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    Infiltrado na Klan enfrenta o racismo através da história

    27 de novembro de 2018 /

    Spike Lee entende o poder político desempenhado pelo cinema e em “Infiltrado na Klan” ele usa este poder para abordar questões atemporais na história americana (e mundial). A trama se passa no final da década de 1970 e conta a trajetória verídica de Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”), um novato na polícia do Colorado que, por telefone, consegue se infiltrar na filial local da Ku Klux Klan. Além de ter a sua própria carteirinha de membro, Stallworth faz contato com algumas das principais lideranças da Klan, como David Duke (Topher Grace, de “Homem-Aranha 3”), um ambicioso político americano que ficou conhecido pelo seu extremismo. Nos encontros presenciais, Stallworth é substituído por Flip Zimmerman (Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”), um detetive judeu que se passa por ele e investiga as possíveis ações terroristas da organização. Por mais que Flip não concorde com muitos dos questionamentos levantados por Ron, tal discordância nunca é vista como inimizade, servindo, em vez disso, para fortalecer a relação dos dois. Além do mais, o contato próximo com a Klan obriga Zimmerman a reavaliar sua própria crença, uma vez que a religião nunca havia sido uma “questão” na sua vida – ela não é algo visível, como a cor da pele, o que permitia que ele passasse despercebido entre os grupos preconceituosos. E a expressividade de Adam Driver permite que percebamos todas as nuances do seu personagem e todas mudanças pelas quais ele está passando. Porém, nessa troca John David Washington sai perdendo, visto que seu protagonista não ganha tanta atenção quanto o colega coadjuvante. Dono de um estilo de direção bastante característico, Spike Lee faz com que seus personagens apareçam em muitos momentos posando para câmera, como quando eles escutam o discurso de um líder dos Panteras Negras, ilustrando como aquele discurso atinge a todos de maneira igual. Ao contrário disso, o diretor destaca as diferenças dos grupos raciais por meio da montagem. Enquanto os militantes estudantis escutam com atenção e respeito as palavras de um homem idoso que conta um caso trágico que ele presenciou, envolvendo o espancamento e morte de um jovem negro, os membros do Klan reagem de forma histérica à exibição do filme racista “O Nascimento de uma Nação”, enxergando ali o que o presidente americano Woodrow Wilson um dia declarou como sendo a “história escrita com relâmpagos”. Aliás, não é por acaso que a obra de D.W. Griffith aparece com tanta frequência aqui. Vale lembrar que o filme foi responsável por revitalizar a Ku Klux Klan, mostrando os seus membros como heróis da Guerra Civil americana e presenteando-lhes com aquele que se tornou o seu símbolo mais icônico: a cruz flamejante. Porém, em vez de ficar referenciando apenas o passado, Spike Lee usa esse tema para falar sobre o presente, especialmente para criticar o atual governo do presidente Donald Trump. E ele não é nada sutil nessa sua crítica. As referências a Trump são constantes, desde a aparição de Alec Baldwin (intérprete de Trump no programa Saturday Night Live) num pequeno papel, passando pela repetição de frases icônicas da campanha presidencial (como “fazer a América grande de novo”), pelo descrédito em relação à história (em certo momento um personagem fala que o Holocausto foi uma farsa criada pelos judeus), até a menção de que esse extremismo um dia pode chegar na Casa Branca, sem esquecer da montagem final, com confrontos recentes contra supremacistas brancos acompanhados por discurso complacente de Trump. Assim, além de um excelente filme, “Infiltrado na Klan” serve para mostrar que, embora o cinema tenha ajudado a propagar ideais racistas ao longo dos anos, o poder dessa mídia também pode ser usado como forma de resistência.

