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Série

Apple TV anuncia fim de “The Morning Show”

Drama com Jennifer Aniston e Reese Witherspoon exibirá sua 5ª e última temporada em 2027

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23 de julho de 2026
Série

Nova série do criador de “The Crown” terá gravações no Rio

Adaptação de "Os Meninos do Brasil" usará casarões históricos para recriar os anos 1970

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22 de julho de 2026
Série

“RoboCop” vira série da Prime Video

James Wan, da franquia "Invocação do Mal", produz a nova versão, que é escrita pelo criador de "Moonhaven”

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21 de julho de 2026
  • Série

    Nikolaj Coster-Waldau define novo projeto de série após “Game of Thrones”

    9 de abril de 2021 /

    O ator Nikolaj Coster-Waldau, conhecido pelo papel de Jaime Lannister em “Game of Thrones”, vai estrelar uma nova série em desenvolvimento na Sony. Será seu primeiro papel no gênero desde o final da produção da HBO em 2019. A atração é baseada no romance “The Second Home”, de Christina Clancy, que segue as famílias Gordon e Shaw após um verão fatídico em Cape Cod. Contada por duas gerações, a história explora como um segredo devastador tirar dos trilhos o amor jovem, separar famílias e mudar o destino de incontáveis ​​indivíduos para sempre. A série ainda não tem roteirista nem encomenda de nenhuma canal ou plataforma, mas Coster-Waldau, além de estrelar, será o produtor executivo por meio de sua empresa Ill Kippers. O ator será visto em breve no drama de época “Against the Ice”, que ele também produz e ainda escreveu, previsto para estrear ainda este ano na Netflix.

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  • Série

    Séries online: Confira as 10 melhores estreias desta semana

    9 de abril de 2021 /

    Entre as atrações da semana, o destaque entre as séries online é uma produção que chega apenas no domingo (11/4) e no velho esquema dos episódios semanais. Só que “The Nevers” chama mais atenção pelos detalhes que cercam seus bastidores do que por sua suposta qualidade. Para começar, não é exatamente material típico da HBO, mas o tipo de atração que só faz sentido no contexto de ampliação de catálogo almejado pela AT&T após sua aquisição da Warner, visando conteúdo para streaming. “The Nevers” é uma fantasia juvenil convencional, que pode ser descrita como os X-Men (ou X-Women) na era vitoriana, além de reciclar os clichês de “a(s) escolhida(s)” (agora, as “tocadas”) que marcam as séries de Joss Whedon – de “Buffy: A Caça-Vampiros” a “Dollhouse”. O fato de possivelmente ser a última série de Whedon também exerce uma fascinação mórbida. Trata-se da exibição dos vestígios finais da carreira de um produtor-roteirista-cineasta que já foi cultuado, antes de cair em desgraça. O criador da série nem sequer tem sido mencionado na campanha de divulgação, após ser afastado em meio a denúncias de abuso e assédio moral, feitas por atores de “Liga da Justiça” e da própria “Buffy”. Embora Whedon continue creditado, após dirigir o piloto, ele foi desligado do programa no sexto episódio, que representa metade da temporada inaugural. A semana também traz “Outros” (Them), mistura de terror e drama racial passado nos anos 1950 (ao estilo de “Lovecraft Country”), e uma boa série sueca baseada na trilogia “Dinheiro Fácil” (Snabba Cash). O sucesso do primeiro longa, de 2010, ultrapassou a Europa e levou o diretor Daniel Espinosa e o ator Joel Kinnaman a seus primeiros contratos em Hollywood. A versão da Netflix foi desenvolvida pelo roteirista Oskar Söderlund (criador de “Greyzone”) e o escritor Jens Lapidus, autor dos livros originais em que a trama se baseia, e se passa em Estocolmo dez anos depois dos eventos mostrados no terceiro longa, “Dinheiro Fácil: Vida de Luxo” (2013). Para quem gosta de séries documentais, a dica é “A Corrida das Vacinas”, da Globoplay, que traz farto material exclusivo e joga luz sobre como as autoridades brasileiras lidaram com a necessidade de vacinar a população durante a pandemia. Deve ser candidato forte às premiações do Emmy Internacional no final do ano. Confira abaixo os trailers e a relação do Top 10 das séries disponibilizados em streaming nesta semana.     The Nevers | EUA | 1ª Temporada (HBO Go)     Os Outros | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video)     Dinheiro Fácil: A Série | Suécia | 1ª Temporada (Netflix)     Balthazar | França | 1ª Temporada (Globoplay)     1 Contra Todos | Brasil | 4ª Temporada (Globoplay)     Reunião de Família | EUA | 3ª Temporada (Netflix)     Fresh Off The Boat | EUA | 6 Temporadas (Disney+)     As Visões da Raven | EUA | 4 Temporadas (Disney+)     Gokushufudou: Tatsu Imortal | Japão | 1ª Temporada (Netflix)     A Corrida das Vacinas | Brasil | Minissérie (Globoplay)

