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Série

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    SyFy cancela as séries Deadly Class e Happy!

    6 de junho de 2019 /

    O canal pago Syfy anunciou o cancelamento das séries “Deadly Class” e “Happy!”, ambas baseadas em quadrinhos. A reação dos fãs já congestiona as redes sociais após a notícia. A hashtag #deadlyclass entrou no Top 10 das mais usadas nos Estados Unidos. Além de campanhas de resgate das séries, centenas resolveram anunciar outro cancelamento: do Syfy em suas casas. As duas séries não eram apenas adaptações de quadrinhos. Eram adaptações feitas pelos próprios autores das publicações originais. E isso carrega um fandom pesado em sua esteira. “Deadly Class”, de Rick Remender, encerrou sua 1ª e agora única temporada em março e precisou esperar três meses pela definição do canal, enquanto “Happy!”, de Grant Morrison, ganhou mais consideração, recebendo o aviso apenas uma semana após o final de sua 2ª temporada. Ambas eram melhores que a média das atrações do canal. Mas “Deadly Class” estava num patamar acima. Era excepcional, uma das séries mais brilhantes da atualidade. A trama de Rick Remender girava em torno de alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos. Passada em 1987, era repleta de tribos urbanos marcantes, como punks e góticos, e sua trilha sonora (sensacional!) se destacava por incluir muitas músicas do underground da época. Também tinha algumas das melhores coreografias de lutas recentes. E entre os destaques do elenco, estavam Lana Condor (a estrela de “Para Todos os Garotos que Já Amei”) e Benedict Wong (o Wong de “Vingadores: Ultimato”). Para completar, a produção era de ninguém menos que os irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”), que contaram com uma equipe de apoio invejável nos episódios disponibilizados, como os cineastas Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”) e Ami Canaan Mann (“Em Busca de um Assassino”). Por sua vez, “Happy!” apostava no surrealismo ultraviolento. A série seguia Nick Sax (Chris Meloni, de “Law & Order: SVU”), um ex-policial corrupto transformado em matador, que passava os dias enchendo a cara até ter uma experiência de quase morte e começar a ver um unicórnio azulado voador chamado Happy (voz de Patton Oswalt, de “Agents of SHIELD”). O bicho é o amigo imaginário da filha que Sax não sabia que tinha, e o contata em busca de ajuda para salvá-la. Além de Grant Morrison, a série tinha produção e direção do cineasta Brian Taylor (de “Adrenalina” e “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança”). As produtoras das duas atrações, respectivamente Sony e Universal, pretendem oferecê-las para outras emissoras e plataformas. A Globosat disponibilizou recentemente os episódios de “Deadly Class” no Brasil. Já “Happy!” chega por aqui via Netflix.

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  • Série

    Criador de Chernobyl confirma que história não tem “2ª temporada”

    5 de junho de 2019 /

    Como é de conhecimento público, a série mais comentada do momento, “Chernobyl”, é baseada numa história real. O desastre nuclear aconteceu de verdade em 1986. E o que aconteceu está inteiramente narrado na minissérie de cinco episódios do canal pago HBO, cujo final vai ao ar na sexta-feira (7/6) no Brasil. Mesmo assim, alguns sites plantaram a notícia de que a HBO estaria planejando uma 2ª temporada. Por conta disso, o criador da série, Craig Mazin (que escreveu o filme “O Caçador e a Rainha do Gelo”), revolveu esclarecer no Twitter: “Com todo respeito ao Decider, mas a resposta definitiva para a manchete que pergunta ‘Chernobyl terá uma 2ª temporada?’ é ‘Não'”, escreveu Craig. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie tem só cinco episódios mesmo. Todos escritos por Mazin e dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. All due respect to Decider, but the definitive answer to the headline's question "Will There Be A Season 2 of Chernobyl?" is "No." https://t.co/6johLHT0s5 — Craig Mazin (@clmazin) June 5, 2019

