Trailer de “And Just Like That” mostra a volta de um antigo amor na vida de Carrie
A Max divulgou o trailer da 2ª temporada de “And Just Like That…”. E entre muitas frivolidades, o destaque da prévia é a volta de um antigo amor na vida de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker): Aidan Shaw, interpretado pelo ator John Corbett desde a época de “Sex and the City”. O personagem é um simpático fabricante de móveis, que pode alegrar a agora viúva após a morte de Mr. Big (Chris Noth) nos primeiros episódios da nova série. Junto com Samantha (Kim Cattrall), o personagem de Corbett tinha sido uma das maiores ausências do revival rebatizado de “Sex and the City”. Para quem não lembra, Aidan, o personagem de Corbett, foi um namorado intermitente e mais tarde noivo de Carrie nas temporadas 3 e 4 de “Sex and the City”. Eles se separaram duas vezes, a primeira depois que ela confessou ter dormido com Mr. Big – que viria a ser seu futuro marido – , e a segunda vez quando ela não conseguiu se comprometer com a consumação de um casamento. Os dois ainda voltaram a se encontrar na 6ª temporada, quando Aidan revelou que estava casado e tinha um filho pequeno. O destino – na verdade, os produtores – os reuniu novamente no filme “Sex and the City 2” em um mercado em Abu Dhabi. A dupla compartilhou um beijo apaixonado durante um jantar, mas, como ambos estavam casados na época (e Aidan já era pai de três), Carrie fugiu. Uma reunião de Carrie e Aidan em “And Just Like That…” provavelmente terá que abordar o que aconteceu com a esposa de Aidan. A 2ª temporada vai estrear em junho no também rebatizado streaming da Warner Bros. Discovery.
“Power Rangers: Agora e Sempre” presta homenagem a atores que morreram
O especial do 30º aniversário de “Power Rangers” estreou na última quarta-feira (19/4) na Netflix voltando a reunir intérpretes que se consagraram como rangers nos anos 1990. O filme ainda presta homenagem a Thuy Trang e Jason David Frank, atores que faleceram nos últimos anos. Já se sabia inicialmente que o especial seria uma homenagem a Thuy Trang, intérprete de Trini Kwan, a primeira ranger amarela. A atriz morreu em um acidente de carro em 2001, aos 27 anos. Por isso, o enredo traz a filha de Trini, Minh (Charlie Kersh), assumindo o papel de ranger amarela para continuar o legado da mãe. A homenagem a Jason David Frank foi um pouco mais tímida, já que o ator morreu de forma inesperada em novembro de 2022, quando as gravações já estavam em andamento. Intérprete de Tommy Oliver, o ranger verde e posteriormente branco, é lembrado via inclusão de cenas da 2ª temporada do programa. No final, antes da rolagem dos créditos, uma última homenagem mostra fotos de Thuy e Frank acima do texto: “Em memória amorosa de Thuy Trang e Jason David Frank.” O elenco contou com as participações de David Yost (ranger azul), Walter Jones (ranger preto), Steve Cardenas (ranger vermelho e azul), Catherine Sutherland (ranger rosa), Johnny Yong Bosch (ranger preto) e Karan Ashley (ranger amarela). Lembrada por ser a primeira ranger rosa, a atriz Amy Jo Johnson não topou participar do especial, o que decepcionou alguns fãs. Austin St. John, o primeiro ranger vermelho, também não está no especial por problemas com a justiça. Em entrevista à Entertainment Weekly sobre os tributos, Jones disse que foi difícil assistir e “perceber que Jason e Thuy se foram”. Já Yost acrescentou: “Como elenco, éramos como irmãos e irmãs, todos nos dávamos bem. Estou feliz que pudemos homenagear Thuy e David”. Confira abaixo o trailer do especial:
Michael Lerner, ator de “Patricinhas de Beverly Hills”, morre aos 81 anos
