PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    TVs americanas cancelam 21 séries em 15 dias. Saiba quais

    14 de maio de 2022 /

    As cinco grandes redes de televisão dos EUA realizaram nos últimos 15 dias o que a produtora Julie Plec (“Legacies”) chamou de “casamento vermelho”, em referência a um episódio especialmente sangrento de “Game of Thrones”. Foram nada menos que 21 degolas, deixando a maioria das séries canceladas sem final. A rede que mais cancelou foi The CW, até então conhecida por sempre renovar sua programação, ano após ano. Motivos para esta mudança não faltaram. Criada como joint venture pela CBS e Warner (o C e o W do nome), a rede funcionava como vitrine para séries das duas empresas. O canal pagava as produções e os estúdios negociavam a reprodução do conteúdo com empresas de streaming e no mercado internacional, recebendo milhões com pouco investimento. Graças a isso, pouco importava se as séries tinham baixa audiência. Mas tudo mudou quando as sócias-proprietárias decidiram lançar seus próprios serviços de streaming, Paramount+ e HBO Max, e cancelaram a venda de conteúdo para rivais. Com o fim da receita da Netflix e do mercado internacional (via exclusividade das séries nas duas plataformas), a CW se tornou deficitária. O cancelamento de metade da programação também prepara a venda da emissora, atualmente negociada com a Nexstar, a maior rede de TV independente dos EUA, que retransmite a programação da CW. Vale observar ainda que a Fox não definiu o destino da maioria de suas séries, o que só deve acontecer na segunda-feira (16/5), quando apresentará seus programas de outono (nossa primavera) no primeiro dia dos upfronts – eventos do setor televisivo em que cada rede revela sua nova programação anual. Como a maioria das séries da TV aberta americana geralmente chegam ao Brasil por streaming, as decisões também afetam o mercado brasileiro. Sete das atrações canceladas faziam parte do catálogo da HBO Max, a plataforma mais afetada pelos cortes. Confira abaixo quais foram as séries canceladas até o momento e em quais plataformas elas eram exibidas no Brasil. Fox “Our Kind of People” (Star+ no Brasil) “Pivoting” (HBO Max no Brasil) ABC “Promised Land” (inédita no Brasil) “Queens” (inédita no Brasil) CBS “B Positive” (HBO Max no Brasil) “Good Sam” (inédita no Brasil) “Magnum P.I.” (Globoplay no Brasil) “United States of Al” (inédita no Brasil) NBC “How We Roll” (inédita no Brasil) “Kenan” (inédita no Brasil) “Mr. Mayor” (inédita no Brasil) “The Endgame” (inédita no Brasil) The CW “4400” (inédita no Brasil) “Batwoman” (HBO Max no Brasil) “Charmed” (Globoplay no Brasil) “DC’s Legends of Tomorrow” (HBO Max no Brasil) “Dinastia” (Netflix no Brasil) “Legacies” (HBO Max no Brasil) “Naomi” (HBO Max no Brasil) “No Escuro” (Globoplay no Brasil) “Roswell, New Mexico” (HBO Max no Brasil)

