Presidente da Lucasfilm tem mandato renovado para mais três anos
A produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm e responsável pelos novos filmes do universo “Star Wars” desde a venda do estúdio para a Disney, seguirá no comando da empresa por mais três anos. A continuidade de Kennedy no cargo representa um voto de confiança da Disney em seu trabalho, que já rendeu US$ 4,5 bilhões em bilheterias no mundo todo, valor que não inclui os lucros com marketing e produtos licenciados. Isto representa um bom retorno financeiro para a Disney, que pagou US$ 4 bilhões pela empresa de George Lucas há apenas seis anos. Apesar disso, a gestão de Kennedy tem sido marcada por polêmicas. Sob seu comando, o estúdio demitiu diversos diretores. Alguns foram cortados antes de começarem as filmagens de seus projetos, como Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) e Colin Trevorrow (“Jurassic World”). Houve ainda o caso de Gareth Edwards (“Godzilla”), afastado em sigilo e substituído por Tony Gilroy em refilmagens de “Rogue One: Uma História Star Wars”. Mas a intromissão que marcou sua trajetória aconteceu durante a produção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, quando a dupla Chris Lord e Phil Miller (“Anjos da Lei”) foi publicadamente demitida e substituída por Ron Howard (“Inferno”). O filme acabou se tornando o primeiro fracasso comercial da Lucasfilm, gerando perdas de até US$ 80 milhões e fez a Disney decidir desacelerar o calendário de projetos relacionados à franquia. O único filme de “Star Wars” atualmente em produção é “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título oficial, que chegará aos cinemas em dezembro de 2019. Paralelamente, a Lucasfilm passou a desenvolver mais séries ligadas à “Star Wars”, como a animação “Star Wars Resistence” para o Disney Channel, além de um revival de “Star Wars: The Clone Wars” e a primeira série live action da franquia, ambas em desenvolvimento para a plataforma de streaming que a Disney lançará no próximo ano.
Morte no Nilo: Gal Gadot vai estrelar continuação de Assassinato no Expresso do Oriente
A atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) é a primeira estrela confirmada no elenco de “Morte no Nilo”, nova adaptação de best-seller de mistério de Agatha Christie. O filme será uma continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que surpreendeu nas bilheterias no ano passado. Gadot interpretará Linnet Ridgeway Doyle, uma herdeira milionária que está à bordo de um cruzeiro no Nilo, onde acontece um assassinato, que será investigado pelo detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh, repetindo seu papel). Ou seja, a trama de “Assassinato no Expresso do Oriente”, mas passada num iate em vez de um trem. Assim como fez com o filme anterior, Branagh também vai dirigir o longa. E com ele também volta o roteirista Michael Green, responsável pela adaptação do livro de 1937. “Morte no Nilo” já foi adaptado antes para o cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974), e reuniu um elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. O papel de Gadot foi, naquela ocasião, vivido pela intérprete menos famosa da produção: Lois Chiles, um ano antes de virar Bond Girl em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979). Há um motivo para isso. Embora esse spoiler tenha 71 anos, digamos que sua personagem é que aparece por menor tempo na tela, exatamente como Johnny Depp em “Assassinato no Expresso do Oriente”. A nova versão de “Morte no Nilo” tem estreia marcada para dezembro de 2019.
Eleitores de Bolsonaro lançam ataques contra série de Anitta
Eleitores de Jair Bolsonaro deram início a uma campanha contra a série “Vai, Anitta”, em desenvolvimento para a Netflix. O motivo foi a cantora ter saído do muro e passado a apoiar o movimento #EleNão contra o candidato da extrema direita à presidência do Brasil. Como a série não estreou e nem tem previsão para chegar em streaming, o meio encontrado para “protestar” contra a opinião da cantora tem sido dar “deslike” no teaser publicado pela plataforma em seu canal no YouTube. Em poucas horas, o dedão para baixo que indica “deslike” (“não gostei”) no vídeo teve seu número acrescido de 4 mil cliques, indo de 8,1 mil para 12 mil. No mesmo período, o dedão do “like” se manteve em 34 mil. Além disso, os comentários abaixo do vídeo se encheram de reclamações contra a “comunista” Anitta e por aí à fora, culminando em ameaças de cancelamento da assinatura da Netflix. A reação é similar à comoção gerada entre petistas em relação à série “O Mecanismo”, da mesma plataforma. Com mais de 30 milhões de seguidores no Instagram, as 12 mil descurtidas não fazem muita diferença na popularidade imensa – e internacional – da artista, que além da série documental “Vai, Anitta” terá também uma série animada infantil no canal pago Gloob. A campanha contra Anitta está sendo incentivada por seguidores de Bolsonaro principalmente em grupos de Whatsapp. Veja abaixo um print da recomendação para os drones atacarem a artista, obtido por Cristina Padiglione, do blog Telepadi.
