PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Audiência de The Walking Dead cai ainda mais nos Estados Unidos

    13 de março de 2018 /

    A audiência de “The Walking Dead” segue em queda livre. Segundo a consultoria Nielsen, o episódio do último domingo (11/3) foi visto por 6,6 milhões de pessoas ao vivo nos Estados Unidos, a menor audiência da 8ª e atual temporada. Assim, cristaliza-se a tendência de encolhimento, abaixo da média de público da 2ª temporada, assistida por 6,9 milhões entre 2011 e 2012. Para dar noção da rapidez do vazamento, a temporada anterior, que já tinha preocupado o canal pago pela queda de público, manteve média de 11,3 milhão de telespectadores por episódio. Em um ano, o público caiu praticamente pela metade. Agora, o público só supera a média da 1ª temporada, vista por 5,2 milhões em 2010. Entretanto, em relação ao público-alvo, a medição de 2,8 pontos é a pior desde o quarto episódio da 1ª temporada, que registrou 2,4 pontos na demo, quando a série não era tão conhecida. Ou seja, isto significa que o último episódio supera apenas quatro episódios de todo a série em termos de audiência qualificada. Quando essa tendência começou a ficar clara, acompanhada por comentários negativos, petições e protestos nas redes sociais contra o ritmo e opções narrativas da série, a AMC decidiu “promover” o showrunner Scott M. Gimple, na prática afastando-o do dia-a-dia da produção. Mas isso pode ter acontecido tarde demais. Gimple sai da produção após matar um dos personagens mais queridos do público, o jovem Carl, que ainda está vivo nos quadrinhos em que a série se baseia. Mais importante que isso, enquanto seu antecessor, Glen Mazzara, tratou da adaptação do arco do Governador de forma rápida, por uma temporada e meia (21 episódios), Gimple esticou o confronto contra Negan além do necessário, com três dezenas de capítulos que pausam mais do que avançam a história, dispersando o foco por diversos personagens irrelevantes. Mais de 10 milhões de pessoas desistiram de seguir a série desde a 6ª temporada e não retornaram. A aposta de que uma morte traumatizante, como a de Carl, interpretado por Chandler Riggs, ajudasse a trazer o público de volta se provou equivocada. Mais pessoas abandonaram o programa. Paralelamente, o canal segue se recusando a negociar o aumento salarial pedido pela intérprete de outra personagem querida. A atriz Lauren Cohan já começar a gravar sua participação no piloto de uma nova série, supostamente recebendo o dobro. Diante do impasse, a intérprete de Maggie já deixou claro que prefere escapar do apocalipse que se abate sobre a série. A dúvida é se “The Walking Dead” sobreviverá a mais uma perda significativa em seu elenco, por decisões suicidas de sua própria equipe. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.

    Leia mais
  • Série

    Negan ataca em quatro vídeos e 10 fotos do próximo episódio de The Walking Dead

    13 de março de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou quatro vídeos e 22 fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”. As prévias incluem três cenas do capítulo intitulado “The Key”, que destacam o ataque de Negan (Jeffrey Dean Morgan) à comunidade de Hilltop. Entretanto, o plano de usar sua nova “arma biológica” encontra inesperada resistência de Rick (Andrew Lincoln), além de descontentamento entre os próprios Salvadores. Amargando quedas históricas de audiência, a série retorna com um novo episódio no domingo (18/3). No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2 (sem intervalos comerciais), às 22h30.

    Leia mais
  • Série

    Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars tem pior estreia da temporada

    10 de março de 2018 /

    A estreia de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, foi vista ao vivo por apenas 670 mil telespectadores, a pior estreia do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos. A produção se saiu melhor entre o público qualificado, registrando 0,3 ponto na faixa etária adulta de 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes. Isto representou um aumento de 0,1 em relação ao que “Dynasty” vinha marcando no mesmo horário até a semana passada. Mas “Dynasty”, assim como “Valor”, estrearam diante de mais de 1 milhão de telespectadores no outono. A segunda já foi cancelada e a primeira reza pela boa vontade do presidente do canal, Mark Pedowitz. O maior problema é que a baixa audiência de “Life Sentence” pode prejudicar “Riverdale”, que voltou à programação no mesmo dia com 0,5 na demo. Ainda assim, “Riverdale” foi assistido por 1,3 milhão de telespectadores ao vivo. Diante do resultado, “Life Sentence” deve ter curta duração. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas Pedowitz segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.

