no Twitter o trailer épico da 5ª e última temporada, que ainda ganhou um poster e data de estreia: dia 9 de março. A prévia mostra o protagonista Uhtred (Alexander Dreymon) travando guerra contra Brida (Emily Cox), sua amiga de infância e viúva de seu irmão de criação, para impedir uma invasão viking em Wessex. As cenas finais ainda sugerem uma nova tentativa do guerreiro para retomar seu reino original, Bebbanburg. Intérprete do protagonista, Alexander Dreymon fará sua estreia como diretor na última temporada, assinando um episódio. Os últimos capítulos vão adaptar o nono e o décimo volumes da franquia literária conhecida como “Crônicas Saxônicas”, do autor inglês Bernard Cornwell, que ao todo têm 13 livros. A Netflix optou por cancelar a série antes do final da saga, mas pretende produzir um filme para completar a história. Something's changed… Season 5 lands on our shores on March 9th. Are you ready? #TLK5 #TheLastKingdom pic.twitter.com/jX5q410urF — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) February 9, 2022 Something's changed. March 9. #TLK #TheLastKingdom pic.twitter.com/S0mxu6Rc9o — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) February 9, 2022
Awkwafina se desculpa por sotaque negro do começo da carreira e sai do Twitter
A atriz e comediante Awkwafina decidiu abandonar o Twitter após uma velha polêmica sobre seu apropriação do sotaque negro voltar aos tópicos mais comentados nos últimos dias. Antes de ficar conhecida por filmes como “Oito Mulheres e um Segredo” (2018), “Podres de Ricos” (2018), “A Despedida” (2019), “Jumanji: Próxima Fase” (2019) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (2021), Awkwafina tentou a carreira como rapper, usando expressões associadas à fala negra (“AAVE”, sigla que significa Inglês Vernacular Afro-Americano, também conhecido como “ebonics”) e abusando de forte sotaque supostamente negro (“blaccent”). A polêmica retornou após um artigo na revista Vice, escrito por Bettina Makalintal. “Enquanto pegava emprestados elementos da cultura negra para fazer um nome para si mesma, a mulher nascida como Nora Lum performou uma série de esterótipos racistas para parecer legal. Por meio disso, ela construiu seu nome e se transformou de uma rapper viral da internet em uma atriz aclamada pela crítica.” Vale lembrar que Awkwafina nasceu e cresceu no Queens, em Nova York, um bairro classe média de grande presença negra – Run-DMC veio de lá. E ela detalha sua origem e influências numa série de sucesso, “Awkwafina Is Nora from Queens”. Diante da repercussão do artigo da Vice, ela publicou um comunicado se desculpando e anunciou sua saída do Twitter. “Existe um contexto socio-político para tudo, especialmente da comunidade negra deste país”, escreveu a atriz. “Estamos falando de um grupo afetado de forma desproporcional por políticas institucionais e pela força da lei, tudo isso enquanto vêem sua cultura sendo apropriada para ganhos monetários sem respeito por suas origens”. “Mas devo enfatizar: zombar, menosprezar ou ser indelicado de qualquer maneira possível às custas dos outros: Simplesmente. Não. É. Minha. Natureza. Nunca foi e nunca será”, continuou. “Na vida, apropriações linguísticas e a globalização da internet interpretam um papel na linha tênue entre ofensa e cultura pop”, acrescentou. “Como uma pessoa de cor não-negra, reafirmo que sempre vou ouvir e trabalhar para entender o contexto histórico do AAVE, o que é apropriado e o que não é a respeito de qualquer grupo marginalizado.” Ela atribui seu uso de “blaccent” à sua própria origem imigrante, ambiente escolar público, consumo de TV e cinema, bem como seu “respeito pelo hip-hop”. “Acho que, como grupo, os americanos asiáticos ainda estão tentando descobrir o que essa jornada significa para eles, o que é correto e onde eles não pertencem”, disse ela, “e embora eu ainda esteja aprendendo e fazendo esse trabalho pessoal, tenho certeza de que quero passar o resto da minha carreira sem fazer nada além de elevar nossas comunidades. Fazemos isso primeiro falhando, aprendendo, reconhecendo, ouvindo e tendo empatia, e continuarei incansavelmente a fazer exatamente isso.” Para completar, ela anunciou sua saída do Twitter “por alguns anos”, mas avisou que continuará presente em todas as “outras plataformas que não sugerem que eu me mate”, porque “não agredi ninguém bêbada para virar fugitiva”. pic.twitter.com/pxSLXZD2J0 — nora (@awkwafina) February 5, 2022 To Clarify: I am retiring from the ingrown toenail that is Twitter. Not retiring from anything else, even if I wanted to, and I didn’t drunkenly hit someone with a shoehorn and now escaping as a fugitive. Also am avail on all other socials that don’t tell you to kill yourself! — nora (@awkwafina) February 5, 2022
