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Série

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20 de julho de 2026
  • Filme,  Série

    “Loki” é renovada e segue em “Doutor Estranho 2” e “Homem-Formiga 3”

    14 de julho de 2021 /

    O último capítulo de “Loki”, disponibilizado nesta quarta (14/7), deixou o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) em caos. Com muita conversa e pouca ação, “For All Time. Always.” foi praticamente um episódio clássico de “Star Trek: A Nova Geração”, com direito a seu próprio Q. Mas se a revelação do homem por trás da cortina de Mágico de Oz da série foi anticlimática para dizer o mínimo, terá grandes ramificações. Embora o novo personagem não tenha sido nomeado, suas variantes virão com a capacidade destrutiva de um Thanos para uma nova Guerra (agora literalmente) Infinita. Afinal, o vilão até aqui sem nome oficial é um velho conhecido dos quadrinhos. A conclusão de “Loki” revelou que a série foi um grande prólogo para introduzir o próximo “big bad” da Marvel: Kang, o Conquistador. “Se você acha que eu sou mau, espere até ver minhas variantes”, avisou Aquele Que Permanece sem nome, interpretado por Jonathan Majors (de “Lovecraft Country”). O episódio se encerrou com um grande gancho repleto de consequências. E a pequena cena pós-créditos finais só reforçou a sensação de história inacabada, ao confirmar a renovação da série para a 2ª temporada. “Loki” vai continuar na Disney+, mas Loki, o personagem de Tom Hiddleston, também voltará ao cinema. Ele estará em março no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. Todas essas informações foram oficializadas após a exibição da season finale, mas já estavam espalhadas em notícias diversas. O segundo filme do “Doutor Estranho” vai lidar com toda a bagunça criada por Loki, que aparentemente teve sua existência apagada da memória dos agentes temporais da TVA – da humanidade? Mas a história não vai se encerrar aí. Afinal, a volta (ou a chegada da variante mais letal) do vilão introduzido na série também está confirmada para “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, em 2023. Na verdade, a escalação do ator Jonathan Majors foi anunciada para o filme dos heróis minúsculos. Mas muitos fãs perceberam que a narrativa de “Loki” tinha conexões com a história de Kang e poderia antecipar sua introdução no MCU – o que, de certa forma, acabou acontecendo na season finale. E quem é Kang? O personagem é bastante antigo. Criação de Stan Lee e Jack Kirby, Kang estreou na edição de número 8 dos Vingadores, publicada nos EUA em 1964, e sua trajetória se conecta a vários vilões clássicos da Marvel, como Doutor Destino, Apocalipse e até o próprio Thanos – cortesia de uma rivalidade com Nebulosa (Nebula) nos anos 1990 e uma obsessão pelas Jóias do Infinito. Além dos Vingadores, ele já enfrentou praticamente todos os personagens da Marvel, do Quarteto Fantástico ao Homem-Aranha, além de ter tentado se casar com Mantis, dos Guardiões da Galáxia. Originalmente um intelectual nascido no século 31, chamado Nathaniel Richards – e possível descendente de Reed Richards, o Homem-Elástico – , Kang descobriu como viajar no tempo e tentou governar o Egito, usando sua tecnologia futurista para ser adorado como um deus. Não contente, passou a buscar estabelecer seu domínio por outras eras, encontrando heróis da Marvel em cada uma delas. Em sua primeira aventura no século 20, ele chegou a raptar a Vespa, mas talvez a história mais interessante de sua fase inicial seja a que envolve impedir a formação dos Vingadores, mudando o passado para que Bruce Banner nunca se transforme no Hulk. Kang não tem superpoderes, mas seu intelecto avançado, acesso à tecnologia do século 40 e capacidade de viajar no tempo lhe dá grandes vantagens sobre seus oponentes. Além disso, ele sabe tudo o que vai acontecer, por encarar o presente como fatos históricos que, para ele, já aconteceram. O terceiro filme do “Homem-Formiga” voltará a ser dirigido por Peyton Reed, responsável pelos dois filmes anteriores, mas terá um roteirista novo: Jeff Loveness, que escreve a série animada “Rick & Morty”. Vejam só que coincidência: Michael Waldron, criador da série “Loki”, também era roteirista de “Rick & Morty”. Outro detalhe importante: Waldron é quem assina a história do segundo “Doutor Estranho”, que contará com aparição de Wanda pós-“WandaVision”. Como os leitores de quadrinhos sabem, Kang tem interesse especial na Feiticeira Escarlate, após descobrir que a chave para aumentar sua influência são os poderes de alteração da realidade manifestados por ela… E por falar em conexões do multiverso, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) ainda aparecerá em “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, filme que tem alimentado várias teorias sobre o encontro de variantes do herói. E que chega aos cinemas antes dos demais, em dezembro deste ano. Ainda antes disso, o multiverso criado em “Loki” será explorado na série animada “What If…”, que estreia em agosto na Disney+ com versões alternativas das principais sagas da Marvel. Entre outras revelações, o final da 1ª temporada de “Loki” serviu para mostrar principalmente que a narrativa central e a grande culpa pela Fase 4 do MCU é consequência exclusiva das ações de um certo personagem asgardiano de roupas verdes, também conhecido pelos fãs como… Sylvie (Sophia Di Martino). Agora, tudo indica que Loki, responsável por juntar os Vingadores como vilão na culminação da Fase 1 em 2012, deverá repetir a façanha mais uma vez, desta vez como herói, para derrotar Kang e salvar o multiverso. A contagem regressiva para “Vingadores 5” acaba de começar. Que “propósito glorioso”!

