Little Demon: FX apresenta série animada da filha do diabo
O canal pago americano FX divulgou o trailer de “Little Demon”, nova série de animação adulta criada por Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”). A atração gira em torno de uma garota vítima de bullying que descobre que é filha do diabo. Quando ela atinge a adolescência, seu pai se apresenta e a convida a assumir o legado de Anticristo, o que faz sua mãe vir em sua defesa. O elenco de vozes originais destaca Lucy DeVito (“Deadbeat”) como a protagonista e seu pai Dany DeVito (“Dumbo”) como o diabo. Já a mãe é interpretada por Aubrey Plaza (“Alguém Avisa?”). O trio também produz a atração junto com Harmon. “Little Demon” tem previsão de estreia para 25 de agosto nos EUA. A série deverá ser lançada no Brasil pela plataforma Star+.
Astro de “Stranger Things” encontra Metallica e toca com a banda
O ator Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson na 4ª temporada de “Stranger Things”, encontrou os músicos do Metallica nos bastidores da apresentação da banda no Lollapalooza, que aconteceu na quinta-feira (28/7) em Chicago. Além disso, foi convidado a tocar com a banda num ensaio, repetindo sua performance da série, quando plugou uma guitarra para tocar “Master of Puppets”. Ao final, ele ganhou uma guitarra do show, autografada pelos artistas. Durante a interação, Quinn ganhou elogios. “Obrigado por fazer justiça à música”, disse o cantor James Hetfield, que ainda revelou ser fã e acompanhar “Stranger Things” desde a 1ª temporada com seus filhos. Tudo isso foi registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais pela Netflix e pelo próprio Metallica. Veja abaixo. “Stranger Things” ajudou colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após seu destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard, fazendo sua estreia só agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, no início de julho, a banda chegou a elogiar a inclusão da música na série, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. A banda também postou um vídeo no TikTok em que faz um “dueto” virtual com a cena em que Eddie Munson toca “Masters of Puppets” na guitarra. Em “Stranger Things, o rock clássico de 1986 é executado por Eddie em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. 🤘this is for Eddie 🤘Joe Quinn met Eddie Munson's heroes: @Metallica! pic.twitter.com/y0oaSLpT6P — Netflix (@netflix) July 29, 2022
“A Casa de Raven” traz primeira personagem trans do Disney Channel
O Disney Channel apresentou a sua primeira personagem trans na semana passada. Trata-se de Nikki, uma personagem que foi contratada como assistente da protagonista de “A Casa de Raven”. A série é uma continuação de “As Visões da Raven” (2003-2007) e reencontra Raven (interpretada por Raven-Symoné) como adulta, junto aos filhos e sua melhor amiga Chelsea Daniels (Anneliese van der Pol). Na trama iniciada no início do mês, Raven busca uma influenciadora para promover seu novo estúdio de design. É onde entra Nikki, a nova personagem interpretada por Juliana Joel, que é apresentadora do programa “The Q Agenda”, além de abertamente trans e inserida nas lutas do movimento. Entusiasmada e orgulhosa, a atriz comemorou a escalação no Instagram, agradecendo a equipe. “1º personagem trans no Disney Channel? Posso finalmente compartilhar que me juntei ao elenco da 5ª temporada de ‘A Casa da Raven’… Um grande abraço para Nori Reed, a escritora deste episódio que criou meu personagem Nikki. Ela é uma pessoa tão talentosa, incrível e gênia da comédia. E, claro, obrigado a todo o elenco e equipe por serem tão acolhedores”, escreveu. A atriz ainda contou que, quando criança, seu maior sonho era estar no seriado original de 2003, e brincou afirmando que imaginava Raven Baxter sendo sua melhor amiga. Depois da exibição do episódio, ela voltou ao Instagram para agradecer o apoio e incentivo dos seguidores. “Obrigado por todo o amor esta semana. E sim, eu ainda estou chorando”, escreveu. A escalação de Juliana Joel marca uma nova fase para o canal infantil, que também disponibiliza suas produções através do serviço de streaming Disney+. A empresa vem trabalhando com a representatividade LGBTQIAP+ em suas produções desde 2017, quando a 2ª temporada de “Andi Mack” revelou que o menino Cyrus (Joshua Rush) tinha sentimentos românticos por Jonah (Asher Angel), namorado da personagem título (vivida por Peyton Elizabeth Lee). A própria atriz Raven-Symoné é uma integrante assumida da comunidade LGBTQIAP+. Ela é casada com Miranda Maday. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JULIANA JOEL 🇵🇷 (@thejulianajoel) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por JULIANA JOEL 🇵🇷 (@thejulianajoel)