Madonna adere à campanha #EleNão contra a eleição de Bolsonaro
Madonna é a mais nova adepta internacional do movimento #EleNão, contra a eleição do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. A cantora publicou no Instagram uma foto em que aparece a boca tapada por uma silver tape onde se lê a palavra “freedom” (liberdade em inglês). A imagem é acompanhada pela hashtag do protesto, juntamente com as frases, em português: “Ele não vai nos desvalorizar. Ele não vai nos oprimir. Ele não vai nos calar”. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. Neste sábado (29/9), manifestações espontâneas de pessoas que aderiram à campanha serão realizadas em várias cidades brasileiras. A manifestação marcada para o Largo da Batata, em São Paulo, conta com 81 mil confirmações e 236 mil interessados.
Fox estaria planejando versão de Deadpool para crianças no Natal
Além do adiamento de “X-Men: Fênix Negra”, a Fox anunciou uma surpresa em seu cronograma de lançamentos: um filme sem título de “Deadpool” para dezembro. Neste ano. Não há maiores informações sobre o projeto, mas o ator Ryan Reynolds usou as redes sociais para dar uma pista, aparecendo como Deadpool com um gorro de Papai Noel e lendo um livro de fábulas infantis para uma criança. Trata-se, claro, do ator Fred Savage, numa cena do filme clássico “A Princesa Prometida” (1987). Como legenda, Reynolds só acrescentou: “Feliz Natal, Fred”. A Fox não divulgou se foram feitas novas filmagens de “Deadpool”. Mas o post de Reynolds levanta a hipótese de o filme ser apenas o relançamento de um dos dois longas do herói reeditado para virar um “Deapool” para crianças. Serviria para mostrar como seria uma produção do herói para o público da Marvel – isto é, sem sexo, drogas, ultraviolência e palavrões. Esta versão também teria o propósito de ganhar aprovação para ser lançada na China, onde “Deadpool” foi considerado impróprio para lançamento. Uma segunda possibilidade, mais remota, seria o reaproveitamento do projeto de série animada do “Deadpool”, que foi recusado pelo canal pago FX, num longa-metragem. Desenvolvida por Donald Glover (astro-criador de “Atlanta”), esta série foi considerada muito controversa para a televisão e não seria, realmente, um presente natalino para as crianças. Visualizar esta foto no Instagram. Merry Christmas, Fred. ⚔️ Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 28 de Set, 2018 às 12:02 PDT
Adiamento de X-Men: Fênix Negra reforça rumores de testes negativos do filme
Rumores de que “X-Men: Fênix Negra” é um desastre voltaram a aquecer as discussões do Reddit após novo adiamento do filme, anunciado um dia após a divulgação do primeiro trailer. Comentários sobre a má avaliação do longa em suas primeiras sessões de teste começaram a circular no fórum em fevereiro e atingiram pico em maio. Na ocasião, um usuário, que teria participado das sessões, entregou vários spoilers para sustentar que o filme exibido era tão ruim quanto “X-Men: O Confronto Final” (2006). Siga lendo apenas se quiser saber de antemão o que acontece no filme. Segundo o usuário do Reddit, Simon Kinberg, que escreveu as duas histórias e dirige “Fênix Negra”, teria repetido os mesmos erros de “O Confronto Final”, fazendo Jean Grey (a Fênix, vivida por Sophie