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    Conheça três novos personagens de Toy Story 4

    20 de março de 2019 /

    A Disney divulgou imagens dos novos personagens revelados no mais recente trailer de “Toy Story 4”. Como pode ser vislumbrado acima, são duas bonecas e um boneco bigodudo. O personagem masculino é Duke Caboom, um motociclista que tem a voz de Keanu Reeves. “Ele é o maior dublê do Canadá!”, o ator contou à revista People. “Duke se torna uma parte importante da missão [de Woody]. Eles usam suas habilidades como um motociclista ousado, mas para isso ele precisa confrontar seu medo do fracasso”. É que Caboom, originalmente produzido nos anos 1970, foi descartado por seu dono por não conseguir realizar tudo o que seu comercial prometia. “Ele sabe que decepcionou a criança que o comprou. Ele tem momentos de muita introspecção”, disse Reeves em outra entrevista, desta vez para a revista Entertainment Weekly. A segunda personagem apresentada é a Policial Giggle McDimples, uma boneca dos anos 1980 que tem apenas 2,5 cm de altura. “Ela é icônica, pois é o menor brinquedo já apresentado em ‘Toy Story'”, comentou a atriz Ally Maki (“Wrecked”), que dá voz à personagem, para a EW. McDimples é uma das melhores amigas de Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), que Woody (Tom Hanks) reencontra após anos de separação. A introdução da personagem ajuda a mostrar que Betty construiu uma vida independente dos brinquedos protagonistas da franquia. “Ela é como o ‘outro lado’ de Betty, e é claro que ela tem o seu lado policial. Ela é uma mulher com uma missão. Ela sempre tem algo a dizer, alguma piada a fazer, é muito adorável”, completou Maki. Para completar a lista, a terceira personagem é a vilã da história, Gabby Gabby, uma boneca dos anos 1950 que tem a voz de Christina Hendricks (“Good Girls”) e comanda um exército de antigos bonecos de ventríloquos – cujo visual é inspirado no terror “Na Solidão da Noite” (1945). Gabby Gabby vive em uma loja de antiguidades e nunca teve uma criança para brincar. “Minha personagem é uma boneca que foi fabricada com defeito”, explicou Hendricks à People. “Por causa desse defeito, ela nunca conheceu o amor de uma criança ou foi capaz de cumprir seu destino de retribuir esse amor. Ela passou toda a sua vida em uma loja de antiguidades”. O diretor Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”) comentou por que Gabby é uma boa antagonista para o herói Woody. “A primeira cena em que Gabby aparece é uma das minhas preferidas do filme, é como ‘Annabelle’ misturado com ‘O Poderoso Chefão'”, brincou o cineasta. “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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    Novo trailer explica a trama de Toy Story 4

    19 de março de 2019 /

    A Disney divulgou mais um pôster e um novo trailer de “Toy Story 4”, que finalmente explica a história da continuação. Ainda sem legendas ou dublagem em português, a prévia introduz Forky (Tony Hale, da série “Veep”), um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu resgate, Woody (Tom Hanks) acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Dividido entre Betty e seu dever como brinquedo da menina Bonnie, é a vez de Woody ter sua crise existencial, quando Buzz Lightyear (Tim Allen) lidera os demais brinquedos para encontrá-lo. Além de Forky, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Série

    She-Ra enfrenta Felina no pôster da 2ª temporada

    18 de março de 2019 /

    A DreamWorks Animation divulgou o pôster da 2ª temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder”, reboot da série clássica dos anos 1980. A arte traz o confronto da heroína do título com sua antiga amiga da Horda, Felina. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por incluir personagens LGBTs, mas as maiores reclamações foram contra o visual da heroína, bastante modificado em relação à versão anterior. Considerado pouco “feminino” pelos fãs do desenho original, o desenho ganhou aparência de anime e retratou uma She-Ra menos sexualizada, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta, refletindo sua idade como adolescente. Exibida na Netflix, a 2ª temporada da série estreia no dia 26 de abril.