Killing Eve: Final da série ganha trailer
A BBC America divulgou o trailer da temporada final de “Killing Eve”. A prévia usa a parábola do escorpião e o sapo como metáfora para o destino das protagonistas. Lançada em 2018, a série criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) se tornou o maior sucesso e a produção mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. A trama acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), uma assassina profissional de um cartel internacional, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. Os últimos episódios vão estrear quase dois anos após o final da 3ª temporada, no dia 27 de fevereiro. O motivo de tanta demora foi, além da pandemia, a agenda lotada das duas estrelas principais. Neste meio tempo, Sandra Oh estrelou a série “The Chair” na Netflix, dublou a animação “Invencível” na Amazon e o longa “Red: Crescer É uma Fera” e ainda filmou o terror “Umma”, enquanto Jodie Comer fez o blockbuster “Free Guy: Assumindo o Controle”, o teledrama “Help” e o épico “O Último Duelo”, de Ridley Scott. “Killing Eve” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Séries “Black Monday” e “Work In Progress” são canceladas
O canal pago americano Showtime cancelou as séries de comédia “Black Monday” e “Work In Progress”. A confirmação do fim de “Work In Progress” após a 2ª temporada foi feita pela cocriadora da atração, a cineasta Lilly Wachowski (“Matrix Resurrection”), nas redes sociais. “Pouco antes do feriado de Ação de Graças, recebi a notícia extremamente decepcionante dos executivos da Showtime de que ‘Work in Progress’ não seria renovada para a 3ª temporada”, ela contou em um longo tópico no Twitter. “Foi uma grande chateação.” A série girava em torno de Abby (a humorista e cocriadora Abby McEnany), uma lésbica gorda de meia-idade, que iniciava uma relação transformadora no meio de uma crise. O último episódio foi ao ar em outubro. Já o destino de “Black Monday” foi revelado pelo ator Paul Scheer durante uma transmissão do Twitch. A série acabou com a exibição de sua 3ª temporada, encerrada em agosto do ano passado. Criada pelos roteiristas-produtores Jordan Cahan (criador de “Champaign ILL”) e David Caspe (criador de “Happy Endings” e “Marry Me”), a atração tirava seu título do dia 19 de outubro de 1987, que ficou conhecido como Black Monday (a segunda-feira negra) por registrar o pior crash da história da bolsa de valores de Nova York. A trama contava “como um grupo de forasteiros se infiltrou no clube dos colarinhos brancos bem nascidos de Wall Street e acabou quebrando o maior sistema financeiro do mundo”. O elenco reunia Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), que voltava a estrelar uma série de comédia após cinco temporadas de “House of Lies” (2012–2016) no mesmo canal, Andrew Rannells (da série “Girls”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”) e Paul Scheer (“Fresh Off the Boat”), entre outros As duas séries foram disponibilizadas no Brasil pela plataforma Paramount+.
American Rust: Série estrelada por Jeff Daniels é cancelada após 1ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento de “American Rust”, minissérie que destacava Jeff Daniels (“Godless”, “Newsroom”) como o chefe de polícia de uma pequena cidade no sudoeste da Pensilvânia. A trama era uma adaptação do best-seller homônimo de Philipp Meyer e envolvia uma decisão arriscada do protagonista, após o filho da mulher que ele amava ser acusado de assassinato. Desenvolvida pelo cineasta Dan Futterman (“Capote”, “Foxcatcher”) em parceria com a produtora-roteirista Amanda Pellegrino, a produção também destacava em seu elenco Maura Tierney (“The Affair”), Dallas Roberts (“Insaciável”), Bill Camp (“O Gambito da Rainha”) e Alex Neustaedter (“Colony”). A série foi lançada em setembro e durou apenas uma temporada de nove episódios, exibida até novembro. No Brasil, estava disponível pela plataforma Paramount+. Veja abaixo o trailer da atração.