O ator Michael Lerner, conhecido por atuar na série “Patricinhas de Beverly Hills”, faleceu no sábado à noite (8/4), aos 81 anos de idade. Lerner também foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por sua atuação em “Barton Fink”, filme dos irmãos Joel e Ethan Coen, em 1991. A morte de Lerner foi confirmada por seu sobrinho, o ator Sam Lerner, de “The Goldbergs”, que prestou homenagem ao tio por meio de uma postagem no Instagram no domingo à tarde. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre a morte do ator. “Perdemos uma lenda na noite passada. É difícil expressar em palavras o quão brilhante era meu tio Michael e como ele foi influente para mim”, escreveu Lerner. “Suas histórias sempre me inspiraram e me fizeram apaixonar pela atuação. Ele era o cara mais legal, mais confiante e talentoso, e o fato de ele ser meu parente sempre me fará sentir especial. Todos que o conhecem sabem como ele era insano – da melhor maneira”. Depois de trabalhar como ator com pequenos papéis em séries durante as décadas de 1970 e 1980, Lerner mudou de status após receber uma indicação ao Oscar em 1992 por sua atuação em “Barton Fink”. No filme, ele interpretou o magnata do cinema Jack Lipnick, chefe insistente do roteirista interpretado por John Turturro, e serviu de presságio para o tom às vezes selvagem, às vezes hilário do filme. Lerner depois voltou a ser dirigido pelos Coen em um pequeno papel na comédia existencial “Um Homem Sério”, de 2009. Após a indicação ao Oscar, Lerner se tornou um rosto familiar para os cinéfilos, aparecendo em diversos filmes dos anos 1990. Um de seus papéis mais marcantes desse período foi em “Godzilla” de Roland Emmerich, em 1998, como o prefeito de Nova York. O personagem debochado, batizado de Ebert, era uma sátira assumida ao famoso crítico de cinema Roger Ebert. Por sinal, o crítico destruiu o filme com uma avaliação de 1,5 estrelas, mas elogiou a atuação “corajosa” de Lerner. O ator também viveu um senador em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). Seu personagem mais popular, porém, materializou-se numa série de TV. Em 1996, ele interpretou o pai de Cher Horowitz na adaptação televisiva de “Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless), aparecendo em 18 episódios das três temporadas da atração. Depois disso, ele só voltou a ter destaque em “Glee”, onde interpretou Sidney Greene, um investidor que buscava realizar uma nova versão do musical “Funny Girl” na Broadway. Nos 5 capítulos de que participou em 2013, ele contracenou principalmente com Lea Michele, que recentemente, na vida real, acabou estrelando “Funny Girl” na Broadway.
Snowfall: Série tem spin-off em desenvolvimento
Um spin-off da série “Snowfall” está supostamente em desenvolvimento e deverá ser estrelado por Gail Bean (“Dia de Trabalho Mortal”), que atualmente interpreta Wanda no seriado. A atração derivada deverá continuar a história original ambientada na década de 1990, mudando seu foco da epidemia de crack para a indústria do rap de Los Angeles, que tomou conta do país durante aquela década. A personagem Wanda servirá como uma conexão entre o programa original e o spin-off. E novos personagens serão trazidos para continuar a história. Ainda não há nenhuma confirmação se algum outro personagem da série original aparecerá no spin-off. Após 6 temporadas de sucesso, “Snowfall” completará sua última exibição em 19 de abril. A série é estrelada por Damson Idris (“O Passageiro”) como Franklin Saint, um jovem chefão do tráfico na década de 1980 em Los Angeles durante o auge da epidemia de crack. Um dos associados mais próximos de Franklin é o amigo de longa data Leon (Isaiah John, de “Um Salão do Barulho 3”), com quem ele trabalha nas ruas. Nas primeiras temporadas, Wanda era a namorada de Leon que se tornava viciada em crack e acaba sem-teto. Ela luta para largar o vício e sobrevive, trabalhando informalmente enquanto se concentra em se manter limpa. Wanda e Leon eventualmente se casam em Gana no terceiro episódio da última temporada, atualmente no ar nas noites de quarta-feira. “Snowfall” foi o último projeto do diretor John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que faleceu por causa de um AVC em 2019.
