Associações indígenas protestam contra retrato parcial da nova série Big Sky
Diversas organizações indígenas dos EUA estão protestando contra a forma parcial escolhida pela nova série da rede da ABC, “Big Sky”, para retratar um problema que as afeta com gravidade. A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica, a Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies, o Conselho de Líderes Tribais das Montanhas Rochosas, o Conselho Indígena Global e a Tribo Coushatta da Louisiana emitiram comunicados à imprensa entre segunda e esta quarta-feira (25/11) alertando para a falta de preocupação com a questão das mulheres indígenas desaparecidas e assassinadas na trama da série, que relata a alta incidência de desaparecimento de mulheres brancas nas rodovias no estado de Montana – em regiões próximas às reservas indígenas. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense rural, baseada no livro de CJ Box, segue a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt, que se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. O problema para a comunidade indígena é que isso acontece seguidamente e de forma traumática com mulheres indígenas, o que a série decidiu prontamente ignorar. Entre os apelos dos representantes das tribos nativo-americanas está o pedido para que “Big Sky” inclua entre seus créditos algum tipo de informativo sobre a crise factual das mulheres indígenas mortas e desaparecidas, que poderia se dar por meio de citação ao documentário “Somebody’s Daughter” ou com link para organizações que tratam da questão. Muitas destas ONGs ajudaram a produzir “Somebody’s Daughter” e ficaram revoltadas sobre a omissão da produção, que parece afirmar que este é problema de mulheres brancas. “Abordar o sequestro e tráfico de mulheres como entretenimento no horário nobre já é ruim o suficiente. Apagar a tragédia da vida real da crise de mulheres e meninas indígenas mortas e desaparecidas é inescrupuloso”, disse A. Gay Kingman, diretor executivo da Associação dos Presidentes Tribais das Grandes Planícies. “Vivemos com as consequências dessas perdas e trauma diariamente, mas a ABC nem mesmo reconhece o problema, mesmo tendo a oportunidade de fazê-lo.” Em seu comunicado à imprensa, a União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica também pediu que a ABC “retratasse e retificasse sua representação incompleta da violência contra mulheres e meninas”. “A União dos Chefes Índios da Colúmbia Britânica está sediada em Vancouver, o local central das filmagens de ‘Big Sky’ e uma das áreas do Canadá mais afetadas pela violência sistêmica contra mulheres e meninas indígenas. Como os governos federais do Canadá e dos EUA não conseguiram lidar com a epidemia multigeracional que é esta crise, é imperativo que uma empresa influente como a ABC demonstre alguma consciência e competência cultural a respeito do problema”, ele protestou. A representante feminina da União, Melissa Moses, acrescentou que os cenários de ‘Big Sky’ e do romance ‘The Highway’, em que a série é baseada, tem muita semelhança com uma notória rodovia da Colúmbia Britânica. “A violência contra as mulheres indígenas é particularmente endêmica na Colúmbia Britânica, onde uma das rodovias mais famosas do Canadá, ‘a Rodovia das Lágrimas’, está localizada. Esta rodovia é um símbolo doloroso e assustador da violência que destrói vidas indígenas e tem semelhança com a descrita em ‘The Highway’, o romance que inspirou ‘Big Sky'”, comparou. Ela ainda acrescentou: “Infelizmente, a violência e o genocídio de gênero representados pela Rodovia das Lágrimas também são terrivelmente prevalentes em Montana, onde 26% das pessoas desaparecidas foram identificadas como índios americanos, apesar dos membros tribais constituírem apenas 7% da população. A ABC agora tem a oportunidade inestimável de ser nosso aliado, de mostrar respeito e compaixão às vítimas e familiares afetados e entes queridos, e de ajudar a informar o público no Canadá e dos Estados Unidos sobre esta crise internacional e nacional e sua verdade infame.” Estrelada por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”), Katheryn Winnick (“Vikings”) e Ryan Phillippe (“Shooter”), “Big Sky” estreou em 17 de novembro com uma audiência considerável, vista por 4,15 milhões de telespectadores ao vivo.