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  • Série

    Super-heróis são a grande novidade do Emmy 2021

    14 de julho de 2021 /

    A tendência mais visível do Emmy 2021, além do aumento de diversidade e inclusão, foi a grande quantidade de indicações obtidas por séries de super-heróis. As produções do gênero surpreenderam com um total de 39 indicações. A surpresa, claro, não tem nenhuma relação com a qualidade das atrações, reverenciadas de forma quase unânime pela crítica – exceto por um comentarista piadista do UOL – , mas pelo preconceito histórico do Emmy em relação à conteúdos de fantasia. É importante lembrar que a primeira adaptação de quadrinhos de super-heróis indicada à prêmios da Academia de Televisão dos EUA foi “Watchmen”. E isto aconteceu no ano passado. Até 2019, o total de indicações obtidas por super-heróis no Emmy era zero. “Arrow”, por exemplo, acabou sem que o impressionante trabalho de seus dublês fosse reconhecido. Em conversa com o site Deadline, Frank Scherma e Maury McIntyre, respectivamente CEO e presidente da Academia, ponderaram que, além de eleitores mais jovens e integrados à indústria televisiva atual, um dos fatores responsáveis pela mudança em relação ao reconhecimento de produções de fantasia foi o fenômeno de “Game of Thrones”. A atração da HBO deixou claro que era para adultos com as primeiras cenas de nudez em sua temporada inaugural. Isto ajudou a estabelecer que conteúdo de fantasia não era só para crianças ou adolescentes, podendo ser apreciado por pessoas com idade para votar no Emmy. Para completar, a chegada da Disney+ trouxe os orçamentos – e os elencos – dos filmes da Marvel para as séries, o que elevou a qualidade técnica das produções. Mas as produções do Marvel Studios, “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, não foram as únicas reconhecidas. O humor ácido e violento de “The Boys”, atração da Amazon que se manifesta como uma sátira adulta do universo dos super-heróis, também obteve grande aceitação. Ao todo, “WandaVision” teve 23 indicações (uma a menos que “The Crown” e “The Mandalorian”, as mais nomeadas), seguida por “Falcão e o Soldado Invernal” e “The Boys”, ambas com cinco citações cada. A lista de adaptações de quadrinhos do Emmy 2021 também inclui “The Umbrella Academy” (4) e “Lucifer” (1) da Netflix, além de “Patrulha do Destino” (1) da HBO Max.

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  • Série

    Amazon descarta série da “Máfia dos Tigres” com Nicolas Cage

    14 de julho de 2021 /

    A Amazon desistiu de produzir uma minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que seria estrelada por Nicolas Cage. Diante da reviravolta, a produtora CBS Television Studios deve levar o projeto para outras plataformas. A decisão da Amazon pode ter levada em conta a ligação do personagem com sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração teria entre sete e oito episódios, e deveria marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Com o impasse entre Amazon e CBS, agora a NBCUniversal ganhou tempo para preparar sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção vai trazer Kate McKinnon como Carole Baskin e John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”) como Joe Exotic, mas ainda não tem previsão de estreia.

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    John Lithgow confirma flashback de Trinity no revival de “Dexter”

    14 de julho de 2021 /

    O ator John Lithgow revelou detalhes sobre sua participação no revival de “Dexter”, enquanto comemorava sua 13ª indicação ao Emmy por seu papel na série “Perry Mason”. Falando ao site Deadline, ele confirmou que vai aparecer num flashback e que a cena é pequena. Toda sua participação foi gravada num único dia – “na verdade, numa tarde”. Lithgow disse que soube da minissérie num telefonema do produtor Clyde Phillips, cinco meses antes das gravações. “Ele disse: ‘Você pode vir apenas passar um dia nos Berkshires?’”, contou o ator, referindo-se à região montanhosa de Massachusetts, que serviu de locação para os novos episódios. “Eu disse: ‘Claro que posso’, e foi exatamente isso que aconteceu.” “Foi maravilhoso voltar a encontrar a turma – incluindo Michael [C. Hall], Jennifer Carpenter e Clyde Phillips”, disse o ator, que venceu o Emmy por seu papel como Arthur Mitchell, o serial killer conhecido como Trinity, durante a 4ª temporada da série original. Ele foi bastante claro sobre o contexto de sua participação. “Como todos os fãs de ‘Dexter’ sabem, já vimos o fim de Trinity, então isso, por definição, significa que é um flashback”, explicou. Para completar, Lithgow comentou o tom geral da produção. “É completamente diferente. Mais ou menos como ‘Perry Mason’, é uma reinvenção”, comparou. “Acontece em uma parte diferente do país e com um elenco totalmente novo de personagens”, acrescentou. Ao mesmo tempo, ele revelou que “há todos os tipos de surpresas maravilhosas e referências às primeiras temporadas”. Uma das maiores surpresas, sem dúvida, é a volta de Jennifer Carpenter, já que sua personagem, Debra Morgan, a irmã de Dexter (Michael C. Hall), também morreu na atração original.

