Dave Bautista se vê na pele de Jean-Claude Van Damme no trailer legendado de Refém do Jogo
A Imagem Filmes divulgou o pôster nacional, 18 fotos e o trailer legendado de “Refém do Jogo” (Final Score), filme em que Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) basicamente revive a situação de Jean-Claude Van Damme em “Morte Súbita” (1995). As premissas dos dois filmes são exatamente as mesmas, com a diferença que o novo se passa na Inglaterra durante uma partida de futebol, enquanto o anterior envolvia hockey nos Estados Unidos. Compare abaixo os trailers dos dois filmes, que compartilham até o déjà vu do “cliffhanger”, com os heróis balançando no topo do estádio sobre os jogos. Em resumo, na “nova versão” Bautista é um militar que leva a sobrinha a um jogo de futebol e calha de o local ser tomado por terroristas que querem matar uma pessoa específica entre o público. Com a ajuda de um funcionário atrapalhado do estádio, ele logicamente vai dar um pau nos bandidos e impedir que 36 mil pessoas se tornem vítimas de um atentado letal. O elenco também inclui Pierce Brosnan (“O Estrangeiro”) e Ray Stevenson (“Caçada ao Presidente”), que estão se especializando nesse tipo de thriller genérico, mas bem feitinho. O mesmo pode ser dito do diretor Scott Mann, que fez antes “O Sequestro do Ônibus 657” (2015) sem nem tentar esconder a semelhança com “O Sequestro do Metrô 123” (2009). A bomba explode em 14 de setembro nos Estados Unidos e, em efeito retardado, dois meses depois no Brasil, no dia 8 de novembro.
Chris Hemsworth vai estrelar filme de ação escrito pelos diretores de Vingadores: Guerra Infinita
Chris Hemsworth vai voltar se juntar aos diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”, os irmãos Anthony e Joe Russo, em um filme de ação da Netflix. Os irmãos Russo roteirizaram e vão produzir o longa, intitulado “Dhaka”, via sua empresa, a AGBO. Mas não comandarão as filmagens. O longa marcará a estreia na direção de Sam Hargrave, coordenador de cenas de ação e dublê de Chris Evans, o Capitão América, nos filmes da Marvel. Ele chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. A história de “Dhaka” acompanha um mercenário chamado Rake (Hemsworth), que é contratado para proteger o filho de um importante homem de negócios. As filmagens devem começar em novembro em locações na Índia e na Indonésia. A previsão de duração da produção é até março, o que daria tempo para Hemsworth estrelar “Star Trek 4”, caso retome as negociações que ele próprio interrompeu. A data de estreia ainda não foi definida pela Netflix.
Dwayne Johnson vai viver rei lendário que unificou o Havaí em filme dirigido por Robert Zemeckis
O ator Dwayne “The Rock” Johnson (“Arranha-Céu: Coragem sem Limite”) vai interpretar o lendário rei havaiano Kamehameha no épico “The King”, que terá direção de outra lenda, o cineasta Robert Zemeckis (“De Volta Para o Futuro”, “Forrest Gump”, “O Náufrago”, etc). Com roteiro de Randall Wallace (“Coração Valente”), o filme aborda a vida de Kamehameha I, que unificou todas as ilhas do Havaí sob seu comando no final do século 18. Ele ajudou o agora estado norte-americano a se fortalecer cultural e economicamente, estabelecendo as primeiras relações comerciais com navios europeus que apareceram nas praias havaianas. “The King” é um projeto pessoal de Dwayne Johnson. Ele tenta viver Kamehameha desde que despontou como o vilão Escorpião Rei em “O Retorno da Múmia” (2001), chamando-o de “papel dos sonhos”. A decisão de colocar “The King” como prioridade veio durante as filmagens de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que aconteceram no Havaí, onde Johnson morou na infância. Ele e seu parceiro de produção, Hiram Garcia, procuraram Wallace para escrever o roteiro, e o primeiro rascunho trouxe Zemeckis a bordo. A produção foi até mesmo abençoada por um Kahu, versão havaiana de um padre ou pastor. Johnson, Wallace e Garcia viajaram até uma das ilhas do estado para participarem de uma cerimônia solene para dar o pontapé inicial no projeto. Diversos estúdios tentaram comprar o projeto, mas a New Line acabou vencendo o leilão. O plano é filmar o épico em 2020, para lançamento no ano seguinte. Vale lembrar que a influência de Kamehameha I ultrapassou fronteiras e chegou à cultura pop via “Dragon Ball”. Uma viagem de Akira Toriyama ao Havaí inspirou o criador da franquia a batizar o principal golpe dado por seus personagens de “kamehameha”.