Isaiah Washington lembra sua demissão polêmica de Grey’s Anatomy com ataque à Katherine Heigl
O ator Isaiah Washington retomou uma controvérsia de 13 anos para reclamar de Katherine Heigl por sua demissão na série “Grey’s Anatomy”. “Essa mulher uma vez disse que eu nunca mais deveria falar publicamente. O mundo concordou com ela na época e pediu minha cabeça e meu emprego em 65 idiomas. Eu gostaria de ter uma conta no Twitter em 2007 porque eu nunca vou parar de praticar meu direito de liberdade de expressão”, escreveu o ator, ao lado de uma foto de Heigl. Ele ainda completou: “Eu aprendi que nem todo dinheiro é bom e que não há quantia de dinheiro que substitua sua dignidade e integridade. Alguns chamam isso de viver com princípios”. Isaiah Washington se tornou o primeiro ator do elenco principal de “Grey’s Anatomy” a deixar a série, devido a uma polêmica de bastidores. Intérprete do cirurgião Preston Burke da 1ª à 3ª temporada, ele foi demitido da produção após ser acusado de se dirigir de forma homofóbica a colegas de elenco, com agressões verbais e, segundo boatos, até físicas. Os rumores da época diziam que Katherine Heigl, intérprete de Izzie Stevens no drama médico, teria defendido o colega T.R. Knight durante uma dessas discussões e exigido a demissão de Washington. A história ganhou volume depois de Washington pegar o microfone diante da criadora da série, Shonda Rhimes, para comentar o assunto durante o Globo de Ouro de 2007. “Não, eu não chamei T.R. de ‘bichinha'”, o ator afirmou na sala de imprensa da premiação. Ele depois acrescentou: “Não há possibilidade de eu ter dito algo tão perverso e tão horrível, não somente a um colega de elenco, mas a um ser humano”. Mais tarde, veio à tona que Washington não teria brigado com TR Knight, que ainda não havia assumido a homossexualidade na época, mas sim com outro colega de elenco. Ele chegou a pedir desculpas, mas o caso tomou grandes proporções e seu contrato foi finalizado em 2007. Depois disso, tanto Knight (primeiro) quanto Heigl (mais tarde) pediram para sair da produção. Por ironia, deste trio, apenas Washington acabou voltando a aparecer na série, numa participação especial no episódio de despedida de Sandra Oh, intérprete de Christina Yang, que foi noiva de seu personagem na série. Heigl, por sinal, tornou-se persona non grata na produção. Muitos acreditavam que isso se devia à sua decisão de abandonar “Grey’s Anatomy” para seguir carreira no cinema – um grande erro de cálculo, como sua filmografia pode atestar. Mas nesta semana, a showrunner Krista Vernoff revelou um fato que ajuda a explicar o desamor entre as partes. O motivo de Izzy nunca ter recebido um episódio de despedida na série deveu-se simplesmente à vontade de Heigl, que decidiu não aparecer no estúdio para fazer sua aparição final prevista. Desde a demissão, Washington culpa o incidente, que se tornou público devido à declarações de Heigl, pelo fracasso de sua carreira artística. Após a polêmica, seu único papel de destaque foi como coadjuvante das primeiras temporadas de “The 100”. This woman once proclaimed that I should ‘never’ be allowed to speak publicly again. The world agreed with her proclamation back then and protested for my job and my head in 65 languages. I wish I was on Twitter in 2007, because I will NEVER stop exercising my free speech. pic.twitter.com/fQ6L1zfQRR — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020 I’ve learned that all money ain’t good money and no amount of money can replace your dignity and integrity. Some call it living by your principles. — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020
Alec Baldwin e Kelsey Grammer vão estrelar nova série do criador de Modern Family
A rede ABC vai juntar Alec Baldwin (“30 Rock”) e Kelsey Grammer (o “Frasier”) numa nova série de comédia de Chris Lloyd, co-criador de “Modern Family”. Ainda sem título, a série foi encomendada para a próxima temporada de estreias, com lançamento previsto para o outono norte-americano (entre setembro e novembro) de 2021. Escrita por Lloyd e um dos roteiristas-produtores de “Modern Family”, Vali Chandrasekaran, a série vai girar em torno de três antigos companheiros de quarto que se separaram brigados há muitas décadas, mas agora voltam a se juntar em busca das vidas que sempre quiseram. Baldwin e Grammer também serão produtores executivos da atração, ao lado de Lloyd e Chandrasekaran. A comédia vai voltar a reunir antigos parceiros. Lloyd trabalhou anteriormente com Grammer em “Back to You” e “Frasier”. Baldwin colaborou com Chandrasekaran em “30 Rock”. E, é claro, Lloyd co-criou o mega-hit “Modern Family”, onde Chandrasekaran trabalhou como escritor em mais da metade dos episódios. A nova série é uma produção da 20th Television, uma das divisões televisivas da Disney, que, por sua vez, é dona da rede ABC.