    Leia mais
  • Série

    “Pivoting” e “Our Kind of People” são canceladas na 1ª temporada

    14 de maio de 2022 /

    A rede americana Fox cancelou as séries “Our Kind of People” e “Pivoting” após apenas uma temporada. O melodrama “Our Kind of People” trazia Yaya DaCosta (“Chicago Med”) como uma mãe solteira, que arriscava tudo ao mudar sua família para um vinhedo em busco de seu sonho de empreendedora: levar sua linha natural de produtos de cabelo para a elite afro-americana de Oak Bluffs. Mas ela também chega carregando um segredo, o verdadeiro motivo de sua escolha por aquele lugar, ao qual diz pertencer. Produzida por Lee Daniels (criador de “Empire”), a série era a primeira criação da dupla de produtoras-roteiristas Wendy Calhoun (“Nashville”) e Karin Gist (“Revenge”), e aproveitava sua locação para mostrar o estilo de vida de opulência dos bilionários negros, que não costumam ser tema de atrações televisivas. A comédia “Pivoting”, por sua vez, juntava Ginnifer Goodwin (“Once Upon a Time”), Maggie Q (“Nikita”) e Eliza Coupe (“Happy Endings”) numa trama que era praticamente uma sátira à premissa de “Um Milhão de Coisas” (A Million Little Things). Desenvolvida por Liz Astrof (“Duas Garotas em Apuros”/2 Broke Girls), a atração também se passava em uma cidade pequena, desta vez entre a classe média de Long Island, e seguia três melhores amigas que lidavam com a morte da quarta integrante de seu grupo. Diante da realidade de que a vida era curta, elas resolvem mudar tudo em seus cotidianos e fazem diversas decisões impulsivas e imprudentes, provando que nunca é tarde demais para estragar a vida em busca da felicidade. As duas produções eram exibidas em streaming no Brasil. “Our Kind of People” fazia parte do catálogo da Star+, enquanto “Pivoting” era disponibilizada pela HBO Max. Veja abaixo seus trailers.

    Leia mais
  • Série

    “Kenan” e “Mr. Mayor” são canceladas após duas temporadas

    13 de maio de 2022 /

    A rede americana NBC cancelou as séries de comédia “Kenan” e “Mr. Mayor”, estreladas respectivamente por Kenan Thompson (“Saturday Night Live”) e Ted Danson (“The Good Place”), após duas temporadas. Em “Kenan”, Thompson vivia um pai viúvo, que fazia malabarismos para manter seu trabalho como apresentador de um programa matinal de Atlanta e criar suas duas filhas (as irmãs Dani e Dannah Lane). A série era uma criação de David Caspe (criador também de “Black Mondays”) e Jackie Clarke (roteirista de “Superstore”), e contava com produção de Lorne Michaels (o mentor de “Saturday Night Live”). Desenvolvida por Tina Fey e Robert Carlock (criadores de “30 Rock”), “Mr. Mayor” trazia Ted Danson como um homem de negócios rico que deseja se tornar prefeito de Los Angeles, mas pelos motivos errados. Quando finalmente consegue o cargo, ele precisa ganhar o respeito da sua vice-prefeita (Holly Hunter), entender quais são seus objetivos e ainda se aproximar da sua filha adolescente rebelde (Kyla Kenedy). Nenhuma das duas séries foi lançada no Brasil. Conheça suas premissas nos trailers abaixo.

    Leia mais
  • Série

    The Endgame: Série de Morena Baccarin é cancelada na 1ª temporada

    13 de maio de 2022 /

    A rede americana NBC cancelou a série “The Endgame”, estrelada por Morena Baccarin (“Gotham”), após a 1ª temporada. O 10º e último episódio produzido foi ao ar há dez dias, no dia 2 de maio nos EUA. Na trama, a atriz carioca vivia Elena Federova, uma traficante de armas recentemente capturada, que orquestra uma série de assaltos a bancos de seu cativeiro. Mas os planos ambiciosos da vilã são interceptados por uma gente do FBI que tenta fazer tudo para impedi-la de atingir seu verdadeiro objetivo. A atriz Ryan Michelle Bathe (“O Clube das Divorciadas”) vivia a antagonista. A série foi criada pelos roteiristas Nicholas Wootton (“Scorpion”) e Jake Coburn (“Arrow”) e tinha produção de Julie Plec (criadora do universo “The Vampire Diaries”) por meio de sua empresa My So-Called Company. O elenco também incluía Kamal Angelo Bolden (“Amizade de Férias”), Costa Ronin (“The Americans”), Noah Bean (“12 Monkeys”), Jordan Johnson-Hinds (“Nurses”) e Mark D. Espinoza (“Major Crimes”). O drama foi a primeira produção de Plec para a Universal TV, onde também desenvolve “Vampire Academy”, série baseada na coleção literária “Academia de Vampiros”. Ela trocou seu antigo acordo com a Warner Bros. Television por um novo contrato com a Universal em janeiro de 2020. Nesta quinta (12/5), além da série da NBC, a produtora também perdeu “Legacies” e “Roswell, New Mexico”, canceladas na rede The CW. Veja abaixo o trailer oficial de “The Endgame”, que ficou inédita no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    “Legacies” é cancelada após 4 temporadas