Trailer da 2ª temporada de Snatch revela golpe na Espanha com atriz de La Casa de Papel
O Crackle, serviço de streaming da Sony, divulgou as fotos dos personagens e o trailer da 2ª temporada de “Snatch”, que volta a trazer Rupert Grint (franquia “Harry Potter”) à frente de um time de golpistas para realizar um crime elaborado. A principal novidade é que, desta vez, a ação vai acontecer na terra de “La Casa de Papel” e com participação de ninguém menos que “Tóquio”, ou melhor, a atriz Úrsula Corberó. A série é baseada no filme homônimo de 2000, lançado no Brasil como “Snatch: Porcos e Diamantes”. Para quem lembra, foi um primeiros filmes escritos e dirigidos por Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”), caracterizado por muita ação, humor negro e reviravoltas sem fim, além de um elenco de peso, com o então iniciante Jason Statham (“Velozes e Furiosos 8”), Brad Pitt (“A Grande Aposta”) e Benicio Del Toro (“Sicario”). Concebida pelo roteirista Alex De Rakoff (“Menino Cálcio – Um Lutador Duro na Queda”), a versão de TV traz uma história inédita, estrelada também por Luke Pasqualino (série “The Musketeers”), Phoebe Dynevor (“Dickensian”), Lucien Laviscount (“Scream Queens”), Dougray Scott (“Busca Implacável 3”) e Juliet Aubrey (“Fallen”), entre muitos outros. Passada na Espanha, a 2ª temporada terá novamente 10 episódios com estreia prevista para 13 de setembro.
Bilheterias: Podres de Ricos impressiona na segunda semana de liderança na América do Norte
A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo segundo fim de semana consecutivo, mostrando um fôlego que chama atenção de Hollywood. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) fez mais US$ 25,2 milhões em seu segundo fim de semana. O valor impressiona por ser apenas 6% menor que o valor arrecadado na estreia. Trata-se da menor queda registrada entre a primeira e a segunda semana de exibição de um filme desde o fenômeno “Forest Gump” (1994) há quase um quarto de século. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Ao todo, “Podres de Ricos” soma US$ 77 milhões em dez dias em cartaz na América do Norte e, graças a esse sucesso, já ganhou encomenda de continuação. O público brasileiro, porém, só vai poder conferir se é para tanto depois do resto do mundo. O país será o último mercado a receber o filme, em 25 de outubro. “Megatubarão” também manteve bom desempenho em 2º lugar. Ao arrecadar mais US$ 13 milhões, ultrapassou os US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas seu verdadeiro sucesso se dá no mercado internacional, que responde pela maior parte de sua arrecadação, atualmente acima dos US$ 400 milhões. Profetas apocalípticos previram seu fracasso e o filme está praticamente pago em três semanas. Quem gosta de rir de fracassos deve ter achado muito engraçado “Crimes em Happytime”, pior estreia ampla da carreira de Melissa McCarthy. O filme em que a atriz contracena com marionetes drogados e ejaculadores rendeu apenas US$ 10 milhões no fim de semana, abrindo em 3º lugar. Para completar, a baixaria foi destruída pela crítica, com 25% de aprovação, índice que mantém o nível dos filmes recentes da atriz. A diferença é que, antes, seus filmes ruins pareciam um favor para o marido, que resolveu virar diretor – e deu ao mundo coisas como “Tammy” (2014) e “A Chefe” (2016). Agora, porém, ela demonstra que também topa porcarias dos outros. O público brasileiro poderá conferir daqui a um mês, em 20 de setembro. Pior que esta, só a estreia de “A.X.L.”, uma versão de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986), onde, além de robô, o protagonista também é cachorro. Uau… uau! Fez US$ 2,9 milhões em 9º lugar e não deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: 76,8m Total Mundo: US$ 83,9m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 105,3m Total Mundo: US$ 408,6m 3. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 10m Total EUA e Canadá: US$ 10m Total Mundo: US$ 10m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 193,9m Total Mundo: US$ 538,7m 5. Christopher Robin Fim de semana: US$ 6,3m Total EUA e Canadá: US$ 77,6m Total Mundo: US$ 112,7m 6. 22 Milhas Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 25,1m Total Mundo: US$ 31,4m 7. Alfa Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 20,1m Total Mundo: US$ 27,4m 8. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 5,3m Total EUA e Canadá: US$ 32m Total Mundo: US$ 40,3m 9. A.X.L. Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 2,9m Total Mundo: US$ 2,9m 10. Slender Man Fim de semana: US$ 2,7m Total EUA e Canadá: US$ 25,4m Total Mundo: US$ 33,4m
Kristen Stewart está treinando boxe para estrelar o novo filme de As Panteras
A atriz Kristen Stewart (“Crepúsculo”) revelou que está aprendendo a lutar boxe como preparação para estrelar a nova versão cinematográfica de “As Panteras”. “Eu estou fazendo boxe, algo que nunca fiz antes. Eu realmente estou viciada nisso, ou pelo menos no treinamento”, contou. “Mas quando vou para o ringue e percebo que todo esse treinamento é feito por pessoas que querem bater em alguém, aí não é algo que eu gosto”, afirmou. Ela revelou que ainda não se encontrou com as outras atrizes do elenco, Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska, mas tem falado muito com a diretora Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”), que também vai aparecer no longa como Bosley, o contato entre as Panteras e seu misterioso chefe, Charlie. “Não estamos tentando imitar os anteriores”, garantiu Stewart, se referindo à série clássica e aos dois filmes estrelados por Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu nos anos 2000. “Elizabeth tem sua própria visão para esse filme. Ela é uma pessoa espontânea e engraçada, e o filme será também”. Stewart ainda agradeceu à Lucy Liu por demonstrar apoio ao remake em uma entrevista recente ao programa Entertainment Tonight. Na ocasião, Liu disse que estava “animada” com a perspectiva de um novo grupo de Panteras no cinema, acrescentando: “O saldo vai ser positivo para as mulheres”. “Eu acho que isso é verdade”, disse Stewart. “Eu acho que é natural que a resposta imediata das pessoas seja: ‘Eu não preciso de um remake, aquele filme com o qual eu cresci era divertido o bastante’. Mas a nossa versão é mais realista, e é bem intencionada. O filme mostra como as mulheres podem trabalhar juntas”. O novo filme de “As Panteras” ainda não começou a ser filmado, mas já tem estreia marcada nos cinemas brasileiros: em 6 de junho de 2019.
Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas
Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m
Série baseada na franquia Jason Bourne tem produção oficializada
O canal pago USA Network deu sinal verde para a produção de “Treadstone”, série passada no mesmo universo dos filmes da franquia “Jason Bourne”. Desenvolvida por Tim Kring (criador de “Heroes”), a trama vai explorar o programa de operações secretas da CIA conhecido como Treadstone, que usa um protocolo de modificação de comportamento para transformar agentes em assassinos super-humanos praticamente imbatíveis – como Jason Bourne e Aaron Cross, personagens interpretados por Matt Damon e Jeremy Renner no cinema. A atração seguirá agentes “adormecidos” por todo o mundo, enquanto eles começam misteriosamente a “despertar” suas habilidades e completar suas missões fatais. O elenco ainda não foi definido, porque a série foi aprovada com base apenas na premissa e no roteiro de Kring. Mesmo assim, um cineasta foi escolhido para dirigir o primeiro episódio. O cargo ficou com Ramin Bahrani, responsável pelo recente remake de “Fahrenheit 451” na HBO. A produção deve começar só em 2019 e a série ainda não tem previsão de estreia.
