Homecoming: Teaser e imagens da 2ª temporada destacam protagonismo de Janelle Monáe
A Amazon divulgou o pôster, seis fotos e o primeiro teaser da 2ª temporada de “Homecoming”, que destaca Janelle Monáe como nova protagonista. Será o primeiro papel fixo da cantora numa série, após se destacar no cinema em “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo” (ambos de 2016), mas ela já era conhecida dos assinantes da Amazon por participação num episódio da antologia sci-fi “Electric Dreams”. A 2ª temporada de “Homecoming” vai acompanhar uma mulher (Monáe) que acorda em uma canoa no meio de um lago, sem nenhuma memória de como chegou lá – ou mesmo de quem ela é. Essa sequência é destaque no vídeo e nas imagens disponibilizadas. Protagonista da 1ª temporada, Julia Roberts não voltará a aparecer nos novos episódios, mas ainda seguirá como produtora executiva da atração, ao lado de Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”). Apesar disso, alguns membros do elenco original, como Stephan James e Hong Chau, ainda podem ser vistos na prévia abaixo, ao lado das novas adições – além de Janelle, Joan Cusack (“De Repente Uma Família”) e Chris Cooper (“Adoráveis Mulheres”). A estreia está marcada para 22 de maio em streaming.
Disney planeja remake feminino da série Tal Pai, Tal Filho
A Disney planeja produzir mais um remake para abastecer seu serviço de streaming, o Disney+ (Disney Plus). O estúdio pretende resgatar a série “Tal Pai, Tal Filho” (no original, “Doogie Howser, M.D.”), exibida entre 1989 e 1993, que lançou o então adolescente Neil Patrick Harris ao estrelato. A nova versão se diferenciaria da série original por apresentar uma protagonista feminina. A trama acompanharia uma garota adolescente que, assim como o Doogie original, revela-se um prodígio da Medicina e antecipa sua formação profissional. Com isso, precisa dividir seu tempo entre os problemas comuns da sua idade e as pressões adultas que acompanham uma residência médica num hospital. Além da troca de sexo, a produção também vai mudar a raça da personagem. Na nova série, a protagonista vai morar no Havaí e ter família asiática. A criação da nova versão está a cargo de Kourtney Kang, roteirista da sitcom “Fresh Off the Boat”, que, por sinal, trabalhou com Neil Patrick Harris na série “How I Met Your Mother”. Harris foi indicado a um Globo de Ouro por sua performance como Doogie Howser em 1992, quando tinha 19 anos.
Elenco de Três É Demais faz paródia da série em clima de quarentena
O elenco da série clássica “Três É Demais” (Full House) se juntou numa paródia da abertura da atração, usando como tema a quarentena preventiva contra o novo coronavírus. Postado no Instagram do ator Bob Saget, o Danny Tanner da série, o vídeo mostra a suposta rotina da família Tanner, incluindo os dois “tios” adotivos, durante o período de isolamento social. Chamado de “Full Quarentine”, o vídeo combina cenas originais da série com novas gravações dos atores, cada um na sua casa, criando a ilusão de que todos moram juntos, como na sitcom. A mensagem é um incentivo para as famílias permanecerem juntas em casa. “Fiquem seguros e fiquem em casa — ao contrário de ‘Três é Demais’, isso tudo vai embora um dia”, escreveu Saget na legenda, referindo-se à covid-19. Além do ator, a paródia contou com participações de John Stamos (o tio Jesse), Candace Cameron Bure (D.J.), Jodie Sweetin (Stephanie), Dave Coulier (o tio Joey) e Andrea Barber (a melhor amiga Kimmy), cada um simulando uma atividade engraçada em casa. Originalmente exibida entre 1987 e 1995, “Três É Demais” experimentou um revival em 2016, com o lançamento da continuação “Fuller House”, da Netflix, centrada nas filhas de Danny Tanner, que eram crianças na época da série original. Só as gêmeas Olsen se recusaram a reprisar seu papel compartilhado, como a Tanner caçula, o que transformou Kimmy, amiguinha de D.J., em Tanner honorária. Já cancelada, “Fuller House” ainda tem nove episódios inéditos, que devem ser lançados em breve em streaming. Ver essa foto no Instagram “Full Quarantine” – Stay Safe and Stay Home. —Unlike #FullHouse this will all go away. #fullhousechallenge #wewin Uma publicação compartilhada por Bob (@bobsaget) em 8 de Abr, 2020 às 9:07 PDT
The Midnight Gospel: Animação adulta do criador de Hora de Aventura ganha trailer psicodélico
A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado da série animada “The Midnight Gospel”, nova criação de Pendleton Ward, responsável pelo aclamado desenho “Hora de Aventura”. A prévia é impressionante, lisérgica, com imagens adultas, alegorias insanas, visual psicodélico e premissa apocalíptica. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, na mesma Netflix. A série acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. Os trechos de entrevistas serão inspirados no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com participações de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. “The Midnight Gospel” estreia em 20 de abril em streaming.