Natália Deodato estreia como atriz em série do Canal Brasil
A ex-BBB Natália Deodato estreou como atriz. Ela gravou uma pequena participação na série “Aqui ao Lado – Vizinhos”, que será lançada em 2023 no Canal Brasil. “Foi a minha primeira aparição em um set dos canais Globo. Fiz uma participação especial, curta, mas que, para mim, foi muito significativa. Fiquei muito feliz, emocionadíssima”, declarou ela em entrevista para o Gshow. A série é uma comédia baseada em histórias reais de relações entre uma vizinhança, e conta em seu elenco com nomes como Natália Lage e Otávio Müller. “Meu sonho era poder entrar em ‘Malhação’. Quando era pequenininha, falava: ‘Quando crescer, vou fazer Malhação’. Sempre tive o sonho de ser atriz”, afirmou a mineira, que compartilhou esse desejo logo que saiu do “BBB 22”. Como parte de sua preparação para a carreira de atriz, Natália começou a fazer sessões de fonoaudiologia para se livrar da língua presa, além de aulas de interpretação. Mas, apesar disso, criticou a escalação da colega de confinamento Jade Picon em “Travessia”, próxima novela da Globo. “A Jade é uma pessoa maravilhosa, gosto muito dela. Ela trabalhou muito para chegar onde está, ela merece. Mas é aquilo que eu falei, é o padrão”, explicou. “Menina meiga, branquinha, cabelo liso, olhos claros, fofa. Coloca uma mulher forte, empoderada, é isso que eu quero ver”, completou. Natália também afirmou que preferia ver Douglas Silva, que é ator e negro, escalado em papel de destaque numa novela das nove da emissora.
Klara Castanho revela volta ao trabalho com foto do roteiro de “De Volta aos 15”
A atriz Klara Castanho mostrou ter retomado a rotina de trabalho após a exposição de sua gravidez, fruto de estupro, e da doação do bebê para adoção. A atriz de 21 anos postou em seu Instagram uma imagem do roteiro da 2ª temporada de “De Volta aos 15”, da Netflix, onde ela interpreta a personagem Carol, prima da protagonista Anita (Maisa Silva/Camila Queiroz). “Estudando”, escreveu ao lado da foto. O post rendeu comentários de Camila Queiroz, Carol Castro, Bruna Griphao e outros artistas, que demonstraram felicidade pela artista. Além do drama adolescente, Klara também poderá ser vista em breve na 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”. Mas ela gravou estre trabalho antes de ter que enfrentar a polêmica trazida às redes sociais por uma YouTuber bolsonarista e fofoqueiros profissionais. Quando gravou a série, no início de setembro do ano passado, a atriz ainda não tinha sido vítima do crime que tornou público em 25 de junho. Na verdade, todo o turbilhão começou em 24 de maio, quando Matheus Baldi escreveu em suas redes sociais que Klara tinha dado à luz uma criança. A pedido da própria atriz, esse post foi apagado. Mas aí Leo Dias revelou saber de uma informação “inacreditável” sobre uma atriz, ao participar do programa “The Noite” de 16 de junho. Ele afirmou que a “conta” dela iria chegar, pois o caso “envolve vidas” e “carma”, e teria sido maldade. Pegando carona no tema, Antonia Fontenelle resolver dar mais detalhes no dia 25 de junho, revelando que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. Em seguida, Fontenelle passou a fazer acusações e ataques. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a apresentadora, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. O público não teve dificuldades em relacionar a história à Klara, após o post de Baldi, e passaram a bombardear as redes sociais da jovem com comentários grosseiros, maldosos e agressivos. Por isso, ela resolveu vir a público revelar que foi estuprada, que descobriu a gestação na reta final e que cumpriu todos os trâmites legais para entregar a criança à adoção. “Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. Sempre mantive a minha vida afetiva privada, assim, expô-la dessa maneira é algo que me apavora e remexe dores profundas e recentes. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que sofri. Fui estuprada”, ela contou. “Eu ainda estava tentando juntar os cacos quando tive que lidar com a informação de ter um bebê. Um bebê fruto de uma violência que me destruiu como mulher. Entre o momento que eu soube da gravidez e o parto se passaram poucos dias. Era demais para processar, para aceitar e tomei a atitude que considero mais humana”, continuou, num longo desabafo em que contou detalhes do que sofreu. A carta aberta gerou virou um dos assuntos mais comentados das redes sociais, a ponto do nome da atriz ocupar um posto nos 10 assuntos mais comentados nas redes sociais por dias seguidos. E também gerou solidariedade irrestrita de colegas e fãs. Antes de contar que voltou a “estudar”, Klara só tinha voltado às redes para agradecer ao apoio. “Os últimos dias não foram fáceis, mas eu queria vir aqui para agradecer por cada palavra de amor, de afeto e de acolhimento que eu recebi e venho recebendo. Todo esse carinho tem sido muito importante para mim e eu precisava dividir a minha gratidão com vocês. Obrigada do fundo do meu coração”, declarou. Após o escândalo, Leo Dias fez uma postagem com mais detalhes, inclusive com informações proibidas de serem compartilhadas por lei. Sua editora no portal Metrópolis derrubou a coluna e ele veio à público pedir desculpas. Nada mais lhe aconteceu. Matheus Baldi foi dispensado do programa “Fofocalizando”. E Antonia Fontenelle, que reforçou ataques contra Klara, está sendo processada pela atriz por danos morais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)
Produção da última temporada de “Expresso do Amanhã” é suspensa pelo calor no Canadá
A produção de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), série sobre um apocalipse climático, foi afetada pelas mudanças reais do clima mundial. A trama se passa numa nova era glacial e as gravações dos episódios de sua 4ª e última temporada precisaram ser suspensas devido ao calor extremo e inesperado que atingiu o set no sudoeste da Colúmbia Britânica, no Canadá – região que sediou os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010! Como a trama se passa sob temperaturas congelantes, todos os integrantes do elenco usam roupas quentes, o que ocasionou vários casos de desidratação e exaustão pelo calor. O site americano Deadline apurou que pelo menos 14 pessoas, incluindo figurantes e membros da equipe, foram transportadas de ambulância para hospitais locais. “Com muita cautela, a produção de ‘Expresso do Amanhã’ foi suspensa devido ao calor extremo no local”, disse um porta-voz da Tomorrow Studios, empresa que produz o drama pós-apocalíptico. “A saúde e o bem-estar do elenco e da equipe do programa continuam sendo a principal prioridade.” O porta-voz ainda explicou que tendas de resfriamento foram disponibilizadas para o elenco e a equipe e que uma equipe médica está de plantão no set. Todos foram notificados para informar à produção se alguém se sentisse superaquecido, acrescentou. Desenvolvida por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões, que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 3ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a separação dos vagões, divididos em dois trens que decidem rumar em direções opostas, e a descoberta de um lugar descongelado na África. O grande elenco também inclui Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”), Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”), Alison Wright (série “The Americans”) e, desde a 2ª temporada, Rowan Blanchard (“Garota Conhece o Mundo”). A 4ª temporada, atualmente em produção, contará com participação de Clark Gregg e um novo showrunner, Paul Zbyszewski, que já comandou o ator em “Agents of SHIELD”. Ainda não há previsão de estreia para os últimos capítulos, que só devem ser exibidos em 2023. A série faz parte do catálogo da Netflix no Brasil.