Semana de estreias medíocres destaca Christopher Robin no cinema
Os cinemas recebem 11 estreias nesta quinta (15/8). São quatro filmes americanos, dois franceses e cinco brasileiros. E só os americanos têm distribuição ampla. O lançamento que chega em mais salas é “O Protetor 2”, em 500 cinemas, mas o único que escapa da safra medíocre hollywoodiana é “Christopher Robin”, que ocupa metade desse espaço. A forma relativamente tímida com que a Disney optou por lançar “Christopher Robin” no Brasil reflete o fraco desempenho do filme nas bilheterias americanas. Após dois fins de semana em cartaz nos Estados Unidos, o longa arrecadou US$ 54,9 milhões. Não é pouco. Mas também não é o que a Disney se acostumou a faturar, nem uma performance capaz de cobrir as despesas da produção. Por outro lado, agradou a crítica, com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, ainda que sua premissa já tenha sido usada por Steve Spielberg em “Hook” (1991), o filme do Peter Pan adulto, e sua mensagem seja trombeteada pela Disney desde “Mary Poppins” (1964), sobre a importância de adultos não esquecerem como é ser criança. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano dos livros de A.A. Milne sobre o ursinho Pooh, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos antigos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo por ter que demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Entretanto, ao voltar ao bosque encantado de sua infância, os bichinhos acham que o velho amigo é que precisa de adjuda e decidem ir todos juntos animar a família de Christopher Robin. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Curiosamente, os dois já tinham participado de outras fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). “O Protetor 2” volta a juntar o ator Denzel Washington e o diretor Antoine Fuqua, que trabalharam juntos no primeiro longa de 2014. A franquia é baseada numa série clássica de TV dos anos 1980 (“The Equalizer”), em que o protagonista protegia fracos e oprimidos, mas o novo longa é apenas um thriller genérico de ação, como qualquer dos filmes de vingança que Nicolas Cage e Bruce Willis estiverem fazendo nesta semana para lançamento direto em DVD. 50% no Rotten Tomatoes. Os outros americanos conseguem ser ainda piores. “Mentes Sombrias” é a pá de cal nas adaptações de best-sellers de fantasia juvenil em Hollywood. A trama mistura “X-Men” com “Jogos Vorazes” e fracassou tão espetacularmente, que nenhum estúdio deve querer voltar a ouvir falar em “distopia juvenil” tão cedo. 19% no Rotten Tomatoes. O terror “Medo Virtual” é outra reciclagem tosca, mistura de “O Chamado” e “Pretty Little Liars”, em que um app assombrado realiza cyberstalking do além. A produção é de 2016 e tão ruim que nem foi lançada nos Estados Unidos. Os franceses não se saem tão melhor, especialmente quando são chauvinistas, como é o caso de “A Outra Mulher”, comédia dirigida e estrelada pelo veterano ator Daniel Auteuil (“Caché”), sobre devaneios de infidelidade de um homem casado. O elenco também inclui Gerard Depardieu (“Mamute”), mas a câmera dedica mais atenção à nudez da espanhola Adriana Ugarte (“Julieta”). A outra produção francesa é o drama de época “Troca de Rainhas”, que enfoca a trajetória de Luís XV, coroado rei da França aos 13 anos de idade. O filme centra-se no acordo feito entre seu pai e o rei da Espanha para juntar suas famílias, fazendo com que as princesas das duas casas reais se casassem com os príncipes. Assim, o futuro Luís XV se vê casado com uma menina espanhola de quatro anos de idade. E não demora para esta menina e a irmã de Luis se verem rainhas de países que desconhecem. A história é verídica e fascinante. Dos cinco filmes brasileiros, “Café com Canela”, dos estreantes Glenda Nicácio e Ary Rosa, merece destaque por apresentar um elenco negro, por ser o mais premiado – três troféus no Festival de Brasília – e pela generosidade de sua trama, ao acompanhar o esforço de uma vizinha para ajudar sua antiga professora do primário, idosa e solitária, a superar a depressão. E nisto representa o avesso completa de “Como É Cruel Viver Assim”, mais uma obra sobre mau-caratismo no cinema brasileiro. O novo filme da diretora Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”) também