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    John Malkovich vira o detetive Hercule Poirot na primeira foto da adaptação de Os Crimes ABC

    22 de junho de 2018 /

    A rede britânica BBC divulgou a primeira foto de John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) como a nova versão televisiva do icônico detetive Hercule Poirot, visto mais recentemente no cinema na adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”. Ele foi escalado para interpretar o personagem da escritora Agatha Christie numa minissérie baseada no livro “Os Crimes ABC”. Intitulada em inglês “The ABC Murders”, a minissérie terá três episódios, coproduzidos pela rede BBC no Reino Unido e a plataforma Amazon nos Estados Unidos. No romance de 1936, Poirot caça um serial killer conhecido apenas como “ABC”. Curiosamente, a trama já tinha sido adaptada no cinema em 1965, só que como uma comédia estrelada por Tony Randall (“Adorável Pecadora”). O elenco também inclui Rupert Grint (da franquia “Harry Potter”), Andrew Buchan (série “Broadchurch”), Eamon Farren (série “Twin Peaks”) e Tara Fitzgerald (série “Game of Thrones”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    John Malkovich vai viver o detetive Hercule Poirot em minissérie britânica

    4 de junho de 2018 /

    O ator John Malkovich vai viver a nova versão televisiva do icônico detetive Hercule Poirot, visto mais recentemente no cinema na adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”. Ele foi escalado para interpretar o personagem da escritora Agatha Christie numa minissérie baseada no livro “Os Crimes ABC”. Intitulada, em inglês, “The ABC Murders” a minissérie terá três episódios, coproduzidos pela rede BBC no Reino Unido e a plataforma Amazon nos Estados Unidos. No romance de 1936, Poirot caça um serial killer conhecido apenas como “ABC”. Curiosamente, a trama já tinha sido adaptada no cinema em 1965, só que como uma comédia estrelada por Tony Randall (“Adorável Pecadora”). Malkovitch vai se juntar a Rupert Grint (da franquia “Harry Potter”), que tem o papel do Inspetor Crome, para investigar os crimes, e o elenco ainda inclui Andrew Buchan (série “Broadchurch”), Eamon Farren (série “Twin Peaks”) e Tara Fitzgerald (série “Game of Thrones”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Richard Gere vai estrelar primeira série dramática de sua carreira

    23 de maio de 2018 /

    O ator Richard Gere (“Chicago”) vai viver seu primeiro papel de protagonista televisivo, como um barão da imprensa na minissérie da BBC “MotherFatherSon”. Desenvolvida por Tom Rob Smith (criador de “London Spy” e cocriador de “American Crime Story”) e com direção do cineasta James Kent (“Juventudes Roubadas”), a atração de oito capítulos é descrita como um psycho-thriller ambientado em sistemas de poder na política, na mídia e na polícia. Na trama, Gere viverá Max, um americano que fez fortuna sozinho e virou um dos nomes mais influentes do país com seu poderoso jornal, agora comandado por seu filho. Entretanto, o rapaz tem um estilo de vida desregrado, enfraquecendo os negócios da família. “Faz quase 30 anos que eu trabalhei na televisão, e estou muito agradecido por esse extraordinário projeto de oito horas com pessoas talentosas e que reflete muito o tempo em que vivemos”, manifestou-se o ator no comunicado da produção. Na verdade, ele participou como narrador de um episódio da série documental “Cosmos: Uma Odisséia do Espaço-Tempo” há apenas quatro anos. E ainda entrou na dramatização de dois episódios da série documental “Freedom: A History of Us” há 15 anos. Antes disso, teve outra pequena participação no telefilme “E a Vida Continua” (1993). Mas a última vez que foi visto num episódio de série dramático já faz bem mais que os 30 anos alegados. Foi em 1976, num capítulo da clássica “Kojak”. Ou seja, há 42 anos. Mesmo assim, nunca integrou elenco fixo de uma série em toda a sua carreira. Ele vai dividir a tela com Helen McCrory (“Peaky Blinders” e franquia “Harry Potter”) e Billy Howle (“Dunkirk”). As gravações de “MotherFatherSon” começarão neste mês em Londres.