HBO Max cancela “As Crônicas de Cucu” e encerra produções infantis
A HBO Max cancelou a série de comédia “As Crônicas de Cucu” (Gordita Chronicles) após uma temporada. A atração foi lançada há pouco mais de um mês com críticas positivas e 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, e é mais uma vítima das mudanças resultantes da extinção da WarnerMedia e a implementação de uma nova ordem pela Warner Bros. Discovery. A decisão de cancelar a atração produzida pelas estrelas Eva Langoria (“Dora e a Cidade Perdida”) e Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) e a produtora Brigitte Muñoz-Liebowitz (“One Day at a Time”) foi assumida como parte de um plano maior do conglomerado para o streaming, que não investirá mais em programação infantil com atores “no futuro imediato”, de acordo com comunicado. “A programação infantil e familiar live-action não fará parte do nosso foco de programação no futuro imediato e, como resultado, tivemos que tomar a decisão muito difícil de encerrar ‘As Crônicas de Cucu’ na HBO Max”, diz a nota oficial da empresa. “A série ganhou elogios da crítica e seguidores leais, e estamos orgulhosos de ter trabalhado com a criadora Claudia Forestieri e nossas duas produtoras executivas, Eva Longoria (que também dirigiu o piloto com maestria) e Zoe Saldaña, para trazer a jornada de Cucu para a tela. Agradecemos a elas e ao talentoso elenco e equipe por criarem um show tão sincero e inovador que se conectou profundamente com um grupo demográfico muito importante”. As produtoras Eva Longoria e Zoe Saldana também se manifestaram sobre o cancelamento. “Estamos com o coração partido pelas grandes mudanças de programação na HBO Max que não permitirão que nosso programa especial ‘As Crônicas de Cucu’, apresentado pela potência da comédia LatinX Brigitte Muñoz-Liebowitz, tenha uma 2ª temporada em sua casa original. Como produtores e contadores de histórias que buscam continuamente histórias autênticas e originais que destacam a alegria e o talento de nossa comunidade, estamos muito orgulhosos de ter trabalhado nessa série mágica”, disseram as duas estrelas, em um comunicado conjunto. “Continuamos impressionadas com a resposta crítica extremamente positiva, juntamente com nossos números crescentes de audiência, que provam que os espectadores reconhecem a importância da existência deste programa e o espaço crucial que ele preencheu para o conteúdo LatinX no cenário da mídia.” As duas vão agora tentar encontrar um novo lugar para continuar a série, mas os resgates de atrações canceladas são ainda mais raros quando o cancelamento acontece numa plataforma de streaming. “As Crônicas de Cucu” contava a história de imigrantes da República Dominicana que tentam se estabelecer em Miami nos anos 1980, acompanhando o novo emprego do pai, um executivo em ascensão de uma companhia aérea que atende a Flórida e o Caribe. Tudo é narrado pela filha caçula como um flashback de sua infância, ao estilo de produções da TV aberta como “Anos Incríveis”, “Fresh Off the Boat”, “Todo Mundo Odeia o Chris” e “Os Goldbergs”. Mas se a premissa é conhecida, a produção compensa a falta de inovação com personagens envolventes, especialmente as filhas, que descobrem o intrincado mundo das tribos escolares – onde todos se parecem com Madonna, inclusive os meninos – ao se mudarem para os EUA. Criada por Claudia Forestieri (roteirista de “Selena: A Série”), a atração destaca Juan Javier Cardenas (o Dante de “The Walking Dead”) e Diana Maria Riva (“Disque Amiga para Matar”) como os pais, Savannah Nicole Ruiz (“Gentefied”) como a irmã e a estreante Olivia Gonçalves como a Cucu/Gordita do título. O fim das produções infantis de live-action na HBO Max é uma das muitas mudanças de programação feitas pela equipe do CEO David Zaslav, que assumiu a chefia do conglomerado com o lançamento da Warner Bros. Discovery, concluído em abril passado. O futuro da própria plataforma está em jogo, já que a Warner Bros. Discovery planeja fundir a HBO Max com a Discovery+ num novo serviço de streaming. Ao menos, esta foi a justificativa dada para a paralisação do projeto de novelas brasileiras da empresa. Mas vale observar outro movimento importante do conglomerado: a renovação por mais cinco anos do contrato de Casey Blois, fechada na semana passada. O acordo mantém o executivo à frente da HBO e da HBO Max após duas mudanças radicais na chefia do grupo de mídia, que há quatro anos ainda se chamava Time-Warner, virou WarnerMedia por um breve período e agora é Warner Bros. Discovery.
