Série baseada no filme True Lies tem piloto encomendado
A rede CBS encomendou um piloto de série baseada no filme “True Lies”, thriller de ação de 1994 dirigido por James Cameron (“Avatar”) e estrelado por Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) e Jamie Lee Curtis (“Halloween”). A série vai partir da mesma premissa vista no cinema. Uma dona de casa suburbana insatisfeita fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão. Ao contrário do filme, a sinopse não menciona filhos. Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal no filme, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. Entretanto, James Cameron explora essa ideia há muito mais tempo – pelo menos há uma década. Por conta disso, o projeto já teve uma versão escrita por René Echevarria (criador de “The 4400”) e outra de Marc Guggenheim (um dos criadores de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”) – a do piloto recusado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade agora é de do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, mas James Cameron continua ligado à franquia como produtor executivo “True Lies” é a primeira encomenda de piloto da CBS para a temporada 2021-2022. Devido à paralisação da produção causada pela pandemia, a rede ainda está considerando alguns de seus pilotos da temporada passada.
Gina Carano é demitida de O Mandaloriano
A atriz Gina Carano, que interpreta a rebelde Cara Dune na série “The Mandalorian” (The Mandalorian), já vinha chamando atenção há algum tempo por postar mensagens negacionistas e ofensivas nas redes sociais. Mas nesta quarta-feira (11/2) ela se envolveu numa polêmica tão grande que terminou o dia desempregada e sem empresário. Ela foi demitida da atração da plataforma Disney+ (Disney Plus). Um comunicado da produtora da série avisou que ela “não está empregada atualmente pela Lucasfilm e não há planos para ela no futuro”. A nota não ficou no informe burocrático, explicando o motivo dela não fazer mais parte do universo de “Star Wars”: “Suas postagens nas redes sociais atacando pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes e inaceitáveis.” Até terça, ela estava cotada para protagonizar um spin-off de “The Mandalorian”, “Rangers of the New Republic”, que tudo indicava ser centrado em Cara Dune, a ex-soldado rebelde que havia se tornado delegada na fronteira da Nova República. De todo modo, a Lucasfilm ainda não anunciou personagens e elenco desta atração. Mas Cara Dune, de Carano, não fará parte da produção. Na verdade, a atriz terá dificuldades para aparecer em qualquer outro papel, pois até sua agência de talentos, a UTA, a dispensou como cliente. A gota d’água foi um post em que a ex-lutadora de MMA comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. Em outra postagem em seu Stories, Carano publicou uma foto de uma pessoa com várias máscaras de pano cobrindo todo o rosto e a cabeça. A legenda dizia: “Enquanto isso na Califórnia”… Embora esses posts tenham disparado a hashtag #FireGinaCarano no Twitter, com muitos usuários marcando a Lucasfilm e a Disney em suas postagens, a dispensa da atriz aconteceu pelo acúmulo. Ela passou toda a pandemia atacando o fechamento do comércio e a eficácia das máscaras, chamando as medidas de proteção de tentativas de opressão. Mais recentemente, encampou as teorias de conspiração que afirmam que a recente eleição presidencial foi fraudada. Também afirmou que não existia racismo nos EUA, apenas gente de extrema esquerda, e zombou de transexuais que mudam seus pronomes ao realizar a transição de sexo. Para seu azar, nesta semana seu colega de série, Pedro Pascal, o próprio Mandaloriano, publicou um post de apoio a sua irmã Lux Pascal após a transição sexual dela. O contraste não passou despercebido. Embora muitas das postagens de Carano tenham sido relevadas pela Lucasfilm, os comentários que minimizaram o Holocausto foram considerados abomináveis e a produtora finalmente teria ido conferir o histórico da atriz. A decisão de dispensá-la levou em conta o dano que ela causaria ao ter suas posições radicais associadas à série que é carro-chefe da Disney+ (Disney Plus).
