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  • Série

    Will Smith apresenta seu substituto no reboot de “Um Maluco do Pedaço”

    1 de setembro de 2021 /

    Will Smith escolheu seu substituto. O ator, rapper e jogador de basquete Jabari Banks, que é da Filadélfia como o astro, foi escalado como o novo Will na série inspirada em “Um Maluco do Pedaço” (Fresh Prince of Bel-Air). Intitulada “Bel-Air” em inglês, a produção será um reboot dramático da famosa comédia dos anos 1990. O próprio Will Smith contou a novidade a Jabari, num vídeo que foi divulgado pela plataforma Peacock, onde a série será exibida. O projeto é baseado numa produção de fã que viralizou em 2019. O jovem Morgan Cooper produziu e postou um “trailer” de quatro minutos, apresentando como seria o clássico sitcom se os personagens interpretassem um drama em vez de uma comédia. Na época, o trabalho acabou elogiado por Will Smith e, depois da repercussão, os dois se encontraram e a conversa tomou um rumo inesperado, com Smith se propondo a produzir uma série a partir daquela ideia. A nova versão será uma séria dramática com episódios de uma hora sobre como Will se envolve em uma briga com membros de uma gangue na Filadélfia e é enviado para morar com seus parentes ricos no afluente subúrbio de Bel-Air, em Los Angeles. “Um Maluco no Pedaço” foi exibido nos EUA por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, porém, só chegou na TV aberta a partir do ano 2000, quando estreou no SBT. A série foi o primeiro trabalho oficial de Will Smith, que até então só tinha atuado em clipes como Fresh Prince, seu nome de rapper. Atualmente, todas as temporadas da atração original fazem parte do acervo da HBO Max. “Bel-Air” tem produção de Westbrook Studios, a produtora de Smith e de sua esposa Jada Pinkett Smith, em parceria com a Universal TV, e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Série

    Filme “Prêt-à-Porter” pode virar série da Paramount+

    26 de agosto de 2021 /

    O filme “Prêt-à-Porter”, sátira de Robert Altman à indústria da moda, pode virar uma série de streaming. Segundo apurou o site Deadline, a plataforma Paramount+ está desenvolvendo uma atração baseada na comédia de 1994. Co-escrito, dirigido e produzido por Altman, o filme original acompanhava a vida interconectada de um grupo de pessoas na véspera da Paris Fashion Week, com modelos, estilistas, repórteres e editores de moda reunidos em torno da revelação das tendências da moda do próximo ano. A série deverá girar em torno de jovens no começo da escalada do sucesso. A ideia será apresentar personagens que representem aspirações sobre ambição frustrada, cultura e identidade jovem em crise e uma mensagem edificante de lutar por aquilo que você deseja. Representantes da Paramount+ e da Miramax TV, responsável pela produção, não comentaram a notícia do site. Relembre abaixo o trailer do filme original, repleto de astros famosos.

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  • Filme

    Trailer e título oficial de “Matrix 4” são revelados para donos de cinemas dos EUA

