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    DC Universe terá nova série de super-heróis centrada em Stargirl

    19 de julho de 2018 /

    A plataforma DC Universe vai ganhar mais uma série de super-heróis. O produtor e quadrinista Geoff Johns anunciou o projeto de “Stargirl”, durante a San Diego Comic-Con. A personagem, que às vezes tem o nome traduzido como Sideral no Brasil, já apareceu no Arrowverse, como é chamado o universo compartilhado das séries da DC exibidas pela rede americana CW. Ela foi introduzida como integrante da Sociedade da Justiça da América em três episódios da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”. O produtor-roteirista não revelou se a série da personagem vai se passar na mesma linha temporal, já que isso colocaria Stargirl nos anos 1940, nem se a atriz Sarah Grey retomaria o papel na nova atração. Mas a Sociedade da Justiça da América é citada na sinopse antecipada. “Stargirl” vai seguir Courtney Whitmore, uma estudante do ensino médio com superpoderes, que inesperadamente assume o papel de líder do supergrupo Sociedade da Justiça da América e encoraja outros heróis a lutarem não só contra vilões, mas contra fantasmas dos seus próprios passados. “‘Stargirl’ foi a primeira personagem que criei para a DC”, disse Johns na Comic Con, lembrando como introduziu a heroína nos quadrinhos em 1999, como enteada do Star-Spangled Kid (também traduzido como Sideral no Brasil). “Mais importante, Courtney Whitmore foi inspirado pela minha irmã que faleceu”, acrescentou. “Ter uma oportunidade de contar uma história para celebrar essa super-heroína era literalmente a primeira coisa que eu queria fazer porque é muito pessoal para mim. Além disso, uma personagem que fala em ser jovem, em um legado e em avançar parece muito importante para mim hoje em dia”. Johns voltará a trabalhar no projeto com o produtor responsável pelo Arrowverse, Greg Berlanti, que assim aumentará para 16 atrações o seu recorde de produções simultâneas no ar. A dupla divide créditos de criação das séries “The Flash” e “Titans”. A nova produção já é a quinta série live action anunciada para o DC Universe, mas, por enquanto, apenas “Titans”, série dos Novos Titãs, mostrou imagens – e trailer! As demais são “Swamp Thing” (do Monstro do Pântano), “Doom Patrol” (com o supergrupo Patrulha do Destino) e “Metropolis” (um prólogo de Superman centrado em Lois Lane e Lex Luthor).

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  • Série

    Primeiro trailer da série Titans é sombrio, sanguinário e manda Batman se f*der

    19 de julho de 2018 /

    A Warner revelou na San Diego Comic-Con o primeiro trailer da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. E a primeira impressão, nas palavras de Robin, é um “F*ck, Batman”. Realmente, quem acha Batman sombrio pode se arrepiar ao ver um Robin (Brenton Thwaites, de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) ainda mais intenso e sanguinário. A prévia traz uma abordagem completamente diferente do que os fãs estão acostumados a ver na TV, nas produções do “Arrowverse”. A nova atração emerge extremamente séria, violenta e sinistra. E isto reflete em boa medida o arco dos quadrinhos em que a trama se baseia, criados por Marv Wolfman e George Pérez em 1980, no qual o grande vilão é um demônio. Com condução de Ravena, a Titã que veio das trevas, o trailer sugere como os heróis se juntam – numa cena que, na verdade, evoca mais o encontro de Lilith com Robin nos anos 1960. Segundo a sinopse oficial, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), além de eventualmente Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). O vídeo oferece relances do visual de todos esses personagens. A aparição de Estelar ganhou mais efeitos. Mas ainda é a que divide opiniões – pela mania do produtor Greg Berlanti de escalar atores negros para viver personagens ruivos. Assim como a violência demonstrada por Robin, que chega a disparar tiros contra bandidos numa cena de potencial polêmico. Não é a série que a maioria esperava. Longe de lembrar o espírito leve e infantil de “Os Jovens Titãs em Ação”, está mais para uma fan fiction distorcida, escrita pelo Coringa. Vai rachar os fãs, mas também pode surpreender. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. A previsão para a estreia da série – e do lançamento do serviço de streaming, batizado de DC Universe – é para o outono norte-americano, entre setembro e novembro. A princípio, a plataforma só estará disponível nos Estados Unidos, mas há planos para expandir para outros territórios.

