Ruby Rose se despede de Batwoman e insinua motivos para sair da série
A atriz Ruby Rose publicou um vídeo no Instagram com cenas de “Batwoman” para se despedir de seu papel na série, e aproveitou para passar um recado velado para os produtores. Depois que boatos sobre ser uma “atriz-problema” começaram a circular por “fontes” não oficiais na mídia especializada, ela insinuou que teve bons motivos para deixar o papel e não quis torná-los públicos por decisão própria. Na legenda da postagem, ela explicou um pouco mais sobre a decisão. “Não foi uma escolha fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria passar sem reconhecer todos os envolvidos, e como esta série foi importante para a TV e a nossa comunidade [LGBTQIA+]. Eu fiquei quieta por enquanto, porque esta foi a minha escolha. Adoro vocês”, escreveu. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, afirmaram que a decisão de sair da série não teria sido exclusiva da atriz. “Não foi 100% decisão dela. Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para se fazer uma série. Entretanto, essa fonte misteriosa “esqueceu” de lembrar que a atriz sofreu um acidente grave nas gravações, logo no começo dos trabalhos, precisando passar por uma cirurgia na coluna. Ela correu o risco de ficar paralisada pelo resto da vida, mas em 10 dias voltou ao trabalho, para não atrasar a estreia da atração, e atuou toda a temporada com dores constantes. Depois de seu acidente, a produção ainda teve outro, que deixou uma produtora assistente com risco de ficar paraplégica, ao ter a cabeça atingida por um guindaste durante gravações noturnas em Vancouver. O texto de Ruby, termina de forma amigável. “Eu tenho certeza que a próxima temporada será ótima, também”. Os produtores ainda não revelaram como vão substituir a atriz principal de “Batwoman”. A showrunner Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria. Renovada para a 2ª temporada, “Batwoman” é uma das maiores audiências da rede CW. Ver essa foto no Instagram Thank you everyone for coming on this journey. If I mentioned everyone it would be 1000 tags.. but Thank you to the cast, crew, producers and studio. It wasn’t an easy decision but those who know, know.. I didn’t want to not acknowledge everyone involved and how big this was for TV and for our community. I have stayed silent because that’s my choice for now but know I adore you all. I’m sure next season will be amazing also. Xxx *hangs up cowl and cape. Also @mysmarvel Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 27 de Mai, 2020 às 5:03 PDT
Space Force vira “série mais esperada há tempos” em novo vídeo da Netflix
A Netflix continua sua divulgação exaustiva de “Space Force” com um novo vídeo de bastidores legendado, que traz flagrantes explícitos de puxa-saquismo. O vídeo é uma coleção de elogios do elenco a Steve Carell, que pode ser resumido numa frase curta: “Steve Carell é legal”. Para elogiar Carell, a produção também contrabandeia declarações sobre a expectativa em torno da série, supostamente “a mais esperada há tempos”. Só que a cada novo vídeo divulgado – são muitos – , aparecem sempre as mesmas piadas, que na terceira ou quarta vez já não soam engraçadas. De fato, nem eram hilárias na primeira tentativa. Em relação à expectativa, a série volta a reunir o produtor-roteirista Greg Daniels, criador de “The Office”, com Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem a criação e a produção da nova atração, que, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço”. A trama foi inspirada num delírio do presidente americano Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia na sexta-feira (29/5) em streaming.
