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  • Filme

    Filho de James Gandolfini será Tony Soprano no filme derivado da série da HBO

    22 de janeiro de 2019 /

    O filme derivado da série “The Sopranos” (também conhecida como “Família Soprano”) definiu o intérprete do jovem Tony Soprano, personagem vivido na série da HBO pelo falecido ator James Gandolfini. A produção contratou Michael Gandolfini, da série “The Deuce” e filho do ator original, para encenar a juventude do famoso personagem. Intitulado “The Many Saints of Newark” irá mostrar versões mais jovens dos protagonistas da icônica série do canal pago HBO. Escrito por David Chase, criador de “The Sopranos”, o filme será um prólogo passado nos anos 1970 e também inclui os atores Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Alessandro Nivola (“Desobediência”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Corey Stoll (“O Primeiro Homem”) em papéis não revelados. Segundo o roteirista, a ideia é mostrar a época a que Tony Soprano (James Gandolfini) se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores naquela época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. A ideia original era mostrar Tony ainda criança na nova produção, mas Michael Gandolfini já tem 18 anos de idades. Além de Tony, os integrantes mais velhos da família Soprano, como o pai e o tio do personagem de Gandolfini, aparecerão em seu auge. A direção do longa está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original. Depois de trabalhar também em “Game of Thrones”, ele virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas recebidas com críticas negativas.

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    Primeiras fotos da versão live-action de Aladdin causam polêmica

    19 de dezembro de 2018 /

    A revista americana Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens do remake com atores do clássico animado “Aladdin”. E elas já renderam polêmica. Tudo porque Will Smith aparece como nasceu: negro, em vez de azul, a cor do Gênio da Lâmpada da Disney. Smith precisou usar seu Instagram para tranquilizar aos fãs no Instagram, comentando, ao lado da capa da Entertainment Weekly em que aparece junto a Mena Massoud (Aladdin) e Naomi Scott (Jasmine): “Sim, eu serei azul!”. Nos comentários, Smith elaborou a explicação: “Este é o visual do Gênio em sua forma humana/disfarçada. Meu personagem será feito em CGI pela maior parte do filme”. Na própria reportagem da Entertainment Weekly, o diretor Guy Ritchie explicou que a versão em CGI do Gênio ainda não está finalizada. O filme, que será lançado nos cinemas em 23 de maio, reformulou o visual do personagem. “Para mim, é como se ele fosse um pai musculoso dos anos 1970. Ele tinha que ser grande o bastante para parecer uma força da natureza, mas não musculoso demais a ponto de parecer que estava contando suas calorias todos os dias. Ele é formidável”, definiu o diretor. “A coisa mais incrível sobre o papel do Gênio é que ele é uma plataforma para o ator criar uma versão exagerada de si mesmo. É um ótimo papel para um ator com uma grande personalidade”, acrescentou o cineasta. O próprio Smith admitiu que ficou intimidado com a perspectiva de viver o papel, após a versão de Robin Williams. “Aos poucos, eu precisei ganhar confiança de que poderia fazer algo que fosse uma homenagem a Robin e, ao mesmo tempo, musicalmente diferente. Eu queria dar um sabor diferente ao personagem, assim não seria uma competição”, conta. “Eu acho que meu Gênio vai ser bem único no universo Disney. Não acho que houve muito hip-hop nos filmes da Disney até agora”, completou, dando pistas da direção da produção. Entre as mudanças da animação para o filme, o novo “Aladdin” inclui uma canção solo para Jasmine. Alan Menken, que criou os temas musicais do clássico, trabalhou com Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land: Cantando Estações”) na nova faixa e em algumas outras composições inéditas. Endereçar os estereótipos associados com o Oriente Médio que foram perpetuados no filme de 1992 também era uma prioridade para o diretor. “Desta vez, criamos um mundo mais aberto, em que abraçamos várias identidades”, garante. Veja abaixo as imagens divulgadas, todas com logotipos da publicação. Visualizar esta foto no Instagram. BAM!! First look at the Genie ?‍♂️, Princess Jasmine, and #Aladdin! Check Me Rockin’ the Top Knot Ponytail Vibes in @entertainmentweekly ? (and yes, I’m gonna be BLUE! 🙂 ) Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 19 de Dez, 2018 às 5:28 PST

