Paramount anuncia a produção de dois novos filmes da franquia Star Trek
A Paramount Pictures anunciou uma série de continuações de franquias durante sua participação da CinemaCon, convenção anual da indústria cinematográfica em Las Vegas. Além de revelar que o terror “Um Lugar Silencioso” teria uma sequência, a principal novidade ficou por conta da produção de dois filmes da franquia “Star Trek”. O diretor executivo do estúdio, Jim Gianopulos, não deu detalhes sobre as continuações de “Star Trek: Sem Fronteiras”, de 2016. Mas, há dois anos, chegou a ser anunciado que o quarto filme traria de volta Chris Hemsworth (o Thor), que viveu George, o pai do capitão James Kirk, em “Star Trek” (2009). Existe também o projeto de um longa trekker com produção e direção do cineasta Quentin Tarantino (“Os Oito Odiados”). As outras continuações anunciadas já eram conhecidas: um novo “Exterminador do Futuro” com Arnold Schwarzenegger, “Top Gun: Maverick”, com Tom Cruise, e “Guerra Mundial Z 2”, com Brad Pitt. Os dois primeiros devem chegar aos cinemas em 2019, enquanto o filme dos zumbis ainda não tem previsão para começar a ser rodado. O estúdio também pretende filmar o jogo de tabuleiro “Dungeons and Dragons”. Mas o filme não será continuação do trash “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, de 2000, que rendeu uma sequência lançada direto em DVD em 2005. Trata-se de um reboot completo da franquia.
Vingadores: Guerra Infinita chega com força total aos cinemas
Os super-heróis da Marvel chegam com força total nesta quinta (26/4), ocupando mais de mil telas de cinemas. Mas o circuito limitado resiste ao esmagamento do blockbuster com a programação de mais oito lançamentos, dos quais cinco são produções nacionais. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de cada estreia. Culminação do plano de dez anos da Marvel para conquistar o mundo, “Vingadores: Guerra Infinita” é o crossover mais ambicioso já feito. Ou seja, um longa que necessita que o espectador tenha visto vários outros filmes antes de entrar no cinema. Ápice do gênero dos filmes de quadrinhos, em que tudo é continuação e o próximo capítulo precisa superar o anterior, o terceiro “Vingadores” é hiperlativo em tudo, da maior quantidade de super-heróis já reunida à maior duração de uma produção do estúdio, sem esquecer da maior quantidade de lutas. Festival de socos e chutes, tem ação do começo ao fim, com algumas piadinhas típicas, mas num tom dramático que costuma ser mais associado aos longas da DC Comics, com direito até à morte de Superman – ou equivalente reversível na Marvel. Trata-se também do mais caro comercial de todos os tempos, com US$ 150 milhões investidos por empresas de carros, refrigerantes e outras para incluir seus produtos em momentos estratégicos da projeção. Mas os fãs nem perceberão as mensagens subliminares, já que o final trágico monopolizará as discussões por pelo menos um ano, até o próximo filme, num exemplo da eficiência máxima da fórmula Marvel de cinema. O fiapo da história que justifica a sinergia de marcas, reunindo Vingadores, Guardiões da Galáxia, Doutor Estranho e personagens de Pantera Negra, gira em torno da ameaça de Thanos, supervilão que chega para mostrar para a Warner o que ela podia ter feito com Darkseid. Quarteirões serão arrasados com os inevitáveis recordes de bilheteria. Dramas indies A programação inclui mais três filmes falados em inglês, dois deles ingleses de verdade, todos dramáticos e de estúdios independentes. “Estrelas de Cinema Nunca Morrem” traz Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) como a estrela do cinema noir Gloria Grahame (“No Silêncio da Noite”, “Os Corruptos”) no final de sua vida. E sua atuação é o grande destaque da produção, que tem diretor fraquinho (Paul McGuigan, de “Victor Frankenstein”) e segue a estrutura convencional das obras biográficas. Na trama, Bening incorpora a estrela hollywoodiana já em fase decadente, que viaja para Liverpool, na Inglaterra, em 1981 para trabalhar numa peça de teatro, onde acaba se envolvendo num