Os Simpsons: Dublador de Apu afirma que pode abandonar personagem após controvérsia
A polêmica evolvendo o personagem Apu, devido à forma preconceituosa como os indianos são retratados na série animada “Os Simpsons”, fez o ator Hank Azaria, que dubla Apu, afirmar que pode deixar o papel. Durante entrevista ao “Late Show” de Stephen Colbert, na noite de terça (24/4), ele revelou ter refletido sobre o assunto e disse estar disposto a deixar de dublar o personagem, abrindo espaço para um dublador indiano, além de pedir roteiristas indianos na série. “Eu pensei muito nisso. Muito mesmo. E meus olhos foram abertos. Eu acho que o mais importante é escutar as pessoas de origem indiana neste país e suas experiências. Ouvir as vozes deles significa incluí-los na sala dos roteiristas. Eu realmente quero ver indianos e pessoas do sul da Ásia nas salas de roteiro, informando em que direção o personagem pode seguir”, afirmou Azaria, que também dubla outros 30 personagens, entre eles Moe e o chefe de polícia Wiggam. “Eu estou perfeitamente disposto a sair e ajudar a fazer uma transição para algo melhor. Espero que ‘Os Simpsons’ façam isso. É o que eu sinto que é a coisa certa a fazer agora”, afirmou ele. O tratamento dado a Apu já rendeu até um documentário lançado em 2017, “The Problem with Apu”, em que o comediante Hari Kondabolu questionou tanto o estereótipo indiano, quanto o fato de ele ser dublado por alguém imitando o sotaque dos asiáticos. A resposta veio num episódio de “Os Simpsons” exibido no começo de abril, que só piorou a situação. Na trama, Lisa dizia: “Algo que começou há décadas, aplaudido e inofensivo, agora é politicamente incorreto. O que se pode fazer?” O comediante Hari Kondabolu, produtor e narrador de “The Problem with Apu”, reagiu negativamente logo após a exibição do episódio. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Uau. Politicamene incorreto? Este foi o aprendizado do meu filme e da discussão que ele despertou? Cara, eu realmente amava este programa. Isto é triste.” Veja abaixo a entrevista com Hazaria, que aborda a controvérsia.
Viúva Negra surra alienígenas em cena inédita de Vingadores: Guerra Infinita
A blitz de divulgação de “Vingadores: Guerra Infinita” chegou ao programa de Jimmy Kimmel na noite de terça (24/4). E além das entrevistas com parte do elenco, foi exibida uma das lutas do longa, em que Viúva Negra (Scarlett Johansson) rouba a cena, surrando alienígenas da Ordem Negra de Thanos ao lado do Nômade/Capitão América (Chris Evans) e do Falcão (Anthony Mackie). Veja abaixo. O filme dividiu a crítica nos Estados Unidos, entre elogios rasgados de sites geeks e comentários depreciativos da imprensa tradicional. Com direção dos irmãos Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia nesta quinta (26/4) no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Imprensa tradicional norte-americana considera Vingadores: Guerra Infinita medíocre
O lançamento de “Vingadores: Guerra Infinita” escancarou um abismo entre os ditos críticos geeks e a imprensa tradicional dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Após os resenhistas de blogs e sites dedicados à quadrinhos babarem elogios ao filme nas redes sociais e outros buracos negros da internet, as críticas impressas chegaram às bancas apontando que o novo longa da Marvel não passa de uma versão imponente e exagerada de uma obra medíocre. Como resultado desta disputa de narrativas, a média do filme no Rotten Tomatoes está com 88% de aprovação. Isto o coloca em 10º lugar entre as produções da Marvel no ranking do site, que é liderado por “Pantera Negra” (96%). Mas se forem considerados apenas os chamados “top critics”, os críticos principais, geralmente da imprensa tradicional, o resultado cai para 73% de aprovação, menos que o longa anterior da franquia, “Vingadores: Era de Ultron”, que conquistou 74% entre os “top critics”, e que, em retrospectiva, até fanboys acham fraco – rendeu pedido de desculpas do próprio diretor, Joss Whedon, por ter errado a mão. Uma curiosidade das críticas negativas é que a maioria tem trechos dedicados a expôr os pedidos do estúdio para evitar spoilers e a condenar os fanboys por policiarem a mídia contra quem ousar desafiar estas ordens, comparando-os a minions da Marvel. The New York Times, Los Angeles e o canadense Globe and Mail citaram cansaço com esse tipo de comportamento e como isso engessa críticas, já que não se pode comentar o enredo ao se escrever sobre um filme. Veja abaixo alguns