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Série

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    Black Lightning: Pôster da 2ª temporada das aventuras de Raio Negro promete ação em alta voltagem

    31 de agosto de 2018 /

    A rede CW divulgou o pôster da 2ª temporada de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro da DC Comics. A imagem destaca o protagonista, sua família e o vilão Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III). A imagem também promete “ação em alta voltagem”, numa referência aos poderes do personagem criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977. Raio Negro tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas também começaram a manifestar superpoderes. A 2ª temporada terá que lidar com a eletricidade da filha caçula e marrenta do personagem, que além de ficar poderosa descobrirá que seu ex-namorado se transformou num supervilão. O ator Jordan Calloway (Chuck Clayton em “Riverdale”) foi promovido para o elenco fixo, após fazer aparições recorrentes como Khalil Payne, interesse romântico de Jennifer Pierce (China Anne McClain) até sua vida desmoronar após ficar paraplégico. Inconformado, ele decidiu se tornar leal a Tobias Whale em troca de uma “cura”, que o transformou no maligno Painkiller. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos pelos codinomes de Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo), Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson, o rapper Marvin ‘Krondon’ Jones III como o vilão Tobias Whale e Charlbi Dean Kriek (“Corrida Mortal 3”) como sua capanga top model Syonide. Embora não participe dos crossovers das outras séries de super-heróis da rede CW, a atração compartilha com “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia da 2ª temporada está marcada para 9 de outubro nos Estados Unidos.

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    Titans: Heróis ilustram novas imagens da série do DC Universe

    31 de agosto de 2018 /

    A plataforma DC Universe divulgou novas imagens promocionais de sua primeira série original, “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. As imagens trazem Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) em clima sombrio. A atmosfera reflete o arco dos quadrinhos em que a série se baseia, a origem dos Novos Titãs criados por Marv Wolfman e George Pérez em 1980, no qual o grande vilão é um demônio. Segundo a sinopse oficial, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis. Além dos citados, também fazem parte da série Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o grupo Patrulho do Destino, que vai ganhar um spin-off após a estreia em “Titans”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans” em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titans” foi desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear no DC Universe, novo serviço de streaming exclusivo da DC Comics, em 12 de outubro.

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  • Série

    Plataforma de streaming DC Universe será lançada no “Dia do Batman”

    30 de agosto de 2018 /

    A DC anunciou a data oficial de lançamento do seu aguardado serviço de streaming. A nova plataforma entra no ar em 15 de setembro, data em que também será celebrado o Dia do Batman, um evento anual em que vários produtos ligados ao principal super-herói da editora de quadrinhos são comercializados com preços especiais. Originalmente, o Dia do Batman era celebrado em 1 de maio, em comemoração à data da estreia do personagem nos quadrinhos, em 1939. A nova data é aleatória. Apesar do lançamento marcado para daqui a duas semanas, a primeira série inédita da plataforma só estará disponível um mês depois. A DC também anunciou que a estreia de “Titans”, adaptação dos quadrinhos dos Novos Titãs, ficou para 12 de outubro. Essa será apenas uma das novidades da plataforma de streaming, que terá séries animadas da Justiça Jovem (“Young Justice: Outsiders”) e da Arlequina (“Harley Quinn”), e séries live action da Patrulha do Destino (“Doom Patrol”), do Monstro do Pântano (“Swamp Thing”) e da heroína Sideral (Stargirl). Além disso, os assinantes terão acesso à séries e filmes clássicos da DC como a quadrilogia do Superman com Christopher Reeve, “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”, “Mulher-Maravilha” e as animações dos “Superamigos” e de Batman dos anos 1990, além dos lançamentos animados mais recentes da DC.