“The Lost Symbol” é cancelada após 1ª temporada
A plataforma americana de streaming Peacock cancelou “The Lost Symbol”, série baseada nos livros de Dan Brown sobre o personagem Robert Langdon, que foi interpretado por Tom Hanks em três filmes. A atração durou apenas uma temporada com Ashley Zukerman (da série “Succession”) no papel principal. Apesar do livro “O Símbolo Perdido” ser o terceiro da saga, situado entre “O Código Da Vinci” e “Inferno”, mudanças foram feitas na trama para apresentar a série como uma história de origem do personagem. O diretor Ron Howard, que filmou “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016), era um dos produtores da atração, ao lado do próprio Dan Brown, mas a adaptação esteve a cargo da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”. Na trama, o professor de Harvard é convidado a desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma, para quem viu os filmes) conspiração global. O elenco também incluía Valorie Curry (“The Following”), Sumalee Montano (“Scandal”), Rick Gonzalez (“Arrow”), Eddie Izzard (“A Batida Perfeita”) e Beau Knapp (“The Good Lord Bird”). Em comunicado, a Peacock ressaltou que a a série foi exibida de forma “completa e satisfatória” para seus assinantes, já que todo o livro original foi adaptado em sua trama, sem deixar ganchos. Mas não haverá uma nova história. Inédita no Brasil, a série deve chegar por aqui nos próximos meses pela Globoplay.
“Gentefied” é cancelada após duas temporadas
A Netflix cancelou “Gentefied”, dois dois meses após o lançamento da 2ª temporada da série. Elogiada pela autenticidade de sua representação latina, a série nunca apareceu no Top 10 da Netflix e isso provavelmente desempenhou um papel na decisão de cancelamento. “Gentefied” era adaptação de uma web-série de 2017 e foi desenvolvida pelos criadores da atração original, Marvin Lemus e Linda Yvette Chávez, escritores chicanos de primeira geração, e produzida pela atriz America Ferrera (“Superstore”). Passada em Los Angeles, a trama girava em torno de três primos latinos (Karrie Martin, JJ Soria e Carlos Santos) em busca do sonho americano, enquanto esse mesmo sonho ameaçava tudo que eles mais prezavam: seu bairro, o avô imigrante (Joaquín Cosio) e a loja de tacos da família. Entre os temas abordados estavam identidade, classe e preconceito. E a produção ainda teve uma história real trágica de bastidores. Camila María Concepción, ativista trans que estava iniciando a carreira como roteirista em “Gentefied”, suicidou-se aos 28 anos, logo após o lançamento da série, por sofrer na própria pele tudo aquilo que a trama apontava. Em uma emocionada carta aberta aos fãs, postada no Instagram, a cocriadora Linda Yvette Chávez destacou os “pequenos atos de amor revolucionário” que a ajudaram a abraçar sua herança mexicana e luta por representatividade na frente e atrás das câmeras, falou dos milhões que ‘Gentefied’ alcançou em todo o mundo, “milhões que viram a si mesmos e suas famílias na tela pela primeira vez”, e cutucou os famosos “algoritmos da Netflix”. “Métricas e algoritmos nunca medirão o verdadeiro impacto do que fizemos aqui”, escreveu Chávez. “Não deixe ninguém te dizer que não tivemos sucesso. Atravessamos uma parede de tijolos e nos demos a conhecer. Isso é muito sucesso para mim.”