Grey’s Anatomy surpreende fãs com volta emocionante de personagem
Os fãs americanos de “Grey’s Anatomy” levaram um choque com a estreia da 17ª temporada. O episódio especial de duas horas, exibido na noite de quinta (12/11) na rede ABC, não tratou apenas da pandemia de coronavírus, como esperado. Os produtores mantiveram em segredo uma grande participação especial: Patrick Dempsey, retomando seu papel como o Dr. Derek Shepherd. O personagem não era visto há cinco anos, desde sua morte na série. O impacto foi tanto que o spoiler se tornou inescapável para quem perdeu a exibição ao vivo, porque as redes sociais e a imprensa lotaram de comentários e fotos. As próprias páginas oficiais da série divulgaram imagens da volta surpreendente. Procurada por vários sites, a showrunner Krista Vernoff resolveu soltar um comunicado sobre a surpresa, que foi replicado a exaustão. “Nós tínhamos que achar formas criativas para permitir que nossa série continuasse divertida e romântica, para oferecer algum escapismo. Entra Patrick Dempsey. O tema da praia, que vai continuar além da estreia, nos deu uma forma de viver além da pandemia, mesmo que um pouco aqui e lá. E o retorno de Derek é pura alegria para nós, para Meredith e para os fãs”, declarou a showrunner. A estreia da temporada focou no estresse dos médicos na batalha contra o coronavírus, simbolizado pelo colapso de Meredith (Ellen Pompeo) após um longo dia. Ela desmaia no estacionamento e acorda numa praia, com alguém chamando seu nome. É Derek, sorrindo em direção à sua viúva. A médica vai acordar desse sonho, mas ficará em recuperação, como apontam as cenas do próximo capítulo. O detalhe é que Dempsey gravou mais cenas inéditas e voltará a aparecer na atraçaõ, enquanto Meredith passa por sua recuperação. No Brasil, a 17ª temporada de Grey’s Anatomy tem previsão de estreia para janeiro de 2021 no canal pago Sony. Veja abaixo o trailer do segundo episódio, que confirma a extensão da participação de Patrick Dempsey na série. Reunited ❤️ | 📷 @KristaVernoff pic.twitter.com/EhHLZy2nuy — Greys Anatomy (@GreysABC) November 13, 2020
Única atriz negra de American Housewife sai da série por “ambiente tóxico”
A atriz Carly Hughes, integrante da série “American Housewife”, deixou o elenco da comédia da rede ABC denunciando um “ambiente tóxico” no set de gravações. Integrante fixa das primeiras quatro temporadas do programa, também exibido no Brasil com o título “Bela, Recatada e do Lar”, Hughes apareceu no episódio de estreia da 5ª temporada, exibido em 28 de outubro nos EUA, mas sumiu no segundo capítulo, tendo seu nome retirado até dos créditos da produção. Entre a estreia e o segundo episódio, os bastidores esquentaram. E houve bastante tempo para isso, já que o capítulo inaugural foi gravado antes da pandemia e a produção foi paralisada durante meses até a retomada dos trabalhos. Nesse período, o departamento de recursos humanos da ABC teria apurado denúncias de racismo. “Não pude mais trabalhar