Vídeo e pôster de Stranger Things revelam data da 3ª temporada
A Netflix divulgou o primeiro pôster e um vídeo de “Stranger Things”, que revelam a data da 3ª temporada. Ambos parecem similares, mas não são. Enquanto o vídeo comemora a entrada de Ano Novo, numa gravação de 1985, o pôster mostra fogos de artifício em outro contexto. Basta observar que as crianças da série estão com roupas de verão para perceber que a comemoração se passa em outra época. Para reforçar, o texto em português ainda reforça que “tudo pode mudar em um verão”. Os fogos que estouram no cartaz são do feriado de 4 de julho, dia da independência dos Estados Unidos, e revelam que Eleven (Millie Bobby Brown) e Mike (Finn Wolfhard) continuam juntos, além de mostrar Max (Sadie Sink) bastante integrada com os meninos Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) e Will (Noah Schnapp). Mas não seria “Stranger Things” se a imagem não incluísse detalhes de um novo monstro gosmento entrando em cena. A arte não faz referência à principal novidade da temporada, a inauguração do primeiro shopping center da cidadezinha de Hawkins, onde Steve (Joe Keery) começará a trabalhar como balconista de uma sorveteria, ao lado de uma nova personagem, chamada Robin, que é vivida por Maya Hawk, filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”). Ela estreou como atriz na minissérie britânica “Little Women”, no final de 2017, e será a principal novidade da 3ª temporada de “Stranger Things”. Os novos episódios da série estreiam em 4 de julho em streaming.
BBC encomenda nova minissérie baseada em mistério de Agatha Christie
A rede britânica BBC vai continuar investindo em minisséries baseadas nas obras de Agatha Christie. Após a exibição de “Os Crimes ABC” na semana passada, já encomendou outra adaptação, desta vez baseada em “E no Final a Morte” (Death Comes as the End), único livro “de época” da escritora. Vale lembrar que, embora as adaptações de Agatha Christie se passem no começo do século 20, aquele era o período contemporâneo na época em que os livros foram lançados. Já a história de “E no Final a Morte” se passa em Tebas, no Egito, 2 mil anos antes de Cristo. O livro acompanha uma família nobre num mistério envolvendo assassinatos, sucessões e magia. A trama de inicia quando o sacerdote Imohtep apresenta sua nova concubina Nofret para sua família, o que acaba em confusão e morte. A série será escrita por Gwyneth Hughes, que adaptou recentemente o clássico literário “A Feira das Vaidades” (Vanity Fair), de William Makepeace Thackeray, para a BBC, com duração prevista para três episódios. Ainda não há previsão de estreia.
Veja os primeiros minutos da 2ª temporada de American Gods
O canal pago americano Starz divulgou os primeiros minutos da 2ª temporada de “American Gods”. Após passar por vários problemas na produção, a série vai retornar em março, com um hiato de 21 meses desde o final da 1ª temporada. O atraso imenso se deve aos bastidores conturbados da atração, que desde o último episódio exibido perdeu seus showrunners e até o substituto. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a série gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original incluía Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). Mas alguns atores preferiram deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade aos produtores originais, Michael Green e Bryan Fuller, que foram demitidos após conflito criativo e financeiro com a empresa Fremantle, que produz a série. Para o lugar deles, a produtora promoveu Jesse Alexander (“Agent X”). Mas ele também caiu durante a gravação dos novos episódios. Segundo o site The Hollywood Reporter, Alexander foi proibido de aparecer no set, acompanhar a edição do material gravado ou participar de qualquer forma da produção. A crise teria sido gerada pela rejeição do roteiro do episódio final da temporada. Alexander chegou a entregar vários rascunhos e nenhum agradou ao estúdio. Fontes dizem que a Fremantle chegou a paralisar a produção até encontrar um final satisfatório. Superados os problemas, a 2ª temporada de “American Gods” teve sua estreia marcada para 10 de março. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada com um dia de atraso no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional. Your worship of #AmericanGods has been rewarded. Check out the first three minutes of Season 2, and don't miss the premiere March 10 on @STARZ. pic.twitter.com/Vnu3x1GI1s — American Gods (@AmericanGodsSTZ) 30 de dezembro de 2018
June Whitfield (1925 – 2018)
A atriz inglesa June Whitfield, que teve longa carreira na TV britânica, morreu em sua casa na noite de sexta-feira (28/12), aos 93 anos. Sua trajetória de mais de cinco décadas de produções televisivas inclui diversos sucessos, entre eles as sitcoms “Happy Ever After” (1974–1979) e “Terry and June” (1979–1987), nas quais viveu as principais personagens femininas. Mas ela é mais lembrada por uma produção recente, “Absolutely Fabulous” (1992–2012), em que interpretou a mãe da protagonista e criadora da atração, Jennifer Saunders. Whitfield também fez incontáveis participações especiais, aparecendo até num episódio duplo de “Doctor Who”, em 2009, num capítulo do popular sitcom americano “Friends”, em 1998, e como Deus em “You, Me and the Apocalypse”, em 2015. Seu último trabalho foi no filme baseado em “Absolutely Fabulous”, lançado nos cinemas em 2016.
