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  • Etc,  Série

    Astro de Star Trek: Discovery teleporta-se no Brasil em fevereiro

    8 de janeiro de 2019 /

    O ator Doug Jones, intérprete do comandante Saru em “Star Trek: Discovery”, virá ao Brasil em fevereiro para a StarCon, evento de fãs da franquia “Star Trek”. Ele próprio compartilhou a novidade num vídeo, que pode ser visto abaixo. Organizado pelo fã-clube NovaFrota, a StarCon celebrará o lançamento da 2ª temporada da nova série, disponibilizada no Brasil pela Netflix. Especialista em viver criaturas fantásticas, Jones interpreta um oficial alienígena à bordo da nave Discovery. Mas ele também é conhecido por sua parceria com o cineasta Guillermo del Toro, para quem deu vida a monstros famosos, como o protagonista de “A Forma da Água”, filme vencedor do Oscar 2018, além de um herói anfíbio de “Hellboy” e a criatura de pesadelos de “O Labirinto do Fauno”. Essa será a primeira vez que um ator de uma série contemporânea de “Star Trek” vem ao Brasil, mas a NovaFrota já trouxe anteriormente Georke Takei (Sulu), Walter Koenig (Chekov) e até o falecido Leonard Nimoy (Spock), todos da série clássica. A 2ª edição da StarCon acontece em 2 de fevereiro no Teatro Eva, em São Paulo, e os ingressos já podem ser adquiridos pelo site oficial. Por sua vez, a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 18 de janeiro na Netflix, com exibições semanais, sempre um dia após o lançamento dos episódios nos Estados Unidos na plataforma CBS All Access.

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  • Série

    Grace & Frankie viram adolescentes da terceira idade no trailer da 5ª temporada

    8 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 5ª temporada de “Grace & Frankie”, que mostra as personagens de Lily Tomlin e Jane Fonda rebelando-se contra os filhos. Cansadas de terem sua vida decidida pelas “crianças”, elas resolvem agir como adolescentes e fazer várias coisas que seus descendentes dizem que são prejudiciais. Estrelada pelas veteranas Lily Tomlin e Jane Fonda, a série acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam precisando conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), June Diane Raphael (“Não Vai Dar”), Baron Vaughn (“Corporate”) e Peter Gallagher (série “Covert Affairs”). A 5ª temporada estreia em 18 de janeiro.

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  • Série

    Fosse/Verdon: Trailer de minissérie com Sam Rockwell e Michelle Williams capricha nas coreografias

    8 de janeiro de 2019 /

    O canal pago FX divulgou o primeiro trailer da minissérie “Fosse/Verdon”, que traz Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) respectivamente como o diretor e coreógrafo Bob Fosse e a atriz e dançarina Gwen Verdon. A prévia é repleta de coreografias, recriando momentos famosos da carreira do casal, como os espetáculos da Broadway “Charity, Meu Amor”, “Cabaret” e “Chicago”. A minissérie vai acompanhar suas trajetórias como um casal de artistas que, como destaca o release da FX, “mudou a cara do entretenimento americano – a um custo perigoso”. O elenco da série também inclui Margaret Qualley (“The Leftovers”), Norbert Leo Butz (“Bloodline”), Aya Cash (“You’re the Worst”), Susan Misner (“Billions”) e Bianca Marroquín (“Eleanor”), Paul Reiser (“Stranger Things”), além de Nate Corddry (“Mindhunter”) como Neil Simon, Kelli Barrett (“O Justiceiro”) como Liza Minnelli e Laura Osnes (“City of Dreams”) como Shirley MacLaine. “Fosse/Verdon” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Luke Wilson vai viver super-herói na nova série da Stargirl

