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  • Série

    “Black-ish” e “Mixed-ish” são canceladas

    15 de maio de 2021 /

    A guilhotina caiu pesada nas últimas horas na programação da rede americana ABC, cortando sem distinção programas novos e veteranos. Mas um cancelamento conseguiu ser menos traumático, apesar de ter peso duplo: “Black-ish” vai acabar, mas só na próxima temporada. A série de Kenya Barris, que rendeu dois spin-offs, será encerrada em sua 8ª temporada, encomendada pela ABC para o outono norte-americano (nossa primavera). “Nos dias de hoje, é raro poder decidir quando seu programa deve terminar, e somos gratos à ABC por sermos capazes de fazer desta temporada final exatamente o que esperávamos – e fazê-lo com o elenco inteiro e incrivelmente estelar voltando para fechar este capítulo conosco da maneira certa!”, escreveu Barris nas redes sociais. “Este programa mudou minha vida de muitas maneiras e estou muito orgulhoso das conversas que iniciamos ao longo do caminho”, acrescentou, sobre a despedida. “Lágrimas enchem meus olhos e um sorriso ilumina meu rosto enquanto eu digo obrigado a todos da minha família “Black” por tudo que vocês deram de si mesmos”. “Black-ish” inovou o formato das sitcoms por apresentar um ângulo inusitado. A atração gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem preto bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra pela vida privilegiada e por crescerem num bairro de brancos ricos. Com essa perspectiva, a série abordou todos os problemas que afligem os EUA atuais, incluindo os movimentos por justiça social e igualdade. A atração foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como Rainbow, a mãe sofredora da família. Ela acabou ganhando sua própria série derivada, o prólogo “Mixed-ish”, narrando a infância de sua personagem como filha mestiça de um casal interracial nos anos 1980. “Mixed-ish”, entretanto, não voltará em setembro. A ABC se despede da atração na próxima terça (18/5), quando exibe seu último episódio após apenas duas temporadas. Apesar disso, a franquia vai continuar com “Grown-ish”, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi), que está renovada para sua 4ª temporada no canal pago Freeform. Kenya Barris, por sua vez, já não faz parte da rede de TV do grupo Disney há algum tempo. Ele se afastou do universo “ish” em 2018, ao assinar contrato com a Netflix para desenvolver novas atrações exclusivas. Sua primeira série no streaming, “#BlackAF”, está atualmente produzindo sua 2ª temporada. No Brasil, “Black-ish” é exibida pelo canal pago Sony. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenya Barris (@kenyabarris)