    12 de maio de 2022 /

    A rede americana The CW cancelou “Legacies”, spin-off das séries “The Originals” e “The Vampire Diaries”, em meio a sua 4ª temporada. O último episódio vai ao ar em 16 de junho. Com o cancelamento, chega ao fim o universo televisivo baseado nos livros de L.J. Smith, introduzido pela produtora Julie Plec em 2009 com a estreia de “The Vampire Diaries”. A nova atração girava em torno de filhas de personagens daquela atração. A trama se passava na Escola Salvatore para adolescentes sobrenaturais, fundada para ensinar seus alunos a lidar com poderes e maldições, e evitar que se tornassem monstros. A escola foi estabelecida na antiga residência Salvatore, lar dos irmãos vampiros de “The Vampire Diaries”, era administrada pelo ex-caçador de vampiros Alaric Saltzman (Matthew Davis) e financiada com a herança do falecido vampiro original Klaus Mikaelson (Joseph Morgan), com o objetivo de assegurar um futuro para sua filha Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell, introduzida em “The Originals”), a jovem mais poderosa do mundo. Além de Hope, herdeira de bruxas, vampiros e lobisomens, a série também destacava as filhas gêmeas de Alaric, as bruxas Josie (Kaylee Bryant, de “Santa Clarita Diet”) e Lizzie Saltzman (Jenny Boyd, de “A Jornada dos Vikings”), e diversos jovens sobrenaturais interpretados por Aria Shahghasemi (“No Alternative”), Quincy Fouse (“The Goldbergs”), Chris Lee (“The Chi”), Ben Levin (“Caindo na Real”), Omono Okojie (“Trees of Peace”), Leo Howard (“Porque as Mulheres Matam”), Courtney Bandeko (“Dead of Night”) e Peyton Alex Smith (“Detroit em Rebelião”), entre outros. No ano passado, a série sofreu uma baixa importante, com a saída de Kaylee Bryant do elenco. Com os cancelamentos desta quinta (12/5) – incluindo “Roswell, New Mexico” e “The Endgame” – , Julie Plec ficou sem nenhuma produção no ar na TV americana. Mas ela já está desenvolvendo outra série de vampiros, “Vampire Academy”, para a plataforma de streaming Peacock. Exibida com o nome original no canal pago Warner, “Legacies” também chega como “Legados” na plataforma HBO Max, com episódios disponibilizados simultaneamente à transmissão nos EUA. Veja abaixo os trailers legendados da premissa da atração.

    Leia mais
  • Série

    Naomi: Nova série de super-heróis é cancelada

    12 de maio de 2022 /

    A rede The CW cancelou “Naomi”, série baseada nos quadrinhos homônimos da DC Comics, após uma temporada. Produzida e com piloto dirigido pela cineasta Ava Duvernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”), a atração foi desenvolvida pela roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) e destacava a jovem atriz Kaci Walfall (“Army Wives”), de 16 anos, no papel título. Na trama, Naomi é uma jovem apaixonada pelos quadrinhos de Superman, que leva um choque ao descobrir que também tem superpoderes. Não só isso: ela é de outro planeta como seu herói favorito, e há outros alienígenas em sua cidadezinha. O resto do elenco incluía Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”), Mary-Charles Jones (“Kevin pode Esperar”), Will Meyers (“The Walking Dead: World Beyond”), Barry Watson (“Hart of Dixie”), Mouzam Makkar (“The Exorcist”) e os estreante Daniel Puig e Camila Moreno, entre outros. O fim de “Naomi” foi o terceiro corte recente da rede The CW em suas produções de super-heróis da DC, menos de duas semanas após os cancelamentos de “Batwoman” e “Legends of Tomorrow”. Lançada em janeiro, a série terminou na terça-feira (10/5) com a transmissão de seu 13º e último episódio. “Naomi” era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max, com lançamento semanal de novos capítulos, próximo à exibição nos EUA. Veja o trailer nacional abaixo.

