The Woods: Nova minissérie do autor de Não Fale com Estranhos ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer de “The Woods”, minissérie polonesa baseada no romance “Silêncio na Floresta”, de Harlan Coben. Como revela a prévia, a trama acompanha o promotor Pawel Kopinski (Grzegorz Damiecki), que nunca superou o sumiço da irmã na juventude. Quando novas provas surgem 25 anos depois, Kopinski fica determinado a começar uma nova investigação. Esta é a terceira obra de Coben adaptada para a Netflix. Outros livros do escritor americano de suspense deram origem às minisséries inglesas “Não Fale com Estranhos” e “Safe”, disponíveis na plataforma. A estreia de “The Woods” está marcada para 12 de junho.
The Good Lord Bird: Veja o trailer da minissérie abolicionista de Ethan Hawke
O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e o trailer de “The Good Lord Bird”, minissérie de época criada e estrelada por Ethan Hawke (“Uma Noite de Crime”). Baseada no livro homônimo de James McBride, a trama se passa em meados do século 19 e acompanha a luta pela abolição da escravatura, que nos EUA foi literalmente uma guerra. O ator interpreta o abolicionista John Brown, mas a história é contada pela perspectiva de um jovem escravo chamado Henry Shackleford (vivido por Joshua Caleb Johnson, visto em “Black-ish”). Confundido com uma garota, após ser resgatado por Brown de um escravagista, o jovem passa a integrar a cruzada libertária e encontra muitas figuras históricas na luta contra a escravidão, que culmina na eclosão da Guerra Civil dos EUA. Hawke também assina a produção, ao lado de McBride e Jason Blum, proprietário da produtora Blumhouse – responsável por “Corra!”. Com roteiros de Mark Richard (“Fear the Walking Dead”) e direção da dupla Albert Hughes (“O Livro de Eli”) e Haifaa Al-Mansour (“O Sonho de Wadja”), a atração ainda inclui em seu elenco grandioso os atores Daveed Diggs (“Ponto Cego”), Beau Knapp (“Desejo de Matar”), Ellar Coltrane (“Boyhood”), Orlando Jones (“American Gods”), Wyatt Russell (“Operação Overlord”), Steve Zahn (“Clube de Compra Dallas”) e David Morse (“A Estranha Vida de Timothy Green”). “The Good Lord Bird” tem estreia marcada para 9 de agosto nos EUA.
Diretor de Instinto Selvagem vai adaptar Bel Ami como minissérie
O diretor holandês Paul Verhoeven, que lançou clássicos como “RoboCop” (1987), “Instinto Selvagem” (1992) e experimentou um renascimento com a aclamação de “Elle” (2016), está desenvolvendo uma minissérie baseada no clássico literário “Bel Ami”, de Guy de Maupassant. A obra já foi bastante adaptada pelo cinema, desde a época do cinema mudo – a versão mais recente foi estrelada por Robert Pattinson em 2012, de onde vem a foto acima. Mas a adaptação de Verhoeven vai atualizar a trama, trazendo a história do alpinista social Georges Duroy para os dias de hoje, ambientada no mundo da TV. O cineasta servirá como showrunner e diretor de todos os oito episódios, que serão produzidos por Ben Saïd. Os dois retomam a parceria após o sucesso de “Elle”. Já o roteiro está a cargo de Gerard Soeteman, com quem Verhoeven trabalhou em vários filmes, como “Louca Paixão” (1973), “Conquista Sangrenta” (1985) e “A Espiã” (2006). Soeteman já terminou metade dos roteiros da série e, segundo Ben Saïd, os planos preveem gravações na França em 2021, visando um estreia no final do próximo ano num canal ainda não definido. A princípio, a produção será falada em francês. Enquanto isso, Verhoeven espera a abertura dos cinemas para lançar seu novo filme, “Benedetta”, que teria première no cancelado Festival de Cannes. De tema polêmico, o longa vai abordar o lesbianismo de Benedetta Carlini (Virginie Efira), abadessa do convento Madre de Dios, em Pescia, durante o Renascimento. Aos 82 anos, o cineasta também enfrenta vários problemas de saúde. Recentemente, ele passou uma operação ao quadril, cuja recuperação via anti-inflamatórios provocou uma perfuração do cólon.