Metallica inclui cena de “Stranger Things” em show
Metallica está aproveitando ao máximo a relação entre a série “Stranger Things” e seu clássico metaleiro “Masters of Puppets”. Durante show realizado no festival Lollapalooza, na noite de quinta-feira (28/7) em Chicago, a banda projetou nos telões o trecho da série em que Eddie Munson (Joseph Quinn) toca a música na guitarra. A inclusão da cena arrancou gritos entusiasmados do público. “Stranger Things” ajudou colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após seu destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard, fazendo sua estreia agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, no início de julho, a banda chegou a elogiar a inclusão da música na série, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…”, disse o perfil oficial do Metallica no Instagram. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou o texto. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”. A banda também postou um vídeo no TikTok em que faz um “dueto” virtual com a cena em que Eddie Munson toca “Masters of Puppets” na guitarra. Em “Stranger Things, o rock clássico de 1986 é executado por Eddie em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. Metallica performing "Master Of Puppets" while Eddie Munson is on the screens pic.twitter.com/BPRWyDQkmb — best of joseph quinn (@bestofjosephq) July 29, 2022
Estreias: “Pretty Little Liars”, “Paper Girls” e as melhores séries da semana
As novidades de séries destacam garotas empoderadas, que encaram serial killer e viajam no tempo: a nova “Pretty Little Liars” e a adaptação de quadrinhos “Paper Girls”. Ambas tiveram 100% de aprovação nas primeiras críticas reunidas pelo agregador Rotten Tomatoes. As demais opções são bem variadas, incluindo até uma minissérie sobre um cadáver: “Santa Evita”, que só não é mais surreal porque se baseia em fatos reais. A lista ainda inclui supervilãs da DC, suspense e muita música, com adolescentes cantores, um grupo de rap feminino e baladas LGBTQIAP+. Saiba mais abaixo, com os trailers dos 10 melhores lançamentos em streaming desta semana. | PRETTY LITTLE LIARS: UM NOVO PECADO | HBO MAX Vinte anos atrás, uma morte sem explicações agitou a cidadezinha de Millwood. Agora, nos dias atuais, cinco garotas adolescentes são atormentadas por um agressor desconhecido por algo que desconhecem e que tem a ver com os segredos de suas mães. A terceira série derivada de “Pretty Little Liars” junta as mensagens anônimas da atração original com um ambientação de terror slasher, bem mais violento que o clima de intriga teen anterior, onde não falta sequer um serial killer mascarado. Refletindo a tendência dos últimos anos, as novas protagonistas são mais diversificadas. O elenco é encabeçado por Bailee Madison (da série “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de gêmeas malvadinhas da escola. Com personalidades bastante distintas, as personagens envolvem rapidamente o espectador, especialmente a cinéfila, que encaixa inúmeras citações a diretores e filmes em suas frases. Para os fãs da primeira versão, o spin-off é imperdível. Mas mesmo quem não viu vai se envolver com a intriga, a tensão e o mistério, enquanto as garotas tentam descobrir quem é A. Vale lembrar que, apesar do sucesso da primeira atração – que durou sete temporadas, de 2010 a 2017 – , a produtora I. Marlene King nunca conseguiu repetir o desempenho com seus spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), ambos cancelados na 1ª temporada. Por isso, “Um Novo Pecado” é o primeiro spin-off sem relação com a equipe original. Em seu lugar está o criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, que produz e assina os roteiros com sua colaboradora de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. E os três primeiros episódios disponibilizados já deixam claro que a série é melhor escrita e possui um orçamento maior que a primeira “Pretty Little Liars”. | PAPER GIRLS | PRIME VIDEO A adaptação dos quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan (criador também de “Os Fugitivos”) se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando quatro jornaleiras adolescentes, interpretadas por Riley Lai Nelet (“Altered Carbon”), Sofia Rosinsky (“Fast