Elenco de Demolidor se despede dos fãs da série nas redes sociais
Parte do elenco de “Demolidor” foi ao Twitter se despedir dos fãs da série. Os atores Deborah Ann Woll (intérprete de Karen Page), Vincent D’Onoffrio (Wilson Fisk), Jay Ali (agente Ray Nadeen), Geoffrey Cantor (o editor Mitchell Ellison), Peter Halpin (Theo Nelson, o irmão de Foggy) e Amy Rutberg (Marci Stahl, a namorada de Foggy), além de Chris Brewster, o dublê do Demolidor, compartilharam sua tristeza diante da notícia. “Tão triste que não pudemos continuar essa história”, lamentou Woll. “Principalmente, vou sentir falta de ver meus amigos todos os dias. Obrigado a todos que contribuíram com esta série ao longo dos anos”, completou. “Demolidor está cancelado na Netflix. Mas continua por aí, manchado de sangue e firme sob a luz do luar”, descreveu D’Onoffrio. “Tão triste saber que ‘Demolidor’ chegou ao fim. Fui tão afortunado de poder participar dessa série incrível e trabalhar com esse incrível elenco e equipe. Um experiência que nunca vou esquecer”, comentou Ali. “Muito triste ouvir isso. Me sinto agradecido por essas três temporadas, pelos amigos que fiz”, lamentou Cantor. “Dolorido”, descreveu Halpin. “Participar da série foi uma experiência que mudou minha vida”, completou. “Bem, depois de quatro anos do projeto mais incrível que eu já participei, eles cancelaram ‘Demolidor’. Eu definitivamente não estava pronto para aposentar os chifres, mas sou muito grata a Marvel”, ponderou Brewster. “Mas que jeito incrível de ir embora”, acrescentou Rutberg. “Vou sentir falta de Marci, mas fico feliz por ter participado desse mundo”. Vale lembrar que Charlie Cox, o intérprete de Matt Murdock, o Demolidor, não usa as redes sociais. A notícia do cancelamento foi anunciada pela Netflix na noite de quinta-feira, poucas semanas depois da plataforma de streaming ter cancelado “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. Veja os tuítes originais abaixo. I’m so sad that we won’t be continuing this story. Mostly I’ll miss seeing the friends I’ve made everyday. Thank you to every person who contributed to this series over the years. And to @erikoleson because of you we are going out on a high. @Daredevil #Daredevil pic.twitter.com/aVmXu1UwFu — Deborah Ann Woll (@DeborahAnnWoll) 30 de novembro de 2018 .@Daredevil @netflix canceled. Yet Daredevil is still out there blood stained high up poised in the moonlight. Movement below him on the street. A flash of white moving through the sea of darkness Hell's Kitchen. This image folds into a black suburban screeching into the night. pic.twitter.com/w4zhLwPLse — Vincent D'Onofrio (@vincentdonofrio) 30 de novembro de 2018 So Sad to hear the end of @Daredevil.I was so lucky and fortunate to be apart of this amazing show and work with such an amazing cast and crew. An experience I will never forget. Thank you for all the love and support from the fans. You are the best. Until next time. — Jay Ali (@JayAliUK) November 30, 2018 So sad to hear this. So grateful for the 3 seasons & the friends I’ve made. @AmyRutberg #petermcrobbie @JayAliUK @roycejohnson74 #StephenRider #EldenHenson #CharlieCox #PeterHalpin & of course the amazing @DeborahAnnWoll @netflix @Daredevil @Marvel thanks @erikoleson https://t.co/WkUxY9YdMi — geofcantor (@geofcantor) November 30, 2018 Heartbroken and surprised. But what a helluva way to go out! Thank you @stevendeknight and @erikoleson . I will miss Marci terribly but so proud to have played in your world. #Daredevil @Daredevil pic.twitter.com/mGCUbokaoF — Amy Rutberg (@AmyRutberg) November 30, 2018 Gutted @Daredevil has been canceled!It has bin a life changin experience 4 me-grateful 2 hav played opposite such stars in 1 of d most popular shows on @netflix & the @marvel universe!Thank u 2 d best fans in the world!The wizardry of @erikoleson ensured we went out with a BANG!! pic.twitter.com/GSB5nbNOij — Peter Halpin (@RealPeterHalpin) November 30, 2018 Well after 4 years of the most incredible project I’ve ever been a part of, they cancelled Daredevil. I definitely wasn’t ready to hang up the horns yet, but I am so grateful to #marvel,… https://t.co/7DnygO1yFJ — Chris brewster (@ninjabrewski) November 30, 2018
Roteiristas de Demolidor foram surpreendidos pelo cancelamento da série
