She-Ra e as Princesas do Poder: Trailer da última temporada mostra luta por Etheria
A DreamWorks Animation divulgou dois pôsteres e o trailer da 5ª e última temporada da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder”. Sem legendas, a prévia revela o confronto final pelo destino de Etheria, após Adora descobrir a verdade sobre sua espada mágica. A nova versão da heroína animada, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTQs entre as heroínas. A série também mudou o visual da personagem clássica dos anos 1980, que ganhou aparência de anime, deixando-a menos sexualizada e mais adolescente. A 5ª temporada estreia em 15 de maio na Netflix.
Netflix volta a gravar séries inéditas em plena pandemia
Com a diminuição de seu estoque de atrações inéditas, a Netflix começa lentamente a voltar a gravar produções originais, mesmo que a pandemia do novo coronavírus ainda esteja longe de ter sido superada. Para isso, a plataforma está adotando diferentes métodos de controle sanitário, entre eles trabalhar apenas nos países que estão retomando as atividades e considerar uma estratégia de segurar elenco e equipe completos das produções numa quarentena durante o período de gravações. Quem explicou a estratégia foi o diretor de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, em artigo publicado no Los Angeles Times, no qual conta como a Netflix está organizando o retorno de suas produções. “As gravações geralmente ocorrem em ambientes reservados, com dezenas de artistas e técnicos trabalhando juntos em prazos apertados. Embora tenhamos que mudar esse processo — em alguns casos dramaticamente — para garantir a segurança de elencos e equipes durante essa pandemia, a natureza fechada dos sets também oferece algumas vantagens. Além disso, eles fornecem um ambiente relativamente controlado, onde podemos rastrear quem entra e sai”, escreveu o responsável pelas séries da Netflix no mundo todo. O executivo explicou que a medida levará em conta a realidade de cada país e deu como exemplo a Suécia, em que existem poucos testes disponíveis. Para realizar gravações naquela localidade, a Netflix deverá colocar todos os atores e funcionários da produção em quarentena por 14 dias e, depois, ficarão isolados nas gravações num período intenso de 11 dias consecutivos de trabalho. Na Islândia, por outro lado, a opção é um pouco diferente, porque o governo ofereceu testes para praticamente todos os moradores. O diretor islandês Baltasar Kormákur (de “Everest”), por exemplo, já está rodando a série “Katla”, drama sobrenatural em oito episódios, adotando como medidas testes frequentes e utilização de seu próprio estúdio na Islândia, onde ninguém entra sem ser testado para covid-19. “Katla” começou a ser gravada antes da pandemia se alastrar pela Europa e, após uma interrupção, voltou a ser gravada há cerca de três semanas com uma equipe reduzida. “Tudo foi feito de uma maneira segura. Sinceramente, acredito que você provavelmente está mais seguro nesse set do que em qualquer outro lugar. Como vivo com quatro filhos, variamos de seis a oito pessoas na minha casa e não tem como ficarem todos presos em casa. Eu acho que por causa da quarentena e das medidas que fizemos no set, ele realmente se tornou um local muito mais seguro”, ele disse em entrevista ao site Deadline. No Brasil, não há previsão de retomada dos trabalhos, graças à disparada de casos confirmados de contaminação e crescimento de mortos diários. Embora o país não tenha sido citado por Sarandos, a plataforma não tem muitas produções nacionais em desenvolvimento. Apenas “Coisa Mais Linda” e “Sintonia” tiveram encomenda de novos episódios anunciadas e não há informações a respeito de novas produções aprovadas. “O negócio de dar vida a histórias na tela baseia-se em parceria e confiança. Só progrediremos se todos que retornarem ao set, estejam na frente ou atrás da câmera, se sentirem seguros em fazê-lo. Sem essa confiança básica, o processo criativo falha”, concluiu Sarandos.
Space Force: Nova série do criador de The Office ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Space Force”, nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”. A produção volta a reunir Daniels com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora também dividem criação e produção da atração. A série, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.