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    Alec Baldwin é preso após brigar por vaga de estacionamento em Nova York

    2 de novembro de 2018 /

    O ator Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) foi detido nesta sexta-feira (2/11) devido a uma briga por uma vaga de estacionamento em Nova York. Em declaração à imprensa, as autoridades afirmam que o ator deu um soco em uma pessoa. O TMZ ouviu testemunhas, que contaram que um pessoa acabou parando na vaga onde o ator estava manobrando para estacionar. O site também divulgou um vídeo em que o ator aparece sendo detido pela polícia. Veja abaixo. Os representantes de Baldwin ainda não se manifestaram sobre o caso.

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  • Série

    Trailer de Will & Grace revela as participações especiais da 10ª temporada

    23 de setembro de 2018 /

    A rede NBC divulgou o trailer da nova temporada de “Will & Grace”, que está repleta de participações especiais. A prévia destaca alguns dos convidados, como David Schwimmer (“Friends”), Matt Bomer (“White Collar”), Jon Cryer (“Two and a Half Men”), Alec Baldwin (“30 Rock”) e Chelsea Handler (“Guerra É Guerra”). Trata-se de uma confirmação do sucesso da série, que voltou a ser produzida no ano passado, após hiato de 11 anos, e já tem garantida a gravação de sua próxima temporada, que estreia em 2019. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A 10ª temporada estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a nova fase da comédia é transmitida pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    Alec Baldwin não viverá mais pai do Batman no filme do Coringa

    30 de agosto de 2018 /

    Demorou poucas horas a participação de Alec Baldwin no filme solo do Coringa. Na mesma semana em que foi anunciado no elenco, o ator se colocou fora da produção. “Eu não farei mais aquele filme”, disse Baldwin ao jornal USA Today. O ator citou problemas de agenda para não estar mais envolvido com o projeto. “Eu tenho certeza que existem uns 25 caras que podem fazer esse personagem”, completou. Baldwin era cotado para viver Thomas Wayne, pai de Bruce Wayne (o Batman), na trama. O personagem foi vivido por Jeffrey Dean Morgan (“The Walking Dead”) nas cenas de flashback de “Batman vs. Superman”. O elenco do filme tem confirmadas as participações de Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”) e Frances Conroy (“American Horror Story”). Maron interpretaria um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de Robert De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman. Apenas o papel de Zazie Beetz segue em segredo. A Warner ainda não divulgou a sinopse oficial. Dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que também assina o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”), o filme do Coringa é considerado um projeto independente da cronologia principal das produções da DC Comics. Isto significa que Jared Leto permanece como Coringa nos spin-offs de “Esquadrão Suicida”. O filme tem estreia marcada para outubro de 2019.

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  • Filme

    Alec Baldwin será o pai de Batman no filme solo do Coringa

    27 de agosto de 2018 /

    O ator Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) entrou no elenco do filme solo do Coringa, que será estrelado por Joaquin Phoenix (“Ela”). Ele irá interpretar Thomas Wayne, pai de Bruce Wayne, o Batman. O personagem foi vivido por Jeffrey Dean Morgan (“The Walking Dead”) nas cenas de flashback de “Batman vs. Superman”. O elenco do filme também já tem confirmadas as participações de Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”) e “Frances Conroy (“American Horror Story”). Maron interpretaria um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de Robert De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman. Apenas o papel de Zazie Beetz segue em segredo. A cada novo personagem revelado, mais distante a história se mostra dos quadrinhos. A Warner ainda não divulgou a sinopse oficial. Dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que também assina o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”), o filme do Coringa é considerado um projeto independente da cronologia principal das produções da DC Comics. Isto significa que Jared Leto permanece como Coringa nos spin-offs de “Esquadrão Suicida”. O filme tem estreia marcada para outubro de 2019.

