Deus Me Adicionou é cancelada após duas temporadas
A CBS cancelou a série “Deus Me Adicionou” (God Friended Me) após duas temporadas. Segundo apurou o site Deadline, a decisão foi comunicada aos produtores com antecedência, dando tempo para que a equipe criativa planejar uma conclusão satisfatória para a trama. A série de comédia acompanhava um ateu militante, que recebe um pedido de amizade de Deus no Facebook e tem a vida completamente alterada após aceitar o convite. Inconscientemente, ele vira um agente de mudança nas vidas e destinos de outras pessoas ao seu redor por conta das orientações divinas. A premissa do ateu escolhido para um destino divino já rendeu inúmeras séries, de “Eli Stone” à outra atração recentemente cancelada, “Kevin (Probably) Saves the World”. Mas “God Friended Me” fazia um bom trabalho em vender a ideia como se fosse novidade, em parte devido à atualização tecnológica da mensagem de Deus, mas também pela empatia do ator Brandon Micheal Hall (“The Mayor”). Na série, ele vive Miles, filho de um pastor que renega Deus após a morte de sua mãe. Para desgosto da família, Miles tem um programa de rádio que usa como plataforma para desacreditar religiosos. Por conta disso, ele acha que o pedido de amizade de Deus, em seu celular, é uma pegadinha. Mas aceitar o convite é apenas o começo de uma série de incidentes que o levam a salvar um desconhecido e fazer amizade com uma garota que nunca tinha visto na vida, e que se revela filha da enfermeira de seu parto. As muitas reviravoltas acabam colocando seu ceticismo em cheque. Além de Brandon Micheal Hall no papel principal, a produção também destacava o veterano Joe Morton (série “Eureka”) como o pai de Miles, Javicia Leslie (série “MacGyver”) como sua irmã, Violett Beane (a Jesse Quick de “The Flash”) como sua mais nova amiga, uma jornalista que o ajuda a tentar desvendar quem está por trás do misterioso perfil social de Deus, e Suraj Sharma (o Pi de “As Aventuras de Pi”) no papel de seu melhor amigo e hacker que se junta à missão. “Deus Me Adicionou” foi criada pela dupla Steven Lilien e Bryan Wynbrandt, criadores da série sci-fi “Alcatraz”, que teve vida curta, e produtores-roteiristas de “Hawaii 5-0” e “Gotham”. Eles produziam a série em parceria com o cineasta Marcus Siega (do cult “Garotas Malvadas”), que também dirigiu o piloto – seu segundo na temporada retrasada, incluindo “The Passage”, também cancelada na Fox. O último episódio vai ao ar em 26 de abril nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
HBO fará série espanhola de ficção sobre a quarentena do coronavírus
A HBO Europa anunciou a produção de uma série antológica “de quarentena”. A produção vai se chamar “En Casa”, e trará episódios independentes de até 15 minutos filmados por cinco cineastas espanhóis em suas casas. Os diretores que participarão do projeto são Leticia Dolera (“Requisitos para Ser una Persona Normal”), Rodrigo Sorogoyen (“Madre”), Paula Ortiz (“La Novia”), Carlos Marqués-Marcet (“10.000 Km”) e Elena Martín (“Julia Ist”). A emissora entregou equipamentos básicos para o time de cineastas em suas casas e orientou que as tramas devem refletir de alguma forma a situação de isolamento social provocada pela pandemia do novo coronavírus. Os diretores usarão suas casas como cenário e as pessoas com quem estão isolados como protagonistas das histórias. Segundo a HBO, os episódios abrangerão diversos gêneros — da comédia romântica à fantasia. A data de estreia ainda não foi definida.