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  • Etc,  Série

    Criador de The Walking Dead mata Rick nos quadrinhos

    5 de junho de 2019 /

    O título é spoiler, mas não há outra forma de lidar com o fato de que Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, resolveu matar o protagonista Rick Grimes. O personagem, que está vivo na TV – embora “desaparecido” – , foi assassinado na revista em quadrinhos pelo filho de uma rival, que ele depôs no comando de uma comunidade que ainda não apareceu na série. Os detalhes a seguir incluem mais spoilers. A morte de Rick aconteceu em duas partes. O primeiro tiro foi disparado no final da edição 191 pelo jovem Sebastian. E ele continuou atirando até matar Rick na edição 192. O desfecho acompanha sua transformação em zumbi e o fim definitivo nas mãos de Carl, o filho do personagem, que continua vivo nos quadrinhos – ao contrário da série, onde morreu na 8ª temporada. A edição mensal de “The Walking Dead” saiu sem muito alarde e sem revelar o conteúdo na capa. Mas Kirkman pretende relançar o exemplar com uma nova capa em julho, com o rosto do protagonista e os dizeres “Rick Grimes, 2003-2019”. Apesar de impactante, esta revelação não deve preocupar quem acompanha a série do canal pago Fox, pois a trajetória de Rick não segue mais a narrativa dos quadrinhos – voou para outro ponto do universo lucrativo dos mortos-vivos. Nem Carl está entre os sobreviventes de Alexandria para lhe dar o tiro de misericórdia. Cada vez mais distante dos quadrinhos, a série televisiva já não reflete fielmente a história de Kirkman, embora algumas tramas ainda sejam recicladas para situar a produção no mundo descrito pela publicação.

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  • Série

    Nova temporada de Black Mirror inclui episódio gravado em São Paulo

    5 de junho de 2019 /

    A 5ª temporada de “Black Mirror”, disponibilizada nesta quarta (5/6) na Netflix, inclui um capítulo gravado em sigilo na cidade de São Paulo. Intitulado “Striking Vipers”, traz cenas feitas no Minhocão, no Edifício Copan, no viaduto Santa Ifigênia e na Avenida Paulista, entre outros cenários bastante conhecidos do centro paulistano. O episódio é o que reúne os atores Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) e Yahya Abdul-Mateen II (o Arraia Negra de “Aquaman”). A história se passa no futuro distópico da série, com direito à tecnologia imersiva característica da produção – dispositivos de realidade virtual plugados direto na têmpora, por exemplo. Na trama, os dois amigos passam as madrugadas jogando “Striking Vipers”, um game de luta no estilo “Street Fighter”. Até que uma nova versão do game é lançada, oferecendo aos jogadores a possibilidade de “entrar” virtualmente no jogo e sentir na pele como é apanhar e bater de verdade. A experiência, claro, não resulta no que os dois esperam. Mas para os paulistanos, o que chama atenção são mesmo as cenas externas, que identificam claramente a capital paulista. A São Paulo Film Commission, departamento da Spcine responsável por administrar os pedidos de filmagem na cidade, divulgou alguns pontos usados como cenário da série. As gravações aconteceram entre 18 de março e 8 de abril de 2018, envolvendo 150 profissionais. E foram, ao todo, 19 locações. Além das já citadas, estão as avenidas Chucri Zaidan e das Nações Unidas. Também há na lista lugares privados como o edifício Louvre, um apartamento na Avenida Paulista, a boate The Year Club e o heliporto do Copan. Ao mesmo tempo, isso causa estranheza. Afinal, os personagens falam em inglês e os produtores traduziram alguns itens cenográficos, como as placas de trânsito, para inglês. No futuro, todos em São Paulo falarão inglês? Confira abaixo o trailer do episódio.