Velma, do Scooby-Doo, vai ganhar série de Mindy Kaling
A HBO Max anunciou a produção de três novas séries animadas, duas delas baseadas em personagens conhecidos. A principal novidade é uma atração centrada em Velma, a amiga nerd do Scooby-Doo, que faz parte da turma da Máquina do Mistério. A série está sendo desenvolvida por Mindy Kaling, a ex-integrante da sitcom “The Office” que criou “Projeto Mindy” e “Eu Nunca… “, e que estreou como dubladora de animação como a voz do Desgosto no longa “Divertida Mente”. Além de produzir, ela também fará a voz da protagonista Velma Dinkley. A lista de encomendas da plataforma também destaca um remake de “Clone High”, série clássica da MTV, que voltará a reunir os criadores originais, Phil Lord, Chris Miller e Bill Lawrence, na função de produtores. Lord e Miller se tornaram bem famosos depois da animação que lançou suas carreiras – dirigiram “Uma Aventura Lego” e produziram “Homem-Aranha no Aranhaverso”, entre muitos outros trabalhos – , enquanto Lawrence, que já era conhecido pelas séries “Spin City” e “Scrubs”, lançou “Cougar Town”, por exemplo. Como a série de 2003, a nova “Clone High” seguirá figuras históricas célebres, que foram clonadas e matriculadas no ensino médio. Na primeira versão, os alunos eram clones emos de Abraham Lincoln, Cleópatra, Joana D’Arc, John F. Kennedy e outros, que precisavam lidar com os problemas e situações da vida adolescente. A terceira série é uma adaptação de um curta premiado, chamado “Fired on Mars”, e foi criada pelos cineastas da produção original, Nate Sherman e Nick Vokey (que fizeram “Wet City”, no Adult Swim). Descrita como uma comédia existencial de local de trabalho, a série será ambientada no campus marciano de uma empresa de tecnologia moderna. O comediante Peter Davidson (do “Saturday Night Live”) fará a voz do protagonista.
Atriz mirim de Game of Thrones vai estrelar a série de The Last of Us
A atriz Bella Ramsey, que encantou os fãs de “Game of Thrones” como a feroz Lyanna Mormont, vai estrelar uma nova série épica da HBO. Ela foi escolhida como intérprete de Ellie, a protagonista da produção baseada no game “The Last of Us”. Ramsey, que atualmente tem 17 anos, ficou famosa pelo papel de líder do Norte na série de fantasia, mas aquele na verdade foi apenas seu primeiro trabalho como atriz. Desde então, ela já apareceu em várias outras atrações, incluindo “His Dark Materials” na mesma HBO, onde vive a personagem Angelica. Sua personagem em “The Last of Us” é uma órfã de 14 anos que nunca conheceu nada além de um planeta devastado, e que luta para equilibrar seu instinto de raiva e rebeldia com sua necessidade de conexão humana… Além disso, ela também pode ser a chave para salvar o mundo. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série vai acompanhar Ellie enquanto ela viaja com o desiludido Joel, que recebe a missão de levá-la a um local onde poderá ser usada para curar a praga que arrasa a humanidade. A série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”.
Search Party é renovada para 5ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Search Party” para sua 5ª temporada. Além disso, também fechou um contrato geral para desenvolvimento de novos conteúdos com os criadores da comédia de humor negro, Charles Rogers e Sarah-Violet Bliss. O comunicado com essas informações foi divulgado cerca de duas semanas após a estreia dos episódios finais da 4ª temporada. “Charles e Sarah-Violet são os mestres da mistura de gêneros e mal podemos esperar para ver o que eles vão fazer a seguir”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, na nota enviada à imprensa. “Não poderíamos estar mais felizes por eles continuarem a chamar a HBO Max de sua casa.” “Estamos emocionados que a HBO Max não só deu ao mundo uma 5ª temporada de ‘Search Party’, mas também mostrou muita fé em nossa parceria para desenvolvermos novos projetos para a plataforma”, acrescentaram Bliss e Rogers. “Search Party” gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda, mas essa obsessão os arrasta a situações perigosas, tornando-os suspeitos e até vítimas de crimes. O elenco é encabeçado por Alia Shawkat (“Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”), Meredith Hagner (série “Younger”) e Brandon Micheal Hall (“Deus Me Adicionou”). Pouco conhecida no Brasil, a série teve suas duas primeiras temporadas exibidas pelo canal pago TBS, mas acabou mudando para o streaming na 3ª temporada, que foi disponibilizada junto com o lançamento da HBO Max. A mudança de mídia acabou tornando a produção ainda mais insana que o habitual.
Roteirista de Juno assina piloto de série live-action das Meninas Superpoderosas
A rede americana The CW encomendou oficialmente o piloto de uma série live-action (com atores reais) baseada na série animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. A série está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). Uma das séries mais populares do Cartoon Network, “As Meninas Superpoderosas” foi ao ar originalmente de 1998 a 2005 e rendeu até um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. O projeto live-action pretende ser uma continuação de tudo isso, mostrando Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. Curiosamente, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.