Sob Pressão: Coronavírus vai matar personagem na 4ª temporada
A 4ª temporada de “Sob Pressão”, prevista para 2021, vai mostrar a pandemia do novo coronavírus sob o ponto de vista dos médicos e enfermeiros que lidam com a doença. A revelação foi feita pelo principal roteirista da série, Lucas Paraizo, em entrevista à revista americana Variety. Paraizo confirmou o tema, que já tinha vazado, mas acrescentou um detalhe trágico. Ele revelou que um dos integrantes da equipe médica da série vai morrer. “Sim, na maneira como a história fala sobre como lidar com a tragédia em sua vida pessoal, não quero dar spoilers, mas uma pessoa da equipe médica morrerá”, ele antecipou. “Precisamos mostrar como a tragédia alcança os médicos, porque isso está acontecendo muito no Brasil. O que falta hoje são profissionais na linha de frente. Temos que falar sobre a necessidade de formar e educar mais médicos, criar mais boas escolas de medicina”, acrescentou o roteirista. Apesar do tom catastrófico da abordagem, ele disse que a mensagem da série é de esperança. “Não como uma fuga da realidade, mas a esperança no sentido de olhar um para o outro, a esperança que está dentro de você”, explicou. “Nosso hospital não é apenas para curar doenças, mas violência, problemas de higiene básica e assim por diante”, continuou. “O que enfrentamos hoje não é apenas uma crise de coronavírus. O verdadeiro problema que enfrentamos são todas as diferenças sociais em nosso país, vistas aqui em um hospital.”
Os Simpsons terá participação de Cate Blanchett. Veja duas cenas
A rede americana Fox divulgou duas cenas da participação especial da atriz Cate Blanchett (“Carol”) em “Os Simpsons”. No episódio “The Way of the Dog”, que vai ao ar neste domingo (17/5), ela vai dar voz a uma especialista que ajudará a desvendar um trauma do Ajudante do Papai Noel, o cachorro da família. O capítulo também marca o fim da 31ª temporada de “Os Simpsons”, que teve diversas participações especiais – na semana passada, a banda Weezer chegou até a lançar música inédita no programa. Cate Blanchett, por sua vez, tornou-se uma das atrizes mais disputadas para novos projetos durante o atual período de isolamento social, recebendo propostas de três projetos diferentes nos últimos dias. Ela está sendo disputada para estrelar novos filmes dos diretores de “Vice” e “Ad Astra”, Adam McKay e James Gray, além de negociar papel numa adaptação do game “Borderlands”. Atualmente a atriz pode ser vista na minissérie “Mrs. America”, no canal pago americano FX, e se prepara para estrelar “Nightmare Alley”, remake de “O Beco das Almas Perdidas” (1947), com direção de Guillermo del Toro (“A Forma da Água”).