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    Jennifer Carpenter vai participar do revival de “Dexter”

    14 de julho de 2021 /

    Os fãs pediram e Debra Morgan está voltando. Jennifer Carpenter vai participar do revival da série “Dexter”. A atriz interpretou a irmã do protagonista Dexter Morgan (Michael C. Hall) em todas as oito temporadas da série original do canal pago Showtime, mas sua personagem foi morta no final da atração, em 2013. A forma como isso aconteceu deixou os telespectadores inconformados. Na época, Carpenter chegou a dizer que lutou por este final trágico com os roteiristas, mas deixou a porta aberta para retornar à série num futuro revival – ao mesmo tempo em que duvidava que isso pudesse acontecer. Ela brincou em 2013 que seria necessário “um roteiro extraordinário e muitos, muitos, muitos anos a partir de agora”, acrescentando: “Não sei se isso seria possível, porque as pessoas não voltam da morte”. Debra não será a única personagem morta a aparecer no revival. O ator John Lithgow também voltará a interpretar Arthur Mitchell, assassino conhecido como Trinity. E as duas participações sugerem curiosas possibilidades, como flashbacks, sonhos e a melhor de todas: uma nova manifestação física da consciência de Dexter. Na série original, as ações de Dexter eram influenciadas por seu falecido pai, vivido por James Remar. O ator já declarou que não foi convidado à participar da continuação. A volta de “Dexter” foi anunciada em outubro passado. A trama dará sequência aos eventos da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan fingindo a própria morte para se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e apenas 10 capítulos, com estreia planejada para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e novembro) no canal pago americano Showtime. A série deve ser exibida no Brasil pela plataforma Paramount+.

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    Irmã de Pedro Dom reclama da série da Amazon: “Cancelem essa porcaria”

    14 de julho de 2021 /

    Com boa audiência, críticas positivas e já renovada pela Amazon, a série “Dom” não agradou à família de Pedro Machado Lomba Neto (1981-2005), o criminoso conhecido como Pedro Dom, que inspira a atração. Na segunda-feira (12), Erika Grandinetti, irmã de Pedro, criticou a produção de forma dura. “Cancelem essa porcaria”, ela escreveu no Facebook. Segundo ela, a série estrelada por Gabriel Leone não seria autorizada por Nídia Sarmento de Oliveira, mãe do jovem de classe média que virou um dos criminosos mais famosos do Rio de Janeiro. “Me chamo Erika, sou irmã mais velha de Pedro Dom. Infelizmente, meu papel neste exato momento é muito duro, ter de expor publicamente nosso desespero, vida familiar, dores, e impotências. Minha mãe, separada de meu pai, desde sempre disse ‘não’ a esse projeto. Mas sua voz não foi ouvida. Sua história de vida com seu filho, a morte de seu filho se tornou um produto, pronto pra consumo”, ela reclamou pela rede social. Erika afirma que toda a produção é mentirosa e atribui à mãe os atos heroicos que a série registra como méritos de seu pai. Sua maior queixa é justamente a forma como seu pai, Victor Dantas, é interpretado pelo ator Flavio Tolezani como um herói que busca salvar o filho. “Meu pai cuspia no chão de dentro de casa, era violento, quando brigava com a minha mãe ‘enquadrava’ ela como se estivesse falando com um estuprador! Este é o Victor Dantas. Toda intimidação e violência que meu irmão praticou foi aprendida com o pai. Esse pai herói nunca existiu. Meu irmão sempre sentiu dor, mas o pai ensinou que homens não choram”, ela desabafou. Em seu longo texto, ela garante que a realidade de sua família é completamente distinta da imagem materializada na série pelo diretor Breno Silveira: “Na série é uma família margarina. A minha família era uma família disfuncional”. De acordo com a irmã de Pedro, seu pai quis comercializar a vida do próprio filho para ganhar dinheiro, mas ouviu diversas negativas antes de negociar com a produtora responsável pela série. Ela já tinha contado, em outra ocasião, sobre um bate-boca telefônico com os produtores e um processo da família contra a Conspiração Filmes. “A mãe de Dom? Essa sobrevive com uma pensão de aposentada, e conta com ajuda da família pra chegar ao fim do mês. E essa grana toda não passa nem perto do filho dele… Não sabemos, eu e minha mãe, nada sobre o acordo financeiro”, diz, referindo-se também ao sobrinho, atualmente com 16 anos. Após esse desabafo, o diretor Breno Silveira declarou, em comunicado dirigido à equipe, que Érika fez “declarações imprecisas e complicadas” sobre “Dom”, atribuindo sua reação a um racha na própria família. Segundo ele, isto também é abordado no enredo da série, com a diferença de que o Dom da ficção tem apenas uma irmã. Silveira relata que uma das irmãs (Érika) e a mãe sempre foram contra a realização da série, enquanto o pai, Victor Dantas, e outra filha queriam realizar a produção. O cineasta desmente Érika sobre a questão mais polêmica, a financeira, contando que o contrato da produção prevê que os lucros serão destinados ao filho que Dom deixou ainda bebê. O dinheiro jamais iria para Victor, que morreu em 2018 em consequência de um câncer. Ele admite, no entanto, que a trama é narrada a partir do ponto de vista de quem o procurou para relatar tudo, ressaltando que boa parte do roteiro é baseada em um livro que nunca foi contestado pela família de Pedro. “Dom” adapta o livro homônimo de Tony Bellotto, autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs, que também foi escrito a partir do ponto de vista de Victor Dantas. De acordo com um levantamento da Amazon, a série “Dom” foi a produção internacional original mais vista no mundo entre assinantes do Prime Video, abrangendo em sua audiência mais de 60% de público fora do Brasil. “O público em todo o Brasil e ao redor do mundo nos mostrou que ama ‘Dom'”, disse Malu Miranda, chefe de Conteúdo Original Brasileiro da o Amazon Studios, ao anunciar a renovação da série para a 2ª temporada. Veja abaixo o link para desabafo integral de Érika Grandinetti.

