Toy Story 4 emociona mesmo repetindo situações dos filmes anteriores
“Toy Story”, “Toy Story 2” e “3” não são apenas excelentes. São alguns dos melhores filmes já feitos e entregam com perfeição um começo, um meio e um fim como poucas trilogias foram capazes. E o que é “Toy Story 4”? Um novo final? Um novo começo? Precisava mesmo disso? Não fica claro. É tão relevante quanto desnecessário. Uma delícia de assistir, praticamente um complemento, mas não chega à altura dos anteriores. Entretanto, todos amam Woody, Buzz & Cia. É ótimo rever velhos amigos mesmo quando não contam muita novidade. E é exatamente isso que acontece com “Toy Story 4”, um pot-pourri dos melhores momentos e conflitos da (antes considerada) trilogia. Isso é bom e ruim, porque satisfaz quem gosta da saga, mas também é o primeiro dos quatro filmes a não entregar um roteiro desenvolvendo dramas e obstáculos inéditos. O único ponto de Toy Story 4 diferente de tudo que foi mostrado desde 1995 é o seu final. Mas até chegar lá, a história é uma repetição. Divertida, emocionante, mas ainda uma repetição. E fica a pergunta: esse final foi feito para (de novo) encerrar a série pela segunda vez ou para indicar sua reinvenção? Enfim, o tempo se encarregará de responder essa questão. Mas é um final que arrancará lágrimas dos fãs; não na mesma quantidade derramada em “Toy Story 3”, mas vai. Pode não ser o que você queria, porém é honesto com toda a série e demonstra o esforço de “Toy Story 4” em, no mínimo, honrar os anteriores. Até porque era impossível não retomar os temas de aceitação, abandono, lealdade, e existencialismo, amizade e a busca pelo nosso verdadeiro eu e nosso lugar no mundo, que são base da franquia. Tudo isso foi e explorado de alguma forma na trilogia, como a história do brinquedo que não sabe que é um brinquedo (“Toy Story”), a dúvida de Woody sobre se juntar a outros brinquedos e deixar sua criança para trás (“Toy Story 2”) e a fuga de um lugar estranho e ameaçador (“Toy Story 3”), que ressurgem repaginados com Garfinho e outros novos personagens, além de um antiquário tenebroso. Mas não há como negar que tudo é bem amarrado e que a história flui com maestria. Mesmo com seus repetecos, “Toy Story 4” é mágico e envolvente do início ao fim, como um entretenimento de primeira, coisa que às vezes até a própria Pixar se esquece de fazer. Talvez por causa da coragem de sua conclusão. Quando tudo está igual, a Pixar resolve fechar com uma última decisão inesperada, mas que faz todo o sentido depois de tantos anos acompanhando esses brinquedos. Principalmente, porque a franquia sempre foi representada por Woody (voz de Tom Hanks) e Buzz Lightyear (Tim Allen). Mas, no fundo, sempre foi sobre o caubói. Woody dedicou sua vida à Andy e aos amigos; nunca a si próprio. Em “Toy Story 4”, pela primeira vez, veremos Woody fazendo algo para ele mesmo. Ele representa pessoas que você conhece (ou talvez seja você) que abdicam de sonhos e vontades para cuidar dos outros e, num piscar de olhos, a vida já passou. Gostei de ver essa discussão na série, assim como a introdução de novos personagens, como o dublê Duke Caboom (voz de Keanu Reeves) e a dupla Patinho e Coelhinho (Keegan-Michael Key e Jordan Peele). Também é interessante ver a indefesa Betty (Annie Potts) surgindo como uma jedi após cerca de sete anos vivendo nas ruas. Mas é o tal do Garfinho (voz de Tony Hale) que rouba a cena. Um brinquedo que pode ser criado por qualquer criança no mundo, e que se torna mais valioso que qualquer produto caríssimo vendido nas lojas. Ironicamente é o que deve acontecer com o Garfinho, que deve ser vendido a mais de R$ 100,00 nas megastores. Mas voltando ao filme, o personagem se vê como lixo, descartável e recusa sua existência. Se não fosse por Woody, ficaria para sempre numa lata de lixo. Ou seja, a Pixar toca sutilmente no tema do suicídio, mas não se preocupe, porque a abordagem é leve e divertida por incrível que pareça, porque mostra a metáfora por meio de um garfo tosco de plástico e não de uma pessoa. Só que, enquanto temos ótimos personagens principais com muito tempo em cena, incluindo a boneca Gaby Gaby (voz de Christina Hendricks) e seus assustadores bonecos ajudantes, os tradicionais Rex, Cabeça de Batata, Slink e até Jessie se tornam descartáveis na trama. E nunca “Toy Story” tratou seus coadjuvantes de maneira tão pobre. Resta saber se o desfecho de “Toy Story 4” foi uma conclusão mesmo (de novo) ou se foi um (outroz) recomeço. Talvez tenha chegado a hora da Pixar tomar uma decisão radical, porque se continuar a apostar na reprise de situações, o antiquário pode ter uma estante reservada para “Toy Story 5”.