Série derivada de Hora de Aventura ganha primeiro teaser
A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Adventure Time: Distant Lands”, série derivada do desenho “Hora de Aventura”. O spin-off da série cancelada em 2018 no Cartoon Network terá apenas quatro episódios, cada um destacando um personagem diferente. O primeiro, “BMO”, será protagonizado pelo robô Beemo. A Princesa Jujuba e Marceline serão o foco do capítulo “Obsidian”, no qual tentarão impedir uma catástrofe na Cidade de Vidro. “Wizard City” explorará o passado do Mordomo Menta e sua história como estudante de magia. E, para completar, “Together Again” mostrará o retorno de Finn e Jake, protagonistas da série, que embarcarão na aventura mais importante de suas vidas. Vencedora da Emmy, a atração criada por Pendleton Ward (roteirista de “As Trapalhadas de Flapjack”) foi exibida originalmente entre 2010 e 2018, ao longo de 10 temporadas e 283 episódios. Durante seu período no ar, a animação foi uma das mais populares do Cartoon Network. E, como se não bastasse, também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Os primeiros episódios especiais de “Distant Lands” serão disponibilizados na vindoura plataforma da Warner Media em 2020, ainda sem data definida. A inauguração da HBO Max vai acontecer em maio nos EUA.
Atriz de Entourage será Lana Lang na nova série de Superman
A nova série de Superman vai apresentar uma nova Lana Lang. A atriz Emmanuelle Chriqui, que estrelou o terror “Pânico na Floresta” (2003), a série “The Passage” (2019) e também a série e o filme de “Entourage” (de 2005 a 2015), interpretará a personagem em “Superman & Lois”. Chriqui vai viver uma Lana adulta, que trabalha em um banco de Smallville, após a maioria de seus amigos de escola ter se mudado da cidadezinha. Ela se reconecta com Clark Kent, seu velho colega de colégio, durante um momento difícil de sua vida. Segundo rumores, a série vai começar com um enterro. Criada em 1950 por Bill Finger (o cocriador de Batman), Lana Lang já passou por várias transformações em sua trajetória na DC Comics – de primeira namorada de Clark Kenk a esposa de outro grande amigo de infância, Pete Ross, e até virou a heroína Superwoman. Sua encarnação mais famosa, porém, é a versão televisiva de “Smallville” (2001–2011), onde foi vivida por Kristin Kreuk. Antes disso, Stacy Haiduk foi a Lana Lang da série “Superboy” (1988–1992) e Annette O’Toole interpretou o papel nos cinemas, em “Superman 3” (1983). E apenas estas duas representaram a personagem como ruiva, de forma fiel aos quadrinhos. Apesar da inclusão da ex-namorada, Clark/Superman vai aparecer na série casado com Lois Lane. “Superman & Lois” vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente foi “Crise nas Infinitas Terras”, encerrado em janeiro. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Introduzida em “Supergirl”, a gravidez de Lois acabou sofrendo uma reviravolta pelos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, que transformaram o bebê Jonathan num par de garotos adolescentes. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto exibido como episódio normal de “Arrow”, mas até agora não teve sua produção oficializada nem descartada.
The Walking Dead: World Beyond ganha trailer com Rick Grimes
A produtora Skybound divulgou um novo teaser de “The Walking Dead: World Beyond”, série derivada da franquia “The Walking Dead”, que evidencia a conexão de sua trama com as duas outras séries do mesmo universo. A conexão se dá por meio de cenas de série principal e do spin-off “Fear the Walking Dead”, que destacam helicópteros com os mesmos logotipos utilizados nos veículos da nova atração. O helicóptero da líder da nova comunidade, interpretada por Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”), traz o mesmo símbolo de três círculos unidos vistos nos veículo aéreo que resgatou Rick Grimes (Andrew Lincoln), protagonista da “The Walking Dead” original, e daquele pilotado por Isabelle (Sydney Lemmon), em seu contato não planejado com Althea (Maggie Grace) em “Fear the Walking Dead”. O vídeo sugere que a nova produção vai mostrar quem são as pessoas que resgataram Rick, que pertencem ao mesmo grupo da misteriosa Isabelle. O spin-off foi criado por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas. Originalmente previsto para 12 de abril, “The Walking Dead: World Beyond” teve o lançamento adiado devido à pandemia do novo coronavírus. Por conta disso, a atração encontra-se sem data de estreia confirmada. A série será exibida no Brasil pelo canal pago AMC Brasil e também pode chegar pela Amazon, que fechou contrato de distribuição internacional da produção.
Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa
A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.
All Rise: Série vai retomar produção de episódios sem abandonar quarentena
A série “All Rise”, produção da WBTV (Warner Bros. Television) para a rede CBS, vai retomar sua produção durante a quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus. Mas a equipe não vai sair do isolamento. A ideia é adaptar a série para os dias de hoje, com situações da quarentena. O episódio em desenvolvimento abordará como o pandemia e o distanciamento social estão afetando o sistema de justiça criminal. Usando o FaceTime, Zoom, WebEx e outras mídias sociais, os produtores vão trabalhar virtualmente, à distância. As gravações do drama jurídico estrelado por Simone Missick (de “Luke Cage”) serão feitas nas casas dos próprios atores, respeitando as regras de distanciamento social, e a equipe técnica usará efeitos visuais para criar os cenários. “É uma chance única para nossa família ‘All Rise’ se unir – em nossas diferentes casas, até cidades – para contar uma história sobre resiliência, justiça e poder da comunidade”, disse o produtor executivo Greg Spottiswood. Com isso, “All Rise” será a primeira série a ter um episódio produzido em meio à suspensão de todas as gravações de filmes e séries, medida tomada como prevenção contra o covid-19. O episódio de quarentena vai ao ar no dia 4 de maio.
Personagem de Frozen, Olaf ganha série animada. Veja o primeiro episódio
O boneco de neve Olaf, personagem da franquia “Frozen”, ganhou uma série animada, intitulada “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal). O título da atração reflete esses tempos de coronavírus. A série foi criada e produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Assim como nos filmes, Olaf é dublado por Josh Gad, que também atuou remotamente na produção. Os episódios são curtos e mostram Olaf interagindo com outros pequenos bonecos de neve. O primeiro pode ser visto abaixo e novos capítulos serão disponibilizados diariamente no YouTube e no Twitter da Walt Disney Studios. Olaf também está em “Frozen 2”, longa mais recente da franquia da Disney, que recentemente foi disponibilizado em VOD no Brasil.
Vídeos de The Walking Dead revelam a volta de Maggie
A produtora Skybound divulgou o trailer e uma cena completa de “A Certain Doom”, o último episódio da 10ª e atual temporada de “The Walking Dead”. As prévias mostram o confronto final contra os Sussurradores e a volta de Maggie (Lauren Cohan). A última aparição de Maggie aconteceu no episódio final de Rick (Andrew Lincoln), antes do salto temporal da 9ª temporada, mas seu destino só foi revelado em diálogos dos personagens remanescentes. Ela teria abandonado Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada. A decisão foi financeira. Cohan não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de uma nova série, “Whiskey Cavalier”. Entretanto, a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier”, abrindo a possibilidade de reintegração da atriz em “The Walking Dead”. Ela fará parte do elenco fixo da 11ª temporada, que não tem previsão de estreia. A exibição de “A Certain Doom” tampouco está agendada. Com a suspensão dos trabalhos como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, o episódio ficou sem pós-produção. Assim que receber autorização, a equipe voltará para finalizar o capítulo. A expectativa é para o fim do ano. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e marcou a despedida de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva.
James Drury (1934 – 2020)
O ator James Drury, que por nove temporadas protagonizou a famosa série de western “O Homem de Virgínia” (The Virginian), morreu nesta segunda (6/4) aos 85 anos. A assistente do ator, Karen Lindsey, confirmou a notícia no Facebook e citou que a more ocorreu por causas naturais. Uma das séries mais populares da era de ouro do western televisivo, “O Homem de Virgínia” acompanhava os empregados do rancho Shiloh Ranch, gerenciado pelo personagem de Drury. Ele era conhecido como o homem de Virgínia, em alusão ao estado americano em que nasceu, e nunca teve seu verdadeiro nome revelado na atração, exibida entre 1962 e 1971 na TV americana. O protagonista e o seu braço direito, Trampas (Doug McClure), foram os únicos que ficaram na série por toda a duração, visto que o proprietário do rancho mudou várias vezes com o passar dos anos. Entre as diferentes temporadas, o elenco também destacou Lee J. Cobb, Clu Gulager e John McIntire. Antes de conseguir o papel que marcaria sua carreira, Drury atuou num dos maiores clássicos da ficção científica “Planeta Proibido” (1956), além de ter estrelado westerns cinematográficos, como os igualmente célebres “A Última Carroça” (1956), dirigido por Delmer Daves, e “Pistoleiro do Entardecer” (1962), do mestre Sam Peckinpah. Ele também contracenou com Elvis Presley no western “Ama-Me com Ternura” (1956) e estrelou a versão da Disney de “Pollyanna” (1960). Ao contrário do colega Doug McClure, que protagonizou vários filmes de sucesso, a carreira de Drury não prosperou após “O Homem de Virgínia”, resumindo-se a participações especiais em séries, como “Têmpera de Aço”, “Chuck Norris: Homem da Lei” e “As Aventuras de Brisco County Jr.”, e pequenas aparições em filmes derivados de séries do Velho Oeste, como “Maverick” (1994, com Mel Gibson) e a própria adaptação de “O Homem de Vírginia” (2000), estrelada por Bill Pullman no canal pago TNT. Seu último papel foi no telefilme “Billy and the Bandit”, atualmente em pós-produção.