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  • Série

    Tell Me a Story é renovada para a 2ª temporada

    17 de dezembro de 2018 /

    A plataforma de streaming CBS All Access anunciou a renovação de “Tell Me a Story” para a 2ª temporada, cerca de três semanas antes do final da primeira leva de episódios. A nova série de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries” e da franquia de terror “Pânico”) parte de fábulas encantadas conhecidas para criar um thriller contemporâneo. A 1ª temporada combinou as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. “A 1ª temporada de ‘Tell Me A Story’ virou os contos de fadas convencionais do avesso, entrelaçando e modernizando três histórias clássicas em um emocionante thriller para o público de hoje, de uma forma que somente Kevin Williamson consegue”, disse Julie McNamara, Vice-Presidente Executiva de Conteúdo Original CBS All Access. “Mal podemos esperar para surpreender e entreter os espectadores com um novo conjunto de contos na próxima temporada.” Apesar dos elogios à capacidade única de Williamson para criar histórias, “Tell Me a Story” é na verdade uma adaptação da série “Cuéntame un Cuento” (uma espécie de “Once Upon a Time” de suspense). A diferença é que a produção espanhola abordava uma fábula diferente por episódio, enquanto a versão americana estende sua história pela temporada completa. A 2ª temporada deve mesclar outras fábulas e contar histórias diferentes e com novo elenco, ao estilo das antologias do canal pago FX – “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Fargo”, etc. “Tell Me a Story” foi o primeiro trabalho de Williamson na televisão sem o envolvimento da WBTV (Warner Bros. Television), após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW – e segue referenciada no spin-off “Legacies”. O último episódio da temporada inaugural de “Tell Me a Story” será disponibilizado em 3 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Roteirista da animação Aladdin reclama do remake e da própria Disney no Twitter

    16 de outubro de 2018 /

    O roteirista Terry Rossio, um dos escritores da animação clássica “Aladdin”, foi ao Twitter reclamar da Disney e detonar o remake, que teve sua primeira prévia divulgada na semana passada. Ele alega que o estúdio simplesmente refilmou sua história sem que ele recebesse nada por isso. “Muito estranho que as únicas palavras do trailer do novo ‘Aladdin’ são rimas que eu e meu parceiro de escrita escrevemos, e a Disney não ofereceu compensação alguma para nós (ou qualquer roteirista desses remakes live action), nem mesmo uma camiseta ou um ingresso para seu parque”. O parceiro a quem ele se refere é Ted Elliott. Os dois também criaram a bem-sucedida franquia “Piratas do Caribe” para a Disney – além de “Shrek” para a DreamWorks Animation. O roteiro do remake é creditado a John August (“Frankenweenie”) e ao diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). No filme, Will Smith viverá o Gênio da lâmpada e contracenará com o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel de Aladdin, além de Naomi Scott (“Power Rangers”), que vive a Princesa Jasmine, e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens em andamento. “Aladdin” tem estreia agendada para 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. So strange that literally the only words spoken in the new Aladdin trailer happens to be a rhyme that my writing partner and I wrote, and Disney offers zero compensation to us (or to any screenwriters on any of these live-action re-makes) not even a t-shirt or a pass to the park. — Terry Rossio (@TerryRossio) October 12, 2018

