Elenco de Murphy Brown se reúne na primeira imagem do revival da série clássica
O elenco da série clássica “Murphy Brown” já voltou a se encontrar. A atriz Candice Bergen, intérprete da personagem-título, divulgou uma foto do reencontro em seu Instagram. Uma das séries mais premiadas da rede CBS, vencedora de 17 prêmios Emmy, “Murphy Brown” voltará à TV após 20 anos, na onda dos revivals bem sucedidos que tem levantado a audiência da TV americana. Neste ano, os retornos de “Will & Grace” e “Roseanne” surpreenderam ao atrair muito mais público que o esperado – e ambas já foram renovadas para novas temporadas. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal, que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco prêmios Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Além de reunir o elenco clássico, a atração contará com a adição do ator Jake McDorman (astro de “Limitless”), que viverá o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se mostra muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Curiosamente, o antigo intérprete do personagem se tornou bastante diferente de McDorman. Era ninguém menos que Haley Joel Osment, que depois do fim da série foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. Outra novidade do revival será o personagem vivido por Nik Dodani (da série “Atypical”), que terá a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21. O ator, inclusive, pode ser visto na foto do elenco, logo atrás de Candice Bergen. Os demais atores na imagem são Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana) e Grant Shaud (Miles Silverberg), que aparecem acompanhados da criadora Diane English. A produção terá 13 episódios, que deverão refletir os dias atuais, com a proliferação das mídias sociais e das notícias falsas (fake news), além do governo de Donald Trump. A previsão de estreia é para o outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos. MURPHY BROWN…together again. Coming to your neighborhood TV in the fall. Just in time… Uma publicação compartilhada por Candice ? (@bergenbags) em 5 de Abr, 2018 às 9:43 PDT
Everything Sucks: Série adolescente passada nos anos 1990 é cancelada pela Netflix
A Netflix cancelou sua nova série adolescente “Everything Sucks!”, sobre a juventude dos anos 1990. Comparada à cultuada “Freaks and Geeks” (1999), de Judd Apatow, a série não virou frisson, atingindo 69% de aprovação entre a crítica norte-americana. Com o cancelamento, ela ficará sem fim, já que o último episódio termina num cliffhanger – a famosa situação-limite que precisa ser resolvida no próximo capítulo. A série combinava drama e comédia, ao acompanhar adolescentes da época – e seus pais – durante rituais típicos de todas as gerações, como escola, amizades, namoro e sexualidade, com uma novidade do período: a internet. A trama se passava em 1996 em Boring, uma cidade que realmente existe com este nome (Tedioso, em inglês) no Oregon, e girava em torno de um grupo de estudantes do Ensino Médio, que decidiram juntar forças para criar um filme – com os meninos acreditando que assim iam finalmente conquistar algumas garotas. Com muitas referências à cultura pop dos anos 1990, a começar pelo título – nome de um disco da banda punk Descendents, lançado justamente em 1996 – , a série era criação de uma dupla em ascensão no cinema indie americano: o ator e roteirista Ben York Jones (“Newness”) e o diretor e roteirista Michael Mohan (“Save the Date”). O elenco incluía Peyton Kennedy (do terror “Fábula Americana”), Jahi Winston (minissérie “The New Edition Story”), Rio Mangini (série “Bella e os Bulldogs”), Sydney Sweeney (série “The Handmaid’s Tale”), Zachary Ray Sherman (série “90210”) e Patch Darragh (série “The Path”). A 1ª e única temporada foi disponibilizada em 16 de fevereiro.
