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    Estreia de The Gifted lidera audiência da Fox, mas não impressiona

    3 de outubro de 2017 /

    A estreia de “The Gifted” foi o programa mais visto da rede Fox na noite de segunda (2/10) nos EUA, mas o desempenho não foi exatamente o que se esperava de uma atração derivada de uma franquia da Marvel, com tratamento de superprodução e direção de Bryan Singer, o cineasta responsável pelos “X-Men”. A série foi assistida por 4,85 milhões de telespectadores ao vivo. A boa notícia é que a maioria do público estava dentro do target, rendendo 1,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Isto representa um desempenho melhor que, por exemplo, “Wisdow of the Crowd”, vista por 8,88 milhões de telespectadores no domingo, mas com apenas 1,4 ponto na demo. Com 73% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Gifted” também teve uma das estreias mais bem-avaliadas da temporada. Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração se passa numa realidade distópica, em que mutantes são caçados pelo governo americano, e gira em torno de uma família em fuga, após seus filhos manifestarem poderes. Perseguidos por uma equipe militarizada, eles encontram refúgio com o grupo de mutantes rebeldes. A família é formada por Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”), Stephen Moyer (série “True Blood”) e os adolescentes Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (série “Between”). E os mutantes rebeldes incluem alguns X-Men dos quadrinhos: Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”), Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”), além de Eclipse (Sean Teale, da série “Reign”), criado especialmente para a série. O lançamento da série no Brasil acontece nesta terça (3/10) às 22h30 no canal pago Fox.

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  • Série

    Estreia de Wisdow of the Crowd rende maior audiência do fim de semana e as piores críticas

    2 de outubro de 2017 /

    Três novas séries estrearam no domingo (1/10) na TV aberta americana. E apenas uma registrou uma audiência expressiva. A série “Wisdow of the Crowd” foi vista por 8,88 milhões de telespectadores na rede CBS, apesar de seu conceito batido – mais uma série de bilionário que acha que pode resolver os problemas do mundo, como as recentes “APB” e “Pure Genius”, ambas canceladas na 1ª temporada. Graças à grande sintonia, a série se tornou o programa de ficção mais visto da TV no fim de semana nos Estados Unidos. Superou até mesmo o antigo campeão “NCIS: Los Angeles”, que estreou sua 9ª temporada com 8,48 milhões de telespectadores. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário de tecnologia brilhante, que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Jeremy Piven (série “Entourage”) vive o protagonista, Natalia Tena (a Osha de “Game of Thrones”, irreconhecível) é sua principal assistente no projeto e Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”) interpreta o detetive policial encarregado de checar as informações recebidas. Vale ressaltar que, apesar da grande audiência, a série teve um registro modesto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes): 1,4 pontos. A pontuação é exatamente a mesmo da estreia de “Ghosted” na Fox, que, entretanto, foi vista por menos da metade do público de “Wisdom of the Crowd”: 3,56 milhões de tespectadores. Criada por Tom Gormican (roteirista do filme “Namoro ou Amizade”), a série de comédia paranormal é uma mistura de “Arquivo X” e “Homens de Preto”. Por motivos obscuros, uma organização chamada Underground recruta um segurança cético e um vendedor que acredita em alienígenas, vividos respectivamente por Craig Robinson (série “The Office”) e Adam Scott (série “Parks and Recreation”), para resolver casos misteriosos, que envolvem fenômenos paranormais. Por fim, o suspense “Ten Days in the Valley” teve quase a mesma audiência, 3,47 milhões de telespectadores, mas marcou apenas 0,6 ponto na demo. É um começo complicada para a produção da rede ABC. Criada por Tassie Cameron (que criou também a bem-sucedida série canadense “Rookie Blue”), a atração traz Kyra Sedgwick, que estrelou a série policial “The Closer” por sete temporadas, no papel de uma produtora-roteirista de serie policial. Mas a metalinguagem não se limita a essa ironia. Na trama, Sedgwick vive Jane Sadler, uma produtora de televisão sobrecarregada e mãe solteira que passa por um divórcio turbulento. Quando sua filha desaparece, o mundo de Jane – e a controversa série policial que produz – implode. Para o detetive policial vivido por Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), os demais roteiristas da série são suspeitos, assim como o ex-marido e todos que possuem acesso à residência. Aos poucos, fica claro que todos possuem segredos e ninguém é confiável. O sucesso ou o fracasso das séries vai depender da audiência dos próximos episódios. Afinal, apesar de ter liderado a audiência, “Wisdom of the Crowd” foi a estreia mais malhada pela crítica, com apenas 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nesta disputa, “Ten Days in the Valley” saiu-se bem melhor, com 62% de aprovação. Por este critério, a melhor das três é “Ghosted”, com 74% de críticas favoráveis.