Reality Z: Série de zumbis com Sabrina Sato ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Reality Z”, série com Sabrina Sato, em que o cenário de um reality show vira o único refúgio seguro durante um apocalipse zumbi. O projeto foi anunciado pela própria Sabrina, na companhia do diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em abril do ano passado. Mas a ideia não é nova. Trata-se, na verdade, de um remake de “Dead Set”, minissérie britânica de 2008 concebida por ninguém menos que Charlie Brooker, o criador de “Black Mirror”. A diferença é que a produção original usava os cenários, o nome, a apresentadora (Davina McCall), o narrador oficial (Marcus Bentley) e até concorrentes do Big Brother inglês real, levando a metalinguagem ao limite. Como a marca Big Brother pertence à Globo, a série teve que criar outro reality de confinamento, chamado “Olimpo, a Casa dos Deuses”, em que os concorrentes se vestem como gregos antigos – embora o visual lembre mais orgias romanas. Isolada e autossustentável, a casa do reality logo se torna cobiçada para um punhado de pessoas que tenta escapar da pandemia zumbi no Rio de Janeiro. Mas enquanto o mundo acaba, os integrantes do reality seguem alheios ao que acontece do lado de fora, ignorando completamente o surto zumbi. Até ser tarde demais. Sabrina vive a apresentadora do reality, o que permite uma ligação tênue com o Big Brother Brasil, já que ela foi revelada no programa. O elenco inclui Guilherme Weber (“O Negócio”), Jesus Luz (“Aquele Beijo”), Ana Hartmann (“Me Chama de Bruna”), Emilio de Mello (“Psi”), Carla Ribas (“Casa de Alice”), Luellem de Castro (“Malhação”) e Ravel Andrade (“Sessão de Terapia”). A adaptação está a cargo de Cláudio Torres (“A Mulher Invisível”, “O Homem do Futuro”), que além de assinar os roteiros com João Costa, vai compartilhar a direção com Rodrigo Monte (“Magnífica 70”). A produção é da Conspiração Filmes. Com 10 episódios, a atração será lançada em 10 de junho.
Love, Victor: Série derivada de Com Amor, Simon ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Love, Victor”, série derivada do filme “Com Amor, Simon” (Love, Simon), de 2018. A prévia revela a ligação entre filme e série, que tem personagens e contextos diferentes, mas o mesmo tema. No vídeo, o Victor do título escreve uma mensagem para Simon, comparando a vida dos dois, no momento em que decide sair do armário. “Love, Victor” seria a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus), entretanto foi parar na Hulu. O mesmo tinha acontecido anteriormente com “High Fidelity”, outra série baseada em filme – “Alta Fidelidade”, de 2000. Como as atrações da Hulu visam o público mais adulto e não tem o compromisso de agradar “à toda família”, os produtores optaram por esse caminho para abordar com maior fidelidade os dramas da adolescência retratados na série, como a pressão da turma, os problemas familiares e a busca da identidade sexual. A trama de “Love, Victor” também se passa na mesma escola de “Com Amor, Simon”, acompanhando um novo estudante que tenta se adaptar àquele ambiente com a ajuda virtual do protagonista do filme original. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay no filme de 2018, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. Já o papel do protagonista Victor será vivido por Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”). O elenco também inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Rachel Hilson (“This Is Us”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A série tem lançamento previsto para 19 de junho na Hulu e já recebeu encomenda de novos roteiros, visando a produção de uma provável 2ª temporada.
American Horror Story: 10ª temporada é adiada, mas série ganhará spin-off
A rede Fox anunciou que 10ª temporada de “American Horror Story” foi adiada para 2021 devido à pandemia de coronavírus. A série criada por Ryan Murphy planejava iniciar gravações neste mês, mas foi impedida pelo agravamento da pandemia nos EUA. Por enquanto, não há informações sobre a trama do novo ano, mas Murphy chegou a comentar que as gravações dependiam de condições climáticas, sugerindo muitas cenas ao ar livre. Os atores esperados na produção são Jessica Lange, Lily Rabe, Evan Peters, Sarah Paulson, Denis O’Hare, Kathy Bates, Angela Bassett, Emma Roberts, Anjelica Ross, Leslie Grossman, Finn Wittrock, Taissa Farmiga, Billie Lourd, Dylan McDermott, Adina Porter e Cody Fern, habituais na atração, além de Macaulay Culkin (o eterno Kevin, de “Esqueceram de Mim”). Mas os fãs da série de terror também tiveram uma boa notícia. A Fox oficializou a nova série derivada, “American Horror Stories”, que trará “episódios contidos” de uma hora de duração. Isto é, o spin-off também será uma série de terror em formato de antologia, mas, em vez de contar uma história por temporada, terá histórias de horror diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”, no plural. Ainda não há previsão para a estreia.
