Crossover de How to Get Away with Murder e Scandal tem pouco impacto na audiência
Aguardadíssimo pelos fãs, o crossover das séries “How to Get Away with Murder” e “Scandal” na rede americana ABC não trouxe muitos curiosos para as duas séries. O primeiro encontro entre as personagens vividas por Kerry Washington e Viola Davis na televisão aconteceu na quinta (1/3) e rendeu apenas um aumento modesto de público. O episódio em que Annalise Keating (Davis) apareceu em “Scandal” trouxe um aumento de 9% na audiência (ou 0,2 pontos na demo) em relação ao episódio anterior da série, enquanto a participação de Olivia Pope (Washington) na trama de “How to Get Away with Murder” rendeu crescimento de 24% (0,3 na demo). Mesmo assim, ambas as séries tiveram menos público que o episódio comum de “Grey’s Anatomy” exibido logo em seguida. Ao todo, “How to Get Away with Murder” foi visto por 4,1 milhões de telespectadores e “Scandal” por 5 milhões, ambas bem abaixo dos 7 milhões de “Grey’s Anatomy”. Em termos de comparação, o resultado foi bastante inferior à experiência bem-sucedida da rede CW quando exibiu seus dois crossovers de séries de super-heróis – com recordes de audiência e aumento até de 90% no público de uma das séries envolvidas. “Scandal” está atualmente em sua 7ª e última temporada, enquanto “How to Get Away with Murder” atravessa sua 4ª temporada. Ambas são exibidas no Brasil pelo canal pago Sony.
Atores originais de Once Upon a Time devem voltar para o final da série
Os produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis revelaram que o final de “Once Upon A Time”, anunciado há 20 dias, ainda não foi escrito, porque estão tentando trazer todos os atores originais para participar do encerramento da produção. “Vamos ver muitos rostos familiares no final”, garantiu Kitsis, em entrevista realizada durante uma sessão de imprensa do episódio de retorno da série. “Houve um convite aberto para todos os atores que já participaram para voltar agora no final. Vamos ver quem está disponível”, explicou o criador da série. Um dos retornos foi confirmado no evento: Jared Gilmore, que interpretou o jovem Henry Mills por seis temporadas e foi substituído por Andrew J. West (série “The Walking Dead”) como sua versão adulta na 7ª temporada. “Estamos muito entusiasmados por ter Jared de volta”, disse o co-criador Adam Horowitz. “Ele é de muitas maneiras o coração e a alma da série. Ele cresceu literalmente na série e é realmente maravilhoso vê-lo de volta. Espero que o público aproveite. Nós sentimos que temos uma aventura divertida”. O jovem Henry vai aparecer num episódio de flashback, ao lado de sua madrasta, a Rainha Má de Branca de Neve (vivida por Lana Parrilla), que irá mostrar o começo de sua vida universitária. O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. “Mas isso significa que todos estão voltando? Não, porque eles são pessoas reais com vidas reais e não podemos forçá-las a trabalhar mais. Nós tentamos!”, desabafou Kitsis, prevendo desapontar alguns fãs. Afinal, a maioria espera as voltas de Ginnifer Goodwin e Josh Dallas, intérpretes respectivamente de Branca de Neve e o Príncipe Encantado, que iniciaram um romance real durante as gravações da série. Apesar de faltarem apenas 90 dias para a exibição do capítulo final, previsto para 18 de maio, Horowitz e Kitsis seguem trabalhando na história. Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” começará a exibir seus últimos episódios no dia 2 de março nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
The Walking Dead retorna com piores números de recomeço de temporada da série