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    The Crown: Helena Bonham Carter aparece como a primeira Margaret em novas fotos da 3ª temporada

    18 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou novas imagens da 3ª temporada de “The Crown”. Após revelar a primeira foto de Olivia Colman (série “Broadchurch”) como a rainha Elizabeth II, plataforma de streaming mostrou os visuais de Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret, irmã da monarca, e Ben Daniels (série “The Exorcist”) caracterizado como Antony Armstrong-Jones, o controverso marido da princesa. Todo o elenco central vai mudar nos novos episódios para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou com episódios passados na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. O elenco central também trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. Apesar do começo da divulgação, ainda não foram revelados os intérpretes de alguns personagens importantes, como o príncipe Charles, Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série para ganhar mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Por outro lado, a Netflix informou que irá produzir o quarto ano simultaneamente, com o mesmo elenco, o que diminuirá o intervalo de exibição entre as duas temporadas.

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    Clássico do terror Creepshow vai virar série do criador dos zumbis de The Walking Dead

    18 de julho de 2018 /

    O clássico de terror “Creepshow: Arrepio do Medo” vai virar série. O filme de 1982 era uma antologia de cinco contos assustadores, reunidos numa estrutura que prestava homenagem aos quadrinhos do gênero dos anos 1950, como “Contos da Cripta”. Mas a produção também se tornou celebrada por juntar dois mestres do terror, rendendo um dos poucos roteiros originais escritos por Stephen King para o cinema, com direção de George A. Romero (o criador dos zumbis modernos). Fez tanto sucesso que gerou duas continuações, em 1987 e 2006, sem o envolvimento direto de King. A série vai manter a estrutura de antologia, contando uma história completa por episódios, com produção a cargo de um discípulo de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. “Esse é um projeto muito pessoal para mim”, disse Nicotero em nota oficial. “‘Creepshow’ é um daqueles filmes que realmente abraçam o espírito do terror, tem histórias que causam empolgação e arrepios, e que celebram uma das expressões mais puras do gênero, as história sem quadrinhos. Sinto-me honrado em poder continuar essa tradição”. A atração será produzida para o serviço de streaming Shudder, especializada em terror, lançado há três anos pelo canal pago AMC – que exibe “The Walking Dead” nos Estados Unidos. Pretendendo investir em conteúdo original para atrair mais assinantes, o Shudder também está desenvolvendo outros projetos, incluindo uma série criada por Patty Jenkins (diretora de “Mulher-Maravilha”). Ainda não há previsão de estreia para as novas atrações da plataforma.

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    Primeiras fotos acompanham reboot e mudança de título da série Narcos