The Eddy: Série jazzista do diretor de La La Land ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “The Eddy”, série produzida e dirigida pelo cineasta Damien Chazelle, premiado com o Oscar por “La La Land” (2016). A prévia mostra os problemas enfrentados pelo protagonista, Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”), para manter seu clube de jazz funcionando em Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg (“O Ódio que Você Semeia”) vive a filha, chamada Julie, e Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) é o sócio francês, que deve dinheiro a criminosos perigosos, capazes de colocar a vida de todos em perigos. O elenco ainda destaca Leïla Bekhti (“Sem Palavras”) como a namorada de Rahim e a polonesa Joanna Kulig (que demonstrou dotes vocais em “Guerra Fria”) no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot/Holland. Gravada na França, a série tem diálogos em inglês, francês e árabe, muitas vezes misturando os três idiomas. E a prévia não tem legendas. Além de produzir, Chazelle dirige os dois primeiros (de um total de oito) episódios da 1ª temporada. Os roteiros são de Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). Mas quem deu o pontapé inicial no projeto foi o músico Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. Ele teve a ideia, juntou diretor, roteirista e compôs a trilha sonora da produção. A Netflix já exibiu os dois episódios dirigidos por Chazelle no Festival de Berlim, mas o lançamento completo em streaming só vai acontecer em 8 de maio.
Valéria: Nova série com atriz de La Casa de Papel ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de mais uma série espanhola, “Valéria”. Trata-se de uma comédia que, pra variar, é protagonizada por uma atriz de “La Casa de Papel”: Diana Gómez, a Tatiana da série mais famosa. Gómez vive a personagem-título, uma escritora em crise tanto com seus romances quanto com seu marido e a distância emocional que os separa. Ela encontra apoio em suas três melhores amigas: Carmen (Silma López), Lola (Paula Malia) e Nerea (Teresa Riott), que sugere uma saída: uma ficção erótica. A prévia sugere que o resultado não é exatamente “Cinquenta Tons de Cinza”, mas uma novelinha picante, que exalta a infidelidade e não economiza palavrões. Inspirada nos livros de Elísabet Benavent, a série tem roteiro de María López Castaño (“Grande Hotel”) e estreia em 8 de maio na plataforma de streaming.
911 e o spin-off Lone Star são renovadas para novas temporadas
A Fox anunciou as renovações de “911” e seu novo spin-off “911: Lone Star”. As duas produções são os primeiros dramas do canal a garantir seu retorno na temporada 2020-21. Produzidas por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, as atrações da franquia “911” são as séries de melhor audiência do canal. A série original, com 10,4 milhões de espectadores ao vivo, vai para sua 4ª temporada, enquanto a novata, vista por 9,1 milhões, garantiu seu segundo ano de produção. “‘911’ e ‘911: Lone Star’ são realmente dois dos dramas mais fortes e emocionantes da TV aberta, além de serem peças centrais da Fox Entertainment”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment, em comunicado divulgado nesta segunda-feira (13/4). “Os criadores Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, assim como suas incríveis equipes de roteiristas, diretores, elencos e equipes inteiras, fazem uma mágica de cair o queixo em todos os episódios. De terremotos e tsunamis em Los Angeles a tornados do tamanho do Texas, ambos as séries oferecem um espetáculo incrível com personagens fortes e identificáveis com os quais você se importa semana a semana. Aguardamos ansiosamente muitos resgates emocionantes em ambas as séries, que ajudam a honrar os corajosos socorristas deste país, bem como os de todo o mundo”, conclui a mensagem.