A morte de Carl em “The Walking Dead” pode ter sido muito comentada, mas não ajudou a impedir a tendência de queda de audiência da série. Depois do pior midseason finale de sua trajetória, visto por 7,9 milhões de telespectadores em dezembro, a série voltou com o segundo pior recomeço de temporada já registrado, com 8,3 milhões de telespectadores no domingo (25/2) nos Estados Unidos. O número só é melhor que a primeira midseason da série, que aconteceu na metade da 2ª temporada, vista por 8,1 milhões em 2012. Entretanto, em termos do público da demo, o número atual foi bem pior. Em 2012, o início da midseason rendeu 4,2 pontos, enquanto agora marcou 3,6 entre os adultos de 18 a 49 anos, a faixa mais valorizada pelo mercado publicitário nos Estados Unidos. A partir do terceiro ano e até o final da 7ª temporada, todos os episódios tiveram sintonia de mais de 10 milhões nos Estados Unidos. A queda vista na atual 8ª temporada foi precedida por reclamações do público contra o ritmo lento da série, especialmente à tática de dispersar a trama com episódios consecutivos focados em personagens secundários. A alardada morte de Carl, interpretado pelo jovem Chandler Riggs, também foi motivo de protestos, que levaram à criação de uma petição pedindo a demissão do showrunner Scott M. Gimple. A pressão foi tanta que ele foi afastado da função, embora pareça ter “caído para cima”, promovido para um cargo recém-criado: Diretor de Conteúdo da franquia, com a função de supervisionar o universo compartilhado das séries de zumbis e expandir o mundo de “The Walking Dead” em novos derivados e produtos – ninguém sabe quais. O episódio que marcou a volta da série foi vítima do tipo de narrativa privilegiado por Gimple, com cortes constantes entre cenas importantes e situações secundárias, uma tática que vem matando o suspense e a dramaticidade da série. As audiências do começo e recomeço da temporada costumam ser as mais altas de uma série. Assim, as atenções se voltam para os números do próximo episódio, que definirão exatamente o tamanho do buraco cavado pelo showrunner antes de passar a responsabilidade de comandar a série para seu substituto. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Mas ela só assumirá na 9ª temporada, que pode não contar mais com Maggie, a personagem de Lauren Cohan, devido a picuinhas financeiras. A 8ª temporada será exibida até o dia 25 de abril – com transmissão simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.
Final de Star Trek: Discovery fez a série ser a mais comentada das redes sociais na última semana
Um estudo da empresa de pesquisas Parrot Analytics revelou que o final de “Star Trek: Discovery” mobilizou as redes sociais desde a semana passada. As reviravoltas e especialmente o cliffhanger da temporada – o encontro com a nave Enterprise – , levou a série a receber 66 milhões de citações online, ultrapassando todas os demais seriados nos últimos sete dias. Também chamou atenção que séries atualmente fora do ar tenham aparecido com destaque no levantamento: “The Walking Dead” teve 46 milhões de citações, em 2º lugar, e “Stranger Things” 24 milhões, em 4º lugar. O 3º lugar ficou com “This Is Us”, com 37 milhões, e o 5º com “Altered Carbon”, 22 milhões. A empresa analisa dados de expressões online, coletando menções de cada série para concluir quais produções geraram mais conversas e portanto, mais interesse, nas redes sociais.
Altered Carbon não teria feito sucesso de audiência na Netflix
A empresa de pesquisas Nielsen divulgou alguns dados de audiência da Netflix, que colocam em dúvida a renovação de “Altered Carbon” para a 2ª temporada. O levantamento mostra que a série de ficção científica não foi um sucesso de público nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o primeiro episódio de “Altered Carbon” teve uma média de 5,9 milhões de espectadores, enquanto o último chegou à marca de 1 milhão. Na média da audiência, nos três primeiros dias, a série foi assistida por 3,7 milhões de pessoas. Como comparação, a Nielsen afirmara anteriormente que a 2ª temporada de “Stranger Things” foi assistida por 15,8 milhões de pessoas. Vale lembrar que a Netflix não divulga seus números oficialmente e que as pesquisas da Nielsen já foram desqualificadas pela plataforma de streaming, por só levar em conta a audiência de quem assiste Netflix em aparelho televisor. A maioria do público da Netflix assiste séries em aparelhos móveis. Passada no século 25, “Altered Carbon” foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro, tornando a morte obsoleta. Na trama, Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver o assassinato do próprio Bancroft – ou melhor, do antigo corpo que ele usava. A estreia aconteceu em 2 de fevereiro.