Jennifer Aniston diz que nova geração acha “Friends” ofensivo
Jennifer Aniston, atriz conhecida por interpretar Rachel Green na série “Friends”, comentou recentemente sobre como a comédia mudou nas últimas décadas desde que a série foi ao ar. Durante a promoção de seu novo filme “Mistério em Paris”, da Netflix, Aniston explicou que a comédia é mais complicada hoje do que costumava ser, e que por isso acredita que “Friends” não seria aceitável nos dias atuais. “Agora é um pouco complicado porque você tem que ser muito cuidadoso, o que torna muito difícil para comediantes, porque a beleza da comédia é que fazemos piada de nós mesmos, fazemos piada da vida”, disse ela à AFP. Em seguida, citou a série “Friends”, que fez enorme sucesso nos 1990, mas agora tem sido alvo de críticas por não ter representatividade em relação a atores de outras etnias e diversidades. “Há toda uma geração de pessoas, crianças, que estão assistindo a episódios de ‘Friends’ e achando ofensivo. Havia coisas que nunca foram intencionais, e outras… bem, deveríamos ter pensado melhor, mas eu acho que não existia uma sensibilidade como a que existe hoje”, afirmou. Os comentários de Jennifer Aniston geraram repercussão na mídia e retomaram a discussão sobre a representatividade nas produções audiovisuais. Os criadores de “Friends”, Marta Kauffman e David Crane, bem como o produtor e diretor Kevin Bright, também já falaram recentemente que mudariam muita coisa na série se ela fosse feita hoje. “Existem provavelmente 100 coisas que eu faria de forma diferente”, disse Kauffman em entrevista ao site The Hollywood Reporter.
Diretor de “Pantera Negra” fará reboot de “Arquivo X”
O cineasta Ryan Coogler (“Pantera Negra: Wakanda para Sempre”) está desenvolvendo um reboot da série clássica “Arquivo X”. A informação foi divulgada por ninguém menos que Chris Carter, criador da atração original, durante sua participação no programa “On The Coast with Gloria Macarenko”. “Eu conversei com um jovem chamado Ryan Coogler, que vai remontar ‘Arquivo X’ com um elenco diverso”, revelou Carter. “Então, ele tem muito trabalho pela frente, porque nós cobrimos muito terreno”. Até o momento, a informação não foi confirmada por representantes de Coogler e da 20th Television, o estúdio por trás da série original. É possível que o reboot de “Arquivo X” seja exibido na plataforma de streaming Hulu, em vez da emissora original de “Arquivo X”, a Fox, já que a o canal e a 20th TV não fazem mais parte da mesma empresa após a aquisição da 21st Century Fox pela Disney. E a Hulu já começou a desenvolver reboots de séries da Fox, como “Futurama” e “O Rei do Pedaço”. “Arquivo X” acompanhou a rotina dos agentes do FBI Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson), responsáveis por investigar casos sobrenaturais. A série foi exibida originalmente entre 1993 a 2001, e ganhou um reboot em 2016, que durou duas temporadas. O remake de “Arquivo X” ainda não tem previsão de estreia. Ryan Coogler também está trabalhando no filme “Wrong Answer”, que deve voltar a reuni-lo com o ator Michael B. Jordan, com quem ele trabalhou em “Fruitvale Station: A Última Parada” (2013), “Creed: Nascido para Lutar” (2015) e “Pantera Negra” (2018). O filme não tem data de lançamento.
“Bel-Air” é renovada para 3ª temporada
A plataforma americana Peacock renovou “Bel-Air” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito após a exibição dos quatro primeiros episódios da 2ª temporada, que ainda estão inéditos no Brasil. Reboot dramático de “Um Maluco no Pedaço”, a produção conta a história conhecida da série clássica que lançou a carreira de Will Smith, mas sem risinhos de fundo. Na verdade, praticamente sem resquício nenhum de humor. A produção traz o ator, rapper e jogador de basquete Jabari Banks como o novo Will, que se envolve em uma briga com membros de uma gangue na Filadélfia e é enviado para morar com seus parentes ricos no afluente subúrbio de Bel-Air, em Los Angeles. Assim como na sitcom dos anos 1990, o jovem mal chega e já se torna popular na nova escola e com seus parentes. Mas além do tom, a principal diferença em relação à atração original é que, desta vez, o primo Carlton é praticamente um vilão, capaz de tudo para prejudicar Will por ciúmes de seu carisma. O projeto é baseado numa produção de fã que viralizou em 2019. O jovem Morgan Cooper produziu e postou um “trailer” de quatro minutos, apresentando como seria o clássico sitcom se os personagens interpretassem um drama em vez de uma comédia. Na época, o trabalho acabou elogiado por Will Smith e, depois da repercussão, os dois tiveram uma reunião que tomou um rumo inesperado, com Smith se propondo a produzir uma série a partir daquela ideia. O resultado dividiu a crítica em seu lançamento – 65% de aprovação no Rotten Tomatoes – , mas conquistou mais atenção e comentários positivos nos novos episódios – a 2ª temporada atingiu 90%. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+, que ainda não programou a estreia do segundo ano da produção. Veja abaixo o trailer nacional.