Embora parte da mídia previsse, o cancelamento de “Demolidor” foi uma surpresa para os roteiristas e produtores. Foi o que afirmou Sam Ernst, que entrou na equipe da série na 3ª temporada, em um tuíte postado nesta sexta-feira (30/11). “Cara, é tão estranho estar na sala de roteiristas de ‘Demolidor’ hoje, recebendo a notícia de que fomos cancelados”, escreveu. “Nas paredes, tínhamos toda a 4ª temporada planejada – e era tão legal!”. Ernst ainda disse que o quarto ano da série teria muitos momentos que os roteiristas estavam ansiosos para mostrar aos fãs. A notícia do cancelamento foi anunciada pela Netflix na noite de quinta-feira, poucas semanas depois da plataforma de streaming ter cancelado “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fim das séries de super-heróis da Marvel na Netflix é um duro golpe para os fãs, que se encantaram com suas narrativas mais violentas que o costume. Todas as três séries foram canceladas após apresentarem suas melhores temporadas, deixando o público desconsolado. No caso de “Demolidor”, a decisão é especialmente difícil de aceitar, considerando que a 3ª temporada da série representou um dos maiores avanços criativos e de qualidade de todo o universo compartilhado dos heróis no streaming. Há relatórios não oficiais que apontam queda na audiência de todas as séries da Marvel, mas a Netflix mantém seus números em segredo. Entretanto, é bem provável que, com o aumento desmedido de oferta, não apenas as produções de super-heróis, mas todas as séries da plataforma tenham perdido público, já que o ritmo de lançamentos do serviço atingiu o ponto da autofagia, com um volume excessivo de séries e filmes que competem entre si pela atenção dos assinantes. De todo modo, chama atenção as séries da Marvel serem canceladas após a Disney anunciar seus planos para seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Afinal, elas compartilham o mesmo universo dos filmes dos Vingadores, que vão ganhar séries derivadas no Disney+ (Disney Plus). Os cancelamentos poderiam ser retaliação. Por esse raciocínio, a Neflix já planejaria o cancelamento de “Jessica Jones” e “Justiceiro” após exibir as temporadas encomendadas. Vale observar, ainda, um detalhe do anúncio de cancelamento, que incluiu a ressalva de que “o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”. Isto ecoa mensagens anteriores, como, por exemplo, a frase “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”. Embora seja difícil imagens esses “heróis de rua” no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, o estúdio pode ter planos de aproveitar os personagens em outros locais, como a plataforma Hulu, a rede ABC ou até mesmo o canal pago FX. A Marvel ainda não se manifestou. Man, so weird to be in the Daredevil writers room today, getting the news that we're cancelled. On the walls were an entire season 4 laid out – and it was so f***g cool. So many moments we wanted the fans to see… Sigh, this business. — Sam Ernst (@havensam) 30 de novembro de 2018
Warner vai investigar criador da série do herói Raio Negro após denúncias de estupro e violência
A WBTV (Warner Bros. Television) abriu uma investigação interna contra Salim Akil, o produtor de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro da DC Comics, após ele ser processado por uma suposta ex-amante. A atriz Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusa o produtor de violência doméstica, estupro e por roubar-lhe a ideia de uma série. O estúdio também produz “Love Is_”, no canal pago OWN, que Brenner diz ser plágio de um roteiro dela. Elenco e membros da equipe das duas séries serão entrevistados pelo departamento de RH da WBTV. Segundo apurou o site The Wrap, a Warner nunca recebeu nenhuma reclamação sobre o comportamento de Akil no set, e que o produtor deve continuar trabalhando enquanto a investigação é realizada. Como a acusação foca problemas fora do ambiente de trabalho, a situação é bem diversa daquela que levou à demissão de Andrew Kreisberg, produtor de “The Flash”, “Supergirl” e “Arrow”, no final do ano passado. Kreisberg chegou a ser suspenso durante as investigações, após múltiplas alegações de assédio sexual nos bastidores das produções da WBTV. 19 homens e mulheres, que permaneceram anônimos, acusaram o produtor executivo de má conduta sexual, incluindo toques inadequados, que envolveram funcionários da produtora. Amber Dixon Brenner afirmou que iniciou um caso com Salim Akil há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter sido roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Brenner afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. E que após mostrá-lo para Salim, ele o copiou na série “Love Is_” sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processa também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW.