    Leia mais
  • Série

    Série The Good Doctor é renovada para a 2ª temporada

    8 de março de 2018 /

    A rede americana ABC anunciou a renovação de “The Good Doctor” para a 2ª temporada. A série é um dos maiores sucessos desta temporada, atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio. Ela chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) é estrelado por Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”) como um médico autista. Anti-social, ele é terrível na hora de interagir com as pessoas, já que se mostra incapaz de acessar emoções, mas também é brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina, e conta com a ajuda de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoia sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). “The Good Doctor” já tinha sido a segunda estreia do outono americano a garantir uma 1ª temporada completa, logo após “Little Sheldon”.

    Leia mais
  • Série

    Trailer legendado promete que tudo vai piorar na 2ª temporada de Desventuras em Série

    7 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que promete que tudo ficará ainda pior para os orfãos Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e o bebê Sunny Baudelaire. Desta vez, eles vão parar num colégio interno, com um diretor que não gosta de pequenos órfãos. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Neil Patrick Harris vive o tio vilão Conde Olaf e a nova temporada contará com as participações de Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”). Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção, que deve ser o último da trama. O ator Neil Patrick Harris, que além de estrelar também produz “Desventuras em Série”, revelou que a série terá apenas três temporadas.

    Leia mais
  • Série

    Audiência de The Walking Dead cai ainda mais e retorna ao nível da 1ª temporada

    7 de março de 2018 /

    O mais recente episódio de “The Walking Dead”, exibido no domingo (4/3), registrou a pior audiência da série desde a 1ª temporada, quando a atração ainda não tinha sido descoberta pelo grande público. Ao todo, 6,8 milhões de pessoas assistiram ao episódio ao vivo, que ainda rendeu 2,9 pontos na faixa demográfica adulta, audiência preferencial dos canais com anunciantes. Até então, “The Walking Dead” só registrara menos que 3 pontos de audiência em sua 1ª temporada. Já a última vez que a série atraiu menos de 7 milhões de telespectadores foi no penúltimo episódio da 2ª temporada, “Better Angels”, assistido por 6,9 ​​milhões. De forma preocupante, a série perdeu mais de 1 milhão de telespectadores entre o início da midseason e o segundo episódio da metade da 8ª temporada. O detalhe é que o capítulo anterior já tinha marcado a pior audiência de midseason desde a 2ª temporada, em 2011. E o capítulo o que veio antes do hiato também teve a pior audiência de meio de temporada desde então. A série de zumbis continua a ser uma das maiores audiências da TV paga americana, mas não rivaliza mais com as principais atrações da TV aberta, após perder mais de 10 milhões de telespectadores nas duas últimas temporadas. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.

    Leia mais
  • Filme

    Oscar 2018 tem a pior audiência da premiação em todos os tempos nos EUA

    5 de março de 2018 /

    A cerimônia de premiação do Oscar 2018 bateu um recorde negativo de audiência. O evento teve 26,5 milhões de telespectadores, o menor público sintonizado desde que a audiência começou a ser medida pela empresa de consultoria Nielsen. Até então, o pior público era de 2008, quando 32 milhões de pessoas assistiram ao evento feito às pressas por conta da recém-encerrada greve de roteiristas. Este ano, foram 5,5 milhões a menos. Em relação ao ano passado, os números representam uma queda de 19%. Mesmo assim, a transmissão liderou a audiência da TV americana no domingo. A ausência de atores populares e blockbusters entre os indicados é o principal fator considerado entre as análises da queda de interesse do público, mas executivos da ABC também receavam que a politização do evento pudesse ter impacto negativo. E o evento foi o mais politizado da história da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, enfatizando inclusão, representatividade, diversidade e internacionalidade em diversos discursos. “A Forma da Água” foi o grande vencedor da noite, conquistando os prêmios de Melhor Filme e Direção para Guillermo Del Toro. Confira aqui a lista completa de vencedores.

    Leia mais
  • Série

    Série Good Girls tem ótima estreia nos Estados Unidos

    3 de março de 2018 /

    A série “Good Girls”, um dos destaques da midseason americana, teve ótima estreia nesta semana na rede NBC. A atração que reúne Christina Hendricks (série “Mad Men”), Retta (série “Parks and Recreation”) e Mae Whitman (série “Parenthood”) teve seu primeiro episódio exibido na segunda-feira passada e conseguiu liderar a audiência. “Good Girls” atingiu 6 milhões de telespectadores ao vivo e uma classificação de 1,5 pontos na demo, a audiência qualificada de adultos entre 18 e 49 anos. Com isso, superou a concorrência direta de um dos campeões da temporada, “The Good Doctor”, que, embora tenha juntado mais público na rede ABC (7,8 milhões), não a superou na demo (1,3 entre adultos). Havia grande expectativa em relação à estreia porque o tom exibido nos trailers era cinematográfico – ou, ao menos, de comédia de TV paga. Mas a NBC tem se dado bem com comédias que fogem do padrão do humor das grandes famílias, basta ver a aclamação crítica recebida por “The Good Place” – por sinal, “Good” parece ser a palavra favorita dos títulos atuais de séries. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), a premissa de “Good Girls” lembra o filme “Mad Money” (2008) – cujo título de duas palavras virou dissertação no Brasil, “Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro”. A trama também pode ser descrita como uma espécie de “Breaking Bad” estrelado por “Desperate Housewives”. A trama gira em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local e acabam se envolvendo com narcotraficantes. Quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, que agora querem recuperar o que perderam. A direção do episódio piloto foi assinada pelo cineasta Dean Parisot (“As Loucuras de Dick & Jane”) e os coadjuvantes incluem Reno Wilson (série “Mike & Molly”), Manny Montana (série “Rosewood”), Lidya Jewett (“Estrelas Além do Tempo”) e Matthew Lillard (o Salsicha dos filmes do “Scooby-Doo”). A 1ª temporada tem apenas 10 episódios.