no ambiente tóxico que foi criado em ‘American Housewife’. Então, tomei a decisão de sair para me proteger desse tipo de discriminação”, disse Hughes em um comunicado. “Como uma mulher negra na indústria de entretenimento, sinto a responsabilidade de defender o que mereço, o que todos nós merecemos – ser tratada com igualdade. Desejo o melhor ao programa e estou animada para um novo capítulo e para poder prosseguir com as oportunidades à frente.” Em comunicado, o estúdio ABC Signature, que produz a série, disse ter investigado as alegações de Hughes e feito “mudanças positivas” após as denúncias. Como resultado, a criadora Sarah Dunn não está mais ativamente envolvida com as gravações (embora ela tenha sido creditada como produtora executiva e co-roteirista do episódio de 5 de novembro) e o produtor Mark J. Greenberg foi afastado. Além disso, os showrunners Kenny Schwartz e Rick Wiener precisaram fazer treinamento de sensibilidade. “Carly era um membro valioso do elenco, e esperávamos que ela voltasse ao show nesta temporada”, disse um porta-voz da produção. “As preocupações que ela levantou levaram a mudanças positivas no local de trabalho e melhorias, mas respeitamos a decisão que ela tomou de seguir em frente. Desejamos a ela apenas o melhor.” Hughes era a única integrante negra fixa do elenco de “American Housewife”. Ela interpretava Angela, uma das duas melhores amigas de Katie (Katy Mixon), a personagem do título. Seus créditos também incluem a série “Insaciável” da Netflix e o telefilme natalino da Lifetime, “The Christmas Edition”, que estreia no próximo domingo (15/11) na TV dos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal Sony. Veja abaixo o elenco da atração.
The Good Doctor: Trailer da 4ª temporada mostra como pandemia afetará a série
A rede ABC divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “The Good Doctor”, que mostra como a pandemia de coronavírus vai afetar a série, além de introduzir novos personagens na trama. A prévia começa testando o relacionamento entre o protagonista Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore) e Lea Dilallo (Paige Spara), que assumiram o namoro no final da temporada passada. Apesar de serem vizinhos, eles se veem separados pelo distanciamento social, que precisa ser seguido à risca devido ao trabalho médico de Shaun. O vídeo também dedica bastante espaço a novos residentes – seis candidatos são apresentados para quatro vagas no hospital (e no elenco fixo) – , além de repercutir a morte chocante do Dr. Neil Melendez (Nicholas Gonzalez), que aparece em flashbacks. Segundo o criador e showrunner David Shore (que também criou “House”), a série vai concentrar sua abordagem do coronavírus na estreia da 4ª temporada, mas se afastará da pandemia nos episódios subsequentes – por isso, vários atores aparecem sem equipamento de proteção nas cenas abaixo. 4ª temporada de “The Good Doctor” estreia em 2 de novembro nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay.