trechos das críticas negativas. “A ação é especialmente tediosa e previsível. Tanto as cenas de luta e de voo quanto o ritmo geral das primeiras duas horas ou mais. As pessoas falam por um tempo, espalhando piadas e pedaços de personalidade, e então lutam da maneira esperada, jogando objetos gigantes (e um ao outro) e atirando ondas de cor de suas mãos” – AO Scott, jornal The New York Times. “Grande parte do filme, em outras palavras, mantém uma atitude insolente e levemente cansativa de bro-vs-bro, mesmo diante de um desastre iminente… Poucos dos personagens nos deixam querendo mais porque, nessa fase tardia, não parece haver mais nada… Mas nem mesmo a ameaça de aniquilação universal, ao que parece, vai impedir que essa linha de montagem avance com sua assinatura, eficiência mecanizada e polida” – Justin Chang, jornal The Los Angeles Times. “Não há ritmo em ‘Vingadores: Guerra Infinita’. É tudo sensação e sem pulso. Tudo é grande o tempo todo” – Stephanie Zacharek, revista Time. “Recorrer ao típico enredo de encontrar pedras preciosas parece desanimadoramente básico, mas há um problema mais espinhoso com Thanos em geral… Ele não parece um adversário profundo e sim um ogro deslocado do mundo de ‘Warcraft'” – Tim Robey, jornal The Telegraph. “É muito. Muitos personagens, muita ação, muito tudo. É um xarope de super-herói com muitos heróis e tela insuficiente. É sobrecarga infinita” – Adam Graham, jornal Detroit News. “Isto não é um filme, é um seminário de convergência de marketing… Mas o final é tudo o que será comentado pelos fãs. O tempo e a segunda semana de bilheteria dirão se o cliffhanger é lucrativamente controverso ou simplesmente uma coisa destinada a frustrar o público para convencê-los a aliviar sua frustração daqui a um ano, vendo o próximo filme ‘Vingadores'” – Michael Phillips, jornal Chicago Tribune. “‘Vingadores: Guerra Infinita’ é uma versão de ‘Treze Homens e um Novo Segredo’ de roupa colante, se alguém conseguir visualizar este filme com o dobro de Brad Pitts e nenhum jogador de pôquer. Combinar os elencos de ‘Os Vingadores’, ‘Pantera Negra’, ‘Doutor Estranho’ e ‘Guardiões da Galáxia’ pode ter soado como uma alquimia genial para os cientistas de estúdio que pensam que filmes são como lugares em que você pode consumir tudo ao mesmo tempo… Não há spoilers aqui, mas tudo o que é preciso é dar uma espiada na própria franquia para saber que a morte é temporária. Somente a criação de franquias é infinita” – Joshua Rothkopf, revista Time Out. “Mesmo pelos próprios padrões da Marvel de mediocridade útil, a ‘Guerra Infinita’ é um fracasso… Mas não há spoilers aqui. E não por causa das ordens do estúdio ou porque as reviravoltas do filme são especialmente geniais. Simplesmente porque nada em “Guerra Infinita” vale spoiler. Afinal de contas, os conceitos mágicos que distorcem a realidade e distorcem o tempo introduzidos na franquia efetivamente tornam todas as mortes reversíveis. E como até mesmo um leitor casual de tais histórias em quadrinhos sabe, o conceito de ‘morte de super-heróis’ de curta duração é um meme de longa data do gênero. Esses heróis caídos não valem suas lágrimas” – John Semley, jornal Globe and Mail.
Lauren Cohan confirma que continuará em The Walking Dead
Acabou a novela. A atriz Lauren Cohan confirmou que estará na 9ª temporada de “The Walking Dead”. A intérprete de Maggie estava evolvida numa longa renegociação de salário com a produção e sua presença ainda não havia sido garantida. Tanto que chegou a gravar o piloto de uma nova série. “Vou voltar, ainda tem muitas histórias da Maggie para contar e, vocês sabem, não posso contar nada. Mas será bom!”, disse ela, durante um painel da CinemaCon, em Las Vegas, na terça-feira (24/4), enquanto divulgava longa “Mile 22”. Não se sabe, porém, se ela estará no elenco fixo da atração ou se aparecerá apenas em alguns episódios, justamente devido ao seu compromisso com outra atração. A atriz foi escalada como a protagonista feminina do piloto de “Whiskey Cavalier”, série de ação da ABC. O piloto ainda não foi avaliado para o canal definir se o transformará em série. Mesmo assim, segundo o site The Hollywood Reporter, seu contrato no novo programa lhe permitiria continuar a fazer “The walking dead”, mas de uma forma mais limitada. Neste caso, contribui o fato de a série de terror do canal pago AMC normalmente começar a produção de suas temporadas na primavera americana, quando a maioria dos programas de TV dos Estados Unidos já terminou de ser gravada.
