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    Alan Arkin, vencedor do Oscar por “Pequena Miss Sunshine”, morre aos 89 anos

    30 de junho de 2023 /

    O ator Alan Arkin, vencedor do Oscar por “Pequena Miss Sunshine”, morreu na quinta-feira (29/6) em sua casa em San Marcos, na Califórnia (EUA), aos 89 anos. A informação foi compartilhada por seus filhos num comunicado à imprensa nesta sexta (30/6). Até o momento, a causa da morte não foi revelada. “Nosso pai era uma força da natureza excepcionalmente talentosa, tanto como artista quanto como homem. Um marido amoroso, pai, avô e bisavô, ele era adorado e sua falta será profundamente sentida”, disseram os três herdeiros no comunicado. Com mais de 60 anos de carreira, o ator emplacou trabalhos no cinema, teatro e televisão, tanto como ator quanto diretor. Embora tenha se destacado mais em produções do gênero da comédia, também estrelou dramas bastante intensos. Em “A Pequena Miss Sunshine”, viveu o avô da protagonista, que morre durante uma longa viagem com a família, mas não sem antes ensinar uma coreografia ofensiva para a netinha usar num concurso de beleza infantil. Sua performance rendeu sua única estatueta do Oscar, embora tenha sido indicado três outras vezes na premiação. Ao longo de sua trajetória, ele também estrelou um filme brasileiro, “O Que É Isso Companheiro?” (1997), e recebeu inúmeros outros prêmios, incluindo o Tony, Globo de Ouro e BAFTA, além de seis indicações ao Emmy.   Começo na Broadway Nascido em 26 de março de 1934, em Nova York, Alan Wolf Arkin era filho de imigrantes russo-alemães. Seus primeiros contatos com a indústria do entretenimento foi como músico na banda The Tarriers, onde cantava e tocava violão. Apesar do grupo não ter ficado junto por muito tempo, eles conseguiram emplacar um sucesso com a música “The Banana Boat Song” em 1957. Logo em seguida, Arkin começou a atuar nos palcos do teatro. Seus primeiros trabalhos foram como membro da The Second City, famoso grupo de comédia de improvisação que serviu como ponto de partida para diversos artistas, como Steve Carell (“The Office”) e Tina Fey (“Um Maluco na TV”). Em 1961, o ator fez sua estreia na Broadway com a trupe de comediantes. Apenas dois anos depois, ele recebeu seu primeiro prêmio Tony pela sua atuação na peça “Enter Laughing” (1963), do diretor Joseph Stein. Com o sucesso nos palcos, Arkin começou a investir a carreira no cinema com a paródia da Guerra Fria “Os Russos Estão Chegando! Os Russos Estão Chegando!” (1966), onde interpretou o tenente Rozanov, um oficial soviético que atraca nos Estados Unidos. Aclamado pela crítica, o longa rendeu sua primeira indicação ao Oscar e seu primeiro Globo de Ouro.   Destaque nas principais premiações Ao mesmo tempo, o ator também chamou a atenção na televisão e recebeu sua primeira indicação ao prêmio Emmy ao participar da antologia “ABC Stage 67”, que teve apenas uma temporada exibida pelo canal americano ABC. Ele também estrelou um dos filmes mais populares daquela época, o suspense “Um Clarão nas Trevas” (1967), como um bandido que tenta se aproveitar da cegueira de Audrey Hepburn (“Bonequinha de Luxo”). Em seguida, o ator interpretou o icônico inspetor Jacques Clouseau no longa “Inspetor Clouseau” (1968), após Peter Sellers se recusar a voltar ao papel do policial do universo de “A Pantera Cor-de-Rosa”. Apontado como um dos nomes mais promissores de sua geração, Arkin recebeu sua segunda indicação ao Oscar pelo longa “Por que Tem de Ser assim?” (1968), onde interpretou um homem surdo-mudo que se torna o confidente de várias pessoas solitárias em uma pequena cidade americana. E mais uma indicação ao Globo de Ouro pela comédia dramática “Popi” (1969), que estrelou com a atriz porto-riquenha Rita Moreno (“Amor, Sublime Amor”). Na trama, Arkin interpretou o personagem-título, um pai porto-riquenho. Em 1971, ele deu vida ao Capitão John Yossarian na cultuada sátira de guerra “Ardil 22” (1971), dirigido por Mike Nichols (“Closer​​”). E no ano seguinte estreou como diretor na comédia de humor ácido “Pequenos Assassinatos”, que também estrelou ao lado do ator Elliott Gould (“Treze Homens e um Novo Segredo​​”).   Destaque na comédia Especializando-se em comédias, o ator acumulou créditos no gênero, como “O Último Don Juan” (1972), “Duas Ovelhas Negras” (1974), “Visões de Sherlock Holmes” (1976, no papel de Freud), além de ser novamente indicado ao prêmio Tony por dirigir a peça “The Sunshine Boys” (1972). Arkin ainda dirigiu e estrelou “Os Incendiários Estão Chegando” (1977), e protagonizou uma das comédias mais mais populares dos anos 1970, “Um Casamento de Alto Risco” (1979). No filme, contracenou com Peter Falk (“Columbo”) como dois sogros metidos em uma série de aventuras improváveis. Ele diminuiu o ritmo anos 1980, após tropeçar na comédia de terror “O Jovem Lobisomem​​” (1981) e no musical de super-herói “O Retorno do Capitão Invencível” (1983), que fracassaram nas bilheterias. Mas foi dar a volta por cima na TV, com a minissérie de guerra “Fuga de Sobibor” (1987), do diretor Jack Gold, que lhe rendeu sua segunda indicação ao Emmy. Já nos anos 1990, diversificou sua filmografia com grandes produções como “O Cadillac Azul” (1990), de Joe Roth, “Havana” (1990), de Sydney Pollack, o clássico da cultura pop “Edward Mãos de Tesoura” (1990), de Tim Burton, e a adaptação de quadrinhos “Rocketeer” (1991), de Joe Johnston, e o drama criminal “O Sucesso a Qualquer Preço”, ao lado de grandes nomes do cinema como Al Pacino (“O Irlandês”) e Ed Harris (“Top Gun: Maverick​​”). Ele seguiu ativo em vários gêneros, até voltar à comédia em “Matador em Conflito” (1997), produção cultuada com John Cusack (“Alta Fidelidade”).   Sucesso em filme brasileiro Arkin também estrelou o filme brasileiro “O Que É Isso, Companheiro?” (1997), dirigido por Bruno Barreto (“Flores Raras”), no papel do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick. Baseado no livro de Fernando Gabeira, o longa contava a história do sequestro de Elbrick durante a luta armada contra a ditadura militar e contava com vários atores brasileiros no elenco, como Pedro Cardoso (“A Grande Família”), Fernanda Torres (“Tapas e Beijos”) e Selton Mello (“Sessão de Terapia”). A produção foi indicada ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. No mesmo ano, Arkin coadjuvou na cultuada ficção científica “Gattaca – A Experiência Genética” (1997), dirigida por Andrew Niccol. E ainda indicado mais uma vez ao Emmy pela aparição na série “Esperança de Chicago” (1997). O ator ainda teve um última indicação ao Emmy em 2003, pelo seu papel no filme televisivo “Segredos do Pentágono”, estrelado por James Spader (“Lista Negra”).   O Oscar de “Pequena Miss Sunshine” A consagração definitiva veio com “Pequena Miss Sunshine” (2006). O pequeno filme independente do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris colecionou troféus e foi um verdadeiro sucesso nas bilheterias, arrecadado mais de US$ 100 milhões contra um orçamento de apenas US$ 8 milhões. A atuação de Arkin como o vovô excêntrico e doente lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, além de uma infinidade de elogios da crítica. Após o Oscar, ele apareceu em vários outros filmes, incluindo “Agente 86” (2008) e “Os Muppets” (2011), antes de ganhar nova indicação ao Oscar pelo thriller de espionagem “Argo” (2012), dirigido e estrelado por Ben Affleck. No longa, Arkin interpretou Lester Siegel, um produtor de Hollywood que colabora com a CIA para criar uma filme falso para uma operação de resgate durante a crise dos reféns no Irã.   Fim da carreira na Netflix Nos últimos anos, Arkin voltou à participar de diversas comédias, trabalhando com Steve Carell (“O Incrível Mágico Burt Wonderstone”), Steve Martin (“O Natal dos Coopers”) e Morgan Freeman (“Despedida em Grande Estilo”), antes de embarcar no universo dos streamings com a série “The Kominsky Method”, criada em 2018 por Chuck Lorre (“Big Bang Theory”). Na série, ele viveu Norman Newlander, um agente de talentos aposentado e amigo próximo de um ator fracassado vivido por Michael Douglas (“Homem-Formiga”). Pelo papel, Arkin recebeu suas duas últimas indicações ao Emmy. A série chegou ao fim em maio de 2021, quando o ator já estava com 87 anos. Seus últimos trabalhos no cinema foram a versão live-action de “Dumbo” (2019), produzida pela Disney, e a animação “Minions 2: A Origem de Gru” (2022), como voz do vilão Willy Cobra.