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    Cena inédita de Star Trek: Discovery destaca primeiro personagem gay da franquia televisiva

    1 de outubro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly revelou uma cena exclusiva do próximo episódio de “Star Trek: Discovery”, que mostra como a protagonista Michael Burnham (personagem de Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”) encontra-se deslocada e discriminada à bordo da nave Discovery, devido à sua fama de “amotinada”, como lembra o Tenente Stamets (Anthony Rapp, de “Uma Mente Brilhante”), em sua primeira aparição na divulgação da série. Seu personagem também é o primeiro abertamente gay do universo televisivo de “Star Trek”. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, a estreia de “Star Trek: Discovery” foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Mas os novos episódios não passarão na TV aberta. A plataforma CBS All Access irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” é disponibilizada pela Netflix, na proporção de um episódio por semana, sempre às segundas.

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    Série dos Inumanos tem a estreia de pior audiência e críticas mais negativas da temporada

    30 de setembro de 2017 /

    A série “Inhumans”, baseada nos quadrinhos dos Inumanos, estreou com um episódio duplo na noite de sexta-feira (29/9) nos Estados Unidos, que confirmou as expectativas negativas em torno de seu lançamento com o pior desempenho entre as estreias da temporada até o momento. A atração da rede ABC foi vista por 3,8 milhões de telespectadores e registrou 0,9 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). O desempenho também é pior que o das séries que ocupavam o mesmo horário na temporada passada, “Last Man Standing” e “Dr. Ken”, ambas canceladas por baixa audiência. A crítica foi fulminante, considerando “Inhumans” a obra mais fraca já produzida pela Marvel. Houve até quem a comparasse ao “Quarteto Fantástico” de Roger Corman, filme tão trash que foi proibido de ser lançado nos anos 1980. A aprovação no site Rotten Tomatoes registra apenas 4%, que também é o índice mais baixo entre todas as séries estreantes da temporada. A produção de “Inhumans” chamou atenção desde sua concepção, quando foi anunciado como a primeira série com estreia em cinemas do circuito IMAX. Como o IMAX tinha exibido anteriormente episódios de “Game of Thrones”, muitos imaginaram que a Marvel faria sua produção mais ambiciosa, cara e ousada. Mas o passo seguinte foi a contratação de Roel Reiné (“Corrida Mortal 3”), um diretor de sequências trash lançadas direto em vídeo, que, em suas desastrosas entrevistas de divulgação, confirmou que o estúdio queria algo rápido e barato, além de reclamar da qualidade dos efeitos. Foi a crônica de um desastre anunciado. Feita na pressa, de qualquer jeito e sem muito investimento, a série não justificou sua exibição em IMAX. Mas nem sequer se sustenta na telinha, onde seu roteiro fraquíssimo, repleto de clichês e frases bobas, de autoria de Scott Buck (“Punho de Ferro”), também parece ter sido escrito a toque de caixa. Registradora. O contraste com “The Gifted”, série baseada no universo dos “X-Men”, que estreia a seguir na TV americana, é brutal. A Fox tratou com mais carinho a propriedade da Marvel que a própria ABC, que é da Disney como a editora dos quadrinhos, contratando o diretor dos filmes dos “X-Men” para assinar o piloto e investindo em efeitos caros, não em visuais de liquidação. Já considerada a pior série da Marvel, “Inhumans” pode se tornar também seu maior fracasso e arranhar a reputação televisiva da empresa, que nunca mais ganhará um cheque em branco do IMAX ou outro parceiro para realizar um produto abaixo da linha da mediocridade. Quem duvidar, poderá conferir em breve pelo canal pago Sony, que exibirá “Inhumans” no Brasil a partir de 14 de novembro.