Netflix cancela a série do Demolidor após a 3ª temporada
A Netflix anunciou o cancelamento da série do herói Demolidor (Daredevil) ao final de sua 3ª temporada. “’Demolidor’ não voltará para uma 4ª temporada na Netflix. Estamos tremendamente orgulhosos da temporada final da série, e ainda que seja doloroso para os fãs, sentimos que é melhor encerrar a série em uma nota alta. Somos gratos ao showrunner Erik Oleson, aos roteiristas da série, à equipe estelar e o elenco incrível incluindo Charlie Cox como o próprio Demolidor, e somos gratos aos fãs que nos apoiaram ao longo dos anos. Mesmo que a série da Netflix tenha acabado, as três temporadas existentes permanecerão no serviço por anos, enquanto o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”, disse a Netflix em comunicado. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fim das séries de super-heróis da Marvel na Netflix é um duro golpe para os fãs, que se encantaram com suas narrativas mais violentas que o costume. Todas as três séries foram canceladas após apresentarem suas melhores temporadas, deixando o público desconsolado. No caso de “Demolidor”, a decisão é especialmente difícil de aceitar, considerando que a 3ª temporada da série representou um dos maiores avanços criativos e de qualidade de todo o universo compartilhado dos heróis no streaming. Há relatórios não oficiais que apontam queda na audiência de todas as séries da Marvel, mas a Netflix mantém seus números em segredo. Entretanto, é bem provável que, com o aumento desmedido de oferta, não apenas as produções de super-heróis, mas todas as séries da plataforma tenham perdido público, já que o ritmo de lançamentos do serviço atingiu o ponto da autofagia, com um volume excessivo de séries e filmes que competem entre si pela atenção dos assinantes. Também chama atenção as séries da Marvel serem canceladas após a Disney anunciar seus planos para seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Afinal, elas compartilham o mesmo universo dos filmes dos Vingadores, que vão ganhar séries derivadas no Disney+ (Disney Plus). Os cancelamentos poderiam ser retaliação. Por esse raciocínio, a Neflix já planejaria o cancelamento de “Jessica Jones” e “Justiceiro” após exibir as temporadas encomendadas. De todo modo, chama atenção no anúncio do cancelamento a ressalva de que “o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”. Ela ecoa mensagens anteriores, como, por exemplo, a frase “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”. Embora seja difícil imagens esses “heróis de rua” no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, o estúdio pode ter planos de aproveitar os personagens em outros locais, como a plataforma Hulu, a rede ABC ou até mesmo o canal pago FX. Vale lembrar que a ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos da Netflix.