Turner) matar um personagem que não poderia morrer, numa versão tosca da história clássica dos quadrinhos, trocando as naves do Império S’hiar por skrulls genéricos, diferentes dos que serão vistos em “Capitã Marvel”, e trazendo novamente Magneto (Michael Fassbender) como vilão. De fato, o trailer de “X-Men: Fênix Negra” mostrou uma cena de enterro. E a personagem notadamente ausente naquele trecho é a famosa atriz citada pelo frequentador do Reddit como vítima do roteiro, há vários meses. A prévia ainda inclui a mesma cena de acidente de carro com os pais de Jean que o resenhador descreveu em seu texto, além de outros detalhes, como a aliança entre Fera (Nicholas Hoult) e Magneto para enfrentar Jean, contra a vontade do Professor Xavier (James McAvoy) que ainda quer salvá-la. O Reddit deletou a descrição oficial do filme escrita pelo usuário, após receber informação de que ele era um funcionário da equipe de filmagem tentando desacreditar outros resenhadores dos testes. Entretanto, tudo que ele descreveu há vários meses aparece no trailer. 100%. E o post original foi copiado e reproduzido na internet. Veja abaixo (em inglês) se quiser saber ainda mais detalhes. Os testes negativos teriam sido a principal razão da encomenda de refilmagens, visando modificar algumas cenas. O filme teria muito melodrama e pouca ação, sendo descrito como “chato” pelo resenhador do Reddit. Oficialmente, a Fox tratou as refilmagens como um serviço usual. Mas, iniciadas em agosto, elas estão durando bem mais que as duas semanas supostamente programadas. Um jornal de Montreal, onde a produção está baseada, chegou a afirmar que o trabalho levaria três meses, mas essa reportagem também teria sido “desacreditada”. A sugestão de que o adiamento serviria apenas para dar mais tempo para a adição efeitos visuais está sendo questionada por garantias da própria Fox. Afinal, se tudo fosse realmente usual, esta etapa já estaria prevista no cronograma – criado após o primeiro adiamento para acomodar as refilmagens. A decisão teria sido tomada, segundo estimativas, após os executivos do estúdio apreciarem o trabalho feito por Kinberg para corrigir os problemas originais da produção. Simon Kinberg faz sua estreia oficial como diretor à frente de “X-Men: Fênix Negra”, após se tornar o chefão dos projetos de super-heróis da Fox. E sua ascensão reflete uma estratégia muito similar à da Warner em relação à “Liga da Justiça”, ao incentivar talentos questionáveis, responsáveis por prejuízos financeiros, a assumir mais responsabilidades e orçamentos maiores. Afinal, vale lembrar que, extraoficialmente, Kinberg já fez sua estreia como diretor. Ele teria sido o responsável pelas refilmagens de “Quarteto Fantástico” – os trechos finais, que todo mundo odeia no filme – , que resultaram no maior fracasso comercial entre todas as propriedades da Marvel na Fox. O adiamento pode ser, segundo as teses do Reddit, uma forma da Fox desistir de salvar a obra ou, então, dar tempo para a Marvel assumir a bagunça e resolver como salvá-la. Mas também há gente apostando que “X-Men: Fênix Negra” terá destino similar ao dos “Novos Mutantes”, que nem começou ainda suas refilmagens previstas: ser lançado diretamente na nova plataforma de streaming da Disney, no final de 2019.