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    Veja a abertura, cenas e fotos da estreia da 2ª temporada de The Exorcist

    29 de setembro de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou a abertura, cinco cenas e 36 fotos da estreia da 2ª temporada de “The Exorcist”. Apenas os padres Tomas Ortega (Alfonso Herrera), Marcus Keane (Ben Daniels) e Bennett (Kurt Egyiawan) continuam na trama, que se passará em nova locação e com uma diferente ameaça. A trama acontece num abrigo para menores, localizado numa ilha privada e isolada na costa de Seattle. Quando um dos jovens começa a manifestar sintomas de possessão, o psicólogo infantil que supervisiona o local entra em contato com os exorcistas. O ator John Cho (o Sr. Sulu nos filmes de “Star Trek”) vai viver o psicólogo e o elenco ainda inclui Brianna Hildebrand (Negasonic Teenage Warhead em “Deadpool”), Zuleikha Robinson (série “Lost”), Li Jun Li (série “Quantico”), Hunter Dillon (o jovem Sam Winchester em “Supernatural”), Alex Barima (“Dever e Honra”), Amelie Eve (“A Cabana”) e Cyrus Arnold (o jovem Derek em “Zoolander 2”). Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” retorna nesta sexta (29/9), tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Por aqui, a exibição acontece no canal FX, às 23h30.

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    Gotham perde público e registra a pior audiência de sua história

    29 de setembro de 2017 /

    A Fox pode ter decretado o cancelamento de “Gotham”, ao tirar a série de sua confortável posição nas noites de segunda para passar a exibi-la no dia mais competitivo da TV americana: as quintas de “Grey’s Anatomy”, “Scandal”, “Chicago Fire”, “How to Get Away with Murder” e agora também “Will & Grace”. O segundo episódio da 4ª temporada, exibido na quinta passada (28/9), registrou a pior audiência de toda a série, vista por apenas 2,9 milhões de telespectadores e com 0,9 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Para comparar, “Gotham” estreou com 3,2M e 1,0 pontos na semana anterior, mas este número já se encontrava abaixo da estréia da 3ª temporada (3,9M e 1,3 pontos). Para um programa que chegou a temer o cancelamento no ano passado, os números são motivos de grande preocupação. Não é à toa que os produtores parecem estar acelerando a transformação do adolescente franzino Bruce Wayne (David Mazous) em Batman. Além de mostrar o personagem se fantasiando para combater o crime nas ruas de Gotham City, há vários elementos de “Batman Begins” (2005) na trama do quarto ano da produção.

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    Volta de Will & Grace é vista por 10 milhões nos Estados Unidos

    29 de setembro de 2017 /

    A estreia do revival de “Will & Grace” superou expectativas e foi a série mais assistida da noite de quinta-feira (28/9) nos Estados Unidos, segundo dados de monitoramento da Nielsen. Vista por 10M (milhões) de telespectadores, praticamente empatou com o público que preferiu ver uma partida de futebol americano em outro canal (10,7M). Considerada a noite mais competitiva da TV americana, a quinta também teve a volta de “Grey’s Anatomy” (7,95M), “Chicago Fire” (7,18M) e “How to Get Away with Murder” (4M). E além de superar todas as demais atrações de diferentes horários, “Will & Grace” ainda ajudou o restante da programação da rede NBC a aumentar sua audiência. Numa estratégica temática, o canal juntou suas comédias na quinta, resultando num aumento da média de público de “Superstore” (4,5M) e “The Good Place” (4,6M) em relação à temporada passada, enquanto “Great News” (5,1M) registrou sua melhor audiência desde a estreia da 1ª temporada em abril. Em compensação, a situação de “Gotham” (2,9M) preocupa diante de concorrência tantos carros-chefes de audiência. A série da Fox teve o pior público de sua história.