    25 de agosto de 2021 /

    A Warner Bros revelou no evento fechado CinemaCon, voltado aos proprietários de salas de cinemas dos EUA, o primeiro trailer de “Matrix 4”, que por sinal também ganhou título oficial. A produção vai se chamar “The Matrix: Resurrections” em inglês. Ainda não disponibilizado de forma oficial na internet, o trailer começa com Neo (Keanu Reeves) conversando com um terapeuta vivido por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”). Passada num futuro próximo, em São Francisco, a cena sugere que Neo está sob tratamento psiquiátrico e vivendo de forma muito parecida com o começo do filme original de 1999, quando era conhecido como Thomas Anderson. Entretanto, ele tem dificuldades em aceitar o que está ao seu redor. “Estou louco?” pergunta Neo. “Não usamos essa palavra aqui”, diz o terapeuta. Na cena seguinte, Neo esbarra com Trinity (Carrie Anne Moss) em um café. “Já nos encontramos antes?”, ela pergunta. Em seguida, o vídeo mostra Neo tomando pílulas azuis, ao som da música “White Rabbit”, clássico psicodélico da banda Jefferson Airplane, e questionando porque todos estão sempre grudados a seus telefones. Eventualmente, ele encontra um homem (Yahya Abdul-Mateen II) que é uma versão jovem de Morpheus (interpretado por Laurence Fishburne na trilogia original) e que lhe entrega uma pílula vermelha. É a deixa para surgirem as imagens do Neo superpoderoso que a enxerga verdade sobre a Matrix. “É hora de voar”, diz o novo Morpheus. Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme também traz de volta Jada Pinkett Smith como Niobe, Lambert Wilson como Merovingian e Daniel Bernhardt como o agente Johnson. Já as novidades incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Priyanka Chopra (“Quantico”), Christina Ricci (“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum destes teve os papéis revelados. A estreia está marcada para 16 de dezembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Danny DeVito vai escrever quadrinhos do Pinguim

    13 de agosto de 2021 /

    O ator Danny DeVito, que viveu o Pinguim no filme “Batman: O Retorno” (1992), vai voltar ao personagem, mas agora como roteirista. Ele foi convidado a escrever uma história do vilão para uma edição especial da revista em quadrinhos “Gotham City Villains”, que será lançada em novembro nos EUA pela DC Comics. A edição vai comemorar os 80 anos da criação do Pinguim, que fez sua estreia em quadrinhos em dezembro de 1941. Além da história do ator sobre o Pinguim, a edição especial, intitulada “Gotham City Villains Anniversary Giant”, vai destacar outros adversários famosos do Batman, como Espantalho, Hera Venenosa, Ra’s al Ghul, Talia al Ghul, Chapeleiro Maluco e Capuz Vermelho. Com 96 páginas, a edição também contará com contribuição dos roteiristas Wes Craig, G. Willow Wilson, Phillip Kennedy Johnson, Joshua Williamson, Stephanie Phillips, Dan Watters e Mairghread Scott, além de desenhos de Dan Mora, Wes Craig, Emma Rios, Riccardo Federici, Max Raynor, Max Fiumara, Skylar Patridge, Ariela Kristantina, Khary Randolph, Jill Thompson, Christian Ward, Gabriel Walta e outros.

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  • Série

    Série “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” ganha fotos e data de estreia

    13 de agosto de 2021 /

    A Amazon divulgou as primeiras fotos e a data de estreia da série inspirada no terror “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”. A atração vai se basear no livro homônimo de 1973, escrito por Lois Duncan, que foi adaptado num filme bastante popular de 1997, que rendeu a continuação “Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” em 1998. A trama básica será a mesma, envolvendo um grupo de adolescentes que passa a ser perseguido por um assassino, após causarem um acidente fatal na noite da sua formatura. As imagens divulgadas ressaltam inclusive a cena do acidente noturno numa estrada. Entretanto, a nova adaptação pretende dar uma roupagem moderna a esse enredo. Ao lado de “Pânico”, lançado um ano antes, “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” é um dos filmes responsáveis por revitalizar o terror, atualizando o subgênero “slasher”, dos serial killers mascarados, para os anos 1990. Muito de seu sucesso também foi consequência do ótimo elenco jovem, que reuniu Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr. Depois de se conhecerem na produção, Gellar e Prinze acabaram se casando e estão juntos até hoje, como pais de dois filhos. A roteirista Sara Goodman, de “Preacher” e “Gossip Girl”, é a responsável pela nova adaptação e o elenco inclui Madison Iseman (“Annabelle 3 – De Volta Para Casa”), Bill Heck (“Locke & Key”), Brianne Tju (“Light as a Feather”), Ezekiel Goodman (“Rat Bastard”), Ashley Moore (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Sebastian Amoruso (“Solve”), Fiona Rene (“Stumptown”), Cassie Beck (“Connecting…”) e Brooke Bloom (“The Sinner”). A estreia foi marcada para 15 de outubro no Amazon Prime Video.