Descendentes 3 é confirmado com teaser que revela novo vilão
O Disney Channel surpreendeu os fãs da franquia “Descendentes” com a divulgação de um teaser anunciando a produção do terceiro telefilme. Mais que isso, o vídeo já revela quem será o novo vilão da história: o pai misterioso de Mal (Dove Cameron), a filha da bruxa Malévola. Não é de surpreender que a Disney planeje continuar explorando as aventuras dos filhos dos vilões das fábulas encantadas. “Descendentes 2” foi um dos maiores fenômenos de audiência do canal dos últimos anos. Ao vivo, em sua exibição original em julho, o telefilme infantil foi visto por 5,3 milhões de telespectadores, mas, somadas as reprises, transmissões em outros canais e plataformas online, o número atingiu 21 milhões de telespectadores, e isto apenas em seu fim de semana de estreia. “Descendentes 2” também se destacou como o programa mais visto de 2017 por crianças entre 2 e 11 anos de idade. Além disso, sua trilha sonora atingiu o 1º lugar na parada do iTunes. Com música, dança e magia, a franquia dirigida por Kenny Ortega (“High School Musical”) conta a história dos filhos dos grandes vilões das fábulas, que foram aceitos no Reino Encantado, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, dar-lhes uma chance para provar que não eram iguais aos seus pais, e assim poder estudar na mesma escola que os filhos das princesas da Disney. Todo o elenco está confirmado em “Descendentes 3”, assim como Kenny Ortega e as roteiristas Josann McGibbon e Sara Parriott (de comédias dos anos 1990, como “Três Solteirões e uma Pequena Dama” e “Noiva em Fuga”), que criaram a atração. Mas ainda não há previsão para a estreia da continuação.
Chris Carter diz que poderia continuar Arquivo X sem Gillian Anderson
O produtor-roteirista Chris Carter, criador de “Arquivo X”, diz que a série poderia continuar mesmo sem a participação de Gillian Anderson, que já anunciou seus planos de deixar a atração ao final da 11ª e atual temporada. “Eu acho que ‘Arquivo X’ pode continuar vivo, há mais histórias para contar, com Gillian ou sem ela”, disse Carter em entrevista ao site Digital Spy, acrescentando que nada estava determinado ainda e que ele ficaria “sentido por vê-la sair”. Gillian vem falando desde outubro – na Comic Con de Nova York – que pretende aposentar a personagem Dana Scully após encerrar os episódios atuais. “Eu disse desde o início que seria o final para mim”, ela ressaltou, em dezembro, em uma entrevista para a revista TV Guide. E se ainda havia dúvidas, ela voltou a confirmar, em janeiro, no evento semestral da TCA (Television Critics Association). “Já deu para mim. Estou falando sério”, disse a atriz. “Eu quero ser desafiada como atriz e quero fazer muitos outros personagens. Não quero ficar presa por meses e meses em um personagem específico”, completou. Embora a Fox não tenha se comprometido com temporadas adicionais além da atual, Chris Carter não concebeu o último episódio como um final de série. Ele confessou que não sabia que Gillian Anderson pretendia abandonar a série ao conceber os novos episódios, mas lembrou que já fez uma temporada com David Duchovny praticamente ausente – a 9ª e derradeira temporada original. E acha que poderia criar uma 12ª em torno da ausência de Anderson. “Scully seria um centro de atenção ausente, da mesma forma que aconteceu com Mulder no passado. Mesmo ausente, ele era o centro da preocupação de todos nos episódios em que não aparecia”. Esta decisão, porém, não está nas suas mãos. “Arquivo X” tem amargado as piores audiências de sua história, desde o lançamento em 1993. O episódio mais recente, exibido na noite de quarta passada (31/1), foi assistido por 3,6 milhões de telespectadores ao vivo, registrando 0,9 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A mais baixa audiência da história do programa, que, em seu auge nos anos 1990, chegou a ser visto por mais de 20 milhões de pessoas ao vivo. A 11ª temporada de “Arquivo X” está sendo exibida pelo canal pago Fox com uma semana de atraso no Brasil.