    8 de janeiro de 2019 /

    O ator Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) vai viver o padrasto da super-heroína Stargirl na série da personagem, atualmente em produção para a plataforma DC Universe. Wilson vai interpretar o mecânico Pat Dugan, que também tem um alter-ego de super-herói. Ele se transforma em Listrado (Stripesy), personagem da era de ouro dos quadrinhos. O showrunner Geoff Johns disse que escreveu o papel de Pat Dugan na série especialmente para Luke Wilson. “Sou um grande fã dele desde que vi ‘Pura Adrenalina’ [filme de 1996]. Eu só conseguia imaginar ele neste papel. Sinto que ganhei na loteria”, comemorou. Mas antes de explicar quem é Pat Dugan/Listrado, é necessário considerar o contexto da produção. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. Por conta disso, a série precisa simplificar quase 80 anos de histórias, fazendo alterações significativas na origem dos personagens. Listrado, por exemplo, foi criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, e desenhado por Hal Sherman. Ele e seu parceiro Sideral (Star-Spangled Kid) foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, dois heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas a história ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E é só a partir daí que ela assume a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e entra no grupo de super-heróis da Sociedade da Justiça da América. A série “Stargirl” vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Quem optou por essa solução narrativa foi Geoff Johns, criador da série, que também criou a própria Stargirl nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. Mesmo assim, há reclamações contra a falta de créditos para os personagens de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. A super-heroína será vivida na série por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. O elenco ainda inclui Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) também estão na série em papéis não divulgados. A previsão de estreia é para agosto nos Estados Unidos.

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  • Série

    Série derivada de Game of Thrones terá atores de Nárnia, Crepúsculo e Star Wars

    8 de janeiro de 2019 /

    A série derivada de “Game of Thrones” definiu diversos integrantes novos em seu elenco. A HBO anunciou a escalação de oito jovens atores em ascensão e, de quebra, a cineasta SJ Clarkson, do próximo “Star Trek”, como diretora do episódio piloto. Os atores anunciados são Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”) e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). Eles se juntam aos já anunciados Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”) e Josh Whitehouse (“Poldark”). Os papéis, por enquanto, estão sendo mantidos em segredo. Já a diretora SJ Clarkson, além de contratada para o próximo filme da franquia “Star Trek”, também comandou episódios de “Jessica Jones” e “Dexter”. A atração em potencial foi desenvolvida pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo autor George R. R. Martin, que escreveu os livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, a base de “Game of Thrones”. De acordo com a sinopse oficial divulgada pela emissora, a série se passará “milhares de anos” antes dos eventos de “Game of Thrones”. “A série retrata o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”. No universo criado por Martin, a Era dos Heróis começou cerca de 10 mil anos antes dos eventos de “Game of Thrones”, e levou ao que é conhecido como Longa Noite – o inverno que perdurou por vários anos. Foi nesse período em que os Caminhantes Brancos surgiram e os habitantes de Westeros travaram uma grande batalha contra eles. Ainda sem um título oficial, o spin-off foi oficializado em junho pela HBO. Por enquanto, o projeto ainda está em fase de produção de piloto e ainda não garantiu sua transformação em série. O piloto precisa ser gravado e aprovado pelos executivos da HBO para gerar encomenda da 1ª temporada.

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  • Série

    Presidente da HBO descreve episódios finais de Game of Thrones como “seis filmes”

    8 de janeiro de 2019 /

    O presidente da HBO, Richard Plepler, já viu os episódios finais de “Game of Thrones”. E estimulado pela revista Variety, ele resolveu resumir o que o público pode esperar da 8ª e derradeira temporada da série. “É um espetáculo. Os caras fizeram seis filmes. Minha reação foi: ‘Estou assistindo a um filme’. Eles sabiam que a expectativa já estava alta, mas foram lá e o aumentaram ainda mais. Assisti sem qualquer efeito visual e fiquei impressionado”, disse. No começo da semana, a HBO liberou a primeira cena da temporada, em meio a um vídeo que anuncia sua programação de 2019. Ainda que breve, a cena deu o que falar, por mostrar um encontro aguardadíssimo pelos fãs: o de Sansa Stark (Sophie Turner) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke). Na interação, Sansa diz para a mãe dos dragões: “Winterfell é sua, majestade”. Mas seu olhar é bastante contrariado.

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  • Etc,  Série

    Jim Carrey está namorando sua colega de elenco da série Kidding

    8 de janeiro de 2019 /

    O ator Jim Carrey assumiu o namoro com Ginger Gonzaga, atriz com quem contracena na série “Kidding”. A informação foi confirmada pelo representante do ator ao site do canal pago E! Carrey, de 56 anos, e Gonzaga, de 34 anos, vivem um par romântico na série, ainda inédita no Brasil. Os dois tornaram o romance público no último sábado (5/11), quando foram juntos ao almoço pré-Globo de Ouro do canal Showtime, que exibe a série. Eles também compareceram lado a lado na premiação do domingo. Carrey esteve envolvido num escândalo após a morte da ex-namorada, a maquiadora Cathriona White, que se suicidou em 2015. Processos movidos pela família dela revelaram que ela teria contraído doenças sexualmente transmissíveis do ator e se matado ao tomar drogas que ele cedeu para ela se tratar. Em “Kidding”, ele interpreta um famoso apresentador infantil que precisa lidar com uma grande crise em sua vida. Pelo papel dramático, Carrey foi indicado ao prêmio de Melhor Ator em, claro, Série de Comédia no Globo de Ouro. A série foi renovada para sua 2ª temporada.