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  • Filme

    Musical “Tick, Tick… Boom!” ganha novas fotos e data de estreia

    12 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou novas fotos e a data de lançamento do musical “Tick, Tick… Boom!”. O primeiro longa dirigido por Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”) vai estrear em streaming no dia 19 de novembro. O filme adapta a peça homônima de Jonathan Larson, outro autor célebre da Broadway, que é conhecido pelo sucesso de “Rent”. Originalmente concebido como um trabalho solo interpretado pelo próprio Larson em 1990, a peça foi ampliada após sua morte em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega ao streaming é a póstuma, que incluiu outros personagens além de Larson. E foi escrita, por sinal, por mais uma estrela da Broadway, Steven Levenson, responsável por “Dear Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem aos musicais. “Tick, Tick… Boom!” traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) na pele de Larson, ansioso pela véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de um novo musical, “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell – que na vida real nunca foi produzida. De fato, foi a frustração com o destino de “Superbia” que levou o autor a criar “Tick, Tick… Boom!”. O texto é um grande desabafo, dispensando a estrutura grandiosa dos espetáculos da Broadway para lhe permitir se expressar com estrutura mínima, acompanhado apenas por uma banda em pequenos palcos. O detalhe é que, ao mesmo tempo em que apresentava o espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente nunca pôde apreciar. Ele morreu de problemas cardíacos na manhã da première, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente. A filmagem dessa fase criativa da vida de Larson ainda inclui em seu elenco MJ Rodriguez (“Pose”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Judith Light (“Transparent”) e marca a volta de Vanessa Hudgens aos musicais que a consagraram na adolescência, como estrela da franquia “High School Musical”, da Disney. A produção também terá exibição limitada nos cinemas, numa aposta da Netflix em busca de indicações ao Oscar para a produção. Eu já tô ansiosa pra ver o Andrew Garfield como Jonathan Larson no meu novo musical. Dirigido por ninguém menos que Lin-Manuel Miranda, tick, tick…BOOM! estreia dia 19 de novembro. 💥💥 pic.twitter.com/BALt6Gxfwx — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 11, 2021

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    Animaniacs: Novos episódios ganham data de estreia

    8 de agosto de 2021 /

    A plataforma Hulu produziu um novo vídeo de “Animaniacs” para anunciar a data de estreia da 2ª temporada. Os novos episódios vão estrear em 5 de novembro, um ano após a reestreia do programa, que foi revivido em novembro passado, quando completou 22 anos fora do ar. A 2ª temporada fazia parte do contrato original entre a Hulu e as produtoras Warner Bros. Animation e Amblin Television (do cineasta Steven Spielberg), que garantiu dois anos de produção inicial. Mas o sucesso dos primeiros episódios foi tanto que a série já tem uma 3ª temporada confirmada. Inspirada nos célebres cartoons “Looney Tunes” da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas da era de ouro da animação, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e passaram a morar em segredo na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. A cultuada série animada dos anos 1990 também introduziu os populares ratinhos Pinky e Cérebro, que também voltaram em novos desenhos à sua missão contínua para dominar o mundo. O revival conta com os dubladores originais e com o famoso produtor da animação, ninguém menos que Steven Spielberg (“Jurassic Park”).

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  • Série

    Carrie e Mr. Big continuam apaixonados na sequência de “Sex and the City”