Criador da série do herói Raio Negro é acusado de estupro, violência e roubo por suposta amante
O produtor-roteirista Salim Akil, criador de “Black Lightning”, a série do herói Raio Negro, da DC Comics, está sendo processado por uma atriz que alega ter sido sua amante. Amber Dixon Brenner (do filme “Selvagens”) acusa Salim de violência doméstica, estupro e violação de direitos autorais. A jovem afirmou que iniciou um caso com Salim há dez anos e que estiveram juntos até ano passado, apesar dele ser casado. Durante este tempo, segundo ela, o produtor a agrediu inúmeras vezes e ainda a forçou a fazer sexo oral nele em múltiplas ocasiões. Apesar dos dez anos de alegado relacionamento, ela busca, ao final da relação, uma compensação pelos abusos sofridos e, supostamente, por ter sido roubada pelo produtor. Segundo os documentos oficiais, Amber afirma que escreveu em 2016 um roteiro chamado “Luv & Perversity in the East Village”, baseado no relacionamento abusivo entre eles. A história, de acordo com ela, fala sobre “uma jovem atraente e negra do mundo do entretenimento que se apaixona por um homem dominante e agressivo e vê sua vida virar de cabeça para baixo.” Amber mandou o roteiro para (o abusivo?) Salim, que gostou tanto da ideia que a copiou na série “Love Is_”, produzida para o canal pago OWN, sem lhe dar nenhum crédito ou compensação. Ela processa também o canal OWN por direitos da ideia roubada, e acrescenta estresse emocional à ação por abuso movida contra o produtor. Salim Akil é casado há 20 anos com Mara Brock Akil. O casal compartilha os créditos pela criação de “Love Is_”, bem como por “Black Lightning” na rede americana CW. Este é segundo escândalo que envolve um showrunner no universo televisivo da DC Comics criado por Greg Berlanti. Um ano atrás, a WBTV (Warner Bros Television) demitiu Andrew Kreisberg, produtor de “The Flash”, “Supergirl” e “Arrow”, após múltiplas alegações de assédio sexual. 19 homens e mulheres, que permaneceram anônimos, acusaram o produtor executivo de má conduta sexual, incluindo toques inadequados, que ocorreram durante vários anos.
ONG americana acusa nova série da Netflix de “promover o tráfico sexual”
Mais uma série internacional da Netflix despertou polêmica com organizações conservadoras nos Estados Unidos antes de estrear. Depois de um grupo conservador religioso criar caso com a animação brasileira “Super Drags”, é a vez da minissérie italiana “Baby” ser alvejada por protestos, desta vez de uma ONG que trabalha contra a exploração sexual. A National Center on Sexual Exploitation, cujo objetivo é “expor as ligações entre todas as formas de exploração sexual”, acusou a plataforma de “promover o tráfico sexual”. Dawn Hakins, diretor executivo da ONG, diz que os executivos da Netflix estão “completamente fora do tom” e que a plataforma está “priorizando o lucro em cima das vítimas de abuso”. “Erik Barmack, vice-presidente de conteúdos internacionais da Netflix, descreveu o show como ‘ousado’. Não há nada ousado sobre explorar a sexualidade de menores de idade”, disse Hawkins em comunicado. “Esta série glamouriza o abuso sexual e banaliza a experiência de inúmeras mulheres e homens menores de idade que sofreram com o tráfico sexual”, completou. “Baby” é baseada numa história real, que ficou conhecida na mídia italiana como o caso de Baby Squillo. Em 2013, foi revelado que o ex-policial Mauro Floriani, marido de Alessandra Mussolini, a neta do ex-ditador fascista, comandava um esquema de prostituição com garotas entre 14 e 16 anos. Contratadas para entreter clientes importantes durante festas, elas ganhavam milhares de euros para comprar roupas de grifes famosas e celulares de última geração. A série acompanha duas garotas em situações como as do escândalo real, alternando seu cotidiano entre os dias na escola e as noites nas baladas. Dirigido pelos cineastas Andrea De Sica (I Figli della Notte”) e Anna Negri (“Riprendimi”), com Benedetta Porcaroli (“Quando Basta”), Alice Pagani (“Loro 1” e “2”), Isabella Ferrari (“A Grande Beleza”), Claudia Pandolfi (“A Primeira Coisa Bela”) e outros atores italianos, a minissérie terá 6 episódios e estreia nesta sexta-feira (30/11) na Netflix.