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    Demolidor? Ben Affleck estaria filmando “Deadpool 3”

    24 de junho de 2023 /

    Os boatos sobre o próximo filme de Deadpool não param de crescer. Se as especulações forem verdadeiras, “Deadpool 3” promete ser um imenso crossover no estilo “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, trazendo surpresas do universo Marvel. O insider KC Walsh foi o responsável pela mais recente onda de rumores, ao revelar que Ben Affleck, famoso por seu papel como Batman na DC, foi visto no set de filmagem do filme da Marvel. Walsh mencionou em suas redes sociais que não tem certeza sobre quem Affleck está interpretando no novo filme. Mas a aposta é que o ator possa aparecer como a versão de Demolidor que ele interpretou no filme do herói, lançado em 2003.   A possível presença do Demolidor A aparição de Affleck como Demolidor seria plausível caso o filme realmente explore o conceito de Multiverso, como apontam relatos anteriores. Esta perspectiva é reforçada pela suposta presença de personagens como Mobius, interpretado por Owen Wilson, e da Senhorita Minutos, ambos da série “Loki”. A participação de Affleck no filme seria um resgate da franquia da 20th Century Fox, que pretendia criar um universo compartilhado, iniciado com o filme de 2003 e que se estenderia ao filme da “Elektra”, protagonizado por Jennifer Garner. No entanto, após o fracasso comercial de “Elektra”, que arrecadou apenas US$ 57 milhões em todo o mundo com um orçamento de US$ 50 milhões, os planos foram abandonados.   Os X-Men também Os boatos também indicam que o filme contará com as participações dos integrantes originais dos X-Men, incluindo Halle Berry, Famke Janssen e James Marsden, reprisando seus papéis como Tempestade, Jean Grey e Ciclope, respectivamente. Pelo menos um dos X-Men originais está realmente confirmado: Hugh Jackman voltará a interpretar o papel de Wolverine no filme. Ele é um dos nomes oficiais da produção, ao lado de Ryan Reynolds, intérprete de Deadpool, e coadjuvantes dos filmes anteriores do mutante: Karan Soni como Dopinder, Leslie Uggams como Blind Al, Morena Baccarin como Vanessa, Stefan Kapicic como Colossus, Rob Delaney como Peter, Brianna Hildebrand como Míssil Adolescente Megassônico e Shioli Kutsuna como Yukio. Paul Wernick e Rhett Reese, responsáveis pelos roteiros dos filmes anteriores, também voltam a assinar a história. A direção é de Shawn Levy, que recentemente dirigiu Reynolds em “Free Guy” (2021) e “O Projeto Adam” (2022). A estreia está marcada para 4 de março de 2024 no Brasil, um dia antes dos EUA.

