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    The Good Doctor: Trailer da 4ª temporada mostra como pandemia afetará a série

    20 de outubro de 2020 /

    A rede ABC divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “The Good Doctor”, que mostra como a pandemia de coronavírus vai afetar a série, além de introduzir novos personagens na trama. A prévia começa testando o relacionamento entre o protagonista Dr. Shaun Murphy (Freddie Highmore) e Lea Dilallo (Paige Spara), que assumiram o namoro no final da temporada passada. Apesar de serem vizinhos, eles se veem separados pelo distanciamento social, que precisa ser seguido à risca devido ao trabalho médico de Shaun. O vídeo também dedica bastante espaço a novos residentes – seis candidatos são apresentados para quatro vagas no hospital (e no elenco fixo) – , além de repercutir a morte chocante do Dr. Neil Melendez (Nicholas Gonzalez), que aparece em flashbacks. Segundo o criador e showrunner David Shore (que também criou “House”), a série vai concentrar sua abordagem do coronavírus na estreia da 4ª temporada, mas se afastará da pandemia nos episódios subsequentes – por isso, vários atores aparecem sem equipamento de proteção nas cenas abaixo. 4ª temporada de “The Good Doctor” estreia em 2 de novembro nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Sony e pela plataforma Globoplay.

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  • Série

    Last Man Standing vai acabar na próxima temporada

    14 de outubro de 2020 /

    A Fox anunciou que a 9ª temporada de “Last Man Standing” será a última da série de comédia estrelada por Tim Allen. Os episódios começaram a ser gravados nesta semana e têm estreia marcada para janeiro. “Tive a sorte de ter feito parte de ‘Last Man Standing'”, disse Allen em comunicado. “Agradeço muito ao apoio incrível de nossos fãs nesta quase década de trabalho. À medida que nos aproximamos da 9ª temporada, eu simplesmente admiro e me sinto grato por todo o trabalho árduo que nosso elenco e equipe realizaram. Todos nós tínhamos pensado em encerrar a série após a última temporada, mas, junto com a Fox, decidimos adicionar um ano para que pudéssemos produzir uma temporada completa e assim criar um adeus gentil e divertido. Estou ansioso por uma temporada final memorável e hilária.” A próxima temporada será apenas a terceira de “Last Man Standing” na Fox, que se mudou para a rede depois de seis temporadas na ABC. Muitos críticos comentaram, na época, que a ABC tinha cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), visto que ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear em “Toy Story”) interpreta Mike Baxter, o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – , que se sente extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual – ou, como diz a descrição oficial, ele é um homem “que tenta manter sua masculinidade em um mundo cada vez mais dominado por mulheres”. Com o ator principal, também voltaram quase todas as mulheres de sua família televisiva: Nancy Travis (a esposa Vanessa), Amanda Fuller (a filha mais velha Kristin) e Kaitlyn Dever (a caçula Eve), mas Molly Ephraim (a filha do meio Mandy) preferiu não participar do resgate – e foi substituída por Molly McCook (a Darlene da série “The Ranch”). Além delas, também retornaram Jonathan Adams (Chuck), Christoph Sanders (Kyle), Jordan Masterson (Ryan) e Hector Elizondo (Ed). A 7ª temporada manteve uma média de 5,8 milhões de telespectadores ao vivo, excelente para o padrão das comédias da Fox, mas a 8ª caiu para 4,2 milhões. Não deixa de ser simbólico que a decisão de encerrar a produção aconteça na véspera de uma eleição presidencial que demonstra uma nova mudança de rumo nos EUA, com o provável fim do governo Trump. Com o encerramento de “Last Man Standing”, a Fox ficará com apenas duas comédias live-action em sua programação: “The Moodys”, estrelada por Denis Leary e Elizabeth Perkins, e a vindoura “Call Me Kat”, estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory).

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  • Série

    The Big Sky: Série com estrela de Vikings ganha trailer completo

    13 de outubro de 2020 /

    A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer completo de “The Big Sky”, sua principal novidade da atual temporada de outono. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio tem direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.