Clayne Crawford responde acusações de causar problemas nas gravações da série Máquina Mortífera
Após Clayne Crawford ser denunciado por diversos sites por supostamente causar problemas nas gravações da série “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator veio à público comentar os rumores de que ele poderia ser responsável pelo cancelamento da produção. O intérprete do policial Martin Riggs na série baseada nos filmes da franquia “Máquina Mortífera” assumiu ter sido repreendido durante as gravações, mas não vestiu a carapuça de vilão, sugerida pelas reportagens. Leia abaixo a íntegra da declaração que o ator postou em sua conta pessoal no Instagram. “É verdade que fui repreendido duas vezes durante a última temporada de ‘Máquina Mortífera’. A primeira repreensão foi porque eu reagi com raiva contra condições de trabalho que senti que não eram seguras ou favoráveis ao bom trabalho, sob o comando de um diretor convidado e assistente de direção, que, por sua vez, ficaram com raiva da minha reação. Eu estive nos Recursos Humanos, pedi desculpas pela minha parte do conflito e completei a terapia indicada pelo estúdio em outubro. Até compartilhei uma parte considerável do meu pagamento com uma das partes envolvidas, de acordo com as instruções do estúdio. A segunda reprimenda aconteceu apenas algumas semanas atrás, durante o episódio que eu estava dirigindo. Um ator no set se sentiu inseguro porque um fragmento de um efeito especial o atingiu. Foi um evento infeliz, que aconteceu apesar de todas as precauções e procedimentos que estavam sendo seguidos. Eu assumo a responsabilidade pelo incidente, porque eu estava no comando do set. Eu absolutamente amo, respeito e cuido da minha equipe e elenco e nunca colocaria intencionalmente tantos empregos em risco. Além disso, eu amo o processo de fazer cinema e televisão. Eu aprecio e respeito o trabalho de todos os envolvidos. É preciso uma comunidade para fazer acontecer e lamento muito se a minha paixão por fazer um bom trabalho alguma vez tenha feito com que alguém se sentisse menos à vontade no set ou se sentisse menos do que apreciado pelos seus esforços. Por fim, peço desculpas a toda a equipe e elenco por qualquer atenção negativa que ‘Máquina Mortífera’ esteja recebendo por causa desses incidentes. Tenho muito orgulho em tratar todos na minha vida com dignidade e gentileza. Sou muito grato pelo meu trabalho e trabalho muito duro nisso. Eu tenho a responsabilidade de fazer um bom trabalho para meus colegas de trabalho, minha família e meu estado de origem, e mais especialmente para os fãs. Espero que eles fiquem comigo e com a série.” Forgive my delayed response. #truth Uma publicação compartilhada por Clayne Crawford (@claynecrawford) em 24 de Abr, 2018 às 12:53 PDT
Ross Butler entra em Shazam!, que tem mais quatro atores especulados como super-heróis
Aparentemente, Billy Batson não será o único menino a dizer a palavra mágica e virar um super-herói fortão em “Shazam!”. A revista Variety confirmou que Ross Butler (da série “13 Reasons Why”) entrou no elenco do filme como a “versão adulta” de um dos irmãos adotivos de Billy, Eugene Choi – interpretado por Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) em sua “versão mirim”. Além disso, circulam rumores de que Michelle Borth (série “Hawaii Five-0”), Adam Brody (série “StartUp”), D.J. Cotrona (série “From Dusk till Dawn”) e Meagan Good (série “Minory Report”) viveriam as versões adultas dos outros irmãos de Billy Batson. Os personagens são Mary Bromfield, Freddy Freeman, Pedro Peña e Darla Dudley, que são interpretados respectivamente por Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”), Jovan Armand (série “The Middle”) e Faithe Herman (série “This Is Us”) em suas versões mirins. Já Billy Batson é vivido por Asher Angel (série “Andi Mack”) e vira Zachary Levi (série “Chuck”) ao pronunciar a palavra “Shazam!” O filme vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos de Shazam, que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, o herói chegou a sua nova forma em 2012 (nos “Novos 52”), que aumentou bastante a antigamente chamada Família Marvel. Nos quadrinhos originais, Billy tinha apenas uma irmã (gêmea, ainda por cima), Mary Batson, que virava Mary Marvel, e um amigo adolescente, Freddy Freeman, que se transformava no Capitão Marvel Jr (Shazam Jr. no reboot anterior). Tudo isso acabou. Após o terceiro reboot, Billy ganhou nada menos que cinco irmãos. Eles formam uma família inclusiva, adotados por pais que também foram adotados quando crianças. Outro detalhe que contraria a história original é que Mary (agora Mary Bromfield) é a mais velha dos seis. Todos ganham superpoderes como efeito colateral de uma briga de Shazam contra Adão Negro nos quadrinhos. Mas, no filme, quem vai brigar com o herói será o Dr. Silvana (Mark Strong, de “Kingsman: O Círculo Dourado). “Shazam!” tem direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) e é o segundo filme na fila de estreias dos heróis da DC – após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. As filmagens começaram em fevereiro em Toronto, no Canadá, e a previsão de estreia é para abril de 2019.