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  • Série

    Estreia de Kung Fu rende terceiro hit de 2021 à rede CW

    8 de abril de 2021 /

    A rede The CW emplacou seu terceiro hit consecutivo com a estreia do reboot de “Kung Fu” na noite de quarta-feira nos EUA. O primeiro episódio da série foi visto por 1,4 milhão de espectadores ao vivo e atingiu uma classificação de 0,22 ponto entre adultos de 18 a 49 anos. Embora os números não sejam tão elevados quanto os das estreias de “Walker” (2,44 milhões de telespectadores) e “Superman & Lois” (1,75 milhão), “Kung Fu” foi exibido em outro horário, mais cedo, e superou o total de espectadores das estreias de todos os demais programas da temporada no canal – em qualquer horário. Mais que isso: o resultado representa a maior audiência da CW no período das 20h em quase 2 anos e meio – desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018 – e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos – desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014. Graças a esse desempenho, “Nancy Drew” também foi beneficiada, atingindo sua audiência mais alta na temporada, vista por 628 mil espectadores ao vivo e marcando 0,11 na faixa demográfica cobiçada pelos anunciantes – o dobro do episódio da semana passada. “Kung Fu” também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É a maior nota dentre as três estreias, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. A nova produção está a cargo do prolífico Greg Berlanti (criador do Arrowverso) e, por sinal, lembra mais uma série do Arrowverso que a trama original dos anos 1970. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu”, criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”), se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). Veja abaixo o trailer americano de “Kung Fu”, que ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Série

    Brooklyn Nine-Nine: Começam as gravações da temporada final

    8 de abril de 2021 /

    As gravações da 8ª e última temporada de “Brooklyn Nine-Nine” (também conhecida como “Lei & Desordem”) finalmente começaram. Melissa Fumero, que vive Amy Santiago na série, publicou uma foto ao lado de Terry Crews (Terry Jeffords) e Andre Braugher (capitão Holt) comemorando a retomada das filmagens. “De volta à ‘Nine-Nine’! Eu fiquei tão feliz por estar de volta ao trabalho ontem que esqueci de tirar uma foto para comemorar a ocasião, então aqui está uma do segundo dia”, ela escreveu ao lado da imagem, postada nesta quinta-feira (8/4) no Instagram. Logo em seguida, a rede NBC também postou uma foto dos bastidores com a outra metade do elenco, destacando Andy Samberg, Stephanie Beatriz e Joe Lo Truglio com máscaras de proteção no cenário da série. As gravações – e a estreia – da temporada final foram adiadas por causa da pandemia do novo coronavírus, mas também pelos protestos contra o racismo e a violência policial nos Estados Unidos. O desafio de escrever uma comédia sobre policiais nesse cenário político fez os roteiristas descartarem todos os roteiros que haviam escrito no meio do ano, para abordarem a questão de forma mais sensível. A NBC pretende exibir os 10 capítulos finais a partir do outono norte-americano (nossa primavera). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Melissa Fumero (@melissafumero) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Brooklyn Nine-Nine (@nbcbrooklyn99)

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    Tom Holland vai estrelar nova série da Apple TV+