Nova She-Ra tem final épico LGBTQIA+
O beijo animado entre Arlequina e Hera Venenosa não foi o único motivo da parada virtual de orgulho LGBTQIA+ que aconteceu na sexta-feira (16/5) nas redes sociais. Quem chegou ao final da maratona da 5ª e última temporada de “She-Ra e as Princesas do Poder” também se deparou com um beijo lésbico épico no episódio de encerramento da atração. É spoiler, mas não é realmente spoiler, pois os fãs já imaginavam o final feliz. Muitos, porém, tinham dúvidas se a produção conseguiria materializá-lo, devido à pressão conservadora que a série sofreu desde seu lançamento. Mas aconteceu. A heroína dos anos 1980 assumiu sua inclinação sexual com um beijão. A princesa Adora ficou com Catra, vilã da série. Aplaudida por muitos fãs, a cena aconteceu enquanto ambas salvavam o mundo. E basicamente transformou a rivalidade entre as duas numa grande tensão sexual não resolvida – ou melhor, enfim solucionada. O fim da história atesta que a nova versão da animação clássica era mesmo queer, trazendo desde seu início muita diversidade e representatividade LGBTQIA+ em seus episódios. Vale lembrar que os pais do personagem Bow eram um casal gay, e as princesas Netossa e Spinnerela eram casadas e se beijaram algumas vezes na série. A presença de personagens LGBTQs em produções infantis costuma vir sempre acompanhada de polêmica, mas, nos últimos anos, séries como “Steven Universo” e “The Loud House” têm ajudado a quebrar esse tabu. Abertamente lésbica, a criadora da nova versão de “She-Ra”, Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), enfrentou o conservadorismo desde que as primeiras imagens do remake foram divulgadas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, que além de ganhar aparência de anime deixou de ser sexualizada, com diminuição do tamanho de seus seios e a inclusão de shorts sob sua saia curta – o que refletia o fato de ser uma adolescente. A produtora DreamWorks Animation ficou do lado da criadora, assim como a Netflix, que exibiu a série completa. Sem He-Man, mas com um monte de princesas aliadas, a nova She-Ra foi lançada como “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e ao empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”. E, quem diria, o texto da sinopse não era propaganda enganosa. OFFICIALLY WLW WINNING DAY! ❤🏳️🌈 #catradora #HarlIvy #SheRa #HarleyQuinn #spoilers #thegayskeepwinning pic.twitter.com/uu8KtHUFhj — Wolf Jilly Jill 🍍🏳️🌈🐺 (@thelonewolf28) May 15, 2020 Veja abaixo o final da série.
Arlequina beija Hera Venenosa em série animada e fãs vão à loucura
Fãs dos quadrinhos da Arlequina sempre chiparam que sua amizade com Hera Venenosa virasse algo mais e esse desejo foi finalmente atendido na sexta (15/5), com o lançamento do novo episódio da série animada da personagem. Intitulado “There’s No Place to Go But Down”, o sétimo capítulo da 2ª temporada de “Harley Quinn”, produção adulta da plataforma DC Universe, mostrou Arlequina e Hera num beijo apaixonado. A cena enlouqueceu os fãs americanos da personagem. “Eles fizeram!”, desacreditou um usuário do Twitter. “Harlivy agora é canônico”, comemorou outro, juntando os nomes chipados de Harley Quinn (Arlequina, em inglês) e Poison Ivy (Hera Venenosa). “Harlivy está totalmente acontecendo, caras”, juntou-se uma terceira. “Finalmente”, completou mais um. Veja a cena abaixo. O novo desenho não é uma produção do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos responsáveis pela subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. “Harley Quinn” traz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) como voz da protagonista e Lake Bell (“Bless This Mess”) dublando Hera Venenosa – e ainda conta com Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a plataforma HBO Max no país – ainda sem previsão. HARLIVY IS CANON ON THE SHOW!!! ♦️🥀#HarleyQuinn FANS HOW ARE WE FEELING pic.twitter.com/Z0ZTEsQM15 — luke (@filmcaster) May 15, 2020
Fred Willard (1933 – 2020)