Califórnia processa CBS e Disney por encobrirem assédio sexual na série Criminal Minds
As produtoras CBS Studios, do conglomerado ViacomCBS, e ABC Signature e ABC Studios, ambas do grupo Disney, estão sendo processadas pelo governo da Califórnia, acusadas de encobrir 14 anos de assédio sexual contra homens da equipe de produção da série “Criminal Minds”, exibida nos EUA pela rede CBS. A informação foi compartilhada pelo Departamento de Emprego Justo e Habitação (DFEH) da Califórnia nesta terça-feira (26/5). De acordo com o processo, o diretor de fotografia Gregory St. Johns teria abusado de sua posição para apalpar repetidamente funcionários e retaliar aqueles que rejeitaram seus avanços nos bastidores da série. Enquanto trabalhou em 278 dos 323 episódios de “Criminal Minds”, St. Johns teria abusado de vários homens, tocando em suas genitálias e fazendo carícias em “seus pescoços, ombros e ouvidos” em um padrão de comportamento “desenfreado, frequente e aberto”. O processo alega ainda que “a equipe de produção executiva teve conhecimento e apoiou a conduta ilegal, demitindo vários funcionários que resistiram ao assédio de St. John”, segundo o comunicado do órgão, que fiscaliza a aplicação das leis de direitos civis na Califórnia e suas violações, incluindo o assédio no local de trabalho. Além de processar as empresas produtoras, a ação também inclui alguns executivos como réus, visando indenizar as vítimas do assédio. Entre eles, estão a showrunner da série, Erica Messer, os produtores executivos Harry Bring e John Breen Frazier, o diretor Glenn Kershaw e a gerente de produção Stacey Beneville. Encerrada em fevereiro após 15 temporadas, “Criminal Minds” enfrentou outros problemas ao longo de sua produção. O maior escândalo foi a demissão de seu principal ator, Thomas Gibson, por agressão a um dos roteiristas da série no set de gravações. Seis anos antes, ele chegou a empurrar um dos diretores da atração e foi forçado a frequentar terapia para controle de raiva.
Richard Herd (1932 – 2020)
O ator Richard Herd, conhecido por seus papéis na série “Seinfeld” e em filmes clássicos como “Todos os Homens do Presidente” (1976) e “Síndrome da China” (1979), morreu nesta terça (26/5) aos 87 anos, por complicações de um câncer. Herd fez sua estreia no cinema em “Hercules em Nova York” (1970), que lançou a carreira de ator de Arnold Schwarzenegger. Mas só foi se destacar seis anos depois, como o agente da CIA James W. McCord Jr. em “Todos os Homens do Presidente” (1976). O papel que lhe deu proeminência quase não ficou com ele. Herd só foi escalado após a morte de Richard Long, primeira escolha do diretor Alan J. Pakula. A projeção de “Todos os Homens do Presidente”, vencedor de quatro Oscars, lhe rendeu convite para viver outro personagem de comportamento suspeito, o diretor de uma usina nuclear que tenta esconder um meltdown em “Síndrome da China”. Mas logo trocou os dramas de impacto social pelas comédias de sucesso, vivendo militares em “A Recruta Benjamin” (1980), estrelada por Goldie Hawn, e “O Sargento Trapalhão” (1996), com Steve Martin. Ele teve uma boa parceria com Steve Martin e também John Candy, participando ainda de “Antes Só do que Mal Acompanhado” (1987), ao lado da dupla, e de “Aluga-se para o Verão” (1985), protagonizado por Candy. Paralelamente, teve