    8 de abril de 2021 /

    A Apple TV+ está expandindo seu relacionamento com Tom Holland. Depois de estrelar o drama “Cherry” na plataforma de streaming, o novo Homem-Aranha da Marvel vai encabeçar o elenco de “The Crowded Room”, uma nova série criada por Akiva Goldsman (roteirista vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante”). Com formato de antologia, a série irá explorar histórias verdadeiras e inspiradoras de pessoas que enfrentam doenças mentais. A 1ª temporada será baseada na biografia de Daniel Keyes, “The Minds of Billy Milligan”. Holland vai viver Billy Millilgan, que foi a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa do Transtorno de Personalidades Múltiplas (atualmente chamado de Transtorno Dissociativo de Identidade). Além de estrelar, Holland será um dos produtores, por meio de sua empresa EMJAG Productions, junto com Goldsman, a produtora New Regency e o recém-lançado estúdio da Apple – que, assim como seus concorrentes, decidiu ter uma participação acionária em seu conteúdo original.

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    Queer as Folk: Pioneira série gay vai ganhar novo remake

    8 de abril de 2021 /

    A série britânica “Queer as Folk”, pioneira na abordagem do universo gay na televisão, vai ganhar um segundo remake americano produzido pela plataforma de streaming Peacock. O serviço de streaming da NBCUniversal encomendou oito episódios de uma releitura da série original de Russel T. Davies. A nova versão está sendo desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) desde o final de 2018, quando as negociações visavam um lançamento no canal pago Bravo, que faz parte do mesmo conglomerado. O novo “Queer as Folk” irá explorar um grupo diversificado de amigos em Nova Orleans cujas vidas são transformadas após uma tragédia. Será a segunda vez que a série de Davies ganhará uma adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman criaram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. Já a versão original, criada em 1999 por Russell T. Davies (que também foi responsável pelo revival de “Doctor Who” em 2005) para o Channel 4, acompanhava dois amigos gays, vividos por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) e Craig Kelly (“Titanic”), em sua busca por diversão na noite de Manchester. Numa dessas noites, essa diversão se manifesta na forma de um adolescente em fase de descoberta sexual, interpretado por Charlie Hunnam (o Jax de “Sons of Anarchy”). A série original durou só 10 episódios (oito na 1ª temporada), mas foi suficiente para gerar uma revolução comportamental na televisão. Relembre a série original e o primeiro remake com os trailers abaixo.

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    2ª temporada de High School Musical: A Série: O Musical ganha trailer e novo tema

    8 de abril de 2021 /

    A Disney+ divulgou o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”. E desta vez os alunos de East High terão um novo tema central. Eles vão encenar uma adaptação de “A Bela e a Fera” para concorrer a um prêmio estadual que leva o nome de Alan Menken, o premiado compositor dos desenhos da Disney dos anos 1990 (e de seus remakes live-action). O vídeo também aponta que Olivia Rodrigo começa a se afastar da produção, após atingir grande sucesso com sua carreira musical paralela. A prévia mostra que sua personagem, Nini, foi aceita no conservatório em outra cidade. Os episódios inéditos estreiam na plataforma de streaming no dia 14 de maio.

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    Walter Olkewicz (1948 – 2021)