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    Amazon cancela Sneaky Pete após três temporadas

    4 de junho de 2019 /

    A Amazon cancelou a série “Sneaky Pete”, cerca de um mês após disponibilizar sua 3ª temporada. Apesar de pouco badalada, a série criada pelo ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (criador da série “House”) era uma das melhores do serviço Prime Video, com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, a 3ª e agora última temporada superou as anteriores e atingiu 100%. “Sneaky Pete” trazia Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título. Mas apesar de se apresentar como Pete, a identidade do protagonista era outra. Seu verdadeiro nome era Marius Josipovic, um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), resolve aparecer na casa da família do outro, fingindo ser o rapaz que desapareceu há muito tempo sem dizer que estava preso. O golpista recém-saído da cadeia convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O problema é que fica cada vez mais enrolado por conta de suas mentiras. O elenco ainda incluía Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e chegou a ter participações do próprio Cranston. Os 10 episódios da 3ª temporada foram disponibilizados em 10 de maio. O cancelamento de “Sneaky Pete” segue uma tendência preocupante. Um recente estudo da revista The Hollywood Reporter descobriu que apenas 7% das produções originais da Amazon duraram mais de três temporadas. Para piorar o quadro, a Netflix tem seguido o mesmo rumo, com poucas séries aprovadas para mais de três temporadas e muitos cancelamentos precoces. As duas plataformas já começam a virar alvo de críticas negativas devido à essa prática, que reflete uma preferência superficial por valorizar novidades sobre continuidade, mesmo quando se trata de produtos de qualidade reconhecida – como, por exemplo, “Sneaky Pete”.

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    The Rook: Série que combina espionagem e “super-heróis” ganha trailer e imagens

    4 de junho de 2019 /

    O canal pago americano Starz divulgou fotos, uma coleção de pôsteres e o trailer da nova série de ação “The Rook”. A prévia lembra algumas situações conhecidas de tramas de espionagem, como o agente sem memórias e o traidor infiltrado – elementos de “A Identidade Bourne” (2002) e “O Espião Que Sabia Demais” (2011). A diferença é que, desta vez, o agente sem memórias que precisa desbaratar uma conspiração em sua própria agência é uma mulher com superpoderes. Este mix de espionagem, super-heróis e até terror é baseado no romance homônimo de Daniel O’Malley, publicado em 2012, que gira em torno de uma mulher de 30 anos de nome estranho, Myfanwy (pronuncia-se como “Tiffany”, mas com um “M”) Thomas. Seu nome, na verdade, é a menor estranheza da história. Ela acorda num parque de Londres, sem lembrar nada a seu respeito, e cercada por cadáveres que usam luvas de látex. Pouco a pouco, descobre que trabalha para uma agência secreta do governo britânico que combate ameaças sobrenaturais, é perseguida por inimigos mortais e tem os seus próprios poderes paranormais. Apesar do projeto continuar a bem-sucedida estratégia Starz com adaptações de best-sellers, que rendeu as séries aclamadas “Outlander” e “American Gods”, a produção de “The Rook” marcará o começo de um novo regime no canal. Trata-se da primeira série produzida pela Lionsgate após o estúdio comprar o Starz. A série tem como showrunner Stephen Garrett (produtor da minissérie “The Night Manager”) e destaca em seu elenco alguns atores famosos, como Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Joely Richardson (“Operação Red Sparrow”), Shelley Conn (“Terra Nova”), Adrian Lester (“Duas Rainhas”), Jon Fletcher (“The Messengers”), Ronan Raftery (“The Terror”) e James D’Arcy (“Vingadores: Ultimato”), além de Emma Greenwell (“Shameless”) como Myfanwy Thomas. A estreia está marcada para o dia 30 de junho nos Estados Unidos.

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  • Série

    Diretor de Ferrugem prepara série baseada no podcast do “Caso Evandro”