Diretor de Corra! vai produzir série sobre Lorena Bobbit, a mulher que decepou órgão do marido
O cineasta Jordan Peele, vencedor do Oscar 2018 de Melhor Roteiro Original pelo filme “Corra!”, vai produzir uma série documental para a Amazon sobre a dona de casa americana Lorena Bobbit, que ganhou notoriedade em 1993, após amputar o pênis do marido com uma faca, enquanto ele dormia, deixá-lo sangrando na cama para pegar o carro, dirigir e jogar o órgão fora num descampado. O caso ganhou repercussão mundial. Batizada apenas de “Lorena”, a série será dividida em quatro partes e contará com depoimentos da própria Lorena Bobbit. A direção está a cargo de Win Rosenfeld (da série documental “Nova ScienceNow”) O filme deve examinar o que levou Lorena a tomar uma decisão tão radical. Na época, ela disse ter revidado um estupro e o acúmulo de diversas violências domésticas sofridas nas mãos do marido, John Wayne Bobbit. Ele também ficou famoso. Após passar por uma cirurgia de reconstituição do pênis, até apareceu em filmes pornôs. Mas acabou preso por violência contra outras mulheres – uma stripper de Las Vegas e sua segunda esposa. “Quando ouvimos o nome ‘Bobbitt’, imediatamente pensamos em um dos incidentes mais sensacionais que já foram transformados num espetáculo midiático. Com este projeto, Lorena tem agora a oportunidade de contar a sua verdade, em uma época em demandamos mais conversas críticas sobre a dinâmica de gêneros, abusos e pedidos por justiça. Esta é a história de Lorena e nós estamos honrados em poder ajudá-la a contar”, disse Jordan Peele em comunicado sobre o projeto.
Atriz da série clássica Melrose Place é processada por abuso de menor
A atriz Jamie Luner, que estrelou a série dos anos 1990 “Melrose Place”, está sendo processada em US$ 250 milhões por ter supostamente abusado de menor na época da série. Quem acusa é Anthony Oliver, que tinha 16 anos quando o suposto abuso aconteceu em 1998. Ele conta que conheceu Luner por meio de um amigo de seu irmão mais velho e, apesar de não ser ator, foi convidado para uma festa da atriz, onde alega que ela lhe serviu álcool e drogas antes de levá-lo a um quarto com uma terceira pessoa, um maquiador que teria demonstrado interesse sexual no jovem. Os três teriam praticado sexo oral e gravado em vídeo. Atualmente com 38 anos, Anthony Oliver diz que demorou duas décadas para denunciar o caso porque sua mãe trabalhava na política. Agora, por aconselhamento de seu terapeuta, decidiu vir à público, por meio de uma denúncia criminal e um processo civil. Ele registrou uma queixa na polícia de Los Angeles e agora abriu um processo, no qual alega que a experiência lhe afetou psicologicamente. Segundo consta no processo, ele “passou a não saber se se sente atraído por mulheres, homens ou por ambos” e também culpa a atriz por ter virado alcoólatra depois desse encontro. Para compensar este trauma, ele pede os US$ 250 milhões de indenização. A atriz negou as acusações e afirmou que são parte de um “esquema de extorsão”. De acordo com a defesa, o acusador Anthony Oliver tem um histórico de mover processos, tendo dado entrada em 27 ações nos últimos oito anos.
Uma Equipe Muito Especial: Filme estrelado por Madonna pode virar série
A Amazon está desenvolvendo uma série baseada no longa “Uma Equipe Muito Especial” (1992), da diretora Penny Marshall, sobre o primeiro campeonato de beisebol feminino, que aconteceu nos anos 1940 nos Estados Unidos. A produção original trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks como técnico da equipe. O projeto está a cargo dos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”) e, segundo o site The Hollywood Reporter, não será uma adaptação literal, mas “um olhar moderno” para a história. Não está claro se isso significa atualizar a trama para os dias de hoje. Neste caso, porém, a série não teria nada a ver com o filme, aproveitando apenas o título original (“A League of Their Own”) pelo pagamento dos royalties. Por enquanto, a série não foi encomendada oficialmente, apenas roteiros foram encomendados pelo serviço de streaming, que analisará as histórias para tomar uma decisão em relação à produção.