romance com um homem muito mais jovem, encarnado por Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”). A história é baseada nas memórias de Peter Turner, o personagem de Bell. E o que começa como a atração de um jovem aspirante a ator por uma femme fatale lendária logo vira um relacionamento profundo, que precisará ser testado quando a atriz descobre que está morrendo de câncer, aos 57 anos de idade. Recebida com elogios da crítica, o longa viu sua aprovação cair de 95% para 80% no Rotten Tomatoes quando a atuação de Bening não lhe rendeu sua quinta indicação ao Oscar. “Somente o Mar Sabe” é o novo drama baseado numa história real do diretor James Marsh (“A Teoria de Tudo”). Narra a façanha do empresário britânico e marinheiro amador Donald Crowhurst, que, apesar de sua inexperiência, construiu um barco para participar de uma competição de velejadores em 1968, uma maratona solitária e sem paradas ao redor do mundo. Seu objetivo era ganhar o prêmio para saldar suas extensas dívidas, mas ao embarcar na viagem não levou em conta como seria difícil cumprir o trajeto. Desesperado sob a fúria dos elementos, ele decide forjar sua localização para sugerir que está sendo bem-sucedido em sua aventura. Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive o protagonista e o elenco também destaca Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) como sua esposa. 73% no Rotten Tomatoes. “Tudo que Quero” presta homenagem aos fãs de “Star Trek”, ao ao acompanhar uma jovem autista obcecada pelo universo trekker, que sonha escrever para a franquia. Logo, uma competição de roteiros para uma nova história da série a faz fugir dos cuidados da terapeuta e da irmã mais velha para chegar à fronteira final: Los Angeles, um lugar inamistoso e cheio de perigos para alguém em suas condições. Dakota Fanning (“Amaldiçoada”) tem o papel principal e o elenco traz Toni Colette (“Uma Longa Queda”) como a terapeuta e Alice Eve (que já estrelou um filme da franquia, “Além da Escuridão: Star Trek”) como a irmã mais velha. A direção é do polonês Ben Lewin, de 71 anos de idade, cujo trabalho mais recente foi o premiado drama indie “As Sessões” (2012). Para completar, a trilha é do guitarrista brasileiro Heitor Pereira (da franquia “Meu Malvado Favorito”). O resultado, porém, tem apenas 58% de aprovação – média para se ver em streaming. Festival de cinema brasileiro Em compensação, vale a pena ir ao cinema apreciar as produções nacionais da semana, que contam histórias necessárias do Brasil atual. “Praça Paris” venceu os prêmios de Melhor Direção e Atriz no Festival do Rio do ano passado. Suspense dramático, acompanha uma terapeuta portuguesa (Joana de Verona, de “Mistérios de Lisboa”) que trabalha na UERJ, onde atende Glória (Grace Passô, a premiada, de “O Roubo da Taça”), ascensorista da universidade, que lhe narra uma realidade bastante violenta – foi estuprada pelo próprio pai quando criança e seu irmão é um perigoso bandido que está na prisão. Cada vez mais assustada com os relatos, a terapeuta se sente ameaçada ao mesmo tempo em que Glória passa a vê-la como algo essencial em sua vida. Dirigido pela veterana Lúcia Murat (“A Memória que me Contam”), o longa exibe um retrato perturbador do Brasil atual, com elementos para se discutir racismo, empoderamento feminino e divisões sociais do país. E com uma tensão aflitiva, que não deixa seguro nem quem está no cinema. “A Cidade do Futuro” gira em torno de um relacionamento homoafetivo e a formação de uma família moderna por um casal gay e a irmã grávida de um deles. Entretanto, a história se passa no sertão baiano, marcado por machismo e homofobia, e foi inspirada em experiências reais do trio de atores (Mila Suzarte, Gilmar Araújo e Igor Santos) que, não por acaso, emprestam seus próprios nomes aos personagens. Assim, o filme dos codiretores Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques (“Depois da Chuva”) simboliza os dramas reais de inúmeras pessoas obrigadas a deixar seus lares e migrar para terra desconhecida, devido à intolerância. Uma denúncia