Supergirl: Série comete gafe e identifica Rio de Janeiro como São Paulo
A série “Supergirl” cometeu uma grande gafe no episódio exibido no domingo (3/5) nos EUA. Em “Deus Lex Machina”, 17º episódio da 5ª temporada, o vilão Lex Luthor (Jon Cryer) realiza uma entrevista coletiva no Brasil. Mas enquanto o letreiro identifica a cidade em que ele se encontra como São Paulo, ao fundo se pode ver claramente os Arcos da Lapa, do Rio de Janeiro. A imagem chamou atenção dos brasileiros, que se surpreenderam com o erro da produção. Confira o registro abaixo. “Supergirl” foi uma das séries afetadas pela suspensão das gravações devido à pandemia de coronavírus. Por conta disso, a 5ª temporada, que teria originalmente 22 episódios, será encerrada mais cedo. A atração, que já se encontra renovada para a 6ª temporada, é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. CW sendo CW, né? 💀💀 pic.twitter.com/wUUuZQtCd0 — HQzona (@HQzonna) May 4, 2020
Roteirista de Assassin’s Creed será showrunner da nova série de Battlestar Galactica
O roteirista Michael Lesslie foi confirmado à frente da nova versão televisiva de “Battlestar Galactica”. Responsável pelas adaptações de “Macbeth” (2015), “Assassin’s Creed” (2016) e da minissérie “The Little Drummer Girl”, ele será o showrunner da atração, desenvolvida para o serviço de streaming Peacock, da Universal. A nova versão de “Battlestar Galactica” será produzida por Sam Esmail, o criador de “Mr. Robot”, que prometeu não realizar um remake, mas “uma nova história” dentro da mitologia da saga espacial. A adaptação terá como base o cultuado reboot de 2003, criado por Ronald D. Moore (hoje à frente de “Outlander”), e não a série original de Glen A. Larson, exibida em 1978. A trama acompanha o último grupo de sobreviventes de uma guerra interplanetária contra uma raça impiedosa, conhecida como Cylons – alienígenas nos anos 1970, robôs criados pela própria humanidade nos anos 2000. Perseguida pelos inimigos, uma pequena frota de naves, liderada pela última espaçonave de combate remanescente, embarca numa jornada para uma galáxia distante, com o objetivo de encontrar refúgio numa antiga colônia perdida, um planeta chamado Terra, onde os sobreviventes pretendem reiniciar sua civilização.
Ralph Fiennes viverá a diretora Trunchbull na nova versão de Matilda
O ator britânico Ralph Fiennes vai viver a vilã da nova versão de “Matilda”. Ele dará vida à diretora Trunchbull, que inferniza a vida da pequena protagonista da história infantil, na adaptação desenvolvida pela Netflix. A plataforma anunciou em 2018 que iria transformar os clássicos infantis de Roald Dahl, “Matilda” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, em séries animadas. A adaptação de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” está a cargo de Taika Waititi. “Matilda” já foi transformado em filme por Danny DeVito em 1996 – um clássico da “Sessão da Tarde” – , em que a atriz Pam Ferris viveu Trunchbull — ela também foi a Tia Guida, que Harry Potter transforma em balão em “O Prisioneiro de Azkaban”. Mas a nova versão é, segundo informações da imprensa americana, inspirada no musical teatral de “Matilda”, que normalmente escala um ator para viver Trunchbull. Na história original, a personagem-título é uma jovem prodígio que começa a frequentar a escola, onde seu estilo excêntrico é antagonizado pela cruel Trunchbull. Quando Matilda descobre que tem superpoderes, resolve lutar contra o reinado de terror da diretora. A data de estreia da nova versão ainda não foi definida.