O ator americano Fred Willard, que estrelava a série “Modern Family”, morreu na sexta (15/5), em Los Angeles, de causas naturais aos 86 anos. Sua morte aconteceu poucos meses após seu personagem morrer do mesmo modo na série. Ele vivia Frank Dunphy, o pai de Phil (Ty Burrell), e sua última participação em “Modern Family” foi ao ar em janeiro passado, na temporada final da sitcom. Geralmente escalado em papéis engraçados, Willard provocava sorrisos desde os anos 1960, quando apareceu na série clássica “Agente 86”. Sua vocação para o humor o levou a participar de filmes como “O Expresso de Chicago” (1976), que reuniu Gene Wilder e Richard Pryor, “Adivinhe Quem vem para Roubar” (1977), com Jane Fonda e George Segal, o cultuado “Isto é Spinal Tap” (1984), de Rob Reiner, e “Roxanne” (1987), com Steve Martin e Daryl Hannah. Ele também foi o chefe de Mike Myers em “Austin Powers” (1999), o pai de Alyson Hannigan em “American Pie: O Casamento” (2003), o apresentador do programa de competição canina de “O Melhor do Show” (2007) e o diretor do canal de TV dos dois filmes de “O Âncora” (de 2004 e 2013), estrelados por Will Ferrell. Apesar disso, Willard acabou se destacando mais por seus trabalhos na TV. Após um arco como presidente dos EUA em “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman” (1993–1997), ele também apareceu em mais de um episódio de “Irmã ao Quadrado”, “Ally McBeal”, “Roseanne”, “Louco por Você” (Mad About You), “Os Feiticeiros de Waverly Place”, “Chuck” e especialmente “Everybody Loves Raymond”, que lhe rendeu três indicações consecutivas ao Emmy como Melhor Ator Convidado – ele vivia o sogro conservador de Brad Garrett na série. Seu papel em “Modern Family” ainda lhe rendeu mais uma – a quarta e última – indicação ao Emmy, em 2010. Willard também teve uma vasta carreira como dublador, dando vozes a personagens das séries animadas “Hércules”, “A Lenda de Tarzan” e “Kim Possible”, da Disney, “O Rei do Pedaço”, da Fox, e “The Loud House”, da Nickelodeon, além de ser ouvido em filmes como “O Galinho Chicken Little” (2005), “A Casa Monstro” (2006), “Wall-E” (2008) e “Aviões 2: Heróis do Fogo ao Resgate” (2014), entre muitas outras produções. Seu último trabalho foi concluído no começo deste ano e ainda permanece inédito. Ele interpretou o pai de Steve Carell na série inédita “Space Force”, que estreia em 29 de maio na Netflix.
Netflix lança a 6ª temporada de The 100
A Netflix disponibilizou neste sábado (16/5) a 6ª temporada completa de “The 100”. Com os 13 novos episódios, a plataforma atualizou a série até o ponto em que ela se encontra nos EUA. Trata-se da penúltima temporada, também conhecida como “Livro 2”, que dá um salto temporal de nada menos que 125 anos no futuro, após a destruição definitiva da Terra e uma viagem espacial em busca de um novo mundo para os jovens que acreditam ser os últimos sobreviventes da humanidade. Sem saber quanto tempo se passou, Clark (Eliza Taylor), Bellamy (Bob Morley) e os demais acordam de seu longo sono criogênico em outro sistema solar, onde descobrem uma colônia perdida da Terra, que descobriu o segredo da imortalidade e desenvolveu estranhos costumes para viver no ambiente hostil de seu novo planeta. Logo, fica claro que guerra é uma das características mais marcantes que a humanidade carrega consigo para as estrelas. Com muitas reviravoltas, a série apresenta novos personagens e encaminha sua trama para o desfecho. Por sinal, a 7ª e última temporada de “The 100” vai estrear já na próxima quarta-feira (20/5) nos Estados Unidos.
Good Girls é renovada para 4ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação da série “Good Girls” para a 4ª temporada. A encomenda de novos episódios aconteceu quase duas semanas após o final do terceiro ano, que foi encurtado pela suspensão da produção, devido à pandemia de coronavírus. Apenas 11 dos 16 episódios planejados foram finalizados antes da produção ser interrompida. O último episódio gravado foi exibido em 3 de maio nos EUA. Vista por menos de 2 milhões de espectadores ao vivo, a série se sustenta por multiplataformas, chegando a 3,4 milhões de espectadores no período de uma semana. E esta audiência chega a dobrar com o passar do tempo. Desde a estreia em fevereiro, o primeiro episódio da temporada já atingiu 7,8 milhões de visualizações. Desenvolvida por Jenna Bans (criadora de “The Family” e produtora de “Scandal”), a série gira em torno de três mães suburbanas que, com dificuldades para pagar as contas, resolvem roubar o supermercado local. Mas quando o valor do saque se revela muito maior do que o esperado, elas descobrem que o lugar era usado para guardar dinheiro de gângsteres, que agora querem recuperar o que perderam. As protagonistas são interpretadas por Christina Hendricks (“Mad Men”), Mae Whitman (“Parenthood”) e Retta (“Parks and Recreation”). No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.