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    Don Cheadle não entende indicação ao Emmy por atuação de 2 minutos

    13 de julho de 2021 /

    Até o astro Don Cheadle questionou sua indicação ao Emmy de Melhor Ator Convidado pela participação em “Falcão e o Soldado Invernal”. Ele reprisou seu papel do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) como James Rhodes, o Máquina de Combate, numa aparição de apenas 98 segundos, menos de 2 minutos, na série. Mesmo assim, foi lembrado pela Academia de Televisão dos EUA e aumentou sua lista de nomeações ao Emmy para 10 – sem nunca ter vencido. Os críticos de TV ficaram passados com a inclusão do ator na categoria, devido ao pouco tempo de tela de seu papel. Ao comentar a indicação, ele escreveu no Twitter: “Obrigado aos que me desejam boa sorte. Desculpem, haters. Concordo. Eu também não entendo, mas vamos lá”. thanks, well wishers. sorry, haters. agreed, 🤷🏿‍♂️ers. i don't really get it either. buuuuuuuuuut on we go … — Don" 't ask me google questions" Cheadle (@DonCheadle) July 13, 2021

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    “Ted Lasso” vira série estreante com mais indicações ao Emmy em todos os tempos

    13 de julho de 2021 /

    “Ted Lasso” entrou para a história da televisão nesta terça-feira (13/7), ao receber 20 indicações ao Emmy 2021. A quantidade é recorde para uma série estreante. As 20 nomeações da comédia da Apple TV+ superam o recorde estabelecido há 11 anos, que pertencia à temporada inaugural de “Glee” na Fox, com 19 indicações. Co-criado, co-escrito e co-produzido pelo ator Jason Sudeikis e o roteirista Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”), “Ted Lasso” está na disputa dos principais prêmios de sua categoria, incluindo Melhor Série de Comédia, Ator (Sudeikis), Atriz Coadjuvante (Hannah Waddingham e Juno Temple), Ator Coadjuvante (Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Jeremy Swift), além de disputar três troféus de Melhor Direção e dois de Melhor Roteiro com episódios diferentes. A aprovação do Emmy se segue à consagração da série na temporada de premiações do inverno estendido da pandemia (dezembro-abril nos EUA), quando venceu três troféus do Critics Choice, dois WGA Awards (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) e o SAG Award (do Sindicato dos Atores) para Sudeikis. Embora a Apple, assim como outros streamers, não divulgue dados de audiência, “Ted Lasso” é classificado como o programa mais assistido da plataforma nos EUA, Reino Unido, Austrália, Alemanha, México, França e Canadá, entre outros territórios, com a grande maioria dos espectadores acompanhando todos os episódios disponíveis. O programa gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. O mais curioso em relação à “Ted Lasso” é que o personagem e toda sua premissa já existia antes de virar série, tendo sido concebido em 2013 para comerciais do canal pago NBC Sports. A produção da Apple pegou a piada dos comerciais estrelados por Sudeikis e a estendeu para episódios e temporadas completas. Segundo a Apple, a atração foi responsável por atrair 25% novos assinantes ao serviço após seu lançamento em 14 de agosto do ano passado. A série retorna em 23 de julho e, graças à consagração, já se encontra renovada para a 3ª temporada.

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    Jessica Walter recebe indicação póstuma ao Emmy 2021

    13 de julho de 2021 /

    A atriz Jessica Walter recebeu nesta terça-feira (13/7) uma indicação póstuma ao Emmy 2021 por sua dublagem na série “Archer”, animação de comédia adulta do canal pago FXX. Falecida em março passado, aos 80 anos, enquanto dormia em sua casa em Nova York, ela deixou gravadas duas temporadas completas de “Archer”, incluindo diálogos ainda inéditos, que deverão aparecer no próximo ano da atração. Ela participou das 11 temporadas exibidas de “Archer” no papel de Malory Archer, mãe do personagem-título, que também é a chefe de uma agência de espionagem internacional. Embora tenha sido a primeira vez que ela recebeu reconhecimento por seu trabalho de dublagem, esta foi a quinta indicação da atriz a um troféu da Academia de Televisão dos EUA. Walters chegou a vencer um Emmy em 1975, como Melhor Atriz pelo telefilme “Amy Prentiss”, e também foi indicada pelas séries “Arrested Development” (em 2005), “Trapper John, MD” (1980) e “San Francisco Urgente” (1977). A cerimônia da entrega dos troféus do Emmy 2021 acontecerá em 19 de setembro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”).