Os Simpsons: Atrizes de Riverdale vão virar “amigas” de Lisa
Três estrelas da série “Riverdale”, Lili Reinhart (Betty), Camila Mendes (Veronica) e Madelaine Petsch (Cheryl) vão fazer aparição especial no próximo episódio de “Os Simpsons”. “É realmente uma bênção incrível e surreal poder participar de um dos programas de televisão mais emblemáticos já feitos. Se você está interessado em me ouvir interpretar uma irritante criança de oito anos, assista a ‘Os Simpsons’ em 10 de maio, às 20h, na FOX”, escreveu Lili Reinhart em seu Instagram, ao lado de uma imagem do episódio. Intitulado “The Hateful Eight-Year Olds” (“Os Odiados de Oito Anos”, em tradução literal, numa referência ao filme “Os Oito Odiados”), o episódio contará também com Joey King (indicada ao Emmy pela minissérie “The Act”). Ela vai dublar Addy, uma nova amiga de Lisa Simpson, que faz parte de “um círculo de garotas esnobes e ricas”. “Os Simpsons” também é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Ver essa foto no Instagram It is truly an incredible, surreal blessing that I was able partake in one of the most iconic television shows ever made. If you’re interested in hearing me voice a bitchy eight year old, watch @thesimpsons May 10th at 8pm on FOX. Uma publicação compartilhada por Lili Reinhart (@lilireinhart) em 4 de Mai, 2020 às 12:02 PDT
Flávio Migliaccio (1934 – 2020)
O ator Flávio Migliaccio, visto recentemente na novela “Órfãos da Terra”, foi encontrado morto na manhã desta segunda (4/5) em seu sítio em Rio Bonito, no Rio de Janeiro, aos 85 anos. Junto com o corpo, o caseiro do sítio encontrou uma carta escrita pelo ator. A notícia foi confirmada pelo 35º BPM de Rio Bonito, delegacia que ainda investiga a causa da morte. Flávio nasceu no Brás, em São Paulo, em 15 de outubro de 1934, e teve uma longa carreira. Sua estreia como ator aconteceu no teatro, ainda nos anos 1950, ao lado da irmã, Dirce Migliaccio (1933-2009). Os dois participaram de diversas montagens do Teatro de Arena. Décadas depois, Dirce acabou virando a Emília, do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, e também uma das irmãs Cajazeira, de “O Bem Amado”. Do teatro, Flávio foi para as telas. E embora sua carreira televisiva tenha sido notável, seus filmes foram ainda mais impressionantes. A lista incluiu clássicos absolutos como “O Grande Momento” (1958), de Roberto Santos, precursor do Cinema Novo, a antologia “Cinco vezes Favela” (1962), no segmento de Marcos Farias, “Fábula” (1965), de Arne Sucksdorff, “A Hora e Vez de Augusto Matraga” (1965), trabalhando novamente com Santos, “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), de Domingos de Oliveira, “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha, “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, “O Homem que Comprou o Mundo” (1968), de Eduardo Coutinho, “O Homem Nu” (1968), outra parceria com Roberto Santos, “Pra Frente, Brasil” (1982), de Roberto Farias, só para citar alguns, inscrevendo seu nome na história do Cinema Novo e da comédia contemporânea brasileira. Ele também foi cineasta. Escreveu e dirigiu nada menos que sete comédias, de “Os Mendigos” (1963) até uma produção dos Trapalhões, “Os Trapalhões na Terra dos Monstros” (1989). Paralelamente, deu início à carreira televisiva na antiga rede Tupi, encontrando grande sucesso em 1972 com o papel de Xerife, na novela “O Primeiro Amor”. O personagem se tornou tão popular que ganhou derivado, “Shazan, Xerife e Cia”, série infantil que Flávio estrelou com Paulo José (o Shazan). A atração marcou época. O ator se tornou muito popular com as crianças dos anos 1970, tanto pelo Xerife quanto pelo Tio Maneco, papel que ele criou e desempenhou no cinema e na TV. O primeiro filme, “Aventuras com Tio Maneco” (1971), virou fenômeno internacional, vendido para mais de 30 países. Sua criação ainda apareceu em “O Caçador de Fantasma” (1975) e “Maneco, o Super Tio” (1978), antes de ganhar série, “As Aventuras do Tio Maneco”, exibida pela TVE entre 1981 e 1985. A estreia na rede Globo aconteceu com a novela de comédia “Corrida do Ouro”, em 1974. E vieram dezenas mais, como “O Casarão” (1976), “O Astro” (1977), “Pai Herói” (1979), “Chega Mais” (1980), “O Salvador da Pátria” (1989), “Rainha da sucata” (1990), “A Próxima Vítima” (1994), “Torre de Babel” (1998), “Vila Madalena” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “América” (2005), “Caminho das Índias” (2007), “Passione” (2010), “Êta! Mundo Bom” (2017) e a recente “Órfãos da Terra”, exibida no ano passado, em que viveu o imigrante Mamede. Ele também fez muitas séries, com destaque para “Tapas & Beijos” (2011–2015), ao lado de Andréa Beltrão e Fernanda Torres. E se manteve ligado ao universo infantil por toda a carreira, aparecendo nos filmes “Menino Maluquinho 2: A Aventura” (1998), de Fernando Meirelles, e “Os Porralokinhas” (2007), de Lui Farias. A lista enorme de interpretações de Flávio Migliaccio ainda inclui dois dos melhores filmes sobre futebol já feitos no Brasil, “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998) e a continuação “Boleiros 2: Vencedores e Vencidos” (2006), ambos com direção de Ugo Giorgetti. Em 2014, ele foi homenageado no Festival de Gramado com um Troféu Oscarito honorário pelas realizações de sua carreira. Seus últimos trabalhos foram a minissérie “Hebe”, da Globoplay, e o filme “Jovens Polacas”, de Alex Levy-Heller, lançado em fevereiro passado.
