Arleen Sorkin, dubladora original e inspiração da Arlequina, morre aos 67 anos
Arleen Sorkin, atriz que inspirou a criação e dublou a personagem Arlequina da DC Comics, morreu na quinta-feira (24/8) aos 67 anos, de causa não revelava. Segundo o portal TMZ, Sorkin enfrentava uma série de problemas de saúde que a afastaram do trabalho nos últimos anos. A atriz iniciou sua carreira no mundo do entretenimento em 1982 com uma breve aparição no humorístico “Saturday Night Live”, e logo em seguida entrou na novela infinita “Days of Our Lives”, interpretando a personagem Calliope Jones em mais de 400 episódios, entre 1984 e 2010. Ela participou ainda de comédias famosas como “Trocando as Bolas” (1983), “Doidos, Malucos e Perigosos” (1986) e “Minha Filha Quer Casar” (1991), além de ter integrado os elencos das séries “Duet” (1987-1989) e “Open House” (1989-1990). A verdadeira origem da Arlequina Em 1991, quando estava trabalhando em “Batman: A Série Animada”, o roteirista e produtor Paul Dini ficou doente e precisou ficar em casa, quando viu Arleen na TV, num episódio de “Days of Our Lives” em que ela interpretava uma arlequina numa sequência de sonho. Ele lembrou que a atriz tinha sido sua colega de faculdade e inspirou-se nela para criar uma capanga para o Coringa. Ele a convidou para dublar a personagem, que foi batizada com um nome muito parecido com o da própria Arleen: Harley Quinn, a Arlequina. A ideia original de Dini era que a personagem aparecesse num único episódio. Intitulado “Joker’s Favor”, o capítulo foi ao ar em 1992. E fez tanto sucesso que Dini resolveu incluí-la em mais um capítulo. E em outro. Até que a personagem se tornou uma das mais populares da animação e acabou fazendo o crossover para os quadrinhos, passando a ser parte oficial o universo da DC Comics. Arleen dublou Arlequina por uma década. Além dos desenhos de Batman, ela também participou dos primeiros longas animados do herói, como “Batman e Superman: Os Melhores do Mundo” (1997) e “Batman do Futuro: O Retorno do Coringa” (2000), além de dezenas de episódios de outras animações da DC, incluindo “Superman: A Série Animada”, “As Novas Aventuras do Batman”, “Gotham Girls”, “Super Choque” e “Liga da Justiça”, e uma pilha de videogames. Seus últimos trabalhos foram como dubladora de Arlequina nos games “Batham: Arkham Asylum” (2009) e em dois volumes de “DC Universe Online” (de 2011 e 2012). Homenagens dos colegas Inicialmente contratada como voz de Batgirl, Tara Strong acabou substituindo Arleen como Arlequina nos projetos que se seguiram, acumulando as duas personagens após a dubladora original ter problemas de saúde. Ela usou as redes sociais neste domingo (27/8) para expressar sua tristeza. “Sem essa deusa linda e talentosa, Arlequina nunca teria existido. Ela foi a inspiração, o coração e a alma deste personagem icônico”, afirmou. “Eu ficava impressionada como Batgirl, assistindo-a ao lado de Mark Hamill e Kevin [Conroy, o falecido dublador de Batman]”. O ator Mark Hamill, que além de ser conhecido como Luke Skywalker nos filmes de “Star Wars” também marcou época como a voz do Coringa, ressaltou que Arleen “não era apenas um talento maravilhoso, mas uma pessoa verdadeiramente maravilhosa”. E James Gunn, que dirigiu Margot Robbie como Arlequina no filme “O Esquadrão Suicida”, reforçou que a atriz “ajudou a criar o personagem que tantos de nós amamos”.
L7 fará show único em São Paulo em outubro
A banda de rock L7, que explodiu durante o movimento grunge do início da década de 1990, anunciou seu retorno ao Brasil. A banda vai se apresentar em 20 de outubro, em São Paulo, no Carioca Club. A apresentação contará com sucessos de toda a carreira do grupo, que volta ao Brasil após se apresentar no auge da carreira com Nirvana, no Hollywood Rock de 1993, e ter feito uma turnê nacional em 2018, logo após reviverem a banda. Desde que voltaram a tocar juntas em 2014, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) lançaram o álbum “Scatter the Rats” (2019). Mas no ano passado a banda fez uma turnê em comemoração ao 30º aniversário de seu disco mais famoso, “Bricks Are Heavy”, o terceiro de sua trajetória, lançado em 1992. O repertório tem como base hits como “Pretend We’re Dead”, “Everglade” e “Shitlist”. O show em São Paulo será aberto por duas bandas punks clássicas: Cólera e Mercenárias.
Amazon desiste de “Uma Equipe Muito Especial” e rescinde renovação
A Prime Video decidiu reverter a renovação de “Uma Equipe Muito Especial” (A League of Their Own), que teve sua 2ª temporada abortada. O cancelamento da série, baseada no filme estrelado por Madonna em 1992, é consequência das greves de Hollywood, que afetam a produção de vários projetos. A decisão foi a segunda desse tipo anunciada nesta sexta (18/8), juntando-se ao cancelamento de “Periféricos”, que também tinha sido renovada pela plataforma da Amazon. Impacto das greves A série tinha sido renovada em março para uma 2ª temporada curta de quatro episódios, para encerrar sua trama. Mas apesar de ter concluído todos os seus roteiros antes da greve do Sindicato dos Roteiristas em maio, a paralisação dos atores comprometeu seu cronograma. A produção só ficaria pronta para 2025, quando a plataforma acredita já ter uma programação competitiva de originais. Portanto, assim como aconteceu com “Periféricos”, “Uma Equipe Muito Especial” também ficará sem final. É mais uma má notícia para quem assina a Amazon Prime Video para assistir séries completas. Adaptação atualizada Para quem não lembra, o filme “Uma Equipe Muito Especial” abordava o primeiro campeonato de beisebol feminino, realizado nos anos 1940 nos Estados Unidos. Para quem não lembra, a comédia da diretora Penny Marshall trazia Geena Davis e Madonna como jogadoras, e Tom Hanks era o técnico da equipe. A série caprichava na recriação de época e trazia uma história bem mais realista – e dramática – que o filme. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas Will Graham (série “Mozart in the Jungle”) e Abbi Jacobson (“Broad City”) e não era um remake literal, mas “um olhar moderno” para a história, incluindo abordagens de raça e sexualidade que ficaram de fora em 1992, incluindo a participação de jogadoras negras, não vistas no time do filme, e relacionamentos queer. O elenco contava com a própria roteirista Abbi Jacobson, Chanté Adams (“The Photograph”), D’Arcy Carden (“The Good Place”), Gbemisola Ikumelo (“Famalam”), Kelly McCormack (“Agentes Espaciais”), Roberta Colindrez (“Vida) e Priscilla Delgado (“Julieta”). Elogios e polêmica A 1ª e agora única temporada estreou em agosto do ano passado, recebendo críticas positivas e uma aprovação impressionante de 94% entre os críticos no Rotten Tomatoes. A produção também foi reconhecida por organizações como GLAAD, Independent Spirit Awards e NAACP Image Awards. Apesar do sucesso, a série enfrentou desafios. Fontes do Hollywood Reporter revelaram que o sistema de avaliação da Amazon mostrou que o público achava as histórias queer da série desagradáveis, sugerindo minimizar esses temas na promoção. O cocriador Will Graham expressou preocupação com esse viés conservador e seu questionamento apontou que apenas séries com protagonistas assumidamente heterossexuais eram bem avaliadas, o que levou a empresa a abandonar esse sistema de classificação com base nas opiniões do público. De todo modo, vale lembrar que a produção da Amazon era, na verdade, a segunda série derivada de “Uma Equipe Muito Especial”. A CBS tentou, sem sucesso, uma primeira abordagem em 1993, logo depois da estreia do filme, com Megan Cavanagh e Tracy Reiner reprisando seus papéis de cinema. Mas sem os integrantes mais famosos do elenco, a série saiu do ar após três episódios, devido à baixa audiência. Veja abaixo o trailer nacional da série.