Deborah Ann Woll faz desabafo por desemprego e recebe apoio de colegas da Marvel
A atriz Deborah Ann Woll aproveitou a participação num programa de entrevistas do YouTube para fazer um desabafo, mostrando-se preocupada por estar desempregada, situação que a afetava desde antes da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus. Falando no programa de Joe Quesada, diretor criativo da Marvel, ela disse que “não tem certeza se vai conseguir trabalhar novamente” após o fim de “Demolidor” e “Justiceiro”, séries da Marvel na Netflix em que interpretava Karen Page. Woll contou que não conseguiu nenhum papel novo desde o final das séries. “Isso tem sido muito difícil para mim. Eu fico me perguntando se tem alguém por aí que ainda gostaria de trabalhar comigo, se eu ainda sou capaz de fazer meu trabalho, esse tipo de coisa”, admitiu. “Uma parte do meu cérebro diz: ‘Calma, você está sendo paranoica’. Mas a outra parte, a que ama atuar, sabe que isso [a falta de trabalho] é um problema. A tragédia de ser um ator, ou qualquer profissão em que você realmente coloca um pedaço de sua alma no trabalho, é que ela se torna parte de você”, continuou. “Mesmo antes do coronavírus virar tudo de cabeça para baixo, eu estava tendo problemas com isso. Quando não estou atuando, não sei quem sou. Como faz algum tempo que não estou atuando, minha autoestima está se deteriorando”, completou. Em resposta ao desabafo, dois colegas de elenco de Woll em “Demolidor” e “Justiceiro” manifestaram seu apoio nas redes sociais. Vincent D’Onofrio, intérprete do vilão Wilson Fisk (o Rei do Crime), elogiou a atriz como “uma de suas colegas de cena favoritas” em toda a carreira. “Deborah Ann Woll pode interpretar qualquer papel. Todo ator depende do seu colega de cena, e você seria sortudo de tê-la ao seu lado. Ela é invencível. Um presente para qualquer narrativa”, tuitou. Jon Bernthal, o próprio Justiceiro, referendou a declaração de D’Onofrio. “Isso aqui é verdade. Muito amor para vocês dois. Que honra poder ter contracenado com ambos”, acrescentou. Além do papel de Karen Page nas séries da Marvel, Woll se destacou como a vampira Jessica Hamby em “True Blood” (2008-2014), e também foi festejada pelo ator principal daquela série, Stephen Moyer, intérprete de seu “pai” vampiro, que a chamou de “uma das melhores atrizes” com quem já trabalhou. “Ela parecia ser minha filha real e eu amei/a amei muito”, escreveu. Veja abaixo a entrevista completa, que tem 1h20 de duração, seguida pelos tuítes. That right there’s the truth. Big love to both of y’all. What an honor and joy to have rolled with you guys. — Jon Bernthal (@jonnybernthal) April 12, 2020 I feel the same way about you Steve. Big hugs. Miss you and Bill. https://t.co/rq6u9JSig7 — Deborah Ann Woll (@DeborahAnnWoll) April 9, 2020
Especial de Friends não será gravado antes do lançamento da HBO Max nos EUA
O especial de “Friends”, que voltaria a reunir o elenco original, não vai ser produzido a tempo de acompanhar o lançamento do serviço de streaming HBO Max, previsto para o próximo mês nos EUA. O motivo é a pandemia do novo coronavírus. As gravações ocorreriam no final de março, mas foram adiadas para maio e agora, com as mortes por covid-19 batendo recordes nos EUA, não há mais previsão para isso acontecer. Para compensar a frustração, a WarnerMedia informou que todos os 236 episódios da série poderão ser vistos desde o primeiro dia em sua nova plataforma. Os episódios saíram da Netflix nos EUA e se encontravam fora do alcance dos fãs americanos – já no Brasil, onde a HBO Max ainda não tem previsão de estreia, ainda é possível assistir “Friends” na Netflix. “Nós queremos compartilhar algumas informações sobre as datas de produção para o especial não roteirizado de Friends para o HBO Max. A produção foi adiada por causa da pandemia da covid-19. Isto significa que o especial não estará disponível no primeiro dia do serviço de streaming, em seu lançamento. Mas o especial está a caminho”, afirmou a WarnerMedia em comunicado. “O elenco e os produtores estão muito empolgados para começar o trabalho, já que esta será a primeira vez que o elenco inteiro se reunirá desde o fim da série [em 2004], e no set original. Há muitas surpresas guardadas e várias imagens raras de bastidores que eles querem dividir com os fãs. Nós manteremos vocês informados conforme os planos se solidificarem e nós tivermos uma data de estreia oficial”, acrescentou a empresa. Este especial não será um novo episódio da série. Nem sequer terá roteiro. Ele reunirá os seis astros da série — Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer — em uma conversa sobre os bastidores da atração. “Para evitar qualquer mal-entendido sobre o que é este especial, nós queremos deixar claro que este não será um episódio novo e original da série. Os atores vão participar como si mesmos, não como seus amados personagens”, ressalta a empresa. “Embora os fãs tenham de esperar mais um pouco por esta reunião, eles poderão assistir aos 236 episódios da série desde o primeiro dia do HBO Max”, concluiu a nota.