Unidade Básica: 2ª temporada estreia após hiato de quatro anos
A série médica brasileira “Unidade Básica” voltou ao ar, após quatro anos, em plena pandemia do novo coronavírus. Com estreia neste domingo, às 23h, pelo canal pago Universal, a 2ª temporada terá episódio duplos semanais, retomando a abordagem do sistema de saúde no Brasil por meio da ficção. “Unidade Básica” é similar, porém anterior à “Sob Pressão”. É fácil esquecer qual veio primeiro, devido ao espaçamento muito grande entre os episódios iniciais e os novos da produção da Gullane para a Universal. Como a gravação foi feita no ano passado, os novos capítulos não abordam a pandemia, mas outros temas potencialmente polêmicos, como feminicídio e aborto, além dos diagnósticos imediatistas e o corporativismo. A série acompanha a rotina de médicos, enfermeiros e outros profissionais de uma UBS (Unidade Básica de Saúde) na periferia de São Paulo, concentrando-se em dois pontos de vistas conflitantes. De um lado está o dr. Paulo (Caco Ciocler, de “Um Namorado para Minha Mulher”), médico de família que trabalha há mais de dez anos na mesma UBS. Ele se envolve com as histórias de vida de cada paciente, dá importância a questões emocionais e busca soluções não convencionais para os casos. Do outro, está a jovem médica Laura (Ana Petta, de “Trabalhar Cansa”). Recém-formada, seu projeto é ficar pouco tempo na UBS, onde pretende ganhar experiência e logo se tornar uma bem-sucedida especialista. Anna e a irmã, Helena Petta, infectologista que faz doutorado na USP, com período em Harvard, foram as idealizadoras da série, produzida pela Gullane, empresa com currículo cinematográfico premiado, de “Bicho de Sete Cabeças” (2001) a “Que Horas Ela Volta?” (2015). O roteirista-produtor Newton Cannito (“Reza a Lenda” e “Bróder”) completa a equipe criativa. Embora seja uma obra de ficção, todos os casos da série são baseados em fatos reais. Seguindo um antigo padrão das redes de TV americanas, a produção mostra, em cada episódio, um desafio médico diferente. Entre os casos da 1ª temporada, destacaram-se uma paciente diabética que não aderiu ao tratamento e um doente terminal de câncer que tem indicação de cuidados paliativos. Veja abaixo o trailer da 2ª temporada.
Paradise City: Trailer da série revela Cameron Boyce como roqueiro em seu último papel
A gravadora de rock Sumerian Records divulgou o primeiro teaser da série “Paradise City”, trabalho final do falecido ator Cameron Boyce (“Descendentes”). A série é derivada do filme “American Satan” (2017) e foi criada pelo cineasta do longa, Ash Avildsen. Boyce interpreta um músico chamado Simon, que lidera uma banda de rock em ascensão. “Você acha que a adoração ao diabo é real em Hollywood, como a magia negra e todas essas coisas”, pergunta o personagem de Boyce no teaser. “Ah, eu definitivamente acho que há bons e maus espíritos, e a magia negra é real”, responde a personagem de Perrey Reeves (“Entourage”). O elenco também inclui outro integrante de “Descendentes”, Booboo Stewart, além de Andy Biersack (protagonista de “American Satan”), Rhys Coiro (outro de “Entourage”), Bella Thorne (“Famous in Love”), Fairuza Balk (“Jovens Bruxas”), Drea de Matteo e Mark Boone Junior (ambos de “Sons of Anarchy”). Com oito episódios, a série foi gravada poucos meses antes da morte trágica de Boyce, falecido durante uma crise epilética em julho passado, com apenas 20 anos de idade. O vídeo anuncia a estreia para 2020, mas ainda não há data definida.
