Sr. & Sra. Smith vai virar série com estrelas de Fleabag e Atlanta
“Sr. & Sra. Smith”, a comédia de ação romântica que juntou Brad Pitt e Angelina Jolie em 2005, vai virar uma série da Amazon com Phoebe Waller-Bridge e Donald Glover. O anúncio foi feito pelas redes sociais da plataforma Amazon Prime Video, com direito a um vídeo que explora rapidamente as diferenças do casal. Os dois astros e criadores das séries “Fleabag” e “Atlanta” estão trabalhando juntos para desenvolver e estrelar a atração, visando um lançamento em 2022. Eles já tiveram uma parceria anterior, ao participarem do filme “Han Solo: Uma História Star Wars”, quando tiveram a oportunidade de dar muitas entrevistas em dupla, mostrando ótima química. Além deles, a equipe criativa também inclui a roteirista-produtora Francesca Sloane (de “Atlanta”), apresentada como cocriadora do projeto. A produção está a cargo do estúdio New Regency, responsável pelo filme original, e o Amazon Studios. Mais detalhes devem ser revelados quando a série escalar o restante do elenco. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Amazon Prime Video US (@amazonprimevideo)
Sandra Bullock entra em filme de ação estrelado por Brad Pitt
A atriz Sandra Bullock (“Bird Box”) é a mais nova estrela a embarcar no thriller de ação “Bullet Train”, que será estrelado por Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”). Ela se junta a um elenco repleto de estrelas, que inclui Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Karen Fukuhara (“The Boys”). Os detalhes do papel de Bullock no filme são desconhecidos. Até o presente, a Sony tem se recusado a comentar as informações sobre o elenco. As filmagens teriam começado em outubro, sinalizando que a participação de Bullock é pequena. De todo modo, será a primeira vez que Pitt e Bullock, dois vencedores do Oscar, atuarão juntos. Baseado no romance “Maria Beetle” de Kōtarō Isaka, o filme segue um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. “Bullet Train” é uma produção da Columbia Pictures, com roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”) e direção de David Leitch (“Deadpool 2”).
Produtor da nova série dos criadores de Game of Thrones morre envenenado
Lin Qi, presidente e CEO do Grupo Yoozoo, e um dos produtores da vindoura série “O Problema dos Três Corpos”, desenvolvida pelos criadores de “Game of Thrones” para a Netflix, morreu no dia de Natal, após ser hospitalizado com suspeita de envenenamento em 16 de dezembro. Ele tinha 39 anos. Na noite de quarta-feira (23/12) na China, o Bureau de Segurança Pública de Xangai anunciou que Lin estava recebendo tratamento após ser envenenado e que um colega de trabalho de Lin do Yoozoo, de sobrenome Xu, havia sido preso em meio a uma investigação. A declaração dizia: “Às 17h do dia 17 de dezembro de 2020, a polícia recebeu uma ligação de um hospital a respeito de um paciente de sobrenome Lin. Durante o tratamento do paciente, o hospital informou que determinou que o paciente havia sido envenenado. Após a ligação, a polícia iniciou uma investigação. De acordo com as investigações no local e outras entrevistas, a polícia constatou que um suspeito de sobrenome Xu, que é um colega de trabalho da vítima Lin, era o mais provável autor do crime. O suspeito Xu foi preso e as investigações continuam.” A mídia local disse que uma disputa entre os executivos da companhia chinesa de entretenimento precedeu o ataque a Lin, que teria sido feito supostamente por meio de uma xícara de chá envenenado. O crime aumenta mais a polêmica em torno da adaptação de “O Problema de Três Corpos”. Senadores americanos do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, acusaram a série, que adapta uma célebre trilogia sci-fi do escritor chinês Liou Cixin, de propagar a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O livro original se tornou a primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, principal honraria da literatura de ficção científica, e o projeto da adaptação está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e as empresas de entretenimento Plan B, de Brad Pitt, e a Yoozoo, de Lin Qi. A Netflix adquiriu os direitos de produção da adaptação em inglês do Yoozoo Group e de sua subsidiária Three-Body Universe, que detinham os direitos da propriedade. Lin fundou o Yoozoo Group em 2009, especializando-se na produção de videogames, como “Game of Thrones: Winter Is Coming”.