Comercial de 1998 desmente Xuxa em polêmica sobre paquitas loiras
A apresentadora Xuxa Meneghel se viu envolvida em uma polêmica após afirmar em “Xuxa – O Documentário” que Marlene Mattos, sua ex-empresária, exigia que as paquitas pintassem os cabelos de loiro para trabalhar com ela. No entanto, internautas resgataram um comercial de 1998, no qual a própria Xuxa incentiva as assistentes a mudarem as cores dos fios, gerando acusações de contradição. Comercial contradiz Xuxa No comercial, feito para uma marca de tinturas para o cabelo, Xuxa aparece ao lado das paquitas e afirma: “Vou mostrar a vocês como seleciono as minhas paquitas. Sempre escolho as mais espontâneas, as mais alegres. E depois elas fazem assim…”. Em seguida, as assistentes são mostradas pintando os cabelos. “Use Wellaton, um shampoo que lava colorindo. Ou você pensa que todas as paquitas nasceram loiras?”, completa a apresentadora. No documentário, Marlene afirma que não mandava as meninas pintarem o cabelo, mas que se elas não fossem paquitas, não seriam ninguém. Reações nas redes sociais A descoberta do comercial gerou reações nas redes sociais, com usuários acusando Xuxa de se contradizer. “Meteu essa de que não sabia que as paquitas tinham que pintar o cabelo, que descobriu só agora. Uma busca básica no YouTube e você acha um vídeo dela fazendo publicidade para Wellaton junto com as paquitas pintando o cabelo”, escreveu um usuário identificado como Matheus. Outros internautas também se manifestaram. “A Xuxa monetizou com a Wellaton e depois diz que não sabia [que elas pintavam o cabelo]”, ironizou um usuário identificado como Ale. “Fica claro que a Marlene foi uma ótima produtora e criou um dos maiores fenômenos naquela época. Teve um preço a ser pago pelas meninas? Teve! Mas todas estiveram dispostas a pagar”, defendeu o perfil de Wesley Consultoria.
Rompida com Andréa Sorvetão, Xuxa se solidariza ao descobrir treta com Marlene Mattos
Rompida há dois anos com Andréa Sorvetão, Xuxa Meneghel expressou surpresa e solidariedade após descobrir o verdadeiro motivo pelo qual a ex-paquita deixou o “Xou da Xuxa” no início da década de 1990. A revelação é antiga, veio à tona em um depoimento de Sorvetão para a série “Foi Tão Bom”, no YouTube, onde ela detalhou um incidente envolvendo a diretora do programa, Marlene Mattos. Mas Xuxa sou viu agora e resolveu se manifestar. Desentendimento com Marlene Mattos Segundo Sorvetão, o desentendimento com Mattos ocorreu quando ela ficou doente e não pôde comparecer a um show em Juiz de Fora, Minas Gerais. “Marlene me ligou muito brava e perguntou quem eu achava que era, que eu tinha show com as paquitas, que não poderia largar o compromisso. Eu não tinha condições de ir, estava muito mal, e ela dizia ‘a hora que você quiser pode sair, você não é necessária’, então eu falei ‘tá bom, tô saindo'”, relatou a ex-paquita. Sorvetão continuou, dizendo que após o telefonema de Mattos, ela se sentiu praticamente forçada a deixar o grupo. Ela tentou falar com Xuxa sobre a situação. “Fui falar com a Xuxa, que só chorava e falava: ‘por favor, fica’. Eu olhava para ela e falava: ‘por você eu vou ficar’. Aí eu olhava para a Marlene, que estava em pé na porta como uma general e muito fechada pra mim. E eu olhava para ela e lembrava de tudo o que ela falou pra mim. Eu gostaria de ter ficado mais um ano… Só voltei no último ‘Xou da Xuxa'”, contou Sorvetão, emocionada. Reação de Xuxa Ao assistir ao vídeo do depoimento de Sorvetão, Xuxa expressou surpresa e solidariedade. “Não sabia que tinha sido assim. Marlene me disse que era porque queria tentar carreira solo. Mais uma mentira. Sinto muito por todos os absurdos que as paquitas e outras meninas passaram. Me desculpem, sinto muito”, lamentou Xuxa em um comentário nas redes sociais. Rompimento entre Xuxa e Sorvetão O rompimento entre Xuxa e Sorvetão ocorreu por questões políticas, após a ex-paquita começar a apoiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Devido a esse desentendimento, Sorvetão foi excluída do documentário de Xuxa. A apresentadora se decepcionou com a ex-paquita e discordou da postura radical dela e do marido, o cantor Conrado, que costumam usar as redes sociais para manifestar apoio a políticos bolsonaristas e pautas conservadoras. Por conta dessa polêmica, a participação de Sorvetão foi barrada em “Xuxa – O Documentário”, sendo citada apenas uma vez, como uma das quatro primeiras paquitas.