participações recorrentes em séries famosas, especializando-se em sci-fis televisivas. Viveu um alienígena invasor nos três capítulos da minissérie “V: A Batalha Final” (V: The Final Battle), um klingon em dois episódios de “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” (Star Trek: The Next Generation), um almirante da Frota Estelar em cinco aparições em “Jornada nas Estrelas: Voyager” (Star Trek: Voyager) e o Almirante Noyce em duas temporadas de “Seaquest 2032” (Seaquest SDV). Ele também integrou o elenco fixo de “Carro Comando” (TJ Hooker), dando vida ao Capitão Sheridan, chefe de William Shatner entre 1982 a 1984. Seu trabalho mais lembrado, contudo, foi como ator convidado de “Seinfeld”, interpretando o Sr. Wilhelm, o supervisor de George Costanza (Jason Alexander) em seu emprego no time dos New York Yankees. Ele apareceu em 11 episódios, ao longo de três temporadas da sitcom, incluindo o capítulo final, exibido em 1998. Em entrevista de 2016, Herd disse que o personagem foi divertido de interpretar. “Ele era muito vulnerável e tinha um senso de humor curioso… Ele era meio delirante às vezes. Eu já tive muitos delírios na vida, então foi fácil para mim”, brincou. Ao longo da carreira, Herd filmou como vários diretores famosos, desde suas papéis iniciais até o final de sua filmografia. Entre os muitos parceiros, destacam-se Clint Eastwood, que o comandou em “Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal” (1997) e num de seus últimos desempenhos, “A Mula” (2018). Ele também trabalhou com Jordan Peele no fenômeno “Corra!” (2017).
It’s Always Sunny in Philadelphia vira comédia mais duradoura da TV
O canal pago americano FX renovou “It’s Always Sunny in Philadelphia” para sua 15ª temporada, o que representa um recorde de duração. A produção se tornou a série de comédia live-action (com atores reais) mais longeva da história da TV americana. A sitcom estreou em 2005 e com a renovação ultrapassou a marca de “The Adventures of Ozzie and Harriet”, uma das primeiras séries desse formato, que ficou no ar por 14 temporadas, entre 1952 e 1966. Vale observar que o recorde diz respeito apenas ao número de temporadas, pois “Ozzie and Harriet” ainda lidera em quantidade de episódios produzidos – 434 capítulos versus 153 de “It’s Always Sunny in Philadelphia”. A produção do FX é uma criação de Glenn Howerton e Rob McElhenney, que também são protagonistas da trama, interpretando os personagens Dennis e Mac, respectivamente. Charlie Day (Charlie), Kaitlin Olson (Dee) e o veterano Danny DeVito (Frank) completam o elenco principal da atração. “It’s Always Sunny in Philadelphia” acompanha os cinco personagens, que são amigos e administram um bar na Filadélfia, cidade que dá nome à série. Ao estilo de “Seinfeld”, a trama é conhecida por seu humor ácido e por não esconder o egoísmo e os comportamentos antiéticos dos protagonistas. Falando sobre a possibilidade de bater o recorde no ano passado, McElhenney disse para os fãs: “Enquanto vocês ainda estiverem assistindo, continuaremos fazendo”. Outras atrações recordistas da TV americana incluem a animação “Os Simpsons”, que estreou em 1989 e está na 31ª temporada, e “Law & Order: Special Victims Unit”, lançada em 1999, quetornou-se a série dramática mais duradoura de todos os tempos ao atingir sua 21ª temporada.