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    Emmy 2021 bate recorde de diversidade e inclusão

    13 de julho de 2021 /

    As indicações do Emmy 2021, reveladas pela Academia de Televisão dos EUA nesta terça-feira (13/7), bateram recorde de diversidade e inclusão. Nas categorias de interpretação, 43 nomeados romperam o padrão das nomeações de brancos americanos, representando a geração de atores mais diversificada de todos os tempos. A classe de 2021 superou com folga os melhores desempenhos anteriores, registrados em 2018 e 2020, quando houve empate com 36 indicações de não brancos. Além disso, seis dos apresentadores de reality shows relacionados pela Academia são negros – repetindo o número do ano passado. A série de terror “Lovecraft Country” liderou a inclusão, com 18 indicações de artistas negros. Desse número, cinco são intérpretes, incluindo Jurnee Smollett e Jonathan Majors (que receberam suas primeiras indicações ao Emmy como Melhor Atriz e Ator), mas até a criadora da série, Misha Green, acrescenta representatividade à premiação, disputando como Melhor Roteirista de Série de Drama. Entre os prêmios individuais, a inglesa Michaela Coel foi quem mais se destacou, recebendo indicações em três categorias de Minissérie: Melhor Atriz, Diretora e Roteirista por “I May Destroy You”. A relação também destaca Lin-Manuel Miranda, latino mais proeminente deste Emmy, pelas realizações à frente do musical “Hamilton”, além de celebrar Mj Rodriguez, a primeira artista trans na categoria de Melhor Atriz por “Pose”. “Pose” ainda emplacou indicações a Billy Porter como Melhor Ator (ele venceu em 2019), a Steven Canals como Diretor e a nada menos que cinco roteiristas LGBTQIAP+, além de disputar como Melhor Série de Drama por seu retrato histórico da comunidade. “O mundo está ao seu lado e aplaudindo seus talentos”, exaltou a GLAAD, organização de mídia LGBTQIAP+, em relação ao reconhecimento da série, num comunicado assinado por sua presidente e CEO Sarah Kate Ellis. O único aspecto em que o Emmy retrocedeu foi na representação feminina nas categorias de direção. Este ano, 11 diretoras disputam troféus, menos que as 16 de 2020. Em compensação, houve um grande aumento de roteiristas reconhecidas: 59 indicações, crescimento substancial em relação às 33 do ano passado.

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    Mj Rodriguez faz História com indicação ao Emmy: “Me sinto vista”

    13 de julho de 2021 /

    A estrela da série “Pose” Mj Rodriguez fez história nesta terça-feira (13/7) ao se tornar a primeira artista trans indicada ao Emmy de Melhor Atriz. Ela concorre na categoria de Série de Drama pelo papel da mãe de baile e enfermeira Blanca Rodriguez-Evangelista, destaque da produção do canal pago FX. Rodriguez celebrou no Instagram, dizendo que se sentia “nas nuvens”. Um vídeo registra o momento do anúncio e a comemoração, mas não um depoimento, porque na hora estava “toda bagunçada”. “Eu realmente não posso acreditar nisso”, resumiu, em comentário ao lado do post. Procurada pela imprensa americana, ela acrescentou mais detalhes ao que a indicação representava para sua carreira e para a representatividade trans. “Estou sentindo tantas emoções. Estou me sentindo feliz e realizada. Finalmente me sinto vista”, disse a estrela para o site Deadline. “Sou uma garota do norte de Nova Jersey que tinha sonhos e aspirações, como Whitney Houston, mas nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo. Disse a mim mesmo que não importa o que aconteça, vou continuar e nunca parar”. Ela continuou: “Sou grata que as pessoas podem realmente ver minha existência humana e podem ver o que tenho a oferecer ao mundo através da arte. Amo o que faço e que possa representar cada interseccionalidade de ser uma artista trans que se identifica como mulher e que também é negra e latina. Isso mostra o que a condição humana pode fazer e como é lutar. Uma parte dessa luta foi finalmente vencida por toda uma nova geração, que é de muitas cores e de diferentes estilos de vida. Espero que, através da minha conquista, eles vejam que também podem fazer isso”, completou. A indicação de Mj Rodriguez é uma das 9 nomeações de “Pose”, que chegou a sua 3ª e última temporada como uma das produções mais reconhecidos pelo Emmy Awards 2021. “Pose” disputa ainda, entre outras, as categorias de Melhor Série de Drama, Ator (Billy Porter), Direção (Canals) e Roteiro (Ryan Murphy, Brad Falchuk, Steven Canals, Janet Mock e Our Lady J). A cerimônia da entrega dos troféus acontecerá em 19 de setembro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michaela Jaé (@mjrodriguez7)

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    Números do Emmy: HBO Max, “The Crown” e “The Mandalorian” lideram indicações