Last Man Standing vai acabar na próxima temporada
A Fox anunciou que a 9ª temporada de “Last Man Standing” será a última da série de comédia estrelada por Tim Allen. Os episódios começaram a ser gravados nesta semana e têm estreia marcada para janeiro. “Tive a sorte de ter feito parte de ‘Last Man Standing'”, disse Allen em comunicado. “Agradeço muito ao apoio incrível de nossos fãs nesta quase década de trabalho. À medida que nos aproximamos da 9ª temporada, eu simplesmente admiro e me sinto grato por todo o trabalho árduo que nosso elenco e equipe realizaram. Todos nós tínhamos pensado em encerrar a série após a última temporada, mas, junto com a Fox, decidimos adicionar um ano para que pudéssemos produzir uma temporada completa e assim criar um adeus gentil e divertido. Estou ansioso por uma temporada final memorável e hilária.” A próxima temporada será apenas a terceira de “Last Man Standing” na Fox, que se mudou para a rede depois de seis temporadas na ABC. Muitos críticos comentaram, na época, que a ABC tinha cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), visto que ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear em “Toy Story”) interpreta Mike Baxter, o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – , que se sente extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual – ou, como diz a descrição oficial, ele é um homem “que tenta manter sua masculinidade em um mundo cada vez mais dominado por mulheres”. Com o ator principal, também voltaram quase todas as mulheres de sua família televisiva: Nancy Travis (a esposa Vanessa), Amanda Fuller (a filha mais velha Kristin) e Kaitlyn Dever (a caçula Eve), mas Molly Ephraim (a filha do meio Mandy) preferiu não participar do resgate – e foi substituída por Molly McCook (a Darlene da série “The Ranch”). Além delas, também retornaram Jonathan Adams (Chuck), Christoph Sanders (Kyle), Jordan Masterson (Ryan) e Hector Elizondo (Ed). A 7ª temporada manteve uma média de 5,8 milhões de telespectadores ao vivo, excelente para o padrão das comédias da Fox, mas a 8ª caiu para 4,2 milhões. Não deixa de ser simbólico que a decisão de encerrar a produção aconteça na véspera de uma eleição presidencial que demonstra uma nova mudança de rumo nos EUA, com o provável fim do governo Trump. Com o encerramento de “Last Man Standing”, a Fox ficará com apenas duas comédias live-action em sua programação: “The Moodys”, estrelada por Denis Leary e Elizabeth Perkins, e a vindoura “Call Me Kat”, estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory).
The Big Sky: Série com estrela de Vikings ganha trailer completo
A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer completo de “The Big Sky”, sua principal novidade da atual temporada de outono. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio tem direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.
Comercial do crossover de Grey’s Anatomy e Station 19 homenageia profissionais da saúde
A rede ABC divulgou um comercial do crossover que abre as próximas temporadas de “Grey’s Anatomy” e seu spin-off, “Station 19”. O vídeo é uma homenagem aos profissionais da saúde que trabalharam arduamente durante o auge da pandemia de coronavírus. Ao lado de cenas tensas das duas séries, a prévia mostra fotos de médicos, enfermeiras e paramédicos reais, acompanhadas por um “obrigado” e a narração de Ellen Pompeo, intérprete de Meredith Grey, sobre aqueles que “sempre aparecem para salvar o dia”. Tudo ao som da icônica canção da trilha de “Grey’s Anatomy”, “How to Save a Life” (2005), da banda The Fray. “Nesta temporada, nosso trabalho é dedicado aos profissionais de saúde que colocam suas vidas em risco todos os dias para tentar salvar a nossa”, disse a showrunner de “Grey’s” e “Station 19”, Krista Vernoff, em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (8/10), junto do comercial. “Use uma máscara, salve a vida de outra pessoa.” “Grey’s Anatomy” foi um dos primeiros programas a encerrar a produção em março em meio à pandemia global. Vernoff revelou recentemente que a 17ª temporada terá a pandemia como tema de suas histórias. Além disso, quando as gravações começaram, Ellen Pompeo foi às redes sociais dizer que dedicaria seu trabalho aos profissionais de saúde. “É a primeira vez de volta ao meu uniforme”, Pompeo escreveu em um post em que apareceu com traje médico, usando máscara. “Desde que encerramos as gravações [em março], 7 mil profissionais de saúde morreram de covid. Dedico minha 17ª temporada a todos os que caíram e a todos vocês que, pela graça de Deus, ainda estão de pé… esta temporada é para vocês, com humildade e um pouco de humor para nos ajudar, e uma quantidade infinita de gratidão. Espero que o possamos deixá-los orgulhosos.” “Grey’s Anatomy” e “Station 19” retornam com novas temporadas em 12 de novembro nos EUA.