Interatividade de Black Mirror: Bandersnatch não funciona em diversos dispositivos
O filme interativo da Netflix, “Black Mirror: Bandersnatch”, foi lançado “de surpresa” na sexta (28/12) e rapidamente despertou a curiosidade dos usuários do serviço de streaming, bem como da imprensa. Tem até quem acha que nem se trata de um filme, mas de um simples videogame, como apurou o site Deadline junto a especialistas. Porém, várias pessoas estão reclamando que o filme/game não funciona em seus dispositivos. Smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não rodam o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Também não dá para assistir a “Bandersnatch” usando o Google Chrome, Apple TV ou Amazon Fire, por motivos técnicos. Os usuários que tentarem acessar o episódio interativo nessas plataformas estão vendo algo muito anti-climático: um pequeno vídeo de personagens de outros episódios pedindo desculpas. A plataforma de streaming não explicou o motivo do filme não “rodar” nesses dispositivos. Em vez disso, divulgaram que “Black Mirror: Bandersnatch” funciona na maioria das Smart TVs, em dispositivos Roku e em consoles de videogame como o PS4 e o Xbox One.
Pinky Malinky: Série animada de salsicha adolescente ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer dublado da série animada “Pinky Malinky”, sua primeira parceria com o canal infantil Nickelodeon. A animação acompanha as aventuras de uma salsicha masculina adolescente, o Pinky Malinky do título, que não só fala como começa a frequentar o colégio local, onde busca se tornar popular. O projeto tem quase uma década. Criado por Chris Garbutt e Rikke Asbjoern, surgiu como um curta do Cartoon Network europeu em 2009 e recebeu encomenda de sua 1ª temporada em 2015 na Nick. O detalhe é que, desde então, enfrentou inúmeros adiamentos de sua estreia, virando vítima de procrastinação deliberada. A prévia revela um conteúdo absolutamente nonsense, que pode ter sido responsável pela desistência da Nick. O fato é que a produção acabou entrando no recente acordo de parceria entre a Paramount e a Netflix, que visa a produção de novos projetos exclusivos para o streaming. Não só isso: a Netflix também teria já encomendado sua 2ª temporada. A 1ª temporada da animação tem 20 episódios e traz Lucas Grabeel (da franquia “High School Musical”) como a voz original (em inglês) do salsicha protagonista. “Pinky Malinky” estreia na Netflix na terça (1/1).
Siren: Novos comerciais destacam a chegada de mais sereias à série
O canal pago Freeform divulgou dois novos comerciais da 2ª temporada de “Siren”. E eles destacam a chegada de novas sereias em busca de refúgio na cidadezinha de Bristol Cove. “Siren” é baseada numa história dos produtores Dean White (série “The 100”) e Eric Wald (roteirista de “Voando Alto”), que foi desenvolvida por Emily Whitesell (roteirista da série “Finding Carter”). A trama se passa em Bristol Cove, uma cidade costeira conhecida pela lenda de um dia ter abrigado sereias. Quando o surgimento de uma garota misteriosa prova que este folclore tem fundo verdadeiro, fica claro que as sereias são predadores assassinos, trazidos à tona pela pesca sem controle que ameaça seu meio-ambiente. O elenco destaca Eline Powell como Ryn, a sereia principal. E é curioso que a atriz também tenha vivido uma sereia no filme “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, antes de ser contratada para a série. Além dela, integram a produção Alex Roe (“A 5ª Onda”), Fola Evans-Akingbola (série “Death in Paradise”), Sibongile Mlambo (série “Black Sails”), Ian Verdun (visto na série “Lucifer”), Rena Owen (“O Último Caçador de Bruxas”), Gil Birmingham (“Terra Selvagem”), David Cubitt (série “Medium”), Patrick Gallagher (“Uma Noite no Museu 3”) e Tammy Gillis (série “Ghost Wars”). Após o sucesso da temporada inaugural, que foi o programa mais visto da TV paga durante a primavera americana, a 2ª temporada será maior, com 16 episódios em vez dos 10 iniciais. A estreia está marcada para 24 de janeiro de 2019.