    13 de julho de 2021 /

    As séries “The Crown” e “The Mandalorian” lideram em número de indicações a disputa do Emmy Awards 2021, que visa premiar os melhores conteúdos e artistas televisivos/streamers do ano. Ambas tiveram 24 nomeações na premiação da Academia de Televisão dos EUA. As duas produções vão competir entre si pelo Emmy de Melhor Série de Drama, categoria que também inclui “The Handmaid’s Tale” (21 indicações), “Lovecraft Country” (18), “Bridgerton” (12), “Pose” (9), “This Is Us” (6) e “The Boys” (5). Igualmente acirrada está a disputa entre as minisséries, que coloca frente a frente “WandaVision” (23), “O Gambito da Rainha” (18), “Mare of Easttown” (16), “I May Destroy You” (9) e “The Underground Railroad” (7). Já a concorrência a Melhor Série de Comédia abre com grande vantagem de “Ted Lasso”, com 20 indicações, contra “Hacks” (15), “The Flight Attendant” (9), “O Método Kominsky” (5), “Black-ish” (5), “Cobra Kai” (4), “Pen15” (3) e o azarão “Emily em Paris” (2). Este ano, a HBO apresentou todos os seus candidatos como produções da HBO Max, fazendo com que a soma combinada de seus conteúdos de TV paga (94) e streaming (36) superassem os esforços dos concorrentes. Na batalha frontal com a Netflix, a vantagem foi de um título apenas, 130 contra 129, respectivamente. A guerra de números entre a HBO e a Netflix faz parte da História recente do Emmy, chegando a dominar as duas últimas edições. Em 2018, a Netflix superou pela primeira vez a concorrente com 112 indicações contra 108, mas no ano passado a HBO recuperou a coroa com 137 nomeações versus 118. A Netflix protestou contra o favorecimento à HBO Max (via consolidação de TV e streaming) em seu primeiro ano na premiação, mas o comunicado oficial da Academia de Televisão manteve a vantagem do rival. Os organizadores da premiação ainda apresentaram uma tabulação dos números de cada conglomerado, que colocou a Disney à frente de todos os outros, com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Mas só o número da Disney+ já seria suficiente para impressionar, comparado ao seu desempenho inaugural no ano passado – quanto somou 19 nomeações. O sucesso da plataforma é puxado pelas séries “The Mandalorian” (24), “WandaVision” (23), “Falcão e o Soldado Invernal” (5) e o telefilme/especial “Hamilton” (12). A Apple TV+ (35) e a Hulu (25) também registraram grande representatividade, puxados, respectivamente, pelos sucessos de “Ted Lasso” (20) e “The Handmaid’s Tale” (21). Em compensação, a Amazon submergiu. Graças a “The Underground Railroad” (7), ainda conseguiu assegurar 18 nomeações, sem entretanto impedir o forte declínio em relação as 30 citações do ano passado. O pior desempenho de streaming ficou para a recém-lançada plataforma Peacock, que obteve apenas duas indicações. Com a supremacia do streaming, a TV convencional vê seu prestígio diminuir ainda mais, ocupando menos vagas que HBO Max e Netflix: 102 somadas por todas as redes no Emmy, bem menos que as 121 do ano passado. O NBC lidera entre os canais abertos, graças ao humorístico “Saturday Night Live” (21), ao reality “The Voice” (7) e à série “This Is Us” (6). Mas é a TV paga, após a “conversão” da programação da HBO em catálogo de streaming, quem mais sofreu o impacto da concorrência online, disputando somente 51 prêmios com os canais FX (16), VH1 (11), Nat Geo (10), Bravo (8) e Showtime (6). Veja a lista realmente completa com todos os indicados aqui. O Emmy Awards 2021 será entregue em uma cerimônia em Los Angeles no dia 19 de setembro, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”).

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    Confira a única lista realmente completa dos indicados ao Emmy 2021