Blade Runner vai virar série animada do criador de Cowboy Bebop
A franquia “Blade Runner” vai virar série de animação. O canal americano Adult Swim anunciou nesta quinta-feira (29/11) que vai produzir “Blade Runner: Black Lotus”, produção animada que se passará no período de tempo entre o filme clássico de Ridley Scott, de 1982, e sua continuação “Blade Runner 2049”, dirigida por Dennis Villeneuve no ano passado. A série será composta de 13 episódios e se passará no ano de 2032. Os detalhes da trama ainda não foram divulgados, mas personagens familiares da franquia devem aparecer na produção. Vale lembrar que este não é o primeiro projeto animado de “Blade Runner”. A Warner produziu três curtas como prólogo para o filme do ano passado e um deles era um desenho dirigido por Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. Watanabe é justamente o produtor do novo projeto. Ele vai trabalhar com outros dois mestres do anime, Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”), que vão dirigir os episódios. Por conta do envolvimento dos artistas japoneses e a inevitável estética anime que marcará a produção, a plataforma Crunchyroll, especialista em animes, vai distribuir a série internacionalmente para o mercado de streaming. Ainda não há previsão de estreia. Aproveite e (re)veja abaixo o anime de Shinichirô Watanabe, intitulado “Blade Runner 2022: Black Out”, que deve servir de molde para a série animada.
Maisie Williams vai participar do painel de Game of Thrones na Comic Con Experience
O canal pago HBO confirmou a vinda da atriz Maisie Williams ao Brasil para falar sobre “Game of Thrones” na Comic Con Experience 2018. O anúncio foi feito no Twitter oficial da HBO Brasil. Veja a mensagem original abaixo. Os produtores-roteiristas passarão pelo evento para discutir a 8ª e última temporada de “Game of Thrones”, que estreia em abril no canal pago. Além dela, o painel da atração vai contar com o ator John Bradley, que interpreta Samwell Tarly na série, e os produtores-roteiristas David Benioff e D.B. Weiss, que criaram a atração e dirigem seu último episódio. E vale lembrar que Sophie Turner, a Sansa Stark, também estará no evento para divulgar “X-Men: Fênix Negra” pela Fox. Eles discutirão a esperada última temporada da produção, que estreia em abril no canal pago. A CCXP 2018 acontece no São Paulo Expo (antigo Centro de Exposições Imigrantes) entre os dias 6 e 9 de dezembro. A garota pode não ter nome, mas tem presença confirmada na #CCXP. #GOTXP #MaisieWilliams pic.twitter.com/xqssM4aTPm — HBO Brasil (@HBO_Brasil) 29 de novembro de 2018
Atores de Buffy e The Originals entram na 2ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina
“O Mundo Sombrio de Sabrina” terá seu elenco reforçado na 2ª temporada com a chegada de dois novos atores, que terão papéis recorrentes na série. Alexis Denisof, que ficou conhecido como o guardião Wesley Wyndam-Pryce na cultuada série “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel”, vai viver Adam Masters, namorado da professora Mary Wardwell (Michelle Gomez), que retorna após um período no exterior, trabalhando na organização humanitária Médicos sem Fronteiras, sem saber que sua amada foi possuída por uma entidade demoníaca – a Madame Satã. E Jedidiah Goodacre, recentemente visto como o traiçoeiro Roman na série “The Originals”, vai interpretar o personagem Dorian Grey, numa adaptação da criação gótica de Oscar Wilde. Na série, ele será proprietário de um nightclub, o Dorian’s Gray Room. E, assim como na obra clássica, possui muitos segredos, entre eles um retrato amaldiçoado, que mantém escondido. É essa pintura que o preserva jovem e imortal desde o século 19. Eles vão se juntar a Kiernan Shipka (“Mad Men”), que tem o papel da bruxinha Sabrina, Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Tati Gabrielle (série “The 100”), Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”) e a mencionada Michelle Gomez (série “Doctor Who”). Criada pela mesma equipe de “Riverdale” (Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – e Greg Berlanti), “O Mundo Sombrio de Sabrina” ainda agendou a estreia de sua 2ª temporada, mas terá um especial de Natal em 14 de dezembro. Os novos personagens devem ser introduzidos no especial – junto da versão mirim de Sabrina, vivida por McKenna Grace (a versão mirim da Capitã Marvel).