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    11ª temporada de Doctor Who será disponibilizada no Brasil pela plataforma Crackle

    16 de maio de 2018 /

    A 11ª temporada de “Doctor Who”, que marcará a estreia de Jodie Whittaker no papel-título, já tem “canal” definido para sua exibição no Brasil. Ela será exibida pelo serviço de streaming Crackle, da Sony, que anunciou a novidade nesta quarta-feira (16/5). “Doctor Who” costumava ser exibido no Brasil pelo canal BBC HD, que encerrou operações na TV paga brasileira em 2015, transformando-se em BBC Earth. A partir daí, a série passou para o canal pago SyFy, que não conseguiu renovar os direitos de exibição após a 10ª temporada. Prevista para o segundo semestre, mas ainda sem data definida, a 11ª temporada contará com dez episódios, que introduzirão um marco importante na história de “Doctor Who”. Pela primeira vez, desde sua criação em 1963, o Senhor do Tempo será interpretado por uma mulher. Jodie Whittaker é conhecida dos espectadores de séries britânicas por sua participação na série “Broadchurch”, criada por Chris Chibnall, que justamente assume como showrunner de “Doctor Who” na nova temporada. Além de “Doctor Who”, a Crackle fechou a distribuição nacional de outras atrações da BBC, como “Born to Kill” e as duas temporadas de “Top of the Lake”.

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    Peaky Blinders vence premiação da Academia Britânica como melhor série do Reino Unido

    15 de maio de 2018 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) premiou os melhores produções da TV do Reino Unido durante o domingo (13/5) passado. E a grande surpresa foi o reconhecimento tardio a “Peaky Blinders”, que nunca tinha sido anteriormente indicada à premiação e acabou vencendo o principal prêmio, como Melhor Série Dramática, em sua 4ª temporada. A série da BBC, criada pelo cineasta Steven Knight (“Locke”) e estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Dunkirk”), acompanha a violência das gangues britânicas do começo do século 20. O título se refere à gangue da família Shelby, conhecida por colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. A atração mais indicada do BAFTA TV era “The Crown”, que só venceu um troféu: Melhor Atriz Coadjuvante para Vanessa Kirby, intérprete da Princesa Margaret. Mesmo assim, saiu-se melhor que “Black Mirror”, outra produção badalada da Netflix, que ficou sem prêmios. Os demais destaques premiados foram a comédia “This Country” e a minissérie “Three Girls”. Já o prêmio para melhor série estrangeira foi para “The Handmaid’s Tale”, da plataforma Hulu. A premiação da BAFTA complementa uma premiação prévia, voltada às equipes técnicas das produções televisivas, que consagrou “Game of Thrones” – série gravada na Irlanda do Norte – com um prêmio especial e “Three Girls” com os troféus de Melhor Roteiro (Nicole Taylor) e Direção (Philippa Lowthrope). Confira aqui os prêmios do BAFTA TV Craft Awards e abaixo a lista dos vencedores dos prêmios principais. Melhor Série Dramática: “Peaky Blinders” Melhor Série Cômica: “This Country” Melhor Série Estrangeira: “The Handmaid’s Tale” Melhor Minissérie: “Three Girls” Melhor Novela: “Casualty” Melhor Reality Show: “Love Island” Melhor Programa de Variedades: “Britain’s Got Talent” Melhor Série Jornalística: “Ambulance” Melhor Ator em Drama: Sean Bean, por “Broken” Melhor Ator em Comédia: Toby Jones, por “The Detectorists” Melhor Atriz em Drama: Molly Windsor, por “Three Girls” Melhor Atriz em Comédia: Daisy May Cooper, por “This Country” Melhor Ator Coadjuvante: Brían F. O’Byrne, por “Little Boy Blue” Melhor Atriz Coadjuvante: Vanessa Kirby, por “The Crown” Melhor Apresentador: Graham Norton, por “The Graham Norton Show”

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    McMafia: Série inglesa com Caio Blat é renovada para a 2ª temporada