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  • Série

    “Grey’s Anatomy” é renovada para sua 18ª temporada

    10 de maio de 2021 /

    Acabou o suspense. A rede ABC anunciou a renovação da série “Grey’s Anatomy” para sua 18ª temporada. Segundo apuraram os sites das revistas Variety e The Hollywood Reporter, a atriz Ellen Pompeo ganhou um aumento substancial para continuar interpretando a protagonista Dra. Meredith Grey, aumentando sua fortuna. “’Station 19′ e ‘Grey’s Anatomy’ fizeram um trabalho incrível [neste ano] ao homenagear os heróis da vida real, dando ao público um olhar inflexível sobre uma das maiores histórias médicas de nosso tempo”, disse Craig Erwich, presidente da ABC Entertainment e da Hulu Originals, referindo-se à forma como as duas séries comandadas por Krista Vernoff lidaram com a pandemia de covid-19 em suas tramas. “Krista e sua equipe de escritores continuaram a entregar a narrativa convincente e compassiva que é a marca registrada desses programas, e criaram alguns dos momentos mais comentados do ano na televisão. Estamos muito gratos aos nossos talentosos elencos e equipes por seu trabalho extraordinário que conecta os espectadores em todos os lugares, e estamos ansiosos para compartilhar ainda mais momentos decisivos com nossos fãs na próxima temporada”, acrescentou. Um dos programas mais vistos da televisão americana, “Grey’s Anatomy” continuará a ser produzida por pelos menos mais um ano. Embora os termos financeiros do novo acordo não tenham sido revelados, fontes disseram ao The Hollywood Reporter que a intérprete do papel icônico da Dra. Meredith Gray garantiu um novo e substancial aumento de salário, consolidando-se como a atriz mais bem paga da televisão. Antes do início da 17ª temporada de “Grey’s Anatomy”, Krista Vernoff chegou a alertar que a atual temporada poderia ser a última, porque Pompeo tinha recusado as ofertas feitas pela ABC para renovar seu contrato. Por conta disso, toda a trama da temporada atual teve clima de despedida, com a participação de atores antigos, visando servir como possível conclusão da série. Vernoff agora terá que imaginar um final diferente. Além de Ellen Pompeo, dois outros atores veteranos da atração, presentes desde a 1ª temporada, Chandra Wilson (a Dra. Miranda Bailey) e James Pickens Jr. (o Dr. Richard Weber), também fecharam novos contratos para retornar na 18ª temporada com aumentos salariais. Apesar disso, o próximo ano não contará com dois atores importantes em seu elenco: Giacomo Gianniotti, que interpretava o Dr. Andrew DeLuca, e Jesse Williams, o Dr. Jackson Avery. Enquanto DeLuca morreu na atual temporada, Avery se despedirá no próximo episódio, que irá ao ar no dia 20 de maio nos Estados Unidos. Além da renovação de “Grey’s Anatomy”, o spin-off “Station 19” também foi renovada e voltará em sua 5ª temporada.

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  • Série

    Jesse Williams sai de “Grey’s Anatomy” após 12 temporadas

    7 de maio de 2021 /

    O ator Jesse Williams, que vive o cirurgião Jackson Avery em “Grey’s Anatomy” está se despedindo da longeva série médica. A informação foi confirmada pela rede americana ABC, que exibe a trama criada por Shonda Rhimes. A reviravolta foi precedida pelo retorno da atriz Sarah Drew, intérprete de April Kepner, numa participação especial que foi ao ar na noite de quinta (6/5) nos EUA, no episódio intitulado “Look Up Child”. Os dois atores estrearam juntos na 6ª temporada de “Grey’s Anatomy”, exibida em 2009, e seus personagens acabaram se envolvendo romanticamente. Entretanto, os produtores resolveram separá-los em 2018, com a saída de Drew da produção – embora Kepner continuasse a ser mencionada como mãe da filha do ex-casal. O destino de Jackson terá relação com esse breve retorno de sua ex-mulher. Em entrevista coletiva nesta sexta (7/5), Drew disse que “estava animada para fazer parte da partida dele”. “Essa relação de ‘Japril’ é muito significativa para nós dois. Parecia o momento perfeito para voltar e fazer um episódio especial para poder ajudar Jackson a fazer sua grande partida. ” A última aparição de Jesse Williams na série está marcada para o próximo episódio, “Tradicion”, que só irá ao ar em 20 de maio nos EUA – “Grey’s Anatomy” não exibirá capítulo inédito na semana que vem. Jackson Avery ingressou no drama hospitalar como residente e deixará a história como chefe do setor de cirurgia plástica do Grey Sloan Memorial Hospital. Ele é uma das estrelas de maior longevidade na série, tendo participado de um total de 12 das 17 temporadas, que equivalem a mais de 260 capítulos e quase 300 horas de televisão. Ao falar com a imprensa, o ator disse que será “eternamente grato pelas oportunidades ilimitadas que foram oferecidas por Shonda [Rhimes], a rede, o estúdio, os colegas de elenco e a incrível equipe, Krista [Vernoff], Ellen [Pompeo] e Debbie [Reynolds]”, referindo-se a produtores e à estrela da atração. “A experiência e a resistência nascidas da criação de quase 300 horas na televisão é um presente que levarei para sempre. Estou imensamente orgulhoso de nosso trabalho, nosso impacto e de estar avançando com tantas ferramentas, oportunidades, aliados e queridos amigos”, completou. Jesse Williams não é o primeiro astro a deixar “Grey’s” nesta temporada. Ele segue Giacomo Gianniotti, intérprete do Dr. Andrew DeLuca, que teve um destino trágico na produção. O episódio da saída de DeLuca foi exibido em 11 de março nos EUA, mas só chegou nesta semana no Brasil, retomando discussões antigas sobre a incongruência da responsável pela série – Krista Vernoff. Ainda não renovada para sua 18ª temporada, “Grey’s Anatomy” só tem mais três episódios previstos. A showrunner Krista Vernoff já admitiu que a atual temporada pode ser a última da série, que é exibida no Brasil com atraso de quase dois meses pelo canal pago Sony.