“Dickinson” ganha documentário de despedida. Confira na íntegra
A Apple TV+ produziu um documentário de encerramento de “Dickinson”. A série que imagina a juventude da poeta Emily Dickinson chegou ao fim em dezembro após três temporadas bem-sucedidas, com 92% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. Intitulado “From Dickinson, With Love”, o documentário de 23 minutos traz depoimentos de algumas dos principais responsáveis pelo êxito da série, como a protagonista (e produtora) Hailee Steinfeld (“Gavião Arqueiro”) e a criadora/roteirista Alena Smith (“The Affair”). O vídeo também apresenta imagens inéditas de bastidores e aprofunda aspectos específicos da produção, como os figurinos, as músicas e as gravações em meio à pandemia de covid-19. “Dickinson” não foi uma biografia fiel, optando por retratar a poeta como uma garota moderna, que diz gírias atuais e tem a mente de uma jovem do século 21, embora se vista como uma mulher de dois séculos atrás. Neste anacronismo, a produção evoca “Maria Antonieta”, filtrando o passado por um olhar cômico para explorar as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. A produção é do cineasta David Gordon Green (“Halloween”) e o elenco também incluía Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Toby Huss (“Halt and Catch Fire”), Anna Baryshnikov (filha do bailarino Mikhail Baryshnikov e vista em “Manchester à Beira-Mar”), Ella Hunt (“Anna e o Apocalipse”), Adrian Enscoe (“À Beira do Abismo”) e o rapper Wiz Khalifa. Disponibilizado tanto na Apple TV+ quando no YouTube, o documentário pode ser visto em sua íntegra logo abaixo. Confira.
Amazon cancela “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado”
A Amazon Prime Video cancelou a série “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” após uma temporada. Embora a identidade do assassino tivesse sido revelada no episódio final, os produtores tinham planos de continuar a história, deixando situações a serem resolvidas numa 2ª temporada que não vai mais acontecer. O cancelamento representou mais um fracasso da Amazon no segmento dos suspenses juvenis, juntando-se a “Panic” e “Utopia”, que também foram cancelados após apenas uma temporada no ano passado. A plataforma encontra dificuldades com produções direcionadas a jovens adultos, nicho conquistado pela Netflix. Em meio aos fracassos recentes, a Amazon renovou somente “The Wilds” para a 2ª temporada. Lançada em 15 de outubro, “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” era uma adaptação do livro homônimo de 1973, escrito por Lois Duncan, que se tornou mais conhecido graças a um filme bastante popular de 1997, tão bem-sucedido que rendeu uma continuação, “Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” em 1998. A premissa foi mantida, envolvendo um grupo de adolescentes que passa a ser perseguido por um assassino, após causarem um acidente fatal na noite da sua formatura. Mas vários elementos diferentes foram inseridos para estender a trama, que foi atualizada para os dias atuais com um elenco mais diversificado. Com roteiro de Sara Goodman (de “Preacher” e “Gossip Girl”) e produção do cineasta James Wan (“Invocação do Mal”), a série reunia em seu elenco Madison Iseman (“Annabelle 3 – De Volta Para Casa”), Bill Heck (“Locke & Key”), Brianne Tju (“Light as a Feather”), Ezekiel Goodman (“Rat Bastard”), Ashley Moore (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Sebastian Amoruso (“Solve”), Fiona Rene (“Stumptown”), Cassie Beck (“Connecting…”) e Brooke Bloom (“The Sinner”). Veja o trailer da atração abaixo.
Killing Eve: Personagens discutem se merecem final feliz
A BBC America divulgou um novo teaser da temporada final de “Killing Eve”. A prévia mostra várias cenas trágicas da série, enquanto as protagonistas ponderam se merecem um final feliz após tudo o que fizeram. Lançada em 2018, a série criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) se tornou o maior sucesso e a produção mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. A trama acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), uma assassina profissional de um cartel internacional, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. Os últimos episódios vão estrear quase dois anos após o final da 3ª temporada, no dia 27 de fevereiro. O motivo de tanta demora foi, além da pandemia, a agenda lotada das duas estrelas principais. Neste meio tempo, Sandra Oh estrelou a série “The Chair” na Netflix, dublou a animação “Invencível” na Amazon e o longa “Red: Crescer É uma Fera” e ainda filmou o terror “Umma”, enquanto Jodie Comer fez o blockbuster “Free Guy: Assumindo o Controle”, o teledrama “Help” e o épico “O Último Duelo”, de Ridley Scott. “Killing Eve” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay. Out of the frying pan and into the fires. #KillingEve https://t.co/fxLJL9rIL6 — BBC America (@BBCAMERICA) December 28, 2021
Dory vira guru espiritual no trailer da última temporada de “Search Party”
A HBO Max divulgou o trailer da 5ª e última temporada de “Search Party”, que será lançada em 7 de janeiro com várias participações especiais. A prévia mostra a transformação da protagonista Dory numa guru espiritual, diante dos olhos incrédulos e cínicos de seus amigos. A série criada por Sarah-Violet Bliss, Charles Rogers e Michael Showalter gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda, mas essa obsessão os arrasta a situações perigosas, tornando-os suspeitos e até vítimas de crimes. O elenco é encabeçado por Alia Shawkat (“Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”), Meredith Hagner (série “Younger”) e Brandon Micheal Hall (“Deus Me Adicionou”). Os astros convidados para a temporada final são nada menos que Jeff Goldblum (“Thor: Ragnarok”), Kathy Griffin (“Suddenly Susan”) e John Waters (diretor de “Hairspray”).