Comédia sobre história dos celulares BlackBerry ganha trailer
A IFC Films divulgou o trailer oficial da comédia “BlackBerry”, filme que mostra a criação, o sucesso e a queda do dispositivo móvel que revolucionou a indústria de telefonia. O diretor Matt Johnson (“Operação Avalanche”), junto com o co-roteirista Matthew Miller (“Chuck”), adaptou o livro biográfico “Losing the Signal: The Untold Story Behind the Extraordinary Rise and Spectacular Fall of BlackBerry” para a tela grande. A trama conta a história de Doug e Mike, dois jovens que descobrem um sinal sem fio inexplorado na América, que os leva a desenvolver o primeiro dispositivo móvel com recursos de telefone e e-mail. Mas depois de criarem um império com o lançamento do BlackBerry, os dois acabam falindo após o lançamento do iPhone no mercado. Na produção, o próprio Johnson interpreta o co-fundador da empresa, Douglas Fregin, enquanto Jay Baruchel (“É o Fim”) vive seu sócio Mihal “Mike” Lazaridis. A epopeia dos dois jovens empreendedores ganha ímpeto quando cruzam o caminho do investidor Jim Balsillie, vivido por Glenn Howerton (“Adrenalina”), que topa tirar o projeto da dupla do papel em troca do cargo de CEO e 50% da empresa. O elenco também conta com as participações de Cary Elwes (“Esquema de Risco – Operação Fortune”), Saul Rubinek (“Crimes no Paraíso”), Michael Ironside (“Anônimo”), Rich Sommer (“Verão de 84”) e Michelle Giroux (“A Vida Em Um Ano”). Exibido no Festival de Berlim e no SXSW, nos EUA, o longa recebeu várias críticas positivas e atingiu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 12 de maio nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Sci-fi dos anos 1990, “Gattaca” vai virar série
O filme “Gattaca – A Experiência Genética” (1997), sci-fi estrelada por Ethan Hawke, Uma Thurman e Jude Law, vai virar série. A produção está sendo desenvolvida pelos criadores de “Homeland”, Howard Gordon e Alex Gansa, em parceria com Craig Borten (roteirista de “O Clube de Compras Dallas”). Detalhes sobre o projeto são escassos, mas a série deve se passar uma geração após os eventos do filme. A trama original, escrita e dirigida por Andrew Niccol, era ambientada num futuro em que a sociedade determinava funções e status de cada pessoa baseando-se em sua composição genética. Ethan Hawke era um homem com problema cardíaco congênito que assumia a identidade de um ex-atleta com genes perfeitos (Jude Law) para realizar seu sonho de viajar no espaço. O acordo só foi possível porque o atleta sofreu um acidente e escondeu seu estado físico. Mas enquanto se passava por quem não era, o protagonista acabava se apaixonando por uma mulher de status social muito mais elevado que o dele (Uma Thurman). Esta não é a primeira tentativa de adaptação do filme numa série. A Sony tentou pela primeira vez em 2009, mudando a premissa para transformar a trama num policial futurista, mas o projeto não foi adiante. A nova adaptação conta novamente com produção da Sony e deverá ser lançada no canal pago americano Showtime. Veja abaixo o trailer do filme original.