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  • Série

    “Big Sky” é renovada para 2ª temporada

    4 de maio de 2021 /

    A rede americana ABC anunciou a renovação de “Big Sky”, uma das séries estreantes mais bem-sucedida da TV americana em 2020. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), “Big Sky” é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma coleção de romances da personagem Cassie Dewell. Na série de suspense rural, a detetive é vivida por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e faz parceria com a ex-policial Jenny Hoyt, interpretada por Katheryn Winnick (“Vikings”). As duas se juntam em uma busca por jovens que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Mas logo a investigação revela que as garotas não são as únicas desaparecidas e que a região tem um longo histórico criminal. “Big Sky” foi a segunda série renovada pela ABC na temporada, após o anúncio da continuidade de “The Good Doctor” na segunda-feira (3/5). Produzida pela 20th Television em associação com a A+E Studios, a série ainda é inédita no Brasil, mas deve chegar em breve pela plataforma Star+ (Star Plus), a “Hulu brasileira” da Disney.

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  • Série

    “The Good Doctor” é renovada para 5ª temporada

    3 de maio de 2021 /

    A rede americana ABC anunciou a renovação de “The Good Doctor” para sua 5ª temporada. A atração estrelada por Freddie Highmore (de “Bates Motel”), atualmente na reta final de sua 4ª temporada nos EUA, é uma das séries dramáticas mais assistida da ABC – só perde para “Grey’s Anatomy” – e, repetindo o feito do ano passado, é a primeira série renovada pelo canal em 2021. A audiência, porém, desabou pela metade. No ano passado, contabilizando todas as plataformas, chegava à média de 15,6 milhões de espectadores. Neste ano, está com 8,4 milhões – 100 mil a menos que “Grey’s Anatomy”. Desenvolvida por David Shore (o criador de “House”), a série traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Além do protagonista, “The Good Doctor” traz em seu elenco Richard Schiff, Antonia Thomas, Hill Harper, Christina Chang, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee e Paige Spara. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.

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  • Etc,  TV

    Oscar tem pior audiência de todos os tempos

    26 de abril de 2021 /

    A exibição do Oscar 2021 teve a pior audiência da premiação em todos os tempos. Com discursos mais longos que o habitual, a transmissão da cerimônia pela rede ABC nos EUA resultou numa audiência ao vivo de 9,85 milhões de espectadores e uma classificação desanimadora de 1,9 entre o público alvo dos anunciantes (entre 18 e 49 anos). Trata-se de um recorde negativo com uma margem enorme, uma queda de cerca de 58% em relação ano anterior do Oscar, que já era a pior audiência da premiação. Em termos do público alvo, o precipício foi ainda maior, desabando 64,2% na comparação à classificação do Oscar 2020. Os dados são preliminares, mas não devem ser muito diferentes dos resultados oficiais, que serão conhecidos na terça (27/4). Entretanto, os números devem subir quando receberem acréscimos das plataformas digitais. Este ano, a transmissão de mais três horas de duração também foi disponibilizada pela plataforma Hulu, ABC.com, YouTube, o aplicativo da ABC e por mais um punhado de outras opções. Tantas alternativas inevitavelmente diluíram os números, afetando a sintonia televisiva.