importante sobre um fenômeno que não vira manchete dos jornais, atualmente preocupados em avisar quem viajar à Copa 2018 que a Rússia é homofóbica. Mas a Rússia é aqui. Um dos principais documentários do ano, “Ex-Pajé” chega ao circuito comercial após ganhar Menção Especial no Festival de Berlim e vencer o prêmio da crítica no É Tudo Verdade. Novo trabalho de Luiz Bolognesi, roteirista de “Elis”, “Como Nossos Pais” e “Bingo: O Rei das Manhãs” e diretor da premiada animação “Uma História de Amor e Fúria”, registra os povos da floresta Amazônica nos dias de hoje, a partir da história de Perpera, um índio Paiter Suruí que viveu até os 20 anos numa tribo isolada onde se tornou pajé. Mas, após o contato com os homens brancos, ouviu de um pastor evangélico que ser pajé é coisa do diabo e viu sua tribo se voltar contra ele. O filme mostra como missões evangélicas aceleram a aculturação, transformando em pecado um estilo de vida que lograra escapar da dizimação desde a colonização portuguesa. A fotografia do espanhol Pedro J. Márquez (“Como Nossos Pais”) merece menção à parte, por ser de tirar o fôlego. Os dois documentários que fecham a programação são “Rogério Duarte – O Tropikaoslista”, um registro com entrevistas e imagens de arquivo do artista plástico tropicalista Rogério Duarte, figura fundamental da arte brasileira dos anos 1960 e 70, falecido há dois anos, e “Pagliacci”, dedicado à arte dos palhaços, que conta a trajetória do grupo LaMínima, criado por Fernando Sampaio e pelo também recém-falecido ator Domingos Montagner (da novela “Velho Chico”).
Vídeo legendado de Vingadores: Guerra Infinita destaca importância de Wakanda na trama
A Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”, que traz cenas inéditas da superprodução e comentários do elenco sobre a importância de Wakanda na trama. O longa marca o encontro de diversos super-heróis para enfrentar o supervilão Thanos (Josh Brolin), que ameaça destruir bilhões de vidas, e um dos campos de batalha é a nação do Pantera Negra (Chadwick Boseman). Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia nesta quinta (26/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo legendado da Marvel reforça campanha contra spoilers de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel divulgou um vídeo legendado com o elenco de “Vingadores: Guerra Infinita” para ressaltar seu pedido – na verdade, campanha – para que se evitem spoilers do filme. Isto porque há mortes na trama. Assessores de imprensa da Disney chegaram a “reforçar” este pedido até para os críticos. E isto não pegou muito bem entre a imprensa norte-americana, que expôs o fato em suas críticas. Sobrou reprimendas até para os fanboys que policiam a mídia contra quem ousar desafiar a ordem anti-spoiler, chamando-os de minions da Marvel. Os jornais The New York Times, Los Angeles e o canadense Globe and Mail citaram cansaço com esse tipo de comportamento e como isso engessa críticas, já que impede que se faça um comentário mais profundo sobre o enredo ao se escrever sobre um filme. Alguns jornalistas ficaram tão irritados que exaltaram o fato de não haver nada no filme que valha spoiler, já que quem morre no universo Marvel logo “melhora” no lançamento seguinte. “Não há spoilers aqui. E não por causa das ordens do estúdio ou porque as reviravoltas do filme são especialmente geniais. Simplesmente porque nada em “Guerra Infinita” vale spoiler. Afinal de contas, os conceitos mágicos que distorcem a realidade e distorcem o tempo introduzidos na franquia efetivamente tornam todas as mortes reversíveis. E como até mesmo um leitor casual de tais histórias em quadrinhos sabe, o conceito de ‘morte de super-heróis’ de curta duração é um meme de longa data do gênero. Esses heróis caídos não valem suas lágrimas”, escreveu John Semley, do jornal canadense Globe and Mail. “Não há spoilers aqui, mas tudo o que é preciso é dar uma espiada na própria franquia para saber que a morte é temporária. Somente a criação de franquias é infinita”, ecoou Joshua Rothkopf, da revista Time Out.