Layne”), Camryn Jones (“Perpetual Grace, LTD”) e Fina Strazza (“A Mulher Invisível”), fazem um desvio inesperado em sua rota de entrega de jornais, chegando sem querer no futuro – que é 2019 – onde encontram suas versões adultas. Além de serem pegas de surpresa com a situação, elas passam a ser perseguidas pela polícia do tempo, que as considera criminosas pela viagem ilegal. Produção da Legendary Television em associação com a Plan B, empresa de Brad Pitt, a adaptação é assinada por Stephany Folsom, co-roteirista de “Toy Story 4”, que também produz a atração em parceria com os roteiristas Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers (criadores de “Halt and Catch Fire”) e os autores dos quadrinhos. | HARLEY QUINN # 3 | HBO MAX A série animada adulta da Arlequina volta ainda mais imprópria, com violência sanguinária, muitos palavrões e uma cena de sexo entre Batman e a Mulher-Gato que fez a diretoria da DC intervir na produção. O que não foi censurado foi o romance entre Harley e Ivy (a Hera Venenosa). Elas aprofundam o namoro assumido na temporada passada, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da vilã esverdeada de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. | SANTA EVITA | STAR+ A minissérie gira em torno do cadáver da ex-primeira dama argentina Eva Perón, narrando a intrigante história de Evita depois de sua morte por câncer aos 33 anos de idade – que nesta semana completou 70 anos! Adorada pela população argentina, Evita foi embalsamada e velada por milhões de pessoas. Até que a ditadura militar destituiu Perón do poder e decidiu sequestrar o cadáver da ex-primeira dama para que não se convertesse em objeto de culto. Mesmo assim, seu cadáver se multiplicou, por meio de réplicas, e deu origem a um número incrível de incidentes, vividos por militares do Serviço de Inteligência do Exército Argentino. Alguns fatos parecem comédia, mas aconteceram de verdade. A adaptação está a cargo das autoras e atrizes argentinas Marcela Guerty e Pamela Rementería (criadoras de “O Homem da Sua Vida”, que ganhou remake brasileiro na HBO), e traz a atriz uruguaia Natalia Oreiro (de “Infância Clandestina” e ex-Paquita da versão em espanhol do Xou da Xuxa”) no papel-título, acompanhada pelo argentino Darío Grandinetti (“Vermelho Sol”) no papel do ex-presidente Juan Domingo Perón, e o conterrâneo Ernesto Alterio (“Narcos: Mexico”) como o coronel Moori Koenig, que, trabalhando no serviço diplomático na Alemanha, recebe o corpo ao qual deve dar sumiço, apenas para vê-lo ser roubado e reaparecer nos lugares mais inacreditáveis. A série tem direção do argentino Alejandro Maci (criador da versão argentina de “Em Terapia”) e do colombiano Rodrigo García (“Últimos Dias no Deserto”), que é filho do escritor Gabriel García Márquez. Além disso, tem fotografia de Félix Monti (“O Segredo dos Seus Olhos”, “O Quatrilho”), que é o melhor cinematógrafo da Argentina, e produção a cargo da estrela mexicana Salma Hayek (“Frida”). | UNCOUPLED | NETFLIX Gay assumido, Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) teve poucas chances de interpretar um homossexual na carreira. A série remedia a situação, mostrando-o como um homem que, após 17 anos de relacionamento, é abandonado pelo marido e precisa lidar com a repentina vida de solteiro. Ele logo descobre que isto não é o fim do mundo, mas sofre alguns choques geracionais ao tentar se inserir na agitada vida noturna da cidade de Nova York. Criada por Jeffrey Richman (roteirista-produtor de “Modern Family”) e Darren Star (criador de “Sex and the City” e “Emily in Paris”), a produção combina diálogo espirituoso com drama emocional e também inclui em seu elenco Marcia Gay Harden (“The Morning Show”), Tisha Campbell (“Empire”), Emerson Brooks (“Do Fundo do Mar 3”), Colin Hanlon (“The Good Fight”), Iván Amaro Bullón (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) e Jay Santiago (“New Amsterdam”), entre outros. | QUEER AS FOLK | STARZPLAY A produção que retoma o título da série gay clássica estreia no domingo (31/7) em streaming, acompanhando um novo grupo diversificado de amigos da cena LGBTQIAP+ de Nova Orleans, cujas vidas são transformadas após uma tragédia. A estreia registra um massacre promovido por um atirador