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Série

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    The Walking Dead revela novo elenco, incluindo intérpretes da heroína Magna e da perigosa Alpha

    20 de julho de 2018 /

    A equipe da série “The Walking Dead” revelou na San Diego Comi-Con quem serão os intérpretes dos novos personagens da 9ª temporada, que travarão um conflito icônico dos quadrinhos de Robert Kirkman. A produção receberá dois grupos importantes em sua trama. Um deles reúne sobreviventes de Richmond sob a liderança de Magna. O outro é formado pelos temíveis Sussurradores, que se disfarçam com sangue e peles de zumbis para conduzir hordas de mortos-vivos contra seus inimigos, liderado pela perigosa Alpha. Além disso, novos personagens das comunidades ganharão proeminência. Duas atrizes do primeiro grupo tinham sido reveladas pela produção: Lauren Ridloff (“Sem Fôlego”), intérprete de Connie, que na série terá deficiência auditiva, e Eleanor Matsuura (a Baronesa Chau na série “Into the Badlands”), como Yumiko, que formará o primeiro casal lésbico da série com Magna. As personagens que ainda não tinham intérpretes anunciados são a própria Magna, líder do grupo, que será interpretada por Nadia Hilker (a Luna da série “The 100”); Kelly, a irmã de Connie, vivida pela novata Angel Theory; e Luke, interpretado por Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”). Nem todos sobrevivem, nos quadrinhos de Robert Kirkman, ao confronto com os Sussurradores, que teve sua líder escalada. A veterana Samantha Morton (da série “Harlots”), duas vezes indicada ao Oscar (por “Poucas e Boas” e “Terra de Sonhos”), viverá Alpha. Os demais intérpretes revelados são Zach McGowan (série “Blacksail”) e Rhys Coiro (“Ray Donovan”), que viverão Salvadores que se recusam a cooperar com os outros grupos, e três importantes moradores de Hilltop: Tammy Rose, vivida por Brett Butler (“Grace Under Fire”), Earl Sutton, interpretado por John Finn (“Cold Case/Arquivo Morto”) e Marco, encarnado por Gustavo Gomez (série “You’re the Worst”). Um último nome confirmado é o do adolescente Matthew Lintz (da série “The Alienist”), que após um salto temporal substituirá seu irmão menor, Macsen Lintz, no papel do menino Henry. Com isso, são fortes as chantes de o integrante do Reino deverá assumir a linha temporal de Carl, após a saída de Chandler Riggs da série – Carl continua vivo nos quadrinhos. A 9ª temporada de “The Walking Dead” definiu seu dia de estreia em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Teaser de Doctor Who mostra personagem diante das novidades da 11ª temporada

    20 de julho de 2018 /

    A BBC divulgou dois banners e um novo teaser da 11ª temporada de “Doctor Who”, a primeira com uma protagonista feminina, vivida por Jodie Whittaker (da série “Broadchurch”). Por sinal, a prévia destaca como a situação é nova para o personagem, além de revelar os coadjuvantes que irão acompanhá-la nos próximos episódios: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). Prevista para o outono britânico, mas ainda sem data definida, a 11ª temporada contará com dez episódios, que também marcam a estreia do novo showrunner Chris Chibnall (criador de “Broadchurch”). Os capítulos inéditos serão exibidos no Brasil pelo serviço de streaming Crackle, da Sony.