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    SEAL Team leva a melhor na disputa entre as séries militares estreantes

    29 de setembro de 2017 /

    Na disputa entre as séries militares que debutam nesta temporada, “SEAL Team” saiu-se melhor. A atração estrelada por David Boreanaz (série “Bones”) foi vista por 9,7M (milhões) de telespectadores ao vivo em sua estreia na rede CBS. Foi o programa mais assistido da noite de quarta (27/9) nos Estados Unidos, mas curiosamente teve baixo impacto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), registrando apenas 1,5 pontos. Mesmo assim superou “Criminal Minds”, que no ano passado foi exibido no mesmo dia e horário com média de público de 7,5M e 1,4 pontos. Mas a comparação que faz mais sentido é com seu rival temático da rede NBC, “The Brave”, a primeira das três séries militares de 2017 a estrear na programação americana. E, em franco contraste, “The Brave” foi a estreia mais fraca de sua noite, vista por 6M de telespectadores na segunda (25/9). Ainda é cedo para definir se este contraste indica qual será renovada e qual será cancelada. Mas o declínio natural de interesse em relação aos próximos episódios de ambas as séries pode solidificar tendências. Já a terceira série militar, “Valor”, só estreia em 9 de outubro no CW, mas dificilmente terá os mesmos números das outras duas, considerando que seu canal tem a pior audiência (mas também o maior demo relativo) entre as redes de TV dos Estados Unidos.

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    Estreia da 2ª temporada de This Is Us bate recorde de audiência da série

    29 de setembro de 2017 /

    Após impressionar como a série mais premiada e de maior audiência da TV aberta nos Estados Unidos logo em sua 1ª temporada, o fenômeno “This Is Us” voltou à programação da rede NBC em grande estilo, quebrando seu próprio recorde. O episódio de estreia da 2ª temporada foi assistido por 12,64 milhões de telespectadores e marcou 3.8 pontos na escala demográfica que interessa aos anunciantes. O número superou o final da 1ª temporada, até então o episódio mais assistido da série, que atingiu um público de 12,8 milhões e marcou 3.4 pontos. O retorno também agitou as redes sociais com uma revelação importante sobre a morte do pai dos protagonistas, vivido nas cenas de flashback por Milo Ventimiglia (“The Whispers”). “This Is Us” é uma criação de Dan Fogelman (criador de “Galavant” e “The Neighbors”) e acompanha as vidas de três crianças criadas na mesma família, com histórias que os mostram na infância, na adolescência e na vida adulta. Seu grande elenco inclui ainda Mandy Moore (série “Red Band Society”), Justin Hartley (“Smallville”), Chrissy Metz (“American Horror Story”), Susan Kelechi Watson (“Louie”), Chris Sullivan (“The Knick”), Ron Cephas Jones (“Mr. Robot”) e Sterling K. Brown (“American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”), que venceu o Emmy 2017 de Melhor Ator. A série ainda está exibindo seus primeiros episódios no Brasil, no canal pago Fox Life.

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    Trailer dos próximos episódios de Star Trek: Discovery ganha versão legendada

    27 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado dos próximos episódios de “Star Trek: Discovery”. O vídeo original foi exibido ao final da estreia da série no domingo (24/9) na TV americana. Com spoilers em relação aos eventos dos primeiros capítulos, a prévia revela o que acontece com a “amotinada” Michael Burnham (personagem de Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”) e finalmente apresenta a nave Discovery e seu capitão, Gabriel Lorca (Jason Isaacs). A estreia foi um sucesso retumbante. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Transmitidos em sequência, os dois primeiros capítulos, escritos por Bryan Fuller (série “American Gods”) e Alex Kurtzman (“Star Trek”), fizeram a introdução da nova saga, passada em plena guerra contra os klingons, numa história semi-completa como um filme das franquias atuais. Mas o trailer abaixo mostrou que ainda há muito mais por vir. “Imagine as possibilidades”, como diz o Capitão Lorca. Segundo o site Deadline, a exibição rendeu um número recorde de inscrições num único dia ao serviço CBS All Access, que irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” chegou pela Netflix na segunda (25/9).

