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  • Série

    The Politician: Maisa Silva participa de comercial da nova série da Netflix

    27 de setembro de 2019 /

    Lembra quando a Netflix fazia propaganda engraçadinha de suas séries com participação de artistas brasileiros? As participações continuam, mesmo sem graça. A plataforma divulgou um comercial nacional de “The Politician” com participação de Maisa Silva. Veja abaixo. No vídeo, Maisa dá dicas para o protagonista fazer sucesso. Mas esqueceu de dar a melhor: traduzir o título da série para atingir a faixa de público do SBT. A Netflix precisa tomar logo uma decisão sobre os títulos de suas séries. Esta se chama “The Politician” no Brasil, quando teria uma tradução literal facinha. Já outras tem o nome completamente reinventado em português para lançamento nacional. Como demorou a traduzir, as pessoas começaram a chamar as séries da plataforma pelo nome em inglês – “House of Cards”, “Orange Is the New Black”. Mas, de uma hora pra outra, o serviço passou a colocar em seu catálogo coisas como “A Maldição da Residência Hill”, “Disque Amiga para Matar”, “Cara x Cara”, etc., cujos nomes não têm relação nenhuma com o título original. Sério, como “Dead to Me” vira “Disque Amiga para Matar” e “The Politician” é… “The Politician”? Enfim, “The Politician”, primeira série de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story” e “Pose”) para a Netflix, foi disponibilizada nesta sexta (27/9) na plataforma de streaming.

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  • Música,  Série

    Snoop Dogg canta cover de Nick Cave para a série Peaky Blinders

    27 de setembro de 2019 /

    Por cinco temporadas, a música “Red Right Hand”, de Nick Cave, serviu como música-tema da série britânica “Peaky Blinders”. A canção já ganhou versões de PJ Harvey, Laura Marling, Iggy Pop, Arctic Monkeys, Jarvis Cocker e agora é a vez do rapper Snoop Dogg. A rede BBC divulgou um clipe da gravação, em que o rapper adota uma boina e se apresenta como “Snoop Shelby”, em homenagem ao protagonista da série, o “gangsta” Tommy Shelby, vivido por Cillian Murphy. Acompanhando a música – ficou ótima! -, o vídeo também mostra várias cenas da série, com muitas explosões e tiros. O vídeo tem o objetivo de lembrar que todas as temporadas de “Peaky Blinders” estão disponíveis no serviço de streaming da BBC. Mas, fora do Reino Unido, o público só terá acesso aos episódios da 5ª temporada a partir de sexta que vem (4/10), via Netflix. A série bateu recorde de audiência em seu último episódio e a BBC já encomendou sua 6ª temporada. Além de conferir o novo cover, relembre a gravação original nos vídeos abaixo.

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  • Série

    Caçadora da série Birds of Prey entra no crossover gigante do Arrowverso

    27 de setembro de 2019 /

    Outra super-heroína clássica foi adicionada ao crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A atriz Ashley Scott voltará a viver Helena Kyle, a Caçadora, 16 anos após o cancelamento da série “Birds of Prey”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics reunia o grupo original das Aves de Rapina. Além de Ashley Scott como Caçadora, a série incluía Dina Meyer como Barbara Gordon/Oráculo/Batgirl e Rachel Skarsten (atualmente em “Batwoman”) como Canário Negro. Durou só uma temporada, entre 2002 e 2003, e, sabe-se lá porquê, foi exibida na rede SBT com o título de “Mulher-Gato”! Uma versão da Caçadora chegou a aparecer nas duas primeiras temporadas de “Arrow”, interpretada por Jessica De Gouw, enquanto Mary Elizabeth Winstead viverá o personagem no filme “Aves de Rapina”, previsto para fevereiro. “Crise nas Infinitas Terras” vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Por sinal, a Caçadora foi uma das heroínas afetadas pelo reboot. Originalmente, ela era a filha de Batman e Mulher-Gato de outra Terra, mas após a “Crise” passou a ser filha de um mafioso obcecada em destruir os negócios ilegais da família. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” traga mudanças profundas no Arrowverso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner.