Lembre a carreira de Sinéad O’Connor em 15 vídeos
A voz de Sinéad O’Connor, que se calou nesta quarta-feira (26/7) aos 56 anos, sempre foi poderosa, ecoando uma presença de palco inconfundível. Sua abordagem sem barreiras, misturando gêneros e estilos, ajudou a criar um som que era inegavelmente seu. Do pós-punk ao funk, do folk ao pop, sua versatilidade é evidente ao longo da carreira, assim como seu talento. Sua evolução musical começou com o álbum “The Lion and the Cobra” em 1987, mas foi com o seu segundo disco, “I Do Not Want What I Haven’t Got”, de 1990, que ela alcançou o estrelato global. A canção “Nothing Compares 2 U”, escrita por Prince, se tornou um hit internacional e o vídeo da música, que apresenta um close emocional da artista, é considerado um dos mais icônicos da história da música pop. Se gravou Prince em 1990, também gravou Nirvana quatro anos depois, mostrando a amplitude de suas influências. Nascida e criada na Irlanda, Sinéad se destacou não apenas por sua voz única, mas também por sua personalidade forte e suas opiniões francas. Sua decisão de raspar a cabeça no início de sua carreira foi um ato de desafio contra as expectativas tradicionais de gênero e beleza, que a tornou uma figura inspiradora para muitos. Não por acaso, ela foi uma defensora incansável dos direitos humanos e usou sua plataforma para falar sobre questões como abuso infantil e injustiça social. Para celebrar a obra da artista, selecionamos 15 clipes marcantes que destacam a variedade sonora de sua carreira musical. Confira. Ou assista os clipes na versão Playlist:
Título do Manchester City na Liga dos Campeões da UEFA pode trazer Oasis de volta
A conquista da Liga dos Campeões da UEFA (Champions League) pelo Manchester City na noite de sábado (10/6) pode ter consequências musicais. Uma onda de animação tomou conta dos fãs do Oasis, a icônica banda britânica de rock que dominou as paradas nas décadas de 1990 e 2000. Isso porque os irmãos Liam e Noel Gallagher, fundadores da banda, são conhecidos entusiastas do clube, e Liam disse que voltaria ao Oasis caso o time inglês alcançasse o título. A ascensão do Manchester City à glória europeia, culminando na vitória sobre o Inter de Milão na final, com um show de Anitta para adicionar mais brilho ao evento, foi precedida por postagens dos irmãos brigados. Os boatos se intensificaram quando Liam, em uma postagem agora apagada nas redes sociais, afirmou que se o Manchester City ganhasse a Champions League, ele “ligaria para o seu irmão e traria a p*** da banda de volta”. Ele ainda respondeu a um fã que duvidou: “O Oasis vai voltar se o Manchester City ganhar a Champions League? É uma possibilidade?”. “Estou pronto para isso”, disse Liam. Os Gallagher têm uma conexão profunda e duradoura com o clube de sua cidade natal, sendo que sua devoção pelo Manchester City é tão antiga quanto a memória deles. Sua infância e juventude foram passadas em Manchester, onde o futebol e o City desempenharam um papel fundamental. Essa ligação com o clube se estendeu à sua carreira musical, com referências ao Manchester City aparecendo até mesmo na capa do álbum de estreia da banda, “Definitely Maybe”. Era comum o Oasis ser mais conhecido que o clube em seus primeiros anos de fama, mas Noel frequentemente mencionava o time durante entrevistas, ajudando a trazer reconhecimento ao clube. Além disso, as canções da banda foram adotadas como hinos pelos torcedores do clube, mais notavelmente “Wonderwall”, que foi cantada para celebrar a vitória do time na Premier League de 2019 – com direito a participação do próprio Noel catando no vestiário com os jogadores. Mesmo com toda a excitação, até o momento, os irmãos Gallagher não fizeram um anúncio oficial sobre um possível retorno do Oasis. Portanto, enquanto a possibilidade de uma reunião ainda permanece no ar, os fãs estão esperando com ansiedade por mais notícias.