Diretor de Invocação do Mal vai adaptar o clássico Tommyknockers de Stephen King
Um dos poucos livros clássicos de Stephen King que permanecem inéditos no cinema vai virar uma produção de James Wan, o diretor e produtor da franquia “Invocação do Mal”. Trata-se de “The Tommyknockers”, escrito por King em 1987. Assim como “It – A Coisa”, o livro foi adaptado apenas como minissérie nos anos 1990. E Wan se juntou justamente ao produtor do filme “It”, Roy Lee, e ao produtor da versão televisiva de 1993, Larry Sanitsky, para adquirir os direitos da produção. Wan não deve dirigir o filme, mas, segundo a revista The Hollywood Reporter, está encabeçando discussões com interessados, entre estúdios de Hollywood e plataformas de streaming. “É um conto alegórico de vício (Stephen estava lutando com o seu na época), a ameaça da energia nuclear, o perigo da histeria em massa e o absurdo da evolução tecnológica. Temas tão relevantes hoje quanto o dia em que o romance foi escrito. É também uma história sobre o poder eterno do amor e a graça da redenção”, escreveu Sanitsky, que detém os direitos de exibição, em uma apresentação enviado a interessados na produção e obtido pela THR. Lançado no Brasil como “Os Estranhos – Tommyknockers”, o livro foi uma das primeiras incursões de King na ficção científica, e inclui vários clichês do gênero, como a população possuída de uma cidadezinha, ao estilo de “Vampiro de Almas” (1956). Mesmo assim, vendeu mais que todos os clássicos do escritor, incluindo “It”, “O Iluminado” e “Carrie”. A história se numa cidade no Maine – obviamente – que sofre a influência do vazamento de um gás perigoso vindo de uma nave espacial desenterrada. O gás começa a transformar as pessoas, dando-lhes habilidades aprimoradas, mas também tornando-as violentas e sujeitas a objetivos alienígenas. Apenas um homem se mostra imune, graças a uma placa de aço na cabeça, e tenta impedir os demais moradores. A minissérie da rede ABC, estrelada por Jimmy Smits, Marg Helgenberger e a ex-porn star Traci Lords, foi um enorme sucesso de audiência. Vinte anos depois, em 2013, a NBC anunciou que faria outra adaptação, mas esses planos nunca saíram do papel.
Filme sobre Edir Macedo já bate recordes de bilheteria antes da estreia
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, vai estrear nesta quinta (29/3) com 4 milhões de ingressos vendidos de forma antecipada, segundo informações da Record. Com isso, bateu o recorde de pré-vendas do cinema nacional, que pertencia à outra produção religiosa da Record, “Os 10 Mandamentos” (2,3 milhões de ingressos), e, de quebra, já virou o filme nacional mais bem-sucedido do ano, antes mesmo de chegar aos cinemas. O jornal O Globo quis verificar se a estratégia seguia a fórmula bem-sucedida de “Os 10 Mandamentos”, que apesar do recorde da época abriu com salas vazias. Isto porque integrantes da Igreja Universal teriam comprado e distribuído ingressos entre seus fiéis, que não foram ao cinema. A publicação, que pertence a grupo de comunicação rival da Record, questionou três grandes exibidoras para saber se elas firmaram alguma parceria com a Universal. Apenas a Kinoplex confirmou ter vendido pacotes de ingressos para pastores e grupos a partir de cem pessoas, nos quais todos pagam meia entrada. A UCI disse ter vendido ingressos para grupos, “como faz com qualquer filme”. E a Cinemark não se pronunciou. Já a rede Cinépolis anunciou um sorteio relacionado à compra de ingressos, que daria direito a uma viagem a Israel para o vencedor, “com um acompanhante e seu líder religioso”, além de mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Em comunicado, a Universal negou comprar ingressos, mas diz estimular a ida dos fiéis ao cinema. “A imprensa, embasbacada com o espetacular sucesso de bilheteria que se anuncia, esforça-se para inventar uma explicação fajuta para o maior fenômeno cinematográfico brasileiro do ano — ou, talvez, de todos os tempos”, diz o comunicado da Igreja, que ainda chama a imprensa de “rancorosa e preconceituosa”. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estariam negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Elenco de Dawson’s Creek se reúne em comemoração aos 20 anos da série
O elenco da série “Dawson’s Creek” voltou a se reunir para uma sessão de fotos e entrevista da revista Entertainment Weekly, dedicada aos 20 anos da atração. O reencontro foi completo, com participação de todos os protagonistas, incluindo o quarteto central formado por James Van Der Beek (Dawson), Katie Holmes (Joey), Joshua Jackson (Pacey) e Michelle Williams (Jen). Também marcaram presença os principais coadjuvantes: Kerr Smith (Jack), Meredith Monroe (Andie), Busy Philipps (Audrey) e Mary Beth Peil (vovó Evelyn). Uma das séries adolescentes mais famosas da televisão americana, a atração criada por Kevin Williamson (que posteriormente fez “The Vampire Diaries”) e produzida por Greg Berlanti (o atual manda-chuva das séries da DC Comics) durou seis temporadas, encerrando-se em 2003. O elenco ainda tentou manter contato, mas eles confessam que acabaram se afastando com o tempo. “Acho que todos nós já nos encontramos desde o final da série, mas não todo mundo desse jeito”, apontou Katie Holmes. Berlenti definiu o lugar conquistado pela série na história da TV. “’Dawson’s’ sempre foi muito pura e muito americana. Eu acho que se as pessoas querem uma imagem perfeita de como foi crescer nos EUA durante os anos 1990, ‘Dawson’s’ é a série certa para isso”, descreve. “Eu amo ‘Dawson’s Creek’ e o fato de ter 20 anos e as pessoas ainda falaram dela, é muito recompensador”, resumiu Williamson Veja abaixo um vídeo com a entrevista nostálgica e as fotos tiradas para a comemoração.