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    “The Flash” é melhor filme da DC, segundo críticos dos EUA

    7 de junho de 2023 /

    O aguardado filme “The Flash” está bem próximo de estrear nos cinemas e já começou a ganhar as primeiras criticas. Replicando as primeiras impressões após a première, o longa conquistou um saldo positivo da crítica especializada, com destaque a interpretação de Erza Miller no papel do velocista. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa alcançou 72% de aprovação até o momento, com base em 71 avaliações. Baseada no famoso arco dos quadrinhos “Flashpoint” (ou Ponto de Ignição, no Brasil), a trama leva o herói a uma aventura no multiverso onde encontra variantes de heróis conhecidos, como Batman e Supergirl. Isto porque, ao decidir voltar no tempo para impedir o assassinato de sua mãe, ele acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. Dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o longa é aguardado pelos fãs com promessas de easter-eggs (referências) e surpresas nostálgicas. Já os críticos apontam que o melhor do filme é mesmo a interpretação de Miller. Também destacam as referências ao que já foi apresentado da DC Comics nos cinemas e o arco do personagem como os pontos fortes. Enquanto os aspectos negativos mais citados são os efeitos especiais e a batalha final, que deixariam a desejar, mas não comprometem o trabalho de direção.   Despedida do Snyderverso O longa também foi considerado uma despedida digna do Snyderverso, o universo apresentado por Zack Snyder entre “O Homem de Aço” (2013) e “Liga da Justiça” (2017), e abre as portas para a nova fase da DC nos cinemas, comandada por James Gunn e Peter Safran. “De várias maneiras, grandes e pequenas, essa história parece uma carta de despedida ao Snyderverso, enquanto brinca com os muitos elementos que o DCEU introduziu ao longo dos anos e adiciona uma nova camada ao filme fundamental, ampliando assim a jornada de super-herói de Barry de maneira profunda”, descreve Joshua Yehl, do IGN.   Ezra Miller aclamado como Flash Quando foi propriamente apresentado em “Liga da Justiça” (2017), o Barry Allen de Ezra Miller serviu como o alívio cômico da trama, o que não agradou muito aos fãs. “Houve uma tendência do ator em ‘Liga da Justiça’, particularmente a versão de Joss Whedon, para agir incansavelmente como o alívio cômico do filme”, apontou Chris Hewitt da revista Empire. Agora, o ator ganha sua redenção, ao demonstrar sua capacidade para interpretar mais de uma versão do herói – e interagir consigo mesmo. De acordo com Owen Gleiberman, da Variety, Miller é o “ator perfeito” para dar vida ao velocista em todas as suas variantes. “Com sobrancelhas escuras esculpidas, olhos amendoados e lábios insinuantes, o ator é um assunto de câmera hipnotizante”, escreveu. “Miller é despreocupado, irritado, irascível e irresistível”. Pete Hammond, do Deadline, ainda acrescenta que sua abordagem é “inteligente, engraçada, emocionante e completamente fantástica para um personagem que existe há mais de 80 anos, mas nunca recebeu o destaque que merecia – até agora”.   O multiverso da DC Segundo os críticos, apesar de ser um filme sobre o Barry Allen, outros rostos ocupam bastante tempo de tela. Especialmente, as versões do Batman de Michael Keaton e Ben Aflleck, que são de realidades diferentes. “Há muitas aparições do Batman, mas isso complementa e não pesa”, esclarece Yehl. De acordo com Hewitt, o diretor garante que este “seja um filme do Flash”, mesmo com vários coadjuvantes de peso. Por outro lado, a trama não abre muito espaço para desenvolver os personagens recém-apresentados, como a Supergirl de Sasha Calle (“The Young and the Restless”) e a Iris West de Kiersey Clemons (“Somebody I Used to Know”). “A atriz Sasha Calle brilha tanto quanto pode, dada a natureza superficial do papel, e consegue causar impacto com sua Kara Zor-El desiludida, que nutre uma mágoa compreensível contra a humanidade”, aponta o crítico do IGN. A novata também é bastante elogiada pelo Hollywood Reporter. “Em uma impressionante estreia no cinema, a recém-chegada Calle é uma silenciosa ladrão de cenas, canalizando a energia mal-humorada de Kristen Stewart e uma fisicalidade forte que é um bom presságio para sua potencial elevação para ter seu filme próprio”, escreveu o crítico David Rooney. Entretanto, o filme não abre muito espaço para o interesse amoroso de Barry Allen, interpretada por Clemons. “Simplesmente não há tempo suficiente para desenvolvê-la além de ser apenas uma ferramenta para as realizações de Barry”, escreveu Ross Bonaime, do Collider. Já sobre o vilão na história, o crítico da Empire afirma que o filme não destaca um inimigo específico: “Curiosamente, não há realmente um antagonista. Embora o General Zod, interpretado por Michael Shannon, apareça, Muschietti o mantém à distância, reconhecendo que tem todo o conflito de que precisa em seu herói atormentado pela culpa”.   