Keanu Reeves faz seu primeiro show de rock em 21 anos
O ator e músico Keanu Reeves (“John Wick 4: Baba Yaga”) fez seu primeiro show de rock em 21 anos durante o fim de semana. Ele é baixista e segundo vocalista da banda Dogstar, que também conta com o guitarrista e vocalista Bret Domrose e o baterista Rob Mailhouse. O show ocorreu no festival BottleRock Napa Valley, na Califórnia. Antes do evento, seu colega Mailhouse tranquilizou o astro, que estava nervoso por tocar diante de um grande público. “Ele foi superpositivo. Ele disse tipo ‘Escute a música. Apenas esteja presente na canção e tudo fluirá a partir daí”, contou Keanu ao jornal San Francisco Chronicle. A Dogstar foi formada em meados dos anos 1990, durante a explosão do grunge rock, e durou até 2002. Ao longo da carreira, lançou o EP “Quattro Formaggi” e os álbuns “Our Little Visionary” e “Happy Ending”, que inclui uma versão da música “Superstar” dos Carpenters. Na época, o grupo fez vários shows pelos EUA e em festivais internacionais, incluindo Glastonbury no Reino Unido. Os músicos chegaram até mesmo a abrir shows para David Bowie e Bon Jovi. Sua última apresentação foi em 2002, no Japão, antes de se separarem. Em uma entrevista à Billboard, Keanu Reeves falou sobre a saudade que sentia de ter uma banda. “Eu sentia falta de tocarmos juntos, sentia falta de compormos juntos, sentia falta de fazermos shows juntos. Foi algo que sempre senti falta”, revelou. “Nós chegamos a um ponto em que nós não tocávamos mais e eu sentia saudade disso… assim que começamos a tocar e pareceu bom, bem positivo e criativo, foi quando eu fiquei tipo ‘ok, vamos fazer isso acontecer'”, continuou. Além dos shows, a banda está trabalhando em um novo álbum. “Acho que nós três simplesmente dissemos: ‘bom, já que vamos fazer isso, vamos fazer um disco”, contou o astro de cinema. Veja abaixo um trecho do show da banda no festival californiano:
Elenco da série dos Mamonas Assassinas inicia turnê de shows em homenagem à banda
O elenco da vindoura série “Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe” começa uma grande turnê neste sábado (20/5) em Salvador, Bahia, com um show em homenagem ao grupo, cujos integrantes morreram em março de 1996 em um acidente aéreo. Além de shows no Brasil, os atores ainda devem se apresentar em Portugal e Estados Unidos. O projeto teve sua pré-estreia no dia 16 de maio, quando o grupo realizou um pocket show no Shopping Center 3, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo. O repertório reúne diversas músicas icônicas dos Mamonas, como “Pelados em Santos”, “Robocop Gay” e “Vira-Vira”. O grupo promete luzes, telas de LED, pirotecnia, canhões de mamonas e holograma em homenagem ao vocalista Dinho. Além disso, a apresentação deve trazer de volta o visual único da banda e a clássica Brasília Amarela. A série da Record TV ainda não tem previsão de estreia, mas também virar filme. A biografia não será focada na tragédia, e sim nas aventuras que os músicos viveram antes de formar a banda. O elenco é composto pelos atores Beto Hinoto, Robson Lima (“Via Pública”), Rhener Freitas (“O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu”) e Adriano Tunes (“Home Office”). Eles interpretam, respectivamente, Bento, Júlio, Sérgio e Samuel. O elenco se completa com Ruy Brissac (“Self: Canta Comigo”), que interpreta novamente Dinho após viver o papel na peça teatral “Musical Mamonas”, entre 2016 e 2017. Para completar, o CEO da marca Mamonas Assassinas Jorge Santana é primo de Dinho e um dos produtores do projeto. Além disso, o ator Beto é sobrinho de Bento. As gravações ocorreram majoritariamente em Guarulhos (SP), onde a banda se formou. Segundo Ruy, o objetivo dos shows não é imitar os Mamonas, e sim “levar ao público a energia deles”. “É uma honra interpretar Dinho de diferentes formas. Sou muito parecido com ele, na forma de viver, fazer piadas, acreditar no sonho. Eu me identifico muito! Nunca busquei copiá-lo, e, sim, transmitir a energia dele”, disse Brissac, em entrevista ao jornal Extra. Em junho, a turnê percorre os municípios de São Paulo, Santos e Rio de Janeiro, respectivamente nos dias 7, 11 e 21. Ainda não há datas para os shows em Portugal e nos Estados Unidos. Já a série/filme “Mamonas Assassinas – O Impossível Não Existe” só deve ser lançada em 2024.