Amazon fará série com livros da autora de Para Todos os Garotos que Já Amei
A Amazon vai aproveitar o sucesso que Jenny Han conseguiu na Netflix com a adaptação de sua trilogia “Para Todos os Garotos” para lançar uma série baseada em outro trio de livros da escritora. A própria Jenny Han vai escrever o piloto da série, que é baseada na “Trilogia Verão”, iniciada com a publicação de “O Verão Que Mudou Minha Vida” em 2009. “‘O Verão Que Mudou Minha Vida’ foi feito há muitos anos, e estou muito animada de contar a história de Belly em 2021. Para os fãs de longa data, acho que a espera terá valido a pena. Para os que estão descobrindo a ‘Trilogia Verão’, espero que se apaixonem por esses personagens e esse lugar que é tão querido para mim”, afirmou a escritora em comunicado. A história de “O Verão Que Mudou Minha Vida” gira em torno da amizade entre uma garota e dois irmãos que decidem disputar seu coração, colocando-a num dilema terrível aos 15 anos de idade. A trama segue por uma década, acompanhando a entrada de Belly na faculdade e também a evolução de seu relacionamento familiar. A responsável pela produção da série é Gabrielle Stanton, produtora-roteirista de “The Flash” e “Haven”. A série terá oito episódios, mas ainda não escalou elenco e nem possui previsão de estreia.
Trailer revela cenas dos capítulos finais de Wynonna Earp
O canal pago americano SyFy divulgou o trailer da segunda parte da 4ª temporada de “Wynonna Earp”, que vai concluir a série de maior audiência e aprovação crítica de sua programação. A prévia tem as doses usais de ironia, violência, criaturas chifrudas e nudez gratuita, acompanhando a tataraneta do delegado do Velho Oeste Wyatt Earp e seus aliados disfuncionais na expectativa de encerrar a série sem apocalipse e com um casamento. Desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”), a adaptação dos quadrinhos de Beau Smith virou uma das mais cultuadas dos últimos tempos na TV americana, ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula bissexual, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial e noiva “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série volta com novos episódios em 5 de março nos EUA. E como o material inédito consiste de apenas seis episódios, isso significa que o final da série vai ao ar em 9 de abril. Para quem ainda não conhece, “Wynonna Earp” acaba de ter suas três primeiras temporadas disponibilizadas na plataforma Globoplay. E só para situar o tamanho da aclamação crítica, duas dessas temporadas têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Superman & Lois enfrentam crise familiar em novo trailer dramático
A rede americana The CW divulgou o segundo trailer de sua nova série de super-heróis, “Superman & Lois”, que destaca a abordagem e a qualidade cinematográfica da produção. A prévia reforça a diferença da produção de outras séries do “Arrowverso”, com um tom dramático mais próximo do filme “O Homem de Aço” que da leveza de “The Flash”, por exemplo. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a série encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário, eles também não moram mais em Metrópolis, ocupando a antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade heroica de Clark em segredo dos filhos. O vídeo mostra o momento em que Clark revela ser o Superman para os filhos incrédulos. Como adolescente típico, um deles reage com raiva desproporcional, criando uma crise na família. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Elsass, que já atuou em diversos videoclipes e na série “Little Fires Everywhere”, na Hulu, tem 20 anos. Já Garfin, que é mais reconhecido por seu trabalho como dublador, tendo interpretado Linus em “Snoopy & Charlie Brown: Peanuts, o Filme” (2015), tem 15 anos. A série ainda traz Dylan Walsh (que estrelou “Nip/Tuck” e atualmente está em “Blue Bloods”) como o pai de Lois, o general Samuel Lane (interpretado por Glenn Morshower na 1ª temporada de “Supergirl”), Emmanuelle Chriqui (“The Passage”) como Lana Lang e Erik Valdez (de “Graceland” – ou “Segredos do Paraíso” na TV aberta) como seu marido, Kyle Cushing. “Superman & Lois” vai estrear com um episódio expandido, de 90 minutos de duração – a duração de episódio duplo – e ainda será acompanhada pela exibição de um especial adicional na noite de 23 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série pode seguir “Batwoman” e ser lançada na HBO. Mas dependendo da velocidade de implementação, também pode aparecer diretamente na HBO Max nacional. Ainda não há anúncio oficial.