    8 de agosto de 2021 /

    Os atores Sarah Jessica Parker e Chris Noth divulgaram fotos da produção de “And Just Like That”, continuação da HBO Max para “Sex and the City”. Cada um deles publicou uma foto do casal Carrie e Mr. Big em suas respectivas páginas do Instagram, que mostram que seus personagens continuam apaixonados, mesmo depois de casados. “Juntos novamente”, escreveu Noth. “Esses dois. Aposto que ficaram fora até tarde da noite”, ponderou Sarah Jessica Parker. A minissérie vai seguir os personagens da atração dos anos 1990 enquanto lidam com a evolução de suas vidas após completarem 50 anos. E para retornar, as protagonistas da série clássica “Sex and the City”, Sarah Jessica Parker (Carrie), Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte), vão receber um cachê milionário. A revista americana Variety apurou que cada uma das três protagonistas vai receber mais de US$ 1 milhão por episódio. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Além disso, o elenco masculino voltará em peso. Além de Chris Noth, que reprisa seu papel como Mr. Big, a produção também contará com Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry). A principal novidade será a introdução de Sara Ramirez (a Dr. Callie Torres de “Grey’s Anatomy”) como uma personagem não-binária na trama. A atração terá 10 episódios, e Sarah Jessica Parker revelou em seu Instagram que o primeiro vai se chamar “Hello, It’s Me” (veja abaixo), mas ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Noth (@chrisnothofficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)

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    Ele é Demais: Comédia teen dos anos 1990 volta invertida em trailer legendado

    4 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Ele é Demais”, continuação/reboot do clássico adolescente “Ela é Demais”, que volta a trazer Rachael Leigh Cook ao papel que a popularizou em 1999. Só que desta vez como coadjuvante. Ela vive a mãe da nova protagonista, vivida por Addison Rae. Como o título sugere, a trama inverte a premissa original. No lançamento dos anos 1990, garotos apostavam que poderiam transformar uma garota comum e pouco atrativa na rainha do baile de formatura. Já a continuação se propõe a fazer o contrário, acompanhando o impacto de uma jovem influenciadora de mídia social na vida de um garoto. Neste caso, Addison Rae não está apenas interpretando uma influencer. Na época da produção, a atriz estreante era a segunda pessoa mais seguida no TikTok. A nova versão ainda destaca Tanner Buchanan (o Robby de “Cobra Kai”) como o nerd/grunge que se transforma em galã e participação especial de outra influencer famosa: ninguém menos que Kourtney Kardashian, BFF de Addison Rae. Vale lembrar que esta história não se originou nas telas em 1999. O roteirista R. Lee Fleming partiu da história de “Pigmalião”, peça de 1913 de George Bernard Shaw, que já rendeu até novela no Brasil – “Pigmalião 70”, em 1970. Fleming está de volta como roteirista, mas o diretor da nova produção é outro: Mark Waters (do cult “Garotas Malvadas”). A estreia está marcada para 27 de agosto em streaming.

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    Eiza Gonzalez negocia estrelar nova série dos criadores de “Game of Thrones”

    3 de agosto de 2021 /

    A estrela mexicana Eiza Gonzalez (“Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”) entrou em negociações para estrelar a nova série produzida por David Benioff e D.B. Weiss (criadores de “Game of Thrones”) para a Netflix. Trata-se da adaptação de “O Problema dos Três Corpos”, clássico sci-fi do escritor chinês Liou Cixin, que está atualmente em desenvolvimento por Benioff e Weiss em parceria com Alexander Woo, showrunner de “The Terror”, o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e a empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Antes mesmo da estreia, a atração já virou polêmica, graças ao ataque de um grupo de senadores do Partido Republicano dos EUA, que pediram para a Netflix não produzir a série, acusando o escritor Liou Cixin de perpetuar “a perigosa propaganda” do Partido Comunista Chinês. Além disso, um dos produtores chineses da atração, Lin Qi, presidente e CEO do Grupo Yoozoo, foi assassinado por envenenamento após o anúncio do projeto, em dezembro passado. A Netflix adquiriu os direitos de produção da adaptação em inglês do Yoozoo Group e de sua subsidiária Three-Body Universe, que detinham os direitos da propriedade. O livro de Cixin se tornou a primeira obra asiática a ganhar o prêmio Hugo, principal honraria da literatura de ficção científica, e conta a história do primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena. Em comunicado sobre o projeto, Benioff e Weiss definiram a trama como “ambiciosa”. “A trilogia de Liu Cixin é a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”, disseram. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo.”