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  • Filme

    Missão Impossível explora risco de vida de Tom Cruise em fantasia de tensão vertiginosa

    26 de julho de 2018 /

    Impressionante como a franquia “Missão: Impossível” mantém a vitalidade ao longo de mais de 20 anos (o primeiro filme é de 1996). Mas mais impressionante ainda é como sua dependência do astro-produtor Tom Cruise é também seu maior mérito: como se estivesse envelhecendo ao contrário, o ator parece fazer questão de se arriscar cada vez mais, dispensando dublês e conferindo um realismo essencial em sequências de ação pra lá de exageradas. Talvez este seja o grande diferencial da série: este equilibro fascinante entre o real e o absurdo. Ethan Hunt é Tom Cruise e seus acidentes e proezas durantes as filmagens ganham manchetes no mundo todo, ajudando a embaçar o que é efeito especial e o que é verdade. Parte da diversão dos filmes é se questionar se Cruise realmente fez aquilo ou se trata de mais uma ilusão do cinema. Sim, ele fez. Mas também é tudo mentira. E é aí que está a graça. “Missão: Impossível – Efeito Fallout” é a sexta parte desta franquia que a cada vez se leva menos a sério. Mas ao contrário de um “Velozes e Furiosos” (que vem a cada novo filme se assumindo mais cartunesco), os personagens que por vezes parecem habitar um mundo maluco de desenhos animados – com seus golpes de quebrar paredes e equilíbrio inabalável – possuem um pé no real ao se machucar e correr riscos que parecem de verdade: e as proezas do protagonista são fundamentais para isso. E se de um lado Tom Cruise é o rosto da franquia, por outro o elenco de apoio continua roubando cenas, enquanto Henry Cavill comprova que, apesar do carisma e da boa presença (e do bigode), não é dos melhores atores… Como primeiro diretor a fazer mais de um filme da série, Christopher McQuarrie entrega ao mesmo tempo uma continuação direta de “Nação Secreta” e uma obra que pode ser vista de forma independente dos outros filmes. Tudo graças a diálogos extremamente expositivos que se transformam em longos monólogos em que tudo é didaticamente explicado ao público. E o fato de que mesmo com toda a exposição a trama ainda se revele confusa talvez seja o maior problema do filme. O roteiro (também de McQuarrie) se sai melhor quando tenta investir em aspectos pessoais da vida de Hunt, mas se perde no labirinto de planos mirabolantes dentro de planos mirabolantes. Do início que parece saído da introdução de um videogame – com a missão impossível da vez detalhadamente explicada -, até o final espetacularmente tenso, a trama vai se revelando cada vez mais “complexa” e com mais personagens. O objetivo claro do protagonista, que seria encontrar duas bombas de plutônio, vai se tornando mais confuso em uma história que parece se divertir com a bagunça que provoca. Em determinado momento, Hunt, ao ser questionado se está sendo perseguido pela CIA, por terroristas ou pelo serviço secreto inglês, responde: “isso importa?”. A verdade é que não. E “Efeito Fallout” parece reconhecer que o jogo de gato e rato das histórias de espionagem normalmente não faz muito sentido e não vê problemas em elevar isso à enésima potência, usando a trajetória de Hunt apenas para fazê-lo pular (às vezes literalmente) de uma cena de ação para outra. E são elas que fazem mesmo valer o ingresso e manter a franquia viva. Cada vez mais vertiginosas e tensas, as sequências de Hunt fazendo seu trabalho colocam o novo filme entre os melhores da série em momentos em que a direção de McQuarrie equilibra muito bem a tensão, o humor e o deslumbramento diante do inacreditável. Que Tom Cruise continue aceitando mais missões. E que Ethan Hunt continue fazendo o impossível. .