    18 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos do que seria a 4ª temporada da série “Narcos”, destacando seus dois novos protagonistas. Mas esta não é a maior novidade da produção, e sim o fato de que as imagens pertencem, na verdade, à 1ª temporada de “Narcos: México”. A atração mudou de título e será reiniciada com a mudança da locação, deixando de acompanhar o narcotráfico baseado na América do Sul para centrar a ação nos cartéis do México. A mudança foi tão radical que não repetirá mais os protagonistas das temporadas anteriores. Por isso, fez sentido tratar a produção como uma série diferente. As imagens e a sinopse divulgadas confirmam que a nova história será estrelada por Diego Luna (“Rogue One”) e Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”). Os dois trabalharam juntos anteriormente na cinebiografia dramática “Cesar Chavez” (2014), que Peña protagonizou e Luna dirigiu. Diz a sinopse oficial: “Ao deixar o território colombiano depois de três temporadas, ‘Narcos: México’ explora a origem da atual guerra do tráfico na região ao voltar às suas raízes, um período em que o universo das drogas mexicano era protagonizado por uma gangue desorganizada de produtores e traficantes independentes. A série mostra a ascensão do Cartel de Guadalajara nos anos 1980, quando Félix Gallardo (Diego Luna) assume o comando e une os traficantes para construir um império. Quando o agente do DEA (Drug Enforcement Administration, departamento de combate às drogas dos EUA) Kiki Camarena (Michael Peña) se muda da Califórnia com sua esposa e filho para assumir um novo cargo em Guadalajara, descobre rapidamente que sua tarefa será mais difícil do que poderia imaginar. À medida que Kiki se familiariza com os métodos de Félix e se envolve cada vez mais com sua missão, tem início uma série de acontecimentos trágicos que mudarão as regras do tráfico local e a forma como ele será combatido por muitos e muitos anos”. “Narcos: Mèxico” vai estrear em 2018, em data ainda não confirmada.

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    Atriz de Mulher-Maravilha entra na série The Walking Dead

    18 de julho de 2018 /

    A produção de “The Walking Dead” anunciou a escalação de mais uma integrante do grupo de Magna, que vai chegar em Alexandria na 9ª temporada. A atriz Eleanor Matsuura, que viveu uma das amazonas de “Mulher-Maravilha” e a Baronesa Chau na série “Into the Badlands”, será a intérprete de Yumiko, personagem importante na próxima “guerra total” da série, contra os Sussurradores. Ela se junta a Lauren Ridloff (“Sem Fôlego”), intérprete de Connie, a primeira personagem nova escalada – com a diferença que, na TV, Connie será surda. O grupo de Magna apareceu nos quadrinhos na edição seguinte ao desfecho da guerra contra Negan, que é exatamente o ponto em que a 8ª temporada foi encerrada. Yumiko é a namorada de Magna, formando o primeiro casal lésbico da publicação original em quadrinhos. A produção ainda não escalou Magna, a líder destas novas sobreviventes. A 9ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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    Astro de Game of Thrones investiga “Arquivo X real” no trailer de nova série de discos voadores

    18 de julho de 2018 /

    O canal pago History divulgou fotos e o primeiro trailer da série “Project Blue Book”, que dramatiza investigações reais sobre visões de discos voadores nos Estados Unidos. É uma espécie de “Arquivo X real”, baseada em casos documentados pelo astrônomo Josef Allen Hynek, considerado um dos pais da ufologia. Ele trabalhou com a Força Aérea dos Estados Unidos no chamado Projeto Livro Azul entre os anos 1960 e 1970, estudando a aparição de Objetos Voadores Não-Identificados (os famosos Óvnis) pelo país. Foi Hynek quem criou a famosa classificação em “graus” dos contatos imediatos entre humanos e alienígenas. O primeiro grau seria a identificação visual de OVNI; o segundo, uma reação física à suposta presença de alienígenas (carros sem energia, paralisia corporal, etc); e o terceiro grau, que batizou um célebre filme de Steven Spielberg, seria a comunicação direta com seres de outro mundo. Na série, o personagem real é vivido por Aiden Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). O elenco também destaca Neal McDonough (o Damien Darhk de “Legends of Tomorrow”) e Michael Harney (Sam Healy em “Orange Is the New Black”) como generais da Força Aérea, Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”) como o oficial encarregado de acompanhar o professor em suas investigações, e Laura Mennell (a Rebecca de “Van Helsing”) como a esposa de Hynek. “Project Blue Book” foi desenvolvida pelo roteirista estreante David O’Leary e cada episódio será baseado em casos reais, misturando teorias sobre discos voados e eventos históricos autênticos. Vale lembrar que estas mesmas investigações da Força Aérea americana já inspiraram uma série de ficção nos anos 1970, “Projeto U.F.O.”, que durou duas temporadas. A nova versão dos mistérios do Projeto Livro Azul tem produção do cineasta Robert Zemeckis, diretor da trilogia “De Volta ao Futuro”, e seus primeiros episódios trazem assinatura do diretor Robert Stromberg (de “Malévola”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Samantha! é renovada para a 2ª temporada em tempo recorde