Keanu Reeves resgata sua banda de rock dos anos 1990 com disco e shows
A banda de rock de Keanu Reeves, Dogstar, voltou a ensaiar após 21 anos de seu último show. Os músicos irão se apresentar em 27 de maio no festival de música BottleRock Napa Valley, onde tocarão músicas de um álbum inédito, que será lançado em breve. O ator é o baixista do grupo, que também inclui o guitarrista e vocalista Bret Domrose e o baterista Rob Mailhouse. Os músicos já vinham falando sobre a reunião e novas músicas nas suas redes sociais, mas a notícia só foi oficialmente anunciada nesta quarta-feira (10/5). A Dogstar foi formada em meados dos anos 1990, durante a explosão do grunge rock, e durou até 2002. Ao longo da carreira, lançou o EP “Quattro Formaggi” e os álbuns “Our Little Visionary” e “Happy Ending”, que inclui uma versão da música “Superstar” dos Carpenters. Na época, o grupo fez vários shows pelos EUA e em festivais internacionais, incluindo Glastonbury no Reino Unido. Os músicos chegaram até mesmo a abrir shows para David Bowie e Bon Jovi. Sua última apresentação foi em 2002, no Japão, antes de se separarem. Veja abaixo a participação da banda no programa de Jay Leno há 23 anos.
Série clássica “Babylon 5” vai ganhar filme animado
O criador de “Babylon 5”, J. Michael Straczynski, anunciou no Twitter que está em andamento um filme animado da série sci-fi clássica. A produção está sendo desenvolvida pela Warner Bros. Animation e WB Home Entertainment, e deve ser lançada em streaming na Max. Straczynski afirmou que o filme será uma homenagem aos fãs e terá o estilo clássico da série original, com muita ação e emoção. O título, data de lançamento e outros detalhes serão divulgados em uma semana. Ele também disse que o filme já está finalizado e promete que será a produção mais fiel à série original desde seu encerramento nos anos 1990. “B5 clássico: agitado, emocionante, sem parar, uma tonelada de diversão através do tempo e do espaço e uma carta de amor para os fãs”, escreveu o produtor-roteirista. “Babylon 5” teve seu piloto originalmente exibido como um telefilme em 1993, quando fez um sucesso inesperado e acabou estendendo sua história por cinco temporadas até 1998, além de ter originado uma série derivada, “Crusade” em 1999, e vários telefilmes até 2007, sem esquecer livros, quadrinhos e games. O elenco da série incluía artistas que marcaram época na sci-fi como o protagonista Bruce Boxleitner (o “Tron”), Bill Mumy (o Will Robinson original de “Perdidos no Espaço”), Walter Koenig (o Sr. Chekov original de “Star Trek”) e Patricia Tallman (estrela do bom remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”). Infelizmente, a maioria dos integrantes do elenco clássico já faleceu, incluindo os coprotagonistas Mira Furlan (que depois estrelou “Lost”), Richard Biggs (“Strong Medicine”), Andreas Katsulas (“Star Trek: Enterprise”), Jerry Doyle (“Barrados no Baile”), Jeff Conaway (“Grease: Nos Tempos da Brilhantina”), Stephen Furst (da comédia clássica “O Clube dos Cafajestes”) e Michael O’Hare (“C.H.U.D. – A Cidade das Sombras”). Por outro lado, Claudia Christian continua em atividade e pode ser vista atualmente em “9-1-1”, enquanto Andrea Thompson (“Nova Iorque Contra o Crime”) e Peter Jurasik (“Chumbo Grosso”) se aposentaram em 2017. Além dessa animação feita sem alarde, Straczynski (que também cocriou “Sense8”) estava trabalhando num reboot da série clássica, que teve um piloto encomendado pela rede The CW em 2021. Entretanto, desde então a CW mudou de dono e de estratégia comercial. A ideia, porém, poderia ser aproveitada pela Max, a nova plataforma da Warner Bros Discovery (que hoje ainda é chamada de HBO Max). Veja abaixo um vídeo com as aberturas de todas as cinco temporadas da série.