A volta do melhor Batman Se houve jornalistas entusiasmados com a Supergirl de Sasha Calle, a volta de Michael Keaton ao papel de Batman fez chover elogios. “É uma performance para enlouquecer”, escreveu David Gonzalez, do blog The Cinematic Reel. “Keaton ainda tem aquela velha alegria de viver do Batman. Mesmo tardiamente, é muito divertido vê-lo de volta em mais uma aventura”, derreteu–se Matt Singer, do ScreenCrush. “Keaton nunca esteve melhor no papel. É uma reinvenção fantástica do personagem para o ator e para o próprio Batman”, elogiou Pete Hammond, do Deadline. Ele “abraça totalmente um Cavaleiro das Trevas cansado e quase louco para entregar uma performance que é impossível não apreciar”, completou Brandon Zachary, do CBR.   O melhor filme da DC Muito elogiado em sessões prévias por famosos como Tom Cruise e o novo chefão da DC, James Gun, “The Flash” chegou a ser chamado por alguns de melhor filme de super-heróis já feito. Agora, a crítica aponta se esse exagero faz sentido. Surpresa: teve quem afirmasse positivamente que sim. “O hype é real”, escreveu Pete Hammond, o crítico veterano do Deadline. “‘The Flash’ pode não ser o melhor filme de quadrinhos já feito, mas chega bem perto. Facilmente o melhor do gênero desde ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, com um tratamento refrescante, revigorante e extremamente divertido, que é o melhor possível quando se trata de cenas cinematográficas de super-heróis”. Já David Rooney, do Hollywood Reporter, avaliou que “o burburinho de tirar o fôlego” alimentado pela Warner “fez parecer que o diretor Andy Muschietti e a roteirista Christina Hodson haviam orquestrado com sucesso a segunda vinda do DCEU [sigla de Universo Extendido da DC, em inglês]”. Ele conclui dizendo que “os elogios iniciais sobre ‘The Flash, chamando-o de um dos maiores filmes de super-heróis já feitos, era pura hipérbole. Mas na história recente e acidentada do DCEU certamente é uma produção muito acima da média”. Acima da média significa, no caso, melhor que todos os filmes do Snyderverso. Sua comparação está sendo feita, na verdade, com os “clássicos”. “Um filme que exala a aura do passado, canalizando seus predecessores, o ‘Superman’ de 1978 e o ‘Batman’ de 1989”, disse David Gonzales, do Cinematic Reel. “De longe, o melhor filme pós-Christopher Nolan na Warner/DC”, elogiou David Fear, da revista Rolling Stone. Que DC? Daniel Howat, do blog Next Best Picture, disse que “The Flash” está a altura da Marvel: “’The Flash é o primeiro filme da DC a emular um pouco os primeiros filmes do Universo Cinematográfico da Marvel, algo que a DC vem perseguindo há muito tempo”.   Aspectos Negativos Apesar de todo o bom desempenho do filme, sua parcela negativa foi destacada nos efeitos especiais irreais e nas explicações mal feitas sobre o conceito de viagem no tempo. De acordo com os críticos, o longa usa abertamente como base o filme “De Volta Para o Futuro”, clássico dos anos 1980. “A maior falha em ‘The Flash’ é como o filme explora a viagem no tempo. O Flash dedica tempo para estabelecer as regras, usando ‘De Volta para o Futuro’ como um ponto de referência constante e fácil”, aponta Bonaime. “Embora ‘The Flash’ seja bastante agradável como uma história de multiverso, os maiores problemas do filme surgem desse aspecto de viagem no tempo, que estabelece suas próprias regras e depois as ignora quando é conveniente”. Em relação aos efeitos especiais, o crítico do Collider também reclama do uso excessivo de CGI, que é “quase uma distração da qualidade” do filme. “Muschietti tenta tornar a corrida de Barry em alta velocidade o mais legal possível, mas nunca há qualquer peso nisso, e nunca parece ser mais do que um ator correndo por um mundo que simplesmente não existe”, disse. Segundo os críticos, isso foi algo que incomodou na percepção do público sobre as cenas de luta. “O excesso de confiança em efeitos especiais em grandes lutas deixa claro que ele nunca esteve sequer perto do set para esses momentos”, escreveu Bonaime. Apesar da narrativa elogiada, os especialistas apontam que o último ato desanda do ritmo apresentado desde o começo, correndo para reunir personagens em uma batalha final. “Infelizmente, essa parte é muito longa e é a única parte do filme que realmente cede aos clichês do gênero, mas tem um desfecho redentor incrível”, disse Hammond. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo.