    Leia mais
  • Série

    “4400” é cancelada após uma temporada

    12 de maio de 2022 /

    A rede The CW cancelou “4400”, reboot da cultuada série de ficção científica “The 4400”, após apenas uma temporada. A série original foi ao ar entre 2004 e 2007 em dois canais diferentes nos Estados Unidos, durando quatro temporadas bastante criativas e com um final que, embora abrisse condições para uma nova temporada, serviu como boa conclusão para a história. Já a nova versão terminou num cliffhanger, deixando seu público sem resolução. O numeral do título se refere ao número de pessoas que surge misteriosamente de uma hora para outra, ao mesmo tempo e no mesmo local, após passarem anos – em alguns casos, até décadas – desaparecidas, acreditando que o tempo não passou. Os episódios explicavam aos poucos quem é cada um, revelando pessoas de quem o mundo não sentiria falta – quase todos negros, num diferencial com a série original, que destacava apenas dois atores pretos, Megalyn Echikunwoke (“Vixen”) e o hoje famoso Mahershala Ali (“Green Book”), duas vezes vencedor do Oscar. Todos foram sequestrados de suas linhas temporais para cumprir uma missão importante no começo dos anos 2020. O motivo de trazê-los a esta época e lhes dar superpoderes é abordado apenas superficialmente no final da temporada, sugerindo que as respostas viriam nos capítulos que nunca serão produzidos. O reboot era assinado pela dupla Taylor Elmore e Craig Sweeny, que trabalhou junta como produtores e roteiristas de “Limitless”. Além disso, Sweeny também foi roteirista e supervisor da série original – por sua vez criada por René Echevarria e Scott Peters. “4400” ainda é inédita no Brasil. Veja abaixo dois trailers da temporada, com várias cenas de diferentes episódios.

    Leia mais
  • Série

    “No Escuro” é cancelada com 4ª temporada inédita

    12 de maio de 2022 /

    A rede The CW cancelou “No Escuro” (In the Dark) após quatro temporadas. Assim como aconteceu com “Roswell, New Mexico”, a série completou as gravações de sua 4ª e agora última temporada, que será lançada em 6 de junho nos EUA. “No Escuro” acompanhava uma jovem cega irreverente, que se envolvia numa trama de investigação criminal, ao se tornar a única testemunha de assassinato de seu amigo e traficante favorito. Quando a polícia rejeita seu testemunho “ocular”, ela resolve investigar por conta própria, com o auxílio de seu cachorro Pretzel, enquanto toca sua agitada vida amorosa e o trabalho que ela odeia na Breaking Blind – uma escola de cães-guia de propriedade de seus pais superprotetores. A trama foi criada por Corinne Kingsbury (roteirista série “The Newsroom”), o elenco destacava Perry Mattfeld (“Shameless”) no papel de protagonista e a produção contava com dois cineastas, Michael Showalter (“Doentes de Amor”) e Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”). No Brasil, a séria faz parte do catálogo da Globoplay, que até o momento disponibilizou todas as três temporadas disponíveis. Veja abaixo o comercial brasileiro da estreia da atração.

    Leia mais
  • Série

    “Roswell, New Mexico” é cancelada na véspera da 4ª temporada

    12 de maio de 2022 /

    A rede americana The CW se adiantou e cancelou “Roswell, New Mexico” na véspera da estreia de sua 4ª temporada, marcada para ir ao ar em 6 de junho nos EUA. A série concluiu as gravações de seus últimos episódios, que tiveram exibição confirmada durante o verão americano (nosso inverno). Com isso, o reboot vai durar uma temporada a mais que a “Roswell” original, lançada em 1999 e tirada do ar em 2002 sem concluir sua trama. Para quem não lembra, a série clássica foi desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”) e era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos numa high school de Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), que atualiza o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (também chamados de aliens em inglês). Para isso, a atração reimaginou a trama sci-fi original com uma protagonista latina – coincidentemente, como o reboot de “Charmed”, também cancelado pela emissora nesta quinta (12/5). Os personagens também são mais velhos no reboot, como atesta a escalação de Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) no papel da jovem que se apaixona por um alienígena, por sua vez vivido por Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”). Além deles, o elenco incluía Lily Cowles (“BrainDead”) e Michael Vlamis (visto em “New Girl”),como os outros dois alienígenas, e Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”), Heather Hemmens (série “Hellcats”) e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) como seus colegas. Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies” era coprodutora da atração, ao lado de MacKenzie. No Brasil, “Roswell, New Mexico” faz parte do catálogo da HBO Max, que já lançou as três temporadas disponíveis. Veja abaixo o trailer de apresentação da série.