é mais uma comédia sobre bandidos amadores que tentam executar um plano mirabolante de assalto, mote explorado recentemente por “Vai que Dá Certo”, “Vai que Dá Certo 2”, “O Roubo da Taça” e “Entrando Numa Roubada”. Já “Unicórnio”, de Eduardo Nunes (“Sudoeste”), foca o circuito de arte. Passou pelo Festival de Berlim, ocasião em que foi bastante elogiado pela imprensa internacional por sua fotografia. E o visual é realmente deslumbrante. O conteúdo, porém, enfatiza simbolismos que não são tão fáceis de apreciar. Adaptação de dois contos da escritora Hilda Hilst, acompanha uma menina (Barbara Luz), que mora sozinha com a mãe (Patrícia Pillar) no campo, acreditando que um dia seu pai vai voltar. Mas quem chega é outro homem (Lee Taylor), o que abala o delicado equilíbrio entre as duas. Completam a programação dois documentários nacionais, um deles sobre gays assumidos e o outro sobre o sociólogo e escritor Hélio Jaguaribe. Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados para não enfrentar surpresas no escuro dos cinemas. O Protetor 2 | EUA | Ação Robert McCall (Denzel Washington) agora trabalha como motorista, ajudando pessoas que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer (Melissa Leo) é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide sair do anonimato e encontrar seu antigo parceiro, Dave (Pedro Pascal), no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime. Christopher Robin | EUA | Fantasia Christopher Robin (Ewan McGregor) já não é mais aquele jovem garoto que adorava embarcar em aventuras ao lado de Ursinho Pooh e outros adoráveis animais no Bosque dos 100 Acres. Agora um homem de negócios, ele cresceu e perdeu o rumo de sua vida, mas seus amigos de infância decidem entrar no mundo real para ajudá-lo a se lembrar que aquele amável e divertido menino ainda existe em algum lugar. Mentes Sombrias | EUA | Fantasia Em um mundo apocalíptico, onde uma pandemia matou a maioria das crianças e adolescentes dos Estados Unidos, alguns sobreviventes desenvolvem poderes sobrenaturais. Eles então são tirados pelo governo de suas famílias e enviados para campos de custódia. Entre elas está Ruby (Amandla Stenberg), que precisa se esconder entre as crianças sobreviventes devido ao poder que possui. Medo Viral | EUA | Terror Um grupo de amigos baixa um aplicativo, que no início parecia ser inofensivo dando apenas algumas direções e informações, mas depois passa a se tornar sobrenatural, quando os jovens começam a ser aterrorizados por uma entidade que manifesta o medo de cada um. Troca de Rainhas | França | Drama Em 1721, para manter a paz entre França e Espanha após anos de guerra, o Regente do Reino da França, Philippe d’Orléans (Olivier Gourmet), propõe uma troca de princesas que resulta no noivado do rei da França, Louis XV (Igor van Dessel), de 11 anos, com Anna Maria Victoria (Juliane Lepoureau), de 4 anos; e do príncipe herdeiro Louis, de 11 anos, com Louise-Elisabeth d’Orleans (Anamaria Vartolomei), de 12 anos. Porém, a chegada dessas jovens princesas pode comprometer os jogos de poder na Corte. A Outra Mulher | França | Comédia Daniel (Daniel Auteuil) é um homem de imaginação fértil que, ao conhecer a nova namorada do melhor amigo, se pega fantasiando. Ele é casado e se sente apaixonado pela esposa, mas, não conseguindo escapar de sua imaginação, deixa a cautela de lado determinado a realizar seus mais loucos sonhos. Como É Cruel Viver Assim | Brasil | Comédia Vladimir (Marcelo Valle) está desempregado e perdido na vida. Ele vai entrando em desespero cada vez que escuta sua mulher, Clívia (Fabiula Nascimento), dizer que sonha com uma linda festa de casamento. Eis que surge Regina (Debora Lamm), uma amiga do casal, que propõe um plano: sequestrar seu ex-patrão, riquíssimo. Regina trabalhou na casa dele quatro anos como babá e sabe de cor todos os detalhes de sua rotina. Então, Vladimir resolve arriscar tudo e acha que essa é sua grande oportunidade de realizar algo grandioso e se sentir respeitado pela primeira vez na vida. Ele convida Primo (Silvio Guindane), um amigo mais enrolado do que ele, para completar o time. Enquanto tomam as providências práticas, revelam-se suas frustrações, ambições e medos. Unicórnio | Brasil | Drama Quando o pai de Maria (Bárbara Peixoto) deixa sua casa, a menina e a mãe (Patrícia Pillar) voltam ao cotidiano de cuidar da casa e da plantação enquanto esperam que ele regresse. Porém, quando o destino das duas se cruza com um criador de cabras (Lee Taylor) que vive na região, elas se entregam a seus desejos e o futuro da família pode se tornar trágico. Café com Canela | Brasil | Drama Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próprias. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude. Café com Canela | Brasil | Drama Após perder o filho, Margarida (Valdinéia Soriano) vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próprias. Um dia, Violeta (Aline Brunne) bate à sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante pra ela na juventude. Abrindo o Armário | Brasil | Documentário O documentário entrevista dezenas de homens gays e mulheres transexuais para conhecer a experiência do indivíduo LGBT, tanto nos centros quanto na periferia, tanto nos dias de hoje quanto décadas atrás, durante a ditadura militar. Figuras icônicas como o escritor João Silvério Trevisan, as artistas Linn da Quebrada e Jup do Bairro e o gamer Gabriel Kami compartilham suas experiências pessoais de autoaceitação e preconceito. Tudo É Irrelevante, Hélio Jaguaribe | Brasil | Documentário O documentário tece um retrato de Helio Jaguaribe, um dos mais destacados intelectuais públicos brasileiros, e de uma geração que foi fundamental para pensar o Brasil e ajudar a recriar a abertura política e a democracia após a ditadura militar.
Série inspirada no filme O Atirador é cancelada na 3ª temporada
O canal pago americano USA Network cancelou a série “Shooter”, inspirada no filme “O Atirador” (2007) em sua 3ª temporada. A produção, que enfrentou diversos problemas para estrear e contou com bastidores conturbados, tinha a pior audiência do canal na demografia dos adultos, única que interessa aos anunciantes. Dos 1,5 milhão que sintonizavam o programa, apenas 471 mil representavam a demo. Além de ter sua estreia adiada diversas vezes, devido ao timing de atentados reais que lembravam sua trama, a série teve sua 2ª temporada encurtada por conta de um acidente do ator Ryan Phillippe, que quebrou a perna durante uma folga das gravações em julho. Por coincidência, ele foi acusado por uma ex-namorada de agressão física no mesmo período. Elsie Hewitt afirmou que o ator estava extremamente bêbado e a agrediu em 3 de julho quando ela foi buscar alguns pertences na casa dele. Segundo a modelo afirmou ao jornal Daily Mail, o ator a teria deixado com muitos hematomas, machucados e fortes dores no peito, ao jogá-la escada abaixo. Ela foi à polícia. A série tem a mesma premissa do filme homônimo estrelado por Mark Wahlberg em 2007. Na trama, o atirador de elite Bob Lee Swagger é contratado como consultor de segurança de uma agência federal, apenas para ser implicado no assassinato de um político e se tornar caçado pelo FBI, enquanto tenta provar sua inocência – um resumo que é basicamente o mesmo da temporada inaugural de “Quantico” e que, em seus aspectos mais genéricos, sempre volta à TV desde “O Fugitivo” nos anos 1960. Na 2ª temporada, após ser exonerado da conspiração, ele se torna alvo dos autores do atentado original, que querem vingança após seus planos serem expostos. Além de Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”) no papel título, o elenco ainda inclui Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”), Omar Epps (série “House”), Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”) e Eddie McClintock (série “Warehouse 13”). A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e era coproduzida pelo astro do filme, Mark Wahlberg, e o astro da série, Ryan Phillippe. O final da 3ª temporada será agora o final da série. O último capítulo está programado para ir ao ar em 13 de setembro nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
As Viúvas: Viola Davis planeja vingança feminina no trailer do novo filme do diretor de 12 Anos de Escravidão