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    Sequência de “The Flash” já tem roteiro pronto

    3 de junho de 2023 /

    Embora a Warner nunca tenha anunciado, o estúdio já possui um roteiro pronto para uma possível sequência de “The Flash”. Segundo apurou a revista Variety, o roteiro é assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que escreveu o primeiro filme de “Aquaman” (2018), e volta a incluir na sua história o Batman de Michael Keaton e a nova Supergirl de Sasha Calle. A produção está em fase de espera, aguardando a repercussão do primeiro filme, que tem sido bastante elogiado internamente, do chefão do conglomerado David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, ao chefão do DC Studios, James Gunn. “Vou dizer aqui que ‘Flash’ é provavelmente um dos maiores filmes de super-heróis já feitos”, proclamou Gunn. E este aval pode indicar que Flash sobreviverá ao reboot do DCU (Universo Cinematográfico da DC), que Gunn e o copresidente do DC Studios Peter Safran pretendem realizar. Mas para confirmar esse destino, o filme precisa primeiro se provar um blockbuster – e as expectativas do mercado são otimistas neste sentido, com projeção de abertura acima de US$ 70 milhões no mercado norte-americano. Só que um sucesso nas bilheterias pode não ser o bastante. Ainda há o fator Ezra Miller. Intérprete do Flash, Miller se envolveu em várias polêmicas após as filmagens, com surtos de violência e crime de furto, que renderam detenção e ida a tribunal. Mas desde que se internou para tratamento no ano passado, elu têm se mantido fora da mídia. A Warner, inclusive, está promovendo o filme sem participação de sua estrela não binária, que não está dando entrevistas. Por conta da expectativa e o clima que envolve a produção, o diretor Andy Muschetti, responsável pelo longa, tem sido muito questionado a respeito do futuro da franquia. Recentemente, em entrevista ao podcast Discourse, ele confirmou que estaria interessado em continuar a história num novo filme com a volta de Ezra Miller ao papel principal. “Se [uma sequência] acontecer, sim”, disse Muschietti. “Eu não acho que haja alguém que possa interpretar esse personagem tão bem quanto elu. As outras representações do personagem são ótimas, mas essa visão particular do personagem, elu se destacou em fazer. Parece um personagem que foi feito para elu.” “The Flash” tem estreia marcada para o dia 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer do filme.

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    Último trailer de “The Flash” mostra mais personagens dos filmes de Zack Snyder

    24 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou o trailer final e novos pôsteres de “The Flash”. A prévia tem tom épico e mostra mais participações do elenco dos filmes de Zack Snyder, como Jeremy Irons no papel de Alfred e Kiersey Clemons como Iris West, além de Ben Affleck em sua última aparição como Batman e Michael Shannon como Zod. “The Flash” vai adaptar um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo, contra os conselhos de Bruce Wayne (na versão de Ben Affleck), para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod. Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. Com direção de Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o filme estreia em 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor revela aparição do Superman de Nicolas Cage em “The Flash”

    24 de maio de 2023 /

    O aguardado “The Flash” tem provocado os fãs da DC Comics desde a divulgação das primeiras escalações do elenco. O longa dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”) promete trazer diversas referências ao mundo dos quadrinhos, além de participações surpreendentes de atores como Ben Affleck (“Air: A História por trás do Logo”) e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) de volta ao papel de Batman. Por outro lado, as surpresas não param por aí. Durante entrevista à revista Esquire do Oriente Médio, o diretor revelou mais uma participação especial. De forma inesperada, o ator Nicolas Cage (“Renfield: Dando o Sangue Pelo Chefe”) teve sua presença confirmada no longa, onde vai finalmente assumir a capa do Superman. “Nic foi absolutamente maravilhoso”, disse Muschietti. “Ele é um grande fã do Superman. Um fanático por quadrinhos”. “Embora o papel fosse uma participação especial, ele mergulhou nele… Sonhei toda a minha vida trabalhar com ele. Espero poder trabalhar com ele novamente em breve”, declarou Muschietti. Há exatos 25 anos, Cage foi escalado para interpretar o Superman em uma versão do herói dirigida por Tim Burton (“Wandinha”). Intitulado “Superman Lives”, o projeto seria rodado em 1997, com o roteiro de Kevin Smith (“Tusk: A Transformação”). Com vários empecilhos, incluindo a falta de sincronia entre as ideias de Smith com o produtor Jon Peters (“Superman – O Retorno”), o projeto acabou nunca vendo a luz do dia. Fã de carteirinha do personagem, Cage até nomeou seu filho Kal-El, em homenagem ao nome do herói em seu planeta natal, Krypton. Agora, o ator poderá ser visto no uniforme que vestiu anos atrás durante a pré-produção do filme nunca realizado. Mesmo que seja uma participação pequena na trama de “The Flash”. Recentemente, Cage comentou sobre o papel em entrevista à revista Variety, afirmando que sua versão do herói seria “mais um Superman dos anos 1980 com cabelos compridos pretos de samurai”. “Eu pensei que seria um Superman realmente diferente, meio emo, mas nunca chegamos lá”, comentou sobre o antigo projeto. A trama de “The Flash” adapta um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). Na história, o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. “The Flash” estreia no dia 15 de junho no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos.