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    Séries Young Sheldon e The Good Doctor têm estreias fenomenais nos Estados Unidos

    26 de setembro de 2017 /

    A temporada de outono entrou com força total na programação da TV americana, e já há duas séries estreantesque chamam atenção por sua audiência fenomenal na noite de segunda (25/9). A rede ABC conquistou um sucesso estrondoso com “The Good Doctor”, novo drama médico de David Shore (o criador de “House”), em que Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”) interpreta um médico com autismo. O primeiro episódio foi assistido por 11,2M (milhões) de telespectadores. Isto representa a maior audiência de um programa de ficção exibido às segundas na ABC desde “Dangerous Minds”… em 1996! Ou seja, uma audiência não experimentada pelo canal em 21 anos. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na juventude de Sheldon Cooper, “Young Sheldon” foi um fenômeno ainda maior na CBS, visto simplesmente por 17,2M (milhões) de telespectadores. O número é tão absurdo que não era igualado por uma série de comédia estreante desde a estreia de “2 Broke Girls” em 2011. Trata-se, portanto, do maior lançamento de comédia da TV americana dos últimos seis anos. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”). O detalhe é que a exibição do primeiro capítulo foi só um aperitivo. A rede exibiu apenas o piloto de forma adiantada, e só vai retomar a transmissão dos demais episódios em novembro. A segunda comédia nova da CBS não impressionou tanto. O primeiro episódio de “Me, Myself & I” foi visto por 7,5M. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), sua premissa é inovadora para uma comédia televisiva: acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. Jack Dylan Grazer (“It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) vivem as versões jovem, adulta e idosa do mesmo personagem. Por fim, a rede NBC lançou “The Brave”, a primeira de três séries militares produzidas por diferentes canais nesta temporada. E foi a estreia mais fraca da noite, com 6M de telespectadores. Criada por Dean Georgaris (roteirista de “Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida” e do remake de “Sob o Domínio do Mal”), a série usa a premissa da guerra ao terror para apresentar uma unidade militar de elite dos Estados Unidos que age em missões arriscadas em território estrangeiro. O elenco inclui Anne Heche (série “Aftermath”) e Mike Vogel (série “Under the Dome”).

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    2ª temporada de Star Trek: Discovery só deve estrear em 2019

    26 de setembro de 2017 /

    Caso a série “Star Trek: Discovery” seja renovada, os fãs terão que esperar mais de uma ano pelos novos episódios. O produtor executivo Alex Kurtzman (roteirista do filme “Star Trek”) afirmou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter, que a 2ª temporada da série só deverá ser lançada em 2019, se for encomendada. “Já aconteceram conversas preliminares sobre quando e como fazer a 2ª temporada e fomos muito consistentes ao dizer que é melhor não anunciar a data e ter que adiá-la. Vamos levar em consideração tudo o que descobrimos nessa temporada. Agora que sabemos o que podemos fazer e quais são as armadilhas, vamos anunciar uma data que faça sentido para todo mundo – tanto para a produção quanto para a CBS. Queremos levar o tempo certo, sem pressa. Idealmente, no início de 2019.” “Star Trek: Discovery” teve três adiamentos antes de estrear no domingo (24/9) na TV americana, quase um ano após o previsto originalmente. Mas seu lançamento foi um sucesso retumbante. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Segundo o site Deadline, a exibição rendeu um número recorde de inscrições num único dia ao serviço CBS All Access, que irá mostrar com exclusividade os demais episódios por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” chegou pela Netflix na segunda-feira (25/9).

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    Trailer dos próximos capítulos de Star Trek: Discovery finalmente introduz a nave que dá nome à série

    25 de setembro de 2017 /

    O trailer exibido no final do episódio duplo de estreia de “Star Trek: Discovery”, transmitido no domingo (24/9) na TV americana, chegou na internet. Com spoilers em relação aos eventos dos primeiros capítulos, a prévia revela o que acontece com a “amotinada” Michael Burnham (personagem de Sonequa Martin-Green, da série “The Walking Dead”) e finalmente apresenta a nave Discovery e seu capitão, Gabriel Lorca (Jason Isaacs). A estreia foi um sucesso retumbante. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Como se não bastasse, ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Transmitidos em sequência, os dois primeiros capítulos, escritos por Bryan Fuller (série “American Gods”) e Alex Kurtzman (“Star Trek”), fizeram a introdução da nova saga, passada em plena guerra contra os klingons, numa história semi-completa como um filme das franquias atuais. Mas o trailer abaixo mostrou que ainda há muito mais por vir. “Imagine as possibilidades”, como diz o Capitão Lorca. Segundo o site Deadline, a exibição rendeu um número recorde de inscrições num único dia ao serviço CBS All Access, que irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” chega pela Netflix nesta segunda (25/9).

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