Vídeo dublado de Toy Story 4 mostra a origem do Garfinho
A Disney divulgou a versão dublado em português do vídeo de “Toy Story 4” que revela a origem de um dos novos personagens: Forky (dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que foi batizado de Garfinho no Brasil. Ele é muito importante para a trama. Um garfo de plástico transformado em brinquedo pela pequena Bonnie (dublada no novo filme pela menina Madeleine McGraw, da série “Outcast”), Garfinho sofre uma crise existencial por não saber se é brinquedo ou talher e resolve fugir, dando início à nova aventura. A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Trailer final de Toy Story 4 ganha versão dublada em português
A Disney divulgou a versão dublada em português do trailer “final” de “Toy Story 4”, um dia depois do lançamento do vídeo original americano. A prévia destaca as inúmeras tentativas de resgate realizadas por Woody (Tom Hanks) e Buzz (Tim Allen) para salvar seu novo companheiro, Garfinho (Forky, em inglês). Isto rende várias cenas de ação, que também envolvem bom humor. Dublado por Tony Hale (da série “Veep”), o novo personagem é um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu encalço, Woody acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Juntos, eles vão tentar resgatar Garfinho, que foi “aprisionado”. Além de Garfinho, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”), e o motociclista audacioso Duke Kaboom, com voz de Keanu Reeves (“John Wick”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Toy Story 4 ganha trailer final com muita ação e humor
A Disney divulgou o trailer “final” de “Toy Story 4”, antes da avalanche de comerciais que vem a seguir. Ainda sem dublagem em português, a prévia destaca as inúmeras tentativas de resgate de Woody (Tom Hanks) e Buzz (Tim Allen) de seu novo companheiro, Garfinho (Forky, em inglês). Isto rende várias cenas de ação, que também envolvem bom humor. Dublado por Tony Hale (da série “Veep”), o novo personagem é um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu encalço, Woody acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Juntos, eles vão tentar resgatar Garfinho, que foi “aprisionado”. Além de Garfinho, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”), e o motociclista audacioso Duke Kaboom, com voz de Keanu Reeves (“John Wick”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Geena Davis se junta ao elenco de dubladores do remake de She-Ra
“She-Ra e as Princesas do Poder”, remake da série clássica dos anos 1980 produzido pela DreamWorks Animation para a Netflix, contará com um reforço de peso em sua 3ª temporada. A atriz Geena Davis, vencedora do Oscar por “O Turista Acidental” (1988) e famosa por “Thelma & Louise” (1991), entrou no elenco de dubladores originais da atração. Ela dará voz à personagem Huntara, que relutantemente ajudará Adora, Glimmer e Bow em uma missão. Geena Davis vai se juntar a vários atores conhecidos na dublagem da série animada, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). A 3ª temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder” será lançada no dia 2 de agosto em streaming.