Protagonista de Annabelle 3 vira versão mirim de Sabrina nas fotos do especial de Natal
A Netflix divulgou as primeiras fotos do Especial de Natal da série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. E elas vêm acompanhadas de um anúncio-explicação, já que uma das imagens revela a atriz-mirim McKenna Grace como a versão infantil de bruxinha. Por sinal, ela ficou idêntica à Kiernan Shipka, intérprete da personagem na série. “No nosso especial de Natal, veremos como Sabrina era uma garota levada e precoce. Enquanto os bruxos celebram o solstício, isso não a impede de pedir algo especial para o Papai Noel”, descreve a Netflix na sinopse do programa. McKenna Grace é uma das estrelas infantis mais disputadas de Hollywood. Precoce, ela já tem quase 50 aparições em filmes e séries, aos 12 anos de idade. Este total inclui 14 episódios na série “Designed Survivor”, como filha do protagonista. Ela continua na série, que foi resgatada pela Netflix, também está no elenco de “The Haunting of Hill House”, série de terror da Netflix, apareceu ainda em “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, de Caroline em “The Vampire Diaries”, de Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya” e será vista como a criança Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”. Para completar, ainda vai estrelar “Annabella 3” como a versão mais nova de Judy Warren, filha do casal de protagonistas da franquia “Invocação do Mal”. Vale lembrar que Kiernan Shipka também iniciou a carreira como atriz-mirim, vivendo a filha do protagonista da série “Mad Men” com apenas oito anos de idade. O especial de Natal vai estrear na Netflix em 14 de dezembro.
Ariana Grande vai estrelar série documental no YouTube. Veja o trailer
O YouTube Premium divulgou o trailer de uma série documental sobre a cantora Ariana Grande. Intitulada “Dangerous Woman Diaries”, a série vai acompanhar os bastidores da turnê do disco “Dangerous Woman” e as gravações do novo álbum, “Sweetener”, além de mostrar cenas da One Love Manchester, apresentação beneficente que ajudou vítimas do ataque terrorista ocorrido durante um show da cantora em Manchester, no Reino Unido. Entretanto, a série não deve se aprofundar na intimidade da cantora. As câmeras foram proibidas de invadir sua vida pessoal, que frequentou a mídia este ano graças ao seu noivado com o comediante Pete Davidson , e à morte do ex-namorado Mac Miller. Em compensação, a atração inclui performances ao vivo de sucessos como “Focus”, “Into You”, “Touch It”, “Side to Side”, “One Last Time” e “Dangerous Woman”. Com direção de Alfredo Flores, que assinou vários dos videoclipes da estrela, a série terá quatro episódios e já estreia nesta quinta-feira (29/11). O YouTube Premium disponibilizará os próximos capítulos semanalmente, sempre às quintas.
Astro de filme vencedor da Palma de Ouro será Drácula na nova série dos criadores de Sherlock
O ator dinamarquês Claes Bang, que ficou conhecido pelo papel principal de “The Square: A Arte da Discórdia”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes do ano passado, vai viver o Conde Drácula numa nova série, coproduzida pela BBC e a Netflix. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, que vão escrever todos os episódios de “Drácula”, seguindo o mesmo formato de sua famosa série “Sherlock”. Ou seja, a 1ª temporada será curta, mas os episódios terão longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Não será a primeira vez que a história de Drácula vai parar na TV. A série mais recente inspirada pela criação de Bram Stoker foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, trazia Jonathan Rhys Meyers no papel-título, mas acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Em alta desde a projeção internacional de “The Square”, Claes Bang pode ser visto atualmente nos cinemas em “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”.
Fuller House: Trailer da 4ª temporada dá mais espaço para o elenco de Três É Demais
A Netflix divulgou o trailer da 4ª temporada de “Fuller House”, que terá maior presença dos “pais” das protagonistas. Conforme revelado nos últimos episódios, eles estão se mudando de volta para San Francisco, num período que também coincide com a gravidez de Kimmy (Andrea Barber). “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados, que têm rendido boatos de cancelamento da série. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido em março, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set das gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a WBTV (Warner Bros. Television) resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. Os próximos episódios serão os primeiros a mostrar a família Tanner sem produção de Franklin. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos – que no começo de “Fuller House” tinham 12, 7 anos e poucos meses de idade – , ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando “Três É Demais” começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada estreia em 14 de dezembro em streaming.