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  • Etc,  Série

    Presidente da Paramount Television é demitida após supostos comentários racistas em reunião de trabalho

    20 de julho de 2018 /

    A executiva Amy Powell, presidente da Paramount Television, foi demitida após virem à tona acusações de comentários raciais inapropriados. A decisão foi divulgada via comunicado pelo CEO Jim Gianopulos. Segundo a nota, “diversos indivíduos” se sentiram incomodados por comentários com conteúdo racial feitos pela executiva e chegaram a reportá-la ao setor de recursos humanos da empresa. Segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, a gota d’água teria acontecido durante uma reunião sobre a série baseada no filme “O Clube das Desquitadas” (o título nacional já era datado em 1996), que terá um elenco com atores negros e está sendo escrito pela roteirista Tracy Oliver (“Viagem das Garotas”). No dia 28 de junho, Tracy usou o Twitter para fazer uma reclamação, mas sem citar nomes. “Passei por uma situação hoje que realmente mostra o quanto precisamos de representantes em todos os lados. A voz de uma mulher negra não importa se quem tem o poder de tomar decisões não entende ou não quer entender o que estamos dizendo”, escreveu, antes de alfinetar o #MeToo, dizendo que o movimento feminista não tem se pronunciado por questões raciais. “Onde está o #MeToo para as merd*s raciais daqui [de Hollywood]?”. Veja abaixo. O conteúdo dos comentários feitos pela executiva não foram divulgados. No entanto, o THR afirma que ela teria feito generalizações sobre mulheres negras que causaram mal-estar, fazendo com que algumas pessoas da reunião se sentissem ofendidas. Inicialmente, Amy receberia uma punição disciplinar. Porém, a Paramount decidiu demiti-la. “Após dias conduzindo uma investigação, falando com as pessoas envolvidas, com o RH e o nosso time de representantes legais, chegamos à essa conclusão e decidimos terminar nosso contrato com Amy”, diz o comunicado oficial. A demissão acontece cerca de um mês após Jonathan Friedland, diretor de comunicação da Netlifx, ter o contrato com a plataforma encerrado por uso de termos racistas numa reunião. Amy Powell nega as acusações e diz que pretende provar que foi injustiçada. “Não há nenhuma verdade na alegação de que eu fiz comentários insensíveis em um ambiente profissional – ou em qualquer situação – os fatos serão divulgados e eu serei inocentada”, disse, em nota à imprensa. Fontes do THR afirmam que ela pretende processar o estúdio. Contratada para lançar a divisão televisiva da Paramount em 2013, Amy Powell tirou do papel diversas séries bem-sucedidas, como “13 Reasons Why” na Netflix, “The Alienist” na TNT, “Escola do Rock” na Nickelodeon e a vindoura “Jack Ryan” na Amazon, que já foi renovada antes da estreia. Had a moment today that REALLY pointed out why we need representation across the board. A black female voice doesn't matter if the decision makers don't understand nor even want to understand what you're saying. Where's the #metoo for race shit out here? — Tracy Y. Oliver (@TracyYOliver) June 28, 2018