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  • Série

    Emmy Rossum anuncia saída da série Shameless

    30 de agosto de 2018 /

    A atriz Emmy Rossum anunciou no Facebook que vai sair da série “Shameless”, após nove temporadas vivendo a atarefada Fiona Gallaher. No longo post, ela despede-se do papel de filha e irmã mais velha, que vive desde 2011 na série mais longeva do canal pago americano Showtime, agradecendo fãs, colegas de elenco e equipe. “É difícil de pôr em palavras – sentimentos – , mas vou tentar”, começa seu texto, que não esclarece até que ponto ela estará envolvida na 9ª temporada, embora deixe subentendido que a produção deva continuar sem ela. “Até ‘Shameless’ entrar na minha vida, […] eu vivia a existência transitória e maravilhosa de um ator”, escreveu Rossum, citando como “pulava” de um set de filmagem a outro, trabalhando com uma equipe diferente a cada par de meses. “Eu nunca tinha percebido o quanto sentia falta de um senso de comunidade na minha vida. ‘Shameless’ me deu isso, e a todos nós na equipe. Temporada após temporada, era incrível como exatamente as mesas pessoas estavam de volta”. A atriz ainda comenta que é filha única e nunca teve uma grande família, como sua personagem na série. “Foi incrível observar as crianças crescerem e se tornarem seres humanos fortes, talentosos e independentes. Eu ensinei Emma [Kenney, a Debbie da série] a depilar as pernas. Eu estava lá quando Ethan [Cutkosky, o Carl] aprendeu a dirigir”, conta. “Esse tipo de estabilidade, esse tipo de família, fez com que eu me sentisse segura para crescer criativamente”. “Nós fizemos mais de 100 horas de televisão. Isso não é pouca coisa”, comenta, lembrando que a série chegará ao seu 100º episódio na 9ª temporada. “Há um estudo que diz que você demora 100 horas de convivência para se tornar amigo de alguém. Os Gallagher estão na vida das pessoas há 100 horas. Faz sentido. Podemos sentir a conexão de vocês, fãs, conosco e com esses personagens. É incrível estar no aeroporto, no restaurante, na rua, e ouvir um ‘oi, Fiona!'”. “A oportunidade de interpretar Fiona tem sido um grande presente. Há poucos personagens, femininos ou não, tão cheios de camadas e dinâmicos. Ela é uma leoa, corajosa, falha e sexualmente liberada. Ela é machucada, vulnerável, mas nunca desiste. Ela está vivendo em uma depressão econômica, mas se recusa a ficar deprimida. Ela é cheia de recursos, leal, brava”, exalta. “Eu sei que vocês continuarão sem mim, por enquanto. Há muito mais de histórias dos Gallagher para contar”, conclui a atriz. “Eu sempre vou torcer pela minha família. Tentem não pensar em mim como aquela que foi embora, mas sim aquela que se mudou para a casa vizinha”. Entretanto, apesar dessa afirmação da atriz, o canal Showtime ainda não anunciou a renovação da série para seu décimo ano de produção. Recentemente, a CBS decidiu cancelar “Big Bang Theory” a continuar sem seu protagonista, após Jim Parsons resolver não continuar na atração. Emmy Rossum é a principal protagonista de “Shameless”. O criador e produtor John Wells (que também é diretor de filmes como “Álbum de Família” e “Pegando Fogo”) esclareceu que Fiona terá uma grande despedida, “digna dos Gallegher”, no final da temporada, “que honre o grande trabalho que Emmy fez”. “É sempre agridoce quando um membro do grupo decide sair da casa proverbial, mas nossa porta sempre permanecerá aberta para Fiona voltar para casa para uma visita, ou para voltar. Espero continuar as histórias desse imprevisível família e todos nós em Shameless sentiremos falta de Emmy e de sua maravilhosa Fiona”, acrescentou, via comunicado. Vale lembrar que a atriz tinha ameaçado sair de “Shameless” há dois anos e a série só foi renovada para a 8ª temporada após ela receber aumento de salário e assinar novo contrato. A 9ª temporada estreia em 9 de setembro e será dividida em duas partes, com os sete episódios finais previstos para janeiro nos Estados Unidos. It’s a hard thing to put into words, feelings. But I’m going to try. This business is always an adventure, full of… Publicado por Emmy Rossum em Quinta-feira, 30 de agosto de 2018

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  • Série

    Novo vídeo de Super Drags garante: “Vai ter desenho de viado na Netflix, sim”