    18 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Samantha!”, sua terceira série brasileira, em tempo recorde. A série estreou há apenas 12 dias na plataforma de streaming. A notícia surgiu com um vídeo postado no Instagram, que supostamente teria furado a estratégia de divulgação da empresa. Nele, Emanuelle Araújo aparece encarnando a sua personagem para dizer o que não deveria. “Bom, me pediram para não falar nada, mas é o seguinte: Eu sou fiel ao meu público, e eu que tinha que dar essa notícia para vocês. Se vocês querem, se vocês precisam de mim… ‘Samantha!’, 2ª temporada em 2019, na Netflix”, ela falou, baixinho, que era pra “ninguém ouvir” na Netflix. A plataforma completou o teatrinho com um post oficial, afirmando que “Samantha vazou a notícia sobre ela mesma”, com uma foto do vídeo, acompanhada pela legenda: “Samantha compromete estratégia de divulgação e anuncia segunda temporada antes da hora”. A brincadeira pode até ter um fundo de verdade, tamanha a rapidez com a que a notícia foi divulgada – duas semanas mais rápido que a média das renovações da Netflix. O fato é que a divulgação combina com o estilo da personagem, uma ex-estrela mirim dos anos 1980, que nunca superou a sua época nos holofotes e inventa os esquemas mais bizarros para tentar chamar atenção e relançar sua carreira. Esquemas que podem incluir furar a si mesma na Netflix. Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), a série é uma produção da empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga, e estreou em 6 de julho da Netflix. NOTÍCIA URGENTE para o meu público do coração! Vocês são a minha prioridade!!!! #SamanthaTemporada2 Uma publicação compartilhada por Samantha! (@samantharealoficial) em 18 de Jul, 2018 às 7:02 PDT

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    Better Call Saul vai alcançar os eventos de Breaking Bad em sua 4ª temporada

    18 de julho de 2018 /

    “Better Call Saul”, spin-off de “Breaking Bad” que funciona como um prólogo da série original, vai finalmente alcançar o período em que Walter White (Bryan Cranston) começa a ganhar proeminência na história. Segundo Vince Gilligan, que criou ambas as séries, a 4ª temporada de “Better Call Saul” terá pela primeira vez cenas passadas no mesmo período de “Breaking Bad”. Na cronologia desse universo ficcional, “Better Call Saul” começou sua história em 2002, enquanto “Breaking Bad” compreende o período entre 2008 e 2010. “É uma trama coadjuvante dessa temporada que nos coloca diretamente no território temporal de ‘Breaking Bad'”, disse Gilligan para a revista Entertainment Weekly. “Nós realmente mergulhamos de volta no mundo de Walter White. Eu mal posso esperar para os fãs verem isso”. Gilligan, claro, não quis revelar quais dos personagens de “Breaking Bad” voltarão a aparecer, além de todos os que já aparecem na série – como os vividos pelos protagonistas Bob Odenkirk (Jimmy/Saul), Jonathan Banks (Mike) e Giancarlo Esposito (Gus). Mas vale observar que Aaron Paul (Jesse) e Bryan Craston (Walter), os protagonistas da série original, voltaram a se encontrar nesta semana no velho trailer de “Breaking Bad”. A explicação para o reencontro foi uma campanha beneficente – veja o vídeo abaixo. Mas a coincidência é muito grande. A 4ª temporada de “Bettter Call Saul” tem estreia marcada para 6 de agosto na rede americana AMC. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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    Série baseada nas Crônicas Vampirescas de Anne Rice é encomendada pelo Hulu