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  • Série

    Andrew Lincoln confirma que deixará The Walking Dead na próxima temporada

    20 de julho de 2018 /

    Andrew Lincoln assumiu que fará sua despedida de “The Walking Dead” na vindoura 9ª temporada da atração. Intérprete do protagonista Rick Grimes desde o primeiro episódio, exibido em 2010, o ator oficializou sua saída da série durante sua participação na San Diego Comic-Con nesta sexta-feira (20/7). “Essa será minha última temporada fazendo o papel de Rick Grimes”, disse Lincoln, sem firulas. “Eu amo essa série. Ela significa tudo para mim. Eu amo as pessoas que fazem essa série e tenho um carinho especial pelas pessoas que assistem a essa série”, acrescentou. “Estou muito, muito animado com essa temporada”, continuou. “Ninguém é maior do que a história, e a história neste ano é inacreditável”. Ironicamente, a declaração aconteceu poucas horas depois de a showrunner Angela Kang insistir em fazer mistério sobre a situação do ator, afirmando, em entrevista ao site Deadline, que qualquer comentário representaria spoiler. Apesar disso, Lincoln foi na verdade a terceira pessoa a abordar o final do ciclo de Rick em “The Walking Dead”. Antes dele assumir a saída, um dos diretores da atração, Michael Satrazemis, usou seu Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. A notícia também foi confirmada pelo criador dos quadrinhos em que a série se baseia, Robert Kirkman. Ele disse na quinta-feira que o protagonista iria se despedir de forma especial. “Ele se importa profundamente com os fãs e quer fazer algo especial na despedida. Temos algo incrível planejado. Não quero estragar nada, mas qualquer um que tenha sido um fã desta jornada, que ama Rick Grimes, que ama o mundo de ‘Walking Dead’, vai querer ver o que iremos fazer”. O cronograma de sua saída não foi revelado, mas as mesmas fontes que vazaram ao site Collider que a 9ª temporada marcaria o final do ciclo do ator na série afirmaram que ele só teria gravado seis episódios. É o mesmo número cogitado para Lauren Cohan, intérprete de Maggie, que terá um arco limitado após entrar em uma nova série – “Whiskey Cavalier”. Como desgraceira pouca é bobagem, a showrunner Angela Kang ainda revelou que o contrato de Danai Gurira, a Michonne, é outro que se encerra na 9ª temporada e, por enquanto, o retorno da atriz após este período está igualmente indefinido, graças aos convites que ela tem recebido para papéis de cinema. Para compensar a perda do protagonista da série, o canal pago AMC teria oferecido um aumento substancial a Norman Reedus (o Daryl), para ele permanecer no programa e virar o destaque principal. Além disso, a série vai introduzir vários personagens novos nos próximos episódios. A 9ª temporada de “The Walking Dead” definiu seu dia de estreia em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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    Netflix anuncia produção de sua primeira série brasileira de terror

    20 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou a produção de sua 10ª série brasileira. Com apenas seis episódios, “O Escolhido” será a primeira produção nacional de terror da plataforma. Mas é meio mexicana, escrita por brasileiros de Los Angeles. A trama é inspirada na série mexicana “Niño Santo”, criada por Pedro Peirano e Mauricio Katz, que será adaptada pelo casal Raphael Draccon (roteirista de “Supermax”) e Carolina Munhóz (coautora do livro juvenil “O Reino das Vozes Que Não Se Calam” com a atriz Sophia Abrahão), radicados em Los Angeles. A versão brasileira vai acompanhar três jovens médicos, que viajam a um vilarejo do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Eles acabam presos nessa comunidade cheia de segredos e cujos residentes são devotos de um líder misterioso, que tem o dom de curar doenças de forma sobrenatural. “Estamos muito animados com a oportunidade de apresentar aos nossos assinantes ao redor do mundo essa releitura de Carolina e Raphael para a série. Eles conseguiram imprimir uma visão única brasileira à produção, e desenvolveram de maneira magistral esses ricos personagens, além de um mundo estranho, cheio de especificidades e muitas vezes assustador no qual a história se desenrola”, disse em comunicado Chris Sanagustin, diretora de conteúdo internacional original da Netflix. “O Brasil é rico em mitologia e crenças espirituais e estamos muito contentes com esta oportunidade de mostrar ao mundo um pouco mais sobre esse lado da nossa cultura, além das particularidades da região do Pantanal, por meio da Netflix”, afirmou Raphael Draccon. “’O Escolhido’ é um thriller sobrenatural, um gênero ainda pouco explorado na nossa cinematografia, mas popular entre os brasileiros”, completou Carolina Munhóz. “O Escolhido” chega à Netflix após “3%”, “O Mecanismo” e “Samantha!”, já exibidas e renovadas, e “Sintonia”, “Coisa Mais Linda”, “Cidades Invisíveis”, “Ninguém Tá Olhando”, “A Facção” e a animação “Super Drags”, atualmente em produção – sem contar “Vai Anitta”, uma série documental sobre a cantora Anitta. As filmagens estão marcadas para começar em setembro, visando uma estreia mundial em 2019.

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    Bryan Cranston acredita que Walter White não morreu e criador de Breaking Bad diz que ele vai voltar

    20 de julho de 2018 /

    Duas declarações complementares agitaram os bastidores do primeiro dia da San Diego Comic-Con. A primeira veio à tona durante uma entrevista do ator Bryan Cranston a Conan O’Brien, em uma edição especial do programa do apresentador no evento. Questionado sobre o final de “Breaking Bad”, Cranston surpreendeu ao dizer que talvez seu personagem não tenha morrido na conclusão da série. “Talvez Walter White tenha se safado de tudo no fim”, disse Cranston. “Nós vimos um relatório policial (sobre a morte)? Não. Há um obituário? Não.” A afirmação do ator foi tratada como piada por Conan. “Acho que Cranston está procurando trabalho!”, riu ele. Vale lembrar que, na cena final de “Breaking Bad”, Walter White é visto agonizando, com um ferimento à bala, enquanto a polícia se aproxima, sugerindo que aqueles são seus últimos momentos de vida. Poucos minutos depois de Cranston questionar o desfecho da série, o roteirista e produtor Vince Gilligan revelou que Walter White e Jesse Pinkman (Aaron Paul) voltarão a aparecer na TV em breve, em participação especial no spin-off “Better Call Saul”. Entretanto, não será nesta temporada. “Vocês não verão Walt e Jesse nessa temporada, mas eu diria que seríamos muito relapsos se eles não aparecessem na série até o final dela”, afirmou Gilligan durante um painel da Comic-Con homenagem aos dez anos da série. Neste caso, também convém lembrar que a primeira cena do episódio inaugural de “Better Call Saul” introduziu a história como um longo flashback, a partir da fuga do personagem Saul Goodman (Bob Odenkirk), de “Breaking Bad”. Portanto, não se trata de um prólogo tradicional, mas lembranças de eventos passados. Desde então, a história vem avançando até chegar, segundo Gilligan, na cronologia de “Breaking Bad” na 4ª temporada, que começa em 13 de agosto nos Estados Unidos. Neste ritmo, a trama pode, sim, ultrapassar o que foi mostrado em “Breaking Bad” e revelar o que aconteceu após Walter White agonizar em seu confronto final.

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    Criador dos quadrinhos de The Walking Dead confirma saída de Rick da série

    20 de julho de 2018 /

    O escritor Robert Kirkman, criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, confirmou a saída de Andrew Lincoln da série, apurada em maio pelo site Collider. O anúncio ainda não foi feito oficialmente pelo canal pago AMC, nem o ator se pronunciou a respeito, mas Kirkman entregou que o intérprete de Rick terá um final “incrível”. Em entrevista ao site IMDB durante a San Diego Comic-Con, ele afirmou que a saída do protagonista “tornará a diferença entre os quadrinhos e a série ainda mais acentuada”. “No fundo, trata-se de ver o lado de Andrew Lincoln”, disse o quadrinista. “Ele é um ser humano. É uma pessoa que conheço há mais de uma década, uma pessoa que amo. Ele tem suado na Georgia, longe de sua família, há muito tempo”. E conclui afirmando que o ator quer se despedir de forma especial. “Ele se importa profundamente com os fãs e quer fazer algo especial na despedida. Temos algo incrível planejado. Não quero estragar nada, mas qualquer um que tenha sido um fã desta jornada, que ama Rick Grimes, que ama o mundo de ‘Walking Dead’, vai querer ver o que iremos fazer”. Kirkman, que é creditado como produtor da série, é a segunda pessoa da equipe a confirmar a saída de Lincoln. Anteriormente, Michael Satrazemis, um dos diretores da atração, usou seu Instagram pessoal para agradecer e se despedir do ator. “Muitos de nós passamos os últimos oito anos de nossas vidas trabalhando, criando, dando tudo de si, abraçando e as vezes até mesmo sangrando de verdade, com o Andy [Lincoln]. Tudo isso para fazer algo especial. Ele é um dos maiores homens que eu já conheci. E um amigo. A série sentirá a falta dele tanto quanto vocês. Ela será diferente, mas ainda será ótima. Todos nós que amamos fazer ‘The Walking Dead’ continuaremos dando o nosso melhor para a criação e as vezes até sangraremos por vocês”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que abraça Lincoln, coberto de sangue cenográfico. O diretor deve ter recebido um pito enorme dos produtores e do canal, já que o post ficou pouco tempo no ar. O AMC continua tentando preservar o segredo de polichinelo, repetindo a tática da Warner, que fez questão de ignorar Superman no marketing da “Liga da Justiça”, enquanto o intérprete do herói dava entrevistas sobre sua participação no filme. A perda de Andrew Lincoln pode representar um golpe duro na audiência de “The Walking Dead”, já que muitos fãs afirmaram que abandonariam a série caso isso se confirmasse. E o pior é que não deve ser o único baque. Lauren Cohan, a Maggie, também se prepara para deixar a produção após a 9ª temporada, pois, como o AMC não quis negociar seu aumento, ela vai estrelar outra série, “Whiskey Cavalier”. E como desgraceira pouca é bobagem, a showrunner Angela Kang revelou que o contrato de Danai Gurira, a Michonne, é outro que se encerra na 9ª temporada e, por enquanto, o retorno da atriz após este período está igualmente indefinido, graças aos convites que ela tem recebido para papéis de cinema.