    Leia mais
  • Filme

    Crossover de How to Get Away with Murder e Scandal tem pouco impacto na audiência

    3 de março de 2018 /

    Aguardadíssimo pelos fãs, o crossover das séries “How to Get Away with Murder” e “Scandal” na rede americana ABC não trouxe muitos curiosos para as duas séries. O primeiro encontro entre as personagens vividas por Kerry Washington e Viola Davis na televisão aconteceu na quinta (1/3) e rendeu apenas um aumento modesto de público. O episódio em que Annalise Keating (Davis) apareceu em “Scandal” trouxe um aumento de 9% na audiência (ou 0,2 pontos na demo) em relação ao episódio anterior da série, enquanto a participação de Olivia Pope (Washington) na trama de “How to Get Away with Murder” rendeu crescimento de 24% (0,3 na demo). Mesmo assim, ambas as séries tiveram menos público que o episódio comum de “Grey’s Anatomy” exibido logo em seguida. Ao todo, “How to Get Away with Murder” foi visto por 4,1 milhões de telespectadores e “Scandal” por 5 milhões, ambas bem abaixo dos 7 milhões de “Grey’s Anatomy”. Em termos de comparação, o resultado foi bastante inferior à experiência bem-sucedida da rede CW quando exibiu seus dois crossovers de séries de super-heróis – com recordes de audiência e aumento até de 90% no público de uma das séries envolvidas. “Scandal” está atualmente em sua 7ª e última temporada, enquanto “How to Get Away with Murder” atravessa sua 4ª temporada. Ambas são exibidas no Brasil pelo canal pago Sony.

    Leia mais
  • Série

    Atores originais de Once Upon a Time devem voltar para o final da série

    27 de fevereiro de 2018 /

    Os produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis revelaram que o final de “Once Upon A Time”, anunciado há 20 dias, ainda não foi escrito, porque estão tentando trazer todos os atores originais para participar do encerramento da produção. “Vamos ver muitos rostos familiares no final”, garantiu Kitsis, em entrevista realizada durante uma sessão de imprensa do episódio de retorno da série. “Houve um convite aberto para todos os atores que já participaram para voltar agora no final. Vamos ver quem está disponível”, explicou o criador da série. Um dos retornos foi confirmado no evento: Jared Gilmore, que interpretou o jovem Henry Mills por seis temporadas e foi substituído por Andrew J. West (série “The Walking Dead”) como sua versão adulta na 7ª temporada. “Estamos muito entusiasmados por ter Jared de volta”, disse o co-criador Adam Horowitz. “Ele é de muitas maneiras o coração e a alma da série. Ele cresceu literalmente na série e é realmente maravilhoso vê-lo de volta. Espero que o público aproveite. Nós sentimos que temos uma aventura divertida”. O jovem Henry vai aparecer num episódio de flashback, ao lado de sua madrasta, a Rainha Má de Branca de Neve (vivida por Lana Parrilla), que irá mostrar o começo de sua vida universitária. O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. “Mas isso significa que todos estão voltando? Não, porque eles são pessoas reais com vidas reais e não podemos forçá-las a trabalhar mais. Nós tentamos!”, desabafou Kitsis, prevendo desapontar alguns fãs. Afinal, a maioria espera as voltas de Ginnifer Goodwin e Josh Dallas, intérpretes respectivamente de Branca de Neve e o Príncipe Encantado, que iniciaram um romance real durante as gravações da série. Apesar de faltarem apenas 90 dias para a exibição do capítulo final, previsto para 18 de maio, Horowitz e Kitsis seguem trabalhando na história. Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” começará a exibir seus últimos episódios no dia 2 de março nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.

    Leia mais
  • Série

    The Walking Dead retorna com piores números de recomeço de temporada da série

    27 de fevereiro de 2018 /

    A morte de Carl em “The Walking Dead” pode ter sido muito comentada, mas não ajudou a impedir a tendência de queda de audiência da série. Depois do pior midseason finale de sua trajetória, visto por 7,9 milhões de telespectadores em dezembro, a série voltou com o segundo pior recomeço de temporada já registrado, com 8,3 milhões de telespectadores no domingo (25/2) nos Estados Unidos. O número só é melhor que a primeira midseason da série, que aconteceu na metade da 2ª temporada, vista por 8,1 milhões em 2012. Entretanto, em termos do público da demo, o número atual foi bem pior. Em 2012, o início da midseason rendeu 4,2 pontos, enquanto agora marcou 3,6 entre os adultos de 18 a 49 anos, a faixa mais valorizada pelo mercado publicitário nos Estados Unidos. A partir do terceiro ano e até o final da 7ª temporada, todos os episódios tiveram sintonia de mais de 10 milhões nos Estados Unidos. A queda vista na atual 8ª temporada foi precedida por reclamações do público contra o ritmo lento da série, especialmente à tática de dispersar a trama com episódios consecutivos focados em personagens secundários. A alardada morte de Carl, interpretado pelo jovem Chandler Riggs, também foi motivo de protestos, que levaram à criação de uma petição pedindo a demissão do showrunner Scott M. Gimple. A pressão foi tanta que ele foi afastado da função, embora pareça ter “caído para cima”, promovido para um cargo recém-criado: Diretor de Conteúdo da franquia, com a função de supervisionar o universo compartilhado das séries de zumbis e expandir o mundo de “The Walking Dead” em novos derivados e produtos – ninguém sabe quais. O episódio que marcou a volta da série foi vítima do tipo de narrativa privilegiado por Gimple, com cortes constantes entre cenas importantes e situações secundárias, uma tática que vem matando o suspense e a dramaticidade da série. As audiências do começo e recomeço da temporada costumam ser as mais altas de uma série. Assim, as atenções se voltam para os números do próximo episódio, que definirão exatamente o tamanho do buraco cavado pelo showrunner antes de passar a responsabilidade de comandar a série para seu substituto. Para o lugar de Gimple, a AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Mas ela só assumirá na 9ª temporada, que pode não contar mais com Maggie, a personagem de Lauren Cohan, devido a picuinhas financeiras. A 8ª temporada será exibida até o dia 25 de abril – com transmissão simultânea no Brasil pelos canais Fox e Fox Premium.

    Leia mais
  • Filme

    Final de Star Trek: Discovery fez a série ser a mais comentada das redes sociais na última semana

    19 de fevereiro de 2018 /

    Um estudo da empresa de pesquisas Parrot Analytics revelou que o final de “Star Trek: Discovery” mobilizou as redes sociais desde a semana passada. As reviravoltas e especialmente o cliffhanger da temporada – o encontro com a nave Enterprise – , levou a série a receber 66 milhões de citações online, ultrapassando todas os demais seriados nos últimos sete dias. Também chamou atenção que séries atualmente fora do ar tenham aparecido com destaque no levantamento: “The Walking Dead” teve 46 milhões de citações, em 2º lugar, e “Stranger Things” 24 milhões, em 4º lugar. O 3º lugar ficou com “This Is Us”, com 37 milhões, e o 5º com “Altered Carbon”, 22 milhões. A empresa analisa dados de expressões online, coletando menções de cada série para concluir quais produções geraram mais conversas e portanto, mais interesse, nas redes sociais.

    Leia mais
  • Série

    Altered Carbon não teria feito sucesso de audiência na Netflix

    18 de fevereiro de 2018 /

    A empresa de pesquisas Nielsen divulgou alguns dados de audiência da Netflix, que colocam em dúvida a renovação de “Altered Carbon” para a 2ª temporada. O levantamento mostra que a série de ficção científica não foi um sucesso de público nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o primeiro episódio de “Altered Carbon” teve uma média de 5,9 milhões de espectadores, enquanto o último chegou à marca de 1 milhão. Na média da audiência, nos três primeiros dias, a série foi assistida por 3,7 milhões de pessoas. Como comparação, a Nielsen afirmara anteriormente que a 2ª temporada de “Stranger Things” foi assistida por 15,8 milhões de pessoas. Vale lembrar que a Netflix não divulga seus números oficialmente e que as pesquisas da Nielsen já foram desqualificadas pela plataforma de streaming, por só levar em conta a audiência de quem assiste Netflix em aparelho televisor. A maioria do público da Netflix assiste séries em aparelhos móveis. Passada no século 25, “Altered Carbon” foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro, tornando a morte obsoleta. Na trama, Joel Kinnaman (de “Esquadrão Suicida”), que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver o assassinato do próprio Bancroft – ou melhor, do antigo corpo que ele usava. A estreia aconteceu em 2 de fevereiro.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie