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  • Série

    “Minx” volta à vida com trailer da 2ª temporada

    17 de junho de 2023 /

    O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Minx”, a aclamada série de comédia, que retorna depois de ser cancelada pela HBO Max no final do ano passado. A série, produzida pela Lionsgate TV, é ambientada na Los Angeles dos anos 1970 e foca em Joyce (interpretada por Ophelia Lovibond), uma jovem feminista que se une a um editor de revistas masculinas (interpretado por Jake Johnson) para criar a primeira revista erótica para mulheres. Além de ator, Jake Johnson também é co-produtor executivo da série, junto com a criadora Ellen Rapoport (roteirista de “Clifford, o Gigante Cão Vermelho”). Vale observar que cancelamento aconteceu após a renovação da atração, que chegou a produzir todos os episódios de sua 2ª temporada. Estes capítulos prontos nunca seriam vistos se a Lionsgate não intervisse. O estúdio que produz “Minx” também é dono do Starz, e levou a série para seu novo endereço.   O que vem aí A 2ª temporada promete novas aventuras para Joyce, Doug e toda a equipe da editora Bottom Dollar, enquanto lidam com o sucesso estrondoso da revista Minx. Isso os leva a lugares emocionantes e traz mais dinheiro, fama e tentações do que eles sabem como lidar. O trailer revela Minx na capa da Rolling Stone, marcando a expansão de seu império global. A promessa da nova temporada vai além de uma simples revista, envolvendo a cobertura da Rolling Stone, maletas de dinheiro e os holofotes dos tapetes vermelhos, fumaça de charuto e números de danças exóticas masculinas. Mas com o sucesso “global”, surgem tentações. A estreia está marcada pra 21 de julho nos EUA. Embora ainda não tenha sido anunciando, os novos episódios devem ser lançados pela Lionsgate+ no Brasil.

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  • Música

    Jack Lee, autor de um dos maiores hits da banda Blondie, morre aos 71 anos

    8 de junho de 2023 /

    o cantor e guitarrista Jack Lee, líder da banda The Nerves e autor do hit “Hanging on the Telephone”, popularizado pela banda Blondie, faleceu aos 71 anos. Ele morreu em 26 de maio em Santa Monica após uma batalha de três anos contra o câncer de cólon, anunciou sua família na quarta-feira (7/6). Nascido no Alasca em 25 de março de 1952, Lee se mudou para Santa Monica aos 15 anos e se estabeleceu em San Francisco quatro anos depois. Em 1974, ele fundou The Nerves com Peter Case e Paul Collins, e dois anos depois o trio lançou seu único EP independente e autoproduzido com quatro faixas, sendo uma delas “Hanging on the Telephone”. O grupo se mudou para Los Angeles no primeiro dia de 1977, e naquele ano também embarcou em sua primeira turnê pelos EUA, apresentando-se em shows com Ramones, Pere Ubu, Devo e Mink DeVille. Porém, a falta de sucesso fez o trio se separar em 1978. Ironicamente, no mesmo ano, o presidente do fã-clube de Blondie mostrou uma cópia do EP dos Nerves para Debbie Harry, que decidiu levar “Hanging on the Telephone” para o repertório de sua banda. A gravação do Blondie imitou em detalhes o arranjo original original dos Nerves, acrescentando uma pegada mais punk. E a música virou hit, ajudando a colocar o álbum “Parallel Lines” do Blondie no 6º lugar nos EUA e no 1º lugar no Reino Unido em 1978. Com o fim dos Nervers, Case formou a banda The Plimsouls e Collins fundou The Beat, mas Lee insistiu na carreira solo, lançando dois discos em 1983 e 1985, financiados pelos royalties de “Hanging on the Telephone”. Novamente, as canções foram ignoradas. Em 2016, uma compilação de 23 músicas serviu de legado de seu trabalho. Em comunicado, sua família destacou que “ele nunca desistiu de sua música, até o fim. Sua guitarra estava sempre ao seu lado. Ele viveu suas músicas. Uma por uma, elas contavam a história de sua vida. Alguns sonhos morrem. Os dele nunca morrerão”. Lembre abaixo a gravação original e o cover famoso de “Hanging on the Telephone”.

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  • Filme

    Elle Fanning e Sarah Paulson farão filme sobre caso famoso de personalidade múltipla

    5 de junho de 2023 /

    As atrizes Elle Fanning (“The Great”) e Sarah Paulson (“História de Horror Americana”) vão estrelar um filme sobre um dos primeiros casos documentados de transtorno dissociativo de identidade, também conhecido como transtorno de personalidades múltiplas ou dupla personalidade. Intitulado “I Am Sybil”, o filme vai contar história real por trás do livro best-seller de Flora Rheta Schreiber, que examinou o tratamento supostamente real de Shirley Mason em 1973, tratada como Sybil no lançamento literário.   História famosa A história de Sybil marcou época. Rendeu vários artigos, abordagens em programas televisivos e chegou a ser adaptada para a televisão duas vezes. Exibida em 1976, a primeira versão conquistou quatro prêmios Emmy, com Sally Field e Joanne Woodward nos papéis principais. Mais recentemente, uma segunda adaptação juntou Tammy Blanchard, Jessica Lange e JoBeth Williams no elenco em 2007. Ambas foram intituladas “Sybil”. Entretanto, desde o lançamento e repercussão do livro original, o livro de Schreiber foi confrontado por várias outras obras. A versão de cinema, por sinal, será baseada numa publicação de 2011 escrita por Debbie Nathan, “Sybil Exposed: The Extraordinary Story Behind the Famous Multiple Personality Case”, um dos diversos livros que questionam os fatos apresentados pela escritora. O drama tem direção de Mirrah Foulkes (“Judy & Punch: Amor e Vingança”), que também assina o roteiro com a dramaturga Jen Silverman (“Crônicas de San Francisco”), mas os papéis das atrizes não foram confirmados. Tendo em vista o perfil das pessoas reais que inspiraram a história, tudo indica que Fanning será Shirley Mason/Sybil, enquanto Paulson será sua psicanalista, Cornelia Wilbur. Produção independente da Annapurna, em parceria com The Gotham Group, “I Am Sybil” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Próximo filme de Quentin Tarantino será sobre crítico de revista pornô

    25 de maio de 2023 /

    O cineasta Quentin Tarantino (“Pulp Fiction”) revelou que seu próximo e supostamente último filme, “The Movie Critic”, será inspirado em um crítico de cinema que publicava seus artigos em uma revista pornô dos anos 1970. O diretor afirmou ao site Deadline que a obra é baseada em um homem que realmente existiu, mas que nunca foi famoso. A revelação desmente rumores de que o filme teria uma mulher como crítica de cinema, informação que iniciou outros boatos sobre o filme ser sobre a célebre crítica Pauline Kael. Sem revelar o nome do escritor real e da revista original, Tarantino adiantou que vai chamar a publicação de The Popstar Pages no longa. A história será ambientada na Califórnia, no ano de 1977. Segundo Tarantino, ele descobriu o escritor quando ainda era adolescente e trabalhava carregando revistas adultas em uma máquina de vendas automáticas. “Todas as outras coisas eram muito ruins para ler, mas então havia essa revista pornô que tinha uma página de filme realmente interessante”, disse Tarantino. O diretor revelou que o foco principal do escritor eram “filmes mainstream”. “Ele era muito rude, sabe. Ele xingava. Usava injúria racial. Mas era muito engraçado. Ele era muito grosseiro”, descreveu o cineasta. De acordo com ele, o crítico morreu aos 30 e poucos anos devido a supostas complicações causadas pelo alcoolismo. Conforme o diretor, não há planos para escalar Brad Pitt (“Ad Astra: Rumo às Estrelas”) ou Leonardo DiCaprio (“Não Olhe para Cima”), que são velhos demais para o papel. “Ainda não decidi, mas vai ser alguém na faixa de 35 anos”, disse. “Definitivamente será um novo protagonista para mim”, acrescentou, desmentindo os rumores de que haveria uma personagem principal feminina. Além disso, Tarantino enfatizou que escolherá um ator americano. O longa estrará começará sua pré-produção em junho. Não há data de estreia para “The Movie Critic”.

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  • Série

    HBO Max anuncia série sobre Roberto Gómez Bolaños, o eterno Chaves

    19 de maio de 2023 /

    A HBO Max (em breve, apenas Max) está desenvolvendo uma série sobre o ator, roteirista e produtor Roberto Gómez Bolaños, conhecido pelo seu papel como Chaves na série clássica de 1973. O projeto contar a carreira de Bolaños em tom de homenagem ao interprete e criador do Chapolim Colorado. A atração vai se chamar “Sin Querer Queriendo”, referência à famosa frase que Chaves usava de justificativa para suas traquinagens – “Foi sem querer querendo”, na tradução nacional. A produção é uma parceria da plataforma com a produtora mexicana THR3 Media Group, que revelou interesse em criar uma série biográfica sobre Bolãnos e seus personagens pela primeira vez em 2019. A produção ainda terá a supervisão de de Roberto Gómez Fernández, filho do ator. “Ter a oportunidade de contar a história de seu pai pode ser uma grande alegria. Principalmente quando seu pai é Roberto Gómez Bolaños”, comentou Fernández em comunicado à imprensa. “Meu pai era um homenzinho com um grande coração. E, assim, teremos a tarefa de mostrar ao mundo o ser talentoso e, ao mesmo tempo, o pai, o marido, o amigo, o irmão…”. “Sin Querer Queriendo” é descrito como um “melodrama biográfico” e planeja mostrar a história do ator e o seu papel no mundo do entretenimento mexicano. “Na HBO Max, buscamos aquelas histórias latino-americanas que tenham a capacidade de gerar uma conexão muito especial e única com nosso público, com personagens poderosos e feitos com o melhor talento”, acrescentou Mariano Cesar, da Warner Bros. Discovery. Nascido em 21 de fevereiro de 1929, na Cidade do México, Roberto Gómez Bolaños foi um artista multifacetado, atuando como ator, comediante, dramaturgo, escritor, roteirista, compositor, diretor e produtor de televisão. Ele faleceu aos 85 anos, em 28 de novembro de 2014, em decorrência de um estado de saúde fragilizado. “Sin Querer Queriendo” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Helmut Berger, astro dos filmes de Visconti, morre aos 78 anos

    18 de maio de 2023 /

    O austríaco Helmut Berger, um dos mais famosos atores do cinema europeu na década de 1960 graças a colaborações marcantes com o diretor Luchino Visconti, morreu de maneira inesperada” na madrugada desta quinta-feira (18/5), aos 78 anos. Ele estava em casa, em Salzburg, e faleceu por volta das 4h (hora local). A notícia foi anunciada pelo agente do ator, que escreveu que ele faleceu “pacificamente, mas ainda assim inesperadamente” no site de sua empresa de gerenciamento. Nascido na Áustria em 1944, Berger mudou-se para Roma e começou a seguir uma carreira de ator depois de expressar desinteresse em seguir os passos de seus pais na indústria hoteleira. Inicialmente, ele conseguiu trabalho como figurante antes de conhecer Visconti em 1964. O diretor de “Rocco e Seus Irmãos” deu a Berger um pequeno papel em seu filme de 1967, “As Bruxas”, uma antologia também dirigida por mestres como Vittorio De Sica e Pier Paolo Pasolini. A partir dali, Berger e Visconti iniciaram uma relação profissional – e também romântica – que acabou impactando o cenário do cinema europeu na década seguinte. Os papéis mais significativos de Berger vieram em dois dos projetos seguintes de Visconti: “Os Deuses Malditos” (1969) e “Ludwig: A Paixão de um Rei” (1973). No filme de 1969, Berger interpretou um herdeiro fictício desequilibrado de um império siderúrgico na Alemanha nazista, disposto a dobrar seus princípios morais e fazer negócios com Hitler para satisfazer seus desejos por dinheiro e poder (entre outras coisas). Três anos depois, ele retratou o infame “rei cisne”, Ludwig II da Baviera, em um filme que explorava a obsessão do monarca tardio pela extravagância e pelo estilo de vida opulento que acabou levando-o a ser declarado insano. Ambos os filmes mostraram Berger interpretando homens poderosos com sexualidades ambíguas, o que o ajudou a estabelecer-se como um dos símbolos sexuais mais notáveis de sua época – época da explosão do glam rock e do visual andrógino. Ele voltou a colaborar com Visconti em “Violência e Paixão” (1974), como o homem mais jovem por quem Burt Lancaster, no papel de um professor envelhecido, desenvolve um relacionamento próximo. Muitos interpretaram o projeto como uma alegoria para o relacionamento próximo que Visconti e Berger desenvolveram ao longo de uma década de trabalho juntos. Foi o penúltimo filme de Visconti antes de sua morte em 1976 e o último projeto em que os dois trabalharam juntos. O ator também trabalhou com Vittorio De Sica no clássico “O Jardim dos Finzi Contini” (1970), sobre uma família judia que vê seu estilo de vida milionário transformado em pesadelo com a chegada do nazismo. Estrelou ainda a melhor adaptação do clássico de Oscar Wilde, “O Retrato de Dorian Gray” (1970), dirigida por Massimo Dallamano, e o giallo sangrento “Uma Borboleta com as Asas Ensanguentadas” (1971), de Duccio Tessari, antes de estrear em produções de língua inglesa. Berger contracenou com Elizabeth Taylor no suspense “Meu Corpo em Tuas Mãos” (1973) e com Glenda Jackson na comédia “A Inglesa Romântica” (1976), além de ter desempenhado um papel importante em “O Poderoso Chefão III” (1990), de Francis Ford Coppola, como um banqueiro do Vaticano que tenta dar um golpe na família Corleone. Também fez filmes em francês e alemão, e após uma série de problemas de saúde, anunciou sua aposentadoria em novembro de 2019. Considerado um dos homens mais bonitos de seu tempo, ele foi abertamente bissexual e manteve relacionamentos estáveis com Visconti e a atriz Marisa Berenson. Entre outros, relacionou-se também com Rudolf Nureyev, Britt Ekland, Ursula Andress, Nathalie Delon, Tab Hunter, Florinda Bolkan, Elizabeth Taylor, Marisa Mell, Anita Pallenberg, Marilu Tolo, Jerry Hall e o casal Bianca e Mick Jagger, até se casar com a escritora italiana Francesca Guidato em 19 de novembro de 1994. O agente de Berger disse que “ele desfrutou de seu lema ‘La Dolce Vita’ ao máximo durante toda a vida”. Ele citou o ator, ao lembrar o que ele lhe disse há muitos anos: “Vivi três vidas e em quatro idiomas! Je ne pesarte rien!”. Traduzindo: “Tô leve”.

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  • Série

    Olivia Liang se despede de “Kung Fu”: “Eu te amo, Nicky Shen”

    11 de maio de 2023 /

    A atriz Olivia Liang recorreu ao Instagram para se despedir de “Kung Fu”, série cancelada pela rede americana de TV The CW nesta quinta (11/5). Liang interpretou a protagonista Nicky Shen em três temporadas de “Kung Fu”, nas quais utilizou suas habilidades de artes marciais para proteger sua pequena comunidade na Chinatown de San Francisco. “Foi uma honra incrível da minha vida trabalhar com esse grupo fod* de pessoas. Nós fizemos três temporadas históricas de um programa. Primeiro elenco predominantemente asiático em um drama de uma hora na TV aberta. Primeira showrunner asiático-americana. Não tenho palavras suficientes (ou espaço neste post) para expressar minha gratidão aos nossos showrunners, escritores, elenco, equipe de dublês, minha incrível equipe fod*… Eu amo todos vocês.” “Eu realmente ganhei na loteria. Eles são as pessoas mais gentis, inteligentes, engraçadas e trabalhadoras da indústria. Estou muito, muito, muito orgulhosa do trabalho que fizemos. Agradeço a todos que nos convidaram para suas casas e assistiram ao nosso pequeno programa que poderia. Um brinde a Kung Fu, o programa que mudou minha vida para sempre. Eu te amo, Nicky Shen”, completou. Simu Liu, astro de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, da Marvel, reagiu ao post com emojis de corações e um comentário elogioso: “Orgulho de você. Parabéns por três temporadas de chutar bundas”. O reboot da série clássica homônima dos anos 1970 foi a mais recente vítima dos cortes promovidos pela nova administração do canal CW, que nesta quinta (11/5) também cancelou “Os Winchesters”. Após ser vendido para a Netstar, o canal está passando por uma mudança radical em sua programação, trocando produções próprias por compras de séries canadenses e reality shows. “Kung Fu” estreou em 2021 com um público de 1,4 milhão espectadores ao vivo. Foi a maior audiência do CW no período das 20h em quase 2 anos e meio (desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018) e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos (desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014). A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – maior nota dentre as três estreias do canal naquele ano, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passava no século 21 e acompanhava Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. Depois de cumprir sua missão principal na 1ª temporada, a protagonista acaba se envolvendo numa conspiração mística, cujos desdobramentos alimentaram as duas temporadas seguintes. O papel principal era desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW e também já cancelada), e o elenco também incluía Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A série era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por olivia liang 🦋 (@itmeolive)

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  • Série

    “Kung Fu” é cancelada após três temporadas

    11 de maio de 2023 /

    A rede americana de TV The CW cancelou o reboot de “Kung Fu” após três temporadas. A série, que já foi uma maiores audiências do canal, é a mais recente vítima dos cortes promovidos pela nova administração, que nesta quinta (11/5) também cancelou “Os Winchesters”. Após ser vendido para a Netstar, o canal está passando por uma mudança radical em sua programação, trocando produções próprias por compras de séries canadenses e reality shows. “Kung Fu” estreou em 2021 com um público de 1,4 milhão espectadores ao vivo. Foi a maior audiência da CW no período das 20h em quase 2 anos e meio (desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018) e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos (desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014). A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – maior nota dentre as três estreias do canal naquele ano, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. Depois de cumprir sua missão principal na 1ª temporada, a protagonista acaba se envolvendo numa conspiração mística, cujos desdobramentos alimentaram as duas temporadas seguintes. O papel principal era desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW e também já cancelada), e o elenco também incluía Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A série era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.

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    Reboot de “A Ilha da Fantasia” é cancelado após duas temporadas

    10 de maio de 2023 /

    A rede americana Fox cancelou o reboot de “A Ilha da Fantasia” após o final de sua 2ª temporada, que foi ao ar na noite de segunda (8/5). Lançada em 2021, a série era estrelada por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”) como Elena Roarke, descendente do enigmático Sr. Roarke da série original dos anos 1970. “Ficamos muito satisfeitos com a criatividade divertida e escapista de ‘A Ilha da Fantasia’, que esperávamos que ganhasse forte adesão entre os espectadores”, disse a emissora em comunicado. “A Sony Pictures Television é uma importante parceira nossa e esperamos continuar trabalhando com eles em “Accused”, “Alert: Missing Persons Unit”, “Doc” e numa próxima série animada ainda sem nome de Basic Guys/Hoagie Bros. Também gostaríamos de agradecer ao elenco de ‘Ilha da Fantasia’, liderado por Roselyn Sánchez, Kiara Barnes e John Gabriel Rodriguez, a equipe e os produtores executivos Liz Craft, Sarah Fain e Anne Clements por sua parceria na série”. A série tinha a mesma premissa da atração original. Isto é, os episódios continuavam funcionando como uma antologia de fantasia, que a cada semana trazia diferentes hóspedes à ilha do título em busca da realização de seus sonhos e desejos. Ao final, eles despendem-se do resort de luxo totalmente transformados pela experiência. As praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica também continuam presentes. Mas os personagens fixos sofreram grandes mudanças. Para começar, não há um novo Tattoo. E o elegante Sr. Roarke agora é uma mulher. Em vez de um homem com nanismo, a mão direita da descendente do Sr. Rourke é Ruby Okoro (Kiara Barnes, da interminável novela “The Bold and the Beautiful”), uma jovem com uma alma velha que chega à Ilha com uma doença terminal, ganha nova vida e acaba ficando para ajudar outros hóspedes a realizarem seus sonhos. As duas recebem e contracenam com os diversos personagens, que visitam o resort toda a semana. A reimaginação foi concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e o Gemstone Studios. A série chegou ao Brasil pelo streaming da Globoplay, que ainda não disponibilizou o segundo – e agora último – ano da produção.

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  • Filme

    Andrew Garfield será o astrônomo Carl Sagan em filme da Netflix

    5 de maio de 2023 /

    Andrew Garfield foi escalado para interpretar o astrônomo Carl Sagan no novo filme do chileno Sebastian Lelio. Será o segundo trabalho do diretor na Netflix, após “O Milagre” – que foi indicado a Melhor Filme Britânico no BAFTA do ano passado. Intitulado “Voyagers”, o drama biográfico ainda conta com a atriz Daisy Edgar-Jones (“Normal People”) no papel de Ann Druyan, par romântico do personagem de Garfield. O ator e Edgar-Jones já trabalharam juntos antes, na minissérie “Em Nome do Céu” (2022), o que rendeu a primeira indicação de Garfield ao Emmy e a segunda indicação ao Globo de Ouro de Edgar-Jones. Carl Sagan (1934-1996) foi um astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico americano, que ficou conhecido por seu trabalho de popularização da astronomia. Ele escreveu mais de 20 livros e muitos deles se tornaram best-sellers. Seu livro mais famoso, “Cosmos”, foi transformado em uma série de televisão que foi exibida em mais de 60 países. Sagan também foi um importante defensor do programa espacial americano e trabalhou como consultor científico em diversas missões da NASA. O filme vai se concentrar justamente em sua parceria com a NASA. A trama se passa em 1977, quando a agência espacial americana se preparava para lançar as primeiras sondas interestelares da humanidade. Na ocasião, uma equipe liderada por Sagan criou discos fonográficos para acompanhá-los. Mas o que começa como uma missão contra o relógio se transforma em uma história de amor épica e inesperada entre Sagan e sua colaboradora Ann Druyan. O roteiro original foi escrito por Lelio e Jessica Goldberg (produtora-roteirista da série sci-fi “Away”), com base em entrevistas com Druyan e muitos outros que trabalharam no projeto durante a década de 1970. Garfield vai começar a filmar “Voyagers” após terminar “We Live in Time”, de John Crowley (“Modern Love”), que está filmando atualmente no Reino Unido ao lado de Florence Pugh (“O Milagre”). Veja abaixo o trailer do programa “Cosmos”, apresentado por Carl Sagan e cocriado por ele e sua esposa, Ann Druyan, em 1980.

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  • Filme

    Estreia do humorístico “Saturday Night Live” vai virar filme

    1 de maio de 2023 /

    O programa humorístico “Satuday Night Live”, um dos mais emblemáticos da TV americana, ganhará um filme, focado os bastidores da sua estreia em 1975. A direção será de Jason Reitman, que também escreverá o roteiro em parceria com Gil Kenan. Os dois trabalharam juntos no recente “Ghostbusters: Mais Além”. O filme será ambientado em 11 de outubro de 1975, quando um grupo de jovens comediantes mudou a história da televisão norte-americana. A produção contará a história de tudo o que aconteceu na noite de estreia, momentos antes da primeira transmissão ao vivo do programa. O roteiro foi escrito com base em uma série de entrevistas conduzidas por Reitman e Kenan com o elenco, escritores e funcionários da atração. A produção ainda não tem título definido nem previsão de estreia. Reitman e Kenan estão atualmente trabalhando na continuação de “Ghostbusters: Mais Além”, que desta vez trará Kenan na função de diretor.