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    Punho de Ferro ganha teaser e confirma Alice Eve como a vilã Mary Tyfoid na 2ª temporada

    20 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “Punho de Ferro” (Iron Fist), que traz o herói vivido por Finn Jones numa briga de rua, para revelar a data de estreia dos novos episódios. A forma como a briga é apresentada já é resultado de mudanças profundas na produção. A 2ª temporada de “Punho de Ferro” está sendo desenvolvida por um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), após Scott Buck sair para comandar a série dos “Inumanos”, pior produção da Marvel. E ele trouxe a bordo um novo coreógrafo das lutas: o coordenador de dublês Clayton Barber, que trabalhou em “Pantera Negra”. Outra novidade dos próximos capítulos será a participação da atriz Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), que vai viver a supervilã Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original). O papel foi confirmado durante a San Diego Comic-Con. Nos quadrinhos, Mary é inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. Antes mesmo do anúncio, rumores apontavam que a série teria uma vilã poderosa em sua 2ª temporada. Uma chamada de testes revelou que a produção procurava intérprete para “uma agente secreta freelancer” e “uma camaleoa adepta em desempenhar papéis diferentes para cada missão”. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.

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    Insatiable: Debby Ryan vive ex-gordinha com planos de vingança no trailer da nova série teen da Netflix

    20 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster, 32 fotos, um teaser e o trailer legendado da série “Insatiable”, que acompanha a vingança de uma ex-gordinha. Vítima de bullying no colegial, ela decidiu mudar de dieta, ficou glamourosa e buscar um treinador de concursos de beleza para virar miss e ir à forra. A prévia é cheia de momentos ultrajantes, no melhor estilo “Heathers” (o filme, não a série aparentemente cancelada). O projeto estava sendo desenvolvido na rede CW, que não aprovou o piloto. Era aparentemente muito controvertido, pelo que o trailer demonstra. E já causa polêmica antes da estreia, acusado de body shaming nas redes sociais. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, Alyssa Milano (de “Charmed” e “Mistresses”) como sua mãe e Dallas Roberts (“The Walking Dead”) como o treinador, além de Christopher Gorham (“Covert Affairs”), Erinn Westbrook (“Awkward.”), Michael Provost (“Em Defesa de Cristo”), Sarah Colonna (“Chelsea Lately”), Kimmy Shields (“Big Little Lies”), Irene Choi (“As Calouras”), Arden Myrin (“Shameless”), James Lastovic (novela “Days of Our Lives”) e Beverly D’Angelo (do cássico “Férias Frustradas”). A 1ª temporada conta com 12 episódios e chega ao streaming em 10 de agosto. Além de “Insatiable”, a Netflix também resgatou o piloto de “Mixtape”, recusado pela Fox.