Deborah Ann Woll vai voltar a viver Karen Page em O Justiceiro
O cancelamento da série “Demolidor” não foi a despedida da atriz Deborah Ann Woll do universo das séries da Marvel. Em entrevista para o site Collider, o showrunner Steve Lightfoot revelou que a atriz voltará a viver Karen Page na 2ª temporada de “O Justiceiro”. “O relacionamento dela com Frank Castle vai continuar sendo muito importante”, afirmou o produtor de “O Justiceiro”, que ainda destacou: “Deborah tem um papel enorme nessa temporada”. Mas os fãs não devem se animar muito, porque “O Justiceiro” deve ser cancelado logo após a exibição dos novos episódios, considerando a postura bélica da Netflix em relação às produções da Disney. Pesquisas de duas empresas diferentes apontaram que “Demolidor” era uma das séries de maior audiência da Netflix quando foi cancelada, juntando-se a “Punho de Ferro” e “Luke Cage” na lista de dispensas da plataforma. Um fio de esperança reside no fato de “O Justiceiro” não fazer parte da lista original de séries encomendadas pela Netflix e, por isso, possuir contrato diferenciado. Não está claro se o acordo de sua produção também inclui a cláusula que proíbe a retomada da produção por um período de dois anos após seu cancelamento. Esta cláusula impede a Disney de relançar as três séries já canceladas de forma imediata. Se “O Justiceiro” não tiver essa ressalva, a Netflix pode se ver mais inclinada a renová-la, já que a série poderia ressurgir imediatamente no Hulu, FX, ABC ou (muito dificilmente) no vindouro serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). “O Justiceiro” retorna em janeiro na Netflix, em dia ainda não revelado.
Queen Sono: Foto da primeira série africana da Netflix destaca atriz de Quantico
A Netflix divulgou a primeira foto oficial de “Queen Sono”, que também é a primeira série original da plataforma de streaming produzida na África. A produção é, especificamente, da África do Sul. Criação do cineasta Kagiso Lediga (“Mais uma Página”), “Queen Sono” é estrelada por Pearl Thusi (a Dayana Mampasi de “Quantico”), que vive o papel-título e é o destaque da imagem divulgada. A trama traz a atriz como uma espiã altamente treinada de uma agência governamental da África do Sul. Quando assume sua missão mais perigosa, ela também deve enfrentar mudanças de relacionamentos em sua vida pessoal. Pearl Thusi já tinha trabalhado com o diretor e a produtora da série no romance “Mais uma Página” (Catching Feelings), distribuído em 2018 pela Netflix. “Estamos muito satisfeitos em criar esta série original com a Netflix e estamos super animados com sua inegável capacidade de levar essa história sul-africana para uma audiência global. Acreditamos que ‘Queen Sono’ vai abrir a porta para mais histórias incríveis desta parte do mundo”, disse Kagiso Lediga em comunicado. A série ainda não tem previsão de estreia.