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  • Série

    The Flash: Trailer da 6ª temporada revela conexão com Crise nas Infinitas Terras

    27 de setembro de 2019 /

    A rede americana The CW divulgou o pôster, fotos e um novo trailer da estreia da 6ª temporada de “The Flash”, que explora a forma como o herói se conecta aos eventos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. As fotos, inclusive, incluem o Monitor (LaMonica Garrett), confirmando que a série do homem mais rápido do mundo terá maior conexão com o evento deste ano. A 6ª temporada trará Barry Allen (Grant Gustin) questionando se seus amigos e família estão realmente prontas para enfrentar a iminente Crise. De quebra, introduzirá um novo supervilão: o Dr. Ramsey Rosso, mais conhecido como Hemoglobina (Bloodwork) nos quadrinhos da DC Comics. Ele será interpretado por Sendhil Ramamurthy (o Dr. Mohinder Suresh da série “Heroes”), com algumas mudanças em relação ao personagem dos quadrinhos. O Ramsey de Ramamurthy em “The Flash” não será um legista que rouba amostras de sangue do necrotério, mas sim um médico brilhante e respeitado, o maior especialista do mundo em oncologia hematológica. Até se transformar no sanguinolento Hemoglobina, capaz de controlar o sangue de suas vítimas. “The Flash” volta ao ar em 8 de outubro nos Estados Unidos, com o episódio intitulado “Into the Void”. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Absentia é renovada para a 3ª temporada

    27 de setembro de 2019 /

    A Amazon anunciou a renovação de “Absentia”, série de mistério policial estrelada por Stana Katic (de “Castle”), para sua 3ª temporada. Em seu terceiro ano, a atração também terá seu terceiro showrunner consecutivo: Will Pascoe (de “Orphan Black”), que sucede Samantha Corbin-Miller (que sucedeu Matt Cirulnick). Na série, Katic vive Emily Byrne, uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A trama é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e virou série sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas acabou negociada com outros canais, como o Showcase no Canadá, o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos. Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”), Matthew Le Nevez (“The Widow”), Natasha Little (“The Night Manager”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”). A 3ª temporada vai começar três meses após os eventos do segundo ano, com Emily Byrne no fim de sua suspensão do FBI e trabalhando duro para ser a melhor mãe possível para seu filho. Infelizmente, tudo muda quando um dos casos criminais do ex-marido Nick (Patrick Heusinger) ameaça a família que Emily está tentando desesperadamente manter. A perigosa jornada que se segue levará Emily para longe de Boston, “testando-a como nunca antes e forçando-a a aprender a confiar novamente, a amar novamente e a finalmente perceber seu verdadeiro lugar no mundo”. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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  • Série

    Cynthia Nixon e Christine Baranski vão estrelar nova série do criador de Downton Abbey

    27 de setembro de 2019 /

    A HBO anunciou as protagonistas de sua nova série “The Gilded Age”. Cynthia Nixon (“Sex and the City”) e Christine Baranski (“The Good Fight”) serão as protagonistas da atração, criada por Julian Fellowes, o responsável pelo fenômeno britânico “Downton Abbey” (2010-2015). Fellowes começou a desenvolver esse projeto em 2012 e até anunciou uma parceria com a rede NBC no começo de 2018. Desde então, o canal sofreu mudanças de comando e a produção passou a ser considerada muito cara, caindo no limbo. Até que, numa reviravolta, o ex-presidente da NBC, Bob Greenblatt, virou o novo todo-poderoso da WarnerMedia, dona da HBO. E eis que “The Gilded Age” voltou à tona. A série se tornou a primeira contratação da HBO desde que Greenblatt assumiu seu novo cargo, comandando todas as plataformas da WarnerMedia. Trata-se de um novo drama de época sobre família abastada e trabalhadores pobres, ao estilo de “Downton Abbey”. Mas, em vez de se passar no interior da Inglaterra do começo do século 20, retrata a cidade de Nova York durante o fim do século 19, mostrando o contraste entre a aristocracia e a classe trabalhadora do período. O título da atração remete a um termo cunhado pelo escritor americano Mark Twain (1835-1910), que se refere a uma época na qual a alta sociedade do país, apesar da aparência de riqueza, vivia entre falências, corrupção e escândalos. “The Gilded Age” não seria uma era de ouro (golden age), mas um período que tentava se passar por dourado. A trama da atração vai girar em torno de Marian Brook, uma jovem herdeira de uma família conservadora de Nova York que se vê entrando no mundo de seus vizinhos abastados, comandado pelo magnata da indústria ferroviária George Russell. As intrigas se desenvolverão entre um largo elenco, que contará com o filho devasso de Russell e a matriarca Bertha, que sofre preconceito por sua rápida ascensão social. De volta à HBO depois de 15 anos, Cynthia Nixon interpretará a irmã de Agnes, Ava Brook. Sem a mesma sorte de achar um ricaço, Ava passará pela crise sendo sustentada financeiramente pela irmã, num puro gesto de caridade. Já Christine Baranski viverá a aristocrata Agnes van Rhijn. Orgulhosa, ela não aceitará as mudanças da época e, ao se ver sem um tostão furado no bolso, arranjará um bom partido (rico, claro) para se casar. Enquanto isso, a família dela experimentará a decadência com uma crise em sua fazenda. A produção também contará com Amanda Peet (“As Viagens de Gulliver”) e Morgan Spector (“Homeland”), que vivem, respectivamente, Bertha Russell, uma mulher que veio da classe média e vai usar o dinheiro e prestígio do marido para se encaixar na alta sociedade, e o marido, o barão George Russell. Implacável, ele acumula milhões em transações e, como todo rico caricato, não gosta de sair com o rabo entre as pernas ao tentar fechar um negócio. A 1ª temporada, composta de dez episódios, ainda não tem data de estreia.

