Will & Grace é renovada para a 3ª temporada de revival
A rede NBC está realmente entusiasmada com a volta de “Will & Grace”. A série, que tinha sido renovada antes da reestreia, foi renovada pela segunda vez, garantindo a produção da 3ª (ou 11ª) temporada antes mesmo do final dos episódios iniciais do revival. Tem mais. A 2ª (ou 10ª) temporada, que tinha sido anunciada com 13 episódios, teve encomenda de mais cinco capítulos, chegando a um total de 18, mesmo número da 3ª (ou 11ª) recém-encomendada. Tudo isso, enquanto ainda faltam dois episódios inéditos do primeiro ano do revival. A renovação se dá tanto pelo prestígio – a série voltou a ser indicada a prêmios – quanto pela audiência, que tem mantido a média de 5,7 milhões de telespectadores ao vivo por episódio. Trata-se de uma confirmação do sucesso da estratégia atual dos canais norte-americanos, de resgatar séries clássicas para explorar o reconhecimento das marcas. A “Will & Grace” original foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começou a ser exibido em 28 de setembro de 2017 nos Estados Unidos e se encerrará no dia 29 de março. Já a 10ª temporada irá ao ar em setembro de 2018, enquanto a 11ª tem previsão de lançamento para o mesmo período em 2019.
Teaser anuncia volta do Duende Assassino em continuação de terror dos anos 1990
O canal pago Syfy divulgou um teaser da volta do Duende Assassino (Leprechaum), criatura de uma franquia de terror trash dos anos 1990. A prévia mostra que a maquiagem da criatura não mudou muito desde os tempos em que Warwick Davis (“Willow”) dava os sustos originais no público. O clássico de terrir de 1993 também foi um dos primeiros trabalhos de Jennifer Aniston (série “Friends”) no cinema, como uma das vítimas da criatura obcecada por ouro. O sucesso do filme de baixo orçamento rapidamente despertou o interesse dos produtores em sequências. Vieram mais sete filmes: “O Retorno do Duende”, “O Duende Assassino”, “Leprechaun 4: In Space”, “Leprechaun: In the Hood”, “Leprechaun: Back 2 Tha Hood”, “A Vingança do Leprechau” e “O Duende: As Origens”. Davis estrelou apenas os três primeiros filmes (o original e duas sequências), que foram lançados com um ano de diferença nos cinemas. A partir de “Leprechaun 4: In Space”, de 1996, os filmes passaram a ser distribuídos no mercado de home video. O canal pago americano SyFy assumiu a franquia em 2012, com o lançamento de “A Vingança do Leprechaun”. Mas o novo filme vai ignorar tudo o que aconteceu desde o primeiro “O Duende” (Leprechaun), retomando a história original 25 anos depois. Após encerrar sua vingança por seu pote de ouro roubado, o duende é despertado por um grupo de universitárias que derrubam sua cabana para construir uma nova casa de fraternidade. O elenco inclui Taylor Spreitler (série “Kevin Can Wait”), Pepi Sonuga (série “Ash vs Evil Dead”) e Sai Bennett (“Lake Placid: Legacy”), além de resgatar um intérprete do filme original, Mark Holton, no papel de Ozzie, que escapou de ser morto pelo duende em 1993. Já o papel da criatura será desempenhado por Linden Porco (da série “Channel Zero”), que viveu o boneco Chucky no mais recente filme da franquia, “O Culto de Chucky”. O roteiro é de Suzanne Keilly (“Ash vs Evil Dead”) e a direção está a cargo de Steven Kostanski, técnico de efeitos de maquiagem de “It: A Coisa” e “A Colina Escarlate”, que causou impacto com sua estreia como diretor no ano passado, com o infernal “The Void”. A estreia está marcada para março de 2019.