    30 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de sua primeira animação brasileira “Super Drags”, que tem o objetivo de deixar claro que não se trata de uma produção infantil. “Cês tão achando que eu tô com cara de Galinha Pintadinha?”, retruca a drag queen Vedete Champanhe (dublada por Silvetty Montilla), que faz o anúncio. “Vai ter desenho de viado na Netflix, sim, mas para maiores de 16 anos”, acrescenta, incluindo ainda informações sobre a capacidade oferecida pela plataforma de bloquear determinados programas para menores. “Não quer que os outros vejam? Bloqueia, coloca senha. Não sabe como faz? Joga no Google” (ou “Glugou”, como ela parece falar). “Super Drags” foi anunciada no fim de maio pela Netflix e rapidamente despertou a ira dos conservadores. Os protestos começaram nos Estados Unidos, onde uma entidade cristã lançou uma petição online para impedir que a série fosse exibida. “Encorajada pelo ‘orgulho gay’, a Netflix está lançando um programa voltado para crianças, onde homossexualidade e travestismo são o ponto focal”, reclama a petição. A ojeriza foi imitada no Brasil por duas outras entidades: a Sociedade Brasileira de Pediatria (“em defesa das futuras gerações”) e o Ministério Público Federal de Minas Gerais (para “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas”). A primeira emitiu um comunicado oficial de protesto contra a produção. A segunda enviou intimação e deu prazo para cumprimento, invadindo atribuições do Ministério da Justiça, como, por exemplo, a classificação etária. Segundo a sinopse oficial, a trama conta a história de três jovens que trabalham em uma loja de departamentos, mas, durante a noite, se transformam nas Super Drags, “prontas para salvar o mundo da maldade e da caretice, enfrentando um vilão desaplaudido a cada episódio”. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série terá cinco episódios e ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Punho de Ferro: Vídeo legendado de bastidores enaltece trabalho do novo coordenador de lutas da série

    30 de agosto de 2018 /

    Netflix divulgou fotos de bastidores e um vídeo legendado da 2ª temporada de “Punho de Ferro”, que mostra uma luta do herói vivido por Finn Jones. O material tem a função de enaltecer o trabalho do coordenador de dublês Clayton Barber. O profissional, que trabalhou em “Pantera Negra” e “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”, foi trazido para reforçar o aspecto considerado mais fraco da 1ª temporada. E, não por acaso, o novo trailer da série parece conter mais ação que todo o ano inaugural. Além de coordenar as lutas, Barber ganhou o crédito de diretor assistente nos novos episódios. Mas ele não é a maior novidade de bastidores de “Punho de Ferro”. A produção também ganhou um novo showrunner, Raven Metzner (produtor-roteirista de “Sleepy Hollow”), que entrou no lugar do fraco Scott Buck (de “Dexter”), após este sair para fazer “Inumanos” – definitivamente, a pior série da Marvel. Até o elenco foi reforçado. A nova temporada ainda vai introduzir mais uma personagem importante, Mary Tyfoid (Typhoid Mary, no original), interpretada por Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”). Nos gibis, Mary costuma aparecer mais como inimiga/amante do Demolidor. Ela possui poderes psiônicos, incluindo leve telecinesia e forte pirocinese (capacidade de provocar chamas), além de ser uma grande artista marcial. Geralmente, ela trabalha como assassina contratada pelo crime organizado e sofre com distúrbios mentais, que a fazem ter mais de uma personalidade. Com sua identidade de Mary Walker, ela é uma mulher tímida e pacifista. Já Tyfoid é aventureira, desinibida e violenta. E ainda há a personalidade de Bloody Mary, uma assassina sádica que odeia os homens. Os novos episódios chegam ao streaming no feriado de 7 de setembro.

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  • Série

    Cães de Berlim: Nova série alemã da Netflix ganha primeiro trailer legendado

    30 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou fotos e o trailer legendado da nova série alemã “Cães de Berlim” (Dogs of Berlin), que combina assassinato, investigação policial, futebol, apostas e drama racial. A trama acompanha dois detetives de personalidades opostas que, ao investigar um assassinato de uma famoso jogador de futebol, de descendência turca, esbarram na corrupção dentro da própria polícia e são arremessados em uma batalha territorial no submundo de Berlim. A série foi criada por Christian Alvart, diretor da sci-fi “Pandorum” (2009), que assina roteiros e direção dos episódios. O elenco, por sua vez, destaca Fahri Yardim (“O Médico”) e Felix Kramer (da série “Dark”, também da Netflix) como os protagonistas. “Cães de Berlim” estreia em 7 de dezembro em streaming.