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  • Série

    Erica Durance revela mini-revival de Smallville nos bastidores de Crise nas Infinitas Terras

    27 de setembro de 2019 /

    A atriz Erica Durance publicou no Instagram a primeira foto dos bastidores de sua participação em “Crise nas Infinitas Terras”, crossover do Arroverso em que voltará a interpretar Lois Lane, oito anos após o final de “Smallville”. A imagem registra um mini-revival de “Smallville”, graças ao encontro da atriz com Tom Welling, o Clark Kent da série clássica. “Então, eu estava cuidando da vida, quando me deparei com esse cara”, ela escreveu ao lado da foto, incluindo hashtags de “Smallville” e Lois e Clark. Curiosamente, a atriz já fazia parte do Arrowverso, aparecendo no papel recorrente de Alura Zor-El, a mãe de Supergirl. Além dela, a atriz Elizabeth Tulloch (“Grimm”) também deve viver a Lois Lane oficial do Arrowverso no crossover. O evento histórico vai juntar personagens de várias atrações da DC, desde a série “Batman” de 1966 até a animação “Batman do Futuro”, vividos por seus intérpretes originais. As várias versões dos mesmos personagens vão conviver e colidir graças ao tema de “Crise nas Infinitas Terras”: o colapso do multiverso, que apresentará inúmeras realidades alternativas. O multiverso foi introduzido na TV durante a 2ª temporada de “The Flash”. A ideia de que existem várias Terras paralelas, cada uma com sua própria versão dos heróis da DC, possibilitou que personagens mortos nas séries do Arroverso, como Canário Negro e Senhor Frio, reaparecessem com novas personalidades. E também serviu para justificar a falta de repercussão dos eventos apocalípticos das tramas de “Supergirl” nas demais atrações – porque a prima de Superman existe em outro universo. Essas “infinitas Terras” sofrerão agora uma “crise” sem precedentes, inspirada na história mais famosa da DC Comics. Considerada um marco dos quadrinhos, a “Crise” original de 1985 ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, resultado da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de “Supergirl” na mesma Terra dos demais integrantes do Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Para chegar nisso, a versão televisiva da “Crise nas Infinitas Terras” pretende demonstrar que todas as séries e filmes já lançados dos heróis da DC existem em seu próprio universo. Assim, o público descobrirá o que aconteceu com o Robin de Burt Ward, após o último episódio da série clássica de “Batman”, em 1968. E o que o Clark Kent de Tom Welling fez após virar Superman no final de “Smallville” em 2011. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Além disso, embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil, mas muito provavelmente deve acontecer em janeiro no canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram So, I was just minding my own business, and I ran into this guy? @tomwelling #Smallville #crisis #loisandclark. Laughed until I cried! So much fun ? Uma publicação compartilhada por Erica Durance (@durance.erica) em 26 de Set, 2019 às 9:48 PDT