Atriz de Still Star-Crossed negocia substituir DeWanda Wise em Capitã Marvel
A atriz inglesa Lashana Lynch (intérprete de Rosaline na série de curta duração “Still Star-Crossed”) está negociando assumir o papel que seria interpretado por DeWanda Wise em “Capitã Marvel”. Segundo o site Deadline, Wise teve problemas de agenda, num conflito entre as filmagens da Marvel e as gravações da 2ª temporada de “Ela Quer Tudo” (“She’s Gotta Have It”), de Spike Lee, e teve que desistir do filme. O papel da atriz ainda não tinha sido revelado. Com Brie Larson como a Capitã Marvel, o filme tem estreia prevista para março de 2019.
Nickelodeon planeja reviver a série clássica Clarissa Sabe Tudo com Melissa Joan Hart
O público do Nickelodeon tem idade suficiente para sentir saudades dos anos 1990? A questão se coloca diante dos planos do canal infantil de embarcar na onda dos resgates de séries clássicas, que tem dado uma ar de reprise eterna na programação da TV americana atual. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o canal está negociando o “revival” de “Clarissa Sabe Tudo” (Clarissa Explains It All) com a atriz Melissa Joan Hart, a protagonista original, e o criador da série, Mitchell Kriegman. Melissa irá reprisar o papel de Clarissa Darling. Desta vez, porém, ela será a mãe da família. Além de estrelar, a atriz deverá ter um cargo de produtora executiva do novo projeto. “Clarissa Sabe Tudo” foi exibida por cinco temporadas, entre 1991 e 1994 nos Estados Unidos, e marcou época por ter sido a primeira série da Nickelodeon protagonizado por uma menina. Criativa, a trama mostrava eventos cotidianos na vida de Clarissa, que eram narrados para o espectador a partir do ponto de vista da jovem, enquanto ela tentava fazer sentido de tudo o que via. O papel de Clarissa foi o primeiro destaque da carreira de Melissa Joan Hart, que tinha 15 anos quando estrelou a série. Posteriormente, ela ficou ainda mais famosa como protagonista de “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira”, que durou sete temporadas, entre 1996 e 2003. Vale lembrar que o concorrente do Nickeledeon, o Disney Channel, já tem feito revivals há algum tempo. Sucesso dos anos 1990, “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World) teve continuação em “Garota Conhece o Mundo” (Girl Meets World) em 2014 e “As Visões da Raven” (That’s So Raven) rendeu “A Casa da Raven” (Raven’s House) no ano passado. Ambas atualizações usaram o mesmo subterfúgio planejado para o resgate de “Clarissa Sabe Tudo”, com os adolescentes de outrora reintroduzidos como pais e mães de novas crianças-problema.
Atriz de Ela Quer Tudo sai do filme da Capitã Marvel
A atriz DeWanda Wise deixou o elenco de “Capitã Marvel”, nas primeiras semanas de filmagem. O papel da atriz ainda não tinha sido revelado, e ainda não há confirmação de quem entrará no lugar. Segundo o site Deadline, Wise teve problemas de agenda, num conflito entre as filmagens da Marvel e as gravações da 2ª temporada de “Ela Quer Tudo” (“She’s Gotta Have It”), de Spike Lee. Quando ela entrou no filme, a série também foi renovada. Na produção da Netflix, a atriz interpreta a protagonista Nola. Com Brie Larson no papel principal, “Capitã Marvel” tem estreia prevista para março de 2019.