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    Francisco Weffort (1937-2021)

    3 de agosto de 2021 /

    O cientista político e ex-ministro da Cultura Francisco Weffort morreu no domingo (1/8), aos 84 anos, em decorrência de um infarto do miocárdio. Ele nunca trabalhou no cinema. Mas foi um dos homens mais importantes para a História do Cinema Brasileiro. Professor acadêmico da USP com várias obras publicadas e um dos fundadores do PT, ele participou ativamente da campanha das Diretas Já e foi filiado ao partido até 1994, quando foi convidado a assumir o cargo de ministro durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ele permaneceu no cargo de ministro da Cultura por sete anos, de 1995 a 2002, onde teve papel importante na retomada da produção cinematográfica no país, com a implementação da Lei do Audiovisual. Tanto a lei federal de incentivo, iniciada por Sérgio Paulo Rouanet (por isso Lei Rouanet) em 1991, e a Lei do Audiovisual, iniciada por Antônio Houaiss em 1992, já existiam antes do governo FHC. Mas só passaram a funcionar amplamente a partir de 1995. No intuito de criar uma “cultura de investimentos” pelas leis de incentivo, Weffort estimulou empresas estatais, como a Petrobrás, o Banco do Brasil e principalmente as empresas de telecomunicações (Telebrás, Telesp, Telerj etc.) a se tornarem as principais investidoras do cinema brasileiro. O sucesso dos primeiros filmes incentivados logo chamou atenção da iniciativa privada. Não por acaso, este período ficou conhecido pelo nome de “Retomada”, por representar o resgate da produção cinematográfica brasileira, praticamente interrompida durante o governo Collor, que fechou a Embrafilme em 1990. A partir de 1995, com o sucesso de “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil”, “Terra Estrangeira” e “O Quatrilho”, o cinema brasileiro tomou novo rumo e embalou. De cerca de 15 filmes produzidos em 1995, o país saltou para 185 longas-metragens em 2018, último ano antes da devastação do governo Bolsonaro. E foi um salto também de qualidade. Enquanto Weffort foi ministro, o Brasil teve quatro filmes indicados ao Oscar – os longas “O Quatrilho” (em 1996), “O Que é Isso, Companheiro?” (em 1998) e “Central do Brasil” (em 1999), além do curta “Uma História de Futebol” (em 2001). Em 2019, Bolsonaro acabou com o Ministério da Cultura, paralisou a Lei Rouanet, proibiu o patrocínio cultural de estatais, aparelhou a Ancine para congelar o Fundo Setorial do Audiovisual e vetou a renovação do Recine e da Lei do Audiovisual. Mas em agosto de 2020, o Congresso Nacional restituiu a Lei do Audiovisual, derrubando o veto obscurantista e mantendo vivo o legado de Weffort e Houaiss. Weffort foi um dos ex-ministros da Cultura que protestaram contra a extinção do Ministério por Bolsonaro. “A extinção do Ministério da Cultura é um erro. A existência do Ministério tem garantido um olhar à altura da relevância da cultura e da arte na vida brasileira. Mesmo com recursos limitados, a pasta foi capaz de defender, formular, fomentar, criar e inovar a relação do Estado com a sociedade no plano da cultura, em respeito às tradições brasileiras desde o império”, dizia o texto de um manifesto assinado por ele e outros ex-ministros da pasta, que também questionavam “a demonização das redes de incentivo”. A política anticultural de Bolsonaro culminou numa coincidência trágica. Enquanto Weffort morria, o ministro-sanfoneiro Gilson Machado, do Turismo, dava vexame como representante do Brasil numa conferência internacional de Ministros da Cultura, falando mentiras absurdas sobre a preservação da Amazônia – desmascaradas pelo vice-presidente Mourão no dia seguinte – num discurso ideológico que repercutiu negativamente em todo o mundo, ao mesmo tempo em que ignorou a pauta de Cultura do evento – de resto, irrelevante para o atual governo. Nesta segunda-feira (2/8), o ex-presidente Fernando Henrique prestou uma homenagem a seu antigo ministro em suas redes sociais. “Hoje minha homenagem e minhas considerações estão voltadas especialmente ao caro Weffort, que deixa um vazio imenso em todos os que lhes eram próximos. Saudades”, escreveu. Por meio de nota, o ex-presidente Lula também destacou a importância do antigo ministro, em seu caso para a estruturação do PT. “Francisco Weffort foi um cientista político que marcou a academia brasileira, um professor por vocação, e um intelectual público dedicado a pensar sobre a democracia e o Brasil, não só estudando e refletindo sobre nossa realidade, mas também atuando como cidadão pelas causas que acreditava para um país melhor”, escreveu o petista. Ex-ministros da Cultura também manifestaram pesar pela morte de Weffort. Sérgio Sá Leitão, que ocupou o posto no governo Temer, destacou que o cientista político “ajudou a consolidar o MinC, valorizou as instituições federais da área e potencializou a Lei Rouanet”. Marcelo Calero afirmou nas redes sociais que Weffort foi “um grande nome na construção de políticas públicas culturais”.