Emmy 2020 registra menor audiência da premiação
A audiência televisiva da cerimônia de premiação do Emmy foi a menor de todos os tempos nos EUA, com 6,1 milhões de telespectadores ao vivo, de acordo com dados divulgados pela rede ABC. Um ano atrás, cerca de 6,9 milhões de pessoas assistiram a premiação. A audiência dos programas de premiação vem caindo há anos. Além do Emmy, o Oscar também registra cada vez menos público. Para complicar, a transmissão do Emmy deste ano enfrentou vários desafios. O principal problema foi o horário em que o programa foi exibido, enfrentando competição direta da exibição de jogos da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) e da disputa dos playoffs da NBA em outros canais. Além disso, a transmissão não pôde contar com o tradicional tapete vermelho, em que as celebridades costumam desfilar em roupas de grife – e há muita gente que sintoniza as premiações só para ver o que os famosos estão vestindo. Devido às restrições causadas pela pandemia de covid-19, o evento também aconteceu sem plateia, apresentado por Jimmy Kimmel num auditório vazio, enquanto as reações dos vencedores eram registradas ao vivo em suas casas. A maioria da crítica americana, entretanto, aprovou o espetáculo, considerando o Emmy 2020 como uma das melhores cerimônias de premiação da Academia da Televisão.
The Big Sky: Série policial com atriz de Vikings ganha primeiros trailers
A rede americana ABC aproveitou a audiência da premiação do Emmy 2020 para divulgar bastante “The Big Sky”, sua principal novidade da temporada, com a exibição de dois trailers diferentes que revelam a data de estreia da atração. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota em Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.
Sem tapete vermelho, Emmy 2020 terá cobertura diferente na TV e internet
As circunstâncias especiais da realização do Emmy 2020 neste domingo (20/9) farão com que os canais de TV precisem improvisar em suas coberturas do evento. Por causa da pandemia do coronavírus, a premiação não terá tapete vermelho, pois os artistas indicados participarão de forma remota, em suas respectivas casas, com comemorações e agradecimentos à distância. A tradicional cobertura do tapete vermelho do canal pago E! será, logicamente, a mais afetada por essas mudanças. Em seu lugar, a emissora colocará no ar, a partir das 19h, o “Live from E!: Emmy Awards”, um programa ao vivo de duas horas que mostrará entrevistas inéditas com as celebridades indicadas ao prêmio, além de análises sobre as categorias e convidados especiais. Já a TNT, que exibirá a cerimônia ao vivo a partir das 21h, abrirá a transmissão apenas meia hora antes – em vez da tradicional hora inteira – , com um bate-papo entre os apresentadores nacionais do evento, Aline Diniz e Michel Arouca. Para este esquenta, eles receberão três convidados (virtuais): Hugo Gloss e Carol Ribeiro, que geralmente cobrem o tapete vermelho direto de Los Angeles, e o humorista Leandro Hassum. Apesar da falta de celebridades no evento, o TNT terá uma dupla de plantão em Los Angeles, Vitor diCastro e Fernanda Soares, que tentarão fazer entrevistas exclusivas por videochamada com indicados ao prêmio. O canal pago ainda promoverá uma cobertura alternativa no YouTube, em que a youtuber Carol Moreira comandará uma live, ao lado de Vitor DiCastro, Mikannn e Matheux Mendex, e com participação de convidados rotativos, como os atores Marco Pigossi e Maria Bopp. A cerimônia também será transmitida pelo TNT Go, streaming do TNT disponível para assinantes de pacotes de TV paga que incluem o canal. E quem perder pode rever a reprise na segunda-feira (21/9), durante a faixa da manhã na TNT. Além dos canais oficiais da cobertura brasileira, a internet também oferece opções americanas, como a rede ABC, responsável pela transmissão oficial nos EUA, que também fará um “pré-show” no YouTube com informações e notícias, e o site da Academia de Televisão e sua extensão no YouTube, com as últimas informações e vídeos sobre o Emmy 2020 em inglês.