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  • Série

    Big Mouth: Monstros hormonais atacam em teaser legendado para anunciar a estreia da 2ª temporada

    30 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou um teaser legendado da 2ª temporada da animação “Big Mouth”, com os “monstros hormonais” que atormentam os adolescentes, para divulgar a data de estreia dos próximos episódios. A série foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”) e Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). A 2ª temporada estreia em 5 de outubro.

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  • Série

    Franquia Star Trek será homenageada por seu impacto cultural com prêmio especial no Emmy 2018

    30 de agosto de 2018 /

    A franquia “Star Trek” será homenageada no Emmy 2018 com o Governors Award, prêmio honorário da Academia de Televisão, criado em 1978 para reconhecer “contribuições culturais de caráter universal e excepcional” dentro do mundo da TV. Vencedores anteriores incluem o reality show “American Idol”, o especial anual beneficente “Comic Relief” e o programa de peças teatrais “Masterpiece Theater”. “‘Star Trek’ é a primeira série que eu me lembro de assistir quando criança”, comentou Mark Spatny, diretor do Governors Award, em um comunicado oficial. “Ela sempre esteve à frente do seu tempo. Não só todas as encarnações da série promoveram inclusão e aceitação, além de inspirarem o pensamento criativo e a exploração espacial, como suas inovações técnicas foram muito significativas para a evolução da televisão como um todo”. Criada em 1966 por Gene Roddenberry, a “Star Trek” original (ou “Jornada nas Estrelas”, para os fãs brasileiros) começou um fenômeno cultural que já produziu mais de 700 episódios de televisão e conquistou 30 prêmios do Emmy, estendendo-se por meio século de produção. O pioneirismo de “Star Trek” começava na escalação do elenco, que trazia personagens de todas as etnias, gêneros e (mais recentemente) sexualidades em posições de destaque e autoridade – incluindo os inesquecíveis Sr. Sulu, vivido por George Takei, a Tenente Uhura, de Nichelle Nichols e até o alienígena Sr. Spock, de Leonard Nimoy. Mais forte que nunca, a franquia segue sua jornada agora em streaming com “Star Trek: Discovery”, disponibilizada pela Netflix no Brasil. Além disso, terá uma nova série derivada de “A Nova Geração, focada no Capitão Picard, e continua a render filmes. Até Quentin Tarantino planeja um projeto para a saga espacial. O prêmio à franquia será entregue durante a cerimônia dos Emmys Criativos, que acontecerá em 8 de setembro nos Estados Unidos. Trata-se de uma premiação prévia dedicada aos profissionais dos bastidores dos programas de TV, como editores, maquiadores e dublês, realizada uma semana antes do evento televisado do Emmy.

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  • Filme,  Série

    Filme de Tarantino e série de David Fincher terão mesmo ator no papel de Charles Manson