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  • Série

    Diretores de Deadpool e Clube da Luta revelam imagens de série de antologia sci-fi animada

    7 de janeiro de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de “Love, Death & Robots”, uma série de animação antológica desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). E já revelou as primeiras imagens da produção. Descrita como uma antologia de contos animados que abrange os gêneros de ficção científica, fantasia, terror e comédia, “Love, Death & Robots” vai reunir diversos talentos da comunidade global de animação, com diretores e artistas de todo o mundo. Serão 18 histórias ao todo, com a promessa de cada episódio será meticulosamente trabalhado, incluindo tramas sobre “laticínios conscientes, soldados lobisomens e robôs enlouquecidos”. Em comunicado, Miller disse que “Love, Death & Robots” é o seu “projeto dos sonhos”. “Combina o meu amor pela animação e por histórias incríveis. Filmes da meia-noite, quadrinhos, livros e revistas de fantasia me inspiraram por décadas, mas eles foram relegados à cultura marginal dos geeks e nerds dos quais eu fazia parte. Estou muito contente que o panorama criativo finalmente mudou o suficiente para que a animação com temas adultos se torne parte de uma conversa cultural mais ampla.” Ainda não há previsão para a estreia da série.

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  • Filme,  Série

    Filme da série The Sopranos vai mostrar infância de Tony Soprano

    7 de janeiro de 2019 /

    O roteirista e produtor David Chase, criador da série “The Sopranos” (ou “Família Soprano”, no Brasil) confirmou que as filmagens de um longa derivado da série vão começar em breve. Autor do roteiro, Chase revelou que o prólogo, passado nos anos 1970, vai mostrar uma versão mirim de Tony Soprano, o protagonista da série clássica, exibida entre entre 1999 e 2007 na HBO. Interpretado pelo já falecido ator James Gandolfini, Tony era o chefão da família mafiosa de Nova Jersey. Segundo Chase, a ideia é mostrar a época a que Tony se referia de forma saudosa em suas sessões com a psiquiatra Dra. Melfi (Lorraine Bracco). Para Tony, o mundo da máfia tinha mudado muito, e para pior, desde a sua infância. Entretanto, o filme intitulado “The Many Saints of Newark” vai mostrar que nem tudo eram flores nesta época. “O filme vai lidar com as tensões que existiam entre negros e brancos naquela época, e Tony vai fazer parte disso. Eu estava muito interessado em explorar sua infância”, comentou Chase, em entrevista ao site Deadline. Por muitos anos, Chase considerou a ideia de criar uma sequência para “Família Soprano”, mas a possibilidade morreu junto com Gandolfini, em 2013. Assim, a única forma que retomar aquele universo mafioso foi por meio de um prólogo. Além disso, como se trata de um prólogo, nenhum ator da série vai reaparecer na produção. Mas alguns personagens mais velhos estarão de volta em versões jovens, como o pai e o tio de Tony. A direção do filme está a cargo de Alan Taylor, que comandou alguns episódios da série original e, depois de trabalhar em “Game of Thrones”, virou cineasta, dirigindo duas produções de grande orçamento, “Thor: O Mundo Sombrio” e “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, ambas com críticas negativas.