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  • Filme

    Disney divulga primeiro teaser legendado da versão com atores de Aladdin

    12 de outubro de 2018 /

    Nestes tempos em que os estúdios lançam vídeos de 3 segundos para divulgar teasers de 15 segundos de trailers futuros, a Disney surpreendeu ao revelar de supetão um teaser de mais de 1 minuto da produção, que é praticamente um trailer, e legendado para o mercado brasileiro. É verdade que há mais areia e ar que qualquer coisa nessa primeira prévia do filme, mas seu final registra a cena icônica de Aladdin na caverna do tesouro, prestes a segurar a lâmpada mágica do gênio. No filme, Will Smith viverá o Gênio da lâmpada e contracenará com o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel de Aladdin, além de Naomi Scott (“Power Rangers”), que vive a Princesa Jasmine, e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. O elenco conta ainda com Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) no papel do Príncipe Anders, que não faz parte do desenho clássico da Disney nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014) e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. Mas não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também terá um papel exclusivo do filme, Dalia, uma criada da Princesa, que ocupará a vaga de confidente preenchida pelo tigre Rajah na animação. Com estreia prevista para maio de 2019, “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e o diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que é o responsável pela filmagem. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens em andamento. “Aladdin” tem estreia agendada para 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Remake com atores de Aladdin ganha primeiro pôster oficial nacional

    11 de outubro de 2018 /

    A Disney divulgou o pôster oficial nacional do remake com atores de “Aladdin”. A arte foi disponibilizada poucas horas após Will Smith (“Bright”) postar o cartaz americano em seu Instagram. E enquanto a arte original assinala uma estreia em maio, a versão brasileira é mais tímida para confirmar quando o público poderá ver o filme: “em breve”. Compare abaixo. No filme, Will Smith viverá o Gênio da lâmpada e contracenará com o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel de Aladdin, além de Naomi Scott (“Power Rangers”), que vive a Princesa Jasmine, e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. O elenco conta ainda com Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) no papel do Príncipe Anders, que não faz parte do desenho clássico da Disney nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014) e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. Mas não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também terá um papel exclusivo do filme, Dalia, uma criada da Princesa, que ocupará a vaga de confidente preenchida pelo tigre Rajah na animação. Com estreia prevista para maio de 2019, “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e o diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que é o responsável pela filmagem. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens em andamento. “Aladdin” tem estreia agendada para 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. LEMME OUT!! ? Can’t wait for y’all to see Me BLUE! 🙂 #aladdin Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 10 de Out, 2018 às 12:02 PDT

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    Fábulas encantadas viram histórias de terror no novo trailer da série Tell Me a Story

    9 de outubro de 2018 /

    A plataforma de streaming CBS All Access divulgou o pôster e o segundo trailer de “Tell Me a Story”, nova série de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries” e “The Following”). A prévia mostra como elementos de fábulas encantadas se combinam com crime, sexo e violência para se transformar em dramas de terror contemporâneo. Versão da série espanhola “Cuéntame un Cuento” (uma espécie de “Once Upon a Time” de suspense), a produção americana vai combinar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. O elenco inclui Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), Zabryna Guevara (série “Gotham”), Michael Raymond-James (o Neal de “Once Upon a Time”), Sam Jaeger (série “Parenthood”), Dorian Missick (série “Animal Kingdom”) e o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”). Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração. Será seu primeiro trabalho televisivo sem o envolvimento da Warner Bros. Television, após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. A estreia está marcada para o dia de Halloween, 31 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Emma Stone e Jonah Hill realizam experiência perigosa em trailer e fotos da série Maniac