    30 de agosto de 2018 /

    O ator australiano Damon Herriman (da série “Justified”) vai viver o psicopata Charles Manson em duas produções diferentes. Ele foi escalado como o líder do culto que assassinou a atriz Sharon Tate e outras vítimas no novo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon a Time in Hollywood”, e também na 2ª temporada de “Mindhunter”, série produzida e dirigida por David Fincher. Apesar da coincidência, as produções retratarão Manson em fases diferentes. O filme de Tarantino se passa em 1969, anos dos assassinatos brutais, enquanto a série de Fincher irá mostrar o psicopata após uma década de prisão. O papel de cinema foi confirmado pela Sony. Já a participação na série foi apurada pelo site Collider, sem confirmação da Netflix. Mas coincide com informações anteriores, de que a 2ª temporada investigaria os assassinatos de crianças de Atlanta, que aconteceram entre 1979 e 1981. Além de Manson, a trama deve mostrar outros psicopatas famosos, como Son of Sam e o BTK Killer, que apareceu na 1ª temporada, embora sem ser mencionado por seu pseudônimo. Segundo o Collider, a produção de “Mindhunter” escalou Herriman para o papel antes de Tarantino. Isto indica que o diretor estava ciente da coincidência e não se importou. No filme, ele vai aparecer liderando a seita conhecida como a Família, composta principalmente por mulheres hippies, que para agradar o líder invadiram uma mansão para matar um produtor musical que teria prejudicado a carreira de Manson como cantor. Era a casa errada. Mas a chacina aconteceu assim mesmo. Charles Manson foi preso em novembro de 1969, meses depois do assassinato de Sharon Tate, atriz e esposa do cineasta Roman Polanski, que visitava amigos em seu oitavo mês de gravidez. Ele permaneceu na cadeia até sua morte, em novembro de 2017, aos 83 anos. A atriz Margot Robbie (“Eu, Tonya”) viverá Sharon Tate e o polonês Rafal Zawierucha (visto em “Afterimage”) interpretará Polanski no longa de Tarantino, que tem previsão de lançamento para agosto de 2019. Já a estreia da 2ª temporada de “Mindhunter” ainda não foi anunciada.

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  • Etc,  Série

    Clayne Crawford diz que foi chantageado pelos produtores de Máquina Mortífera

    30 de agosto de 2018 /

    O ator Clayne Crawford ressurgiu após ser demitido da série “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, acusado de ter um comportamento tóxico entre seus colegas e ter sido duramente criticado pelo outro protagonista, Damon Wayans. E resolveu contra-atacar. Depois de declarações genéricas e um longo silêncio, Crawford soltou o verbo no podcast “Drinkin’ Bros.”, de Ross Patterson. Em sua primeira entrevista após a demissão, ele afirmou que foi chantageado para ficar em silêncio e que seu relacionamento com Wayans no set sempre foi ruim. “Eles me chantagearam durante a 2ª temporada inteira. Foram meses e mais meses”, disse ele. As ameaças envolveriam a divulgação de vídeos de seu comportamento nos bastidores. “Era um programa de b*** pra mim. Eu sentia que eles estavam mentindo dizendo que Damon estava empolgado”, alegou, dizendo que sentia que tudo estava sendo armado para que as coisas dessem errado para ele. Em um dos casos que culminaram em sua demissão, Crawford dirigiu uma cena onde havia uma explosão e um dos estilhaços atingiu Wayans, que ficou com a cabeça sangrando. Em outro episódio, o ator foi acusado de gritar com um assistente, além de pedir silêncio para crianças perto do set de gravação. “Essa é uma mentira. Claramente eu gritei com Newman [o assistente], o cara cujo trabalho é fazer o set ficar em silêncio. Fiz uma escolha ruim? Absolutamente. Eu me sinto envergonhado porque eu estava muito bravo. Estávamos filmando uma cena de três páginas há oito horas”, afirmou. O ator também reclamou da falta de apoio dos produtores da série para resolver esses problemas. “Essas coisas aconteciam e eu ia reclamar. Quando apareceu o vídeo [dos gritos com o assistente], toda vez que eu falava alguma coisa eles diziam que aquilo iria arruinar minha carreira. Quando tudo aquilo aconteceu eu tive que dar metade do meu salário e passei seis semanas em terapia, que fazia na hora do almoço. Um segurança tinha que me acompanhar para fora do meu camarim. Era humilhante”, continuou. Com o relacionamento com a produção em declínio, além das brigas com Wayans, Clayne acabou demitido. “Eu não esperava que eles fossem se livrar de mim”, disse, provavelmente considerando que interpretava Martin Riggs, personagem vivido por Mel Gibson na franquia cinematográfica homônima, sem o qual a série se desvincularia dos filmes. “Imaginei que dariam um alerta. Mas eles estavam dando mais corda para eu mesmo me enforcar. Eu acho que o fato de eu ter tido sucesso como diretor estava enfurecendo eles”, completou. Crawford foi substituído por Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco da 3ª temporada, que estreia em 25 de setembro. O novo ator foi imediatamente elogiado por Wayans.