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  • Série

    Sindicato dos Diretores revela indicados aos prêmios de direção de séries

    7 de janeiro de 2019 /

    O Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês) divulgou nesta segunda (7/1) uma lista parcial de indicados ao prêmio anual da categoria, incluindo os candidatos aos troféus de séries e documentários. Dos 15 nomes listados na disputa dos prêmios televisivos, um terço são mulheres, mesmo número de cineastas com experiência cinematográfica que assinaram episódios de séries indicados ao troféu. A premiação do DGA Awards acontece em 2 de fevereiro. Melhor Direção em Série de Drama Jason Bateman – “Ozark: Reparations” Lesli Linka Glatter – “Homeland: Paean to the People” Chris Long – “The Americans: Start” Adam McKay – “Succession: Celebration” Dana Reid – “The Handmaid’s Tale: Holly” Melhor Direção em Série de Comédia Donald Glover – “Atlanta: FUBU” Bill Hader – “Barry: Chapter One: Make Your Mark” Hiro Murai – “Atlanta: Teddy Perkins” Daniel Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: We’re Going to the Catskills!” Amy Sherman-Palladino – “The Marvelous Mrs. Maisel: All Alone” Melhor Direção em Série Limitada, Especial ou Telefilme Cary Joji Fukunaga – “Maniac” David Leveaux e Alex Rudzinski – “Jesus Chris Superstar Live in Concert” Barry Levinson – “Paterno” Ben Stiller – “Escape at Dannemora” Jean-Marc Vallée – “Sharp Objects” Melhor Direção em Documentário Morgan Neville – “Won’t You Be My Neighbor” Ramell Ross – “Hale County This Morning, This Evening” Elizabeth Chai Vasarhelyi & Jimmy Chin – “Free Solo” Tim Wardle – “Three Identical Strangers” Betsy West & Julie Cohen – “RBG”

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  • Série

    Sansa saúda Daenerys na primeira cena do final de Game of Thrones

    7 de janeiro de 2019 /

    A HBO divulgou um vídeo com os destaques de sua programação em 2019, que inclui cenas de várias atrações, desde a 3ª temporada de “True Detective” até a estreia de “Watchmen” – por sinal, bastante estilizada. Mas nenhum trecho chama mais atenção que a prévia de “Game of Thrones”, com a chegada de Daenerys (Emilia Clarke) em Winterfell, recebida por Sansa (Sophie Turner) com uma saudação não muito entusiasmada: “Winterfell é sua, majestade”. Trata-se do primeiro encontro entre as duas personagens desde o começo da série, e deve acontecer no primeiro episódio da temporada final, que vai ao ar em abril. A chegada da entourage de Daenerys também vai incluir um reencontro para Sansa. Será a primeira vez que ela verá Tyrion (Peter Dinklage) desde que fugiu de Porto Real na 4ª temporada. Confira abaixo.

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    Filme da série Sai de Baixo ganha primeiro trailer

    7 de janeiro de 2019 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster e o trailer do primeiro filme de “Sai de Baixo”, que se chama, claro, “Sai de Baixo – O Filme”. E, assim como o título, as piadas também revelam falta de criatividade. O filme reúne boa parte do elenco original da série da Globo, com Miguel Falabella, Marisa Orth, Aracy Balabanian, Tom Cavalcanti e Luis Gustavo, que contrariou médicos para fazer uma participação. Só Claudia Jimenez decidiu não participar. Em seu lugar, entrou Cacau Protásio. E Tom Cavalcanti, intérprete do porteiro Ribamar, que saiu da série durante a 3ª temporada em 1998, retorna em papel duplo. O longa-metragem tem produção de Daniel Filho, um dos criadores do programa original, e roteiro e direção de Miguel Falabella. Para variar, a trama envolve um trambique, desta vez praticado por Magda (Orth) e não por Caco (Falabella), que começa a história saindo da prisão. Veja abaixo. A estreia está marcada para 21 de fevereiro.

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    Globo de Ouro 2019 consagra “filme sem diretor” Bohemian Rhapsody