Atriz de Star Trek se casa com filho de Leonard Nimoy
A atriz Terry Farrell, que interpretou a personagem Jadzia na série “Star Trek: Deep Space Nine” nos anos 1990, se casou na segunda-feira 26/3) com Adam Nimoy, filho de Leonard Nimoy, o Spock original da franquia. O casamento aconteceu justamente no dia em que Leonard Nimoy completaria 87 anos. O ator morreu em fevereiro de 2015, de uma doença pulmonar. Farrell e Nimoy ficaram noivos na metade do ano passado e o casamento aconteceu em San Francisco, nos Estados Unidos. Freakin AWESOME day!!!!!!! Love ya all! Aka: Mrs. Adam Nimoy ?❤️? https://t.co/i6AVzPxR8q — Terry Farrell (@4TerryFarrell) March 27, 2018
Agente Coulson vai voltar ao cinema no filme da Capitã Marvel
Os fãs do agente Coulson, que pediam o retorno do personagem vivido por Clark Gregg aos filmes da Marvel, tiveram uma boa notícia nesta segunda (26/3), quando o estúdio anunciou os integrantes finais do elenco de “Capitã Marvel”. Entre os nomes confirmados, Clark Gregg vai voltar a viver Coulson no cinema. Ele não aparecia num filme da Marvel desde “Os Vingadores”. Mas sua participação não significa que os heróis descobrirão que ele foi ressuscitado (na série “Agents of SHIELD”), após ser abatido por Loki no filme de 2012. Afinal, “Capitã Marvel” é um prólogo. O filme se passa anos antes de Tony Stark virar o Homem de Ferro. Segundo revelou o produtor Kevin Feige, a trama é localizada na década de 1990. Coulson deve aparecer entre outros agentes da SHIELD na produção, que também terá participação de Samuel L. Jackson reprisando o papel de Nick Fury. Por ser um prólogo, o filme também incluirá dois personagens que já morreram no Universo Cinematográfico da Marvel: os vilões Ronan (Lee Pace) e Korath (Djimon Hounsou), que enfrentaram os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. “Capitã Marvel”, que tem Brie Larson como a protagonista, tem estreia marcada para 14 de março de 2019 no Brasil.