    8 de abril de 2021 /

    O ator Walter Olkewicz, que interpretou o barman e crupiê Jacques Renault na série “Twin Peaks”, morreu na terça (6/4) aos 72 anos, em sua casa em Reseda, Los Angeles. Ele lutou com problemas de saúde durante os últimos 20 anos e passou por uma série de cirurgias no joelho que causaram infecções, o que o levou a ficar acamado. Os fãs de “Seinfeld” o conhecem como Nick, o funcionário da TV a cabo no episódio “The Cadillac”, de 1996, enquanto os cinéfilos devem lembrá-lo mais como o advogado da máfia suicida do thriller “O Cliente” (1994). Mas ele vem atuando desde os anos 1970, quando estreou na sci-fi “Mundo Futuro: Ano 2003, Operação Terra” (1976), protagonizada por Peter Fonda. Olkewicz também estrelou a série “Jogos de Damas”, ao lado de Linda Carter em 1984, recorreu em episódios de “Who’s the Boss?” e integrou o elenco de “Grace Under Fire”, criação de Chuck Lorre exibida de 1993 a 1998, entre muitas outras participações no cinema e na TV. Seu papel mais famoso, porém, foi o do sórdido canadense Jacques Renault, irmão de Jean (Michael Parks) e Bernie (Clay Wilcox) na 1ª temporada de “Twin Peaks”, em 1990, que abusou de Laura Palmer na noite de sua morte. O personagem é assassinado por Leland, o pai de Laura, ao final da temporada. Mesmo assim, Olkewicz voltou a interpretá-lo nos prólogos cinematográficos “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e “Twin Peaks: O Mistério” (2014, mas feito com sobras do longa dos anos 1990), além de aparecer no reboot “Twin Peaks: O Retorno” (2017) como outro personagem com o mesmo sobrenome, Jean-Michel Renault. As participações em dois episódios do revival da série do cineasta David Lynch foram seus créditos finais. “Foi seu primeiro papel em quase 15 anos, e ele fez tudo atrás de um bar para encobrir o fato de que não conseguia ficar de pé”, observou seu filho na noite de quarta, ao anunciar o falecimento do ator.

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    MacGyver é cancelada e sai do ar neste mês nos EUA

    8 de abril de 2021 /

    A rede americana CBS anunciou o cancelamento de “MacGyver”. A série estrelada por Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) terminará ao final de sua 5ª temporada, atualmente no ar. O último capítulo será exibido em 30 de abril nos EUA. “Todos nós da CBS somos extremamente gratos pelo incrível trabalho e dedicação de Lucas e do restante do elenco, bem como da [showrunner] Monica [Macer], dos escritores e de toda a equipe”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “A equipe de ‘MacGyver’ viajou por todos os lugares para salvar repetidamente o mundo com pouco mais do que chiclete e um clipe de papel e tornou esta série distintamente sua. Estamos gratos por dar a esta base de fãs dedicada e leal a oportunidade de dizer adeus aos seus personagens favoritos da maneira atenciosa que esta série merece. ” “Desde que embarquei em ‘MacGyver’ no ano passado, fiquei impressionada com a devoção e entusiasmo desse elenco e equipe notáveis, bem como com os fãs leais”, disse Macer, que assumiu as funções de showrunner depois que o criador Peter Lenkov foi demitido por acusações de assédio moral e toxicidade no local de trabalho. “Minha gratidão vai para [as estrelas] Lucas, Tristin [Mays], Justin [Hires], Meredith [Eaton], Levy [Tran] e [Henry] Ian [Cusick], que colocaram tudo o que têm em nosso show, especificamente para os fãs. Mal podemos esperar que eles vejam nossos episódios finais espetaculares.” Produzido pela CBS Studios e a Lionsgate, a série era reboot de uma famosa atração dos anos 1980, exibida no Brasil como “Profissão Perigo”. Na série original, Angus MacGyver era um agente secreto que conseguia se virar com poucos recursos, usando apenas seus conhecimentos científicos e um canivete suíço que sempre carregava, para escapar das mais difíceis situações. A atração durou sete temporadas e teve 139 episódios produzidos entre 1985 e 1992. A nova versão era focada nas origens do personagem vivido nos anos 1980 por Richard Dean Anderson, mostrando-o como um jovem recruta de uma organização clandestina e aperfeiçoando suas habilidades para evitar desastres. “MacGyver” se torna a terceira série da CBS cancelada nesta temporada, acompanhando a comédia “Mom” e a procedimental “NCIS: New Orleans”. À exceção de “Mom”, que acabou após perder a coprotagonista, “MacGyver” e “NCIS: New Orleans” foram canceladas após trocas-relâmpago de showrunners devido à escândalos de bastidores. Assim como Peter Lenkov, Brad Kern também foi demitido de “NCIS: New Orleans” após várias denúncias – em seu caso, de assédio e perseguição às mulheres, além de declarações racistas nas gravações. A exibição de “MacGyver” no Brasil acontece no canal pago Universal.