Como será o Emmy 2020, com vencedores de pijama e apresentação remota?
A premiação oficial do Emmy, que acontece na noite deste domingo (20/9), vai acontecer em circunstâncias especiais, onde tudo pode acontecer. Quem garante é o próprio apresentador, Jimmy Kimmel, que está escalado para a missão de comandar o evento, direto do Staples Center, em Los Angeles, mas sem plateia e com poucos convidados. Ao contrário da distribuição preliminar de troféus (chamada de Creative Arts) que entregou uma centena de Emmys em apresentações pré-gravados e exibidos online entre segunda e sexta, e na TV no sábado (19/9) – consagrando produções de animação, reality show, documentário e variedades, além de categorias técnicas (veja a lista) – , as vitórias dos indicados nas categorias principais serão reveladas ao vivo. A ideia é mostrar a reação de vitória dos astros em suas casas, onde os produtores instalaram câmeras. A iniciativa, que se adapta a esses tempos de pandemia, representa o fim do tapete vermelho da premiação, culminando numa troca dos vestidos de grife, usados pelas estrelas para desfilarem diante dos paparazzi, por um visual despojado. De fato, os artistas foram incentivados a aparecerem com a roupa que desejarem na transmissão à distância. Isto significa que os pijamas foram liberados. Jimmy Kimmel, que já apresentou o Emmy duas vezes anteriormente, será acompanhado por pelo menos 12 estrelas no palco oficial do evento. Eles apresentarão algumas das categorias e, para garantir a segurança de todos, sem que precisem aparecer de máscaras na TV, a cerimônia trocou o tradicional Microsoft Theater pelo espaço bem mais amplo do Staples Center, uma arena de esportes e shows musicais. Em entrevista à revista Variety, Kimmel disse que será estranho fazer a apresentação sem sentir a reação do público. “Claro, é mais engraçado quando você tem aquelas gargalhadas por conta das piadas nas quais você trabalhou duro durante meses, mas o que se pode fazer? É uma pandemia!”, ele observou. O apresentador também revelou que sua maior preocupação é que esse novo formato não entedie o público – como claramente aconteceu nas premiações pré-gravadas do Creative Arts Emmy. “Será um sucesso se não for entediante, isso é o que me preocupa mais”, afirmou. E deu exemplo: “Eu espero que o evento não vire o típico registro de vencedores ‘sentados em frente ao seu monitor com sua seleção de livros ao fundo’. Eu espero que as famílias dos indicados fiquem loucas quando eles vencerem”. Mas e se der errado? Ian Stewart, produtor executivo do Emmy, disse ter certeza que dará errado. “Não vai funcionar o tempo inteiro. Simplesmente não vai. E temos que aceitar e seguir em frente!”, ele afirmou, em entrevista ao The Hollywood Reporter. Curiosamente, Kimmel torce para que dê mesmo errado. “Eu tenho um lado masoquista estranho, eu gosto de me colocar em situações difíceis. Então, se o pior acontecer e tudo der errado, definitivamente vai ter uma parte de mim se divertindo com aquilo”, admitiu. Ele tem alguma experiência em comandar desastres. Jimmy Kimmel foi o apresentador do Oscar de 2017, em que a dupla Warren Beatty e Faye Dunaway anunciou “La La Land” como vencedor, quando na verdade quem tinha vencido a categoria de Melhor Filme foi “Moonlight”. O que poderia superar isso no Emmy virtual? “Nosso wi-fi ser cortado e eu ter que falar por três horas”, concluiu Kimmel. A premiação principal do Emmy 2020 será exibida no Brasil a partir das 21h pelo canal pago TNT.