The 100 volta com recorde de audiência e episódios ganham data de estreia no Brasil
A série sci-fi “The 100” estreou sua 5ª temporada com audiência recorde na noite de terça (24/4) nos Estados Unidos. O episódio intitulado “Eden” foi visto por 1,4 milhão de telespectadores ao vivo na rede americana CW. Não parece muito, mas foi o maior público da série em mais de dois anos, desde fevereiro de 2016. Já o resultado de 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) foi o mesmo da estreia da temporada passada – a média da 4ª temporada foi 0,34 ponto e 955 mil telespectadores. Os novos episódios também ganharam data de estreia no Brasil. O canal pago Warner vai começar a transmitir a atual temporada em 4 de junho, quando ela estiver na metade nos Estados Unidos.
Deadpool volta a se fazer de engraçadinho com Cable e Dominó em novo pôster
A Fox divulgou um novo pôster de “Deadpool 2”, desta vez para o mercado japonês. O cartaz volta a trazer o herói vivido por Ryan Reynolds se fazendo de engraçadinho com Cable (Josh Brolin, de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Dominó (Zazie Beetz, da série “Atlanta”), personagens que serão introduzidos na continuação. Com direção de David Leitch (“Atômica”), “Deadpool 2” estreia em 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Personagens de Han Solo ganham duas novas coleções de pôsteres individuais
A Disney divulgou duas novas coleções de pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Os cartazes voltam a trazer os personagens centrais em poses individuais, alguns pela primeira vez. Além do trio formado por Han Solo (Alden Ehrenreich, de “Ave César!”), Chewbacca (Joonas Suotamo) e Lando Calrissian (Donald Glover, de série “Atlanta”), que ganham versões jovens, há as novidades de Qi’Ra (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”), Beckett (Woody Harrelson), Val (Thandy Newton), Dryden (Paul Bettany), o robô L3-37 (voz de Phoebe Waller-Bridge) e um alien chamado Rio (voz de Jon Favreau). O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e Ron Howard assina a direção final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia de “Han Solo” está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Cara Gente Branca: Trailer legendado da 2ª temporada vira do avesso piadas de temática racial
A Netflix divulgou cinco fotos novas, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que vira do avesso piadas sobre equívocos e preconceitos raciais. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.
Here and Now: Nova série do criador de True Blood é cancelada pela HBO após uma temporada
O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série “Here and Now” após sua 1ª temporada, que teve seu último episódio exibido em 10 de abril. Criada por Alan Ball, responsável por dois dos maiores sucessos do canal, “True Blood” e “Six Feet Under”, a série se provou um fracasso de público e crítica. A produção teve apenas 24% de aprovação no site Rotten Tomatoes e uma média de público em torno dos 370 mil telespectadores. Em comunicado, a HBO declarou que “após uma análise cuidadosa, decidimos não seguir com uma segunda temporada de Here and Now. Agradecemos a Alan por sua dedicação com esse programa inovador, e estamos ansiosos para conferir o seu próximo projeto”. Alan Ball não criava uma série nova desde “True Blood”, que abandonou antes do final para se dedicar, como produtor, ao lançamento de “Banshee”, drama criminal ultraviolento que se encerrou em 2016, após quatro temporadas, como o maior sucesso do canal pago Cinemax. “Here and Now” girava em torno de uma família multirracial, formada por uma professora de filosofia, seu marido advogado, os três filhos adotivos (vindos da Somália, Vietnã e Colômbia) e uma filha biológica. A família aparentemente perfeita, no entanto, esconde falhas profundas. Além disso, uma das crianças começa a ter visões. O elenco era liderado por Holly Hunter (“Barman v Superman”) e Tim Robbins (“Um Dia Perfeito”) e incluía os jovens Sosie Bacon (“13 Reasons Why”), Jerrika Hinton (“Grey’s Anatomy”), Raymond Lee (“Mozart in the Jungle”) e Daniel Zovatto (“Revenge”).