“Uma Equipe Muito Especial” vai acabar na 2ª temporada
A Amazon Prime Video anunciou que a série “Uma Equipe Muito Especial” vai acabar na 2ª temporada. O segundo ano da atração contará com apenas quatro episódios, metade dos episódios da 1ª temporada, para concluir a história. “Uma Equipe Muito Especial” é uma adaptação do filme homônimo de 1992, dirigido por Penny Marshall, que contava a história do primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”) e se propôs a apresentar “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que ficaram de fora da história original – como a participação de jogadoras negras, não vistas no time do filme dos anos 1990. O elenco da série conta com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). A 1ª temporada da série estreou em agosto do ano passado, e foi bem recebida pela crítica (atualmente, a atração conta com uma aprovação de 94% no site Rotten Tomatoes). Porém, sua renovação demorou para acontecer. Em certo momento, houve discussões sobre um filme para encerrar a trama, mas essa ideia acabou sendo descartada. Um dos rumores levantados para a demora na renovação envolvia a temática LGBTQIA+ da série, que supostamente diminuiria o interesse do “grande público” pela atração. Mas o próprio criador da série, Will Graham, fez questão de desmentir esse boato. “A única coisa que direi neste momento: ‘Uma Equipe Muito Especial’ não é uma série pequena ou de nicho. O público é majoritariamente doméstico [norte-americano], mas entendemos que é muito grande. Ele superou muitas outras séries que foram renovadas”, escreveu ele numa publicação no seu Twitter. “Jornalistas, por favor parem de reforçar a narrativa de que séries POC/Queer são inerentemente de nicho ou pequenas se vocês não tiverem dados. Essa narrativa é racista e homofóbica e todas as outras coisas. Por favor, cubram essas coisas com alguma reflexão e cuidado”. Vale lembrar que a produção da Amazon é, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco (Geena Davis, Madonna e Tom Hanks), a série saiu do ar após três episódios, devido à baixa audiência. Confira abaixo o trailer da 1ª temporada de “Uma Equipe Muito Especial”. … That POC/Queer shows are inherently niche or small if you don't have data. That narrative is racist and homophobic and all the other stuff. Please cover these things with some thought and care. — Will Graham (@WillWGraham) March 14, 2023
Série musical do roteirista de “Tick, Tick… Boom!” ganha trailer
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Up Here”, nova série musical de Steven Levenson, o roteirista de “Tick, Tick… Boom!” (2021) e de Tommy Kail, diretor de “Hamilton” (2020). Situado no final dos anos 1990 na cidade de Nova York, “Up Here” conta a história de Lindsay (Mae Whitman, de “As Vantagens de Ser Invisível”) e Miguel (Carlos Valdes, de “The Flash”), mostrando como eles se conhecem, se apaixonam e tentam superar o maior obstáculo no caminho de seu relacionamento: suas próprias inseguranças, medos, dúvidas e traumas que fazem muito barulho dentro de suas cabeças. A prévia mostra como isso acontece, manifestando as inseguranças fisicamente, como pessoas que só eles veem. “Definitivamente não é parecido com nada que eu já fiz e definitivamente também não é como nada que eu já vi”, disse Whitman sobre o projeto. “É sempre bom estar ciente de onde vem os nossos traumas e a série trabalha isso de uma forma muito engraçada, leve e gentil”. Além desse aspecto lúdico e fantasioso, a trama também é repleta de cantorias e danças, além de recriação de época, que funciona como uma homenagem às comédias românticas dos anos 1990. O elenco da série também conta com Katie Finneran (“A Idade Dourada”), Andréa Burns (“Amor, Sublime Amor”), Sophia Hammons (“O Dilema das Redes”), Scott Porter (“Ginny e Georgia”), Ayumi Patterson (“Gossip Girl”) e Brian Stokes Mitchell (“Mr.Robot”). Todos os episódios estreiam em 24 de março na Hulu. No Brasil, o lançamento vai acontecer na Star+.