Doce Argumento: Nova comédia teen da Netflix ganha pôster, fotos e trailer
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer da comédia teen “Doce Argumento” (ou Candy Jar, no original). A prévia resume praticamente o filme inteiro, mostrando dois alunos brilhantes do ensino médio que são rivais do clube de debate da escola e não conseguem concordar em nada. Mas quando são inscritos no campeonato estadual de debate, eles são forçados a trabalhar juntos e descobrem que têm mais em comum do que imaginavam. Os jovens Jacob Latimore (série “The Chi”) e Sami Gayle (série “Blue Bloods”) interpretam os dois protagonistas, enquanto Uzo Aduba (série “Orange is the New Black”) e Christina Hendricks (série “Good Girls”) vivem suas mães zelosas. O elenco ainda inclui Helen Hunt (série “Mad About You”), Tom Bergeron (apresentador de “Dancing with the Stars”) e Tracey Bonner (série “Black Lighting”). A direção é de Ben Shelton (série “The Daly Show”) e a estreia está marcada para sexta (27/4) em streaming.
Perdidos no Espaço teria o dobro do público de Altered Carbon na Netflix
“Perdidos no Espaço” fez uma boa decolagem no espaço das séries de streaming da Netflix. Segundo pesquisa da empresa de medições Nielsen, a nova produção da plataforma atraiu 6,3 milhões de internautas nos primeiros três dias de lançamento, no início deste mês. A empresa de medição de números de audiência descobriu que a série foi muito “maratonada” – com quase 1,2 milhão de pessoas tendo assistido ao episódio final da série ainda nesses três primeiros dias. Além disso, nas primeiras 72 horas de lançamento (entre 13 e 15 de abril), os assinantes assistiram a uma média de 2,5 horas de “Perdidos no Espaço”. Isto é muito, seria quase o dobro da outra série sci-fi badalada da Netflix neste ano, “Altered Carbon”, que em seus três primeiros dias foi assistida por 3,7 milhões de pessoas. Entretanto, não é um “Stranger Things”. A estreia da 2ª temporada de “Stranger Things” teria sido vista por 15,8 milhões de pessoas nos primeiros três dias de lançamento nos Estados Unidos, segundo apuração anterior da Nielsen. Vale lembrar que a Netflix não divulga seus números oficialmente e que as pesquisas da Nielsen já foram desqualificadas pela plataforma de streaming, por só levar em conta a audiência de quem assiste séries em aparelho televisor. A maioria do público da Netflix assiste o conteúdo da plataforma em aparelhos móveis.