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  • Série

    Comercial do crossover de Grey’s Anatomy e Station 19 homenageia profissionais da saúde

    8 de outubro de 2020 /

    A rede ABC divulgou um comercial do crossover que abre as próximas temporadas de “Grey’s Anatomy” e seu spin-off, “Station 19”. O vídeo é uma homenagem aos profissionais da saúde que trabalharam arduamente durante o auge da pandemia de coronavírus. Ao lado de cenas tensas das duas séries, a prévia mostra fotos de médicos, enfermeiras e paramédicos reais, acompanhadas por um “obrigado” e a narração de Ellen Pompeo, intérprete de Meredith Grey, sobre aqueles que “sempre aparecem para salvar o dia”. Tudo ao som da icônica canção da trilha de “Grey’s Anatomy”, “How to Save a Life” (2005), da banda The Fray. “Nesta temporada, nosso trabalho é dedicado aos profissionais de saúde que colocam suas vidas em risco todos os dias para tentar salvar a nossa”, disse a showrunner de “Grey’s” e “Station 19”, Krista Vernoff, em um comunicado divulgado nesta quinta-feira (8/10), junto do comercial. “Use uma máscara, salve a vida de outra pessoa.” “Grey’s Anatomy” foi um dos primeiros programas a encerrar a produção em março em meio à pandemia global. Vernoff revelou recentemente que a 17ª temporada terá a pandemia como tema de suas histórias. Além disso, quando as gravações começaram, Ellen Pompeo foi às redes sociais dizer que dedicaria seu trabalho aos profissionais de saúde. “É a primeira vez de volta ao meu uniforme”, Pompeo escreveu em um post em que apareceu com traje médico, usando máscara. “Desde que encerramos as gravações [em março], 7 mil profissionais de saúde morreram de covid. Dedico minha 17ª temporada a todos os que caíram e a todos vocês que, pela graça de Deus, ainda estão de pé… esta temporada é para vocês, com humildade e um pouco de humor para nos ajudar, e uma quantidade infinita de gratidão. Espero que o possamos deixá-los orgulhosos.” “Grey’s Anatomy” e “Station 19” retornam com novas temporadas em 12 de novembro nos EUA.

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  • Divulgação/Television Academy
    Etc

    Emmy 2020 registra menor audiência da premiação

    21 de setembro de 2020 /

    A audiência televisiva da cerimônia de premiação do Emmy foi a menor de todos os tempos nos EUA, com 6,1 milhões de telespectadores ao vivo, de acordo com dados divulgados pela rede ABC. Um ano atrás, cerca de 6,9 milhões de pessoas assistiram a premiação. A audiência dos programas de premiação vem caindo há anos. Além do Emmy, o Oscar também registra cada vez menos público. Para complicar, a transmissão do Emmy deste ano enfrentou vários desafios. O principal problema foi o horário em que o programa foi exibido, enfrentando competição direta da exibição de jogos da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) e da disputa dos playoffs da NBA em outros canais. Além disso, a transmissão não pôde contar com o tradicional tapete vermelho, em que as celebridades costumam desfilar em roupas de grife – e há muita gente que sintoniza as premiações só para ver o que os famosos estão vestindo. Devido às restrições causadas pela pandemia de covid-19, o evento também aconteceu sem plateia, apresentado por Jimmy Kimmel num auditório vazio, enquanto as reações dos vencedores eram registradas ao vivo em suas casas. A maioria da crítica americana, entretanto, aprovou o espetáculo, considerando o Emmy 2020 como uma das melhores cerimônias de premiação da Academia da Televisão.

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  • Série

    The Big Sky: Série policial com atriz de Vikings ganha primeiros trailers

    21 de setembro de 2020 /

    A rede americana ABC aproveitou a audiência da premiação do Emmy 2020 para divulgar bastante “The Big Sky”, sua principal novidade da temporada, com a exibição de dois trailers diferentes que revelam a data de estreia da atração. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota em Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio será dirigido pelo cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.

