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  • Etc,  Série

    Taurean Blacque: Ator da série “Chumbo Grosso” morre aos 82 anos

    22 de julho de 2022 /

    O ator Taurean Blacque, que viveu o detetive Neal Washington na série clássica “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues) morreu na quinta-feira (21/7) em Atlanta após uma breve doença, aos 82 anos. Ele estrelou todas as sete temporadas do drama que revolucionou as séries policiais nos anos 1980, aparecendo em 144 episódios de 1981 a 1987. A atuação na produção criada por Steven Bochco e Michael Kozoll, que acompanhava o cotidiano numa delegacia de polícia com um realismo nunca antes visto na TV, rendeu a Blacque uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática em 1982. O personagem de Blacque, o detetive Neal Washington, era um policial veterano respeitado, mas severo, conhecido por usar boina e ter um palito de dentes a mão, que eram verdadeiras marcas registradas. O ator nasceu Herbert Middleton Jr. em Newark, Nova Jersey, em 10 de maio de 1940. Começou a atuar em meados da década de 1970 na Negro Ensemble Company, uma companhia de teatro composta apenas por integrantes negros com sede em Nova York, onde adotou o pseudônimo Taurean (por causa de seu signo, Touro) Blacque (pela cor), e logo começou a aparecer como convidado em séries de TV como “Sanford and Son”, “Good Times”, “What’s Happening”, “The Bob Newhart Show” e “Taxi”. Depois do sucesso em “Chumbo Grosso”, ele ainda interpretou outro policial nos anos 1990, durante as duas temporadas da série dramática “Savannah” (1996-97). Ele deixa 12 filhos, muitos dos quais adotou, além de 18 netos e dois tataranetos.

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  • Série

    Painel de “Chucky” é cancelado na Comic-Con

    21 de julho de 2022 /

    O painel de “Chucky” foi cancelado na Comic-Con Internacional. Em vídeo publicado nas redes sociais, o criador da série – e de Chuck – , Don Mancini, justificou a decisão com a expressão “abundância de cautela”. Em meio à produção da 2ª temporada em Toronto, no Canadá, a equipe resolveu não arriscar contaminação pela pandemia – que “acabou”, só que não – numa longa viagem internacional para San Diego, na Califórnia. “Olá, fãs de ‘Chucky‘! Eu sou Don Mancini e estou no o set da 2ª temporada em Toronto. Estávamos ansiosos para ver vocês na San Diego Comic-Con, mas infelizmente não conseguiremos. Abundância de cautela nos levou a essa estratégia e esperamos nos ver na próxima ano”, disse Mancini. Os fãs, porém, poderão ver o que os produtores tinham preparado para exibir na Comic-Con. A postagem alerta para uma “surpresa” no sábado. Trata-se do primeiro teaser da 2ª temporada. “Perdão por não podermos ir, mas o primeiro teaser da 2ª temporada ainda está programado para este sábado”, confirmou Mancini. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirige episódios da série. Ele é o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Na série, o personagem-título encontra novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. O elenco da atração também destaca Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). A 2ª temporada tem previsão de estreia em 5 de outubro. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Star+. .@RealDonMancini here with a message for #Chucky fans at #SDCC2022. ❤️ Watch this space on Saturday for a special surprise instead… pic.twitter.com/MmkArVP0mO — SYFY (@SYFY) July 20, 2022

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  • Música

    Turma do Balão Mágico se reencontra para especial da Star+

    20 de julho de 2022 /

    Sucesso nos anos 1980, a Turma do Balão Mágico voltou a se juntar para um especial de streaming. Simony, Jairzinho, Mike e Tob postaram fotos do reencontro no Instagram, e Simony ainda registrou um vídeo dos bastidores da produção. A reunião aconteceu em São Paulo na última segunda-feira e renderá um programa para a plataforma Star+. “Eu fui autorizada a contar pra vocês que ano que vem nos vamos ter uma série contando toda a história do Balão Mágico. Aquela foto foi o nosso encontro. Vai ser uma série linda vocês vão super se emocionar”, disse Simony nos Stories. Balão Mágico foi um programa infantil de grande sucesso, exibido pela TV Globo entre 1983 a 1986, e destacava aventuras do quarteto quando eles ainda eram crianças. Dois eram filhos de celebridades: Jairzinho, filho do cantor Jair Rodriguez, e Mike, filho de Ronald Biggs, ladrão foragido do Reino Unido que gravou punk rock com os Sex Pistols no Rio de Janeiro. Uma praticamente nasceu estrela: Simony iniciou a carreira aos 3 anos, quando começou a cantar no programa de Raul Gil. E Tob foi cofundador do Balão quando o projeto surgiu com Simony e foi lançado como um casal de crianças. Além do sucesso televisivo – e até antes dele – , a Turma lançou discos e emplacou hits, como “Superfantástico” e “Amigos do Peito”, lembrados até hoje. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Simony (@simonycantora) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Simony (@simonycantora) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jair Oliveira 🅾️➕ (@jairoliveira) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por TobArts ( TOB ) (@vicavanilas) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mike Biggs (@mike_biggs_art)

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  • Música,  Série

    Música de Steve Martin em “Only Murders in the Building” ganha clipe

    18 de julho de 2022 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o clipe de “Angel in Flip-Flops”, música exibida na série “Only Murders in the Building” como uma gravação fictícia, feita nos anos 1980 pelo personagem de Steve Martin. O vídeo é uma colagem animada, que traz o comediante com seu visual de 40 anos atrás, apaixonado por uma garota de sandália de dedo. Por sinal, o estilo colorido da sandália emborrachada lembra uma certa marca brasileira. Na trama, o personagem Charles-Haden Savage (Martin), no auge do sucesso com sua série original “Brazzos”, teria gravado um álbum que fez muito sucesso na Alemanha antes da queda do Muro de Berlim. Quando os roteiristas abordaram o comediante com a ideia, ele disse que “tinha um título e uma música passando por sua mente genial”, contou o cocriador e showrunner John Hoffman. O arranjo musical ficou por conta de Paul Shaffer, líder dos músicos do “Late Show with David Letterman”, instrumentista da era de ouro do “Saturday Night Live” e integrante dos Blues Brothers. Com o clipe, “todos esperamos um ressurgimento do interesse pela música – na Alemanha e em todas as partes do mundo sem paredes!”, acrescentou Hoffman, sobre o lançamento. Vale lembrar que Martin já fez uma brincadeira virar hit anteriormente. A música “King Tut”, que começou como um esquete no programa “Saturday Night Live”, vendeu mais de 1 milhão de cópias e atingiu o Top 20 em 1978. “Only Murders in the Building” é exibida no Brasil pela plataforma Star+.

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  • Música

    Em clima de “Stranger Things” e “Thor”, veja 20 shows de rock pesado dos anos 1980

    18 de julho de 2022 /

    Com Metallica em “Stranger Things” e Guns N’ Roses em “Thor: Amor e Trovão”, o metal e o hard rock dos anos 1980 estão de volta às trilhas e paradas de sucesso. Para acompanhar a redescoberta dos acordes elétricos distorcidos, reunimos 20 shows da era do rock de arena – e do primeiro Rock in Rio – , numa jornada pelo Túnel do Tempo musical com alguns dos artistas mais pesados e populares da época. Confira a seleção, escolha seus favoritos e dê play, que o line-up é um festival de um dia inteiro de rock’n’roll.   QUEEN | 1982   PAT BENATAR | 1982   JOURNEY | 1983   QUIET RIOT | 1983   VAN HALEN | 1983   MÖTLEY CRÜE | 1983   IRON MAIDEN | 1983   JUDAS PRIEST | 1983   WHITESNAKE | 1983   GIRLSCHOOL | 1984   OZZY OSBOURNE | 1984   W.A.S.P. | 1984   AC/DC | 1985   MOTORHEAD| 1985   RED HOT CHILI PEPPERS | 1985   ANTHRAX | 1987   DEF LEPARD | 1988   BON JOVI | 1988   GUNS N’ ROSES | 1988   METALLICA | 1989

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  • Música

    Clipe de “Running Up That Hill” ultrapassa 100 milhões de visualizações no YouTube