    4 de junho de 2019 /

    O “Caso Evandro”, como é conhecida a história macabra do assassinato ritualístico de um menino de 6 anos na cidade de Guaratuba, no litoral sul do Paraná, vai virar série. Segundo o jornal O Globo, a produção da Glaz terá oito episódios, com cerca de uma hora de duração cada e direção de Aly Muritiba, do premiado drama “Ferrugem”, vencedor do Festival de Gramado do ano passado. O caso criminal virou um fenômeno cultural após aparecer no podcast “Projetos Humanos”, de Ivan Mizanzuk, rendendo 3,5 milhões de downloads, a ponto de também chamar atenção da editora Harper Collins, que o transformará em livro (previsto para 2020), escrito pelo próprio Mizanzuk. O autor do podcast também vai participar da elaboração do roteiro da série. Evandro Ramos Caetano foi encontrado em um matagal com a cabeça raspada, as mãos decepadas e a barriga aberta em abril de 1992. Os detalhes macabros mobilizaram a imprensa e comoveram a opinião pública. Mas o caso se arrastou por anos, envolvendo a família do menino, um clã político local e as polícias civil e militar. Até que, em 2016, uma das acusadas pelo assassinato, Beatriz Abagge, filha do prefeito da cidade, obteve perdão de sua pena do Tribunal de Justiça paranaense. “Essa história me fascinava desde que ia com meus amigos para Guaratuba, no início dos anos 2000, e passávamos pela casa dos Abagge. Sempre tinha alguém que dizia: ‘Aqui é a casa das bruxas'”, contou Mizanzuk ao jornal carioca, referindo-se a um dos apelidos do caso, “As Bruxas de Guaratuba”, como eram chamadas Beatriz e sua mãe, Celina Abagge, acusadas com mais cinco pessoas de matar Evandro em um ritual de magia negra. O podcast do “Caso Evandro” ainda está indo ao ar. De sua estreia em 31 de outubro do ano passado até hoje, Mizanzuk produziu 21 episódios e planeja esticar a história por mais alguns capítulos – para chegar possivelmente a 30. Mas ele está mergulhado na história há muito mais tempo, desde que começou a ler a íntegra do processo no fim de 2015. O sucesso do podcast levou Mayra Lucas, da Glaz Entretenimento, sugerir o projeto de uma série documental “true crime” — como “Making a Murderer” e “Bandidos na TV”, ambos da Netflix. “Ivan conta a história muito bem. Mas há uma carência visual, existe necessidade de descrever tudo. A transposição para o formato série vai tornar tudo mais completo, complexo e interessante”, explicou Aly Muritiba ao jornal O Globo sobre o projeto. “É uma história de terror que se transforma em um drama político”, acrescentou. A série está atualmente sendo negociada com “emissoras e plataformas”. A produção acompanha uma tendência recente, que vem cada vez mais forte nos EUA, de transformar podcasts em séries, como “Homecoming” e “Lore”, ambas produzidas pela Amazon. Ivan Mizanzuk ainda postou uma confirmação do projeto no Twitter, onde reforça que será uma série documental sem atores. Veja abaixo. Finalmente estou autorizado a falar: SIM, o Caso Evandro vai virar série de TV! A produção tá nas mãos da @Glaz_Cinema – e vou participar de td o processo. A @mayraluc me fez o convite há meses e topei o desafio! Onde q vai passar? Ainda estamos em negociações. Aguardem! pic.twitter.com/0eXssifl3T — Ivan Mizanzuk (@mizanzuk) May 31, 2019 < Agradeço muito à @mayraluc e todo a equipe da @Glaz_Cinema por confiarem no potencial da história e do meu trabalho. Tem sido um processo muito bacana e estou bem animado. Assim que tivermos novidades, aviso pra vocês! E obrigado a todos os ouvintes que tornaram isso possível! — Ivan Mizanzuk (@mizanzuk) May 31, 2019 E só pra deixar claro: é série documental, não vai ser com atores. Enfim, é isso. Vamo que vamo! =) — Ivan Mizanzuk (@mizanzuk) May 31, 2019

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    Série Chernobyl aumenta turismo na região afetada pelo desastre nuclear