Once Upon a Time é cancelada em sua 7ª temporada
A rede americana ABC anunciou o cancelamento da série “Once Upon a Time” (Era Uma Vez) em sua 7ª e atual temporada. O público não aprovou o reboot da atração, tentado no começo da nova e agora última temporada. As mudanças de elenco e do dia de exibição – de domingo para sexta nos Estados Unidos – derrubaram a audiência da série, exibida como “Era uma Vez” na TV brasileira. O problema ficou claro desde a estreia em outubro, vista por 3,3 milhões de telespectadores – a pior abertura de temporada da história da série – e uma pontuação de 0,7 pontos, a mais baixa já registrada entre todos os episódios exibidos da atração. A partir daí, a audiência despencou ainda mais, atingindo uma média de 2,4 milhões e 0,5 na demo – uma redução de cerca de 37% de audiência em relação ao ano anterior. Em comunicado, a presidente da ABC, Channing Dungey, tentou dourar a pílula. “Quando ouvimos a proposta de Adam Horowitz e Edward Kitsis para ‘Once Upon a Time’, sabíamos que seria algo incrivelmente especial. Durante sete anos, eles nos cativaram com sua criatividade e paixão enquanto reimaginavam alguns dos contos de fadas mais queridos da Disney, criando um programa de inegável sucesso ao redor do mundo. Dizer adeus será amargo, mas ‘Once Upon a Time’ será sempre parte do legado do ABC, e mal podemos esperar para que os fãs se juntem a nós neste capítulo final épico”. Os criadores de ‘Once Upon a Time’, Adam Horowitz e Edward Kitsis, também se pronunciaram sobre o cancelamento: “Há sete anos, criamos um programa sobre a esperança, onde, mesmo nos momentos mais sombrios, um final feliz sempre seria possível. Mas nunca imaginamos o final feliz que estava guardado para todos nós – anos e anos de aventura, romance, magia e esperança. Estamos tão agradecidos aos nossos brilhantes colaboradores – o elenco, a equipe e os roteiristas –, bem como os nossos parceiros no estúdio e na emissora que tornaram esta jornada possível. Mas, acima de tudo, queremos agradecer aos fãs. Sua feroz lealdade e devoção foi a verdadeira magia por trás de ‘Once Upon a Time’. Esperamos que se juntem a nós durante estas últimas horas enquanto viajamos para a Floresta Encantada para mais uma última aventura”. O arco final da série é centrado na versão adulta de Henry, o menino que originalmente arrastou a protagonista Emma (Jennifer Morrison) para o mundo dos contos de fadas. O papel vivido pelo menino Jared Gilmore passou a ser encarnado por Andrew J. West (série “The Walking Dead”), ao mesmo tempo em que o avanço no tempo tirou a família de Branca de Neve da trama. Ginnifer Goodwin (Branca de Neve), Josh Dallas (Príncipe Encantado), Jared Gilmore (Henry) e Jennifer Morrison (Emma) estavam no programa desde o início, e a história central girava em torno deles. Com a mudança, a série passou a acompanhar a família de Cinderela: Dania Ramirez (“Devious Maids”) como a própria Cinderela, Adelaide Kane (“Reign”) como Drizela, meia-irmã de Cinderela, e Gabrielle Anwar (série “Burn Notice”) como Lady Tremaine, também conhecida como Madrasta Malvada. O novo elenco fixo ainda destaca Mekia Cox (“Chicago Med”) como a Princesa Tiana, Rose Reynolds (“Poldark”) como uma versão rebelde de Alice do País das Maravilhas, e Alison Fernandez (intérprete da menina Jane em flasbacks de “Jane the Virgin”) como Lucy, a filha de Henry. Apenas três intérpretes originais foram mantidos no reboot: Lana Parrilla (Regina/Rainha Má), Robert Carlyle (Sr. Gold/Rumpelstiltskin) e Colin O’Donoghue (Hook/Capitão Gancho). Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” começará a exibir seus últimos episódios no dia 2 de março nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