Good Omens: David Tennant e Michael Sheen retomam papéis da minissérie em curta da quarentena
O escritor Terry Pratchett divulgou uma “sequência” de “Belas Maldições” (Good Omens) em homenagem aos 30 anos do livro, que ele escreveu em parceria com Neil Gaiman. Trata-se, na verdade, de um áudio com diálogo inédito, acompanhado por imagens editadas num vídeo de curta-metragem, que traz os personagens centrais nos dias atuais, durante a pandemia do novo coronavírus. Para materializar o projeto, Pratchett alistou os atores David Tennant e Michael Sheen, que protagonizaram a minissérie “Good Omens” – adaptação do livro produzida pela Amazon em 2019 – e voltaram a seus papéis especialmente para a pequena continuação. O áudio registra uma ligação do demônio Crowley (Tennant) para o anjo Aziraphale (Sheen), em que os dois amigos, já acostumados à vida na Terra como representantes do Céu e do Inferno, conversam sobre a quarentena. E, diferente do que se podia imaginar, é o demônio quem enfrenta maior dificuldade para lidar com o tédio, enquanto seu amigo celestial revela estar se divertindo comendo bolos. Veja – na verdade, ouça – abaixo.
Sam Lloyd (1963 – 2020)
O ator Sam Lloyd, conhecido pela série de comédia médica “Scrubs”, morreu na noite de quinta-feira (30/4) em Los Angeles, aos 56 anos, de câncer. O ator ficou famoso como Ted Buckland, o advogado do hospital em que se passava “Scrubs”, coestrelando 95 episódios da série entre 2001 e 2009. O papel marcou tanto que ele o repetiu em mais três episódios de “Cougar Town”, de 2011 e 2012. Ajudou o fato de ambas as séries terem o mesmo roteirista-produtor, Bill Lawrence. Sua carreira, porém, começou uma década antes, em programas clássicos como “Night Court”, “Matlock”, “Mad About You” (Louco por Você, na TV aberta) e até “Seinfeld”. Ele também teve um papel recorrente em “Desperate Housewives” e, no cinema, participou das comédias “Flubber: Uma Invenção Desmiolada” (1997), com Robin Williams, e “Heróis Fora de Órbita” (1999), produção cultuadíssima que reuniu ainda Tim Allen, Sigourney Weaver e Alan Rickman. Entre seus últimos trabalhos estão episódios das séries “Modern Family” (Família Moderna) e “American Housewife” (Bela, Recatada e do Lar) exibidos no ano passado, um pouco antes do ator ser diagnosticado com câncer no pulmão e um tumor cerebral inoperável. O astro de “Scrubs”, Zach Braff, descreveu Lloyd como “um dos atores mais engraçados com quem já tive a alegria de contracenar” em seu Twitter. “Sam Lloyd me fez rir e sair do personagem toda vez que fizemos uma cena juntos. Ele não poderia ter sido um homem mais gentil. Vou sempre amar o tempo que tive com você, Sammy”, completou.
Queen Sono: Netflix renova sua primeira série africana para 2ª temporada
A Netflix renovou “Queen Sono”, sua primeira série original produzida na África. A produção é, especificamente, da África do Sul. Criação do cineasta Kagiso Lediga, a série é estrelada por Pearl Thusi (a Dayana Mampasi de “Quantico”), que vive o papel-título, uma espiã altamente treinada de uma agência governamental sul-africana, que assume sua missão mais perigosa enquanto enfrenta mudanças em sua vida pessoal. Pearl Thusi já tinha trabalhado em 2018 com o diretor e a produtora da série, Diprente Films, no romance “Mais uma Página” (Catching Feelings), também distribuído pela Netflix. Dorothy Ghettuba, responsável pelos lançamentos originais africanos da Netflix, disse em comunicado que “Queen Sono” “marcou o início de nossa jornada para apresentar ao mundo histórias emocionantes feitas na África”, além de representar uma visão “sem precedentes de uma protagonista feminina forte numa produção africana de TV”. “Na 1ª temporada, vimos coragem e glamour, força e vulnerabilidade, além do passado e do presente, convergindo para uma narrativa poderosa que explorou as complexidades e nuances da experiência africana. Kagiso Lediga e a equipe da Diprente apresentaram uma história convincente que ressoou com nossos telespectadores e mal podemos esperar para ver o que eles reservam para ‘Queen Sono’ na próxima temporada”, completou. A 2ª temporada levará a personagem a outros países africanos, numa trama que vai misturar busca pela verdade e desejo de vingança. Na esteira do sucesso da atração, a Netflix já planeja sua segunda série original sul-africana: “Blood & Water”, drama sobre jovens adultos ambientado na Cidade do Cabo. Mas vale destacar que “Queen Sono” emplacou apesar de não ter sido divulgada no Brasil. A plataforma não disponibilizou trailer nacional em sua página no YouTube. Se, por conta disso, você não conheceu a série, veja abaixo seu trailer internacional. A atração merece ser descoberta pelos fãs de thrillers de ação.