Fox quer ressuscitar a série Buffy: A Caça-Vampiros
Depois de trazer de volta “Arquivo X”, a rede Fox quer ressuscitar outra atração dos anos 1990 que marcou gerações de fãs. Nada menos que “Buffy: A Caça-Vampiros”. Durante a conferência Innovative TV, em Israel, o presidente da rede, Gary Newman, avisou que só está a esperada do aval de Joss Whedon, criador da série, para iniciar a produção. “Eu acho que, se você olhar nossa biblioteca, “Buffy” é provavelmente a série que está mais madura para trazermos de volta”, disse Newman. Ele ainda brincou dizendo que “não sairia vivo do prédio” se, de fato, anunciasse o retorno. Segundo apurou a revista americana Variety, Joss Whedon reluta em trazer a série de volta. E Newman confirmou que ele tem a palavra final sobre o retorno do projeto. “Quando Joss decidir que é o momento, nós faremos. E até Joss decidir que é o momento, não vai acontecer”, afirmou, exaltando em seguida que Whedon foi um dos melhores criadores com os quais o canal já trabalhou. Em março de 2017, o elenco original voltou a se reunir para comemorar os 20 anos da série, numa entrevista para a revista Entertainment Weekly, e o assunto de um revival foi abordado. Enquanto alguns atores se mostraram entusiasmados, a própria Buffy, Sarah Michelle-Gellar, colocou uma estaca no projeto, recusando-se com a justificativa que isso arruinaria as lembranças dos fãs. Mas todos voltariam correndo para dublar seus personagens numa versão animada. O detalhe é que, na ocasião, Joss Whedon ficou nostálgico… e impressionado pelo fato de todos terem envelhecido muito bem. “É como uma reunião de ensino médio, mas muito pior, porque todos eles ainda estão ótimos. Esperava que alguns deles teriam engordado um pouco, mas isso não aconteceu”, brincou. Veja abaixo a foto da reunião do elenco – e Joss Whedon – , que mostra como os atores estão atualmente.
Atrizes de Barrados no Baile negociam resgatar a série
As atrizes Tori Spelling e Jennie Garth querem resgatar a série clássica “Barrados no Baile” (Beverly Hills, 90210). Segundo a revista People, as duas se reuniram recentemente com a rede CBS para sugerir uma nova continuação para a série passada em Beverly Hills. E a ideia teria agradado. No projeto, as duas interpretariam versões exageradas de suas personagens, mostrando o que aconteceu com elas desde os anos 1990. No drama adolescente original, Spelling e Garth viviam, respectivamente, Donna Martin e Kelly Taylor. Ambas chegaram a retomar as personagens em participações especiais na continuação de 2008 da rede CW, “90210”, centrada nos problemas de uma nova geração de adolescentes mimados. Isto foi antes da mania dos revivals priorizar a retomada de séries clássicas com os elencos originais. Muito amigas, as duas ainda tentaram emplacar uma série de comédia no canal pago ABC Family (hoje, Freeform) em 2014. Intitulada “Mystery Girls”, a série girava em torno de duas ex-atrizes que se uniam para resolver crimes, e foi cancelada após 10 episódios. Tori Spelling chegou a aludir a reunião com a CBS sobre o projeto em seu Instagram, durante o fim de semana. Veja abaixo. Mas a menção acabou passando batida, já que seu nome virou assunto por outro motivo. No último fim de semana, ela, o marido e seus filhos foram convidados a se retirar de um restaurante, após uma briga levar à intervenção policial. Foi a terceira vez em poucos dias que a polícia precisou ser acionada devido ao mau comportamento da atriz. Nas vezes anteriores, os chamados foram para sua casa. #back2work great creative day yesterday with my #partnerincrime @jenniegarth #90210vibes #donnaandkellyforver #besties Uma publicação compartilhada por Tori Spelling (@torispelling) em 10 de Mar, 2018 às 9:05 PST
SBT fará propaganda gratuita para o filme de Edir Macedo
A rede Record e a Igreja Universal do Reino de Deus não serão as únicas empresas engajadas na divulgação do filme “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo. O canal SBT também fará propaganda gratuita do filme. Segundo o UOL, o dono do SBT mandou exibir comerciais do filme sem cobrar nada. Sílvio Santos também é personagem do filme, que mostra como ele vendeu a Record para Macedo. O empresário-apresentador teria dado a ordem para veicular os comerciais após assistir ao filme. Ele recebeu uma cópia em DVD da produção, que só estreia nos cinemas daqui a três semanas. Antes mesmo da campanha publicitária começar, “Nada a Perder” já vendeu mais de 3 milhões de ingressos. Originalmente previsto como trilogia, a cinebiografia de Edir Macedo deve ser divida em dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A estreia está marcada para 29 de março.