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  • Filme

    Oscar 2021 abre mais espaço para streaming e diversidade

    25 de abril de 2021 /

    A disputa do Oscar 2021 é um retrato da situação do mercado cinematográfico atual, impactado pela pandemia de coronavírus, em que faltam blockbusters e cada vez mais filmes são lançados diretamente em streaming. O título com mais indicações, “Mank”, é da Netflix. E dos oito que disputam a categoria principal, apenas um foi produzido por um grande estúdio tradicional, “Judas e o Messias Negro”, da Warner. A retração do mercado causada pela covid-19 sepultou todos os argumentos contra o streaming, que tinha um detrator declarado em Steven Spielberg. O famoso cineasta chegou a esboçar um movimento para barrar produções do gênero no Oscar. Mas a natureza agiu de forma inesperada, mudando o destino da humanidade e da Academia. A pandemia também precipitou um grande aumento na compra de Smart TVs de tamanho família, diminuindo as diferenças entre as telas grandes do cinema e as da sala de estar. A questão de se o Oscar estaria pronto para aceitar o streaming foi superada com as 35 indicações conquistadas pela Netflix, um total não visto desde a “era de ouro” da Miramax de Harvey Weinstein, que acumulou 40 em 2003. Além disso, só o streaming tem apostado no mais cinematográfico de todos os formatos: o filme em preto e branco. Após produzir dessa forma o premiado “Roma”, de Alfonso Cuarón, a Netflix emplacou o preto e branco “Mank”, de David Fincher, na disputa de Melhor Filme. Antes da Netflix, o último filme em preto e branco a disputar – e vencer – o Oscar tinha sido “O Artista” em 2012, uma produção francesa. O último longa americano foi “A Lista de Schindler” em 1994 – dirigido adivinhe por quem? – , de Steven Spielberg. A falta de blockbusters também resgatou a participação do cinema independente na premiação da Academia. Desde a consagração de “Moonlight”, em 2017, os indicados vinham privilegiando produções de distribuição ampla e grandes bilheterias. A vitória de “Parasita”, no ano passado, foi notável não apenas por destacar um filme estrangeiro, mas por destoar do sucesso comercial de todos os demais concorrentes, a começar pelo longa com mais indicações, “Coringa” (US$ 1 bilhão nas bilheterias). A guinada pós-“Moonlight” se deu por pressão da rede ABC, que exibe o Oscar na TV americana, em reação à queda da audiência da cerimônia. Por conta disso, a Academia chegou até a cogitar, brevemente, a inclusão de uma categoria de Oscar de Filme Popular, mas abandonou as discussões após o tema se provar controverso entre seus membros. Com a relação dos indicados deste domingo (25/4), com excesso de filmes indies de distribuição precária devido à pandemia, a ABC já espera pelo inevitável recorde negativo. Mas até que ponto bilheteria realmente representa público em 2021? O Oscar também servirá para avaliar se o streaming é um fator diferencial. Com muitos candidatos disponíveis na Netflix, Amazon, Disney Plus e até em VOD, o público dos EUA (e em certa medida também do Brasil) tem, na verdade, maior acesso aos indicados – e no conforto do lar. O fato de o streaming e o cinema indie voltarem a ser temas principais das discussões acerta do Oscar revela outro detalhe da premiação deste ano: como ela se distanciou das críticas do #OscarSoWhite. Os questionamentos raciais ficaram para outros prêmios, enquanto a Academia avança cada vez mais em sua política de inclusão. O Oscar 2021 marca muitos avanços. Pela primeira vez, um longa com uma equipe de produtores totalmente negra, “Judas e o Messias Negro”, está sendo recebida na competição de Melhor