homofóbico num clube gay, com direito a mortos e feridos. É impactante. Mas apesar dessa densidade, há muitos momentos leves na produção, que destaca personagens adoráveis e carrega muita ressonância cultural. Esta é a segunda vez que o título da série britânica de 1999, criada por Russel T. Davies (também responsável pelo revival de “Doctor Who”), é usado numa adaptação para o público dos Estados Unidos. Um ano após a estreia da atração original, Ron Cowen e Daniel Lipman fizeram uma versão ambientada em Pittsburgh para o canal pago Showtime, que pegou as histórias passadas na Inglaterra e as expandiu ao longo de cinco temporadas, entre 2000 e 2005. O remake acabou se tornando o primeiro drama da TV americana protagonizado por homens gays, o que ajudou a inaugurar uma nova era de programação, abrindo caminho para inúmeras séries LGBTQIA+. A nova versão foi desenvolvida por Stephen Dunn (“Little America”) e reúne um grande elenco, formado por Jesse James Keitel (“Big Sky”), Johnny Sibilly (“Hacks”), Fin Argus (“Agents of SHIELD”), Devin Way (“Grey’s Anatomy”), Ryan O’Connell (“Special”), Lukas Gage (“The White Lotus”), Chris Renfro (“Two Dollar Therapy”), Armand Fields (“Work in Progress”), Megan Stalter (“Hacks”) e os veteranos Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Kim Cattrall (“Sex and the City”) e Ed Begley Jr. (“Young Sheldon”). | MALDITO RAP | HBO MAX A nova criação de Issa Rae (“Insecure”) acompanha duas amigas (Aida Osman e KaMillion) que se reconectam depois de muito tempo e decidem começar um grupo de rap em Miami. Para isso, recebem a ajuda providencial de outra mulher talentosa (Jonica Booth) que aceita dar um rumo aos negócios. Mas enquanto uma quer usar o rap para conscientizar as pessoas e deixar sua marca, a outra está mais disposta a rebolar e ser sensual para vender discos. O impasse rende ótimas discussões sobre o papel das mulheres no rap, sem romper a amizade das duas, especialmente quando a opção é voltar para suas vidas como camareira de hotel e como mãe solteira. Apesar de ser uma obra de ficção, os primeiros episódios evocam a trajetória real do grupo de rap City Girls, que ficou conhecido em 2018 por ter uma integrante presa logo depois do lançamento da primeira música. E não se trata de acaso – as rappers Yung Miami e JT, do duo de Miami, são produtoras da atração. | HIGH SCHOOL MUSICAL: A SÉRIE: O MUSICAL # 3 | DISNEY+ A 3ª temporada leva os personagens para um acampamento de verão ao estilo de “Camp Rock”, onde os Wildcats aceitam o desafio de produzir um musical baseado na animação “Frozen”. Os novos episódios contam com participação especial de Corbin Bleu, que viveu Chad nos filmes originais da franquia, e Jesse Tyler Ferguson (o Mitchell de “Modern Family”) interpretando um amigo da família de Nini (Olivia Rodrigo). Por sinal, a leva de capítulos também marca a despedida de Olivia Rodrigo da série, numa participação bem pequena. | REBELDE # 2 | NETFLIX A 2ª temporada traz um novo diretor musical à Elite Way School, que decide mudar tudo. Em vez de bandas, ele passa a incentivar carreiras individuais. Os grupos são desmanchados para que os alunos lutem entre si para chegar ao estrelato, fazendo com que a amizade dos protagonistas seja colocada em jogo. Para compensar o clima ruim na escola e ensaios tumultuados, há muito romance e beijos. Mas também um assassinato, demonstrando a influência de “Elite” no reboot da antiga novela latina. A série atualiza o universo da produção mexicana homônima de 2004 com a brasileira Giovanna Grigio (“As Five”), o argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e diversos astros jovens mexicanos, como o cantor Sergio Mayer Mori, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”), Andrea Chaparro (“Não Foi Minha Culpa: México”) e Lizeth Selene (“APPortados”) – que, além de atuar, também cantam músicas originais e releituras de “clássicos” do grupo RBD. As novidades da 2ª temporada incluem Flavio Medina (“Narcos: Mexico”) como o diretor e dois novos alunos: a cantora Alaide e o jovem compositor Saak, parceiro musical de Danna Paola (de “Elite”), que estreiam como atores. | SURFACE | APPLE TV+ Criada por Veronica West (“Alta Fidelidade”), a trama de suspense gira em torno de uma mulher...