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    Sem tapete vermelho, Emmy 2020 terá cobertura diferente na TV e internet

    20 de setembro de 2020 /

    As circunstâncias especiais da realização do Emmy 2020 neste domingo (20/9) farão com que os canais de TV precisem improvisar em suas coberturas do evento. Por causa da pandemia do coronavírus, a premiação não terá tapete vermelho, pois os artistas indicados participarão de forma remota, em suas respectivas casas, com comemorações e agradecimentos à distância. A tradicional cobertura do tapete vermelho do canal pago E! será, logicamente, a mais afetada por essas mudanças. Em seu lugar, a emissora colocará no ar, a partir das 19h, o “Live from E!: Emmy Awards”, um programa ao vivo de duas horas que mostrará entrevistas inéditas com as celebridades indicadas ao prêmio, além de análises sobre as categorias e convidados especiais. Já a TNT, que exibirá a cerimônia ao vivo a partir das 21h, abrirá a transmissão apenas meia hora antes – em vez da tradicional hora inteira – , com um bate-papo entre os apresentadores nacionais do evento, Aline Diniz e Michel Arouca. Para este esquenta, eles receberão três convidados (virtuais): Hugo Gloss e Carol Ribeiro, que geralmente cobrem o tapete vermelho direto de Los Angeles, e o humorista Leandro Hassum. Apesar da falta de celebridades no evento, o TNT terá uma dupla de plantão em Los Angeles, Vitor diCastro e Fernanda Soares, que tentarão fazer entrevistas exclusivas por videochamada com indicados ao prêmio. O canal pago ainda promoverá uma cobertura alternativa no YouTube, em que a youtuber Carol Moreira comandará uma live, ao lado de Vitor DiCastro, Mikannn e Matheux Mendex, e com participação de convidados rotativos, como os atores Marco Pigossi e Maria Bopp. A cerimônia também será transmitida pelo TNT Go, streaming do TNT disponível para assinantes de pacotes de TV paga que incluem o canal. E quem perder pode rever a reprise na segunda-feira (21/9), durante a faixa da manhã na TNT. Além dos canais oficiais da cobertura brasileira, a internet também oferece opções americanas, como a rede ABC, responsável pela transmissão oficial nos EUA, que também fará um “pré-show” no YouTube com informações e notícias, e o site da Academia de Televisão e sua extensão no YouTube, com as últimas informações e vídeos sobre o Emmy 2020 em inglês.

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  • Etc

    Como será o Emmy 2020, com vencedores de pijama e apresentação remota?