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  • Série

    On Becoming a God in Central Florida é renovada para a 2ª temporada

    26 de setembro de 2019 /

    O canal pago americano Showtime renovou “On Becoming a God in Central Florida” para sua 2ª temporada. Atualmente na metade da sua temporada inaugural, a atração arrancou muitos da crítica e atingiu 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Com uma narrativa tão imaginativa e uma performance de protagonista absolutamente inspirada, “On Becoming a God in Central Florida” foi uma revelação”, afirmou a co-presidente de entretenimento da Showtime, Jana Winograde, em comunicado. “Kirsten, Esta, Robert, Matt e Charlie criaram uma mistura maravilhosa de luz satírica dentro da melancolia econômica e emocional que confronta tantos americanos. Não poderíamos estar mais felizes que ‘On Becoming a God’ esteja no Showtime, nem mais ansiosos para ver que eventos loucos aguardam nosso grupo na 2ª temporada”. O texto elogioso é um tapa de luva de pelica no YouTube. Vale lembrar que “On Becoming a God in Central Florida” estava sendo desenvolvida para o YouTube Premium, que mudou seu plano de negócios para fugir da guerra de streamings, abandonando o investimento em produções originais de ficção. Com isso, desistiu da série, que o Showtime imediatamente adquiriu para sua programação. A série criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky se passa na região de Orlando no início dos anos 1990. A trama é centrada em Krystal Gill (Kristen Dunst), uma funcionária de parque aquático com salário mínimo que busca se infiltrar dentro da Founders American Merchandise, um esquema de pirâmide patriótico e bilionário que levou sua família à ruína. Armada com seu charme e um plano de vingança, ela pretende escalar o topo da pirâmide para fazer suas necessidades bem em cima dela. Além de estrelar, Kirsten Dunst (“Homem-Aranha”) divide a produção com o astro George Clooney e Grant Heslov, donos da produtora Smokehouse Pictures – responsável, entre outros projetos, pela recente minissérie “Catch 22”. O resto do elenco ainda destaca Théodore Pellerin (“Boy Erased”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”), Ted Levine (“Monk”), a cantora Beth Ditto (“A Pé Ele Não Vai Longe”) e Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”) quase irreconhecível de mullet. Veja abaixo o trailer da 1ª temporada.

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  • Série

    Glitch: Netflix lança temporada final da premiada série australiana sem nenhuma divulgação