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  • Filme

    Continuação de Bumblebee será mais parecida com os Transformers de Michael Bay

    18 de março de 2019 /

    Más notícias para os críticos. E para quem gostou de “Bumblebee”. O produtor Lorenzo di Bonaventura quer que a continuação seja mais parecida com o restante da franquia “Transformers”. Em entrevista ao site Collider, Bonaventura usou o termo “Bayhem”, que mistura o nome de Michael Bay com a palavra “mayhem” (desordem, caos), para exaltar o estilo bombástico do diretor em referência ao tom da sequência. “Os fãs tinham pedido várias vezes para conhecer a origem de alguns dos Transformers, então fizemos isso. ‘Bumblebee’ foi uma resposta aos pedidos do público. O interessante quando você faz algo assim em uma franquia é que você não sabe como vai ser a recepção dos fãs”, comentou. “Neste caso, algumas pessoas não gostaram de ‘Bumblebee’ porque ele não tinha ação o bastante. Ele é uma história mais íntima”, explicou ainda. “Algumas pessoas que antes nos diziam ‘eu estou cansado de Michael Bay’, agora dizem ‘eu quero um pouco mais de Michael Bay'”. “Em ‘Bumblebee 2’, vamos tentar fazer uma fusão entre os dois mundos, trazer a história íntima do primeiro filme, mas misturar com um pouco de ‘Bayhem'”, completou Bonaventura. Apesar da afirmação do produtor, “Bumblebee” foi exaltado por ser completamente diferente dos “Transformers” originais. Tanto que é o único filme da franquia iniciada em 2007 que agradou a crítica. Também é o único que não foi dirigido por Michael Bay. O comando esteve a cargo de Travis Knight (“Kubo e as Cordas Mágicas”), que situou a história anos anos 1980 e concentrou a trama na ligação entre o Transformer amarelo e uma adolescente, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”). O problema é que o filme também foi o que menos arrecadou em toda a franquia, rendendo US$ 459 milhões mundialmente. Mas há quem acredite que isso seja culpa justamente de Michael Bay, que conseguiu a façanha de eliminar qualquer expectativa em torno dos Transformers, ao entregar cinco filmes em escala descendente, que pioram em relação a cada um que os antecedeu, até atingir ridículos 15% de aprovação no Rotten Tomatoes com “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). “Bumblebee” teve 93% de aprovação da crítica. A cotação do público também foi a maior desde o primeiro “Transformers”, subindo 44% do última “Bayhem” para 77%. Ou seja, os números contestam todas as afirmações do produtor. Mas isso é Hollywood, onde a lógica nunca vence o absurdo.

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  • Filme

    Novo trailer da animação UglyDolls resume a moral da história

    6 de fevereiro de 2019 /

    A STX disponibilizou o segundo trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. Mas a moral da história é diferente, como demonstra a nova prévia, focada na valorização das diferenças e na luta contra o bullying. Na trama, um grupo de bonecos descartados por serem defeituosos resolve entrar no mundo das crianças perfeitas e enfrentar a rejeição de frente, mostrando que suas diferenças é que lhes dão personalidade e os tornam atraentes. O filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo, Bebe Rexha, Charli XCX e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa virou animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia em 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.

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  • Filme

    Novo teaser de Toy Story 4 ganha versão dublada em português

    4 de fevereiro de 2019 /

    A Disney divulgou a versão dublada em português do novo teaser de “Toy Story 4”. Exibido na TV americana durante o intervalo televisivo do Super Bowl, o vídeo revela a volta da boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), namorada de Woody (Tom Hanks) que não apareceu no filme anterior – e já virou alvo de campanha da PETA, ONG que protesta contra o uso do cajado da personagem. Além do casal, a prévia destaca a rivalidade entre Buzz Lyghtyer (Tim Allen) e dois novos personagens, Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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    Toy Story 4 ganha comercial com a volta de Betty e novos brinquedos