Um Lugar Silencioso vai ganhar continuação
O terror “Um Lugar Silencioso”, fenômeno de bilheteria escrito, dirigido e estrelado pelo ator John Krasinski, vai ganhar uma continuação. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (25/4) pelo presidente da Paramount Pictures, Jim Gianopoulos, na CinemaCon, convenção americana de exibidores, realizada anualmente em Las Vegas. “Estamos felizes em dizer que já estamos trabalhando na sequencia de ‘Um Lugar Silencioso'”, disse Gianopoulos aos exibidores. O executivo, no entanto, não deu mais detalhes sobre a produção, nem se Krasinski voltaria à cadeira de diretor. O filme, que custou apenas US$ 17 milhões para ser produzido, arrecadou até agora US$ 134 milhões nos Estados Unidos e US$ 213 milhões no mundo inteiro. A produção também conquistou a crítica, com média de 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes.
John Travolta surge irreconhecível no set de filme do cantor da banda Limp Bizkit
Lembra de Fred Durst? O cantor da banda de rock dos anos 1990 Limp Bizkit está dirigindo seu terceiro filme, que será estrelado por John Travolta. E fotos feitas por paparazzi revelaram o ator irreconhecível no set. Barbudo, de óculos e com um corte de cabelo bem diferente, Travolta foi flagrado filmando no famoso Hollywood Boulevard. Em “Moose”, o ator vive um fã obscecado que persegue um astro de cinema. A história foi inspirada por uma experiência semelhante vivida por Durst com um fã, anos atrás. Mas também é a mesma história de uma dúzia de outros filmes – curiosamente, dois deles estrelados por Robert DeNiro, “O Rei da Comédia” (1982) e “Estranha Obsessão” (1996) O elenco de “Moose” também inclui Devon Sawa (série “Nikita”), Ana Golja (série “Degrassi: A Próxima Geração”) e James Paxton (série “Eyewitness”). Ainda não há previsão para a estreia.
Comcast cobre oferta da Fox pela rede europeia de canais pagos Sky
A Disney venceu a Comcast na disputa pela compra da Fox. Mas o conglomerado americano, que é dono do estúdio Universal e da rede NBC, resolveu dar o troco e cobriu a oferta da Fox pela rede de canais pagos europeus Sky. Oferecendo US$ 31 bilhões pela rede sediada em Londres, a Comcast superou o que havia sido oferecido pela Fox anteriormente e o comitê de acionistas retirou a recomendação de vender os canais Sky para a Fox. “Como resultado do anúncio desta oferta de maior valor, o comitê independente (da Comcast) está descartando a recomendação pela oferta da 21st Century Fox de 15 de dezembro de 2016 e está encerrando o acordo de cooperação que foi feito com a 21st Century Fox na mesma data”, disse a diretoria da Sky. Brian L. Roberts, presidente da Comcast, afirmou: “Estamos animados em formalizar nossa oferta pela Sky hoje. Nós acreditamos há tempos que a Sky é uma grande companhia e que casa bem com a Comcast. A Sky tem negócios fortes, lealdade de clientes e uma marca valiosa. É gerida por uma equipe ótima, com quem estamos ansiosos para trabalhar, construir e crescer os negócios”. Roberts citou ainda os 23 milhões de assinaturas da rede de TV paga e a posição de liderança em países como Reino Unido, Itália e Alemanha para justificar a confiança em um bom negócio. “Será nossa plataforma para crescer na Europa e nos permitirá investir em mais programação original e inovação, para entregar uma experiência diferenciada aos assinantes.” Agora, as agências regulatórias precisam estudar a proposta e o impacto dela, para concretizar ou não o negócio. Isto se a Disney não ajudar a Fox a cobrir a oferta…
Atriz de Smallville é acusada de tentar aliciar Emma Watson para seita sadomasoquista