    26 de setembro de 2019 /

    A Netflix lançou a 3ª e última temporada de “Glitch”, produção sobrenatural australiana premiada, na quarta-feira (25/9) sem realizar nenhuma divulgação. A plataforma não produziu nenhum trailer, divulgou pôster ou mesmo uma foto dos novos episódios. Nem mesmo postou nas redes sociais que o lançamento estava disponível. Nada. A atitude reforça uma das maiores queixas dos usuários do serviço, da falta de informação sobre o conteúdo disponível no catálogo. Se o conteúdo foi produzido pela própria plataforma ou adquirido de terceiros, como é o caso de “Glitch”, custou dinheiro. Mas é como se a Netflix não se interessasse em obter audiência com o investimento. O caso não é único e tem sido uma das principais razões de cancelamento de séries do serviço. A 3ª temporada da sci-fi canadense “Travelers” também foi jogada no catálogo com pouco apoio promocional em dezembro passado e acabou cancelada loga em seguida. A falta de divulgação reflete outra característica negativa do serviço oferecido pela Netflix: o desinteresse pela continuidade. A estratégia comercial que tem caracterizado a renovação de conteúdo da plataforma é o lançamento ininterrupto de séries novas, em paralelo ao crescimento desmedido de cancelamentos. Isto prejudica o engajamento do público nas produções. Não por acaso, séries antigas, que duraram várias temporadas e tiveram conclusão em suas histórias, lideram o ranking das maratonas em streaming. Há uma lição nisso que a Netflix não parece interessada em aprender. Curiosamente, a plataforma divulgou as duas primeiras temporadas de “Glitch”. E foi um grande sucesso. De fato, foi a repercussão da 1ª temporada em streaming que incentivou o canal australiano ABC a investir em sua continuação, quando já considerava tratar a atração como uma minissérie curta. Para completar, a produção acabou vencendo o AACTA Awards, premiação da Academia Australiana de Artes Televisivas e Cinematográficas, que equivale ao “Emmy australiano”, como Melhor Série de Drama. Com o lançamento da 3ª temporada, a história se completa, atestando a grande diferença com que abordou uma premissa bastante explorada nos últimos tempos – pela série francesa “Les Revenants”, seu remake americano “The Returned” e ainda “Resurrection”, todas já canceladas. Ambientado na pequena cidade de Yoorana, o drama sobrenatural acompanha o policial James Hayes (Patrick Brammall, do filme “A Pequena Morte”) na investigação do caso de sete mortos que voltaram à vida, sem memória nenhuma de quem eram. Todos eles estão ligados de alguma maneira e Hayes reconhece um deles do seu próprio passado – é sua falecida ex-esposa. Aos poucos, o caso se torna mais complexo e, na 3ª temporada, atinge proporções apocalípticas. Criada por Louise Fox (roteirista de “Broadchurch”) e Tony Ayres (criador de “Nowhere Boys”), a série também traz em seu elenco Genevieve O’Reilly (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Emma Booth (“Deuses do Egito”), Emily Barclay (“A Luz Entre Oceanos”), Sean Keenan (“Terra Estranha”), Andrew McFarlane (“Conspiração e Poder”), Daniela Farinacci (“Lion”), Hannah Monson (série “The Leftovers”), Aaron L. McGrath (“Jasper Jones”) e John Leary (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). É possível ver abaixo o trailer produzido pelo canal australiano ABC, sem legendas, para o lançamento televisivo da série em agosto. Foi o ABC, por sinal, quem espalhou que a série chegou na Netflix, em suas redes sociais. Apesar desse pouco caso, “Glitch” está completa no catálogo da empresa de streaming e vale uma das melhores maratonas que o serviço tem a oferecer. #FicaADica.

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  • Série

    Ator de Fleabag vai virar O Talentoso Ripley em série sobre o famoso psicopata

    25 de setembro de 2019 /

    O ator Andrew Scott já definiu o que vai fazer após a premiadíssima série “Fleabag”, vencedora de quatro prêmios Emmy no fim de semana passado. Ele foi confirmado como protagonista de uma série baseada no personagem Tom Ripley, psicopata famoso dos romances de Patricia Highsmith. No domingo, a criadora e estrela de “Fleabag”, Phoebe Waller-Bridge, creditou a Scott o sucesso da 2ª temporada do programa. “A 2ª temporada não teria acontecido e não teria explodido se não fosse por Andrew Scott, que entrou no mundo do ‘Fleabag’ como um turbilhão e fez uma performance com tanta profundidade e complexidade que elevou tudo”, ela disse em seu discurso de agradecimento pelo Emmy de Melhor Série de Comédia do ano. O talentoso Scott vai virar “O Talentoso Ripley” na série escrita e produzida pelo roteirista Steven Zaillian (vencedor do Oscar por “A Lista de Schindler” e criador da série “The Night of”) para o canal pago americano Showtime. A ideia de Zaillian é adaptar os cinco livros que Highsmith escreveu sobre o personagem, um psicopata sedutor e golpista, começando por sua origem, que batiza a série. Na trama, Tom Ripley (Scott), um jovem que vive em Nova York no início dos anos 1960, é contratado por um homem rico para viajar para a Itália e tentar convencer seu filho vagabundo a voltar para casa. O acordo é o primeiro passo de Ripley para uma vida complexa de enganações, fraudes e assassinatos. O cinema já levou às telas algumas histórias de Ripley. Só “O Talentoso Ripley” teve duas versões. O protagonista foi vivido por Alain Delon na produção francesa de 1960 “O Sol por Testemunha” e por Matt Damon em “O Talentoso Ripley”, de 1999. A continuação dessa história também inspirou duas produções diferentes: o clássico alemão “O Amigo Americano” (1977) e o esquecido “O Retorno do Talentoso Ripley” (2002). Zaillian pretende ir além dessas histórias, utilizando os cinco romances para mostrar a progressão de Ripley de vigarista a serial killer. Ainda não há previsão para a estreia da série.