Comercial de Toy Story 4 mostra a origem do Garfinho
A Pixar divulgou um novo comercial de “Toy Story 4”, que revela a origem de um dos novos personagens: Forky (dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que vai se chamar Garfinho no Brasil. Ele é muito importante para a trama. Um garfo de plástico transformado em brinquedo pela pequena Bonnie (dublada no novo filme pela menina Madeleine McGraw, da série “Outcast”), Garfinho sofre uma crise existencial por não saber se é brinquedo ou talher e resolve fugir, dando início à nova aventura. A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Vídeo de Toy Story 4 apresenta novo brinquedo dublado por Keanu Reeves
A Pixar divulgou um pôster e um novo vídeo de “Toy Story 4”, centrados no novo personagem Duke Caboom, um motociclista bigodudo que tem a voz de Keanu Reeves. A prévia mostra um comercial antigo do brinquedo, que é bem diferente da realidade, conforme o próprio motoqueiro explica. É que Caboom, originalmente produzido nos anos 1970, foi descartado por seu dono por não conseguir realizar tudo o que seu comercial prometia. “Ele sabe que decepcionou a criança que o comprou. Ele tem momentos de muita introspecção”, disse Reeves em entrevista para a revista Entertainment Weekly. Mas o vídeo prefere destacar o ego do personagem, que não cansa de se exibir, arrancando suspiros de brinquedos femininos. “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Noah Centineo confirma que virará He-Man no cinema
O ator Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), queridinho das comédias românticas da Netflix, confirmou que vai interpretar He-Man numa nova versão de cinema de “Mestres do Universo”. “É verdade”, disse Centineo, no programa “The Tonight Show”. “Acho que eu tenho uma tendência estranha de ficar de cueca”, brincou, referindo-se também a uma sessão de fotos para a Calvin Klein, em que ele posou apenas de cueca. “Eu estou muito animado. É uma oportunidade e tanto”, completou o ator. Veja o vídeo da entrevista completa abaixo. A escolha mostra que os produtores querem um intérprete bem diferente do primeiro He-Man do cinema, ninguém menos que o fortão Dolph Lundgren (“Creed II”). Escrito por Art Marcum e Matt Holloway, roteiristas do primeiro “Homem de Ferro” (2008) e do novo “MIB: Homens de Preto – Internacional” (2019), o filme terá direção dos irmãos Aaron e Adam Nee, conhecidos pelo thriller independente “Band of Robbers”. A produção vai começar nos próximos meses, exatamente uma década após a encomenda do primeiro roteiro para a adaptação do brinquedo/desenho animado dos anos 1980. O projeto é tão antigo que a pilha das páginas descartadas inclui textos completos de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que também tinha a pretensão de dirigir o longa. A dificuldade enfrentada pela Sony para tirar o projeto do papel também se deve à frustração com o primeiro e único filme da franquia, lançado em 1987, em que Dolph Lundgren viveu He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) foi o vilão Esqueleto. Com efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (de “Friends”). E por ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Ao contrário daquela produção, o novo longa não deverá se passar na Terra, preservando a inspiração dos desenhos e servindo como filme de origem. A história deve mostrar a transformação do príncipe Adam no guerreiro He-Man, que representa a última esperança da terra mágica chamada Eternia contra a ameaça do Esqueleto. Originalmente, o personagem foi lançado numa linha de bonecos pela Mattel, em 1982. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado em sua irmã She-Ra, ambos com muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Como She-Ra acaba de ganhar uma nova série na Netflix, chegou a hora de He-Man passar por uma recauchutagem completa. Uma versão com Centineo tende a ser bem diferente do que a maioria lembra do personagem. A produção ainda não tem previsão de estreia.