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    Vídeo de bastidores de Missão Impossível mostra cena em que Tom Cruise sofre acidente e continua filmando

    17 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou um novo vídeo de bastidores de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”, que faz uma compilação das cenas mais arriscadas interpretadas por Tom Cruise no filme, que continua dispensando dublês e efeitos digitais, para viver ele mesmo situações de extremo perigo, como pilotar helicóptero em fuga, pular de um avião em queda livre, dirigir na contra-mão sem capacete ou pular entre prédios distantes. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Por sinal, a cena em que ela quebra o tornozelo, durante um erro de cálculo num salto entre edifícios em Londres, entrou no filme. O vídeo mostra o momento do acidente e como ele segue filmando até completar a cena, em meio à dor. Toda essa dedicação e o realismo que isso confere ao filme compensou a produção com elogios rasgados da crítica internacional. Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a nova “Missão Impossível” estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Veja 50 fotos de ação e bastidores de Missão: Impossível – Efeito Fallout

    15 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou 50 fotos de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que mostram o elenco, cenas de ação e os bastidores da produção. A franquia é a que mais exige de Tom Cruise, que a cada filme tenta correr maior risco de vida. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Além de Tom Cruise, a nova missão volta a trazer de volta Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novos personagens vividos por Henry Cavill (“Liga da Justiça”), Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação chega aos cinemas precedida por elogios rasgados da crítica internacional. A estreia acontece em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Tom Cruise revela bastidores de mais uma cena de ação de Missão Impossível

    14 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou um novo vídeo legendado de bastidores de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”. E o making of revela mais uma cena de perigo filmada por Tom Cruise sem dublês. Mais que isso, como revela o próprio ator: sem equipamento de segurança. A cena envolve acelerar de moto sem capacete, na contra-mão pelas ruas de Paris, até colidir com um carro em movimento. A franquia é a que mais exige de Tom Cruise, que a cada filme tenta correr maior risco de vida. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação recebeu elogios rasgados da crítica internacional e estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Crítica americana rasga elogios ao novo Missão Impossível: “Melhor filme de ação do ano”

    13 de julho de 2018 /

    “Missão: Impossível – Efeito Fallout” é um dos melhores, senão o melhor filme da franquia de ação estrelada por Tom Cruise, de acordo com as primeiras críticas internacionais, que começaram a ser publicadas neste fim de semana. Corrigindo: da franquia, não. Do ano, segundo o site Vanity Fair. Mais que isso ainda: da História, corrige o IndieWire. Com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi elogiado por suas cenas impressionantes de alto risco, ritmo frenético, efeitos visuais de tirar o fôlego, ação eletrizante e por consolidar Ethan Hunt, personagem de Cruise, como o melhor herói de ação da temporada do verão norte-americano. De forma interessante, algumas críticas compararam o ímpeto da ação do novo “Missão Impossível” com “Mad Max: Estrada da Fúria”. Veja abaixo algumas frases bombásticas que a Paramount deve incorporar em seus próximos comerciais da produção. “Tom Cruise e Christopher McQuarrie entregam um dos melhores filmes de ação da HISTÓRIA”, escreveu David Ehrlich, do site IndieWire. “Desde ‘Estrada da Fúria’ não tínhamos um filme com efeitos visceralmente práticos organizados de um jeito tão bom, feito por pessoas delirantemente nada práticas”. “Esta se tornou a rara franquia que só melhora cada vez mais, ficando ainda mais tortuosa e delirantemente divertida a cada novo filme”, disse Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly. “É a diversão pura sem frescura que não apenas tira seu fôlego como restaura a fé nos blockbusters”. “Ethan Hunt nunca encontrou uma missão impossível e, ainda assim, as pessoas precisam acreditar que esta pode ser a que vai desafiá-lo. Aqui, Hunt prova porque ele é o herói mais valioso do verão [norte-americano]”, opinou Peter Debruge, da revista Variety, ressaltando que o novo filme é melhor da saga. “Aqui está Cruise, 56 anos, fazendo algumas da mais impressionantes acrobacias já capturadas pela tela”, comentou Rafer Guzman, do jornal Newsday. “Este é um filme que quer que você viva o momento, aproveite o que está na tela bem na sua frente e não se preocupe com a forma como isso se encaixa em um enredo que pode ser confuso, mas que se resolve a tempo da conclusão inevitavelmente empolgante”, escreveu Kenneth Turan, do jornal Los Angeles Times. “Eu fico pensando ‘Que droga, precisamos de mais um desses filmes?’ E a aí eu vou ver e digo ‘Sim, claro, seu idiota. É claro que precisamos de outro desses filmes!”, conversou consigo mesmo Kyle Anderson, do site Nerdist. “Com um trabalho de dublês impecável e direção afiada, ‘Fallout’ oferece cenas intensas e emocionantes que oferecem um realismo tão pauleira que poucos outros blockbusters podem igualar”, exaltou Ian Sandwell, do site Digital Spy. “Um filme de ação tão intenso e de tirar o fôlego como não se via desde ‘Mad Max: Estrada da Fúria'”, comparou Scott Mendelson, da revista Forbes “‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ é o melhor filme de ação do ano”, definiu Richard Lawson, da revista Vanity Fair. “Está mais para Missão Impressionante”, adjetivou Alan Jones, da revista britânica Radio Times. “Claramente a melhor franquia contínua de ação do mundo”, acrexentou Matt Singer, do site ScreenCrush “O último filme arrecadou US$ 682 milhões em todo o mundo (71% fora dos EUA), e há poucas razões para duvidar que essa nova extravagância ultra-empolgante não renda mais”, profetizou Todd McCarthy, da revista The Hollywood Reporter. Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), o filme estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vídeos de Missão Impossível revelam cenas de ação e bastidores das filmagens perigosas