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  • Ghost Rider - Agents of SHIELD
    Série

    Hulu desiste de produzir série do Motoqueiro Fantasma

    25 de setembro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu desistiu de fazer uma série live-action do Motoqueiro Fantasma. O projeto foi anunciado em maio e traria o retorno do ator Gabriel Luna ao papel, que ele desempenhou em “Agents of SHIELD”. Segundo o site Deadline, o Hulu e a equipe de Motoqueiro Fantasma chegaram à um impasse criativo sem resolução, o que levou a decisão da plataforma de desistir da produção. A série do Motoqueiro Fantasma foi anunciada ao lado de uma atração centrada no Filho de Satã, Helstrom. Ambas fariam parte de uma iniciativa chamada de Adventure into Fear (Aventura pelo Medo, em tradução livre), que reuniria os personagens de terror da Marvel, assim como as séries da Netflix juntaram os chamados “heróis de rua” da editora. O roteiro da série do Motoqueiro Fantasma estava a cargo de Ingrid Escajeda, roteirista-produtora de “Justified”, “Empire” e “Sneaky Pete”. Apesar do cancelamento do projeto, a segunda produção anunciada segue em desenvolvimento. O “Filho de Satã” da Marvel é Daimon Helstrom, que, como os tradutores nacionais deixaram claro, é filho do demônio, mas foi concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série deve mudar tudo isso. De acordo com o site Deadline, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos tem um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O desenvolvimento está a cargo de Paul Zbyszewski, produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”. A previsão de estreia de “Helmstrom” é para 2020.

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  • Série

    Michael Rosenbaum recusa convite para reunião de Smallville em Crise nas Infinitas Terras

    25 de setembro de 2019 /

    O ator Michael Rosenbaum, que ficou conhecido por interpretar o vilão Lex Luthor em “Smallville”, recusou o convite para reviver o personagem no crossover do Arrowverso “Crise nas Infinitas Terras”. Ele tornou pública a decisão após Tom Welling e Erica Durance confirmarem suas participações nos papéis de Clark Kent e Lois Lane, que desempenharam na série clássica. Em seu Twitter, o ator explicou o motivo para não ter aceitado o projeto. Segundo ele, a proposta da Warner não trazia garantias. “Representantes da Warner Bros. ligaram para meu empresário na última sexta-feira [20/9] à tarde. Eu estava na Flórida, em uma casa de repouso, visitando meu avô. A proposta deles: sem roteiro, sem ideia do que eu iria fazer, sem data de gravação. Pouco dinheiro. E o que realmente azedou a negociação: ‘Nós temos de saber [seu posicionamento] agora’. Minha resposta foi um simples ‘eu passo'”. Para completar, ele pediu para que os fãs entendessem o seu lado: “Espero que vocês entendam o motivo [da minha recusa]. E espero ter saciado todos os seus questionamentos. Carinhosamente, Rosenbaum”. Lex Luthor tem um papel importante na trama dos quadrinhos de “Crise nas Infinitas Terras”, que será adaptada para a TV. Mas o ator Jon Cryer, que assumiu o personagem na série “Supergirl”, deve interpretar o vilão no crossover. A versão televisiva será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Here ya go. 🙂 pic.twitter.com/8PFT6wsPMo — Michael Rosenbaum (@michaelrosenbum) September 24, 2019

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  • Série

    Cidade Invisível: Série brasileira do diretor de Rio e O Touro Ferdinando ganha primeira imagem

    25 de setembro de 2019 /

    A Netflix anunciou o começo das gravações da nova série brasileira “Cidade Invisível” com divulgação da primeira foto de bastidores da produção. A imagem registra o ator Marco Pigossi (“Tidelands”) e o diretor Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action após dirigir as animações das franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando” (pela qual foi indicado ao Oscar) Na trama, Pigossi interpreta o detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental. Após encontrar um estranho animal morto em uma praia carioca, o policial se envolve em uma investigação de assassinato e descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. O elenco também destaca Alessandra Negrini (“O Abismo Prateado”) como Inês, dona de uma casa noturna que é muito mais do que aparenta, e logo se envolve na investigação de Eric. Criada e produzida por Saldanha, “Cidade Invisível” traz ainda Mirna Nogueira (“O Doutrinador”) como roteirista-chefe e Julia Jordão (“O Negócio”) com diretora. A previsão de estreia é para 2020 em streaming.

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