Morte de protagonista torna This Is Us a série mais assistida da década nos EUA
O episódio de “This Is Us” exibido após o Super Bowl, na noite de domingo (4/2) nos Estados Unidos, bateu diversos recordes de audiência, e não apenas da própria série. Segundo dados de medição da Nielsen, 27 milhões de telespectadores viram ao vivo a atração na rede NBC, com a angústia pela antecipada morte de um de seus protagonsitas. O número faz de “This Is Us” a atração pós-Super Bowl mais popular dos últimos seis anos, após o reality musical “The Voice”, atrair 37,6 milhões de espectadores em 2012. Considerando apenas séries, o episódio intitulado “Super Bowl Sunday” se tornou o mais visto dos últimos 13 anos do canal, perdendo apenas para a audiência de capítulos de “Plantão Médico” (ER) e “Friends”. Mais importante que isso, o capítulo especial de “This Is Us” se consagrou como o mais visto de toda a TV americana nos últimos 10 anos, perdendo apenas para um episódio pós-Super Bowl de “House”. A exibição após o Super Bowl é considerado o horário televisivo mais valorizado dos Estados Unidos, porque a final do campeonato de futebol americano costuma render a maior audiência da TV americana em todo o ano. Mas nem sempre as atrações agendadas para sua sequência correspondem às expectativas. No caso de “This Is Us”, havia um incentivo narrativo. Os produtores anunciaram com bastante antecedência que revelariam no capítulo o motivo da morte de um dos principais personagens da série: Jack, patriarca da família Pearson. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o intérprete de Jack, o ator Milo Ventimiglia, já havia adiantado que a morte do personagem mexeria com as emoções dos fãs. “É um momento absolutamente devastador. Quando você descobre o momento em que isso vai acontecer, você pode fica esperançoso – mas então tudo acaba. Acho que o melhor que posso dizer – ou o pior – é isso: vai doer pra c******”. No Brasil, “This Is Us” faz parte da programação do canal pago Fox Life, mas a exibição está muito atrasada em relação aos Estados Unidos. A 2ª temporada, que já está no final na NBC, chega por aqui apenas em março.
Trailers do Super Bowl: Vingadores e Han Solo agitam redes sociais, mas Jurassic World lidera em visualizações
Quem venceu o Super Bowl cinematográfico? A empresa de pesquisa de dados ComScore trouxe os primeiros resultados das reações do público aos trailers exibidos na noite de domingo (4/2) durante o intervalo da final do campeonato americano de futebol (maior audiência e espaço comercial mais valorizado da TV americana). De acordo com os dados, “Vingadores: Guerra Infinita” e “Han Solo: Uma História Star Wars”, ambos lançamentos da Disney, lideram as conversas nas redes sociais, respectivamente com 161 mil e 109 mil citações. No entanto, no que diz respeito a visualizações de vídeo no YouTube e no Facebook, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, da Universal, liderou com um total de 3,56 milhões de exibições. “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, da Paramount, ficou em 2º lugar com 2 milhões.