Amazon cancela “The Wilds” após duas temporadas
A Amazon cancelou “The Wilds”, que não retornará para uma 3ª temporada na plataforma Prime Video. Embora a plataforma não tenha feito um anúncio oficial, elenco e equipe do drama de sobrevivência já foram informados sobre a decisão, apurou o site Deadline. Primeira série para o público jovem da Amazon, a produção acaba de forma lamentável, sem final para quem acompanhou as duas temporadas produzidas. “The Wilds” se antecipou à trama de “Yellowjackets”, ao acompanhar uma história de sobrevivência de garotas após a queda de seu avião numa região inabitada – no caso, uma ilha deserta. A premissa gerou muito burburinho quando foi lançado em 11 de dezembro de 2020, garantindo uma rápida renovação. Já a reação ao drama adolescente foi mais moderada em seu retorno em maio passado. Com elementos de “Lost” e “O Senhor das Moscas”, a série foi criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”) e destacava em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”), Troy Winbush (“Os Goldbergs”) e Greg Bryk (“Bitten”).
Astro de “No Ritmo do Coração” vai estrelar série sobre time de jogadores surdos
A Disney+ está desenvolvendo uma série baseada no time de futebol americano da Escola Riverside para Surdos da Califórnia (CSDR, na sigla em inglês), que será estrelada por Troy Kotsur, vencedor do Oscar 2022 de Melhor Ator Coadjuvante por “No Ritmo do Coração”. Ele interpretará o treinador da equipe esportiva. A produtora ABC Signature fez uma parceria com o CSDR e o Departamento de Educação da Califórnia para desenvolver a série, que ainda não tem título definido. A trama será baseada na história real da temporada do time em 2021, quando ficou invicto e se qualificou ao Campeonato Estadual da Califórnia. A série vai retratar os alunos, professores e suas famílias. A equipe de redação e produção, tanto na frente quanto atrás das câmeras, também incluirá artistas da comunidade surda. Além de estrelar, Kotsur será produtor executivo e vai se reunir nos bastidores com sua esposa de “No Ritmo do Coração”, a atriz Marlee Matlin, também produtora da atração. O projeto foi desenvolvido pelo cineasta Ron Shelton, conhecido por comédias esportivas como “Sorte no Amor” (1988), “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (1992) e “O Jogo da Paixão” (1996), e ainda não tem previsão de estreia.
Krysten Ritter vai estrelar spin-off de “Orphan Black”
A atriz Krysten Ritter, estrela da série “Jessica Jones”, vai estrelar “Orphan Black: Echoes”, spin-off da premiada série de clones “Orphan Black”, com estreia prevista para 2023 no canal pago americano AMC. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobria ser clones da mesma pessoa, após serem separadas e criadas em diferentes localidades, em meio a uma conspiração envolvendo grupos rivais numa guerra pelo controle da experiência. A continuação não deve trazer de volta as “sisters” originais do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a nova série contará outra história passada no mesmo universo. “Orphan Black: Echoes” vai seguir um novo grupo de mulheres interpretadas por Ritter, enquanto elas entram na vida umas das outras e embarcam em uma jornada para desvendar o mistério de sua identidade. A AMC está em busca de um novo sucesso, diante do fim de “The Walking Dead”, que exibirá seus últimos episódios no final do ano, por isso faz uma aposta alta no resgate da franquia consagrada pelo Emmy – que rendeu o troféu de Melhor Atriz para Maslany. O roteiro da nova versão está a cargo de Anna Fishko (roteirista de “Fear the Walking Dead”), que também vai dividir a produção da série com John Fawcett, o co-criador da série original, e com a atriz Krysten Ritter.
Locke & Key: Trailer revela ameaças finais da série
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Locke & Key”. A prévia apresenta uma nova chave capaz de abrir portas em outras épocas, confirma a grande ameaça da temporada e inclui a volta da vilã Dodge, após ter sido derrotada no final do segundo ano. Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos, após se mudarem para a antiga casa da família, onde são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Uma das chaves abre um buraco para o inferno, de onde um demônio poderoso escapou para aterrorizar os protagonistas nos episódios finais. O elenco destaca Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie de “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e Laisla de Oliveira (“The Gifted”), atriz canadense de pais brasileiros, como a forma principal de Dodge. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a retorna para se despedir no dia 10 de agosto.