Susan Sarandon lembra de exemplo de Paul Newman no Dia Internacional da Mulher
Susan Sarandon aproveitou o tema do Dia Internacional das Mulheres para prestar homenagem a um homem exemplar. Em entrevista à rádio BBC, ela revelou que, há 20 anos, o ator americano Paul Newman lhe deu a parte do seu salário para que ela ganhasse o mesmo que ele nas filmagens de “Fugindo do Passado” (1998). A atriz contou nesta quinta (8/3) que o contrato da produção do filme de 1998 tinha uma cláusula que previa que todos os protagonistas deveriam ganhar o mesmo que o ator com o salário mais alto. Mas ela descobriu que, apesar disto e de ela ter a mesma carga de trabalho dos demais, a paridade salarial só era aplicada aos colegas homens – Newman e Gene Hackman. Ao saber dessa diferença, Newman resolveu agir. “Ele deu um passo à frente e disse: ‘Bem, vou lhe dar parte do meu cachê’. Ele era uma joia”, afirmou Sarandon sobre a atitude do amigo. Paul Newman faleceu em setembro de 2008 e foi um dos atores mais queridos e idolatrados de Hollywood. Ele foi indicado a dez Oscars, venceu um (por “A Cor do Dinheiro”) e recebeu dois prêmios honorários da Academia – um pela carreira e outro humanitário. Sarandon deu a entrevista em Londres durante a divulgação do seu mais recente projeto, o documentário “Bombshell: The Hedy Lamarr Story”, sobre a atriz e inventora Hedy Lamarr (1914-2000). Ela é produtora do filme.
Filme de Edir Macedo já vendeu 3 milhões de ingressos antecipados
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, batizada de “Nada a Perder – Contra Tudo. Por Todos”, já vendeu 3,1 milhões de ingressos antecipados durante um mês de pré-venda, segundo a Paris Filmes, produtora do longa. Em termos de comparação, a produção bíblica “Os Dez Mandamentos” vendeu pouco menos de 3 milhões na pré-venda e, após a estreia, se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos desde a criação da Embrafilme, em 1970, com 11,2 milhões. O recorde é controvertido, porque, apesar de esgotar ingressos, os cinemas não encheram. A ação envolveu a Igreja Universal, que teria distribuído ingressos nos cultos. A comunicação da igreja, na época, negou a compra de ingressos e afirmou apenas apoiar, “juntamente com nossos grupos voluntários e de projetos beneficentes em todo Brasil, que o público em geral tenha a oportunidade de assistir ao filme.” O mesmo envolvimento acontece agora com o filme do líder da Universal. “Nada a Perder”, que só chega aos cinemas em 29 de março, já esgotou algumas sessões do fim de semana de estreia nas principais capitais do país. Nas redes Cinépolis e Cinemark, a maior parte das sessões só têm ingressos disponíveis nas primeiras fileiras. No caso do Cinépolis, a compra do ingresso tem sido impulsionada pelo sorteio de uma viagem a Israel, “com um acompanhante e seu líder religioso”, e mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Mas a divulgação só está começando. De acordo com o colunista do UOL Flávio Ricco, a Record tem montado uma megaoperação para promover o filme. Além de uma série especial para o “Jornal da Record” e reportagens para o “Domingo Espetacular”, o plano inclui a exibição de 16 chamadas diárias até o dia do lançamento e o envio de uma equipe ao exterior para colher depoimentos de atores famosos que já interpretaram personalidades marcantes em filmes biográficos. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Remake de Roswell terá astros de Pretty Little Liars, The Originals e The Vampires Diaries
O piloto da série “Roswell” já é um sucesso na internet por conta do elenco contratado. O anúncio mais recente de casting contempla três galãs de séries adolescentes, que movimentam fã-clubes dedicados. São eles: Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”), Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) e Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”). Eles se juntam a Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”), primeiro nome anunciado, além de Lily Cowles (“BrainDead”), Michael Vlamis (visto em “New Girl”) e Heather Hemmens (“Hellcats”). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto de 1999 antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. A ideia é atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Segundo a sinopse oficial, a trama vai acompanhar Liz Ortecho (Mason), uma pesquisadora biomédica e filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo apontam para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). Todos tiveram carreiras de sucesso. Nathan Parsons foi escalado no papel de Max, o protagonista masculino. Os outros dois alienígenas serão vividos por Lily Cowles e Michael Vlamis. Michael Trevino ficou com o papel originalmente vivido por Nick Wechsler, como o filho do xerife local. Heather Hemmens será a melhor amiga de Liz, papel de Majandra Delfino em 1999. E Tyler Blackburn viverá uma variação gay do personagem de Colin Hanks, um militar que precisa manter sua preferência sexual em segredo. A trama vai se diferenciar bastante da série e dos livros em que se baseia por acompanhar jovens adultos e não adolescentes em idade escolar. O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a WB (Warner). Pois “Roswell” era originalmente exibido no canal da Warner. Outra curiosidade sobre o piloto é que ele marcará a estreia na direção de Julie Plec, produtora-roteirista de “The Vampire Diaries” e “The Originals”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie, caso o piloto seja aprovado.
Remake de Charmed define atriz de Into the Badlands como terceira irmã bruxa
A atriz britânica Madeleine Mantock, conhecida pela série “Into the Badlands”, foi escalada como a terceira e última irmã bruxa do piloto do remake da série “Charmed”. A escalação confirma a abordagem da série. Assim como as irmãs mais novas, ela é uma intérprete negra de descendência latina. Mantock viverá Macy, a irmã mais velha e líder do clã, num papel correspondente ao de Prue (Shannen Doherty) na série original de 1998. Na nova versão, a personagem será uma geneticista prática e cética, que fica chocada ao saber que o mundo sobrenatural é real. Ela se junta a Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), anteriormente confirmada como Mel, um ativista apaixonada que precisa lidar com as consequências de uma terrível tragédia, e Sarah Jeffery (“Descendentes”), intérprete de Madison, a caçula de 18 anos, que acaba de ingressar na faculdade e está apenas tentando se encaixar no mundo. O perfil do trio de protagonistas coincide com o fato de suas criadoras virem da série “Jane the Virgin”, remake de uma telenovela estrelado por atores latinos. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o piloto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. Outra novidade no elenco é Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), que viverá um professor universitário misterioso, bonito e com conhecimentos ocultos que deve despertar o interesse das irmãs. O personagem tanto pode ser uma nova versão do anjo Leo Wyatt, interpretado por Brian Krause na série original, quanto do demônio Cole Turner, vivido por Julian McMahon. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado são as mesmas do piloto atual. Elas sugeriram uma nova abordagem, passada nos dias de hoje, centrada em três irmãs de uma cidade universitária que descobrem que são bruxas. Desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Mas o projeto só vai virar série se os executivos do canal aprovarem o episódio de teste.
Jessica Alba pode voltar à TV na série derivada do filme Bad Boys
Jessica Alba (“Sin City”, “Machete”) está encaminhando sua volta para a TV. A atriz, que não participa de uma série desde que estourou como protagonista de “Dark Angel” (2000–2002), foi escalada no piloto baseado no filme “Bad Boys”. Ela interpretará a detetive Nancy McKenna, uma ex-militar que lutou no Iraque e no Afeganistão e que agora trabalha ao lado da protagonista Syd Burnett (Gabrielle Union). A série será centrada em Syd, que foi apresentada no segundo filme da franquia, em 2003. Ela é irmã de Marcus (Martin Lawrence) e teve um romance com Mike (Will Smith). Na série, Syd será parceira de Nancy McKenna, que, além do trabalho, ainda é mãe e leva um estilo de vida totalmente diferente da colega. Apesar das diferenças, tanto pessoais quanto na abordagem profissional, as duas são as melhores no que fazem. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes.