Disney+ cancela “Virando o Jogo dos Campeões” e “Big Shot”
Disney+ cancelou as séries esportivas “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers) e “Big Shots” após duas temporadas cada. Baseada na trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks), a primeira atração foi considerada um dos melhores adaptações de filme para série pela crítica americana, com 89% de aprovação no portal Rotten Tomatoes. Mas estes elogios foram para a 1ª temporada, que contava com o retorno do ator Emilio Estevez ao papel de Gordon Bombay. Para quem não lembra ou não viu o filme original, “Nós Somos Campeões” virou um hit cinematográfico da Disney em 1992 ao acompanhar a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, acaba sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série partiu do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que também assinou o roteiro do primeiro episódio e produziu a atração em parceria com Josh Goldsmith e Cathy Yuspa (roteiristas de “De Repente 30”). Mas depois da boa temporada inaugural, Estevez se desentendeu com os produtores e foi dispensado da atração. A explicação oficial para a saída do ator foi “diferenças criativas”, mas corre que ele teria recusado a exigência de vacinação contra covid-19 de todo o elenco do programa. Em seu lugar, o ator Josh Duhamel (“Transformers”) foi escalado como um novo treinador durão, criando uma dinâmica diferente com a personagem de Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”). Mãe de um garoto (Brady Noon, de “Bons Meninos”) que não era considerado bom o bastante para jogar hóquei, foi ela quem estimulou a recriação dos Mighty Ducks com outras crianças rejeitadas no primeiro ano da atração. Mas a atração não resistiu à troca de protagonistas e acabou cortada da programação do streamer. A fórmula do treinador contrariado, que é forçado a trabalhar com jovens e acaba mudando suas vidas e a dele próprio, também se repetia em “Big Shots”. Criada por David E. Kelley e Dean Lorey (“Harley Quinn”), “Big Shot” trazia John Stamos (“Fuller House”) como um famoso treinador de basquete, que, por causa do comportamento temperamental, foi demitido e acabou virando professor de educação física numa escola particular para meninas – onde estuda sua filha (Sophia Mitri Schloss, de “The Kicks”). Sua chegada logo colide com a dinâmica das meninas, mas também as ajuda a formar um time altamente competitivo. O elenco ainda contava com Jessalyn Gilsig (“Glee”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Monique A. Green (“I Am the Night”), Tiana Le (“No Good Nick”) e a estreante Tish Custodio. Veja abaixo os trailers das últimas temporadas das duas séries.
Terror dos anos 1990 “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” vai ganhar sequência
A Sony Pictures está planejando realizar uma nova sequência do terror clássico “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”. Segundo apurou o site americano Deadline, o projeto ainda está nos estágios iniciais, mas o estúdio negocia o retorno dos atores Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr, cujos personagens sobreviveram aos dois filmes anteriormente produzidos, em 1997 e 1998. O roteiro estaria sendo escrito por Leah McKendrick (“M.F.A.”) e a direção ficaria a cargo de Jennifer Kaytin Robinson (“Justiceiras”). “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” foi um dos filmes responsáveis por revitalizar o subgênero “slasher”, dos serial killers mascarados, nos anos 1990. Muito de seu sucesso, que rendeu continuação, deveu-se ao ótimo elenco jovem, encabeçado por Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr. Depois de se conhecerem na produção, Gellar e Prinze acabaram se casando, tiveram dois filhos e estão juntos até hoje. A trama do primeiro longa era uma adaptação do livro homônimo de 1973, escrito por Lois Duncan, sobre um grupo de adolescentes privilegiados que atropela uma pessoa na estrada após uma festa e, em vez de prestar socorro, decide jogá-la no mar para fingir que nada aconteceu. Só que, tempos depois, eles começam a receber recados com o texto “eu sei o que você fez no verão passado”, que os enche de paranoia. Então, um a um, passam a ser assassinados por um homem que usa um gancho para matar. A premissa chegou a render uma produção de baixo orçamento, lançada em direto em vídeo, chamada “Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (2006), que trazia um elenco totalmente diferente. E também foi adaptada numa série homônima lançada pela Amazon, que, entretanto, não fez o sucesso esperado e acabou cancelada em janeiro do ano passado, após sua única temporada produzida. A aposta no resgate da franquia reflete o sucesso recente de outras grifes clássicas de terror slasher, como “Halloween” e principalmente “Pânico”, que foi criada pelo mesmo roteirista de “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, Kevin Williamson. Veja abaixo o trailer do filme original.