Filme. Pela primeira vez, um intérprete de descendência asiática, Steven Yeun (“Minari”), e um muçulmano, Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”), vão concorrer ao prêmio de Melhor Ator. E pela primeira vez duas mulheres, Chloé Zhao (“Nomadland”) e Emerald Fennell (“Bela Vingança”), disputarão o Oscar de Melhor Direção – prêmio até hoje vencido apenas por uma cineasta, Kathryn Bigelow por “Guerra ao Terror” em 2010. Chloé Zhao, a diretora de “Nomadland”, ainda entrou na lista seleta de cineastas com quatro indicações individuais num único ano – número inferior apenas à façanha do fenômeno Walt Disney, indicado seis vezes em 1954. Para aumentar a representatividade, Chloé Zhao é chinesa. E pelo segundo ano consecutivo (depois de “Parasita” no ano passado), um filme com um elenco central composto por atores de ascendência coreana, “Minari”, vai disputar a categoria principal. De fato, o impulso por maior diversidade não se limitou a raça, gênero e até idade, seguindo ainda a inclinação recente da Academia para se tornar um órgão mais internacional. Isto pode ser visto na inclusão do grande cineasta dinamarquês Thomas Vinterberg na disputa de Melhor Direção por “Druk – Mais uma Rodada” (que também foi nomeado como Melhor Filme Internacional), no lugar de nomes como Aaron Sorkin, por “Os Sete de Chicago”, ou Regina King, por “Uma Noite em Miami”. Neste contexto, vale reparar que “Collective”, de Alexander Nanau, vencedor da Competição Internacional do É Tudo Verdade 2020, tornou-se não só o primeiro longa romeno a disputar o prêmio de Melhor Filme Internacional, mas também o segundo título já nomeado simultaneamente para esta categoria e Melhor Documentário, depois do turco-macedônio “Honeyland” no ano passado. Entre os intérpretes, o falecido Chadwick Boseman é favoritíssimo a vencer um Oscar póstumo de Melhor Ator por seu desempenho no último papel de sua carreira, em “A Voz Suprema do Blues”. O fato dele levar vantagem numa categoria que ainda inclui Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Steven Yeun (“Minari”), além de reconhecer os veteranos Anthony Hopkins (“Meu Pai”) e Gary Oldman (“Mank”), serve de resumo para o tamanho da inclusão e diversidade atingidos pelos Oscar 2021. Mesmo assim, ainda não é o Oscar ideal, por continuar a deixar conservadores ditarem pauta comportamental e barrar alguns dos melhores candidatos. Impossível esquecer como eleitores conservadores transformaram o medíocre “Crash” em Melhor Filme de 2005 ao se recusarem a assistir ao principal candidato, “O Segredo de Brokeback Mountain”, por ser um romance gay. Ainda mais porque a história voltou se repetir em 2021, com muitos votantes se recusando a considerar “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” por retratar o aborto adolescente. Premiado nos festivais de Sundance e Berlim, entre outros, o filme da cineasta Eliza Hittman não foi lembrado em nenhuma categoria do Oscar 2021. Detalhe: com 99% de aprovação em mais de 220 resenhas avaliadas no Rotten Tomatoes, “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” supera com folga as supostas qualidades da grande maioria dos candidatos ao prêmio principal da noite deste 25 de abril, inclusive de “Nomadland”, o grande favorito, que atingiu “apenas” 94% na média das avaliações dos críticos da América do Norte e do Reino Unido. Os vencedores da premiação serão conhecidos durante a transmissão televisiva, marcada para começar a partir das 20h nos canais pagos TNT e TNT Séries e na plataforma TNT Go. A rede Globo também vai exibir o Oscar 2021, mas só levará a cerimônia ao ar após o “Big Brother Brasil”, em sua reta final.