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    Vazam fotos e vídeos da série live-action das Meninas Superpoderosas

    7 de abril de 2021 /

    Os paparazzi americanos flagraram as gravações da série das Meninas Superpoderosas e vazaram as primeiras imagens e vídeos do visual live-action de Florzinha, Lindinha e Docinho. As reações na internet foram mistas, com um usuário do Twitter resumindo: “Eu honestamente não sei o que estava esperando de um live-action de ‘As Meninas Superpoderosas'”. A atriz Yana Perrault, que vai estrear nas telas no papel de Docinho, confessou nos Stories de seu Instagram que tinha sido a primeira vez que foi perseguida por paparazzi na vida. Ela começou a carreira no teatro e estrela o musical “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, na Broadway. As outras intérpretes superpoderosas da série são Chloe Bennet (“Agents of SHIELD”) e Dove Cameron (“Descendentes”), respectivamente como Florzinha e Lindinha. Além delas, Donald Faison (“Scrubs”) viverá o Professor Utônio e Nicholas Podany (“Hart of Dixie”) será Joseph “Jojo” Mondel Jr., o filho do Macaco Louco (Mojo Jojo), grande vilão da animação. Na versão live-action da trama, as heroínas já são jovens com mais de 20 anos de idade, cheias de traumas e ressentimentos por terem perdido a infância para combater o crime, mas terão que superar seus problemas para voltar a se juntar, porque o mundo vai precisar delas mais uma vez. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). O piloto, que precisa ser aprovado pela rede The CW para virar série, está sendo dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television. Veja abaixo várias fotos e vídeos relacionados à produção. A única imagem “oficializada” é a foto da cadeira da diretora, divulgada no Instagram de Maggie Kiley. We have our first look at #Powerpuff!!! #PowerPuffGirls #TheCW pic.twitter.com/433sk3g2yQ — 🌈🌈Colton that guy obsessed with the cw shows (@ColtonPaz) April 7, 2021 I honestly didn't know what I was expecting from the live-action #PowerPuffGirls series, but I'm pretty sure it wasn't this: pic.twitter.com/rYMQ9k6mgB — Seoul Patch (서울팻치) (@DLohRidah) April 7, 2021 First look at donald faison as Professor Utonium! pic.twitter.com/KEjv9cY4hV — Powerpuff! ☼ (@powerpuffcw) April 7, 2021 Chloe Bennet as Blossom in CW's #PowerpuffGirls series 🌺 if u think that I'm gonna watch this series bc of her… then you're probably right 🤭 pic.twitter.com/9aeDs96mRL — fitz ⴵ (@drgjNics) April 7, 2021 NEW! Chloe Bennet, Yana Perrault, and Dove Cameron on set of The CW’s #Powerpuff. pic.twitter.com/yivqgRcRSQ — Powerpuff! ☼ (@powerpuffcw) April 7, 2021 Yana Perrault talks about shooting the pilot episode today! 💕✨source: @yanaperrault/IG 📸 pic.twitter.com/EBgS294Mzu — Powerpuff! ☼ (@powerpuffcw) April 7, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maggie Kiley (@maggiekiley.director)

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    Krypton: Regé-Jean Page comenta notícia de que perdeu papel por ser negro