Netflix anuncia nova comédia dramática com Vera Farmiga
A Netflix encomendou uma nova série de comédia dramática com Vera Farmiga, de “Bates Motel” e “Invocação do Mal”. Inspirada na obra “The Pink Marine”, um livro de memórias do fuzileiro naval americano Greg Cope White, a série foi intitulada “The Corps” e terá 10 episódios na temporada de estreia. De acordo com o Deadline, a trama se passa nos anos 1990 e acompanha Cameron, um estudante gay vítima de bullying no Ensino Médio, que se junta ao Corpo de Fuzileiros Navais com seu melhor amigo hétero, Ray – um movimento perigoso quando ser gay e participar do exército significava prisão ou pior. Enquanto os dois amigos embarcam no campo de treinamento do Corpo de Fulizeiros Navais, onde as minas terrestres são literais e metafóricas, eles se juntam a um pelotão de jovens em uma jornada angustiante e transformadora. Farmiga interpreta a mãe do protagonista, uma mulher narcisista que fica sem entender quando o filho decide se tornar um “homem de verdade” e virar militar. O protagonista será interpretado pelo ator Miles Heizer (“13 Reasons Why”) e seu melhor amigo será vivido por Liam Oh (“The Thing About Harry”). A série é criação de Andy Parker (“Amor e Trapaças”), enquanto o veterano da comédia Norman Lear (“All in the Family”) e Scott Hornbacher (“Mad Men”) atuam na produção executiva. O autor da obra que inspira a série, Greg Cope White, também colabora como roteirista e produtor. “The Corps” ainda não tem previsão de estreia divulgada pela Netflix.
Morte de PC Farias, tesoureiro de Collor, vai virar série
A Boutique Filmes, responsável pelas séries “Rota 66: A Polícia Que Mata” e “Flordelis: Questiona ou Adora”, anunciou a produção de uma nova série criminal brasileira. Intitulado “Segredos Tropicais”,, a produção vai narrar os acontecimentos que levaram à a morte de PC Farias, o tesoureiro da campanha de Fernando Collor de Mello para a presidência da república em 1989 e personagem central do escândalo de corrupção que culminou com o primeiro processo de impeachment de um presidente pós-democratização. Apesar da temática true crime, a produção será uma dramatização com atores baseada em fatos reais, que vai retratar os dois últimos anos de vida do político e trazer novos contextos sobre o assassinato duplo – dele e de sua companheira, Suzana Marcolino – que chocou o país na década de 1990 – e que a Boutique descreve em seu anúncio como “o maior crime político de todos os tempos”. Para chegar ao mercado com novos elementos de pesquisa, segurança jurídica e liberdade criativa, a Boutique selou um acordo biográfico com a família de PC – sem veto em seu conteúdo – em uma coprodução com a produtora alagoana Caranto Media, já que grande parte da série será filmada no estado. A ideia é trazer diferentes perspectivas de um personagem amplamente conhecido, e novas nuances para o público. A história está sendo desenvolvida pelos roteiristas Camila Agustini e Pedro Perazzo (ambos de “As Seguidoras”), com produção de Gustavo Mello e Guilherme César (ambos de “PCC – Poder Secreto”). E, por enquanto, não há nenhuma plataforma vinculada ao projeto.