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  • Etc,  Série

    Disney vai acabar com a Fox no Brasil? É mais provável o canal Sony sair do ar

    29 de agosto de 2018 /

    Desde que a Disney comprou a 21st Century Fox, as especulações a respeito do destino do espólio adquirido pelo CEO Robert Iger tem sido alvo de muita boataria. No Brasil, pitonisas vem alimentado profecias apocalípticas sobre o final dos canais Fox no Brasil. Um blogue de prestígio chegou a trazer declarações fulminantes de sacerdotes do deus mercado, para comprovar como o fim está próximo para o mundo Fox. Sete anos, previram os abutres, como numa maldição de terror japonês. E o terror se espalhou como praga em vários outros sites que resolveram alimentar o pânico. Toda essa fumaça trata-se, na verdade, de estratégia da oposição. Várias empresas rivais, da Globosat à Warner Media, entraram como partes interessadas no processo de fusão da Disney e Fox, chamado Ato de Concentração, que corre no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Para a Globosat, dona da Sportv, a provável fusão dos canais ESPN (da Disney) e Fox Sports é a maior ameaça já vista à sua hegemonia no segmento de esportes da TV paga. Empresas que vendem pacotes de TV, como Vivo, Claro e Sky, também receiam perder canais, o que geraria problemas com assinantes e, por isso, também torcem pela manutenção do status quo. Quem menos tem poder de interferência nesse negócio são as distribuidoras de cinema, como Warner e UIP, uma vez que a fusão dos estúdios não deve alterar a forma como os filmes chegam ao mercado, mas igualmente torcem contra o crescimento de um rival. Portanto, considere toda e qualquer profecia impressa ou blogada, especialmente com frases de “especialistas” anônimos, como campanha de parte interessada. Manipular a opinião pública com medo e paranoia é uma estratégia clássica para se influenciar rumos desejados. E são, como se pode reparar, muitos e poderosos os interesses contrários a esse negócio. O que existe, até o momento, é o processo aberto em 20 de julho junto ao CADE. Em sua apresentação, o documento do representante jurídico da fusão pede aprovação sem restrição, usando os seguintes argumentos: “A Operação não reduzirá a concorrência no setor, não criará ou reforçará posição dominante e nem acarretará a criação de monopólio no Brasil ou no exterior. A dinâmica concorrencial dos mercados relevantes não será afetada de maneira significativa em razão da Operação Proposta. Os mercados permanecerão altamente competitivos com ou sem a fusão das atividades das Partes. Na verdade, a Operação Proposta deverá ser benéfica aos consumidores em razão das esperadas sinergias que serão criadas com a melhora da habilidade das Partes na produção de conteúdo e na oferta de novas formas de distribuição aos consumidores (por exemplo, serviços direct-to-consumer), além das eficiências que deverão ser geradas com a redução dos custos”. O texto, por sinal, praticamente confirma o lançamento no Brasil de serviços de streaming planejados pela Disney. A questão dos canais esportivos Fox Sports e ESPN é um caso a parte, uma vez que esta fusão não ocorrerá nos Estados Unidos, onde a Fox Sports permanecerá no grupo da provisoriamente chamada New Fox, ao lado da Fox News e da própria rede Fox. Entretanto, o mesmo não parece estar previsto para o mercado internacional. Assim sendo, não faz sentido a Disney preservar o canal Fox Sports, que pertence a um rival nos Estados Unidos. A ESPN tende mesmo a virar a marca dominante dos esportes, inclusive com o lançamento de seu serviço de streaming no Brasil. Ele já existe nos Estados Unidos e mantém completamente separadas as ofertas de esportes das demais atrações da Disney. Esta é a única parte com fundo de verdade nas profecias, mas não configura o cenário apocalíptico desenhado. O CEO da Disney já disse que pretende manter os canais FX e Nat Geo nos Estados Unidos. Isto porque a Disney não tem equivalentes em seu portfólio de canais. A empresa comprou a Fox justamente para ampliar sua oferta de conteúdo. E este é exatamente o caso do canal pago Fox no Brasil. A Disney não tem uma rede ABC brasileira. Tanto que as séries exibidas na ABC acabam indo para o canal pago Sony. A verdade é que não há, entre o Disney Channel, Disney XD e Disney Junior, um canal para abrigar as séries da Fox. A emissora até poderia mudar de nome – o que nunca aconteceu com as empresas compradas pela Disney, da Pixar à Lucasfilm – , mas seu conteúdo continuará a ser abrigado em algum lugar. A menos que ingênuos acreditem que a Disney investiu US$$ 71,3 bilhões na Fox só para jogar fora o que comprou. Tem mais. Além de todas as produções da 21st Century Fox, o negócio de Iger também inclui percentagens no serviço de streaming Hulu e na rede britânica de canais pagos Sky. Ambos também produzem séries. Conteúdo que chegava ao Brasil via Fox Premium. E que deverá continuar chegando por algum lugar. Só não chegará pelo futuro serviço de streaming da Disney. Embora o projeto esteja sendo mantido em relativo sigilo, os primeiros produtos anunciados revelam que se trata de uma plataforma para público juvenil. Até “Os Simpsons” parecem ousados perto de séries de “Star Wars”, “Monstros S.A.” e telefilme de “A Dama e o Vagabundo”. Assim, duvide bastante de quem escrever ou usar aspas de alguém “de peso” do mercado sobre o final da Fox no Brasil. É (muito provavelmente) mentira. Entretanto, se algum executivo da Sony disser que o canal pago pode acabar, caso a Disney decida tirar suas séries de lá para colocar na Fox, bem… pode acreditar.