    4 de fevereiro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “Toy Story 4”. Exibido na TV americana durante o intervalo televisivo do Super Bowl, o vídeo volta a mostrar a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), namorada de Woody (Tom Hanks) que não apareceu no filme anterior – e já virou alvo de campanha da PETA, ONG que protesta contra o uso do cajado da personagem. Além do casal, a prévia destaca a rivalidade entre Buzz Lyghtyer (Tim Allen) e dois novos personagens, Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Etc

    PETA protesta contra inclusão de boneca com cajado em Toy Story 4

    2 de fevereiro de 2019 /

    A PETA, organização não governamental que luta pela defesa dos animais, decidiu protestar contra a inclusão da personagem Betty (Bo Beep, no original) com um cajado em forma de gancho em “Toy Story 4”. O argumento é que o cajado é símbolo da crueldade contra as ovelhas, usado historicamente para prender os animais pelas pernas e pescoço. A personagem é uma boneca pastora – e namorada de Woody – , que não apareceu em “Toy Story 3”. Ela é dublada por Annie Potts (de “Os Caça-Fantasmas”), Betty vai voltar para a franquia após ter passado por uma evolução de sua personalidade e visual, virando uma mulher mais decidida e que enfrenta novos desafios. A ONG pede para a Disney completar sua evolução com o abandono do cajado. “Uma Betty durona provavelmente iria perseguir o tosquiador, e não as ovelhas”, manifestou-se a PETA em comunicado. “[Um] símbolo de dominação sobre qualquer animal é uma coisa do passado e não algo que pertença a ‘Toy Story 4’. Por favor, vocês não podem considerar remover o gancho da Betty da animação final?”. A Disney ainda não comentou o caso. “Toy Story 4” chega aos cinemas em 20 de junho.

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  • Filme

    Teaser e pôster de Toy Story 4 destacam a volta da boneca Betty

    28 de janeiro de 2019 /

    Sumida de “Toy Story 3”, a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original) está de volta em “Toy Story 4”, próximo filme da franquia de animação da Pixar. A namorada de Woody, dublada originalmente por Annie Potts (de “Os Caça-Fantasmas”), fez seu retorno triunfal em um teaser e ganhou seu próprio pôster individual da animação. E ela está bem diferente. Veja abaixo. Segundo o diretor de Toy Story 4, Josh Cooley, o reencontro entre Woody e Betty mostrará como os dois agora têm visões diferentes sobre o que significa ser um brinquedo depois de todos esses anos separados. “Betty assumiu o controle de seu próprio destino. Enquanto Woody observava Andy crescer, Betty juntava poeira. Até que ela se encarregou de sair para o mundo. E quando Woody aparece, eles não podem acreditar que se encontraram novamente”, disse Cooley à revista EW. “Toy Story 4” estreia dia 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. Bo's Back. #ToyStory4 pic.twitter.com/GgkISnYTcv — Toy Story 4 (@toystory) January 28, 2019

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  • Série

    She-Ra vai continuar a luta das Princesas do Poder em sua 2ª temporada

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder” para sua 2ª temporada. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”) para a DreamWorks Animation, chamou atenção por incluir personagens LGBTs, mas gerou bem menos protestos que a série brasileira “Super Drags”, cancelada na 1ª temporada. As maiores reclamações foram apenas marginalmente ligadas a inclinação sexual das personagens, já que o visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980, foi considerado pouco “feminino” pelos fãs do desenho original. Além de uma aparência de anime, o que chamou atenção foi a dessexualização de She-Ra, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta, refletindo sua idade como adolescente. Para quem é muito jovem para lembrar, o desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man, mas um monte de princesas aliadas de She-Ra, sendo descrita como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”. A variedade das Princesas guerreiras embute uma proposta de diversidade e inclusão, por meio de sua representação com cores, alturas, larguras e sexualidades diferentes. A produção traz em seu elenco de dubladores originais diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A atração estreou na Netflix em 13 de novembro e sua 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. A Rebelião vai continuar. She-Ra e as Princesas do Poder está renovada para a segunda temporada! pic.twitter.com/FYVJGeEUIl — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 24, 2019