    17 de julho de 2022 /

    O clipe de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, superou 100 milhões de visualizações no YouTube neste fim de semana, alimentado pela inclusão da música na 4ª temporada de “Stranger Things”. Desde a estreia de “Stranger Things 4”, as visualizações do videoclipe mais que dobraram, pois tinha 48,2 milhões de visualizações na plataforma até maio. A música desempenha um papel importante e literalmente salvador de vidas na trama da atração da Netflix, o que rendeu sua redescoberta, 37 anos após seu lançamento inicial, e o primeiro hit de Kate Bush no Top 10 nos EUA em toda sua carreira. “Running Up That Hill” foi o primeiro single do álbum de 1985 “Hounds of Love”. O videoclipe, dirigido por David Garfath, apresenta uma dança interpretativa que Bush executa com o dançarino Michael Hervieu.

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  • Filme

    Jennifer Grey revela premissa da continuação de “Dirty Dancing”

    16 de julho de 2022 /

    A atriz Jennifer Grey contou os primeiros detalhes da sequência de “Dirty Dancing: Ritmo Quente”, produção ventilada em 2020 e oficializada em maio passado, que vai encontrar sua personagem, Baby Houseman, três décadas depois dos eventos vistos no filme de 1987. Vale lembrar que o longa original se passava em 1963. Assim, a trama da continuação vai encontrar Baby nos anos 1990. Em entrevista ao jornal Los Angeles Times, a atriz se disse animada pela premissa e explicou sua motivação para retomar seu papel mais popular. “Estou animada pelo desafio de voltar para a história de um ponto de vista do que acontece, 30 anos depois, quando são os anos 1990. O que acontece com a pessoa que teve essa experiência — o que aconteceu com ela e o que agora é relevante sobre a história original em um momento diferente”, ela disse. Jennifer Grey aponta que será impossível recriar a magia do filme original, entre outras coisas porque seu par no musical, Patrick Swayze, morreu em 2009. “Não há como voltar atrás, não há como recriar isso de novo”. Mas vai se esforçar para que a continuação emocione os fãs. E acrescentou: “Eu não tenho o desejo de tentar refazer o primeiro filme, competir com ele ou tornar a continuação melhor que o original. A motivação é mais sobre: qual é a nova história que será contada?”. Ela completou dizendo que aceitou participar do projeto não porque havia um roteiro perfeito. O roteiro não está sequer pronto. Ela se empolgou com a abordagem e a equipe envolvida. “Uma hora você simplesmente pula. Jonathan Levine (‘Meu Namorado É um Zumbi’) é um bom diretor e roteirista. Eu apenas pensei: ‘Essas são boas pessoas e parecem entender [o original]'”. Atualmente em fase de roteiro, o filme deve começar sua produção no último trimestre do ano. Vale lembrar que “Dirty Dancing – Ritmo Quente” já teve uma continuação, mas sem os personagens originais. Em 2004, a Lionsgate lançou “Dirty Dancing 2: Noites de Havana”, que trazia novos protagonistas (Diego Luna e Romola Garai) e uma versão atualizada da história da jovem que se apaixona por seu instrutor de dança, para o desgosto dos pais. Foi um fracasso retumbante. Em 2017, o estúdio ainda tentou explorar a franquia num remake televisivo, “Dirty Dancing – o Musical”, com Abigail Breslin no papel de Baby. E o resultado foi pior que a continuação. Ao contrário dos dois fracassos deste século, o “Dirty Dancing” original foi um fenômeno de bilheteria (US$ 218 milhões de arrecadação mundial, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões) e o primeiro filme a vender mais de 1 milhão de cópias em vídeo – ainda na época do VHS. O filme também é lembrado por sua trilha sonora, que liderou as paradas de sucesso da época. A canção “(I’ve Had) The Time of My Life”, que embala a dança final entre Johnny (Swayze) e Baby (Grey), venceu o Oscar e o Globo de Ouro. Lembre abaixo o trailer do filme original.

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  • Série

    Série baseada em “Gigolô Americano” ganha trailer com tema clássico da banda Blondie

    16 de julho de 2022 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer completo da série baseada em “Gigolô Americano” (American Gigolo), filme cultuado de 1980 sobre um profissional do sexo que se torna suspeito de assassinato. A produção traz Jon Bernthal (o “Justiceiro” da Marvel) como Julian Kaye, personagem que foi vivido pelo então galã Richard Gere há 40 anos, e a prévia usa até a mesma música-tema, “Call Me”, um grande sucesso da banda Blondie. O vídeo também anuncia a estreia para 9 de setembro e revela recriação de cenas do filme escrito e dirigido por Paul Schrader, antes de dar um salto de 15 anos para contar a continuação da história, após o protagonista sair da prisão pelo crime em que foi falsamente implicado. Enquanto procura desvendar a conspiração que o colocou na prisão, Julian tenta retomar seu lugar na indústria do sexo, que mudou muito nos últimos anos, envolvendo-se com novas mulheres vorazes, ao mesmo tempo em que tenta reencontrar sua antiga paixão, a ex-cliente Michelle – na série, vivida por Gretchen Mol (“Boardwalk Empire”). O elenco inclui Lizzie Brocheré (“The Strain”), Rosie O’Donnell (“Boneca Russa”), Gabriel LaBelle (“O Predador”), Leland Orser (“Ray Donovan”) e Wayne Brady (“Whose Line Is It Anyway?”). A adaptação do filme foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já tinha lidado com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). Mas ele foi demitido durante as gravações, após denúncia e investigação de mau comportamento nos sets, deixando o cargo de showrunner nas mãos de Nikki Toscano – que trabalhou em “Revenge”, “Bates Motel” e na recente “The Offer”. “American Gigolo” (o título original com que a série está sendo lançada nos EUA) ainda tem supervisão do megaprodutor Jerry Bruckheimer, responsável pelo lançamento cinematográfico de 1980, mas não contará com participação do cineasta Paul Schrader, criador da história e dos personagens originais. Ele contou que foi pago para não se envolver com a produção. A série deve chegar no Brasil pela plataforma Paramount+.

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  • Série

    Diretor de “Gremlins” acusa Baby Yoda de ser cópia de Gizmo

    15 de julho de 2022 /

    O cineasta Joe Dante, criador de “Gremlins”, acusou a série “The Mandalorian” de roubar e copiar “descaradamente” seu personagem Gizmo na criação de Grogu, o Baby Yoda. Em entrevista ao jornal americano San Francisco Chronicle, ele lembrou que Gizmo “é essencialmente como um bebê”. E aí fuzilou: “O que me leva, é claro, ao assunto de Baby Yoda, que é completamente roubado e copiado. Descaradamente, eu pensaria.” Dante, porém, não pensa em processo, já a franquia está ligada ao produtor Steven Spielberg e o roteirista Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”). Como os fãs sabem, o “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai fofinho chamado Gizmo, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestinhas monstruosas. O filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. Agora, a franquia está prestes a ganhar uma série animada, com supervisão de Dante. A trama vai voltar no tempo para mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua infância na Xangai dos anos 1920, onde encontra pela primeira vez o amigável Gizmo. Produzida pela Warner Bros. Animation em parceria com a Amblin Television (de Steven Spielberg) para a HBO Max, a série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e ainda não tem previsão de lançamento.

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    Chucky voltará a atacar no Halloween

    15 de julho de 2022 /

    O canal pago americano SyFy divulgou um teaser temático da 2ª temporada de “Chucky”, que anuncia a estreia dos novos episódios no período do Halloween. A data exata é 5 de outubro, bem próxima do lançamento original no ano passado. A temporada inaugural de “Chucky” chegou em 12 de outubro na TV paga dos EUA, e 15 dias depois no Brasil pela plataforma de streaming Star+. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. Na trama, o personagem-título encontra novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. O elenco da atração também destaca Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker).