X-Men: Fênix Negra tem lançamento adiado um dia após revelar primeiro trailer
Um dia após divulgar o primeiro trailer, a Fox anunciou novo adiamento do lançamento de “X-Men: Fênix Negra”, próximo filme da franquia dos mutantes da Marvel. Marcada para fevereiro, a estreia ficou para junho de 2019 nos Estados Unidos. A desorganização é tanta que o trailer americano, divulgado horas antes, incluía a data de estreia em letras garrafais: 14 de fevereiro. Que a mudança tenha acontecido de forma tão súbita inspira várias teorias no submundo das conspirações do Reddit. O adiamento pode ter a ver com as refilmagens que estão acontecendo neste momento. E também com a recepção ao próprio trailer, que frustrou quem esperava ver cenas do filme passadas no espaço, como nos quadrinhos originais em que a trama se baseia – e como a sinopse inicial havia prometido. Em vez disso, a Fox enfatizou um clima angustiado e fúnebre, antecipando o fim da franquia após a venda do estúdio para a Disney, ao som de um cover de “The End”, da banda The Doors. Este é o segundo adiamento da estreia da produção, que estava originalmente programada para chegar aos cinemas em novembro deste ano. A mudança também vai afetar o lançamento do filme no Brasil, que ainda não teve sua nova data anunciada. Mas, pelo menos, o trailer nacional prometia apenas: “Em breve” nos cinemas. Mas “X-Men: Fênix Negra”, que nos Estados Unidos está sendo divulgado sem o nome dos X-Men em seu título, não foi o único adiamento anunciado. “Alita: Anjo de Combate”, adaptação do mangá sci-fi homônimo, que originalmente seria lançada ainda neste ano nos EUA, agora só estreia em fevereiro, assumindo a data original do filme dos mutantes. Além disso, a Fox jura que ainda vai lançar o filme solo do mutante “Gambit”. Previsto para 2017, o filme já tinha sido adiado para 2019 e agora passou para 2020. O detalhe é que a Disney assume a Fox no final do ano e vai tirar do produtor Simon Kinberg o controle de todos os derivados dos X-Men, passando os projetos para a Marvel. Portanto, os projetos ainda não filmados devem ser remanejados ou descartados. Como surpresa, a Fox ainda marcou um filme sem título de “Deadpool” para dezembro. Neste ano. O que levanta a hipótese de ser um relançamento de um dos dois filmes do herói reeditado para virar um “Deadpool” para crianças. Serviria para mostrar como seria uma produção do herói para o público da Marvel – isto é, sem sexo, drogas, ultraviolência e palavrões. De realmente inédito nesse pedacinho do universo Marvel, só há para estrear “X-Men: Fênix Negra” e os “Novos Mutantes”, porque já foram comprovadamente filmados. O segundo longa, que ainda passará por refilmagens após enfrentar dois adiamentos, tem estreia marcada para agosto de 2019. Por coincidência, “Novos Mutantes” também foi adiado após revelar seu primeiro trailer!
Suspiria é processado por plagiar visual de obras de artista plástica feminista
O remake de “Suspiria”, dirigido por Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”) e produzido pela Amazon, está sendo processado pela família da artista plástica cubana Ana Mendieta, morta em 1985, por quebra de direitos autorais. Segundo o processo, as principais administradoras do legado da artista são sua irmã, Raquelin Mendieta, e sua sobrinha, RaquelCecilia Mendieta, que só deixaram suas obras serem reproduzidas para fins acadêmicos, e não comerciais. Entretanto, elas apontam que o filme reproduziu o visual de duas peças artísticas, “Untitled (Rape Scene)” e “Untitled (Sileta Series, Mexico)”. Ambas foram roduzidas por Mendieta nos anos 1970. A primeira mostra uma mulher nua da cintura para baixo, curvada sobre uma mesa, com sangue manchado em sua pele, enquanto a segunda é um solo branco manchado de vermelho. Guadagnino disse em entrevistas que se inspirou no trabalho de artistas feministas, entre elas Mendieta, para compor o visual de seu filme. Exibido no Festival de Veneza 2018, “Suspiria” dividiu opiniões, mas impressionou pelo visual adotado pelo cineasta. Se for a julgamento, o processo deve definir até que ponto um filme pode usar um quadro ou uma fotografia como inspiração sem pagar direitos autorais pelo uso. Refilmagem do clássico homônimo de terror de 1977 dirigido por Dario Argento, “Suspiria” estreia em 26 de outubro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Atriz mirim de Capitã Marvel vai estrelar Annabelle 3
A atriz mirim McKenna Grace foi a escolhida para estrelar o terceiro filme da franquia “Annabelle”. Ela vai interpretar a versão mais nova de Judy Warren, filha do casal de protagonistas da franquia “Invocação do Mal”. Segundo o site Deadline, “Annabelle 3” vai mostrar a infância de Judy, quando ela e suas duas babás adolescentes são aterrorizadas pelo boneca diabólica. A personagem foi vivida nos dois “Invocação do Mal” por Sterling Jerins, que atualmente tem 14 anos. Sua substituta é apenas dois anos mais nova. Ou seja, é mais velha que Jerins quando ela estreou na franquia, em 2013. O que torna curiosa a opção pela troca da intérprete, mesmo se a trama for um prólogo. Precoce, McKenna Grace já tem 47 aparições em filmes e séries, aos 12 anos de idade. Este total inclui 14 episódios na série “Designed Survivor”, como filha do protagonista. Ela continua na série, que foi resgatada pela Netflix, também está no elenco de “The Haunting of Hill House”, série de terror da Netflix, apareceu ainda em “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, a criança Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya” e será vista como a jovem Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”. A produção não divulgou se “Annabelle 3” incluirá também o casal de exorcistas Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga), pais de Judy. Durante a San Diego Comic-Con 2018, o produtor da franquia, James Wan, descreveu o terceiro filme da boneca como “‘Uma Noite no Museu’, mas aterrorizante”. O terceiro “Annabelle” marcará a estreia na direção de Gary Dauberman, que escreveu os dois longas anteriores, além dos sucessos “It: A Coisa” e “A Freira”. O terror ainda não tem previsão de estreia.