A atriz Allison Mack deixou a prisão na terça-feira (24/4) após pagar a fiança de US$ 5 milhões estabelecida por um juiz da Califórnia. Ela agora vai aguardar em liberdade o julgamento por acusações de recrutar mulheres para servirem como escravas sexuais de uma seita sadomasoquista. Procuradores federais em Nova York acusaram a atriz de desempenhar um papel importante na seita DOS. Ao justificar sua prisão, afirmaram que ela teria tentado aliciar mulheres famosas, como a atriz Emma Watson (“A Bela e a Fera”) e a cantora Kelly Clarkson, para o esquema. Tuítes para as duas, com convites para “conversas” sobre um “movimento feminino”, ainda podem ser lidos em sua linha do tempo. A decisão de libertar a intérprete de Chloe Sullivan em “Smallville” se deu após acordo que a manterá sob a custódia de seus pais. Ela deverá ficar na casa da família em Los Alamitos, na Califórnia, até o julgamento. Ela também está proibida de ter qualquer contato com Keith Raniere, o líder da seita, atualmente preso, ou com outros integrantes do grupo, incluindo classes de auto-ajuda da NXIVM (pronuncia-se “Nexium”). Caso seja condenada, a atriz pode pegar de 15 anos a prisão perpétua. A estrela de “Smallville” foi identificada como braço direito de Raniere na organização. “Como consta na acusação, Allison Mack recrutou mulheres para o que supostamente seria um grupo de orientação feminina, que foi, de fato, criado e liderado por Keith Raniere”, afirmou o procurador Richard Donoghue, ao oferecer a denúncia contra a atriz. “As vítimas foram então exploradas, tanto sexualmente quanto por seu trabalho, em benefício dos réus”. Raniere se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização conhecida como NXIVM para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram aliciadas para a seita DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. Em novembro, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização, iniciada como um grupo de auto-ajuda, que alega ter auxiliado milhares de pessoas a “alcançarem seu potencial” por meio de cursos. Desde os anos 1990, mais de 16 mil se matricularam nos cursos do grupo. Mas apenas as mulheres mais bonitas eram convidadas a ingressar na DOS. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, divulgar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. As mulheres eram convencidas a participar da seita sexual por um discurso genérico, que afirmava que a organização tinha como objetivo “empoderar as mulheres e erradicar as fragilidades do programa principal”. No entanto, Raniere sempre ficava no topo da pirâmide. Assim, todas as mulheres deveriam atuar como se fossem suas servas. Dentro do culto, elas deveriam obedecer uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. A polícia federal americana também investiga o envolvimento de Kristin Kreuk, a Lana Lang de “Smallville”. Kreuk teria sido a responsável por recrutar Mack, ainda na época de “Smallville”, mas, segundo testemunhos de ex-membros, afastou-se da seita antes que ela se tornasse bizarra de verdade. Kreuk assumiu ter feito o curso do NXIVM, mas negou participação no DOS. “As acusações de que eu faria parte de uma ‘cúpula interna’ ou recrutaria mulheres como ‘escravas sexuais’ são descaradamente falsas”, afirmou a atriz no Twitter, dizendo que entrou no grupo aos 23 anos para lidar com a timidez, abandonando-o cinco anos atrás, e que nunca fez parte do grupo das escravas. “Eu entendia que era algo focado em auto-ajuda/crescimento pessoal e que me ajudou a lidar com minha timidez”, ela contou. “Durante meu período, eu nunca vi nenhuma atividade ilegal ou nefasta. Estou horrorizada pelo que foi revelado do DOS. Obrigada a todas as corajosas mulheres que compartilharam suas histórias e revelaram a verdade sobre o DOS; não posso imaginar a dificuldade que vocês passaram. Estou triste e envergonhada de ter sido associada com o NXIVM. Espero que as investigações levem justiça a todos os afetados”, ela escreveu.