Survive: Nova série de Sophie Turner é tachada de “irresponsável” pela crítica americana
“Survive”, uma das atrações mais badaladas da nova plataforma Quibi, está enfrentando a ira da crítica nos Estados Unidos. A primeira série de Sophie Turner após “Game of Thrones” estreou na segunda (6/4), junto com o novo serviço de streaming, uma espécie de Netflix para aparelhos celulares, e recebeu apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas, paradoxalmente, a atriz ganhou muitos elogios por sua interpretação, ao viver uma mulher complexa e muito diferente de Sansa – “prova que a incrivelmente talentosa Sophie Turner é merecedora de papéis maiores e melhores”, resumiu o próprio Rotten Tomatoes. O problema estaria na forma como a produção retrata a depressão de sua personagem, a ponto de os jornalistas americanos tacharem a produção como “irresponsável”. Na trama, baseado em um livro homônimo de Alex Morel, a jovem Jane Salas (Sophie) sofre de estresse pós-traumático e tem tendências suicidas. Ela viveu em uma casa de recuperação durante um ano e fala em se matar, enquanto a câmera exibe em detalhes as marcas em seu corpo, causadas por automutilação. Há ainda cenas de flashback de sua tentativa de suicídio, um banho de sangue que faz com que “13 Reasons Why”, da Netflix, pareça “Malhação”. “Survive” até avisa no começo dos episódios que exibirá “cenas que algumas pessoas podem achar perturbantes, incluindo problemas mentais e pensamentos suicidas”, mas nem isso prepara o público para a forma explícita com que esses temas são tratados. O tom perturbador incomodou a crítica. “Uma das séries mais irresponsáveis que eu já vi”, publicou o site The Vox, para quem “Survive” “é minuciosa nas instruções de automutilação e suicídio, de um jeito que faz tudo ser vagamente atrativo”. O Vulture lamentou tanto o conteúdo quanto a forma. “Honestamente, não sei o que é mais frustrante: a irresponsável idealização suicida ou as pedantes cenas de flashback”. A revista Time reforçou que “a série, intencionalmente ou não, se esbalda na estética niilista e sangrenta do suicídio”. A Variety lamentou o tom “errante em seus clichês [suicidas] tóxicos.” Até a CNN atacou: “De longe, é a pior série do catálogo do Quibi”. O detalhe é que, numa série convencional, a violência depressiva não chamaria tanta atenção. Veja-se “Euphoria”, por exemplo, que também aborda tentativa de suicídio e depressão de forma visceral, mas foi bastante elogiada. A diferença é que o piloto de “Euphoria” durava 53 minutos, enquanto cada episódio de “Survive” não passa de um “quibi” (10 minutos ou menos). Isso faz com que dois episódios inteiros sejam completamente dedicados ao horror, sem possibilidade de atenuação. Só que, do terceiro capítulo em diante, a série muda completamente, para virar uma trama tradicional de sobrevivência, a partir de uma reviravolta irônica. Tudo muda quando Jane embarca num avião, ao sair do centro de recuperação para voltar para casa, com diversos remédios que roubou da instituição, disposta a morrer de overdose no banheiro da aeronave. Mas quando se prepara para abandonar a vida, o avião bate em uma montanha. Só ela e um outro passageiro (vivido por Corey Hawkins) sobrevivem. E é então que a personagem que queria morrer descobre-se disposta a fazer de tudo para sobreviver. Vale lembrar que o Quibi também chegou no Brasil nesta semana, ainda que sem divulgação ou legendas em português. Veja abaixo o trailer americano de “Survive”.