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  • Série

    Astro de “Magnum” agradece fãs pelo salvamento da série

    3 de julho de 2022 /

    O ator Jay Hernandez usou o Twitter neste domingo (3/7) para agradecer aos fãs pelo apoio e campanhas que resultaram no resgate de “Magnum”. A série voltará em mais duas temporadas na rede americana NBC, após ter sido cancelada em maio pela CBS. “Ok, tenho certeza que agora todos vocês já ouviram as ótimas notícias”, disse o intérprete de Magnum no vídeo. “’Magnum’ terá uma 5ª temporada. Obrigado aos fãs pelo tremendo esforço. Quero dizer, vocês tinham petições, vocês colocaram um outdoor na Times Square. Por causa de todo esse barulho que fizeram, agora temos uma nova casa na NBC. Vejo vocês na 5ª temporada!” O vídeo foi postado após um texto anterior de agradecimento. “Foi um pouco tortuoso, mas conseguimos!” tuitou Hernandez na sexta (1/7). “O amor e apoio de vocês nos ajudaram a cruzar a linha de chegada, obrigado e obrigado também à NBC por assumir a responsabilidade! Hora de tirar o pó da camisa Aloha! Ohana”. Sexta foi o dia em que a rede NBC deu sinal verde para os produtores de “Magnum” desenvolverem duas temporadas inéditas da atração, com 10 episódios cada. O acordo foi facilitado pela participação da Universal Television na produção da série, em parceria com o CBS Studios. A Universal Television faz parte do mesmo conglomerado (NBCUniversal) do canal NBC. Além disso, a NBC já teve sucesso com o resgate de outra série cancelada por rival: após ser cancelada pela Fox, a comédia “Brooklyn Nine-Nine” retornou com uma audiência 71% maior na NBC em 2019. A decisão da CBS de cancelar “Magnum” foi um choque para os produtores e também para o mercado, porque a atração estrelada por Jay Hernandez e ambientada no Havaí tinha uma média de cerca de 7,4 milhões de espectadores e liderava seu horário de exibição nas noites de sexta-feira nos EUA. A série era a última produção do CBS Studios criada por Peter M. Lenkov, após o produtor ser demitido em 2020 por denúncias de mau comportamento no ambiente de trabalho. Ele também era responsável pelos reboots de “Hawai Five-0” e “MacGyver”, anteriormente canceladas. Jay Hernandez (o El Diablo do filme do “Esquadrão Suicida”) vivia a nova versão do detetive particular eternizado por Tom Selleck nos anos 1980, que desta vez aparecia acompanhado por uma parceira feminina: a atriz galesa Perdita Weeks (“Penny Dreadful”), numa reinvenção do papel de Higgins. “Magnum” é disponibilizada em streaming no Brasil pela Globoplay, e a mudança de canal nos EUA não deve alterar esse acordo. So many people worked very hard to make this happen. CBS, Universal, Magnum execs & all you fans out there. The tremendous effort paid off in a very unlikely move for any TV show. We can't wait to start filming again. 🙏🏽 #MagnumPISaved #NBC #ohana ❣️ https://t.co/Jz7JAZN3Mi — Jay Hernandez (@jay_hernandez) July 3, 2022 It was a bit circuitous but we did it!Your love & support helped get us over the finish line, thank you & thanks to @nbc for stepping up!Time to dust off the Aloha shirt! #ohana ❣️🍾😎🏝🌈🏎 https://t.co/wJqoJ64lEh — Jay Hernandez (@jay_hernandez) July 1, 2022

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    Stranger Things: Veja vídeos de 15 músicas da Parte 2

    2 de julho de 2022 /

    Depois do estouro de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, a trilha sonora da Parte 2 de “Stranger Things 4” era tão esperada quanto os episódios finais. A seleção de faixas, desta vez, pendeu para as músicas com sintetizadores – mas, ironicamente, sem nenhum exemplar do synthpop dos anos 1980. E embora o “tema de Max” tenha voltado a tocar – assim como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald (o tema de Vecna) – , a música que mais marcou a trama foi o metal pesado de “Master of Puppets”, acompanhada na guitarra por Eddie Munson (o personagem de Joseph Quinn). O clássico do Metallica também foi a única gravação de 1986 presente em toda a trilha dos capítulos 8 e 9 da atração. A trama se passa nesse ano, mas a maioria das músicas selecionadas saiu em anos anteriores – e algumas até posteriores a este período. Como curiosidade, a última canção que toca, já nos créditos finais, acaba chamando atenção entre as gravações de pop antigo por pertencer a um estilo alternativo até então ignorado pela série, apesar de ter tudo a ver com a guinada de terror da fase atual: “Spellbound”, do disco mais gótico de Siouxsie and the Banshees. Veja abaixo, pela ordem cronológica de seus lançamentos originais, as 15 músicas mais importantes dos dois episódios finais da 4ª temporada – disponibilizada na sexta (1/7) na Netflix.   | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME     | JAMES TAYLOR | 1970 | FIRE AND RAIN     | CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL | 1970 | UP AROUND THE BEND     | RICK DERRINGER | 1973 | ROCK ‘N’ ROLL HOOCHIE KOO     | SIOUXSIE AND THE BANSHEES | 1981 | SPELLBOUND     | OLIVIA NEWTON-JOHN | 1983 | TWIST OF FATE     | JOURNEY | 1983 | WORLD’S APART     | PAT BENATAR | 1983 | LOVE IS A BATTLEFIELD     | THE POLICE | 1983 | EVERY BREATH YOU TAKE     | TANGERINE DREAM | 1984 | RARE BIRD     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | METALLICA | 1986 | MASTER OF PUPPETS     | MOBY | 1995 | WHEN IT’S COLD I’D LIKE TO DIE     | VANGELIS | 1996 | FIELDS OF CORAL     | PETER SANDBERG | 2019 | DEEP  