Honor Blackman (1925 – 2020)
A atriz inglesa Honor Blackman, conhecida por viver a Bond girl Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), morreu nesta segunda (6/4) em sua casa em Lewes, no Reino Unido, de causas naturais não relacionadas ao novo coronavírus, segundo disse a família ao jornal The Guardian. Ela tinha aos 94 anos. “Além de ter sido uma mãe e avó adorada por nós, Honor era uma atriz de talento criativo imensamente prolífico, com uma extraordinária combinação de beleza, inteligência e poderio físico, além de sua voz única e sua ética de trabalho dedicada”, escreveu a família em nota. Ela começou a carreira nos anos 1940, geralmente escalada como jovem recatada em filmes como “A Filha das Trevas” (1948) e “Quarteto” (1948). E sua longa carreira inclui muitos clássicos, entre eles “Angústia de uma Alma” (1950), “Somente Deus por Testemunha” (1958), uma das versões cinematográficas do desastre do Titanic, e “Jasão e o Velo de Ouro” (1963), em que viveu a deusa Hera. Mas, curiosamente, sua popularidade só explodiu quando ela foi para a TV, ao estrelar a série “Os Vingadores” (The Avengers) em 1962 como Catherine Hale, uma espiã em roupa de couro preto que marcou época na programação televisiva britânica. Ela deixou o papel em 1964, exatamente para se juntar a Sean Connery em “007 Contra Goldfinger”, a terceira aventura de James Bond nos cinemas. A personagem de Blackman, Pussy Galore, que liderava um esquadrão aéreo, rompeu com os clichês das Bond girls indefesas e submissas da franquia. “Ela era uma criatura fascinante e a menos previsível de todas as conquistas de James Bond”, disse Blackman uma vez. “Todas as outras sucumbiram rapidamente [à sedução de Bond], mas não Pussy. No livro [de Ian Fleming], ela era lésbica.” E ela era capaz de fazer mais que deixar os homens tontos com sua beleza, ela os fazia cair a seus pés, desmaiados após golpes de artes marciais. Graças ao papel de “Os Vingadores”, Blackman tinha treinado judô e a repercussão de seus papéis em produções de ação renderam até o lançamento de um livro em que atriz ensinava golpes de autodefesa. Seu papel em Pussy Galore ainda repercutiu na cultura pop, inspirando o nome de uma banda de rock, formada em Washington em 1985 pelo guitarrista e cantor Jon Spencer (posteriormente líder do trio The Jon Spencer Blues Explosion). O sucesso de “007 Contra Goldfinger” levou Blackman a estrelar três filmes em 1965: a comédia “O Segredo do Meu Sucesso”, o drama “Leilão de Almas” e o romance trágico “Por um Momento de Amor”. Ela voltou a contracenar com Sean Connery no western “Shalako” (1968) e continuou em alta até o fim dos anos 1970, aparecendo em “Twinky” (1970), de Richard Donner, e em vários terrores cultuados, como “Uma Noite de Pavor” (1971), “Uma Filha para o Diabo” (1976) e “O Gato e o Canário” (1978). Blackman também fez muitas produções televisivas, inclusive um arco em “Doctor Who”, nos anos 1980, e na maior parte dos anos 1990 estrelou a série de comédia “The Upper Hand”, a versão britânica da sitcom americana “Who’s the Boss?”, como uma mãe sexualmente ativa que contrata um empregado doméstico masculino. Entre seus últimos papéis estão participações nos filmes “O Diário de Bridget Jones” (2001), “Totalmente Kubrick” (2005), “Eu, Anna” (2012) e o terrir “Cockneys vs. Zombies” (2012). A atriz foi casada duas vezes. Seu último marido foi o também ator Maurice Kaufmann, com quem contracenou em “Uma Noite de Pavor”. O casal adotou dois filhos, Lottie e Barnaby, que lhes deram os netos Daisy, Oscar, Olive e Toby.