Street Fight vai virar série de TV
O jogo clássico “Street Fighter” vai virar uma série live action. A equipe responsável pela websérie “Street Fighter: Assassin’s Fist” vai produzir o projeto para o estúdio canadense eOne. A trama será baseada no jogo “Street Fighter II: The World Warrior”, de 1991, centrando-se em quatro protagonistas da franquia: Ryu, Ken, Guile e Chun-Li. Enquanto competem num torneio de lutas, eles se unem para derrubar o vilão M. Bison, o gênio do mal que dirige Shadaloo, uma organização criminosa global. Os produtores Joey Ansah, Jacqueline Quella e Mark Wooding devem trabalhar com a equipe de “Street Fighter: Assassin’s Fist”, séria lançada em 2014 na internet, no canal Machinima, mas contarão com um orçamento bem maior para a produção televisiva. Ansah escreveu e dirigiu a série de 12 episódios da série, que Wooding e Quella produziram. A atração foi vista por 16 milhões de espectadores e saudada na época como uma das melhores e mais fiéis adaptações da franquia de jogos até hoje. Após esse sucesso, a Capcom chegou a anunciar planos para uma sequência, “Street Fighter: World Warrior”, que acabou sendo transformada no projeto da nova série de TV. “’Street Fighter’ é uma franquia global, tendo conquistado imenso sucesso comercial em todo o mundo e construído uma vasta base de fãs dedicados que só cresceu em seu legado de 30 anos. Estamos entusiasmados por nos unirmos a Joey, Jacqueline e Mark, que já estão profundamente ligados a essa marca, para trazer essa história adorada para o público de televisão em todos os lugares”, disse Mark Gordon, presidente e diretor de conteúdo da eOne, em comunicado. “O apelo especial de ‘Street Fighter’ é a ampla gama de personagens etnicamente diversos e mulheres poderosas apresentadas no jogo. Isso nos permitirá construir um universo de TV inclusivo e envolvente”, acrescentou. Desenvolvido pela Capcom, “Street Fighter” é uma das franquias de videogame mais conhecidas e bem-sucedidas do mundo. Em seu lançamento original em arcade, em 1987, ela estabeleceu muitas das convenções do gênero dos jogos de luta. E, mais de três décadas depois, continua a ser uma das marcas mais vendidas da Capcom, atrás apenas de “Resident Evil” e “Monster Hunter”. Vale lembrar que a franquia já teve uma série animada em 1999 e foi adaptada para o cinema em dois filmes fraquíssimos: “Street Fighter: A Última Batalha” (1994), estrelado por Jean-Claude Van Damme e a cantora Kyle Minogue, e “Street Fighter: A Lenda de Chun-Li” (2009), com atriz de TV Kristin Kreuk.
Fotos e vídeo voltam a flagrar Brie Larson com o uniforme verde da Capitã Marvel
A atriz Brie Larson voltou a ser flagrada com o uniforme verde de “Capitã Marvel”, desta vez em vídeo e fotos, durante filmagens realizadas na área de Los Angeles. É a terceira vez que surgem imagens desse uniforme, que não é o mais conhecido dos quadrinhos, embora possa servir de referência ao traje usado por Mar-Vell (personagem de Jude Law no filme) em sua estreia nos quadrinhos dos anos 1960. O detalhe curioso é que a Marvel só confirmou que as filmagens de “Capitã Marvel” começaram nesta semana. Isto pode indicar que as fotos de janeiro foram tiradas durante a produção de um dos filmes dos Vingadores – “Vingadores: Guerra Infinita”, que estreia em abril, ou “Vingadores 4”, previsto para 2019. Mas isso criaria um paradoxo, porque a Marvel adiantou que o filme da heroína se passa nos anos 1990. E como ela deve terminar a trama com seu uniforme tradicional, não faria sentido aparece com o traje verde numa trama passada nos dias atuais. Ou será que o uniforme verde será adotado no filme inteiro? Um mistério, que só deve ser abordado quando “Capitã Marvel” estiver mais próxima de sua estreia. No Brasil, a previsão é para 14 de março de 2019. Get ready and KICK ASS! #CaptainMarvel pic.twitter.com/zIhjf1z1Mh — Captain Marvel News? (@CaptMarvelNews) March 20, 2018
Veja o trailer e as fotos do final de Arquivo X
A Fox divulgou o trailer e imagens do final da 11ª temporada de “Arquivo X”. A prévia mostra o aguardado encontro de Mulder (David Duchovny) com seu filho William (Miles Robbins) e o confronto com o Canceroso (William B. Davis). Intitulado “My Struggle IV”, o episódio pode ser o último produzido da atração, após Gillian Anderson afirmar que não voltará a interpretar Scully em uma nova temporada. Embora a Fox não tenha se comprometido com temporadas adicionais além da atual, o criador da série Chris Carter já afirmou que não concebeu o último episódio como um final da atração. O episódio vai ao ar nesta quarta (21/3) nos Estados Unidos e na próxima semana no Brasil.