Casal de Riverdale teria encerrado namoro na vida real
A arte imita a vida ou a vida imita a arte? Namorados em “Riverdale” e na vida real, Cole Sprouse e Lili Reinhart parece estar refletindo fora das câmeras a separação de seus personagens na série. Os dois começaram a namorar em 2017, após seus personagens virarem um casal em “Riverdale”. Mas agora que Betty Cooper e Jughead Jones começam a se afastar nas telas, seus intérpretes também estariam encerrando o relacionamento. Eles teriam até se isolado socialmente um do outro, durante a pandemia do novo coronavírus, segundo apuraram a revista People e a coluna/site Page Six, entre outras publicações. A notícia vem poucos dias depois de Sprouse postar uma carta aberta aos fãs no Instagram, dizendo que “não iria tolerar comentários maldosos”, sem especificar sobre o que se referia. “Quando eu entrei em um relacionamento público, essa era uma consequência eu podia prever. Embora eu nunca tivesse a intenção de expor a minha vida pessoal ao público, ficou claro que minha tendência à privacidade permitiu às pessoas impor seus próprios julgamentos”, escreveu ele. Reinhart fez comentários semelhantes no Twitter: “As pessoas são filhas da p*ta só por serem filhas da p*ta. Será que vocês não entendem o conceito de carma? Tudo bem, um dia ele vai alcançar vocês”. Não é a primeira vez que o namoro de Sprouse e Reinhart se desgasta em público. Depois que os dois assumiram o relacionamento, houve um período em que eles passaram separados. Assim que a E! News revelou o término, a People “apurou” que as “personalidades e estilos de vida conflitantes” dos dois teriam levado ao fim do namoro, no ano passado. Mas, poucos dias depois, o casal voltou a aparecer junto na capa de outra revista, a W Magazine, ironizando a cobertura sobre sua separação. “Urgente: uma fonte confirmou que vocês não sabem de m*rda nenhuma das nossas vidas”, diziam em conjunto. E em seguida Reihart declarou seu amor pelas redes sociais.
Dark: Última temporada ganha teaser enigmático e data de estreia
A Netflix divulgou o teaser legendado da 3ª e última temporada de “Dark”, que anuncia a estreia dos episódios finais da série alemã para 27 de junho. A escolha da data não foi casual. Trata-se de um elemento importante na mitologia da série: o dia em que se inicia o evento apocalíptico que acomete a cidade fictícia de Winden. O teaser também é cheio de cenas enigmáticas, sugerindo situações que desafiam teorias sobre viagens no tempo, como as vistas na trilogia “De Volta ao Futuro”, ao juntar um menino, um adulto e um idoso que podem ou não ser a mesma pessoa, sem esquecer que Martha (Lisa Vicari) aparece com a mesma jaqueta amarela que marcou Jonas (Louis Hofmann) na 1ª temporada, como se tivesse se transformado nele. “Você entenderá tudo… quando for a hora”, diz a narração do vídeo. Ao menos, o mistério já tem data para ser resolvido. Uma das séries mais populares da Netflix, apesar de não ser falada em inglês, “Dark” venceu recentemente uma votação entre os usuários do site Rotten Tomatoes como a melhor produção original da plataforma, batendo “Black Mirror”, “Stranger Things” e “Peaky Blinders”.