    Leia mais
  • Série

    “Charmed” é cancelada na 4ª temporada

    12 de maio de 2022 /

    A rede americana The CW cancelou “Charmed”, que no Brasil é chamado de “Charmed: Nova Geração”. O reboot da série das irmãs bruxas durou quatro temporadas, metade da duração da atração original, exibida de 1998 a 2006. A série já tinha trocado showrunner e perdido uma de suas protagonistas, Madeleine Mantock (a Macy da série), intérprete da irmã mais velha, que saiu no final da 3ª temporada, replicando exatamente o que aconteceu com Shannen Doherty duas décadas atrás – Pru, a irmã mais velha da primeira “Charmed”, também saiu no terceiro ano, duas décadas atrás. Lucy Barrett (Michaela) substituiu Mantock na última temporada – como Rose McGowan fez com Doherty em 2001. Mas a série começou, na verdade, com as duas outras irmãs, Melonie Diaz (Mel) e Sarah Jeffery (Maggie), que após a morte trágica de sua mãe descobriram ter uma terceira irmã mais velha. A surpresa não ficou nisso. Ao se juntarem, elas experimentam “o poder das três”, que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro explica a situação para as jovens. Elas são bruxas e devem se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: “desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”, segundo a sinopse. Concebido como um reboot feminista e latino, “Charmed” era uma produção de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e foi desenvolvida por Jessica O’Toole e Amy Rardin, também roteiristas de “Jane the Virgin”. Com os cancelamentos de “Charmed” na CW e “Good Sam” na CBS, Urman ficou sem nenhuma série no ar nos EUA. A trama das bruxas ainda não exibiu seu último capítulo nos EUA. O final está marcado para 10 de junho. No Brasil, a série faz parte do catálogo da plataforma Globoplay, que por enquanto lançou apenas as três primeiras temporadas. Veja abaixo os trailers nacionais de cada temporada disponível.

    Leia mais
  • Série

    Good Sam: Série médica de Sophia Bush é cancelada

    12 de maio de 2022 /

    A rede americana CBS cancelou “Good Sam”, série médica lançada em janeiro, que exibiu o último episódio de sua única temporada em 4 de maio. Criada pela roteirista Katie Wech (“Rizzoli & Isles”), a série acompanhava a Sam do título, uma cirurgiã cardíaca talentosa, mas reprimida, que assume um papel de liderança entre os residentes após seu renomado e pomposo chefe entrar em coma. Quando ele melhora e tenta retomar a chefia, ela tem que lidar com um fanfarrão arrogante que nunca reconheceu seu talento, e que por acaso também é seu pai. O elenco destacava Sophia Bush (“Lances da Vida”/One Three Hill) como Sam e Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”) como seu pai, além de Edwin Hodge (“Chicago Fire”), Michael Stahl-David (“Narcos”), Skye P. Marshall (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Omar Maskati (“Inacreditável”/Unbelievable) e o brasileiro Davi Santos (“Tell Me a Story”). Os quatro últimos vivem jovens médicos residentes. A produção era de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin” e da nova versão de “Charmed”. Depois das notícias desta quinta (12/5), ela ficou sem nenhuma série no ar. “Good Sam” era inédita no Brasil. Veja o trailer original abaixo.