Diretor compartilha vários vídeos e fotos dos bastidores da série do Monstro Pântano
O diretor Len Weiseman (“Anjos da Noite”) compartilhou em seu Instagram vários vídeos e fotos dos bastidores das filmagens da série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano. Ele chegou a postar até a explosão que origina a criatura do título. Vídeos e imagens destacam também a participação da atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham” e ficou com o papel principal na nova série da DC Comics. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. A série pretende mudar ligeiramente a trama criada em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo e aparece numa das fotos e num vídeo abaixo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A produção também confirmou três mudanças raciais em relação aos quadrinhos. A atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) será Liz Tremayne, mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), por sua vez, incorporará Madame Xanadu, que tem suas próprias aventuras na DC Comics desde 1978. A mudança racial joga por terra sua cronologia dos quadrinhos, onde é retratada como a encarnação moderna da feiticeira Nimue da lenda medieval do Rei Arthur. Já Henderson Wade (“Extant”) viverá Matt Cable, que não mudou só de etnia em relação aos quadrinhos. Introduzido na primeira edição do Monstro do Pântano em 1972 como um agente federal encarregado de proteger o cientista Alec Holland, ele passa boa parte do arco original da história perseguindo o Monstro, a quem culpa pela morte de Holland, sem saber que os dois são a mesma pessoa. Nos quadrinhos, ele ainda acaba se envolvendo e casando com Abby Arcane, num triângulo bizarro com a criatura de Louisiana, antes de ter um final terrível. Tudo isso foi abandonado na série, em que Matt Cabble surgirá como filho da xerife Lucilla Cable (criada para a atração) e como ex-namorado de Abby na adolescência. Já a xerife Cable, descrita como durona, tem interpretação de ninguém menos que Jennifer Beals (das séries “Taken”, “The L Word” e do musical clássico “Flashdance”). Além destes, três vilões foram anunciados. Virginia Madsen (“Designed Survivor”) viverá Maria Sunderland, que trocou sua educação privilegiada pelos pântanos quando se casou com o magnata do comércio local Avery Sunderland, mas a obsessão da vida de Avery pelo pântano causou uma ruptura entre eles. Sua vida equilibrada é abalada ainda mais quando o retorno de Abby Arcane desperta uma tristeza profunda pela perda de sua filha, Shawna, atraindo-a para os sombrios mistérios sobrenaturais que emergem do pântano. A personagem não aparece nos quadrinhos, mas Avery Sunderland tem presença importante na trama, como um general que comanda uma grande corporação científica, interessado em caçar e estudar o Monstro do Pântano, de forma similar ao que acontece no filme vencedor do Oscar “A Forma da Água” (2017). A versão de carne e osso do personagem será vivida por Will Patton (“Falling Skies”). Um dos cientistas encarregados por Sunderland para fazer testes na criatura é Jason Woodrue, cujo nome é bem conhecido dos leitores dos quadrinhos, por se tornar o Homem Florônico. Supervilão deformado por experiências, ele costumava enfrentar super-heróis até o escritor Alan Moore recriá-lo nas páginas do Monstro do Pântano. Seu intérprete na série é Kevin Durand (da série “The Strain”). Com esta relação de personagens, é possível deduzir a trama de grande parte da temporada, num mix da origem do personagem e do começo do arco de Moore na publicação. Mas, curiosamente, o principal antagonista dos quadrinhos não foi escalado: Anton Arcane. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal” e “Aquaman”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman, mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos. A série “Swamp Thing” será disponibilizada na plataforma de streaming DC Universe em maio nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. @pedroluque always adding a spot of romance to the occasion Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 9:35 PST Visualizar esta foto no Instagram. Actors Are Traveling @crystalmreed @andybeanofficial #SwampThing #ShootDay??? Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 11:31 PST Visualizar esta foto no Instagram. Saw this on local news – had no idea they were hiding in the bushes – could have used the fifth camera #Overboard #SwampThing Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 8:08 PST Visualizar esta foto no Instagram. Anatomy Class with @andybeanofficial and @crystalmreed Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 11:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. Swamp Photo Booth Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 15 de Dez, 2018 às 11:44 PST
Shadowhunters: Primeiro comercial do final da série explora morte da protagonista