    20 de setembro de 2020 /

    A premiação oficial do Emmy, que acontece na noite deste domingo (20/9), vai acontecer em circunstâncias especiais, onde tudo pode acontecer. Quem garante é o próprio apresentador, Jimmy Kimmel, que está escalado para a missão de comandar o evento, direto do Staples Center, em Los Angeles, mas sem plateia e com poucos convidados. Ao contrário da distribuição preliminar de troféus (chamada de Creative Arts) que entregou uma centena de Emmys em apresentações pré-gravados e exibidos online entre segunda e sexta, e na TV no sábado (19/9) – consagrando produções de animação, reality show, documentário e variedades, além de categorias técnicas (veja a lista) – , as vitórias dos indicados nas categorias principais serão reveladas ao vivo. A ideia é mostrar a reação de vitória dos astros em suas casas, onde os produtores instalaram câmeras. A iniciativa, que se adapta a esses tempos de pandemia, representa o fim do tapete vermelho da premiação, culminando numa troca dos vestidos de grife, usados pelas estrelas para desfilarem diante dos paparazzi, por um visual despojado. De fato, os artistas foram incentivados a aparecerem com a roupa que desejarem na transmissão à distância. Isto significa que os pijamas foram liberados. Jimmy Kimmel, que já apresentou o Emmy duas vezes anteriormente, será acompanhado por pelo menos 12 estrelas no palco oficial do evento. Eles apresentarão algumas das categorias e, para garantir a segurança de todos, sem que precisem aparecer de máscaras na TV, a cerimônia trocou o tradicional Microsoft Theater pelo espaço bem mais amplo do Staples Center, uma arena de esportes e shows musicais. Em entrevista à revista Variety, Kimmel disse que será estranho fazer a apresentação sem sentir a reação do público. “Claro, é mais engraçado quando você tem aquelas gargalhadas por conta das piadas nas quais você trabalhou duro durante meses, mas o que se pode fazer? É uma pandemia!”, ele observou. O apresentador também revelou que sua maior preocupação é que esse novo formato não entedie o público – como claramente aconteceu nas premiações pré-gravadas do Creative Arts Emmy. “Será um sucesso se não for entediante, isso é o que me preocupa mais”, afirmou. E deu exemplo: “Eu espero que o evento não vire o típico registro de vencedores ‘sentados em frente ao seu monitor com sua seleção de livros ao fundo’. Eu espero que as famílias dos indicados fiquem loucas quando eles vencerem”. Mas e se der errado? Ian Stewart, produtor executivo do Emmy, disse ter certeza que dará errado. “Não vai funcionar o tempo inteiro. Simplesmente não vai. E temos que aceitar e seguir em frente!”, ele afirmou, em entrevista ao The Hollywood Reporter. Curiosamente, Kimmel torce para que dê mesmo errado. “Eu tenho um lado masoquista estranho, eu gosto de me colocar em situações difíceis. Então, se o pior acontecer e tudo der errado, definitivamente vai ter uma parte de mim se divertindo com aquilo”, admitiu. Ele tem alguma experiência em comandar desastres. Jimmy Kimmel foi o apresentador do Oscar de 2017, em que a dupla Warren Beatty e Faye Dunaway anunciou “La La Land” como vencedor, quando na verdade quem tinha vencido a categoria de Melhor Filme foi “Moonlight”. O que poderia superar isso no Emmy virtual? “Nosso wi-fi ser cortado e eu ter que falar por três horas”, concluiu Kimmel. A premiação principal do Emmy 2020 será exibida no Brasil a partir das 21h pelo canal pago TNT.

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    Erin Brockovich vai virar série da showrunner de Grey’s Anatomy

    16 de setembro de 2020 /

    A vida da ativista jurídica Erin Brockovich, que já virou um filme de sucesso protagonizado por Julia Roberts há 20 anos, será transformado numa série. A rede ABC encomendou 10 episódios da atração, chamada de “Rebel” (rebelde). A atração desenvolvida por Krista Vernoff (showrunner de “Grey’s Anatomy”) e estrelada por Katey Sagal (de “Sons of Anarchy”) também inclui Brokovich entre seus produtores. Mas a personagem principal não terá seu nome. A trama vai acompanhar Annie “Rebel” Bello (Sagal), uma defensora jurídica sem diploma de Direito que se dedica a ajudar oprimidos em processos contra o sistema. Engraçada, bagunceira, brilhante e destemida, ela se preocupa profundamente com as causas pelas quais luta e as pessoas que ama. “’Rebel’ não é apenas minha história, é todas as nossas histórias. Existe um herói em todos nós, e estou muito animada para que Krista Vernoff e a ABC tragam suas narrativas visionárias para esta série”, disse Brockovich em comunicado, acrescentando elogios para sua intérprete. “O nome ‘Rebel’ exala autocapacitação, coragem e superação, mesmo nas piores circunstâncias. Não consigo pensar em ninguém melhor para desempenhar esse papel do que a indomável Katey Sagal, que é uma grande força, assim como o resto deste elenco extraordinário.” Vernoff também se pronunciou: “O trabalho que Erin Brockovich faz neste mundo é tão poderoso e importante que quase desafia qualquer descrição. Erin trabalha incansavelmente pela justiça social, legal e ambiental, apesar da falta de um diploma formal. Ela inspira a todos que conhece a se tornarem seus próprios heróis e, de alguma forma, ela também nos faz rir. Foi uma grande honra conhecer Erin e criar um programa inspirado por ela”. Ao lado de Sagal, o elenco de “Rebel” também destaca o veterano Andy Garcia (“O Poderoso Chefão 3”), John Corbett (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), James Lesure (“Good Girls”), Lex Scott Davis (“The L Word: Generation Q”), Tamala Jones (“Do que os Homens Gostam”), Ariela Barer (“Runaways”), Kevin Zegers (“Fear the Walking Dead”) e Sam Palladio (“Nashville”). “Katey Sagal é uma potência como ‘Rebel’, e com Andy Garcia, John Corbett e o resto do elenco fenomenal, os espectadores vão se apaixonar por esses personagens e pelo mundo que Krista criou para eles”, disse Karey Burke, presidente da ABC Entertainment. “Rebel” será a terceira série comandada por Krista Vernoff na rede ABC, juntando-se a “Grey’s Anatomy” e “Station 19”, ambas atualmente em produção em suas novas temporadas. Relembre abaixo a história de Erin Brockovich no trailer do filme homônimo, dirigido por Steven Soderbergh.