    14 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou 23 novas fotos e o segundo trailer legendado de “Maniac”, série sci-fi estrelada por Emma Stone (“La La Land”) e Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”). A prévia explica a premissa como uma experiência em que os protagonistas se voluntariam para resolver seus problemas mentais, apenas para se perderem ainda mais numa trama esquizofrênica, em que fantasia e realidade se confundem. A produção de “Maniac”, que parece combinar elementos das séries “Legion” e “Westworld” com a trama do filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, é na verdade um remake da série norueguesa de mesmo nome. A trama acompanha Annie Landsberg (Emma Stone) e Owen Milgrim (Jonah Hill), dois estranhos que participam de uma misterioso teste farmacêutico, cada um por suas próprias razões. Annie é deprimida e sem objetivos, obcecada por relacionamentos rompidos com sua mãe e sua irmã. Owen é filho de milionários de Nova York, que lutou toda a sua vida contra um diagnóstico de esquizofrenia. As vidas de nenhum dos dois deu certo, e a promessa de um novo tratamento radical à base de pílulas que seu inventor, o Dr. James K. Mantleray (Justin Theroux, da série “The Leftovers”), afirma poder consertar qualquer problema mental, atrai os dois e outros dez estranhos para as instalações da Neberdine Pharmaceuticals and Biotech, para um teste de três dias que, o cientista garante, não trará qualquer efeito colateral e ainda resolverá todos os seus problemas permanentemente. As coisas não correm como planejado. A adaptação tem roteiro de Patrick Somerville, autor dos episódios mais malucos de “The Leftovers”, e direção é de Cary Joji Fukunaga, que, assim como fez na 1ª temporada de “True Detective”, comanda todos os episódios. Além do casal protagonista e Justin Theroux, o elenco também destaca Sally Field (a Tia May de “O Espetacular Homem-Aranha”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Julia Garner (“The Americans”), Sonoya Mizuno (“Podres de Ricos”), Jemima Kirke (“Girls”), Selenis Leyva (“Orange Is the New Black”), Gabriel Byrne (“Hereditário”), Hank Azaria (“Brockmire”) e Rome Kanda (“O Desinformante!”). “Maniac” tem estreia marcada para sexta-feira (21/9) em streaming.

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    Fábulas encantadas viram tramas de suspense no primeiro trailer da série Tell Me a Story

    5 de agosto de 2018 /

    A plataforma de streaming CBS All Access divulgou o primeiro trailer de “Tell Me a Story”, nova série de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries”). A prévia mostra como elementos de fábulas encantadas se combinam com crime, drogas, sexo e violência para se transformar em dramas contemporâneos. Versão da série espanhola “Cuéntame un Cuento” (uma espécie de “Once Upon a Time” de suspense), a produção americana vai se diferenciar por contar uma trama por temporada e não por episódio, como a antologia original. A 1ª temporada vai combinar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. O elenco inclui Paul Wesley (Stefan em “The Vampire Diaries”), James Wolk (o Jackson Oz da série “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), Zabryna Guevara (série “Gotham”), Michael Raymond-James (o Neal de “Once Upon a Time”), Sam Jaeger (série “Parenthood”), Dorian Missick (série “Animal Kingdom”) e o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”). Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração. Será seu primeiro trabalho televisivo sem o envolvimento da Warner Bros. Television, após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. A estreia está marcada para o dia de Halloween, 31 de outubro nos Estados Unidos.

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    Ator brasileiro dos Power Rangers entra na nova série do criador de The Vampire Diaries

    11 de julho de 2018 /

    O ator brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”) entrou no elenco da série “Tell Me a Story”, nova série de fantasia de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries”). A produção adapta a série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013, que é uma espécie de “Once Upon a Time” de terror. A série original de Marcos Osorio Vidal (que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, da Globo) foi concebida como antologia, abordando um conto de fadas diferente por episódio, mas a série americana pretende trabalhar com um elenco fixo e juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feijão” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Davi Santos vai interpretar Gabe, um jovem vulnerável e com problemas de abandono. Quando sua irmã Hannah (Dania Ramirez, a Cinderela de “Once Upon a Time”), que é sua única família, se alista no Exército, Gabe se vê perdido em um estilo de vida repleto de sexo e drogas. Mas quando se envolve numa situação irremediável, ele se volta para sua irmã em busca de ajuda e ambos embarcam em uma perseguição mortal pela sobrevivência. Ele se junta a um elenco que ainda inclui Paul Wesley (Stefan em “The Vampire Diaries”), James Wolk (o Jackson Oz da série “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Zabryna Guevara (série “Gotham”) e Dorian Missick (série “Animal Kingdom”). Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight”, a comédia “No Activity” e o drama de época e ocultismo “Strange Angel”.