Stargirl: Série conquista crítica, público e cria problema para a Warner
A rede The CW tem um novo sucesso em sua programação. E isto é um problema para a Warner. A estreia de “Stargirl”, exibida na terça passada (19/5) nos EUA, conquistou elogios rasgados da crítica e registrou 1,2 milhões de telespectadores ao vivo. O número representa a segunda maior audiência de lançamento de uma série da CW desde “Batwoman” (1,9 milhão) no ano passado. A diferença é que “Stargirl” não era exatamente inédita e tem muito mais público não contabilizado, que a assistiu por outra plataforma. Originalmente uma produção da DC Universe, a série foi lançada um dia antes para os assinantes do serviço de streaming da editora de quadrinhos. Além disso, também foi disponibilizada em streaming gratuito do serviço digital da CW. A soma multiplataformas deve ter superado muito o alcance de “Batwoman”, mas nem a Warner nem a CW revelam o volume de usuários de seus streamings. De todo modo, não resta dúvida de que se trata de um sucesso de audiência, o que cria um problema caseiro para a Warner, porque “Stargirl” é claramente mais cara que as outras produções de super-heróis da DC exibidas pela CW. Os dois episódios já disponibilizados nos EUA parecem filmes, com efeitos visuais de qualidade muito superior aos apresentados em “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, por exemplo. “Stargirl” tem maior orçamento e melhor acabamento porque foi feita para streaming. Mas acabou sendo exibida em TV aberta. Os números de audiência inevitavelmente farão a CW querer manter a série em sua grade de programação por mais temporadas. E assim cria-se um dilema. A CW está canibalizando um atração da DC Universe – oferecendo-a até em streaming gratuito – , o que tende a criar atrito entre as diferentes divisões do conglomerado envolvidas no negócio. Lançar “Stargirl” na TV aberta, um dia depois do streaming, poderia ser apenas uma estratégia da Warner para atrair o público para uma 2ª temporada paga. Por isso, é questionável se a empresa toparia bancar essa 2ª temporada para a CW – uma atração cara, entregue quase de graça para exibição na TV convencional. Será que a CW, que pagou pouco pelos direitos de transmissão – bem menos que os custos de produção – , estaria disposta a bancar a série sem o investimento feito para a DC Universe? E como as séries do Arrowverso lidarão com uma coleguinha glamourosa na programação, que escancara a pobreza de recursos das suas produções? A série rica tem o mesmo produtor das séries pobres de super-heróis, Greg Berlanti. E isso também pode criar saia justa nos bastidores da Berlanti Prods. O fato de ser conteúdo premium de streaming justificava o maior investimento, só que a exibição na CW acabou com essa divisão. O projeto foi desenvolvido por Geoff Johns, co-criador de “The Flash”, maior sucesso do Arrowverse. Ele também é, por sinal, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A trama mostra a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. O clima lúdico, praticamente spielberguiano da atração, encantou a crítica. Extremamente bem-feita, a série também foi sucesso nas avaliações da imprensa americana, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com destaque para a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, além de Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça.
Expresso do Amanhã chega na Netflix bem diferente do filme original
A Netflix começou a disponibilizar a série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer) nesta segunda (25/5) no Brasil, mantendo a tradução do filme de 2013 em que se baseia. E o primeiro episódio já deixa claro que a versão em episódios é bem diferente do longa-metragem dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho, grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”. Assim como no filme estrelado por Chris Evans, Tilda Swinton e grande elenco, a trama se passa num mundo pós-apocalíptico, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa seu próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. Mas dentro do veículo há um sistema de classes sociais, que divide os passageiros entre os trabalhadores miseráveis que ficam nos últimos vagões e os privilegiados da Primeira Classe. A divisão acumula tensões e, inevitavelmente, deflagrará uma revolução. Mas a série, que já foi renovada para a 2ª temporada, não resolve isso de imediato e nem parece interessada em avançar a trama para ultrapassar a história do filme e contar o que acontece depois do final na tela grande. Em vez disso, suspende e estende o clima conflituoso para apresentar-se como um programa procedimental, em que o pós-apocalipse vira pano de fundo para uma investigação criminal. Antes da revolução, o protagonista Andre Layton (Daveed Diggs, da série “The Get Down”) é retirado do último vagão, onde ficam os pobres, por ordem de Melanie Cavill (Jennifer Connelly, de “Noé”), chefe de hospitalidade e assistente do misterioso Sr. Wilford, que criou e dirige o trem, mas – como no filme – nunca é visto. Ex-policial, Layton é incumbido de resolver um crime nos vagões da Primeira Classe. Um cadáver foi descoberto em um compartimento, e o assassinato precisa ser resolvido para a manutenção do status quo. A apropriação da premissa pós-apocalíptica para uma estrutura procedimental dividiu opiniões, rendendo uma nota mais baixa que o esperado no Rotten Tomatoes – 63% de aprovação para a estreia. Este resultado foi consequência da intervenção dos executivos da TNT na produção. Originalmente concebida para o canal pago TNT, a série foi criada há cinco anos por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da emissora sobre os rumos da atração, após gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”). O produtor acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e isso atrasou a estreia, já que o capítulo inicial foi reescrito e precisou ser inteiramente refilmado por outro diretor – James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois de muitas discussões, os demais episódios começaram a ser gravados. A TNT só aprovou a produção após o aspecto procedimental ser incluído na trama. A estreia aconteceu há oito dias (em 17/5) nos EUA, atraindo 3,3 milhões de telespectadores na transmissão dupla realizada pelos canais TNT e TBS. A audiência representou o maior público de estreia de série da TNT desde o lançamento de “The Alienist”, em 2018. Como dois episódios já foram exibidos nos EUA, a Netflix está disponibilizando os dois primeiros capítulos de uma vez no Brasil nesta segunda. Os demais chegarão na plataforma conforme forem transmitidos nos EUA, sempre às segundas, com um dia de diferença. Confira abaixo o trailer legendado do lançamento nacional de “Expresso do Amanhã” em streaming.
