Good Girls é renovada para a 2ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação da série “Good Girls” para a 2ª temporada, garantindo continuidade para a trama, que encerrou seu arco inaugural em 30 de abril, deixando um grande cliffhanger. A série tem audiência estável, em torno de 4,4 milhões de telespectadores ao vivo, registrando 1 ponto na demo – marca que sobe 50% com reprises e outras plataformas. Havia grande expectativa em relação à produção porque seu tom de humor negro era cinematográfico – ou, ao menos, de comédia de TV paga. Mas a NBC tem se dado bem com comédias que fogem do padrão do humor das grandes famílias, basta ver a aclamação crítica recebida por “The Good Place” – por sinal, “Good” parece ser a palavra favorita dos títulos atuais de séries. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), “Good Girls” gira em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local e acabam virando alvo de criminosos. Quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, que agora querem recuperar o que perderam. A direção do episódio piloto foi assinada pelo cineasta Dean Parisot (“As Loucuras de Dick & Jane”) e os coadjuvantes incluem Reno Wilson (série “Mike & Molly”), Manny Montana (série “Rosewood”), Lidya Jewett (“Estrelas Além do Tempo”) e Matthew Lillard (o Salsicha dos filmes do “Scooby-Doo”).
Billy Bob Thornton se envolve em novo caso no trailer e fotos da 2ª temporada de Goliath
A Amazon Prime divulgou o pôster, 22 fotos e o trailer da 2ª temporada de “Goliath”, que em sua estreia rendeu a Billy Bob Thornton o Globo de Ouro de Melhor Ator em série dramática. Ele retorna ao papel do advogado Billy McBride, mas a maior parte do elenco mudou, já que a trama acompanha um novo caso legal. Tudo começa quando um adolescente amigo da filha de Billy é preso por duplo homicídio. Mas, conforme a investigação avança, o que parecia um caso simples de assassinato aos poucos se revela uma conspiração mortal instalada no submundo de Los Angeles, onde drogas, mercado imobiliário e política se misturam. Além de Billy Bob Thornton, também retornam as atrizes Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Tania Raymonde (série “Lost”) e Diana Hopper (série “Casual”), respectivamente como a parceira advogada/corretora de imóveis, a assistente paralegal/prostituta e a filha do protagonista. E entre as novidades da temporada estão os atores Mark Duplass (série “Togetherness”), Morris Chestnut (série “Rosewood”) e Ana De La Reguera (série “Narcos”). Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série retorna no dia 15 de junho no serviço de streaming.
2ª temporada de Legion terá um episódio a mais que o previsto
O canal pago FX anunciou que a 2ª temporada de “Legion” terá um episódio a mais que o previsto. Em vez dos 10 previamente anunciados, a série terá 11 capítulos. O episódio extra foi acrescentado para Noah Hawley (criador também de “Fargo”) evitar cortes na produção, que já é, nas palavras da grande Aubrey Plaza, “dez vezes mais viajante” que a temporada inaugural. Segundo informou o site Deadline, o final trará o protagonista David Haller (Dan Stevens) “enfrentando o futuro”. O próprio Hawley assina a trama, que será exibida em 12 de junho. Com baixa audiência, é possível que o capítulo extra tenha sido autorizado para amarrar as pontas e encerrar a série, que está sendo assistida por 480 mil pessoas ao vivo e marcando 0,22 na demo. “Legion” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Começa a produção da 9ª temporada de The Walking Dead
O canal pago AMC anunciou no Twitter o início das gravações da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que acontecem no interior da Geórgia, nos Estados Unidos. Ainda sem título revelado, o episódio de estreia do novo ano será dirigido pelo produtor executivo Greg Nicotero, também responsável pela maquiagem dos zumbis. A série vai retomar sua trama após a conclusão da guerra contra os Salvadores e com uma nova showrunner, Angela Kang, que escreve para a atração desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Ela terá a missão de introduzir a ameaça dos Sussurradores e evitar que a audiência caia ainda mais. Legado do ex-showrunner Scott M. Gimple, “The Walking Dead” terminou sua 8ª temporada em baixa. Visto por 7,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, o desfecho da “guerra total” contra Negan teve o pior público de season finale desde a 1ª temporada, em 2010. A data de estreia da 9ª temporada ainda não foi anunciada. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Season 9, Day 1. #TWD #TWDFamily pic.twitter.com/c42lyqjrPv — The Walking Dead AMC (@WalkingDead_AMC) April 30, 2018
Série Billions é renovada para a 4ª temporada após aumentar aprovação da crítica
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Billions” para sua 4ª temporada, após a exibição da metade de seu terceiro ano. O anúncio coincide com o prestígio atingido pelos novos episódios, que estão rendendo a melhor avaliação da série entre a crítica – 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, 3% a mais que a temporada passada. Estrelada por Damian Lewis (série “Homeland”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), a série acompanha o embate entre os dois protagonistas, um promotor público (Giamatti) e um executivo do mercado de ações (Lewis). Enquanto o promotor tenta juntar provas para prender o ricaço por corrupção, o outro tenta solapar sua autoridade, tentando fazer com que seja demitido. Na disputa, ambos arrastam consigo o futuro de suas esposas, vividas respectivamente por Malin Akerman (“Watchmen”) e Maggie Siff (série “Sons of Anarchy”), numa trama que também exalta a vida de ostentação e decadência do mercado financeiro de Wall Street. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” não encanta apenas a crítica. A série tem público cativo, como demonstra a audiência dos novos episódios. Os 840 mil telespectadores ao vivo da 3ª temporada revelam estabilidade, já que são praticamente os mesmos números do ano anterior.
The 100 volta com recorde de audiência e episódios ganham data de estreia no Brasil
A série sci-fi “The 100” estreou sua 5ª temporada com audiência recorde na noite de terça (24/4) nos Estados Unidos. O episódio intitulado “Eden” foi visto por 1,4 milhão de telespectadores ao vivo na rede americana CW. Não parece muito, mas foi o maior público da série em mais de dois anos, desde fevereiro de 2016. Já o resultado de 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) foi o mesmo da estreia da temporada passada – a média da 4ª temporada foi 0,34 ponto e 955 mil telespectadores. Os novos episódios também ganharam data de estreia no Brasil. O canal pago Warner vai começar a transmitir a atual temporada em 4 de junho, quando ela estiver na metade nos Estados Unidos.
Here and Now: Nova série do criador de True Blood é cancelada pela HBO após uma temporada
O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série “Here and Now” após sua 1ª temporada, que teve seu último episódio exibido em 10 de abril. Criada por Alan Ball, responsável por dois dos maiores sucessos do canal, “True Blood” e “Six Feet Under”, a série se provou um fracasso de público e crítica. A produção teve apenas 24% de aprovação no site Rotten Tomatoes e uma média de público em torno dos 370 mil telespectadores. Em comunicado, a HBO declarou que “após uma análise cuidadosa, decidimos não seguir com uma segunda temporada de Here and Now. Agradecemos a Alan por sua dedicação com esse programa inovador, e estamos ansiosos para conferir o seu próximo projeto”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou em 2016, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. “Here and Now” girava em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e uma filha biológica. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ter visões. O elenco era liderado por Holly Hunter (“Barman v Superman”) e Tim Robbins (“Um Dia Perfeito”) e incluía os jovens Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Raymond Lee (“Mozart in the Jungle”) e Daniel Zovatto (“Revenge”).
Perdidos no Espaço teria o dobro do público de Altered Carbon na Netflix
“Perdidos no Espaço” fez uma boa decolagem no espaço das séries de streaming da Netflix. Segundo pesquisa da empresa de medições Nielsen, a nova produção da plataforma atraiu 6,3 milhões de internautas nos primeiros três dias de lançamento, no início deste mês. A empresa de medição de números de audiência descobriu que a série foi muito “maratonada” – com quase 1,2 milhão de pessoas tendo assistido ao episódio final da série ainda nesses três primeiros dias. Além disso, nas primeiras 72 horas de lançamento (entre 13 e 15 de abril), os assinantes assistiram a uma média de 2,5 horas de “Perdidos no Espaço”. Isto é muito, seria quase o dobro da outra série sci-fi badalada da Netflix neste ano, “Altered Carbon”, que em seus três primeiros dias foi assistida por 3,7 milhões de pessoas. Entretanto, não é um “Stranger Things”. A estreia da 2ª temporada de “Stranger Things” teria sido vista por 15,8 milhões de pessoas nos primeiros três dias de lançamento nos Estados Unidos, segundo apuração anterior da Nielsen. Vale lembrar que a Netflix não divulga seus números oficialmente e que as pesquisas da Nielsen já foram desqualificadas pela plataforma de streaming, por só levar em conta a audiência de quem assiste séries em aparelho televisor. A maioria do público da Netflix assiste o conteúdo da plataforma em aparelhos móveis.
O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil
Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.
The Walking Dead registra sua pior audiência de final de temporada desde 2010
A série “The Walking Dead” terminou sua 8ª temporada com a audiência em queda livre. O episódio final, exibido no domingo (15/4), foi visto por 7,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, de acordo com a apuração da Nielsen. É o pior público de season finale desde a 1ª temporada, em 2010, quando o encerramento foi visto por 5,9 milhões. Na ocasião, a série não era tão conhecida. A previsibilidade da história, repleta de idas e vindas, teria frustrado o público, assim como a expectativa de um final anticlimático, sem mortes ou vinganças. Em relação ao final da 7ª temporada, assistido por 11,4 milhões, o desfecho do fim de semana interessou menos 30% de telespectadores. Este foi o legado da passagem de Scott M. Gimple como showrunner da série. Ele se despediu da função no último episódio, tendo “caído para cima”, com uma promoção a um cargo de supervisão da franquia (que inclui a série “Fear the Walking Dead”), após ser alvo de uma petição na internet que pedia sua demissão. Para o lugar de Gimple, o canal pago AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Ela vai comandar a atração a partir da 9ª temporada, que irá introduzir a ameaça dos Sussurradores, e ainda precisará lidar com uma possível ausência da atriz Lauren Cohan. O impasse sobre a renovação do contrato da intérprete de Maggie continua no mesmo ponto há vários meses, como se não fosse importante resolver logo a questão. No mês passado, o ator Khary Payton, intérprete de Ezekiel, desabafou em seu Instagram, ao lado de uma foto da atriz: “Paguem a mulher”. Maior sucesso da história do canal pago AMC, “The Walking Dead” sofre paradoxalmente com uma sucessão de descasos e decisões controversas para economizar trocados, que teve como ponto mais baixo a demissão de seu criador, o cineasta Frank Darabont, na metade da 2ª temporada.
Gotham revela o Coringa e registra a pior audiência de sua história
A introdução do Coringa na série “Gotham” teve bastante repercussão na mídia. Mas o público não poderia ter se impressionado menos. O episódio “That’s Entertainment”, exibido na noite de quinta (12/4) nos Estados Unidos, teve a pior audiência já registrada em toda a série, visto por apenas 2,36 milhões de telespectadores e marcando 0,7 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Pesou no desinteresse o anticlímax da revelação. O público que acompanhava a evolução do palhaço circense Jerome Valeska pode ter rejeitado a “surpresa” da produção, que de última hora resolveu introduzir um irmão gêmeo que ninguém sabia que existia, embora não fosse preciso ser Batman para perceber que esse era o rumo que a trama tomava. Assim, todo o trabalho de desenvolvimento do personagem foi abandonado em favor de uma reviravolta antiquada de telenovela, que resultou na transformação do Palhaço do Crime em… o Arquiteto do Crime! Isto mesmo, Jeremiah Valeska é um arquiteto renomado, construtor de prédios importantes de Gotham City, apesar de ter a aparência de quem ainda está na faculdade. Difícil de engolir? Ao menos, o ator Cameron Monaghan já tinha sido aprovado como Coringa pelo público, quando era apenas Jerome. Como Jeremiah, ele continua o mesmo, apenas com outro nome e maquiagem. O detalhe é que a série (ainda) não o nomeou como Coringa. A atração também levou tempo para introduzir o Pinguim e o Charada pelos nomes que os consagraram nos quadrinhos. Mas isso não afasta totalmente a sensação de que Jerome e Jeremiah podem ter um terceiro gêmeo escondido num arquivo de aço, em meio a folhetins antigos, na sala dos produtores.
Siren: Série sobre sereias assassinas bate recordes de audiência nos Estados Unidos
A estreia de “Siren”, série sobre sereias assassinas, tornou-se a segunda maior audiência da história do canal pago americano Freeform. O lançamento, com a exibição de dois episódios consecutivos, foi assistido por 1,5 milhão de telespectadores em seus três primeiros dias de exibição, na semana passada nos Estados Unidos. A audiência só foi menor que a da estreia de “Shadowhunters” em janeiro de 2016, data que marcou a mudança de identidade do antigo canal ABC Family para Freeform. Ou seja, “Siren” teve a maior audiência do canal em mais de dois anos. Mas quando somadas as plataformas digitais, a série das sereias superou “Shadowhunters”, atingindo um total de 4,3 milhões de telespectadores em três dias. Para completar, “Siren” liderou a audiência ao vivo da TV paga americana entre o público feminino e foi a série mais comentada nas redes sociais no dia de sua estreia. A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando a chegada de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores que retornam para reclamar seu lugar de direito. A série é estrelada por Alex Roe (“A 5ª Onda”) como Ben, um jovem biólogo marinho que se vê atraído por Ryn, a nova garota misteriosa da cidade, interpretada por Eline Powell. Como curiosidade, a atriz também viveu uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. O elenco ainda inclui Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”) e Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), além de Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”) em papéis recorrentes.
Episódio de Supernatural com Scooby-Doo rende maior audiência da série em 2018
Além de ser o mais divertido episódio de uma série americana em 2018, o capítulo de “Supernatural” com participação da turma do Scooby-Doo rendeu a maior audiência da atração da rede CW neste ano. O episódio intitulado “Scoobynatural” atraiu 2 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos e só ficou atrás da season première da série – vista por 2,1 milhões em outubro. Foi também a segunda maior audiência da temporada na demo (a faixa demográfica de adultos, entre 18 e 49 anos), com 0,70 pontos versus 0,72 da estreia no outono norte-americano. “Scoobynatural” vai ao ar em 10 de abril no Brasil, com exibição pelo canal pago Warner.