Produtor chinês da nova série dos criadores de Game of Thrones teria sido envenenado
O presidente e CEO da desenvolvedora de jogos chinesa Yoozoo, Lin Qi, atualmente ligado à vindoura adaptação da sci-fi “O Problema de Três Corpos”, da Netflix, foi hospitalizado após sofrer uma alegada tentativa de envenenamento. Uma autoridade do Governo Popular Municipal de Xangai descreveu que um “colega” de Qi foi detido e haveria uma investigação em andamento. A polícia recebeu um boletim de um hospital municipal no dia 17 de dezembro, afirmando que um paciente, “um homem de 39 anos, de sobrenome Lin, provavelmente foi envenenado”. O site do governo de Xangai acrescentou: “Após investigação, a polícia disse que as suspeitas recaíram sobre um homem de 39 anos de sobrenome Xu, um dos colegas de Lin. Xu foi detido e uma investigação está em andamento”. A Yoozoo divulgou um comunicado na quarta-feira (23/12), afirmando que Lin havia sido internado num hospital em 16 de dezembro e que sua condição é estável. A empresa não revelou o nome do suspeito, mas disse que o responsável pelo envenenamento trabalha em sua filial de cinema e TV. O crime aumenta mais a polêmica em torno da adaptação de “O Problema de Três Corpos”. Senadores dos EUA do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, acusaram a série, que adapta uma célebre trilogia sci-fi do escritor chinês Liou Cixin, de propagar a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O livro original se tornou a primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, principal honraria da literatura de ficção científica, e o projeto da adaptação está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e as empresas de entretenimento Plan B, de Brad Pitt, e Yoozoo, de Lin Qi. A história conta o primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena e os responsáveis pela adaptação a consideram épica e “ambiciosa”.
Margot Robbie negocia novo filme sobre Hollywood com Brad Pitt
A atriz Margot Robbie pode voltar a trabalhar com Brad Pitt após “Era uma vez em Hollywood”. Ela abriu negociações para substituir Emma Stone em “Babylon”, que já tem Brad Pitt escalado num dos papéis principais. Por curiosidade, o filme é outra produção sobre o passado de Hollywood e Robbie voltaria a interpretar uma estrela real de cinema. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, ela interpretaria Clara Bow, símbolo sexual precoce da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado. “Babylon” vai se passar neste período, no final dos anos 1920, e acompanhar a ascensão e queda de personagens fictícios e históricos. Assim como em “Era uma Vez em Hollywood”, Pitt vai interpretar um personagem fictício, uma estrela do cinema mudo que não consegue se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. O personagem seria baseado no ator real John Gilbert. O papel de Clara Bow estava encaminhado para Emma Stone, que também retomaria uma parceria de sucesso com este projeto. No caso, com Damien Chazelle, diretor de “La La Land”, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. O próprio Chazelle escreveu o roteiro, que será filmado com um orçamento pré-covid, na faixa dos US$ 80 e 100 milhões pela Paramount. Não há informações sobre o motivo da saída de Emma Stone da produção, mas pode ter acontecido um problema de agenda, já que as filmagens sofreram remanejamento. Várias cenas seriam gravadas em locações históricas de Los Angeles, cidade onde há muitos casos de infecção por covid-19, o que levou ao adiamento da produção. Por conta disso, a Paramount até está revendo seus planos iniciais para lançar o filme no Natal de 2021, visando abocanhar prêmios no Oscar 2022. “Babylon” deve ficar para o Oscar 2023. Veja abaixo um trecho do filme “It” (no Brasil, “O Não Sei Que das Mulheres”), que rendeu o famoso apelido de Clara Bow em 1927.
Logan Lerman vai voltar a atuar com Brad Pitt em filme de ação
O ator Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”) vai voltar a trabalhar com Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) no cinema. Os dois foram companheiros no filme de guerra “Corações de Ferro” (2014), passado quase inteiramente no interior de um tanque de guerra. Desta vez, filmarão em outro ambiente hermético, dentro de um trem em movimento. Lerman é o mais novo nome a integrar o superelenco de “Bullet Train”, filme do diretor David Leitch (“Deadpool 2”), que tem Pitt no papel principal. Ele se junta a Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Andrew Koji (“Warrior”) e até supostamente Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”). Com direção de Leitch e roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”), o filme é uma adaptação do best-seller japonês “Maria Beetle”, de Kotaro Isaka. A trama gira em torno de um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. A produção deve começar nas próximas semanas em Los Angeles.