Teaser confirma data da temporada final de “Killing Eve”
A BBC America divulgou o primeiro teaser da temporada final de “Killing Eve”. Sem participação das protagonistas, o teaser simbólico apresenta vários objetos vistos ao longo da trama, todos em chamas, servindo basicamente para confirmar a data da estreia: 27 de fevereiro. Os últimos episódios só começaram a ser gravados em outubro passado, 17 meses após o final da 3ª temporada, porque as estrelas da atração estavam ocupadas com outros projetos. Neste meio tempo, Sandra Oh estrelou a série “The Chair” na Netflix, dublou a animação “Invencível” na Amazon e o longa “Red: Crescer É uma Fera” e filmou o terror “Umma”, enquanto Jodie Comer fez o blockbuster “Free Guy: Assumindo o Controle”, o teledrama “Help” e o épico “O Último Duelo”, de Ridley Scott. Lançada em 2018, a série criada por Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) se tornou o maior sucesso e a produção mais premiada da BBC America após o fim de “Orphan Black”. A trama acompanha Eve Polastri (Sandra Oh), uma agente secreta britânica que persegue Villanelle (Jodie Comer), uma assassina profissional de um cartel internacional, e aos poucos passa a desenvolver uma estranha obsessão por ela. Até que, inesperadamente, começa a ser correspondida de forma doentia. Apesar do fim da produção oficial, a BBC America revelou considerar a possibilidade de desenvolver uma atração derivada. Porém, até o momento, nenhuma informação foi divulgada sobre a expansão da franquia. A atração é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Disney+ cancela “Diário de uma Futura Presidente”
A Disney+ cancelou a série “Diário de uma Futura Presidente” após 2 temporadas. A revelação foi feita pela criadora Ilana Peña (também roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”), que deu a notícia em seu Twitter na segunda-feira (13/12): “Nós descobrimos que ‘Diário de uma Futura Presidente’ não vai continuar com uma 3ª temporada na Disney+”, escreveu ela. “Claro que adoraríamos continuar contando essa história, mas estou muita grato pelas duas temporadas que conseguimos fazer.” c Lançada em janeiro de 2020, a série rendeu 20 episódios ao todo, mostrando Gina Rodriguez, a estrela de “Jane the Virgin”, como a Presidente dos EUA. Na trama, a vida de Elena Cañero-Reed, primeira presidente latina dos EUA, é apresentada por meio de flashbacks, recordando como era sua adolescência entre os altos e baixos do ensino médio. Graças a esse recurso, Gina Rodriguez assume o papel de narradora, deixando o protagonismo para a estreante Tess Romero, intérprete da Elena adolescente em sua fase de descobertas – do primeiro amor, da primeira grande amizade e até do primeiro namorado de sua mãe – , numa trama típica de comédia teen, com o diferencial de que a protagonista vai virar presidente dos EUA quando crescer. Criação de Ilana Peña , a série ainda destacava em seu elenco Selenis Levya (a Gloria de “Orange Is the New Black”) como mãe da protagonista, Michael Weaver (“The Real O’Neals”) como o candidato a padrasto e o estreante Charlie Bushnell como o irmão mais velho. Além de atuar, Rodriguez também produziu a série e dirigiu o episódio inaugural das duas temporadas lançadas pela plataforma. Veja abaixo o trailer da última temporada exibida.