    11 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou um pôster para IMAX e quatro novos vídeos de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”. Os vídeos revelam duas cenas repletas de ação, inclusive uma queda livre atordoante de um avião em grande altitude, e os bastidores da produção, em que o elenco e o diretor Christopher McQuarrie comentam sobre os personagens, a trama e as filmagens repletas de sequências perigosas, que Tom Cruise insiste em fazer ele mesmo, dispensando dublês. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Em relação à trama, “Missão: Impossível: Efeito Fallout” repete diversos elementos já vistos na franquia de ação, como as ameaças de vilões aprisionados, traições do governo, perseguições de motocicletas e um novo encontro entre Ethan Hunt (o personagem de Cruise) e Ilsa Faust (a agente de Rebecca Ferguson, introduzida no filme anterior). A principal novidade é o aliado relutante com ordens de matar Ethan Hunt (o personagem de Cruise) caso ele saia da linha – August Walker, um brutamontes de bigode intocável, vivido por Henry Cavill (“Liga da Justiça”). O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Tom Cruise briga com Henry Cavill e arrisca a vida em novos vídeos legendados de Missão Impossível

    4 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou um novo comercial legendado, que destaca a rivalidade entre os personagens de Tom Cruise e Henry Cavill, e outro vídeo legendado, repleto de entrevistas e cenas de bastidores da produção, com ênfase nas situações de risco de vida de Cruise, que continua a dispensar dublês para fazer as sequências perigosas de seus filmes. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Tom Cruise voa e cai de helicóptero nos comerciais legendados de Missão Impossível

    15 de junho de 2018 /

    A Paramount divulgou dois novos comerciais legendados de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”. Ambos destacam o voo e a queda de helicóptero de Tom Cruise, que continua a dispensar dublês para fazer as sequências perigosas de seus filmes, arriscando a própria vida. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Em relação à trama, “Missão: Impossível: Efeito Fallout” repete diversos elementos já vistos na franquia de ação, como as ameaças de vilões aprisionados, traições do governo, perseguições de motocicletas e um novo encontro entre Ethan Hunt (o personagem de Cruise) e Ilsa Faust (a agente de Rebecca Ferguson, introduzida no filme anterior). A principal novidade é o aliado relutante com ordens de matar Ethan Hunt (o personagem de Cruise) caso ele saia da linha, August Walker, um brutamontes de bigode intocável, vivido por Henry Cavill (“Liga da Justiça”). O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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