Atriz de Smallville pode pegar prisão perpétua por comandar seita sadomasoquista
A atriz Allison Mack, intérprete de Chloe Sullivan na série “Smallville”, teve sua fiança estabelecida em US$ 5 milhões por um juiz federal nos Estados Unidos nesta terça-feira (24/4). Ela terá que pagar este valor se quiser responder em liberdade as acusações de tráfico sexual e conspiração para trabalho forçado que a levaram à prisão. Ela foi presa na sexta-feira (20/4) e, caso seja condenada, pode ser sentenciada a um mínimo de 15 anos ou até prisão perpétua. Sua prisão aconteceu 20 dias após o FBI desmantelar a seita sadomasoquista DOS e prender seu líder, Keith Raniere. Ele se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização conhecida como NXIVM para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram aliciadas para a seita DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. A estrela de “Smallville” foi identificada como braço direito de Raniere na organização, responsável por aliciar as vítimas para o esquema. “Como consta na acusação, Allison Mack recrutou mulheres para o que supostamente seria um grupo de orientação feminina, que foi, de fato, criado e liderado por Keith Raniere”, afirmou o procurador Richard Donoghue, ao oferecer a denúncia contra a atriz. “As vítimas foram então exploradas, tanto sexualmente quanto por seu trabalho, em benefício dos réus”. Em novembro, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização, iniciada como um grupo de auto-ajuda, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar na DOS. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A polícia federal americana também investiga o envolvimento de Kristin Kreuk, a Lana Lang de “Smallville”. Kreuk teria sido a responsável por recrutar Mack, ainda na época de “Smallville”, mas, segundo testemunhos de ex-membros, afastou-se da seita antes que ela se tornasse bizarra de verdade. Kreuk assumiu ter feito o curso do NXIVM, mas negou participação no DOS. “As acusações de que eu faria parte de uma ‘cúpula interna’ ou recrutaria mulheres como ‘escravas sexuais’ são descaradamente falsas”, afirmou a atriz no Twitter, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás, e que nunca fez parte do grupo das escravas. “Eu entendia que era algo focado em auto-ajuda/crescimento pessoal e que me ajudou a lidar com minha timidez”, ela contou. “Durante meu período, eu nunca vi nenhuma atividade ilegal ou nefasta. Estou horrorizada pelo que foi revelado do DOS. Obrigada a todas as corajosas mulheres que compartilharam suas histórias e revelaram a verdade sobre o DOS; não posso imaginar a dificuldade que vocês passaram. Estou triste e envergonhada de ter sido associada com o NXIVM. Espero que as investigações levem justiça a todos os afetados”, ela escreveu.
Atriz de It: A Coisa será a nova Nancy Drew do cinema
A atriz adolescente Sophia Lillis, que roubou as cenas de “It: A Coisa” como Beverly Marsh (mas pode chamar de Molly Ringwald), única menina do Clube dos Losers, vai viver a detetive mirim Nancy Drew no retorno da personagem ao cinema. A jovem de 16 anos vai estrelar “Nancy Drew and the Hidden Staircase”, adaptação do segundo livro da personagem, escrito em 1930 por Mildred Wirt Benson, sob o pseudônimo de Carolyn Keene. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e a Velma de “Scooby Doo”. Ela foi criada pelo editor Edward Stratemeyer em 1930 como contraparte feminina para a série de detetives juvenis dos Hardy Boys. As histórias eram publicadas sob o pseudônimo de Carolyn Keene, mas eram escritas por diversos escritores-fantasmas diferentes. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova série literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. Os mistérios de Nancy Drew já venderam mais de 80 milhões de exemplares em todo o mundo, tendo sido traduzidos em 45 línguas diferentes. A personagem também já apareceu em cinco filmes e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), além de games de computador e produtos variados. O filme mais antigo, “Nancy, A Detetive”, é de 1938. O mais recente foi lançada no cinema em 2007. Intitulado “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood”, trazia Emma Roberts (série “Scream Queens”) no papel-título. A história do livro “Nancy Drew e a Escada Secreta” já foi adaptada para o cinema em 1939, como o quarto e último filme da franquia original estrelada por Bonita Granville – que décadas depois produziria os filmes e a série de “Lassie”. As filmagens de “Hidden Staircase” vão começar em breve para lançamento em 2019, com produção da apresentadora Ellen DeGeneres, mas o diretor ainda não foi anunciado.
Série The Path é cancelada ao final da 3ª temporada
O serviço de streaming Hulu cancelou a série “The Path” no final de sua 3ª temporada. A notícias foi compartilhada no Twitter por sua criadora, Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”). “Embora seja triste que ‘The Path’ esteja acabando, me sinto cheia de gratidão e orgulho. Foi um presente poder contar histórias desafiadoras e emocionantes por três temporadas neste mundo muito estranho e único. O calibre de talento e paixão que todos os que trabalharam nesse programa trouxeram – dos meus parceiros Jason Katims e Michelle Lee, os executivos do Hulu, os escritores, atores, diretores, designers e equipe – foi algo para se contemplar, e para o qual eu sou muito grata”, ela escreveu. A atração acompanhava os seguidores de uma seita controvertida e girava em torno da crise de fé do casal formado por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”). O elenco ainda destacava Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita, além de Emma Greenwell (série “Shameless”) e Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”). E nos últimos episódios ainda contavam com Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”). O último episódio foi disponibilizado em 28 de março e serve agora como final da série.