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    Joe Turkel: Ator de “O Iluminado” e “Blade Runner” morre aos 94 anos

    2 de julho de 2022 /

    O ator Joe Turkel, lembrado por participações marcantes nos filmes “O Iluminado” (1980) e “Blade Runner” (1982), morreu aos 94 anos durante a última segunda-feira (27/6) na Califórnia. A notícia foi revelada na noite de sexta (1/7) por um representante do artista em nota à imprensa. A causa da morte não foi revelada, mas o ator estava internado no Hospital St. John em Santa Monica. Ele participou de mais de 100 filmes e séries, numa carreira iniciada no auge do ciclo do cinema noir no final da década de 1940, quase sempre no papel de capanga secundário. Foi num noir que Turkel iniciou sua parceria com Stanley Kubrick, vivendo um atirador no tiroteio climático de “O Grande Golpe” (1956). Seu desempenho no pequeno papel agradou e ele foi convocado a ter uma participação maior no drama de guerra “Glória Feita de Sangue” (1957), como um soldado enviado para o pelotão de fuzilamento. Este foi o trabalho favorito de Turkell, que considerava a obra de Kubrick o melhor filme de sua carreira. O magricela nascido em 1927 no Brooklyn, Nova York, continuou fazendo filmes noir até o gênero sair de moda e daí foi viver gângsteres na televisão. Interpretou cinco capangas diferentes só na série “Os Intocáveis”, entre 1960 e 1963. E então foi lembrado por Roger Corman para ser um dos mafiosos de “O Massacre de Chicago” (1967). Outro diretor famoso com quem trabalhou foi Robert Wise, que o escalou em “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1965), ao lado de Steve McQueen, e no filme de desastre “O Dirigível Hindenburg” (1975). Kubrick voltou a chamá-lo em 1980 para viver o papel do barman fantasma de “O Iluminado” (1980), que servia bebidas imaginárias para o alucinado personagem de Jack Nicholson. Com essa participação, Turkel se tornou um dos poucos atores a trabalhar três vezes com o celebrado diretor. Turkel participou apenas de duas cenas de “O Iluminado”, mas disse 96 palavras e ficou semanas trabalhando na produção, às vezes mais de 13 horas por dia. No livro “Science Fiction Film Directors” (2000), de Dennis Fischer, ele contou que perguntou a Kubrick por que ele pediu uma 17ª tomada de um ator simplesmente andando por um corredor. “Eu trabalhei quatro anos preparando este filme, eu quero que seja perfeito pra caral*o”, foi a resposta. O impacto de “O Iluminado” nos cinemas convenceu Ridley Scott que Turkel seria o ator perfeito para viver o gênio da cibernética Eldon Tyrell, fundador da Tyrell Corporation e responsável pela criação dos replicantes na sci-fi “Blade Runner” (1982). Foi novamente uma participação breve, mas muito mais emblemática, com frases marcantes e uma morte memorável, esmagado após um beijo pelo replicante Roy Batty (Rutger Hauer). Ele voltou ao papel no videogame de “Blade Runner”, lançado em 1997. A dublagem de Tyrell no jogo foi seu último trabalho como ator.

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