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    Vídeo de “The Flash” destaca volta de Michael Keaton ao papel de Batman

    21 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou um novo vídeo de “The Flash”, em que o diretor Andy Muschietti e sua irmã e produtora Barbara comentam sobre o retorno de Michael Keaton como Batman. “É como trazer de volta um clássico, como trazer de volta os Beatles”, diz o diretor na prévia, que inclui imagens do filme. Numa cena, o ator repete sua famosa frase de “Batman” de 1989: “Você quer ficar louco? Vamos enlouquecer”. A Warner Bros. exibiu “The Flash” pela primeira vez na íntegra no evento CinemaCon, onde Keaton recebeu elogios por seu retorno como Batman. Em entrevista à Variety no ano passado, o ator contou que topou interpretar Batman pela terceira vez porque parecia divertido. “Eu estava curioso para saber como seria depois de tantos anos. Não tanto eu fazendo isso – obviamente, um pouco disso – mas eu estava apenas curioso, estranhamente. Essa coisa toda é gigantesca. Eles têm seu próprio mundo. Então, gosto de olhar para isso como alguém de fora, pensando ‘Minha nossa!’” Com um orçamento aproximado de US$ 220 milhões, o filme promete ser um grande encontro de super-heróis da DC Comics, lotado de referências aos quadrinhos e às adaptações clássicas no cinema. Apostando no multiverso, “The Flash” ainda terá Ben Affleck reprisando o papel de Batman de “Liga da Justiça” e a primeira Supergirl morena das telas, vivida por Sasha Calle (da novela “The Young and the Restless”), sem esquecer do personagem-título vivido por Ezra Miller (“Liga da Justiça”) em dose dupla. A trama adapta um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. “The Flash” estreia no dia 15 de junho no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos.

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    Stephen King já assistiu “The Flash” e garante: “Esse é especial”

    18 de maio de 2023 /

    O aguardado “The Flash” está prestes a chegar aos cinemas e as expectativas em torno do filme só aumentam. Nos últimos meses, o longa já foi exibido para grupos selecionados de imprensa e público. Agora, o autor Stephen King, conhecido por clássicos do terror como “It – A Coisa” e “O Iluminado”, declarou que esteve em uma das exibições na noite de quarta-feira (17/5). No Twitter, King confirmou que assistiu ao filme e ainda deixou uma opinião bastante positiva sobre o longa com Ezra Miller no papel do velocista. “Estive em uma exibição antecipada de ‘The Flash’ hoje. Via de regra, não ligo muito para filmes de super-heróis, mas esse é especial. É sincero, engraçado e de encher os olhos. Eu amei”, postou na rede social. Vale mencionar que o diretor de “The Flash”, Andy Muschietti, foi responsável pela adaptação de algumas histórias de King no cinema, incluindo os sucessos “It – A Coisa” (2017) e “It – Capitulo 2” (2019). “The Flash” é seu primeiro filme fora do gênero terror. Recentemente, a Warner Bros. Pictures também anunciou que o diretor argentino virá ao Brasil em algum momento para divulgação do filme. O longa também foi assistido por críticos durante a CinemaCon, uma convenção anual onde os estúdios apresentam seus grandes lançamentos para o mercado – que aconteceu em abril em Las Vegas. Após a exibição, a maioria dos comentários publicados nas redes sociais foram positivos, consagrando “The Flash” como um dos melhores filmes de super-heróis já feito. “ACREDITE NO HYPE! Filmes do Nolan a parte, ‘The Flash’ é o MAIOR filme da DC dos últimos 30 anos, tem o mesmo patamar que ‘Superman’ de 1978 e ‘Batman’ de 1989. O filme abre novos caminhos incríveis para o cinema de super-heróis e homenageia a tradição da DC dos anos anteriores” escreveu Umberto Gonzales, do The Wrap. Embora tenham atraído atenção, as controvérsias envolvendo Ezra Miller, incluindo dois mandados de prisão no ano passado, não devem prejudicar o desempenho do filme. Segundo o designer de produção de “The Flash”, Paul Austerberry, o longa vai fazer o público “esquecer” as polêmicas do ator. Ele ainda elogiou o desempenho de Miller na pele do super-herói, durante entrevista para o canal canadense CBC. Com um orçamento aproximado de US$ 220 milhões, o filme promete ser um grande encontro de super-heróis da DC Comics, lotado de referências aos quadrinhos e às adaptações clássicas no cinema. Apostando no multiverso, “The Flash” ainda terá atores como Michael Keaton (“Birdman”) e Ben Affleck (“Garota Exemplar”) reprisando o papel de Batman, e a primeira Supergirl morena das telas, vivida por Sasha Calle (da novela “The Young and the Restless”). O longa chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA. I got an advance screening of THE FLASH today. As a rule I don't care a lot for superhero movies, but this one is special. It's heartfelt, funny, and eye-popping. I loved it. — Stephen King (@StephenKing) May 17, 2023 BELIEVE THE HYPE! Christopher Nolan movies aside, #TheFlashMovie is the GREATEST DC movie of the last 30 years that belongs in the same conversation as SUPERMAN 78 and BATMAN 89. The movie breaks incredible new ground in superhero cinema & honors DC lore of years past. #TheFlash pic.twitter.com/zGkhpfjlsl — Umberto Gonzalez (@elmayimbe) April 26, 2023

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    Ben Affleck tem pior estreia da carreira com novo filme de ação