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  • Série

    Mr. Robot vai acabar na próxima temporada

    29 de agosto de 2018 /

    A premiada série “Mr. Robot” vai concluir sua trama em sua próxima temporada, a 4ª da produção. A decisão foi tomada pelo criador da atração, Sam Esmail. Cada vez mais envolvido com diferentes projetos, ele chegou a considerar um quinto ano, mas conforme discussões com os roteiristas avançaram, a conclusão lógica foi estender a quantidade de episódios da 4ª temporada para encerrar a série sem prolongar demais o encaminhamento da conclusão. Os últimos episódios começarão a ser gravados nos próximos meses e serão lançados apenas em 2019. Com isso, a série ficará mais de um ano fora do ar. A 4ª temporada foi anunciada em dezembro do ano passado pelo canal pago americano USA Network. Originalmente, teria apenas oito episódios, já prevendo a complicada agenda de Esmail, que além de ser showrunner, produtor e roteirista, também dirige todos os capítulos. Mas após reavaliação, a produção foi aumentada e agora terá 12 episódios, de forma a concluir toda a história pendente. “Quando criei o mundo de ‘Mr. Robot’, pensei que seria uma série de televisão de nicho com um número pequeno de seguidores. Nos últimos três anos, se tornou muito mais do que isso, e estou muito agradecido pelo reconhecimento recebido pela série e pelo trabalho incrível do elenco e da equipe, incansáveis na missão de dar vida à minha visão”, comentou Esmail em comunicado oficial. “Desde o primeiro episódio, já tinha a nossa conclusão em mente – e, ao planejar esta 4ª temporada, decidi que era hora de realizá-la. Ninguém na equipe criativa, incluindo o pessoal da emissora USA, queria dizer adeus, mas todos nós respeitamos a jornada de Elliot o bastante para não arrastá-la além de seu final inevitável. Por isso, a 4ª temporada será o nosso último capítulo. Aos fãs da série: obrigado pelos últimos anos, e mal posso esperar para dividir a última temporada com vocês”, completou o criador. “Mr. Robot” ajudou o canal USA a ganhar prestígio em meio ao competitivo mercado de séries dos Estados Unidos. O protagonista, Rami Malek, venceu um Emmy pela atuação na 1ª temporada, enquanto o coadjuvante Christian Slater conquistou um Globo de Ouro. No Brasil, a série é exibida no canal à cabo Space. Esmail continuará trabalhando em séries. Ele criou “Homecoming”, estrelada por Julia Roberts, que estreia na Amazon no próximo dia 2 de novembro, está trabalhando numa minissérie baseada na pioneira sci-fi “Metrópolis” (1927), de Fritz Lang, e ainda escreve um filme sobre o Triângulo das Bermudas, que pretende dirigir.

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