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    Atores de Zoo e Once Upon a Time entram na nova série do criador de The Vampire Diaries

    13 de junho de 2018 /

    A produção de “Tell Me a Story”, nova série de fantasia de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries”), adicionou mais dois integrantes: o ator James Wolk (o Jackson Oz da série “Zoo”) e a atriz Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”). Wolk vai interpretar Jordan, um dono de restaurante de Nova York idealista e bem-sucedido. Quando o inimaginável acontece, sua vida vira de cabeça para baixo e ele se vê numa espiral de loucura que pode lhe custar tudo. Já Ramirez viverá Hannah, uma oficial do Exército que voltou da guerra com cicatrizes tanto externas quanto internas, e chega em para Nova York com o objetivo de reconstruir sua vida. Quando seu irmão distante pede ajuda, ela embarca em uma corrida mortal pela sobrevivência. Eles se juntam a Paul Wesley (Stefan em “The Vampire Diaries”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”) na produção, que adapta a série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013 – uma espécie de “Once Upon a Time” de terror. A produção original de Marcos Osorio Vidal (que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, da Globo) foi concebida como antologia, abordando um conto de fadas diferente por episódio, mas a série americana pretende trabalhar com um elenco fixo e juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feijão” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight”, a comédia “No Activity” e o drama de época e ocultismo “Strange Angel”, que estreia na quinta-feira (14/6).

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    Astro e criador de The Vampire Diaries voltam a se juntar em nova série

    11 de junho de 2018 /

    O ator Paul Wesley, intérprete do vampiro Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”, vai voltar a trabalhar com o criador daquela série. Ele foi confirmado em “Tell Me A Story”, nova produção de fantasia de Kevin Williamson. Wesley será um dos protagonistas da produção, juntando-se ao elenco central que já conta com Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) e Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”). Ele terá o papel de Eddie, um indivíduo abandonado e perturbado cuja petulância é alimentada ainda mais por seus problemas com drogas e álcool. Embora trabalhe como garçom, também divide seu tempo como traficante de drogas e ladrão diletante com seu irmão mais velho, Mitch, que nunca falha em tratar Eddie como o delinqüente que ele é. Difícil imaginar como esse personagem se encaixa na premissa da série, que adapta a série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013 – uma espécie de “Once Upon a Time” de terror. A produção original de Marcos Osorio Vidal (que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, da Globo) foi concebida como antologia, abordando um conto de fadas diferente por episódio, mas a série americana pretende trabalhar com um elenco fixo e juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feijão” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight”, a comédia “No Activity” e o drama de época e ocultismo “Strange Angel”, que estreia na quinta-feira (14/6).

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  • Filme

    A Noite do Jogo marca o resgate das comédias americanas engraçadas

    19 de maio de 2018 /

    Já reparou que Hollywood não faz mais tantas comédias como há alguns anos atrás? Entre umas e outras baladas cinematográficas, sempre tinha aquele descanso merecido para rir com Katie Hudson, Anne Hathaway e Matthew McConaughey, além de Sandra Bullock, Hugh Grant e Julia Roberts antes deles. Talvez esses filmes tenham abusado demais da fórmula, deixando o público cansado. Hollywood é assim. Mesmo quando acham algo original como “Se Beber, Não Case!” e “Missão Madrinha de Casamento”, a mina de ouro é explorada excessivamente em continuações ou imitações desnecessárias até não sobrar mais nada. É por isso que as comédias de grandes estúdios protagonizadas por atores famosos se tornaram cada vez mais raras. Mas Hollywood também tenta se reciclar de tempos em tempos e um filme como “A Noite do Jogo”, mesmo com seus prós e contras, precisa ser notado simplesmente porque, às vezes, é bom rir à toa. E “A Noite do Jogo” ainda oferecer algo a mais, o que é louvável e a faz terminar com um saldo positivo. Vamos começar pela maior força do filme: o casal principal interpretado por Rachel McAdams e Jason Bateman, que são eufóricos e carismáticos na medida certa; daqueles que adoramos ver na tela e nos identificamos rapidamente. Bateman e McAdams podem tentar qualquer gênero, porque são bons atores, mas não há como fugir do fato de que são exímios comediantes. Bateman se projetou a partir da série “Arrested Development”, com seu jeito ponderado, porém exalando ironias e um olhar que dispensa palavras para se comunicar com o público. Ele nasceu pra isso. Da mesma forma que Rachel McAdams, que se destacou como a melhor arma de “Meninas Malvadas” (depois do roteiro de Tina Fey). Juntos, eles são perfeitos em “A Noite do Jogo”, lembrando os bons tempos das comédias com Goldie Hawn, Steve Martin ou Chevy Chase. Mas talvez tenha sido “Uma Noite de Aventuras”, dirigido por Chris Columbus e estrelado por Elisabeth Shue em 1987, a maior influência da jornada noite adentro do casal e seus amigos – um elenco maravilhoso, com destaque para o mulherengo e cérebro de azeitona vivido por Billy Magnussem e, principalmente, o policial solitário do fantástico Jesse Plemons, que rouba todas as cenas em que aparece. “A Noite do Jogo” é mais ou menos assim: Rachel McAdams e Jason Bateman vivem um casal viciado em jogos. A maior diversão é reunir amigos e brincar de mímicas, adivinhações e outras atividades ramificadas dessas ideias. Tanto que uma delas leva a uma aventura que mistura realidade e ficção, como uma versão cômica daquele filme pouco visto de David Fincher com Michael Douglas, “Vidas em Jogo”. Tudo bem que os mistérios não se seguram por muito tempo, mas o filme caminha imprevisível mais pelas reações dos atores que o roteiro em si. E isso já está de bom tamanho, porque algumas cenas arrancam risadas magníficas, como a que Rachel tenta tirar uma bala do braço de Jason Bateman (o efeito sonoro emitido pelo brinquedinho enquanto ela faz o corte me fez chorar de rir). E, cara, tem uma piada com Denzel Washington que é impagável. Espere pra ver. Melhor ainda: é um filme que não precisa se apoiar em piadas apelativas e bater em minorias. Sim, “A Noite do Jogo” é um saudável besteirol à moda antiga, devidamente atualizado para o público carente de risadas. E se dá ao luxo de contar com uma ótima direção – coisa rara nesse tipo de filme –, com direito até mesmo a um plano sequência muito bem orquestrado quando os personagens tentam capturar um “ovo”. John Francis Daley e Jonathan Goldstein fizeram antes disso aquele reboot frustrante de “Férias Frustradas”, mas mostram que são capazes de muito mais, com um humor herdado de tanto assistir o “Férias Frustradas” original e outros filmes da época. Não por acaso, a trilha sonora faz bom uso de sintetizadores, meio oitentista, em referência à era dos arcades, a era de John Carpenter. Os diretores também demonstram talento para criar concepções cenográficas originais, ao entregar cenas visualmente incríveis, que muitas vezes emulam jogos, como a perspectiva em terceira pessoa ao posicionar as câmeras atrás de alguns personagens, e a transformação de uma vizinhança inteira numa espécie de plataforma de game. Há um corte logo no começo que é brilhante, acompanhando a queda do casal ao chão que se torna um tabuleiro num passe de mágica da edição. É verdade que o ato final exagera na dose, com a barreira entre o que é realidade e o que é ficção extrapolando os limites do bom senso, conforme o roteiro de Mark Perez tenta ligar os pontos. Mas tudo bem, porque a esta altura a trama e seus heróis já conquistaram com seu bom humor. Além disso, a moral da história é ótima, ao ensinar que só envelhecemos quando queremos; conceito que se mistura com a escolha ousada nos dias de hoje de um elenco adulto, não adolescente, para um filme baseado em brincadeiras de criança. Enfim, “A Noite do Jogo” pode ser indício de uma volta das grandes comédias. E pelo resultado do público a este filme nos Estados Unidos a tendência é que Hollywood se estimule a lançar outras ainda melhores.

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