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  • Etc

    Vítima de estupro encontra Polanksi após 46 anos

    30 de abril de 2023 /

    A escritora Samantha Geimer, que foi vítima de estupro por parte do diretor Roman Polanski quando tinha apenas 13 anos, em 1977, compartilhou uma foto ao lado do cineasta em suas redes sociais. O encontro ocorreu 46 anos após o crime que ainda impede o cineasta de retornar aos Estados Unidos. O registro fotográfico foi feito pelo marido de Samantha, David Geimer, durante um encontro em Paris com Polanski e sua esposa, a atriz Emmanuelle Seigner. A própria Emmanuelle compartilhou a publicação em suas redes sociais. O encontro aconteceu no início de março deste ano, quando Samantha concedeu uma entrevista à Emmanuelle. A entrevista foi publicada pela revista Le Point e trouxe a vítima defendendo seu agressor. Samantha afirmou que o que aconteceu com Polanski nunca foi um grande problema para ela. Ela não tinha conhecimento de que o estupro era ilegal e que alguém poderia ser preso por isso. Apesar do crime que sofreu, ela afirmou estar bem e ter continuado bem após todos esses anos. Samantha ressaltou que o fato de terem feito do caso algo de grande proporção pesa terrivelmente sobre ela. Ter que repetir constantemente que o estupro não foi uma grande coisa é um fardo horrível para a vítima. No entanto, ela afirmou que o encontro com Polanski foi bom e que ela estava feliz em revê-lo após tantos anos. Polanski foi preso em 1977 por ter relações sexuais ilegais com a então menor. Ele aceitou um acordo judicial, cumpriu 42 dias de prisão e, quando o juiz do caso ameaçou voltar atrás no combinado, fugiu dos Estados Unidos para se abrigar na França, seu país natal, evitando a prisão. Desde então, ele é considerado foragido da Justiça dos EUA. Embora seja protegido na França por conta de sua cidadania, ele poderia, em tese, ser preso e extraditado se fosse a outro país. A Justiça dos EUA já tentou isso duas vezes. Ao viajar à Suíça para um festival em 2009, Polanski foi detido e colocado em prisão domiciliar numa propriedade que possui no país. No entanto, o tribunal suíço acabou rejeitando o pedido de extradição e libertou o diretor. Em 2014, houve nova tentativa na Polônia, país da família do cineasta, e o resultado foi o mesmo: o tribunal considerou que a pena já havia sido cumprida. Sobre as tentativas de extradição, Geimer disse que a iniciativa foi “injusta e contrária à justiça”, além de reforçar que Polanski já cumpriu sua sentença. “Da minha parte, ninguém queria que fosse preso, mas ele foi e foi o suficiente. Ele pagou sua dívida com a sociedade. É isso, fim da história. Ele fez tudo o que lhe foi pedido até que a situação ficou fora de controle e ele não teve outra escolha a não ser fugir”, disse na entrevista à Le Point. Com o surgimento do movimento #MeToo nas redes sociais, o caso de Polanski voltou a ser comentado e novas mulheres se apresentaram como supostas vítimas de abusos do diretor nos anos 1970. Em meio a essa controvérsia, Polanski ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cinema de Veneza em 2019 e o César (o Oscar francês) de Melhor Roteiro Adaptado em 2020, por “O Oficial e o Espião”, o que causou repúdio entre influenciadores e imprensa, e “esfriou” a relação entre o diretor e a indústria cinematográfica francesa. Atualmente, Polanski trabalha em um novo filme, “The Palace”, que aguarda lançamento, mas nenhum financiador, produtor ou estúdio francês quis fazer parte da obra, que acabou recebendo apoio da RAI Cinema da Itália. Além disso, o filme não foi incluído na programação do Festival de Cannes deste ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmanuelle Seigner (@emmanuelleseigner)

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  • Filme,  Música

    Documentário sobre Syd Barrett e origens do Pink Floyd ganha trailer

    27 de abril de 2023 /

    O Mercury Studios divulgou o pôster e o trailer do documentário “Have You Got It Yet?: The Story of Syd Barrett and Pink Floyd”, que conta a história do fundador do Pink Floyd. A produção contou com o espólio de Syd Barrett e dos três membros sobreviventes da banda britânica, Nick Mason, Roger Waters, David Gilmour, todos entrevistados para o projeto. Barrett co-fundou o Pink Floyd com Waters, Mason e Richard Wright em 1965, quando ainda era um adolescente, e foi o visionário responsável pela criatividade dos primeiros clássicos da banda, no álbum “The Piper at the Gates of Dawn e A Saucerful of Secrets”. Com a saúde mental instável e após comportamentos imprevisíveis em shows, Barrett foi substituído pelo guitarrista David Gilmour, deixando a banda de vez em 1968. À medida que sua saúde piorava, Barrett lançou dois álbuns solos, mas muito influentes em 1970: “The Madcap Laughs” e “Barrett”. Em meados daquela década, ele voltou a morar na casa de sua mãe, em Cambridge, onde permaneceu recluso como pintor e herói cult pelos 30 anos seguintes, até sua morte por complicações de diabetes em 2006, com 60 anos. A sinopse promete que “Have You Got It Yet?” revelar detalhes de “sua ascensão ao estrelato, seus impulsos criativos e destrutivos, colapsos, saída da banda e a vida solitária posterior… no contexto social dos explosivos anos 1960”. O documentário foi codirigido por Storm Thorgerson (da Hipgnosis), designer que foi parceiro de longa data do Pink Floyd, assinando várias capas clássicas da banda, em conjunto com Roddy Bogawa – que curiosamente fez um documentário sobre a arte de Thorgerson (“Taken by Storm: The Art of Storm Thorgerson and Hipgnosis”). A estreia acontece em 15 de maio no Reino Unido e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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