    7 de abril de 2021 /

    O ator Regé-Jean Page, intérprete do Duque de Hastings de “Bridgerton”, postou nas redes sociais sua reação à reportagem da revista The Hollywood Reporter que revelou que ele não conseguiu o papel principal da série “Krypton” por ser negro. “Ouvir sobre essas conversas não dói menos agora do que doeu naquela época”, Page tuitou nesta quarta-feira (7/4). “Para ser honesto, os esclarecimentos quase doem ainda mais”, acrescentou Embora Page não mencione “Krypton” no tuíte, ele termina com as palavras “Nós ainda voamos” – que aparentemente se refere à capacidade do Superman de voar. Uma longa reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre as acusações de Ray Fisher contra a Warner Bros. revelou que Geoff Johns, quando foi presidente da DC Entertainment entre 2010 e 2018, impediu os produtores da série “Krypton” de escalar Regé-Jean Page como protagonista da série “Krypton”. De acordo com as fontes da produção ouvidas pela THR, Johns teria citado especificamente o fato de Page ser negro como impedimento para que ele interpretasse o papel. “Krypton”, que ficou no ar entre 2018 e 2019, contava as aventuras de Seg-El, avô de Kal-El (o futuro Superman), antes da destruição de seu planeta. O papel acabou interpretado por Cameron Cuffe, um ator branco. Representantes de Johns responderam à acusação dizendo que o produtor achou, na época, que os fãs esperariam um ator “que se parecesse com um jovem Henry Cavill” no papel de Seg-El. Em outras palavras, os fãs não aprovariam um negro como avô de Superman. Hearing about these conversations hurts no less now than it did back then. The clarifications almost hurt more tbh. Still just doing my thing. Still we do the work. We still fly. 👊🏽 — Regé-Jean Page (@regejean) April 7, 2021

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    O Inocente: Série espanhola de suspense ganha trailer da Netflix

    7 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer legendado de “O Inocente”, série espanhola que adapta o romance homônimo do americano Harlan Coben (“Silêncio na Floresta”). Cheio de reviravoltas e suspense, a prévia apresenta o protagonista Mateo Vidal, que se vê envolvido em uma trama de assassinato. Na série, Mateo é vivido por Mario Casas (“A Casa”). A trama o encontra tentando recomeçar sua vida anos depois de matar acidentalmente um homem. No entanto, o que parece uma segunda chance pode se revelar um novo pesadelo, quando o passado volta a atormentá-lo da pior maneira possível, levando-o a enfrentar a suspeita de outro crime. Desenvolvida por Oriol Paulo, criador de “Noite e Dia” e roteirista de “O Corpo” e “O Contratempo”, a série também destaca Alexandra Jiménez (“Ladrão de Casaca”), Aura Garrido (“O Ministério do Tempo”), Juana Acosta (“Anna”) e José Coronado (“O Sucessor”). “O Inocente” estreia na Netflix no dia 30 de abril.

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    Vilã de The Walking Dead viverá rainha Catarina de Médici em minissérie

    7 de abril de 2021 /

    A atriz Samantha Morton, que reinou entre os mortos-vivos como Alpha, na série “The Walking Dead”, vai estrelar uma minissérie focada na rainha Catherine de Medici – ou Catarina de Médici, como é denominada no Brasil. Apesar do título “The Serpent Queen” e da relação histórica, a nova produção do canal pago Starz não faz parte da franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil), que já rendeu “The White Queen”, “The White Princess” e “The Spanish Princess” no mesmo canal. Mas, cronologicamente, encaixa-se perfeitamente como continuação da saga monárquica. A série tem outra fonte literária, o livro “Catherine de Medici: Renaissance Queen of France”, de Leonie Frieda. E é descrita como a história “de uma das mulheres mais influentes que já usou uma coroa. Considerada uma imigrante comum e simples, Catarina de Medici se casou na corte francesa do século 16 como uma adolescente órfã que deveria trazer uma fortuna em dote e produzir muitos herdeiros, apenas para descobrir que seu marido estava apaixonado por uma mulher mais velha, seu dote não foi pago e seus filhos têm saúde frágil. Mas com sua inteligência e determinação, ela consegue manter seu casamento vivo e domina o esporte sangrento que é a monarquia melhor do que ninguém, governando a França por 50 anos. ” Por meio de três filhos, ela se tornou monarca regente durante um dos períodos mais criativos e sangrentos da França, que abrangeu tanto a Renascença quanto a guerra civil e religiosa contra os hugenotes. “The Serpent Queen” foi desenvolvida pelo roteirista Justin Haythe (“Operação Red Sparrow”), tem direção de Stacie Passon (“Os Segredos do Castelo”) e conta com produção do cineasta Francis Lawrence (da franquia “Jogos Vorazes”) para a Lionsgate Television. Ainda não há previsão de estreia, mas a série terá lançamento no Brasil pela plataforma Starzplay.

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