Atriz de Sex Education viverá autora de O Morro dos Ventos Uivantes em minissérie biográfica
A atriz Emma Mackey (a Maeve de “Sex Education”) vai estrelar uma minissérie sobre a escritora Emily Brontë, autora do famoso romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. A produção britânica vai abordar a juventude de Bronte, marcada pela tragédia. Apesar de seu pai privilegiar a educação de seu único filho homem, que nunca realizou nada, Emily e suas duas irmãs que sobreviveram à adolescência, Charlotte e Anne, conseguiram estudar por conta própria e viraram escritoras celebradas mundialmente por suas obras. Charlotte escreveu o clássico “Jane Eyre”, inspirada nas agruras que elas passaram num internato, onde outras duas irmãs pegaram febre tifoide e morreram, e Anne escreveu “Agnes Grey” e “A Senhora de Wildfell Hall”, este último considerado o livro mais chocante da era vitoriana, devido às descrições gráficas de perversidade e alcoolismo. Todas usaram pseudônimos masculinos, como se fossem os irmãos Bell, e todas morreram jovens, sem estender suas carreiras. Das três irmãs escritoras, a história de Emily é a menos conhecida, porque ela passou a maior parte da vida enclausurada, com fobia social. “O Morro dos Ventos Uivantes” foi publicado em 1847, após anos sendo recusado pelas editoras – assim como as primeiras obras de Charlotte e Anne. E só foi publicado após Charlotte emplacar “Jane Eyre” entre os livros mais vendidos do Reino Unido. A história acompanhava a história de amor visceral e condenado entre a jovem aristocrata Catherine Earnshaw e o pobre Heathcliff, cujo desfecho trágico tornava seu amor literalmente assombrado. A minissérie biográfica tem roteiro e direção à cargo de Frances O’Connor, atriz de “Invocação do Mal 2” e “Locke & Key”, que estreia nas duas funções. “O trabalho e as palavras de Emily Bronte são cheios de paixão, sentimento, violência e inteligência feroz”, disse O’Connor no comunicado que anunciou a produção. “Ao criar uma vida imaginada para Emily, ela viverá novamente para o nosso público. A história dela é sobre uma jovem que se atreve a se formar, a abraçar sua verdadeira natureza, apesar das conseqüências… Estou muito empolgada por trabalhar com essas pessoas, um elenco emocionante, talentoso e jovem, luminoso, inteligente e espirituoso”. O elenco confirmado também inclui Joe Alwyn (“A Favorita”) como o amante conflituoso de Emily, Fionn Whitehead (“Dunkirk”) como o irmão Branwell Brontë e Emily Beecham (a Viúva de “Into the Badlands”) no papel da irmã mais velha, Charlotte Brontë. A escalação da caçula Anne Brontë ainda não foi anunciada. A produção está marcada para começar na região britânica de Yorkshire no início de 2021.