    4 de junho de 2019 /

    O sucesso da minissérie “Chernobyl” na HBO disparou o interesse mundial pela região afetada pelo pior acidente nuclear da história, quase dobrando o número de turistas que querem ver a usina e a cidade abandonada ao seu redor. Segundo a Reuters, uma agência de turismo que faz viagens para Chernobyl relatou um aumento de 40% nas reservas desde que a série estreou em maio com ótimas críticas. As excursões com guias em inglês normalmente custam cerca de US$ 100 por pessoa. Abril marcou o 33º aniversário do desastre, causado por um teste de segurança mal-sucedido no quarto reator da usina atômica, que lançou nuvens de material nuclear sobre boa parte da Europa em 1986. A área ao redor da usina preserva até hoje o clima de terra arrasada pós-apocalíptica, na qual a vegetação brota em edifícios sem janelas, abandonados e repletos de lixo. Na cidade de Pripyat, que já abrigou 50 mil pessoas, a maioria funcionários da usina, um parque de diversões traz a imagem mais emblemática da devastação: uma roda gigante que nunca chegou a funcionar – ela deveria ter sido inaugurada no feriado de 1º de maio. Considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, a tragédia poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie foi uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e trouxe em seu elenco Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Jessie Buckley (“Guerra e Paz”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Fares Fares (“Westworld”), Billy Postlethwaite (“Tomb Raider: A Origem”), Caoilfhionn Dunne (“Britannia”), Robert Emms (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Michael Socha (“Papillon”). Todos os cinco episódios da minissérie foram dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O último episódio foi ao ar na noite de segunda-feira (3/5) nos Estados Unidos e será exibido na próxima sexta (7/5), às 21h, na HBO Brasil.

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    The Ranch vai acabar na 4ª temporada, após demissão de Danny Masterson

    4 de junho de 2019 /

    A série “The Ranch”, estrelada por Ashton Kutcher, vai acabar com o lançamento da sua 4ª temporada, prevista ainda para este ano. O anúncio foi feito pelo próprio ator em um post no Twitter (veja abaixo). A Netflix renovou a série para sua 4ª temporada em novembro passado, apesar do escândalo que levou à demissão de um de seus protagonistas, o ator Danny Masterson. O intérprete do irmão de Ashton Kutcher na trama foi demitido durante as gravações da 3ª temporada após ser acusado de crimes sexuais (cometidos no início dos anos 2000), no rastro do movimento #MeToo. Para compensar a saída de Masterson, a série acrescentou um novo personagem, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/03/dax-shepard-sera-substituto-de-danny-masterson-na-serie-the-ranch/”>vivido por Dax Shepard (“CHiPs”). Após aparecer no final da 3ª temporada, ele foi promovido ao elenco fixo da atração, que também conta com Sam Elliott (indicado ao Oscar por “Nasce uma Estrela”) e Elisha Cuthbert (a eterna Kim Bauer de “24 Horas”), além de Debra Winger (do clássico “Laços de Ternura”) em participações especiais. Criada por Don Reo e Jim Patterson (produtores-roteiristas de “Two and a Half Men”), “The Ranch” foi a primeira série de comédia de estilo multi-câmera (gravada em estúdio diante de uma plateia) produzida pela Netflix e marcava o reencontro de Masterson e Ashton Kutcher, que trabalharem juntos na sitcom clássica “That ’70s Show”. A 4ª temporada terá 20 episódios, que ainda não possuem data de estreia definida. @theranchnetflix is coming to an end, but not just yet. We’re excited to bring you the final 20 episodes — 10 streaming later this year (2019) on @netflix, and then 10 more in 2020. Stay tuned! pic.twitter.com/dX9vzjHm4T — ashton kutcher (@aplusk) June 4, 2019

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  • Série

    Bob Esponja vai voltar à infância em nova série animada

    4 de junho de 2019 /

    Bob Esponja vai virar Young Sheldon. Ou melhor, a série animada da Nickelodeon vai ganhar um derivado sobre a infância do personagem. Intitulado “Kamp Koral”, o novo desenho mostrará como era a vida de Bob Esponja aos 10 anos de idade. Na trama, o Young Bob Esponja e seus amigos serão vistos participando das atividades do acampamento de verão mais popular da Fenda do Bikini, o Kamp Koral. O anúncio do spin-off acompanha os planos do canal pago para expandir a franquia. “Estamos animados com ‘Kamp Koral’, que vai provar o quanto esses personagens são amados ao redor do mundo”, disse Ramsey Naito, chefe de animação da Nickelodeon. Dois produtores da série original, Marc Ceccarelli e Vincent Waller, comandarão o spin-off. Além de “Kamp Koral”, também estão sendo avaliados spin-offs de Sandy Bochechas, a esquilo que mora na Fenda do Biquíni e é grande amiga dos protagonistas Bob Esponja e Patrick, e até do Plankton, dono do restaurante Balde de Lixo, que vive tentando roubar a receita do famoso hambúrguer de siri. Todos os personagens foram criados por Stephen Hillenburg, que morreu em novembro passado aos 57 anos de idade. Ele sofria de ELA (esclerose lateral amiotrófica), uma doença degenerativa do sistema nervoso, que acarreta paralisia motora progressiva e irreversível. Apesar da morte de seu criador, a Nickelodeon garantiu que a série original não deixará de ser produzida. “Bob Esponja” vai comemorar 20 anos em julho, com programações especiais no canal pago infantil.