    7 de janeiro de 2019 /

    Ah, o Globo de Ouro. Sem decepcionar, o prêmio dos 80 membros da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood foi mais Globo de Ouro que nunca em 2019. Premiou um musical como Melhor Filme de Drama. E um drama como Melhor Comédia ou Musical. Como bônus, Bill Murray ainda subiu no palco com um copo de bebida para dizer que o ponto alto da cerimônia, realizada na noite de domingo (6/1) em Los Angeles, foi o álcool. Vencedor do Festival de Toronto, “Green Book – O Guia” foi o longa mais premiado da noite com três troféus: Melhor Ator Coadjuvante para Mahershala Ali, Melhor Roteiro e Melhor Filme de Comédia ou Musical. E ao fazer seu longo discurso final de agradecimento, o cineasta Peter Farrelly se vingou dos organizadores que o impediram de agradecer seu prêmio de Roteiro, mandando a orquestra parar de tocar para não interromper seu texto. Já a vitória dupla de “Bohemian Rhapsody” com os prêmios de Melhor Ator para Rami Malek, que interpretou o cantor Freddie Mercury, e de Melhor Drama pela história musical da banda Queen, trouxe para o centro da sala o elefante mais vistoso da premiação, que todos pretenderam ignorar. E olha que o produtor Graham King quase chutou o elefante, ao mandar um agradecimento “para todos que esqueci”. Os envolvidos com “Bohemian Rhapsody” lembraram de esquecer que o filme teve diretor(es). Nenhum agradecimento, reclamação, menção foi feita ao cineasta Bryan Singer, demitido nas filmagens, nem a seu substituto Dexter Fletcher. Como se direção fosse detalhe numa produção cinematográfica. Acusado de abuso sexual de menor num processo na Justiça americana, Singer foi parar debaixo do manto de invisibilidade. Mas o motivo de sua demissão teria sido outro, após sumir durante as filmagens, poucos dias antes da nova acusação vir à público. Em tom discordante, outro destaque da noite foi “Roma”, que levou o cineasta Alfonso Cuarón duas vezes ao palco, para receber os troféus de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Diretor. Enquanto “Bohemian Rhapsody” se provou um filme envergonhado de seu diretor, “Roma” jogou seus holofotes sobre o cineasta responsável por sua realização. Com direito a bis. Um contraste digno de nota. “Vice”, “A Esposa” e “A Favorita” renderam troféus para seus Melhores Atores: Christian Bale, que lembrou de agradecer aos maquiadores e ao diabo pelo prêmio, Glenn Close, que fez um discurso sobre empoderamento aplaudido de pé, e Olivia Colman, que não parou de rir. Bill Murray explica. Para completar a seleção cinematográfica do Globo de Ouro, ainda teve troféu para Regina King como Melhor Coadjuvante por “Se a Rua Beale Falasse”, para a animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, para a trilha de Justin Hurwitz em “O Primeiro Homem” e para a música “Shallow”, de Lady Gaga, no filme “Nasce uma Estrela”. Os prêmios de “Roma” trouxeram a marca Netflix para a temporada de premiações. Mas ninguém disse mais vezes o nome do serviço de streaming quanto o produtor Chuck Lorre, que agradeceu seis vezes a plataforma em seu discurso, ao vencer o Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia por “O Método Kominsky”. A série também premiou o ator Michael Douglas. “A Maravilhosa Sra. Maisel” rendeu o Globo de Ouro para a atriz Rachel Brosnahan, consolando a Amazon. Além de “O Método Kominsky”, “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” foi uma das raras séries a ser agraciada mais de uma vez, vencendo como Melhor Série Limitada (ou Telefilme, supostamente), além de render reconhecimento ao desempenho de Darren Criss como Melhor Ator do formato. O Globo de Ouro também lembrou de “The Americans”, que exibiu sua temporada final em 2018. Nunca antes sequer indicada como Melhor Drama, venceu a categoria em sua primeira e última disputa. Já os prêmios de interpretação dramática superestimaram Richard Madden, por “The Bodyguard”, e Sandra Oh, por “Killing Eve”. Por coincidência, ela também foi a apresentadora da cerimônia – ao lado de Andy Samberg. Confira abaixo a lista completa de todos os premiados do Globo de Ouro 2019.   CINEMA Melhor Filme – Drama “Bohemian Rhapsody” Melhor Filme – Comédia ou Musical “Green Book – O Guia” Melhor Ator – Drama Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Melhor Atriz – Drama Glenn Close (“A Esposa”) Melhor Ator – Comédia ou Musical Christian Bale (“Vice”) Melhor Atriz – Comédia ou Musical Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Diretor Alfonso Cuaron (“Roma”) Melhor Roteiro Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie (“Green Book – O Guia”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“O Primeiro Homem”) Melhor Canção Original “Shallow” (“Nasce uma Estrela”) Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Filme Estrangeiro “Roma” (México) TV Melhor Série – Drama “The Americans” Melhor Ator de Série – Drama Richard Madden (“Bodyguard”) Melhor Atriz de Série – Drama Sandra Oh (“Killing Eve”) Melhor Série – Comédia ou Musical “O Método Kominsky” Melhor Ator de Série – Comédia ou Musical Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Melhor Atriz de Série – Comédia ou Musical Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Melhor Telefilme ou Série Limitada “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” Melhor Ator – Telefilme ou Série Limitada Darren Criss (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Melhor Atriz – Telefilme ou Série Limitada Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”) Melhor Ator Coadjuvante – Série ou Telefilme Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série ou Telefilme Patricia Clarkson (“Sharp Objects”)

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