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    Sociedade Brasileira de Pediatria ataca animação de drag queens da Netflix em defesa das “futuras gerações”

    19 de julho de 2018 /

    Não bastassem os conservadores americanos, agora a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) quer que a Netflix cancele o lançamento da animação “Super Drags”, que mostrará drag queens super-heroínas. A alegação, acreditem, é que a produção adulta seria imprópria para o público infantil. Em nota destinada “a médicos e à sociedade”, publicada em seu site oficial, a SBP ataca o que chama de “linguagem infantil” usada pela série inédita: “A SBP respeita a diversidade e defende a liberdade de expressão e artística no país, no entanto, alerta para os riscos de se utilizar uma linguagem iminentemente infantil para discutir tópicos próprios do mundo adulto, o que exige maior capacidade cognitiva e de elaboração por parte dos espectadores”. Sem mencionar a Netflix ou o nome da série, a entidade diz que “vê com preocupação o anúncio de estreia, no segundo semestre de 2018, de um desenho animado, a ser exibido em plataforma de streaming, cuja trama gira ao redor de jovens que se transformam em drag queens super-heroínas”. E “apela à plataforma que cancele esse lançamento, como expressão de compromisso do desenvolvimento de futuras gerações”. O comunicado ainda critica o fim da Classificação Indicativa, decretado em sentença do Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou inconstitucional o dispositivo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que estabelece multa e suspensão às emissoras de rádio e TV que exibirem programas em horário diverso do autorizado pela classificação indicativa. “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e será a primeira animação brasileira a ser produzida pela empresa, com cinco episódios. E, por enquanto, o único material da produção revelado foi um teaser, de 27 segundos. Segundo a sinopse oficial, a trama conta a história de três jovens que trabalham em uma loja de departamentos durante o dia e, durante a noite, se transformam nas Super Drags, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Isto tem sido considerado suficiente para a emissão de notas de repúdio. A Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão) também está atacando a produção, e iniciou uma petição online para impedir que a Netflix exiba a série brasileira nos Estados Unidos. Sua alegação para atacar a produção é que ela quer “forçar uma agenda LGBT politicamente correta”. Ao menos, o preconceito do grupo cristão americano é assumido e justificado por cultura religiosa. Já os médicos brasileiros apelam para discurso científico, embora o subtexto seja o mesmo. Neste caso, a preocupação teria maior legitimidade se listasse outras séries animadas adultas do serviço de streaming, como “Bojack Horseman”, “Big Mouth” e “F Is for Family”. Estas lidam com sexo e drogas, algo que “Super Drags” não parece tocar, ao menos nos 27 segundos que tanto “preocuparam”. Considerar que toda animação é feita para crianças também é presunção antiquada, da época que os bichinhos falantes, drogados e sexualmente ativos de “O Gato Fritz” ainda causavam polêmica – lá em 1972 – , e não tem sido usado mais em argumentos desde a estreia da faixa Adult Swim, com desenhos adultos, no canal de animação Cartoon Network, no “raiar” do século 21. Neste século tão cheio de inovações, empresas de streaming como a Netflix disponibilizam para seus usuários a opção de controle parental, que permite aos pais controlar quais títulos seus filhos têm acesso. É bem mais simples, na verdade, que bula de remédio e não precisa de receita. Além disso, como animação adulta, “Super Drags” não será disponibilizada na seção Netflix Kids da plataforma. Mesmo assim, vale observar que “Super Drags” ainda não foi finalizada e, por isso, não se sabe até o momento qual será sua classificação indicativa. Precipitação é um sintoma característico de preconceito, uma doença social da qual, infelizmente, nem médicos são imunes.