Paramount+ reúne principais personagens em vídeo do Super Bowl
A Paramount+ divulgou o primeiro comercial de seu serviço de streaming durante o intervalo do Super Bowl 2021, a final do campeonato americano de futebol, que foi ao ar na noite de domingo (7/2) nos EUA. O vídeo mostra Patrick Stewart (da série “Star Trek: Picard”) em traje de gala, recebendo alpinistas famosos no topo do monte Paramount para revelar que os convidou a escalar a montanha porque agora todos moram lá. As imagens incluem, entre outros, o casal clássico (e em preto e branco) Lucy e Ricky Ricardo (de “I Love Lucy”), os capitães Michael Burnham (de “Star Trek: Discovery”) e Christopher Pike (da vindoura “Star Trek: Strange New Worlds”), o Sr. Spock (também de “Strange New Worlds”), a advogada Diane Lockhart (de “The Good Fight”), os policiais Daniel “Hondo” Harrelson (de “SWAT”) e Frank Reagan (“Blue Bloods”), o Jovem Sheldon, os apresentadores de talk show Stephen Colbert e James Corden, os apresentadores de reality show Jeff Probst e RuPaul, o jurado de reality show DJ Khaled, os desenhos Dora, a Aventureira, Bob Esponja, Patrulha Canina, Leonardo das Tartarugas Ninja e Beavis & Butt-head, além de uma personagem que deixa todos nervosos, Samara (a criatura de “O Chamado”). A variedade de personagens serve para demonstrar a abrangência da plataforma, que vai exibir os programas do conglomerado ViacomCBS e até recentemente era conhecida nos EUA como CBS All Access. A mudança de nome vai acontecer em 4 de março.
Queen Latifah distribui surras no comercial da série baseada em O Protetor
A rede CBS divulgou o último comercial antes da estreia do reboot de “The Equalizer”. A prévia da série, que começa neste domingo (7/2) nos EUA após o Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), mostra Queen Latifah (“Star”) dando socos, chutes e surras em seus antagonistas. A nova versão mantém a premissa da primeira versão da série, exibida nos anos 1980, em que o protagonista Robert McCall era vivido pelo branco Edward Woodward. Vale lembrar que o personagem já tinha virado negro, quando Denzel Washington estrelou sua recente transição para o cinema em dois filmes de “O Protetor”. Mas agora também mudou de sexo. Queen Latifah estrela a série como Robyn McCall, uma mãe solteira com um histórico misterioso, provavelmente aposentada do serviço secreto, que usa suas habilidades para proteger e defender aqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Enquanto atua como um anjo da guarda para os outros, ela também está buscando sua própria redenção. O elenco ainda destaca Laya DeLeon Hayes (“Uma Pitada de Magia”) como filha da protagonista e Chris Noth (“Sex and the City”), que interpreta um ex-diretor da CIA, além de Tory Kittles (“Colony”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Liza Lapira (“Nancy Drew”) e Adam Goldberg (“God Friended Me”). Latifah também é creditada como co-criadora da série ao lado de Richard Lindheim, que foi um dos criadores da versão original. Já a produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”).
Clarice: Comercial da nova série remete ao filme Silêncio dos Inocentes
A rede CBS divulgou o comercial completo de “Clarice”, exibido durante o intervalo do Super Bowl (a final do campeonato americano). Com imagens simbólicas, a prévia remete ao pôster original e ao título em inglês do filme “O Silêncio dos Inocentes” (Silence of the Lambs, o silêncio dos cordeiros), que rendeu o segundo Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster, justamente pelo papel de Clarice Starling. A personagem agora é interpretada pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. Além de Jodie Foster, a personagem criada pelo escritor Thomas Harris também foi interpretada por Julianne Moore na continuação de “O Silêncio dos Inocentes”, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não vai citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. É que os direitos dos personagens estão divididos entre as produtoras MGM e Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar quem apareceu na série “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, sua colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para quinta-feira (11/2) nos Estados Unidos.
Comercial de Falcão e o Soldado Invernal é repleto de cenas de ação
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o novo pôster oficial e o comercial de “Falcão e o Soldado Invernal” exibido no intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano). A prévia chega em versões dublada e legendada e destaca muitas cenas de ação, além de vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o que dá à produção um clima cinematográfico. Segunda série do Marvel Studios a estrear em 2021, “Falcão e o Soldado Invernal” vai abordar o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Enquanto os dois protagonistas do título parecem discordar o tempo inteiro, o vídeo revela a volta do Barão Zemo, que se mostra determinado a terminar “o trabalho” de “Capitão América: Guerra Civil”, além de mostrar boas cenas de luta de Sharon Carter e introduzir uma nova e misteriosa vilã, interpretada por Erin Kellyman (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que não teve sua identidade revelada. “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Recentemente, Don Cheadle revelou que também vai aparecer na série como seu personagem do MCU, Máquina de Combate. Além de Kellyman, há outra novidade importante no elenco central: Wyatt Russell (“Operação Overlord”) vai viver John Walker, o anti-herói conhecido como Agente Americano (U.S. Agent). A série vai estrear em 19 de março, com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.