Disque Amiga para Matar: 2ª temporada ganha pôster, teaser e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster e um teaser da 2ª temporada de “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me), que revela a data de estreia dos novos episódios da série protagonizada por Christina Applegate (“Perfeita É a Mãe!) e Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”). A trama é centrada em Jen (Applegate), uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conhece num grupo de apoio. Mas enquanto se tornam amigas improváveis, Judy faz de tudo para esconder um grande segredo. “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) marcou a volta da atriz Christina Applegate às sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, sua primeira lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, liderou o ranking por semanas. A 2ª temporada estreia em 8 de maio.
Superman & Lois: Ator de Graceland será marido de Lana Lang na série
A vindoura série “Superman & Lois” definiu mais um integrante de seu elenco. Um dia após o anúncio de Emmanuelle Chriqui (“Entourage”) como Lana Lang, a produção da rede The CW revelou que Erik Valdez, conhecido por “Graceland” (ou “Segredos do Paraíso” na TV aberta), interpretará seu marido, Kyle Cushing. O personagem é chefe do corpo de bombeiros de Smallville e demonstra antipatia por forasteiros de cidades grandes, o que deve causar atritos entre ele e o casal do título – moradores de Metrópolis. A escalação confirma uma praxe das séries do Arrowverso, de criar membros da família de personagens estabelecidos que não existem nos quadrinhos. Lana Lang realmente se casou na linha temporal posterior à “Crise nas Infinitas Terras”, mas com Pete Ross, seu velho amigo de infância – o único que sabia a verdadeira identidade do Superman desde a adolescência. Ross chegou a aparecer em “Smallville”, porém bem diferente dos quadrinhos, interpretado por um ator negro (Sam Jones III). De todo modo, este casamento foi anulado pelos reboots posteriores da DC. “Superman & Lois” vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente foi justamente “Crise nas Infinitas Terras”, encerrado em janeiro. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Introduzida em “Supergirl”, a gravidez de Lois acabou sofrendo uma reviravolta pelos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, que transformaram o bebê Jonathan num par de garotos adolescentes. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto exibido como episódio normal de “Arrow”, mas até agora não teve sua produção oficializada nem descartada.
Stargirl: Nova série de super-heróis ganha comercial repleto de ação
A rede The CW divulgou um novo comercial de “Stargirl”, sua próxima série de super-heróis da DC Comics. A prévia mostra a aspirante a heroína (Brec Bassinger) explicando seu plano de como enfrentar supervilões para o padrasto (Luke Wilson). “Eu tenho um plano em 3 partes: encontrá-los, surpreende-los e chutar seus traseiros”, diz a adolescente, enquanto o vídeo corta a palavra “traseiros” em inglês, mostrando em vez disso a Stargirl em ação. A protagonista é uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado originalmente em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl – simples assim, na versão simplificada da série. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que também é, justamente, quem criou Stargirl nos quadrinhos da DC. O lançamento está marcado para 19 de maio na TV americana, um dia após a estreia na plataforma de streaming DC Universe.
Série Modern Family chega ao final nos EUA
A longeva série “Modern Family” exibe seu último capítulo na noite desta quarta (8/4) nos EUA. A rede ABC divulgou vários comerciais da despedida, com direito a abraços e muitas lágrimas do elenco. Veja abaixo. Centrada em três casais e respectivos filhos de uma mesma grande família, a série de Steve Levitan e Christopher Lloyd foi lançada em 2009 e por 11 temporadas representou a diversidade das famílias modernas, como prometido pelo seu título, ao mostrar casal gay, casal inter-racial de grande diferença etária e até o casal papai e mãe do subúrbio. Todos com suas dificuldades, mas com grande harmonia na hora de enfrentar tudo em família. Indicada a 22 Emmys, dos quais 5 como Melhor Série de Comédia, “Modern Family” perdeu muito de seu prestígio inicial após uma década de produção e a ascensão das séries de streaming. Tanto que seus criadores chegaram a cogitar encerrar a série um ano antes. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox Life.
Space Force: Nova série do criador de The Office ganha primeiras fotos
A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Space Force”, a nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”, desta vez em parceria com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Não por acaso, a série é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell será um general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e o elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Alex Sparrow (“UnREAL”) e Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.