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  • Filme

    Bumblebee é o E.T. da franquia Transformers

    19 de janeiro de 2019 /

    Você viu esse filme várias vezes, e em embalagens diferentes, mas a fórmula de “E.T.” com visual de “Transformers” não tinha muito como dar errado. Foi preciso contar uma história (vejam só que coisa básica), ter um pouco de noção (e não só explosões) e um diretor promissor (Travis Knight) querendo mostrar serviço para fazer de “Bumblebee” o melhor filme da franquia. De longe. Em resumo, é um filme que dá para assistir. E bem divertido, diga-se de passagem. O filme solo que a gente não sabia que precisava do Transformer mais querido do planeta, trocou os clichês grandiosos de Michael Bay pela sensibilidade de Travis Knight, um novato que encantou com a animação “Kubo e as Cordas Mágicas” e assumiu a franquia mais execrada de Hollywood com a esperança de realizar um milagre. E conseguiu. Nunca antes a crítica gostou tanto de um Transformer. Antes de tudo, e ao contrário de Michael Bay, Knight proibiu câmeras tremidas, deixando toda a ação visível ao olho humano. Livrando o público da dor de cabeça, tratou de tirar-lhe também o peso das costas, entregando um filme mais leve, inclusive no senso de humor. Além disso, corrigiu os rumos da franquia ao retomar os melhores momentos do primeiro “Transformers”, o único até aqui que parece ter sido produzido por Steven Spielberg. Knight voltou ao filme de 2007 para contar a história do menino e seu carro-robô. No caso, da menina e seu fusca-autobot. Além disso, o diretor aproveitou o fato de “Bumblebee” ser um prólogo passado nos 1980 para incorporar o espírito da época – em que Spielberg fez “E.T” e reinou absoluto como rei dos blockbusters. Tanto em cena, ao reproduzir o tipo de aventura juvenil daquela era, quando na trilha, cheia de músicas que marcaram a década – The Smiths, A-ha, Simple Minds, Duran Duran, Rick Astley, Tears for Fears, entre outros. Tirando os efeitos visuais, absolutamente modernos, “Bumblebee” parece pertencer à época que retrata. Tem cara de cinemão da década de 1980. Mas não pense que o filme é antiquado. A começar por trazer uma protagonista feminina, que não precisa de homem nenhum para alcançar seus objetivos – como Ripley, na franquia “Alien”. Não está ali só para beijar um cara na cena final nem para gritar de medo diante do menor perigo. Hailee Steinfeld já tinha provado seu talento precoce em “Bravura Indômita”, filmão de 2010 dos Irmãos Coen, que lhe rendeu até indicação ao Oscar. São nove anos de lá até aqui e, como já tinha mostrado em “Quase 18”, ela virou estrela. Seu talento ajuda a transmitir a emoção necessária para a transição dramática da história. Pois se “Bumblebee” é divertido, também traz aquele momento de dar nó na garganta. É “E.T.” telefonando dos anos 1980 para o cinema atual. “Bumblebee” ainda evita erros de outros prólogos, como “Han Solo”, que tentam se conectar aos longas originais atirando referências para fãs, antes mesmo de ter um roteiro definido. Isso abre possibilidades para que “Bumblebee” tenha sua própria franquia sem se preocupar com o que foi visto antes. Não é uma novidade, mas é um recomeço muito bem feito – e com direito a usar e abusar dos efeitos sonoros do desenho antigão dos Transformers. Parecia que tinham vergonha disso, mas como a nostalgia impera em “Bumblebee”, até o famoso som de transformação foi (bem) recuperado.