Billions: Fotos da 3ª temporada de Billions reúnem os personagens
O canal pago americano Showtime divulgou novas fotos do elenco da 3ª temporada de “Billions”, que trará questionamentos e traições de diversos personagens. Na série, um promotor público (Paul Giamatti) tenta juntar provas para prender um executivo do mercado de ações (Damien Lewis), mas a disputa arrasta junto suas carreiras e suas esposas, vividas respectivamente por Maggie Siff e Malin Akerman, numa trama que também exalta a vida de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), a atração tem prestígio entre a crítica e vem registrando aumento significativo de audiência a cada novo episódio exibido. A 3ª temporada também marcará a estreia do ator John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) na produção, e chega em 25 de março nos Estados Unidos.
Happy! é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago Syfy anunciou a renovação de “Happy!”, série ultraviolenta e absolutamente insana, baseada nos quadrinhos homônimos de Grant Morrison e Darick Robertson. Adaptada pelo próprio Morrison e dirigida pelo cineasta Brian Taylor (de “Adrenalina” e “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança”), a série registrou uma das melhores audiências de estreia do canal desde “The Magicians”, em 2015. O primeiro episódio foi visto por 1,1 milhão de telespectadores ao vivo, com 0,4 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), mas aumentou em quase 60% o público com reprises nos primeiros três dias da exibição. Ao todo, o episódio de estreia foi visto 1,7 milhão de vezes nos Estados Unidos e também teve enorme repercussão nas redes sociais, recebendo espantosas 212 milhões de menções no Twitter. Também caiu nas graças da crítica, com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas, desde então, perdeu metade da audiência ao vivo, embora continue sendo muito falada pelas cenas de violência absurdas. A trama gira em torno de Nick Sax (Chris Meloni, de “Law & Order: SVU”), um ex-policial corrupto transformado em matador, que passa os dias enchendo a cara, até ter uma experiência de quase morte. A partir daí, passa a ver um unicórnio azulado e feliz, chamado Happy (voz de Patton Oswalt, de “Agents of SHIELD”). O bicho é o amigo imaginário de uma menininha raptada, que procura a ajuda de Sax para salvá-la. “‘Happy!’ repercutiu na audiência da Syfy e perturbou a paisagem televisiva com sua narrativa única e interpretações ultrajantes, lideradas por Christopher Meloni”, disse Chris McCumber, presidente da NBCUniversal Cable Entertainment. “Se as pessoas pensassem que esta temporada foi louca, eu mal posso esperar para que os fãs vejam o que Grant Morrison, Brian Taylor e todo o elenco e a equipe estão preparando para a sequência de ‘Happy !'” O final da 1ª temporada de oito episódios vai ao ar na quarta (31/1) nos Estados Unidos. E ainda não há previsão para a estreia dos próximos capítulos.
Estreia de The Alienist bate recorde de público no canal pago TNT
A estreia da série limitada “The Alienist” registrou público recorde para o canal pago TNT em sua primeira semana de exibição. Originalmente assistida por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão na segunda-feira passada (22/1), a atração quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões de telespectadores durante os primeiros sete dias de disponibilidade online. Segundo comunicado da TNT, a projeção multiplataforma até o final do mês é de 16 milhões de telespectadores. Isso faz de “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. Adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, a série acompanha a caçada ao primeiro serial killer de Nova York, no século 19, por um trio de “especialistas” não convencionais. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theodore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele acaba se juntando ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e a secretária da polícia Sara Howard, personagem de Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Roosevelt, por sua vez, é vivido por Brian Geraghty (série “Chicago P.D.”). A trama evoca vagamente a série britânica “Ripper Street”, ao mesmo tempo em que demonstra preocupação com aspectos históricos, como o desenvolvimento da ciência forense e os primeiros passos da luta pelos direitos das mulheres. A adaptação foi escrita por Hossein Amini (roteirista de “As Duas Faces de Janeiro” e “Drive”) e a direção ficou a cargo do belga Jakob Verbruggen, que já assinou capítulos de “Black Mirror” e “House of Cards”.