    1 de maio de 2018 /

    A série inglesa “McMafia”, que conta com participação do ator brasileiro Caio Blat (novela “Deus Salve o Rei”), foi renovada pela rede britânica BBC e o canal pago americano AMC. A confirmação da 2ª temporada ocorreu apesar da exibição da primeira leva de episódios nos Estados Unidos, encerrada há duas semanas, ter registrado baixa audiência – média de 295 mil espectadores e 0,07 ponto na demo. “McMafia” é inspirada no livro homônimo de Misha Glenny, que escolheu este nome por acreditar que as redes criminosas atuam da mesma maneira em todas as partes do mundo, como uma grande franquia. A trama acompanha uma família russa vivendo em exílio na Inglaterra e foi adaptada por Hossein Amini, responsável pelos roteiros dos filmes “Drive” (2011), “Branca de Neve e o Caçador” (2012), “47 Ronins” (2013), “As Duas Faces de Janeiro” (2014), “Nosso Fiel Traidor” (2016) e outros. A trama gira em torno do personagem Alex Godman, vivido pelo inglês James Norton (série “Happy Valley”), que em seu mergulho cada vez mais profundo no mundo do crime organizado, acaba se tornando incapaz de resistir às atrações da corrupção. Caio Blat interpreta um criminoso latino chamado Antonio Mendez. O brasileiro entrou no elenco porque a produção buscava um ator latino que não estivesse dentro do padrão que o mundo já conhece. O elenco internacional ainda inclui o americano David Strathairn (série “Lista Negra/The Blacklist”), a inglesa Juliet Rylance (“A Entidade”), a inglesa Faye Marsay (série “Game of Thrones”), o russo Aleksey Serebryakov (“Leviatã”), a russa Maria Mashkova (“Papa”), a isralense Yuval Scharf (“Nota de Rodapé”), o isralense Oshri Cohen (“Alexandria”), o indiano Nawazuddin Siddiqui (“Lion”), a indiana Rajshri Deshpande (série “24 Horas”) e o egípcio Amir El-Masry (minissérie “The Night Manager”).

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    Game of Thrones, The Crown e Three Girls vencem premiação televisiva britânica

    22 de abril de 2018 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, mais conhecida por sua sigla em inglês BAFTA, realizou neste domingo (22/4) o TV Craft Awards 2018, premiação destina às equipes técnicas e profissionais dos programas da TV britânica. A série “Game of Thrones”, da HBO, recebeu um prêmio especial no evento, por sua excelência técnica, e ainda foi um dos principais vencedores da noite com outras duas conquistas – melhor figurino e design de produção. “The Crown”, da Netflix, também foi agraciada com dois prêmios, destinados a sua fotografia e som. Outra produção da Netflix, “Black Mirror”, venceu a disputa de efeitos visuais com o episódio “Metalhead”, gravado em preto e branco. Entre as produções da TV britânica, o maior destaque foi para “Three Girls”, minissérie da BBC sobre tráfico de mulheres, que premiou sua roteirista, Nicole Taylor, e sua diretora, Philippa Lowthrope. Veja abaixo a lista completa de vencedores. BAFTA TV Craft Awards 2018 Prêmio Especial “Game of Thrones” Roteirista de Comédia Steve Pemberton e Reece Shearsmith, por “Inside No. 9” Roteirista de Drama Nicole Taylor, por “Three Girls” Diretor em Programa Factual Charlie Russell, por “Chris Packham: Asperger’s and Me” Diretor em Programa de Ficção Philippa Lowthrope, por “Three Girls” Edição em Programa Factual “Chris Packham: Asperger’s and Me” Edição em Programa de Ficção “Three Girls” Melhor Figurino “Game of Thrones” Maquiagem e Cabelo “Taboo” Música Original Jocelyn Pook, por “King Charles III” Fotografia em Programa Factual “Blue Planet II (One Ocean)” Fotografia em Programa de Ficção “The Crown” Design de Produção “Game of Thrones” Som em Programa Factual “Blue Planet II (Coral Reefs)” Som em Programa de Ficção “The Crown” Efeitos Especiais “Black Mirror: Metalhead Black”

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    Produtor revela planos para uma 2ª temporada de Troia: A Queda de uma Cidade

    10 de abril de 2018 /

    A chegada de “Troia: A Queda de uma Cidade” (Troy: Fall of a City) à Netflix deu início à discussão sobre a possibilidade de uma continuação para a série. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o produtor Derek Wax (que também produz a série “Humans”) assumiu o interesse em realizar uma 2ª temporada, revelando já ter conversado com o roteirista David Farr (da minissérie “The Night Manager”) a este respeito. “David Farr tem uma ideia maravilhosa para onde a 2ª temporada pode ir, mas é basicamente uma opção das emissoras continuar ou não. Ela precisa render interesse na Netflix por tempo suficiente para que eles tomem uma decisão”. Ou seja, se a série fizer sucesso na Netflix, a coprodução com a BBC deve ser renovada. O produtor não revelou qual seria a história abordada, já que a Guerra de Troia se conclui com a queda da cidade, como diz o título da atração. Mas há três obras clássicas que abordam o período posterior à guerra: “A Odisseia”, de Homero, “A Eneida”, de Virgílio, e “Electra”, de Eurípedes, que tratam dos destinos de três personagens importantes, que sobrevivem ao conflito: respectivamente, Odisseus (Ulisses, na mitologia romana), Eneias e Agamenon. Além destes, o final do herói grego Diomedes é revelado na “Heracleia”, de Peisândro de Rodes, coleção dos poemas épicos sobre os Doze Trabalhos de Héracles (Hércules, na mitologia romana).