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  • Série

    Gravações de For Life são suspensas após testes positivos de covid-19

    13 de setembro de 2020 /

    As gravações da 2ª temporada de “For Life” foram interrompidas na sexta-feira (11/9) em Nova York, após vários indivíduos não identificados da equipe testarem positivo para covid-19. Diante disto, a Sony Pictures TV paralisou os trabalhos e, seguindo as regras estaduais de segurança, vai manter a equipe isolada por duas semanas. Em comunicado inicial, o estúdio chegou a afirmar que os testes tinham “resultados inconsistentes”, mas mesmo assim havia decidido suspender as gravações do dia por “excesso de cautela”. A situação mudou após novos testes. “For Life” tinha sido a primeira série a retomar sua produção em Nova York, iniciando os trabalhos de sua 2ª temporada em 26 de agosto. Criada por Hank Steinberg (criador de “The Last Ship”) e produzida pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”) para a rede ABC, a série ganhou mais destaque que o previsto pelo seu tema, após os protestos do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) contra o racismo estrutural e a injustiça social. O drama jurídico é inspirado na vida real de Issac Wright Jr., que foi injustamente condenado como traficante, mas teve sua condenação revertida enquanto estava na prisão e se tornou um advogado licenciado. A versão televisiva dessa história traz Nicholas Pinnock (“Counterpart”) como Aaron Wallace, um inocente condenado injustamente que estuda para se tornar advogado na prisão e passa a defender casos de outros presos. Sua busca pela liberdade é impulsionada por seu desejo desesperado de voltar à família que ama – sua esposa e filha – e recuperar a vida que lhe foi roubada pelo sistema racista e injusto. O bom elenco da série ainda inclui Indira Varma (“Game of Thrones”), Joy Bryant (“Parenthood”), Dorian Missick (“Luke Cage”), Tyla Harris (“Six”) e Mary Stuart Masterson (ainda hoje lembrada pelos clássicos “Tomates Verdes Fritos” e “Alguém Muito Especial”). Em entrevistas, Steinberg adiantou que a 2ª temporada deverá refletir mais de perto os protestos raciais do Black Lives Matter, mas também verá Wallace deixando a prisão e tentando se readaptar à sua antiga vida. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma de streaming Paramount+. Veja o trailer abaixo.