    13 de julho de 2021 /

    A Academia de Televisão dos EUA divulgou nesta terça (13/7) a lista dos indicados à 73ª edição de sua premiação anual, os Emmy Awards. A cerimônia da entrega dos troféus acontecerá em 19 de setembro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”). As indicações refletem o aumento das opções de streaming, com muitas atrações da Disney+, HBO Max, Paramount+, Hulu, Apple TV+ e até Peacock, que diluíram muito o predomínio crescente da Netflix e Amazon, tendência dos últimos anos. Na verdade, com a lista completa é possível perceber que até a referência da Academia mudou, reconhecendo a grande vantagem do conglomerado Disney com 146 indicações somadas das plataformas Disney+ (71), Hulu (25), rede ABC (23), canais pagos FX (16), National Geographic (10) e Freeform (1). Entre as plataformas individuais, a mais lembrada foi a HBO Max com 130 nomeações, seguida de perto pela Netflix, com 129. Mas esses números são polêmicos, porque a HBO soma à sua plataforma 94 produções feitas para a TV paga (a HBO tradicional). A grande maioria dos sites brasileiros publicaram só as principais categorias de indicados, o que não permite avaliar o quadro completo da premiação. Apenas a Pipoca Moderna traz a relação integral. Graças a isso, nossos leitores são os únicos a saber que o cineasta Spike Lee concorre ao Emmy, a recém-falecida Jessica Walter foi reconhecida por sua trabalho como dubladora, o especial de reencontro de “Friends” disputa quatro troféus, as músicas originais de “WandaVision” e “The Boys” emplacaram na categoria de Melhor Canção, os documentários musicais de Billie Eilish, David Byrne, Bee Gees e Tina Turner estão entre os mais citados da premiação, além de conhecer quais são as melhores séries de animação, séries documentais, os diretores e roteiristas indicados, entre muitas e muitas outras categorias. Confira abaixo do vídeo dos anúncios principais a única lista realmente completa dos indicados aos Emmy Awards 2021. Melhor Série – Drama “The Boys” “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Madalorian” “Pose” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Black-ish” “Cobra Kai” “Emily em Paris” “Hacks” “The Flight Attendant” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Oslo” “Robin Roberts Presents: Mahalia” “Sylvie’s Love” “Uncle Frank” Melhor Ator – Série de Drama Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Regé-Jean Page (“Bridgerton”) Billy Porter (“Pose”) Matthew Rhys (“Perry Mason”) Sterling K. Brown (“This is Us”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Drama Giancarlo Esposito (“The Mandalorian”) O-T Fagbenie (“The Handmaid’s Tale”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown”) Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”) Chris Sullivan (“This Is Us”) Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz – Série de Drama Uzo Aduba (“In Treatment”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Mj Rodriguez (“Pose”) Jurnee Smollett (“Lovecrafty Country”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Drama Gillian Anderson, “The Crown” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emerald Fennell, “The Crown” Madeline Brewer, “The Handmaid’s Tale” Ann Dowd, “The Handmaid’s Tale” Yvonne Strahovski, “The Handmaid’s Tale” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Aunjanue Ellis, “Lovecraft Country” Melhor Ator – Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) William H. Macy (“Shameless”) Jason Sudeikis (“ted Lasso”) Kenan Thompson (“Kenan”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Comédia Bowen Yang (“Saturday Night Live”) Kenan Thompson (“Saturday Night Live”) Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Brendan Hunt (“Ted Lasso”) Nick Mohammed (“Ted Lasso”) Jeremy Swift (“Ted Lasso”) Paul Reiser (“O Método Kominsky”) Carl Clemons-Hopkins (“Hacks”) Melhor Atriz – Série de Comédia Aidy Bryant (“Shrill”) Kaley Cyuoco (“The Flight Attendant”) Allison Janney (“Mom”) Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) Jean Smart (“Hacks”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Cecily Strong (“Saturday Night Live”) Aidy Bryant (“Saturday Night Live”) Rosie Perez (“The Flight Attendant”) Hannah Einbinder (“Hacks”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Juno Temple (“Ted Lasso”) Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) Leslei Odom, Jr (“Hamilton”) Paul Bettany (“Wandavision”) Hugh Grant (“The Undoing”) Ewan McGregor (“Halston”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diigs (“Hamilton”) Jonathan Groff (“Hamilton”) Anthony Ramos (“Hamilton”) Thomas Brodie-Sangster (“O Gambito da Rainha”) Evan Peters (“Mare of Easttown”) Paapa Essiedu (“I May Destroy You”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Michaela Coel (“I May Destroy You”) Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) Elizabeth Olsen (“WandaVision”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Kate Winslet (“Mare of Easttown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Jean Smart (“Mare of Easttown”) Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) Kathryn Hahn (“WandaVision”) Phillipa Soo (“Hamilton”) Renee Elise Goldsberry (“Hamilton”) Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) Melhor Ator Convidado – Série de Drama Don Cheadle (“Falcão e o Soldado Invernal”) Charles Dance (“The Crown”) Timothy Olyphant (“The Mandalorian”) Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Carl Weathers (“The Mandalorian”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Alexis Bledel (“The Handmaid’s Tale”) Claire Foy (“The Crown”) McKenna Grace (“The Handmaid’s Tale”) Sophie Okonedo (“Ratched”) Phylicia Rashad (“This Is Us”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Morgan Freeman (“The Kominsky Method”) Daniel Kaluuya (“Saturday Night Live”) Daniel Levy (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Jane Adams (“Hacks”) Yvette Nicole Brown (“A Black Lady Sketch Show”) Bernadette Peters (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) Issa Rae (“A Black Lady Sketch Show”) Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Kristen Wiig (“Saturday Night Live”) Melhor Talk-Show ou Programa de Variedades “Conan” “The Daily Show com Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight com John Oliver” “The Late Show com Stephen Colbert” Melhor Reality Show de Competição “The Amazing Race” “Nailed It” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice” Melhor Reality Show Estruturado “Antiques Roadshow” “Property Brothers: Forever Home” “Queer Eye” “Running Wild With Bear Grylls” “Shark Tank” Melhor Reality Show sem Estrutura “Becoming” “Below