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    Filme do He-Man contrata roteiristas de Homem de Ferro

    12 de janeiro de 2019 /

    Há dois anos, a Sony anunciou que lançaria um filme do He-Man em 2019. Só esqueceu de dizer que não tinha roteiro. Detalhe que tenta corrigir agora, com a contratação de Art Marcum e Matt Holloway, roteiristas do primeiro “Homem de Ferro” (2008) e do novo “MIB: Homens de Preto – Internacional” (2019). Obviamente, a data anunciada, de dezembro de 2019, virou mais fantasiosa que o herói da franquia. O estúdio tem encomendado histórias para o filme dos “Mestres do Universo” desde 2009. A pilha das páginas descartadas inclui textos dos computadores de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”) e Michael Finch (“Hitman: Agente 47”). A versão mais recente da história foi escrita por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que, por sinal, tinha a pretensão de dirigir o longa. Outro cotado a assumir o filme, McG (“Guerra é Guerra!”) chegou a dizer, em entrevistas, que Kellan Lutz (o vampiro malvado de “Crepúsculo” e o “Hércules” menos bombado) era um de seus favoritos para viver o herói de brinquedo. Há quem tenha comemorado esse delírio nunca ter se materializado nas telas. A dificuldade enfrentada pela Sony para tirar o projeto do papel também se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987 com Dolph Lundgren (“Os Mercenários”) no papel de He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) como o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (séries “Friends” e “Cougar Town”). E ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado numa linha de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado com direito a um spin-off comandando pela irmã de He-Man, a She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Como She-Ra acaba de ganhar uma nova série na Netflix, finalmente pode ter chegado a hora do He-Man convencer como homem de verdade no cinema.

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    Warner oficializa filme da Barbie estrelado por Margot Robbie

    8 de janeiro de 2019 /

    A Mattel oficializou sua parceria com a Warner Bros. para finalmente lançar nos cinemas um filme live-action da Barbie, que será estrelado por Margot Robbie (a Arlequina de “Esquadrão Suicida”). A fábrica de brinquedos, que criou uma divisão de cinema no mês passado, tinha fechado com a Sony em 2014, mas o estúdio deixou o contrato vencer após uma série de decisões erradas. A Sony esperou um ano para contratar a roteirista Diablo Cody (“Juno”, “Jovens Adultos” e “Tully”) para escrever o primeiro roteiro e não aprovou o resultado, encomendando novos roteiros para escritores diferentes, na esperança de que surgisse algo melhor. A ideia vencedora foi a de Hillary Winston (criadora da série “Bad Teacher”). Definida a história, a Sony escalou a humorista Amy Schumer para viver a protagonista em 2016. Ela também resolveu mexer no roteiro, junto com sua irmã, Kim Caramele. E todo esse trabalho foi pago. Mas quando o estúdio foi marcar as filmagens, a atriz desistiu, alegando conflito de agenda. Com isso, Anne Hathaway (“Colossal”) foi contatada no ano passado pela produtora Amy Pascal para estrelar o filme. Só que o contrato para as filmagens previa um lançamento em cinco anos. A Sony marcou a estreia para 2020, seis anos após fechar o negócio. E a Mattel deu o acordo por encerrado. A Warner ofereceu outra abordagem e já veio com uma atriz famosa anexada ao papel, que, além de viver Barbie, também será co-produtora do filme. “Este projeto é um ótimo começo para nossa parceria com a Mattel Films”, disse Toby Emmerich, presidente do grupo Warner Bros. Pictures, no comunicado que oficializa a produção. “E Margot é a produtora e atriz ideal para dar vida à Barbie na tela de uma forma nova e relevante para o público de hoje.” Margot Robbie também se pronunciou. “Brincar com a Barbie promove confiança, curiosidade e comunicação ao longo da jornada de uma criança para a autodescoberta. Ao longo dos quase 60 anos da marca, a Barbie capacitou as crianças a se imaginarem em papéis empoderadores, de princesa a presidente”, disse a atriz. “Estou muito honrada em assumir esse papel e produzir um filme que, acredito, terá um impacto tremendamente positivo nas crianças e no público em todo o mundo. Não posso imaginar parceiros melhores do que a Warner Bros e a Mattel para trazer esse filme para a tela grande”. Ainda não há previsão de estreia da produção.

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