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    Punky, a Levada da Breca vai ganhar continuação com a mesma atriz

    4 de junho de 2019 /

    A série clássica dos anos 1980 “Punky, a Levada da Breca” (Punky Brewster, em inglês) vai ganhar revival. E com a mesma atriz que interpretava a menina original, Soleil Moon Frye. Concebida como continuação da trama original, a nova série vai mostrar a protagonista Punky (Frye) como uma atrapalhada mãe solteira de três crianças, que conhece uma jovem que a lembra muito de sua própria infância. A premissa também lembra outras produções em que crianças de séries clássicas retornam adultas para estrelar continuações, como “Fuller House” e “A Casa da Raven” (Raven’s Home). “Punky, a Levada da Breca” foi exibida originalmente entre 1984 e 1988 e girava em torno de uma garota abandonada pela mãe em um shopping. Sem se deixar abater, ela começa a morar num apartamento vago de um prédio administrado pelo viúvo Henry (George Gaynes), que depois a adota. No Brasil, a sitcom foi transmitida com grande sucesso pelo SBT, e depois de cansar de reprisar passou ainda pela Rede Bandeirantes. Além disso, uma versão em desenho animado da série, batizada de “Punky” (também Punky Brewster no original), foi produzida entre 1985 e 1987. A série acabou quando Soleil Moon Frye tinha 12 anos. Mas ela não parou de atuar, aparecendo em várias outras atrações televisivas, inclusive em “Friends”, “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) e “Anos Incríveis” (The Wonder Years), até se destacar num papel fixo em “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003) e como dubladora da franquia animada baseada nas bonecas “Bratz” (2004-2013). O revival de “Punky” está sendo desenvolvido pelos irmãos Steve e Jim Armogida (criadores da série “School of Rock”) para os estúdios Universal, visando um lançamento na rede NBC, lar da série original. Por enquanto, o projeto ainda está em etapa de roteiro, mas Soleil Moon Frye já está comemorando nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram I have a big giant secret to finally share with you! She is back and I am back too! #PUNKYPOWER ❤️??????? Uma publicação compartilhada por Soleil Moonfrye (@moonfrye) em 4 de Jun, 2019 às 10:25 PDT

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    Good Omens ganha 18 pôsteres de personagens

    4 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou uma coleção com 18 pôsteres de personagens de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett, que estreou na sexta (31/5) na plataforma de streaming. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Após séculos em lados opostos, eles resolvem se aliar para impedir o apocalipse. Para isso, precisam encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”), que desapareceu, além de lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse, anjos dissimulados e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”), Mireille Enos (“Guerra Mundial Z”), Yusuf Gatewood (“The Originals”), Lourdes Faberes (“Knightfall”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman também assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” é a segunda adaptação do escritor disponibilizada pela Amazon. Gaiman também escreveu o livro que virou “American Gods”, produção do canal pago Starz distribuída pela plataforma de streaming no mercado internacional.

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    Pôster de Stranger Things destaca o novo monstro da série

    4 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo pôster da 3ª temporada de “Stranger Things”, para marcar que falta um mês para a estreia dos novos episódios. A imagem reúne os personagens da série e já inclui Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), que viverá Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Mas o principal destaque da ilustração é o novo monstro da trama, que aparece em primeiro plano, projetando sombras e deixando um rastro de morte na cidadezinha de Hawkins. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.

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