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    Jaime King vai estrelar nova série de zumbis na Netflix

    19 de julho de 2018 /

    A Netflix vai produzir uma série de zumbis, “Black Summer”, estrelada por Jaime King (de “Hart of Dixie” e personagem-título de “Sin City: A Dama Fatal”). Na trama, King interpretará uma mãe que se vê separada de sua filha e embarca em uma jornada angustiante para encontrá-la. Junto a um pequeno grupo de refugiados, ela deve enfrentar um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o fase mais mortal de um apocalipse zumbi. Parece dramático. Mas será? Afinal, os responsáveis são Karl Schaefer e John Hyams, respectivamente co-criador e produtor-executivo de “Z Nation”, série trash de zumbis do canal pago SyFy – atualmente renovada para sua 5ª temporada. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o projeto é justamente um spin-off de “Z Nation”, que é disponibilizado no mercado internacional pela Netflix. A atração terá oito episódios em sua 1ª temporada e ainda não tem previsão de estreia.

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    Nightflyers: Série sci-fi inspirada na obra do autor de Game of Thrones ganha trailer legendado

    19 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer completo legendado da série “Nightflyers”, sci-fi baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou “Game of Thrones”). O vídeo capricha no clima de terror espacial, com cenário ensanguentado, avisos de perigo, desespero e delírios. “Isto é um aviso e não um pedido de ajuda. Não embarquem na nave”, diz Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), toda respingada de sangue. Ou seja, o clima está mais para “O Enigma do Horizonte” (1997) que para a primeira adaptação da obra. Para quem não lembra, “Nightflyers” já rendeu um filme, bem trash, em 1987. De todo modo, a trama é muito, mas muito parecida com a de outra série em desenvolvimento: “Origin”, do YouTube Premium, que também teve um trailer revelado nesta quinta (19/7) durante a San Diego Comic-Con. A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarca no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco também inclui Eoin Macken (série “The Night Shift”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). A produção era originalmente do canal pago SyFy, que também divulgou um pôster. Após dar sinal verde para as gravações, o Syfy cedeu a distribuição internacional para a Netflix, num acordo para viabilizar o orçamento – mais elevado que “The Expanse”, a ex-série mais cara da emissora. A estreia vai acontecer na temporada de outono norte-americana, entre setembro e novembro.

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    Origin: Trailer da nova série sci-fi espacial junta atores de Harry Potter com diretor de Resident Evil

    19 de julho de 2018 /

    O YouTube Premium divulgou o primeiro trailer de “Origin”, série sci-fi espacial estrelada por Tom Felton e Natalia Tena, ambos ex-integrantes da franquia “Harry Potter” – ele viveu o bruxinho Draco e ela a ninfadora Tonks. Os dois serão tripulantes de uma viagem rumo a um planeta distante. O problema é que os passageiros foram abandonados à bordo e precisam trabalhar juntos para sobreviver, até que percebem que um deles não é quem diz ser. Natalia Tena será Lana, membro da equipe que se torna uma espécie de capitã, e Felton será Logan, o antagonista principal, um jovem bravo que é uma ameaça tanto para si quanto para o resto da tripulação. Origin é o nome da nave, mas a trama também terá flashbacks para mostrar a vida dos personagens antes do voo. Ou seja, resultará numa espécie de “Lost” (2004-2010) com os passageiros perdidos no espaço – na verdade, mais ao estilo de “Pandorum” (2009) e “O Enigma do Horizonte” (1997) do que da série “Perdidos no Espaço”. A direção é justamente do responsável por “O Enigma do Horizonte”, o cineasta Paul W.S. Anderson (da franquia “Resident Evil”). Ele assina os dois primeiros episódios – de um total de dez – , que ainda não têm previsão de lançamento. A série foi criada por Mika Watkins (roteirista de “Troy: Fall of a City”) e o elenco também inclui Nora Arnezeder (série “Mozart in the Jungle”), Fraser James (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”), Philipp Christopher (“Laços de Sangue”), Madalyn Horcher (“Jack Reacher: Sem Retorno”), Jóhannes Haukur Jóhannesson (série “Game of Thrones”) e Siobhán Cullen (“Jimi: Tudo a Meu Favor”).

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