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  • Série

    Foto apresenta família do reboot de Anos Incríveis

    12 de abril de 2021 /

    O cineasta Lee Daniels (criador de “Empire”) divulgou em seu Instagram a primeira foto da família do reboot de “Anos Incríveis” (Wonder Years). Série clássica dos anos 1980, “Anos Incríveis girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. A nova versão vai partir da mesma premissa, acompanhando dramas familiares da mesma década, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. Elisha “EJ” Williams interpreta o protagonista Dean, de 12 anos, que vive em Montgomery, Alabama, em 1968. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. Os atores Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) vivem os pais e Laura Kariuki (“Black Lightning/Raio Negro”) a irmã mais velha do garoto. Além deles, Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) interpretará a versão adulta do protagonista, que será apenas ouvida narrando detalhes de sua infância ao longo dos episódios. Fenômeno de audiência, a série original rendeu seis temporadas exibidas entre 1988 e 1993, que se tornaram referência para muitas produções que se seguiram, com seu formato imitado por séries de sucesso como “Todos Odeiam o Cris”, “Os Goldbergs” e “Young Sheldon”. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. Patterson, Savage e Lee Daniels assinam a produção, que por enquanto teve apenas o piloto encomendado pela rede ABC. O episódio de teste precisa ser aprovado para a série ser oficializada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@leedaniels)

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  • Série

    Big Sky: Trailer tenso marca volta da série de suspense

    3 de abril de 2021 /

    A rede americana ABC divulgou o trailer da midseason de “Big Sky”, série estreante mais bem-sucedida da TV americana em 2020. Bastante tensa, a prévia mostra as detetives vividas por Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e Katheryn Winnick (“Vikings”) na mira de vários criminosos da região em que a trama se passa, enquanto os crimes contra mulheres se multiplicam. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell (Bunbury) e a ex-policial Jenny Hoyt (Winnick) se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram, elas descobrem um histórico criminal na região. Na volta da série, elas ainda estão na caça do sequestrador e traficante sexual Ronald Pergman (Brian Geraghty), quando o ex de Cassie, Blake (Michael Raymond-James), pede ajuda ao ser acusado de atacar uma jovem, aparentemente incriminado pela própria família. Não bastasse a perigosa família de Blake complicar a investigação, Ronald retorna para perseguir as detetives que tentaram caçá-lo. Produzido pela 20th Television em associação com a A+E Studios, “Big Sky” retorna em 13 de abril nos EUA. Ainda inédita no Brasil, a série deve chegar no Brasil pela plataforma Star+ (Star Plus), a “Hulu brasileira” da Disney.

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  • Série

    “The Goldbergs” exibirá último episódio de George Segal com homenagem ao ator

    2 de abril de 2021 /

    A rede ABC pretende fazer uma homenagem ao ator George Segal durante a exibição do próximo episódio da série “The Goldbergs”. O capítulo que vai ao ar na quarta-feira (7/4), nos EUA, foi o último gravado pelo antes de falecer, em 23 de março passado. Nos últimos oito anos, Segal participou regularmente de “The Goldbergs”, série de comédia ambientada nos anos 1980, como Albert “Pops” Solomon, o avô do protagonista e grande coração da família Goldberg. De longa carreira, ele começou a se destacar nos anos 1960 em papéis extremamente dramáticos, mas acabou estourando com comédias na década seguinte e nunca mais parou de fazer graça. Na TV, além de “The Goldbergs”, seu outro grande papel foi como o dono da revista de moda em que se passava a bem-sucedida sitcom “Just Shoot Me!” (1997-2003). A exibição do episódio póstumo será acompanhada por um tributo da ABC e da Sony Pictures Television ao veterano, que morreu de complicações decorrentes de uma cirurgia de ponte de safena. Ele tinha 87 anos. Ao saber da morte do colega, o elenco de The Goldbergs e a equipe celebraram o ator em uma declaração conjunta. “Em nome de todos de ‘The Goldbergs’, estamos arrasados ​​com a perda de nosso querido amigo George”, disseram o elenco e a equipe técnica. “Ele era gentil, doce, além de talentoso e engraçado. George foi o verdadeiro epítome da classe e ele tocou todas as nossas vidas profundamente. Foi uma honra e um privilégio tê-lo como colega e amigo todos esses anos. Não é surpresa para nenhum de nós que o conhecemos tão bem que ele é um verdadeiro tesouro nacional. Ele fará falta para todos. Pops, vamos sentir falta do seu banjo e da sua risada contagiante. Descanse em paz.” Para divulgar o capítulo, a ABC vai transmitir teasers destacando Segal. Veja uma prévia abaixo.