    Leia mais
  • Série

    “B Positive”, “The United States of Al” e “How We Roll” são canceladas

    12 de maio de 2022 /

    A rede americana CBS cancelou três séries de comédias de sua programação atual. As séries “B Positive” e “The United States of Al” eram produções de Chuck Lorre que duraram duas temporadas, enquanto “How We Roll” exibiu até aqui apenas metade de sua temporada inaugural. Ela era uma criação de Mark Gross, que por coincidência trabalhou para Lorre como produtor-roteirista de “Mike & Molly”. “B Positive” foi a primeira estreia da CBS na temporada passada. Criada pelo co-produtor de “Mom”, Marco Pennette, inspirando-se em experiências pessoais, a série girava em torno de um pai e terapeuta recém-divorciado (Thomas Middleditch, de “Silicon Valley”), que ao precisar de um doador de rim encontra como candidata improvável (Annaleigh Ashford, de “Masters of Sex”) uma mulher rude de seu passado. Juntos, eles formam um vínculo inesperado e começam uma jornada que muda as suas vidas. “United States of Al” chegou a criar polêmica pela forma como registra seu protagonista, um jovem muçulmano. A premissa da série era o conflito cultural criado pelo reencontro entre Riley, um ex-marine que lutou no Afeganistão, com Awalmir, o intérprete que salvou sua vida e que, por isso, é convidado a vir morar com ele nos EUA. Awalmir, que todos chamam de Al, era o centro das piadas do programa pelo conflito entre sua adoração dos EUA e sua educação tradicional islâmica. Criada por David Goetsch e Maria Ferrari, ex-produtores-roteiristas de “The Big Bang Theory”, a atração destacava Adhir Kalyan (“As Regras do Amor”) como Al, Parker Young (“Enlisted”) como Riley, e também contava com Dean Norris (“Breaking Bad”), Kelli Goss (“O Rancho”), Elizabeth Alderfer (“A.P. Bio”) e a menina Farrah Mackenzie (“Utopia”). Com o fim destas séries, Lorre, que já foi o rei das comédias da CBS com os sucessos de “Two and a Half Men”, “The Big Bang Theory”, “Mike & Molly” e “Mom”, ficou com apenas duas atrações no ar: “Young Sheldon” e “Bob Hearts Abishola”. Para completar, a novata “How We Roll” era estrelada por Pete Holmes (“Crashing”) no papel de um jogador de boliche profissional. A série ainda está em exibição, com o último de seus 11 episódios produzidos previsto para o dia 2 de junho. Apenas as duas séries de Lorre chegaram ao Brasil, disponibilizadas pela HBO Max. Veja os trailers das três atrações abaixo.

    Leia mais
  • Série

    “Magnum” é cancelada após 4 temporadas

    12 de maio de 2022 /

    A rede americana CBS cancelou a nova versão da série “Magnum” no final da 4ª temporada, encerrada na 6ª feira passada (6/5). Com isso, o reboot durou metade da série original, exibida entre 1980 e 1988. A decisão foi um choque para os produtores, porque a atração estrelada por Jay Hernandez e ambientada no Havaí tinha uma média de cerca de 7,4 milhões de espectadores e liderava seu horário de exibição nas noites de sexta-feira nos EUA. A série era a última produção do CBS Studios criada por Peter M. Lenkov, após o produtor ser demitido em 2020 por denúncias de mau comportamento no ambiente de trabalho. Ele também era responsável pelos reboots de “Hawai Five-0” e “MacGyver”, já canceladas. Jay Hernandez (El Diablo no filme do “Esquadrão Suicida”) vivia a nova versão do detetive particular eternizado por Tom Selleck, que desta vez aparecia acompanhado por uma parceira feminina: a atriz galesa Perdita Weeks (“Penny Dreadful”), numa reinvenção do papel de Higgins. “Magnum” é disponibilizada em streaming no Brasil pela Globoplay, que ainda não lançou a 4ª e última temporada. Além de “Magnum”, a CBS também encerrou a produção das comédias “B Positive” e “United States of Al”, ambas produzidas por Chuck Lorre (criador de “The Big Bang Theory”), que se encerraram após duas temporadas, e mais duas séries estreantes: o drama médico “Good Sam” e outra comédia, “How We Roll”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie