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  • Série

    Simpsons, Família da Pesada, Big Mouth e Central Park trocam dubladores brancos de personagens negros

    27 de junho de 2020 /

    Várias produtoras e canais de séries animadas americanas anunciaram que não utilizarão mais atores brancos para dublar personagens negros ou de outras etnias. A decisão foi resultado de uma súbita conscientização causada pelo questionamento do racismo estrutural, que virou pauta urgente, após o assassinato de George Floyd por policiais brancos e o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) tomar as ruas dos EUA. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate foram quem chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas, na quarta passada (24/6), como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). “Este é um momento para reconhecer nossos atos de cumplicidade”, postou Kristen Bell nas redes sociais. Aqui está um dos meus. Interpretar a personagem Molly em ‘Central Park’ mostra uma falta de consciência do meu privilégio generalizado. A escalação de um personagem mestiça com uma atriz branca prejudica a especificidade da raça mista e da experiência dos negros americanos”, apontou. “Estava errado e nós, da equipe do ‘Central Park’, estamos comprometidos em fazer a coisa certa”, continuou Bell. “Fico feliz em renunciar a esse papel e passá-lo a alguém que possa dar uma interpretação muito mais precisa e me comprometerei a aprender, crescer e fazer minha parte por maior igualdade e inclusão”. Em uma declaração conjunta, a equipe do programa da plataforma Apple TV+ tentou justificar a escolha da atriz, que esteve no elenco da série “desde quase o primeiro dia de desenvolvimento do programa – antes mesmo de haver uma personagem para ela interpretar – e desde então ela apresentou uma performance engraçada, sincera e bonita”. “Mas, após reflexão, Kristen, junto com toda a equipe criativa, reconhece que a escalação da personagem Molly é uma oportunidade de obter uma representação correta – escalar uma atriz negra ou de raça mista e dar a Molly uma voz que ressoe com todas as nuances e experiências da personagem como a desenhamos”, continuam. Kristen Bell, porém, continuará a ser parte da série, dublando uma nova personagem que será introduzida na 2ª temporada, enquanto a interpretação de Molly passará para outra atriz. Já Jenny Slate perdeu o emprego, após decidir parar de interpretar Missy em “Big Mouth”, da Netflix. “No começo do programa, eu raciocinei comigo mesma que era admissível que eu interpretasse Missy porque a mãe dela é judia e branca — assim como eu”, afirmou a atriz em sua conta no Instagram. “Mas Missy também é negra, e personagens negros em programas animados devem ser interpretados por pessoas negras”, acrescentou. As decisões das duas atrizes criaram um efeito cascata. Na sexta (26/6), o ator Mike Henry, também branco, anunciou que deixaria de dublar o personagem negro Cleveland Brown na popular série animada “Uma Família da Pesada” (Family Guy), da rede Fox. “Foi uma honra interpretar Cleveland por 20 anos. Eu amo esse personagem, mas pessoas de cor (não brancas) devem interpretar os personagens de cor. É por isso que estou deixando o papel”, escreveu ele no Twitter. Além do personagem aparecer em “Uma Família da Pesada”, ele também estrelou sua própria série, “The Cleveland Show”, por quatro anos, exibida entre 2009 e 2013. A iniciativa de Henry, por sua vez, repercutiu em outra série da Fox, que se viu forçada a repensar sua atitude pouco responsável em relação à escalação de seus papéis. “Os Simpsons”, que já tinha um problema histórico com Apu, finalmente deu o braço a torcer, anunciando também na sexta que não escalaria mais atores brancos para interpretar personagens de minorias étnicas. “A partir de agora ‘Os Simpsons’ não terão mais atores brancos representando personagens que não são brancos”, informou uma nota sucinta da Fox. O anúncio, na verdade, é bem tardio. Em janeiro, o ator branco Hank Azaria já tinha dito que não dublaria mais o comerciante indiano Apu, após a representação racista do personagem ter ganhado até documentário – “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas do sul da Ásia. Azaria tinha ficado incomodado com a forma escolhida pelos produtores de “Os Simpsons” para lidar com o questionamento racial. O tema virou piada, num episódio exibido em 2018 que criticou a forma como situações “inofensivas no passado” tinham virado “politicamente incorretas”. O fato é que, neste caso, “Os Simpsons” não previram o futuro e quase foram atropelados pela História. A mudança tardia de atitude agora deve afetar também o personagem do Dr. Hibbert, médico negro interpretado pelo ator branco Harry Shearer. Assim como Azaria (voz de Moe e do Comic Book Guy), Shearer dubla vários personagens e deve permanecer na série como o Sr. Burns, Ned Flanders e o diretor Skinner.

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  • Série

    Apple vai produzir minissérie de Gal Gadot sobre Hedy Lamarr

    28 de maio de 2020 /

    A Apple fechou contrato com a atriz e agora produtora Gal Gadot para realizar uma minissérie sobre Hedy Lamarr, atriz da era de ouro de Hollywood que era literalmente genial. Além de atuar em clássicos do cinema, ela foi uma inventora visionária, sendo responsável até pela existência do wifi. O projeto da minissérie existe há pelo menos dois anos e estava sendo desenvolvido pelo canal pago Showtime. Criada pela roteirista-produtora Sarah Treem, co-criadora de “The Affair”, a minissérie vai trazer Gadot como a estrela austríaca de Hollywood, que brilhou em “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949), e que teve muito mais importância fora da tela. Em parceria com o compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela criou um sistema de comunicações revolucionário, usado para troca de mensagens entre nações aliadas durante a 2ª Guerra Mundial. As Forças Armadas dos Estados Unidos não lhe deram o devido reconhecimento, mas a mesma invenção acabou virando a base dos atuais sistemas de compartilhamento de dados por wifi e bluetooth. Sua contribuição tecnológica só foi reconhecida muito tarde em sua vida. Postumamente, porém, Lamarr foi homenageada com sua inclusão no National Inventors Hall of Fame. A produção de Gadot não é o primeiro projeto de minissérie sobre a estrela. A atriz alemã Diane Kruger, premiada no Festival de Cannes por seu desempenho no filme “Em Pedaços”, anunciou uma produção similar há cerca de três anos. Ela se associou com a produtora Straight Up Films (que fez “Transcendence” e “Em Busca da Justiça”) para fazer sua minissérie e contava até com o apoio do Google e algumas fundações de incentivo à pesquisa. Mas, desde então, assumiu diversos compromissos no cinema e o projeto não saiu do papel. A produção marca o primeiro papel importante de Gadot numa série americana após a frustração de “The Beautiful Life: TBL”, série cancelada após cinco episódios em 2009. Sem estreia definida, a minissérie será lançada na plataforma de streaming Apple TV+.

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  • Filme

    Kalani: Apple lança documentário sobre surfista brasileiro das ondas gigantes

    28 de maio de 2020 /

    A Apple TV+ disponibilizou na terça (26/5) em seu serviço de streaming o documentário em curta-metragem “Kalani – Gift from Heaven”, que registra os feitos do brasileiro Kalani Lattanzi em seus desafios às maiores ondas do mundo. Ele é um surfista sem prancha, que pratica o bodysurf, nadando em ondas gigantescas que até “até os peixes tem medo” de encarar, como explica o trailer abaixo. Captadas ao longo dos últimos três anos, as filmagens mostram Kalani no Brasil e Portugal, com cenas inéditas das suas sessões de bodysurf nas ondas de Nazaré – um dos maiores picos do mundo do surfe. “Fiquei muito feliz em protagonizar essas imagens e poder compartilhar tantos momentos incríveis no mar”, conta Kalani sobre a produção, que conta com participação de outros grandes nomes do esporte, como Carlos Burle, Lucas Chumbo, Maya Gabeira, Garrett McNamara, Andrew Cotton, Ross Clarke-Jones, Hugo Vau, Dudu Pedra e João Zik. Produção portuguesa dirigida por Nuno Dias, o filme de 25 minutos estreou em novembro do ano passado em Portugal e a expectativa do atleta era lançá-lo nos cinemas do Rio de Janeiro no começo de 2020, especialmente em Niterói, cidade em que cresceu, mas a pandemia do coronavírus mudou os planos. Ao menos, o curta chegou ao público.

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  • Filme

    Apple negocia tirar Martin Scorsese da Netflix e produzir seu próximo filme

    27 de maio de 2020 /

    A Apple está disposta a tirar Martin Scorsese da Netflix, que lançou “O Irlandês” no ano passado. A plataforma de streaming Apple TV+ negocia virar a parceira comercial do diretor em seu próximo filme, “Killers of the Flower Moon”. Segundo a revista Variety, a gigante da informática abriu negociações avançadas com a Paramount para coproduzir e bancar o projeto, mas o estúdio quer manter os direitos de distribuição no cinema – um pedido também de Scorsese. A conferir. O filme é uma adaptação do livro “Assassinos da Lua das Flores: Petróleo, Morte e a Criação do FBI”, de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), e será o primeiro a juntar os dois atores mais importantes da carreira de Scorsese, Robert De Niro e Leonardo DiCaprio, que nunca tinham estrelado juntos um longa para o diretor. Adaptada pelo veterano roteirista Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”), a trama envolve o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado um dos crimes mais chocantes da história americana, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. A Paramount buscou auxílio no universo do streaming para ajudar a bancar as filmagens, porque se trata de uma superprodução. Só os salários de Scorsese, DiCaprio e DeNiro corresponderiam a cerca de US$ 60 milhões. Embora o valor total do orçamento não tenha sido revelado, estima-se que ele possa sair mais caro que “O Irlandês”. Como sugestão de custo, a Netflix ofereceu US$ 220 milhões para produzir “Killers of the Flower Moon” e a Paramount achou pouco, buscando uma oferta superior na Apple. De acordo com a Variety, o negócio deve ser fechado nos próximos dias.

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  • Filme

    Greyhound: Superprodução de Tom Hanks troca o cinema pelo streaming

    19 de maio de 2020 /

    O novo filme de Tom Hanks não vai mais estrear no cinema. A Sony negociou a distribuição de “Greyhound” com a Apple, que pretende lançá-lo com exclusividade em sua plataforma de streaming. Superprodução de batalha naval, “Greyhound” traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial, materializando um duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), o filme retrata o combate marítimo que aconteceu antes das tropas americanas desembarcarem no front europeu. “A única coisa mais perigosa do que as linhas de frente é a luta para chegar até lá”, ressaltam o cartaz da produção. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período. O astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial: “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO, e a vindoura “Masters of the Air” na Apple TV+. O acordo foi facilitado, justamente, por Hanks já ter negócios na plataforma, como produtor da futura série de batalhas aéreas. “Greyhound” também é o terceiro longa escrito pelo ator, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. O elenco também inclui Stephen Graham (“O Irlandês”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Elisabeth Shue (“The Boys”). Originalmente marcada para 8 de maio nos cinemas, a estreia do filme chegou a ser adiada para 12 de junho nos EUA, antes da Sony desistir do lançamento tradicional. Orçado em cerca de US$ 50 milhões, a produção será o filme mais caro já exibido com exclusividade pela Apple TV+, que ainda não anunciou sua previsão de estreia. Veja abaixo o trailer anteriormente divulgado para a distribuição nos cinemas.

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  • Série

    Sofia Coppola vai desenvolver série para a Apple

    15 de maio de 2020 /

    A cineasta Sofia Coppola (“O Estranho que Nós Amamos”) vai criar, escrever e dirigir uma nova atração para a Apple TV+. Intitulada “The Custom of the Country”, a produção será uma minissérie baseada no livro homônimo de Edith Wharton, publicado em 1913. A trama acompanha a vida de Undine Spragg, uma jovem do interior que busca ascensão na sociedade de Nova York. “Undine Spragg é minha anti-heroína literária favorita e estou animada em trazê-la para a tela pela primeira vez”, disse Coppola, em comunicado. Edith Wharton pertencia a uma das famílias mais ilustres de Nova York. Ela atingiu popularidade como escritora em 1905, quando seu romance “The House of Mirth” se tornou best-seller e atraiu interesse da então nascente indústria cinematográfica – foi adaptado para o cinema em 1918. Ao longo da vida, ela publicou mais de 40 títulos, entre romances, contos, poesias e ensaios, tornando-se a primeira mulher a ganhar o Prêmio Pulitzer. Vários de seus livros já foram filmados, incluindo sua obra mais famosa, “A Época da Inocência”, publicada em 1920, que ganhou três versões, a mais recente com direção de Martin Scorsese (em 1993). Apesar disso, a produção de Coppola será a primeira adaptação de “The Custom of the Country”. A obra se destaca por trazer uma personagem que costuma ser descrita como uma das heroínas mais cruéis da literatura. Undine Spragg é tão bela quanto inescrupulosa, e sua ascensão de nova rica à dama da alta sociedade é uma jornada pouco louvável de alpinismo social, ganância, materialismo e ambição desmensurada. Ainda não há previsão para o começo das gravações ou para a estreia da produção.

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  • Filme,  Música

    Documentário de Spike Jonze sobre os Beastie Boys chega na Apple TV+

    28 de abril de 2020 /

    A Apple disponibilizou o documentário sobre a banda The Beastie Boys, dirigido pelo cineasta Spike Jonze (“Ela”). O filme teria première no Festival SXSW e seria lançado nos cinemas, exclusivamente no circuito IMAX, mas o festival foi cancelado e os cinemas fechados pela pandemia do novo coronavírus. Assim, saiu no fim de semana diretamente em streaming. Com estrutura não convencional, “Beastie Boys Story” traz Mike Diamond (Mike D) e Adam Horovitz (Ad-Rock) apresentando e comentando cenas da carreira da banda para uma plateia, e foi gravada durante um evento de 2018, em que a dupla levou ao palco os altos e baixos de 40 anos dos Beastie Boys para o lançamento de um livro – “Beastie Boys Book”, livro de quase 600 páginas, em que contam de forma detalhada e anárquica a história do grupo. O filme une essa performance com imagens de arquivo do trio original, que também inclui o falecido Adam Yauch (MCA), que morreu de câncer em 2012. Com uma longa relação com os Beastie Boys, Spike Jonze chegou a dirigir vários clipes da banda, como “Sabotage” e “Sure Shot”, o que lhe permitiu maior acesso ao material de arquivo e apoio para a produção do filme. Veja abaixo o trailer de “Beastie Boys Story”.

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  • Série

    Paul Rudd e Will Ferrell vão estrelar minissérie de comédia da Apple

    24 de abril de 2020 /

    A Apple encomendou a produção de “The Shrink Next Door”, minissérie de comédia que será protagonizada por Paul Rudd (o “Homem Formiga”) e Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). A dupla já contracenou com sucesso nos dois filmes da franquia “O Âncora”. A premissa de “The Shrink Next Door” é baseada numa história real, contada em um podcast, sobre um psicólogo que usa sua influência sobre um paciente para roubar sua casa e sua empresa. Rudd foi escalado no papel do terapeuta Dr. Isaac “Ike” Herschkopf, enquanto Ferrell viverá seu paciente e vítima Martin “Marty” Markowitz. Não existem outras informações sobre o elenco. A minissérie terá oito episódios, que contarão com roteiros de Georgia Pritchett (da série “Veep”) e direção de Michael Showalter (“Doentes de Amor”). Diante da crise sanitária atual, ainda não há data prevista para o começo da produção, que será lançada na plataforma de streaming Apple TV+.

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  • Série

    Trying: Primeira série britânica da Apple ganha trailer

    30 de março de 2020 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer de “Trying”, sua primeira série de comédia britânica, estrelada por Rafe Spall (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Esther Smith (“Cuckoo”) e Imelda Staunton (“Harry Potter”). A série segue o casal Nikki (Smith) e Jason (Spall), que tenta adotar uma criança após descobrir que ser incapaz de ter filhos. Os episódios vão mostrar seus desafios, amigos disfuncionais, família maluca e vidas caóticas, além de suas interações com a equipe responsável pelo sistema de adoção. Criada por Andy Wolton (“The Great Travel Hack”) e dirigida por Jim O’Hanlon (“Catastrophe”), a 1ª temporada de oito episódios tem estreia marcada para 1º de maio.

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  • Série

    Defending Jacob: Minissérie estrelada por Chris Evans ganha primeiro trailer

    25 de março de 2020 /

    A Apple TV+ divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Defending Jacob”, minissérie estrelada por Chris Evans (o Capitão América) como um advogado que toma medidas cada vez mais desesperadas para livrar seu filho adolescente de uma acusação de assassinato. A trama, que adapta o livro de mesmo nome de William Landay, traz Evans como um promotor de justiça que investiga o assassinato de um garoto de 14 anos. Os seus problemas se complicam quando as evidências do caso começam a apontar para o seu próprio filho, Jacob, como autor do crime. Logo, o protagonista se vê obrigado a defender o garoto no tribunal e, principalmente, fora dele. O papel representa o segundo trabalho do ator numa série. O hiato é de 18 anos. A experiência anterior foi o primeiro trabalho profissional de Evans: “Opposite Sex”, que durou uma temporada na rede Fox em 2000. Mas o astro dos Vingadores não será o único nome cinematográfico da minissérie. Ela foi criada pelo roteirista Mark Bomback (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e a direção dos oito episódios está a cargo de Morten Tyldum (“Passageiros”). O elenco ainda conta com Michelle Dockery (“Downton Abbey”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Betty Gabriel (“Corra!”), Sakina Jaffrey (“House of Cards”), Cherry Jones (“Transparent”), Pablo Schreiber (“Orange Is the New Black”) e Jaeden Martell (o protagonista mirim de “It: A Coisa”) como o Jacob do título – o adolescente suspeito. “Defending Jacob” faz parte de uma estratégia da Apple de lançar produções com elenco estelar, inaugurada por títulos como “The Morning Show” (com Jennifer Aniston e Reese Witherspoon) e “See” (com Jason Momoa) no ano passado. A estreia está marcada para 24 de abril.