    14 de maio de 2023 /

    A estreia do novo filme estrelado por Ben Affleck (“Liga da Justiça”) foi o maior fracasso desse fim de semana nos EUA. O thriller “Hypnotic” não passou do 6º lugar com arrecadação de US$ 2,4 milhões. O fraco desempenho marcou a pior estreia ampla da carreira de Affleck, superando “Fantasmas” (US$ 3,1 milhões em 1998) e “Contato de Risco” (US$ 3,8 milhões em 2003). Considerado uma bomba com apenas 38% de aprovação da crítica, o longa tem direção de Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e também traz a brasileira Alice Braga (“O Esquadrão Suicida”) em seu elenco. Na trama, o detetive policial Daniel Rourke (Affleck) procura por sua filha desaparecida (Hala Finley, de “Pequenos Grandes Heróis”). Ele logo descobre que ela está associada a uma série de roubos contínuos conduzidos por um homem misterioso (William Fichtner, de “Fúria Sobre Rodas”) com poderes hipnóticos. Com a ajuda da médium Diana Cruz (Braga), ele parte atrás do vilão, que é capaz de forçar qualquer pessoa a fazer o que ele quer, além de fazer suas vítimas verem e sentirem coisas que não são reais. Mas as muitas reviravoltas e cenas inesperadas não foram capazes de convencer a crítica, que considerou “Hypnotic” uma espécie de primo pobre de “A Origem”, de Christopher Nolan. O filme só vai chegar aos cinemas brasileiros em setembro – se não sair direto em streaming despois dessa performance. Confira o trailer americano abaixo.

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    “Guardiões da Galáxia Vol. 3” surpreende e quebra recorde em seu segundo fim de semana

    14 de maio de 2023 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 3” bateu um recorde inesperado em seu segundo fim de semana de exibição, ao registrar a menor queda de público entre todas as sequências do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) até hoje no mercado norte-americano. A despedida de James Gunn da Marvel faturou US$ 60,5 milhões nos EUA e Canadá, o que representa uma queda de apenas 49% em relação à estreia. Com isso, o filme ultrapassou a marca de US$ 200 milhões nas bilheterias domésticas e encerrou o domingo (14/5) com um total acumulado de US$ 213,2 milhões. No exterior, “Guardiões 3” arrecadou mais US$ 91,9 milhões em 52 mercados, elevando sua bilheteria estrangeira para US$ 315,6 milhões – incluindo impressionantes US$ 58,4 milhões da China. Somando tudo, o filme fez meio bilhão em 11 dias: US$ 528,8 milhões globalmente. Os filmes da Marvel têm sofrido quedas maiores do que o habitual recentemente, por isso o desempenho “Guardiões 3” é visto como inesperado e uma grande exceção. Vale lembrar que “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” caiu quase 70% em fevereiro passado. Detalhe: com apenas dois fins de semanas em cartaz, “Guardiões 3” já ultrapassou a bilheteria global completa de “Homem-Formiga 3”, que foi de US$ 475,8 milhões. Antes de “Guardiões 3”, apenas três filmes do MCU, de um total de mais de 30 títulos, tiveram queda menor de 50% em seus segundos finais de semana – e nenhum deles foi continuação. A lista é encabeçada por “Pantera Negra” (45%) e inclui “Thor” (47%) e “Doutor Estranho” (49%). Os dois filmes anteriores dos Guardiões caíram 55% cada. Outro blockbuster que tem impressionado nas bilheterias garantiu o 2º lugar no mercado norte-americano. “Super Mario Bros. – O Filme” arrecadou mais US$ 13 milhões em seu sexto fim de semana, chegando a um total doméstico de US$ 536 milhões e US$ 1,21 bilhão globalmente. Com esse desempenho, “Super Mario Bros.” quebrou um novo recorde, superando “Minions” (2015) para se tornar o maior faturamento de animação da Universal em todos os tempos. Na briga com a Disney, virou a quarta maior bilheteria de animação de todos os tempos. Estreante da semana, a comédia feminina da terceira idade “Do Jeito que Elas Querem – O Próximo Capítulo” ficou em 3º lugar, com US$ 6,5 milhões, bem abaixo da abertura de US$ 13,6 milhões do primeiro “Do Jeito que Elas Querem” em 2018. A produção estrelada por Jane Fonda, Diane Keaton, Candice Bergen e Mary Steenburgen esperava faturar mais, devido a seu lançamento no fim de semana do Dia das Mães. Mas não agradou ao público (classificação B no CinemaScore) e a crítica (45% de aprovação no Rotten Tomatoes). O 4º lugar ficou com “A Morte do Demônio – A Ascensão” com US$ 3,7 milhões. O terror já totaliza US$ 60,2 milhões na América do Norte e US$ 131,8 milhões globalmente, valores elevados para o gênero e para qualquer filme proibido para menores (classificação “R” nos EUA). A comédia “Are You There God? It’s Me, Margaret” fecha o Top 5 com US$ 2,5 milhões, totalizando US$ 16,5 milhões em seu terceiro final de semana em cartaz. A produção da Lionsgate conquistou algumas das críticas mais elogiosas do ano, atingindo 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore, mas ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Com isso, a segunda estreia da semana, o thriller “Hypnotic”, não passou do 6º lugar. Dirigido por Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e estrelado por Ben Affleck (“Liga da Justiça”), o filme de ação e ficção científica fracassou com US$ 2,4 milhões e marcou a pior estreia ampla da carreira de Affleck, superando “Fantasmas” (US$ 3,1 milhões em 1998) e “Contato de Risco” (US$ 3,8 milhões em 2003). Considerado uma bomba, com apenas 38% de aprovação da crítica, o longa só vai chegar aos cinemas brasileiros em setembro – se não sair direto em streaming despois dessa performance. Mais importante para Affleck é que seu outro filme, “Air – A História por Trás do Logo”, no qual ele atua e dirige, já arrecadou US$ 86 milhões, resultado muito promissor para a estreia da Amazon no cinema. Veja abaixo os trailers dos cinco filmes mais vistos nos cinemas dos EUA e Canadá neste fim de semana.   1 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 |   2 | SUPER MARIO BROS – O FILME |   3 | DO JEITO QUE ELAS QUEREM – O PRÓXIMO CAPÍTULO |   4 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO |   5 | ARE YOU THERE GOD? IT’S ME, MARGARET |