Kunal Nayyar compartilha foto com Mark Hamill nos bastidores de The Big Bang Theory
O ator Kunal Nayyar interrompeu um hiato de três meses longe do Instagram para postar ao lado de Mark Hamill, nos bastidores das gravações do final da 11ª temporada de “The Big Bang Theory”. O intérprete de Luke Skywalker na franquia “Star Wars” faz uma participação especial no episódio, por razões ainda desconhecidas, mas que tem a ver com o casamento de (Jim Parsons) e Amy (Mayim Bialik). “Esta é uma foto minha com Mark Hamill, mais conhecido como Luke Skywalker. Quando eu estava crescendo, ele foi o responsável por me ensinar sobre a Força. Cresci acreditando que havia uma energia universal que poderíamos canalizar dentro de nós mesmos e que poderia ser usada para o bem, para a paz, para dominar a mim mesmo”, escreveu Nayyar, que declarou seu amor e sua admiração pelo ator de “Star Wars”. “A maioria de vocês já sabe que Mark está conosco no final da 11ª temporada, e embora eu não possa revelar os motivos pelos quais ele está aqui, posso dizer de verdade que a Força vive e brilha através de seu calor, generosidade e senso de humor. Eu consegui realizar muitos sonhos em ‘The Big Bang Theory’, mas este pode ter sido o maior deles. Eu te amo, Mark, por ensinar a este pequeno garoto indiano que ele também pode se sentir como um Jedi”, completou. O episódio com Mark Hamill e o casamento de Sheldon e Amy vai ao ar no dia 10 de maio nos Estados Unidos, encerrando a 11ª temporada da atração, que já foi renovada para mais um ano de produção. “The Big Bang Theory” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. This is a picture of me and Mark Hamill a.k.a. Luke Skywalker. When I was growing up he was responsible for teaching me about the force. I grew up believing that there was a universal energy that we could channel within ourselves which could be used for good, for peace, for mastering one’s own self. Most of you already know that Mark is joining us for the season 11 finale, and though I cannot reveal the circumstance in which he is involved, I can truly say that the force lives in, and shines through his warmth, generosity and sense of humor. I’ve been able to fulfill many dreams working on The Big Bang Theory but this just may have topped it all. I love you Mark for teaching this little Indian kid, that he too could feel like a Jedi:) Also… hey I’m back on Insta everyone! #love #tbbtseason11 #maytheforcebewithyou Uma publicação compartilhada por Kunal Nayyar (@kunalkarmanayyar) em 24 de Abr, 2018 às 12:13 PDT
The Oath: Série criminal com Sean Bean, Ryan Kwanten e Katrina Law é renovada para a 2ª temporada
O serviço de streaming Crackle renovou a série “The Oath” para sua 2ª temporada, que traz um ótimo elenco numa história ultraviolenta de policiais corruptos. Reminiscente de “The Shield” e “Sons of Anarchy”, dois clássicos modernos da TV americana, a série explora o submundo das gangues de policiais, sociedades corruptas e secretas que fazem de tudo para permanecer impunes. O elenco destaca Ryan Kwanten (o Jason Stackhouse de “True Blood”), Katrina Law (a Nyssa al Ghul de “Arrow”), Joseph Julian Soria (o Marco de “Animal Kingdom”), Cory Hardrict (“Sniper Americano”), Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”), Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”) e Arlen Escarpeta (o príncipe Ess de “The Magicians”), que não voltará na 2ª temporada por conta do destino de seu personagem. A tensão, violência e seu elenco estelar chamaram atenção do público, que teria sido o maior já registrado para uma série do serviço de streaming, segundo revelou Eric Berger, diretor geral da Sony Crackle, durante evento de apresentação da programação de 2018 da plataforma (também conhecido como upfront) nesta terça (24/4) em Nova York. “Nosso público realmente respondeu a essa série autêntica, crua e atraente”, disse Berger. “Estamos ansiosos para dar o próximo passo juntos. ” A série foi criada por Joe Halpin (roteirista de “Havaii Five-0”), que anteriormente trabalhou como policial infiltrado para o departamento de narcóticos em Los Angeles, e tem produção de Curtis Jackson (“Power”), também conhecido como o rapper 50 Cent. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, “The Oath” estreou em 8 de março no Crackle, inclusive no Brasil. Saiba aqui como assistir ao Crackle no país.