Novos pôster e teaser de Toy Story 4 destacam a volta de Betty
A Disney divulgou um novo pôster internacional e mais um teaser de “Toy Story 4”, que destaca novos personagens e a volta de Betty. Na trama, Woody (Tom Hanks) parte em missão de resgate de Garfinho (Forky, dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que foge ao ter uma crise existencial, e acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (Bo Beep no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. O reencontro faz Woody se ver dividido entre Betty e seu dever como brinquedo da menina Bonnie, vivendo sua própria crise existencial, enquanto Buzz Lightyear (Tim Allen) lidera os demais brinquedos em outra missão para encontrá-lo. A prévia também apresenta outros dois personagens novos, que ainda não tiveram as traduções de seus nomes reveladas: Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), que aparecem numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Há ainda Duke Caboom, um dublê motociclista que tem a voz de Keanu Reeves (“John Wick”), a Policial Giggle McDimples (dublada pela atriz Ally Maki, de “Wrecked”), que é a nova melhor amiga de Betty, e a vilã da história, Gabby Gabby (voz de Christina Hendricks, de “Good Girls”), uma boneca dos anos 1950 que vive em uma loja de antiguidades e nunca teve uma criança para brincar. Ela comanda um exército maligno de antigos bonecos de ventríloquos – cujo visual é inspirado no terror “Na Solidão da Noite” (1945). A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Uglydolls terá cantores brasileiros em sua dublagem nacional
A Diamond Films anunciou os dubladores da versão nacional da animação “Uglydolls”. E ela contará com alguns cantores brasileiros: Aline Wirley (ex-Rouge), Paula Lima e o rapper Rincon Sapiência dublarão os personagens Moxy, Mandy e Ugly Dog, respectivamente. Além deles, o elenco vocal também contará com o ator João Côrtes (“O Negócio”), que ficou em 2º lugar na competição musical de calouros da Globo “Popstar” no ano passado. Ele dublará Lou. Os personagens são originalmente dublados em inglês pelos cantores Kelly Clarkson (Moxy), Nick Jonas (Lou), Janelle Monáe (Mandy) e Pittbull (Ugly Dog). Curiosamente, a trilha sonora do filme destaca a participação da brasileira Anitta, que não vai participar da dublagem nacional. Baseada nas bonecas homônimas, “Uglydolls” acompanha a história de Moxy e seus amigos da colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer dublado em português.
Ouça três versões da música de Anitta na trilha da animação UglyDolls
A gravadora Atlantic Records divulgou a íntegra das versões da música “Ugly”, cantada por Anitta na trilha da animação “UglyDolls”, filme baseado na linha de bonecas de mesmo nome. A brasileira gravou a música três vezes, com vocais em português, espanhol e inglês. Confira abaixo. Trilhas de filmes animados tendem a ficar presos ao tema da produção. E “Ugly” não é exceção. A letra tenta passar uma mensagem de autoestima. “Mesmo quando estou mal/ Tenho que lembrar, não é real/ Porque eu não sou feia, sei que não sou feia/ Eu sou linda como sou”, canta Anitta no refrão em português. Os versos são justamente a moral da história de Moxy e seus amigos Ox, Ugly Dog, Wage, Babo e Lucky Bat, que moram na colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. A música de Anitta foi composta por ninguém menos que o célebre DJ Fatboy Slim em parceria com Max Martin, fabricante de hits em série de Britney Spears, Katy Perry e Selena Gomez. Mas o resultado não distingue nenhuma característica particular da brasileira, que canta a melodia de forma chorosa-melosa, ao estilo genérico das calouras de reality musical americano. A trilha sonora de “UglyDolls” também vai incluir faixas cantadas por Kelly Clarkson, Nick Jonas, Janelle Monáe, Bebe Rexha e Blake Shelton, todos dubladores de personagens do desenho. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho das bonecas tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
She-Ra enfrenta Felina no trailer da 2ª temporada
A DreamWorks Animation divulgou o trailer da 2ª temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder”, reboot da série clássica dos anos 1980. A prévia destaca o confronto da heroína do título com sua antiga amiga da Horda, Felina. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTs entre as heroínas. A série também mudou o visual da heroína, que ganhou aparência de anime, deixando She-Ra menos sexualizada e mais adolescente. Exibida na Netflix, a 2ª temporada da série estreia no dia 26 de abril.
Novo trailer legendado de UglyDolls traz música inédita de Kelly Clarkson
A Diamond Films disponibilizou o novo trailer legendado de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O desenho musical traz vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E o vídeo destaca uma das músicas inéditas da trilha, “Broken & Beautiful”, cantada por Kelly Clarkson. Além dela, os cantores Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo, Bebe Rexha, Charli XCX e Wang Leehom também fazem parte do elenco – junto dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Já a trilha sonora tem até música da brasileira Anitta. Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa virou animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”). Na trama, um grupo de bonecos descartados por serem defeituosos resolve entrar no mundo das crianças perfeitas e enfrentar a rejeição de frente, mostrando que suas diferenças é que lhes dão personalidade e os tornam atraentes. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.