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    Heróis de “The Flash” ganham novos pôsteres individuais

    11 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou seis novos pôsteres de “The Flash”, trazendo individualmente o herói do título (interpretado por Ezra Miller), Batman (na versão de Michael Keaton) e Supergirl (Sasha Cale), em versões para os mercados dos EUA e Brasil. “The Flash” vai adaptar um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo, contra os conselhos de Bruce Wayne (na versão de Ben Affleck), para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”), que é a primeira intérprete latina da heroína. A estreia está marcada para 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor de “The Flash” vem lançar filme no Brasil

    9 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. Pictures anunciou nesta terça (9/5) que o diretor Andy Muschietti fará uma visita especial ao Brasil para promover o filme de “The Flash”. Ele virá em São Paulo para conversar com a imprensa em uma data que será divulgada posteriormente. A trama de “The Flash” se passa depois dos eventos de “Liga da Justiça” (2016), mostrando Barry Allen (Ezra Miller) ao viajar no tempo para evitar o assassinato de sua mãe, crime pelo qual seu pai foi injustamente condenado. Mas sua atitude traz grandes consequências. Ao voltar ao presente, Barry descobre que criou uma realidade diferente, e vai precisar da ajuda de novas versões de heróis que conhecia – incluindo o Batman de Michael Keaton (“Birdman”) e a Supergirl morena de Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – para reestabelecer a ordem no universo. Gerando expectativa entre os fãs de super-heróis, o filme foi exibido na íntegra na CinemaCom, evento para donos de cinema dos EUA, e a recepção foi bastante positiva. Dentre vários pontos atrativos, o longa protagonizado por Ezra Miller aposta no multiverso, trazendo não só Michael Keaton como também Ben Affleck de volta ao papel de Batman. Andy Muschietti é argentino e começou a chamar atenção ao dirigir o terror “Mama”, produzido por Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) em 2013. Depois disso, ele progrediu para os blockbusters, assinando duas partes da adaptação de “It”, de Stephen King. “The Flash” é seu primeiro filme fora do gênero terror. O lançamento vai acontecer em 15 de junho nos cinemas brasileiros, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Orçamento de “The Flash” é divulgado e surpreende

    2 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. enfrenta um momento turbulento com o universo compartilhado de filmes da DC Studios, mas a nova direção comandada por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”) promete trazer novos ares para o estúdio. “The Flash” é o longa que encerra a fase iniciada pelos filmes de Zack Snyder e, apesar de muitas participações especiais e refilmagens, surpreendeu por ter um orçamento “modesto”. Em um perfil sobre Paul Austerberry, o designer de produção vencedor do Oscar que trabalhou em “The Flash”, o canal canadense CBC relatou que o filme foi todo produzido por “cerca de US$ 220 milhões”. Apesar de ser bastante elevado, o valor é bem mais abaixo do que a suposição de US$ 300 milhões que circulou no ano passado. Este foi o valor que custou “Liga da Justiça” em 2017. Também tem um custo bem menor que o fracassado “Adão Negro”. O filme estrelado por Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos”) estreou nos cinemas em outubro com um rendimento muito abaixo do esperado – apenas US$ 393,2 milhões em todo o mundo. Inicialmente, o orçamento aprovado para sua filmagem era de US$ 190 milhões, que foi posteriormente aumentado para US$ 260 milhões. Gerando expectativa entre os fãs de super-heróis, “The Flash” foi exibido na íntegra na CinemaCom, evento para donos de cinema dos EUA, e a recepção foi bastante positiva. Dentre vários pontos atrativos, o longa protagonizado por Ezra Miller (“Liga da Justiça”) aposta no multiverso, trazendo atores como Michael Keaton (“Birdman”) e Ben Affleck (“Garota Exemplar”) de volta ao papel de Batman. Na reportagem da CBC, Austerberry explicou que uma boa parte do orçamento de design do filme foi destinada à recriação de elementos dos filmes do Batman de Tim Burton, como a Batcaverna de “Batman Returns” (1992), que acabou sendo praticamente reconstruída para a produção. Outra criação que recebeu destaque foi o icônico Batwing, avião em formato de morcego, que passou por modificações e atualizações para se adequar ao universo de The Flash. “O truque era garantir que parecesse mais moderno do que o original, mas ainda tinha que seguir algumas dicas de design do original”, explicou Austerberry. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA.

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