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    Veja o trailer legendado de Troia: A Queda de uma Cidade, novidade da Netflix

    10 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Troia: A Queda de uma Cidade” (Troy: Fall of a City), série britânica que liderou a audiência, mas também gerou polêmica durante sua exibição no Reino Unido. A série teve grande repercussão na mídia e nas redes sociais, graças à escalação controversa de atores negros como intérpretes de heróis e deuses gregos. A decisão foi toma em nome da liberdade artística dos produtores, que optaram por anacronismo politicamente correto para retratar personagens descritos como brancos por Homero e retratados em afrescos, estátuas e até em moedas da Grécia antiga dessa forma. As mudanças mais significativas envolveram Aquiles, interpretado por David Gyasi (“Interestelar”), Eneias, vivido pelo “brasileiro” Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”), e até Zeus, maior deus dos gregos, representado por Hakeem Kae-Kazim (“Black Sails”) – jogando por terra inúmeras representações pictóricas do velhinho de barbas, roupas e pele claras, soltando raios nos pobres mortais. Como as escalações dizem mais respeito ao século 21 do que ao século 13 antes de Cristo, alegraram os defensores de uma agenda de inclusão, mas frustram quem esperava uma recriação mais fiel do épico de Homero, a ponto de gerar editoriais sobre o assunto. “Por que a nova série da BBC ‘Troy: Fall of a City’, passada há 1,2 mil anos antes de Cristo, sente a necessidade de nos doutrinar sobre raça e gênero?’, indagou uma manchete do tabloide The Sun. “Controvérsia espreita a escalação do mítico Aquiles com um ator negro no novo épico da BBC”, publicou o site Greek Hollywood Reporter. Os produtores defenderam as escalações em entrevista à revista Variety, afirmando que o “mundo dos mitos” permite “uma liberdade maravilhosa” de casting. “Diversidade está no coração do nosso casting e no coração do que a BBC e a Netflix querem. Isto só é controverso se as pessoas tentam criar uma controvérsia a partir disso”, afirmou Derek Wax, numa frase digna, como diriam os gregos, dos melhores sofistas. Comentários no Twitter lembram que os africanos não tem nenhuma relação com a mitologia grega ou com a história da Grécia antiga. Alguns se disseram “chocados” com a “tentativa da BBC de reescrever a História da Grécia”. Poderia se argumentar que pelo menos os troianos não eram europeus brancos, já que sua cidade ficava na Turquia. Mas a verdade é que até eles eram gregos. A região de Anatólia foi colonizada pelos gregos e pertencia à civilização helênica, compartilhando, inclusive, os mesmos deuses, como descreve o poema épico de Homero. Enquanto alguns se limitaram à discussão histórica, a polêmica também traz à tona argumentos francamente racistas. Nunca falta tampouco quem lembre situação oposta, um filme sobre o Pantera Negra estrelado por um ator branco. Entretanto, antes de “Pantera Negra” existiu “O Fantasma” (1996), herói branco de quadrinhos passados na África. A cultura e a sociedade simplesmente evoluem. Mas a polêmica não é realmente sobre os avanços do presente, mas a respeito do anacronismo representado pela ação afirmativa da escalação. Recriar o passado sob uma ótica politicamente correta pode, em seu extremo, levar à situação-limite de retratar o período da escravidão sem escravos negros. A abordagem inclusiva também falha em respeitar os povos e culturas originais, tendo efeito oposto ao esperado. Criador da série, David Farr defendeu sua opção dizendo que lidou com mitos e não com História factual para justificar suas decisões de elenco. “Ninguém sabe se a versão de Homero, que foi escrita 500 anos depois [da Guerra de Troia], é fiel aos fatos ou se é inteiramente mítica”, ele afirmou, referindo-se ao poema épico “A Ilíada”, de 3,2 mil anos atrás. É bom lembrar que o mesmo poderia ser dito sobre a Bíblia.