O canal americano Freeform divulgou o primeiro comercial da metade final da 3ª temporada de “Shadowhunters”. A prévia dramática reforça o sentimento de culpa de Jace (Dominic Sherwood) pela morte de Clary (Katherine McNamara). Claro que os fãs não precisam se preocupar, pois até Jace já “morreu” na série. Foi no final da temporada anterior, quando os papéis estavam invertidos e quem chorava era Clary. Mas ele melhorou de saúde logo em seguida. Com essa criatividade toda, a série acabou cancelada. A chefe de programação do canal, Karey Burke, veio a público garantir que a decisão de cancelar “Shadowhunters” não foi criativa, mas “puramente econômica”. Segundo ela, os executivos estavam “muito felizes criativamente” com o programa, que inaugurou o canal em 2016, marcando a transformação do antigo ABC Family no atual Freeform. A culpa teria sido da Netflix, que vem boicotando programas da Disney – Freeform é um canal da Disney. A plataforma decidiu não renovou seu contrato de exibição. Assim, o estúdio alemão Constantin Film, que produz “Shadowhunters”, pediu à Freeform para aumentar seu investimento na produção, que seria o único modo de equilibrar as finanças para continuar a série. “Nós negociamos com eles, mas no final não conseguimos fazer a parte financeira funcionar”, disse Burke, lembrando que a atração era uma das mais caras de sua programação. O cancelamento foi anunciado logo após a exibição da primeira metade da 3ª temporada, encerrada em maio, e chegou a surpreender a equipe de produção e especialmente ao público, que premiou “Shadowhunters” como série favorita no Teen Choice e no People’s Choice Awards de 2018. A atração vai acabar após os 10 episódios originalmente produzidos para a midseason e mais dois capítulos “bônus”, encomendados especificamente para encerrar a trama. O Freeform, inclusive, adiou a exibição da midseason para 2019, visando incluir os “bônus” como uma extensão natural da trama, fazendo com que os 12 capítulos remanescentes sejam apresentados em sequência. Desta forma, não haverá uma 4ª temporada da série, que encerrará sua história com a exibição do 22º episódio da 3ª temporada. Vale observar que os 10 episódios originais da midseason adaptam o quinto volume da coleção literária de “Os Instrumentos Mortais”, enquanto os 2 capítulos extras resumirão o sexto e último romance. Assim, a série completará a transposição de toda a história da escritora Cassanda Clare. O final de “Shadowhunters” começa a ser exibido em 25 de fevereiro nos Estados Unidos.
Brooklyn Nine-Nine parodia Law & Order em novo comercial
A rede NBC divulgou um novo comercial da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que, desta vez, parodia “Law & Order”, mostrando as trapalhadas do esquadrão da delegacia 99 com a narração solene que marcava a abertura da clássica série criminal. Compare abaixo. A série vai estrear na NBC após ter sido cancelada pela Fox durante os upfronts de maio. O resgate aconteceu em tempo recorde, menos de 24 horas, porque “Brooklyn Nine-Nine” é uma produção da NBCUniversal, estúdio que faz parte do mesmo conglomerado da NBC (Comcast), e o presidente da rede é fã da produção. “Desde que vendemos este programa para a Fox, eu me arrependi de deixá-lo escapar, e já era hora de voltar para sua legítima casa”, disse o presidente Robert Greenblatt, no comunicado do resgate/renovação. A 6ª temporada da série, porém, terá uma baixa. A atriz Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti, revelou que vai sair da atração. Ela fez parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios já exibidos. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A estreia da 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” está marcada para 10 de janeiro.
The Walking Dead foi a série mais pirateada por torrent em 2018
O site Torrent Freak publicou seu ranking anual das séries mais pirateadas via torrent. E como em 2018 não teve “Game of Thrones” o campeão foi “The Walking Dead”, quebrando uma sequência de seis anos seguidos da série da HBO. Não chega a ser surpresa, já que “The Walking Dead” foi a segunda série mais baixada durante o reinado de “Game of Thrones”. Curiosamente, logo depois da produção do canal pago AMC aparecem duas séries da TV aberta americana, “The Flash” e “The Big Bang Theory”, em 2º e 3º lugares. As séries de super-heróis da DC, por sinal, dominam o ranking, com a inclusão ainda de “Titãs” (Titans), “Arrow” e “Legends of Tomorrow” no Top 10. Outro detalhe que chama atenção é a ausência de produções originais da Netflix. O ranking se refere apenas à séries pirateadas via torrent. Vale lembrar que, atualmente, piratas oferecem até streaming. Confira o Top 10 abaixo. 1. “The Walking Dead” 2. “The Flash” 3. “The Big Bang Theory” 4. “Vikings” 5. “Titans” 6. “Arrow” 7. “Supernatural” 8. “Westworld” 9. “Legends of Tomorrow” 10. “Suits”