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  • Série

    Don Cheadle será o narrador da nova versão de “Anos Incríveis”

    26 de março de 2021 /

    O reboot da série clássica “Anos Incríveis” (Wonder Years) encontrou seu narrador. Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) interpretará a versão adulta do protagonista, que será ouvida comentando detalhes de sua infância ao longo dos episódios. Elisha “EJ” Williams interpreta o Dean de 12 anos na nova versão da série, que vai se centrar em uma família negra em Montgomery, Alabama, em 1968. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. Os atores Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) também estão no elenco com os pais do garoto. O seriado original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. Os episódios eram narrados por sua versão adulta, interpretada pelo ator Daniel Stern. Fenômeno de audiência, a série original rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993, que se tornaram referência para muitas produções que se seguiram, com seu formato imitado por várias séries de sucesso nos últimos anos, como “Todos Odeiam o Cris”, “Os Goldbergs” e “Young Sheldon”. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. A nova versão vai partir da mesma premissa da série original, acompanhando dramas familiares nos anos 1960, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela rede ABC. O episódio de teste precisa ser aprovado para a série ser oficializada.

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    Nicole Richie pode voltar a estrelar série de comédia

    18 de março de 2021 /

    A atriz e celebridade pioneira de reality shows Nicole Richie ensaia voltar a atuar numa série. Ela entrou no elenco do piloto de comédia “Bucktown”. Desenvolvido para a rede ABC, o projeto é criação da roteirista Emily Wilson e conta com produção da atriz Sara Gilbert e Tom Werner, todos de “The Connors”. O piloto vai acompanhar Amy, uma mulher que é abandonada pelo namorado e expulsa de seu apartamento na véspera de conseguir uma grande promoção no emprego. Ela volta a morar com sua mãe no bairro de operários onde cresceu, reconectando-se com sua sobrinha adolescente – que também está morando lá devido à última passagem da irmã de Amy pela reabilitação – e decide ficar depois de perceber que sua mãe e sobrinha não estão prontos para viverem sozinhas. A filha do cantor Lionel Richie fará o papel de Jan, a chefe de Amy. Uma força egocêntrica que tende a sugar toda a energia de uma sala, Jan é muito profissional – exceto na parceria extremamente pouco profissional com seu marido, Finn. Shannon Woodward (a cientista Elsie Hughes em “Westworld”) tem o papel principal, como Amy. Se o piloto for aprovado, “Bucktown” marcará a volta de Richie para a TV aberta após estrelar “Great News”, cancelada em 2018 na NBC, após duas temporadas. Desde então, ela estrelou e produziu “Nikki Fre$h” na pouco duradoura plataforma Quibi, no ano passado.

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    Reboot de “Anos Incríveis” com família negra define novo “Kevin”

    16 de março de 2021 /

    O reboot da série clássica dos anos 1980 “Anos Incríveis” (Wonder Years) definiu seu novo protagonista. E quem contou a novidade foi ninguém menos que o astro original da atração. Um vídeo da produção da rede ABC registrou o momento em que Fred Savage contou ao jovem Elisha “EJ” Williams que ele tinha sido escolhido para viver o novo Kevin. Ou melhor, Dean, como vai se chamar seu personagem. O seriado original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Savage. Fenômeno de audiência, a série rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993. A nova versão vai partir da mesma premissa, acompanhando dramas familiares nos anos 1960, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”, e também apareceu no vídeo para felicitar o jovem Elisha Williams. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. A atriz Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) também está definida no elenco, como a matriarca da família. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Não é a primeira vez que uma série clássica inspira reboot com mudança racial. “Um Dia de Cada Vez” (One Day at a Time) e “O Quinteto” (Party of Five) já tinham substituídos personagens brancos originais por elencos latinos. Ambas foram canceladas devido à baixa audiência.

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