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  • Série

    Black-ish vai ganhar terceira série derivada

    13 de setembro de 2020 /

    A rede ABC anunciou a produção de um terceiro derivado de “Black-ish”, série do produtor Kenya Barris. Após “Grown-ish”, centrado na filha universitária dos Johnson, e “Mixed-ish”, baseada na infância da matriarca da família, a emissora encomendou “Old-ish”, que acompanhará os avós dos personagens centrais. Na nova atração, os divorciados Ruby e Earl “Pops” Johnson vão tentar dar uma nova chance ao seu casamento. Além de reprisarem seus papéis da série principal, os atores Jenifer Lewis e Laurence Fishburne também produzirá a nova atração. “Black-ish”, enquanto isso, continuará acompanhando as desventuras do casal Andre Johnson (Anthony Anderson) e Rainbow “Bow” Johnson (Tracee Ellis Ross), que tentam criar seus filhos no ambiente predominantemente branco de uma vizinhança de classe média alta. A série original está atualmente renovada para sua 7ª temporada, enquanto “Grown-ish” e “Mixed-ish” vão, respectivamente, para a 4ª e 2ª temporadas.

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    Bacurau e A Vida Invisível lideram indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    28 de agosto de 2020 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) divulgou os indicados à 19ª edição de seu Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Neste ano, a premiação será realiza de forma diferenciada, devido à pandemia de coronavírus, e transmitida pela TV Cultura no dia 10 de outubro. Maiores detalhes serão revelados posteriormente. “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, recebeu 15 indicações e lidera a lista de nomeados, seguido de perto por “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz (14 indicações) e, um pouco mais distante, por “Simonal”, de Leonardo Domingues (10 indicações). Além destes três, a categoria de Melhor Longa-metragem Ficção também incluiu “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro, e “Hebe – A Estrela do Brasil”, de Maurício Farias. “Mesmo diante de tantas adversidades, estamos realizando o Grande Prêmio, e este ano vamos homenagear o trabalho dos milhares de profissionais que dedicam suas vidas a encantar as nossas vidas. Não foi fácil, mas o Grande Prêmio tinha que acontecer”, diz Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema, em comunicado. Confira abaixo os indicados nas principais categorias. Melhor Longa-Metragem – Ficção “A vida invisível”, de Karim Aïnouz “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro “Hebe – A estrela do Brasil”, de Maurício Farias “Simonal”, de Leonardo Domingues Melhor Longa-Metragem – Documentário “Alma Imoral”, de Silvio Tendler “Amazônia Groove”, de Bruno Murtinho “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla E Kiko Goifman “Estou me guardando para quando o carnaval chegar”, de Marcelo Gomes “O Barato de Iacanga”, de Thiago Mattar Melhor Longa-Metragem – Comédia “Cine Holliúdy – A Chibata Sideral”, de Halder Gomes “De pernas pro ar 3”, de Julia Rezende “Eu sou mais eu”, de Pedro Amorim “Maria Do Caritó”, de João Paulo Jabur “Minha mãe é uma peça 3”, de Susana Garcia “Socorro, virei uma garota”, de Leandro Neri Melhor Longa-Metragem – Animação “A Ccidade dos piratas”, de Otto Guerra “A princesa de Elymia”, de Silvio Toledo “Tito e os pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto Melhor Longa-Metragem – Infantil “Cinderela pop”, de Bruno Garotti “Sobre Rodas”, de Mauro D’addio “Turma da Mônica – Laços”, de Daniel Rezende Melhor Direção Daniel Rezende, por “Turma da Mônica – Laços” Flavia Castro, por “Deslembro” Gabriel Mascaro, por “Divino Amor” Karim Aïnouz, por “A vida invisível” Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por “Bacurau” Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Alexandre Moratto, por “Sócrates” Armando Praça, por “Greta” Claudia Castro, por “Ela Disse, Ele Disse” Dennison Ramalho, por “Morto Não Fala” Leonardo Domingues, por “Simonal” Melhor Atriz Andrea Beltrão como Hebe Camargo, por “Hebe – A Estrela Do Brasil” Bárbara Colen como Tereza, por “Bacurau” Carol Duarte como Eurídice, por “A Vida Invisível” Dira Paes como Joana, por “Divino Amor” Julia Stockler como Guida, por “A Vida Invisível” Melhor Ator Tony Ramos: ‘Deve ter gente que me olha e diz: ‘que cara chato e careta” Daniel de Oliveira como Stênio, por “Morto Não Fala” Fabrício Boliveira como Simonal, por “Simonal” Gregório Duvivier como Antenor, por “A Vida Invisível” Marco Nanini como Pedro, por “Greta” Silvero Pereira como Lunga, por “Bacurau” Melhor Atriz Coadjuvante Alli Willow como Kate, por “Bacurau” Bárbara Santos como Filomena, por “A Vida Invisível” Fernanda Montenegro como Eurídice, por “A Vida Invisível” Karine Teles como Forasteira, por “Bacurau” Sônia Braga como Domingas, por “Bacurau” Melhor Ator Coadjuvante Antonio Saboia como Forasteiro, por “Bacurau” Caco Ciocler como Santana, por “Simonal” Chico Diaz como Veí Gois, por “Cine Holliúdy – A Chibata Sideral” Flávio Bauraqui como Detetive Macedo, por “A Vida Invisível” Júlio Machado como Danilo, por “Divino Amor” Melhor Roteiro Original Beatriz Seigner, por “Los Silencios” Carolina Kotscho, por “Hebe – A Estrela Do Brasil” Flavia Castro, por “Deslembro” Gabriel Mascaro, Rachel Ellis, Esdras Bezerra e Lucas Paraizo, por “Divino Amor” Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por “Bacurau” Melhor Roteiro Adaptado Armando Praça, por “Greta”, adaptado da peça teatral “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou No Irajá”, de Fernando Melo L.G. Bayão, Lui Farias e Letícia Mey, por “Minha fama de mau”, adaptado da obra homônima de Erasmo Carlos Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, por “Carcereiros – O Filme”, adaptado do livro “Carcereiros”, de Drauzio Varella Murilo Hauser, Karim Aïnouz e Inés Bortagaray, por “A vida invisível”, baseado no livfro “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha Silvio Tendler e Nilton Bonder, por “Alma imoral”, adaptado da obra “A alma imoral”, de Nilton Bonder Thiago Dottori, por “Turma da Mônica – Laços”, baseado na obra “A Turma Da Mônica”, de Mauricio de Sousa, e inspirado na graphic novel “Laços”, de Victor Cafaggi e Lu Cafaggi Melhor Direção de Fotografia Azul Serra, por “Turma da Mônica – Laços” Bárbara Alvarez, por “A Sombra do Pai” Hélène Louvart, por “A Vida Invisível” Heloisa Passos, por “Deslembro” Nonato Estrela, por “Kardec” Pedro Sotero, por “Bacurau”