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    Minissérie baseada na sci-fi clássica Guerra dos Mundos ganha primeira foto

    7 de abril de 2018 /

    A rede britânica BBC divulgou a primeira foto da minissérie baseada no clássico sci-fi “Guerra dos Mundos”, de H. G. Wells. A foto mostra os protagonistas, vividos por Eleanor Tomlinson (série “Poldark”) e Rafe Spall (“O Ritual”), correndo em roupas de época, à frente de soldados ingleses. A imagem deixa claro que, diferente dos filmes americanos, entre eles a versão de Steven Spielberg com Tom Cruise, a minissérie não vai atualizar a trama, mantendo a ação na época em que foi escrita, em 1897. “O romance de H.G. Wells foi adaptado para as telas diversas vezes, mas sempre em um cenário contemporâneo e americano”, disse o diretor Craig Viveiros (“Assassinos de Aluguel”). “Esta será a primeira versão em Londres e durante o período Eduardiano”, completou, referindo-se ao período que abrange os primeiros anos do século 20. A minissérie terá três episódios dirigidos por Viveiro e escritos por Peter Harness (da minissérie “Jonathan Strange & Mr Norrell”), e com a participação dos atores Rupert Graves (série “Sherlock”) e Robert Carlyle (série “Once Upon a Time”). “The War of the Worlds” (título original) ainda não tem previsão de estreia.

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    Série The Last Kingdom tem 3ª temporada confirmada

    7 de abril de 2018 /

    Quase um ano após o final de sua 2ª temporada, a série “The Last Kingdom” finalmente teve a produção de sua 3ª temporada confirmada. Quem lembrou de compartilhar a notícia foi o ator Alexander Dreymon (“American Horror Story: Coven”), intérprete de Uhtred, filho de Uhtred – como ele mesmo brincou. O astro da série contou a novidade em um vídeo publicado no Twitter, em que explicou que os novos episódios, inclusive, já estão sendo gravados. “Os rumores são verdade”, ele contou, com um sorriso de felicidade, acrescentando que a produção da temporada já está bem adiantada. “Creio que será a nossa melhor temporada até agora”, exaltou. Um detalhe que chama atenção no post é a revelação de que os episódios serão distribuídos mundialmente pela Netflix. Mas não há nenhuma menção à BBC, que produziu as duas primeiras temporadas – com um intervalo épico de quase dois anos entre a 1ª e a 2ª. A série medieval adapta a saga literária das “Crônicas Saxônicas”, de Bernard Cornwell, e curiosamente sua trama tem intersecção com a história de “Vikings”, embora com desenvolvimentos bem diferentes. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa no ano de 872, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande. O elenco destaca Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e, raptado para virar escravo, foi criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto com desconfiança por Alfredo. O elenco também inclui David Dawson (série “Ripper Street”), Ian Hart (série “Boardwalk Empire”), Harry McEntire (série “Episodes”), Simon Kunz (série “Requiem”), Emily Cox (série “Jerks”), Tobias Santelmann (“Expedição Kon-Tiki”), Peri Baumeister (“Zonas Úmidas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Brian Vernel (“Star Wars: O Despertar da Força”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios. ARSELINGS! Alexander Dreymon, your very own Uhtred son of Uhtred, has some exciting news for you…#TheLastKingdom season 3 is in production, and will be coming to Netflix worldwide later this year! pic.twitter.com/g7MJuXNS5I — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 4, 2018

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    The Crown e Black Mirror lideram indicações à premiação de TV da Academia Britânica