    18 de julho de 2018 /

    Quase dois anos após o anúncio do projeto, a série baseada na saga literária de “As Crônicas Vampirescas” (The Vampire Chronicles), de Anne Rice, vai sair do papel. O serviço de streaming Hulu, responsável pelo sucesso de “The Handmaid’s Tale”, encomendou a 1ª temporada da atração. O projeto chegou a contar entre seus desenvolvedores com Bryan Fuller, criador de “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”, mas o produtor bateu seu próprio recorde para fazer o que tem feito nos últimos anos, abandonando mais uma produção – ele fez o mesmo com as duas últimas séries citadas neste parágrafo, além de “Amazing Stories” na Apple. Os leitores foram introduzidos primeiramente ao vampiro francês extravagante e filosófico do século 18, Lestat de Lioncourt, no primeiro romance da série, “Entrevista com o Vampiro” (1976), que foi adaptado para o cinema em 1994, com Tom Cruise no papel principal. O segundo volume, “O Vampiro Lestat” (1985), permanece inédito nos cinemas, mas o terceiro, “A Rainha dos Condenados” (1988), trouxe Stuart Townsend (“A Liga Extraordinária”) como uma versão roqueira de Lestat – cantando músicas de Jonathan Davis, da banda Korn – em 2002. A franquia literária possui mais de uma dezena de livros, que também abordam outros vampiros, como Armand, vivido por Antonio Bandeiras em “Entrevista com o Vampiro” (1994). Um dos mais recentes, “Príncipe Lestat”, foi publicado em 2014 para retomar a história principal, como uma continuação direta de “A Rainha dos Condenados”. A decisão de transformar os livros em série partiu da própria escritora. Ela postou uma mensagem em seu Facebook em novembro de 2016, anunciando ter recuperado os direitos das obras, cedidas para a Universal, e que pretendia transformar os livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Anne Rice e seu filho serão produtores da série, que será realizada pela Paramount Television e a produtora Anonymous Content, com quem assinaram um contrato há três meses. “É inegável que Anne Rice criou um paradigma, com o qual todas as histórias de vampiros são medidas. O rico e vasto mundo que ela criou com ‘As Crônicas Vampirescas’ é incomparável e sofisticado, com tons góticos dos anos 1990 que serão adequados perfeitamente para o público. A série é recheada de personalidades atraentes liderados por Lestat, indiscutivelmente um dos melhores personagens originais da literatura ou qualquer outra arte”, afirmou Amy Powell, presidente da Paramount TV, em comunicado da época da negociação. Os executivos agora buscam um showrunner para começar a escalar o elenco.

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  • Série

    Batwoman deve ganhar série própria após crossover do Arrowverse

    17 de julho de 2018 /

    A heroína Batwoman pode ganhar uma série interligada ao Arrowverse, o universo dos super-heróis da DC Comics que faz parte da programação da rede americana CW. A novidade foi divulgada após o canal anunciar que a personagem iria aparecer no crossover anual entre “The Flash”, “Arrow”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”. A ideia é aproveitar a audiência geralmente recorde desse tipo de evento como ponto de partida da nova série. Além das séries citadas, a rede CW ainda exibe “Black Lightning” com outro herói da DC Comics: Raio Negro. Todas as séries são produzidas por Greg Berlanti, que desenvolve mais duas atrações de super-heróis para o serviço de streaming DC Universe – “Titans” (dos Novos Titãs) e “Doom Patrol” (Patrulha do Destino). Caso o projeto emplaque, “Batwoman” será a 15ª série do produtor – não da carreira, mas – a ir ao ar em 2019. Um recorde histórico. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína. Os produtores estão atualmente em busca de uma intérprete para a personagem, que será lésbica assumida na série, assim como nos quadrinhos. A preferência é justamente por uma atriz que seja lésbica de verdade. Mas a lógica de escalação de elenco das demais séries da DC Comics também sugere uma atriz negra. Afinal, Batwoman é ruiva nos quadrinhos – e veja-se o que aconteceu com os ruivos Jimmy Olsen, Miss Marte, Iris Allen, Kid Flash/Wally West e até a vindoura Estelar em “Titans”. A introdução de Batwoman no crossover marcará a primeira vez que a heroína ganhará versão em carne e osso – na TV ou mesmo cinema. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que ela foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. É interessante reparar que esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. A heroína vai chegar à TV após a série “Arrow” fazer uma citação explícita a Gotham City – e Bruce Wayne – num episódio de outubro passado e após a passagem da policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) em “Supergirl”. Maggie e Kate Kane chegaram a noivar nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Avanços e retrocessos. A previsão de exibição do crossover é para dezembro nos Estados Unidos, e a aprovação da série de “Batwoman” vai depender da repercussão da história. No crossover passado, o Arrowverse introduziu o herói gay Ray, vivido por Russell Tovey (da série inglesa “Being Human”). E o personagem ganhou uma série animada.