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    “Virando o Jogo dos Campeões” é renovada para 2ª temporada

    2 de agosto de 2021 /

    A plataforma Disney+ renovou “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers) para sua 2ª temporada. Baseada na trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks), sucesso da Disney nos anos 1990, a atração foi considerada pela crítica americana um dos melhores adaptações de filme para série, com 89% de aprovação no portal Rotten Tomatoes. A série parece mesmo um novo filme da franquia, com direito inclusive ao retorno do ator Emilio Estevez ao papel de Gordon Bombay, que volta para treinar mais um time inadequado de hóquei infantil. Além de Esteves, o elenco destaca Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”) como a mãe de um garoto (Brady Noon, de “Bons Meninos”) que não é considerado bom o bastante para jogar hóquei e que o estimula a montar seu próprio time com outras crianças rejeitadas. É aí que entra em cena o famoso especialista em treinar times de hóquei que desafiam as probabilidades. Para quem não lembra ou não viu o filme original (ou seja, todos da faixa etária visada pela série), “Nós Somos Campeões” virou um hit cinematográfico da Disney em 1992 ao acompanhar a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, acaba sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série partiu do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que também assinou o roteiro do primeiro episódio e produziu a atração em parceria com Josh Goldsmith e Cathy Yuspa (roteiristas de “De Repente 30”). Para completar, o piloto foi dirigido por James Griffiths, da comédia “Ritmo Cubano” (2014). Veja o trailer da atração abaixo.

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    Filme “Waterworld” deve virar série

    29 de julho de 2021 /

    A Universal está desenvolvendo um projeto de série baseado no filme “Waterworld”, estrelado por Kevin Costner em 1995. Destruído pela crítica e considerado um grande fracasso financeiro na época de seu lançamento, o filme ficou conhecido como a mais cara produção realizada até então, com US$ 175 milhões de orçamento. Também ficou marcado por uma série problemas, enfrentando desde um furacão, que destruiu seu elaborado set na costa do Havaí, até desentendimentos entre o diretor Kevin Reynolds e seu astro principal. Mas seu legado acabou revisto e sua reputação recuperada após chegar à TV, onde as reprises puderam apresentá-lo à novas gerações. Hoje, é cultuado e tido como o primeiro longa sci-fi a retratar o impacto do aquecimento global de forma convincente, apresentando um mundo pós-apocalíptico onde as calotas polares derreteram e todo o planeta foi coberto pelo mar. Na trama, a mudança climática deu origem a comunidades erguidas sobre barcos e mutações, além de lendas sobre a última “terra seca” do planeta. Os produtores do filme original, John Davis e John Fox, estão a frente do projeto da série, que está sendo encarado como uma continuação. A ideia seria mostrar os personagens do filme 20 anos depois, embora nenhum ator do elenco original esteja envolvido a esta altura da produção. Caso ganhe financiamento, o possível piloto da série contará com direção de Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). Reveja abaixo o trailer do filme dos anos 1990.

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