Deck” “Indian Matchmaking” “RuPaul’s Drag Race Untucked” “Selling Sunset” Melhor Série de Esquetes “A Black Lady Sketch Show” “Saturday Night Live” Melhor Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside” “David Byrne’s American Utopia” “8:46 – Dave Chappelle” “Friends: The Reunion” “Hamilton” “A West Wing Special to Benefit When We All Vote” Melhor Especial de Variedades ao Vivo “Celebrating America – An Inauguration Night Special” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “The Pepsi Super Bowl LV Halftime Show Starring The Weeknd” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “My Next Guest Needs No Introduction with David Letterman” “Oprah with Megan and Harry: A CBS Primetime Special” “Stanley Tucci: Searching For Italy” “United Shades Of America with W. Kamau Bell” “VICE” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição Bobby Berk, Karamo Brown, Tan France, Antoni Porowski, Jonathan Van Ness (“Queer Eye”) Nicole Byer (“Nailed It!”) Barbara Corcoran, Mark Cuban, Lori Greiner, Robert Herjavec, Daymond John, Kevin O’Leary (“Shark Tank”) Tom Colicchio, Padma Lakshmi, Gail Simmons (“Top Chef”) RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Série Animada “Big Mouth” “Bob’s Burgers” “Genndy Tartakovsky’s Primal” “The Simpsons” “South Park: The Pandemic Special” Melhor Produção Animada em Curtas “Love, Death + Robots” “Maggie Simpson In: The Force Awakens From Its Nap” “Once Upon a Snowman” “Robot Chicken” Melhor Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” “Boys State” “Framing Britney Spears” “The Social Dilemma” “Tina” Melhor Série Documental “Allen v. Farrow” “American Masters” “City So Real” “Pretend It’s A City” “Secrets Of The Whales” Mérito Excepcional em Documentário “Dick Johnson Is Dead” “76 Days” “Welcome To Chechnya” Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “The Flight Attendant” “The Handmaid’s Tale” “Mare Of Easttown” “The Undoing” “Yellowstone” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “The Mandalorian” “Perry Mason” “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “Emily em Paris” “Hacks” “Ted Lasso” “United States of Al” “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Last Week Tonight With John Oliver” “The Late Show With Stephen Colbert” “The Masked Singer” “RuPaul’s Drag Race” “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “Friends: The Reunion” “78th Annual Golden Globe Awards” “The 63rd Annual Grammy Awards” “The Oscars” “Stephen Colbert’s Election Night 2020” Melhor Casting – Série de Comédia “The Flight Attendant” “Hacks” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” Melhor Casting – Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Casting – Reality Show “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” “Shark Tank” “Top Chef” “The Voice” Melhor Coreografia – Variedades “Christmas In Rockefeller Center” “Dancing With The Stars” – Routines: Argentine Tango “Dancing With The Stars” – Routines: Paso Doble “The Disney Holiday Singalong “Savage X Fenty Show Vol. 2” “World Of Dance” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Dolly Parton’s Christmas On The Square” “Genius: Aretha” “Lucifer” “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Black Man In A White World / Tightrope “Zoey’s Extraordinary Playlist” – Routines: Hello Dolly / Starships / Let’s Get Loud” Melhor Coreografia – Sitcom “Call Me Kat” “The Conners” “Country Comfort” “Last Man Standing” “The Upshaws” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “Grown-ish” “Hacks” “Made For Love” “The Mandalorian” “Servant” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “Bridgerton” “The Crown” “Euphoria” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “Perry Mason” “The Umbrella Academy” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “Fargo” “Mare Of Easttown” “O Gambito da Rainha” “Small Axe” – Mangrove “The Underground Railroad” Melhor Fotografia – Documentário “City So Real” “David Attenborough: A Life On Our Planet” “Dick Johnson Is Dead” “Rebuilding Paradise” “Secrets Of The Whales” “The Social Dilemma” Melhor Fotografia – Reality Show “The Amazing Race” “Deadliest Catch” “Life Below Zero” “Queer Eye” “RuPaul’s Drag Race” Melhor Comercial “Airpods Pro” — Jump “Alexa’s Body” – Amazon Alexa “Better | Mamba Forever” – Nike “It Already Does That” – Apple Watch Series 6 “You Can’t Stop Us” – Nike “You Love Me” – Beats by Dre Melhor Figurino – Produção de Época “Bridgerton” “The Crown” “Halston” “O Gambito da Rainha” “Ratched” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Mandalorian” “The Umbrella Academy” “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Black-ish” “Euphoria” “Hacks” “I May Destroy You” “Mare Of Easttown” “The Politician” “Pose” Melhor Direção – Série de Comédia James Burrows (“B Positive”) Susanna Fogel (“The Flight Attendant”) Lucia Aniello (“Hacks”) James Widdoes (“Mom”) Zach Braff (“Ted Lasso”) MJ Delaney (“Ted Lasso”) Declan Lowney (“Ted Lasso”) Melhor Direção – Série de Drama Julie Anne Robinson (“Bridgerton”) Benjamin Caron (“The Crown”) Jessica Hobbs (“The Crown”) Liz Garbus (“The Handmaid’s Tale”) Jon Favreau (“The Mandalorian”) Steven Canals (“Pose”) Melhor Direção – Minissérie ou Antologia Thomas Kail (“Hamilton”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Sam Miller (“I May Destroy You”) Craig Zobel (“Mare Of Easttown”) Scott Frank (“O Gambito da Rainha”) Barry Jenkins (“The Underground Railroad”) Matt Shakman (“WandaVision”) Melhor Direção – Variedades Christopher Werner (“Last Week Tonight With John Oliver”) Alexander J. Vietmeier (“Late Night With Seth Meyers”) Jim Hoskinson (“The Late Show With Stephen Colbert”) Paul G. Casey (“Real Time With Bill Maher”) Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Spike Lee (“David Byrne’s American Utopia”) Julia Reichert, Steven Bognar, Dave Chappelle (“8:46 – Dave Chappelle”) Ben Winston (“Friends: The Reunion”) Thomas Schlamme (“A West Wing Special To Benefit When We All Vote”) Melhor Direção – Documentário Kirby Dick, Amy Ziering (“Allen v. Farrow”) Frank Marshall (“The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart”) Amanda McBaine, Jesse Moss (“Boys State”) Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Jeff Orlowski (“The Social Dilemma”) Dan Lindsay, TJ Martin (“Tina”) Melhor Direção – Reality Show Bertram van Munster (“The Amazing Race”) Mark Perez (“Queer Eye”) Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Ariel Boles (“Top Chef”) Alan Carter (“The Voice”) Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Avalanche “The Crown” – Fairytale “The Handmaid’s...

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