Era uma vez em Hollywood: Livro de Quentin Tarantino será lançado no Brasil
O primeiro livro de ficção de Quentin Tarantino já tem editora no Brasil. A Intrínseca comprou os direitos da versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood”, uma obra que expande a trama do filme homônimo, que recebeu dez indicações ao Oscar deste ano. Prevista para o meio de 2021, a obra contará novas histórias de vários personagens do filme, principalmente do ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth (interpretados no cinema por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente), tanto antes quanto depois da história apresentada no filme. Replicando o estilo do longa, o livro colocará os dois interagindo com personagens reais e fictícios. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.”
Lady Gaga negocia estrelar filme de ação ao lado de Brad Pitt
A cantora Lady Gaga pode fazer sua estreia no cinema de ação. Em sua primeira negociação cinematográfica após se consagrar com um Oscar em “Nasce uma Estrela”, ela discute um contrato com a Sony para integrar o elenco de “Bullet Train”, filme do diretor David Leitch (“Deadpool 2”), que tem Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) no papel principal. Embora a informação não tenha sido confirmada pelos veículos mais tradicionais de cinema dos EUA, ela foi triplamente apurada pela revista Entertainment Weekly, o programa E!News e o site Collider. “Bullet Train” também será o primeiro trabalho de Brad Pitt após vencer o Oscar por “Era uma Vez… em Hollywood”. O elenco da produção ainda contará com Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”) e Andrew Koji (“Warrior”). Com direção de Leitch e roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”), o filme é uma adaptação do best-seller japonês “Maria Beetle”, de Kotaro Isaka. A trama gira em torno de um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. A produção deve começar nas próximas semanas em Los Angeles.
Quentin Tarantino vai transformar Era uma Vez em Hollywood em livro
O diretor Quentin Tarantino fechou contrato com a editora HarperCollins para lançar dois livros. O primeiro será uma versão de “Era uma vez em Hollywood”, enquanto o segundo será uma obra de não-ficção chamada “Cinema Speculation”, sobre o cinema dos anos 1970. O romance vai aprofundar detalhes da vida dos dois protagonistas do filme indicado em dez categorias do Oscar: o ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth. Nos cinemas, eles foram interpretados por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.” Já “Cinema Speculation” é descrito como um “mergulho profundo nos filmes dos anos 1970, uma rica mistura de ensaios, resenhas, escritos pessoais e especulações.” Tais especulações seriam similares à premissa de “Era uma Vez em Hollywood”, ponderando o que teria acontecido com personagens com finais diferentes de suas histórias conhecidas. Nenhuma das duas obras tem previsão de lançamento, mas a versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood” ganhou capa para seu lançamento em paperback – como se chamam as versões mais baratas das obras literárias. Confira abaixo.
Zazie Beetz completa elenco de filme de ação de Brad Pitt
A Sony Pictures anunciou a contratação de Zazie Beetz (“Coringa”) para completar o elenco central de “Bullet Train”, filme de ação que será estrelado por Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”). Com sua entrada no projeto, a atriz voltará a trabalhar com o diretor David Leitch após o bem-sucedido “Deadpool 2” (2018), no qual viveu a super-heroína mutante Dominó. O elenco da produção também contará com Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”) e Andrew Koji (“Warrior”). Com direção de Leitch e roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”), o filme é uma adaptação do best-seller japonês “Maria Beetle”, de Kotaro Isaka. A trama gira em torno de um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. “Bullet Train” será o primeiro trabalho de Brad Pitt após vencer o Oscar por “Era uma Vez… em Hollywood”. Ele viverá um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. A produção deve começar nas próximas semanas em Los Angeles.