A Fox divulgou o segundo trailer de “As Viúvas” (Widows), suspense do britânico Steve McQueen, diretor do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”. Tensa, a prévia registra o primeiro thriller da carreira do cineasta, com elementos dramáticos e de filmes de assalto e gângsteres. Mas o que realmente impressiona é o elenco grandioso, encabeçado por Viola Davis, vencedora do Oscar por “Um Limite entre Nós” (Fences). O longa é uma adaptação da série britânica “As Damas de Ouro” (Widows), criada por Lynda La Plante (série “Prime Suspect”) em 1983. A série contava a história de três viúvas de ladrões e uma comparsa que resolvem seguir os passos dos seus maridos, realizando o assalto que eles não conseguiram fazer e que os matou. A atração teve duas sequências britânicas e até um remake da TV americana em 2002, cujo título nacional foi justamente “As Viúvas”. A nova adaptação foi escrita pela romancista Gillian Flynn, autora do best-seller “Garota Exemplar”, e a principal mudança realizada foi a transposição da ação para os Estados Unidos. Além de Viola Davis, as viúvas incluem Michelle Rodriguez (franquia “Velozes e Furiosos”), Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) e a estrela da Broadway Cynthia Erivo em seu primeiro grande papel cinematográfico. Mas o elenco ainda inclui Liam Neeson (“Perseguição Implacável”), Colin Farrell (“O Estranho que Nós Amamos”), Robert Duvall (“O Juiz”), Daniel Kaluuya (“Corra!”), Jacki Weaver (“Artista do Desastre”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”), Jon Bernthal (série “O Justiceiro”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Garret Dillahunt (série “Fear the Walking Dead”), Carrie Coon (série “The Leftovers”), Lukas Haas (“O Regresso”) e Michael Harney (série “Orange Is the New Black”). “As Viúvas” estreia em 29 de novembro nos cinemas brasileiros, 20 dias após o lançamento no Reino Unido.
Disney escala intérpretes de Ling e Chien-Po na versão live action de Mulan
Os atores Jimmy Wong (“O Círculo”) e Doua Moua (“Gran Torino”) entraram no elenco da versão live-action de “Mulan”, para interpretarem personagens conhecidos dos fãs da animação clássica da Disney. Wong e Moua interpretarão, respectivamente, os soldados Ling e Chien-Po, companheiros de batalhão de Mulan (Liu Yifei) quando ela se disfarça de homem para ir à guerra no lugar de seu pai. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos e há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, Nikki Caro, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. As filmagens começaram nesta semana, mas a estreia está prevista apenas para março de 2020.
Diretora divulga foto das filmagens de Mulan, inspirada em cena do desenho animado
A diretora Niki Caro (da série “Anne with an E”) postou em seu Instagram uma foto do primeiro dia de filmagens da versão com atores de “Mulan”. A imagem traz a jovem atriz chinesa Liu Yifei (“O Reino Perdido”) refletida num lago, com uma tela verde enorme ao fundo para o acréscimo de efeitos visuais. Veja acima. Na legenda, Caro escreveu: “Reflexions” (reflexos), que é também o título de uma música do desenho original da Disney, cantada pela personagem numa cena em ela tem a imagem refletida em várias superfícies, inclusive um lago. Veja abaixo. A versão com atores, porém, promete ser bem diferente do desenho de 1998. O novo filme não terá dragões bonzinhos, mas manterá a premissa básica da jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai doente. E há promessa de muitas cenas de ação, com a contratação de astros de filmes chineses de artes marciais, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Além deles, também se destacam na produção a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que interpretará uma feiticeira maligna, e o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”). O roteiro foi escrito por quatro pessoas, entre elas a dupla Amanda Silver e Rick Jaffa (de “Planeta dos Macacos: A Origem” e “No Coração do Mar”). “Mulan” também será o primeiro filme de fábulas “live action” da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A relação da diretora neozelandesa com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Mas ela é mais lembrada por trabalhos com tom de fábula e heroína adolescente, como o filme “Encantadora de Baleias” (2002) e a recente série “Anne with an E”, na Netflix. A estreia está prevista apenas para março de 2020.