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  • Etc

    Em quarentena, mulher de Idris Elba também pegou coronavírus

    22 de março de 2020 /

    A mulher do ator Idris Elba, a modelo Sabrina Dhowre, confirmou que também testou positivo para a covid-19, após escolher ficar em quarentena com o marido quando ele foi diagnosticado com a doença. Dhowre deu a notícia em entrevista por vídeo para Oprah Winfrey em seu novo programa na Apple TV+, “Oprah Talks Covid-19”. “Eu descobri esta manhã que meu exame deu positivo”, comentou ela. “Eu não estou surpresa. Quando soube que Idris poderia estar com o novo coronavírus, eu já estava a caminho da nossa casa e quis ficar ao lado dele. Eu acho que é o instinto que qualquer mulher teria”. Dhowre confirmou que o casal não mudou a forma como interage por causa da doença. “Eu poderia ter tomado a decisão de dormir em um quarto separado do dele, ou ficar mais afastada, mas eu ainda queria tocá-lo. Tenho certeza que é uma decisão difícil para todo mundo”, disse ainda. Elba completou a explicação da mulher, dizendo que, desde o dia em que foi supostamente exposto ao coronavírus (4 de março) até o seu diagnóstico oficial, os dois continuaram interagindo. “Se eu peguei, ela com certeza já tinha também”, comentou o ator. Assim como o marido, no entanto, Dhowre não apresentou sintomas até agora. Na entrevista para Oprah, os dois contaram que estão matando o tempo em quarentena fazendo limpeza na casa, cozinhando, jogando xadrez e até sendo criativos: Elba está aprendendo a tocar violão. O ator ainda disse que a decisão de revelar seu diagnóstico foi inspirada pela transparência de um colega de profissão, Tom Hanks. “Eu acho que ele fez a coisa certa. Acho que, antes, as pessoas não estavam percebendo que isso era uma ameaça real”, contou. “Quando o meu teste voltou positivo, tudo se concretizou para mim. Eu senti que deveria dizer isso para as pessoas, que é algo real”, completou. O programa de Oprah está sendo disponibilizado de graça para todos pela Apple, sem necessidade de assinatura do serviço de streaming da empresa.

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  • Série

    Apple paralisa gravações de todas as suas séries

    13 de março de 2020 /

    Todas as séries da plataforma Apple TV+ tiveram suas produções suspensas. Elas são realizadas por estúdios externos, cada um com sua própria política de prevenção diante da pandemia de coronavírus. A lista de séries afetadas inclui as segundas temporadas de “See”, produzida pela Chernin Entertainment e Endeavor Content, “Servant”, produzida pela Blinding Edge Pictures, e “For All Mankind”, produzida pela Sony. Também entraram em pausa atrações ainda inéditas, como a sci-fi “Foundation”, produzida pela Skydance, o mistério juvenil “Lisey’s Story”, da Warner e Bad Robot, e a comédia “Mythic Quest: Raven’s Banquet”, da Lionsgate. As suspensões se juntam à paralisação das gravações de “The Morning Show”, decretada na quinta (12/3) pela produtora Media Res.

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  • Série

    The Morning Show: Produção da 2ª temporada é interrompida

    13 de março de 2020 /

    As gravações da 2ª temporada de “The Morning Show”, série da Apple TV+ que rendeu um troféu do SAG (Sindicato dos Atores dos EUA) para Jennifer Aniston, foram interrompidas por duas semanas devido ao crescente surto global do coronavírus. A decisão do hiato foi tomada pela Apple e pela produtora Media Res e forma preventiva e não devido a algum caso de contágio no elenco ou na equipe da série. A pausa segue orientação do prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti, que ordenou limitar as reuniões públicas a 50 pessoas na cidade. Criada por Kerry Ehrin (“Bates Motel”) e lançada em novembro passado, “The Morning Show” é a primeira série de Aniston desde o fim de “Friends”, em 2004, e também de Steve Carell após sair de “The Office” em 2011. O elenco ainda conta com Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) que se multiplica nos créditos como produtora da atração. A Apple não divulgou previsão para a estreia da 2ª temporada.

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