Brad Pitt e Oprah Winfrey vão filmar livro de super-herói da era da escravidão
O astro Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) e a famosa empresária e apresentadora da TV americana Oprah Winfrey vão voltar a produzir um filme, após trabalharem juntos no sucesso “Selma” (2014), que venceu o Oscar de Melhor Canção original e ajudou a deslanchar a carreira da diretora Ava DuVernay. O novo projeto é uma adaptação do livro “The Water Dancer”, de Ta-Nehisi Coates, que os fãs de quadrinhos podem conhecer como autor de histórias do Capitão América e Pantera Negra publicadas pela Marvel. A trama é uma fantasia com elementos sobrenaturais e de ficção científica, passada na época da escravidão e centrada em um super-herói original: Hiram Walker, um escravo e filho bastardo de um grande fazendeiro, que ao lutar por sua vida manifesta um superpoder inesperado. Ele sempre possuiu memória fotográfica, apesar de não lembrar de sua mãe, vendida e despachada para longe, mas sua nova capacidade pode mudar tudo. Hiram descobre ser capaz de transportar a si mesmo e outras pessoas por grandes distâncias, como um “buraco de minhoca” humano. A obra foi a primeira seleção de Oprah para seu novo programa “Oprah’s Book Club”, uma parceria da empresária com a Apple. O livro também esteve em várias listas importantes da imprensa americana como um dos melhores de 2019. As produtoras Plan B, de Pitt, e Harpo, de Oprah, comandarão a adaptação para o estúdio MGM, e o próprio Ta-Nehisi Coates vai assinar o roteiro. Por sinal, o escritor premiado também vai ganhar um especial de fim de ano na HBO, com a filmagem da peça “Between the World and Me”, que adapta um de seus livros, prevista para ir ao ar neste mês de novembro. Ainda em estágio inicial, “The Water Dancer” ainda não tem diretor, elenco e nem cronograma de produção definidos. Veja abaixo o que Oprah falou sobre o livro em seu Instagram, durante a estreia de seu novo “Oprah’s Book Club”. Ver essa foto no Instagram Doing the happy dance because my new pick for @oprahsbookclub is finally out! And I got to kick things off on @cbsthismorning with @tanehisipcoates and @gayleking 💃🏾💃🏾 #ReadwithUs Uma publicação compartilhada por Oprah (@oprah) em 23 de Set, 2019 às 7:16 PDT Ver essa foto no Instagram For me, the only thing more thrilling than being captivated by a brilliant book is being able to share it with others. Which is why I’m excited to bring @oprahsbookclub to @apple starting TODAY! Everyone should not just read but EXPERIENCE my first pick, The Water Dancer by the brilliant @tanehisipcoates. It will enthrall you. And sometimes leave you breathless. #ReadwithUs Uma publicação compartilhada por Oprah (@oprah) em 23 de Set, 2019 às 5:45 PDT
Netflix defende nova série dos autores de Game of Thrones de acusações de comunismo
A Netflix rebateu a pressão de cinco senadores americanos que lhe enviaram um pedido para que desistisse da produção da nova série dos criadores de “Game of Thrones”. A ação política reproduziu os mesmos argumentos da infame Lista Negra, que deixou centenas de roteiristas desempregados e proibidos de trabalhar em Hollywood há meio século atrás: histeria contra a ameaça comunista. Os senadores do Partido Republicano, o mesmo do presidente Trump, não gostaram de saber que a Netflix pretendia transformar a trilogia iniciada pelo best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos” em série, porque seu autor, Liou Cixin, é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com a empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quinteto, eles reclamam que o autor chinês é comunista e destacam, em seu pedido de censura, uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Liu rebateu a uma pergunta do New Yorker sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, questionando o repórter se “ele preferia que essas pessoas estivessem por aí matando os outros em ataques terroristas”. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. “Na face de atrocidades como as que ocorrem nesses campos, companhias não podem mais tomar decisões de complacência, apenas de cumplicidade. A Netflix deveria reconsiderar seriamente as consequências de dar uma plataforma ao sr. Liu”, diz o texto dos senadores. Em resposta, a plataforma de streaming foi clara. Disse que não concorda com as opiniões de Liu sobre os campos de concentração e repetiu três vezes que ele não está envolvido na produção. “O Sr. Liu é autor dos livros, não criador da série. Os comentários do Sr. Liu não refletem as opiniões da Netflix, ou dos criadores da série, e não são parte da trama ou dos temas da história”, declarou a Netflix. A resposta da plataforma ainda destacou que a Netflix “julga cada projeto proposto por seu time criativo nos méritos próprios”. O comunicado foi assinado por Dean Garfield, vice-presidente de políticas públicas globais da empresa.
Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones
Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.