    4 de abril de 2018 /

    A Academia Britânica das Artes Cinematográficas e Televisivas divulgou os indicados às categorias principais de seu prêmio de TV. Duas produções da Netflix, “The Crown” e Black Mirror”, foram os mais lembrados, assim como produções da BBC, como “Line of Duty” e “Peaky Blinders”. A cerimônia de premiação do troféu BAFTA TV está marcada para 13 de maio, com apresentação da atriz, roteirista e apresentadora Sue Perkins (do humorístico “Insert Name Here”). Confira abaixo a lista dos indicados. Melhor Série Dramática “The Crown” (Netflix) “The End of the F***ing World” (All 4/Netflix) “Line of Duty” (BBC One) “Peaky Blinders” (BBC Two) Melhor Série Cômica “Catastrophe” (Channel 4) “Chewing Gum” (E4) “This Country” (BBC Three/BBC One) “Timewasters” (ITV2) Melhor Talk Show/Reality Show “Ant & Dec’s Saturday Night Takeaway” (ITV) “Britain’s Got Talent” (ITV) “Michael McIntyre’s Big Show” (BBC One) “The Voice UK” (ITV) Melhor Série Documental “Ambulance” (BBC Two) “Catching a Killer” (Channel 4) “Drugsland” (BBC Three) “Hospital” (BBC Two) Melhor Série Não-Britânica “Big Little Lies” (HBO/Sky Atlantic) “Feud: Bette and Joan” (FX/BBC Two) “The Handmaid’s Tale” (Hulu/Channel 4) “The Vietnam War” (BBC Four) Melhor Ator em Drama Jack Rowan, de “Born to Kill” (Channel 4) Joe Cole, de “Black Mirror – Hang the DJ” (Netflix) Sean Bean, de “Broken” (BBC One) Tim Pigott-Smith, de “King Charles III” (BBC Two) Melhor Atriz em Drama Claire Foy, de “The Crown” (Netflix) Molly Windsor, de “Three Girls” (BBC One) Sinead Keenan, de “Little Boy Blue” (ITV) Thandie Newton, de “Line of Duty” (BBC One) Melhor Ator em Comédia Asim Chaudhry, de “People Just Do Nothing” (BBC Three) Rob Brydon, de “The Trip to Spain” (Sky Atlantic) Samson Kayo, de “Famalam” (BBC Three) Toby Jones, de “Detectorists” (BBC Four) Melhor Atriz em Comédia Anna Maxwell Martin, de “Motherland” (BBC Two) Daisy May Cooper, de “This Country” (BBC Three) Sharon Horgan, de “Catastrophe” (Channel 4) Sian Gibson, de “Peter Kay’s Car Share” (BBC One) Melhor Ator Coadjuvante Adrian Dunbar, de “Line of Duty” Anupam Kher, de “The Boy with the Topknot” Brian F O’Byrne, de “Little Boy Blue” Jimmi Simpson, de “Black Mirror – USS Callister” Melhor Atriz Coadjuvante Anna Friel, de “Broken” Julie Hesmondhalgh, de “Broadchurch” Liv Hill, de “Three Girls” Vanessa Kirby, de “The Crown” Melhor Minissérie “Howard’s End” (BBC One) “The Moorside” (BBC One) “The State” (Channel 4) “Three Girls” (BBC One) Melhor Telefilme “Against the Law” (BBC Two) “Black Mirror – Hang the DJ” (Netflix) “King Charles III” (BBC Two) “Murdered For Being Different” (BBC Three)

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    Detetive da série The Missing vai ganhar seu próprio spin-off

    3 de abril de 2018 /

    A série britânica “The Missing” vai ganhar um spin-off centrado no ex-inspetor Julien Baptiste, o detetive interpretado por Tchéky Karyo, que roubou a cena nas duas temporadas da atração. O personagem francês, que foi o investigador principal no desaparecimento da 1ª temporada de “The Missing” e explorou o retorno surpresa da 2ª temporada, parecia estar morrendo no último episódio. No entanto, se recuperou o suficiente para correr atrás de um novo caso. Desta vez, ele não deve investigar um desaparecimento, por isso os irmãos Jack e Harry Williams resolveram alterar o nome da série para “Baptiste”, como o personagem. O spin-off vai acompanhar Baptiste e sua esposa em uma visita a Amsterdã, quando a chefe de polícia, que por acaso é uma ex-namorada do veterano policial, procura sua ajuda em um caso que o conduz por ruas e canais de Amsterdã até o submundo da capital holandesa. As gravações vão acontecer no final do ano em Amsterdã e na Bélgica, com produção da rede pública britânica BBC. Em declaração no comunicado da produção, Karyo disse que o personagem era “muito querido” para ele. “Estou muito animado por seguir sua jornada até as ruas de Amsterdã e ver que segredos sombrios ele revela dessa vez. Sem dúvida, ele continuará a assumir grandes riscos, tudo em nome da justiça”, acrescentou. O diretor executivo da BBC Piers Wenger acrescentou: “Julien Baptiste – interpretado pelo excepcional Tchéky Karo – é uma das maiores criações dos irmãos Williams e totalmente merecedora de sua própria série. Esta primeira série de Baptiste nos permitirá descobrir mais sobre Julien do que nunca, já que ele cai de pára-quedas no centro de uma história de crime chocante e abrangente”. “Baptiste” só deve estrear em 2019.

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