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  • Série

    Elenco de Agents of SHIELD se despede dos fãs

    13 de agosto de 2020 /

    A série “Agents of SHIELD” chegou ao final na noite de quarta-feira (13/8) com a exibição especial dos últimos dois episódios da série nos EUA. Mas o elenco e os produtores entraram em clima de despedida um pouco antes, com a gravação de um vídeo em que cada integrante da equipe agradeceu aos fãs pela jornada. O que começou com uma campanha para salvar Coulson, o agente da SHIELD morto em “Vingadores” (2012), acabou rendendo sete temporadas produzidas pelo casal casal Maurissa Tancharoen e Jed Whedon. Além de Clark Gregg no papel de Coulson, a produção também foi estrelada por Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Henry Simmons e Natalia Cordova-Buckley. “Essa série é, sem dúvidas, um dos grandes momentos da minha carreira”, afirmou a atriz Ming-Na Wen, que interpretou Melinda May na série e antes tinha sido a “Mulan” da animação clássica da Disney. Ainda não se sabe se esse será o fim definitivo para esses personagens, pois eles ainda podem aparecer em outras produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Com seu final, “Agents Of SHIELD” se junta a “Modern Family” e “How to Get Away With Murder” como as séries de mais longa duração a saír da programação da rede ABC em 2020. A Marvel, por sua vez, prepara uma leva de novas séries, mas para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que serão ainda mais ligadas ao Universo Cinematográfico, dedicada aos personagens Loki, Feiticeira Escarlate, Visão, Gavião Arqueiro, Falcão e Soldado Invernal.

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