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  • Filme,  Série

    Série animada Rugrats: Os Anjinhos vai ganhar revival televisivo e um filme com atores reais

    17 de julho de 2018 /

    A série animada “Rugrats: Os Anjinhos”, grande sucesso dos anos 1990, vai voltar à televisão e também ganhar um filme com atores reais. A atração clássica terá um revival no canal pago infantil Nickelodeon com uma nova temporada de 26 episódios inéditos, a cargo de seus criadores originais, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, que retomarão a produção interrompida em 2005. Um dos maiores sucessos do Nickelodeon, “Rugrats: Os Anjinhos” foi lançada em 1991 e inovou ao contar histórias sob o ponto de vista de um grupo de bebês. A produção também rendeu três longa-metragens animados, além do spin-off “Rugrats Crescidos” (2003–2008) que acompanhava os bebês originais na adolescência. “‘Rugrats’ é, sem dúvida, um dos desenhos animados mais célebres da história da TV, e estamos entusiasmados em apresentar a um público totalmente novo esses personagens icônicos em novas aventuras”, declarou Sarah Levy, presidente interina da Nickelodeon. “Ainda hoje as crianças são fascinadas com o mundo dos bebês, assim como quando a série original estreou em 1991. Mal podemos esperar para que os pequenos de hoje em dia conheçam Tommy, Chuckie e sua turminha”, completou a executiva sobre o projeto. Já ó filme com atores reais faz parte do projeto Paramount Players, uma divisão criada pela Viacom para explorar franquias de seu catálogo de produções. Ele será o terceiro projeto da Paramount Players derivado de uma série da Nickelodeon – após “Clube do Terror” (Are You Afraid of the Dark?) e “Dora, a Aventureira” (Dora the Explorer), que ganharão longas em 2019. A versão live action de “Rugrats: Os Anjinhos” está sendo escrita por David A. Goodman (da série animada “Uma Família da Pesada”) e teve estreia marcada para novembro de 2020.

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  • Série

    Atriz de Sem Fôlego dará vida à primeira personagem surda da série The Walking Dead

    16 de julho de 2018 /

    Os produtores de “The Walking Dead” revelaram a primeira novidade do elenco da 9ª temporada. A atriz Lauren Ridloff foi escalada para viver a personagem Connie, que é importante nos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia. Connie faz parte de um pequeno grupo de sobreviventes liderado por Magna, que chega à cavalo para viver em Alexandria exatamente na edição seguinte à derrota de Negan. A Connie da série será diferente da personagem dos quadrinhos, por ser surda e usar a linguagem de sinais para se comunicar. Isto poderá se provar um problema para a sobrevivência da personagem se a trama seguir os rumos da trama de Kirkman, durante a guerra contra os Sussurradores. Lauren Ridloff é realmente surda e já foi modelo, antes de ganhar projeção com a nova montagem de “Filhos do Silêncio”, na Broadway, pela qual foi indicada ao Tony Awards 2018. Ela também estrelou o filme “Sem Fôlego”, de Todd Haynes, no ano passado. A 9ª temporada de “The Walking Dead” vai estrear em outubro, em data ainda não revelada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.

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