Sofia Coppola vai desenvolver série para a Apple
A cineasta Sofia Coppola (“O Estranho que Nós Amamos”) vai criar, escrever e dirigir uma nova atração para a Apple TV+. Intitulada “The Custom of the Country”, a produção será uma minissérie baseada no livro homônimo de Edith Wharton, publicado em 1913. A trama acompanha a vida de Undine Spragg, uma jovem do interior que busca ascensão na sociedade de Nova York. “Undine Spragg é minha anti-heroína literária favorita e estou animada em trazê-la para a tela pela primeira vez”, disse Coppola, em comunicado. Edith Wharton pertencia a uma das famílias mais ilustres de Nova York. Ela atingiu popularidade como escritora em 1905, quando seu romance “The House of Mirth” se tornou best-seller e atraiu interesse da então nascente indústria cinematográfica – foi adaptado para o cinema em 1918. Ao longo da vida, ela publicou mais de 40 títulos, entre romances, contos, poesias e ensaios, tornando-se a primeira mulher a ganhar o Prêmio Pulitzer. Vários de seus livros já foram filmados, incluindo sua obra mais famosa, “A Época da Inocência”, publicada em 1920, que ganhou três versões, a mais recente com direção de Martin Scorsese (em 1993). Apesar disso, a produção de Coppola será a primeira adaptação de “The Custom of the Country”. A obra se destaca por trazer uma personagem que costuma ser descrita como uma das heroínas mais cruéis da literatura. Undine Spragg é tão bela quanto inescrupulosa, e sua ascensão de nova rica à dama da alta sociedade é uma jornada pouco louvável de alpinismo social, ganância, materialismo e ambição desmensurada. Ainda não há previsão para o começo das gravações ou para a estreia da produção.
Jessica Alba vai virar estrela de filme de ação na Netflix
A atriz Jessica Alba (“Sin City”) vai estrelar um filme de ação da Netflix. Intitulado “Trigger Warning”, o longa vai girar em torno de uma militar veterana (Alba), que herda o bar de seu avô e enfrenta um dilema moral depois de descobrir a verdade por trás de sua morte prematura. O roteiro foi escrito por Josh Olson, indicado ao Oscar pela adaptação de “Marcas da Violência” (2005), e John Brancato, roteirista de “O Exterminador do Futuro: A Salvação” (2009). A direção é de Mouly Surya, cujo filme anterior, “Marlina the Murderer in Four Acts” (2017), foi selecionado pela Indonésia para disputar uma indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. “Trigger Warning” ainda não tem previsão de estreia. Atualmente, Jessica Alba protagoniza com Gabrielle Union a série “L.A.’s Finest: Unidas Contra o Crime”, derivada da franquia cinematográfica “Bad Boys”, que é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.
Timothy Olyphant vai participar da 2º temporada de The Mandalorian
Timothy Olyphant se tornou o mais recente ator confirmado em “The Mandalorian”. O astro de “Deadwood”, “Justified” e, até o ano passado, “Santa Clarita Diet”, aparecerá na 2ª temporada da série do Disney+ (Disney Plus) em um papel não revelado. A produção foi rodada sob um véu de sigilo, mas alguns nomes do novo elenco já vazaram, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”), que também viverá um personagem desconhecido. Outros intérpretes tiveram suas participações alinhadas a papéis estabelecidos da franquia “Star Wars”, casos de Temuera Morrison (“Aquaman”), que será Boba Fett, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) como Bo-Katan e Rosario Dawson (“Luke Cage”) na pele de Ahsoka Tano. O cineasta Jon Favreau, responsável por “The Mandalorian”, não se manifestou sobre nenhum dos vazamentos. A 2ª temporada da série completou as gravações antes do agravamento da pandemia do novo coronavírus e deve manter seu plano original de lançamento, marcado para outubro na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus).