Ryan Reynolds entra em videogame – ou melhor, em filme do diretor de Uma Noite no Museu
O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) vai viver uma espécie de versão de carne e osso de “Detona Ralph” em um dos próximos projetos que marcarão a volta de Shawn Levy à direção, após o fracasso de “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba” (2014). Intitulado “Free Guy”, o filme vai mostrar Reynolds com um pacato banqueiro que descobre ser, na verdade, um personagem de videogame. Ao perceber que não passa de figurante num jogo ao estilo de “Grand Theft Auto”, ele resolve tomar o controle de sua vida e cumprir o seu destino: salvar o mundo virtual em que vive da destruição certa. Isto porque os desenvolvedores do jogo pretendem desistir de sua produção. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela 20th Century Fox, quando o escritor só tinha feito “Dr. Dolittle 4”, lançado direto em vídeo em 2008. Desde então, Lieberman andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros reboots e remakes para grandes estúdios de Hollywood, alguns já em fase de produção – entre eles, animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”, e o remake de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986). Levy, por sua vez, superou o fracasso de “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”, que encerrou sua trilogia, com diversos sucessos como produtor, inclusive da série “Stranger Things”. Ainda não há previsão de estreia para “Free Guy”, porque o diretor alinhavou diversos projetos simultâneos. Ele deve filmar a seguir a adaptação do game “Uncharted”, com Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Bryan Cranston (“Breaking Bad”), mas também está envolvido com o remake de “O Homem das Estrelas” (1984) e a sci-fi “Crater”. Nenhum desses longas tem cronograma de produção conhecido. Já Reynolds segue buscando filmes para zoar em “Deadpool 3”, após garantir presença em “Pokémon: Detective Pikachu” e no novo longa de Michael Bay, “6 Underground”.
Trailer mostra como diretor de O Hobbit recriou a 1ª Guerra Mundial para documentário
A Trafalgar Releasing divulgou o pôster e o trailer de “They Shall Not Grow Old”, documentário sobre o centenário da 1ª Guerra Mundial, produzido e dirigido por Peter Jackson (das trilogias “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”). A prévia mostra como o cineasta usou a tecnologia atual para restaurar, colorizar e reviver antigas imagens de arquivo para trazer com realismo tridimensional as cenas reais do conflito de 100 anos atrás. Impulsionado por um interesse pessoal na 1ª Guerra Mundial, Jackson mergulhou durante meses nos arquivos da BBC e do Imperial War Museum, e encontrou farto material sobre as batalhas e os homens envolvidos, mostrando a realidade da guerra na linha de frente. O filme terá sua première mundial no Festival de Londres, em 16 de outubro, e depois será lançado em 2D e 3D em cinemas selecionados do Reino Unido. Ainda não há previsão para o Brasil.
Wilson Fisk volta ameaçador em novo teaser legendado do Demolidor
A Netflix divulgou mais um teaser da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que destaca a volta de Vincent D’Onofrio ao papel de Wilson Fisk, o Rei do Crime. Desta vez, ele promete vingança contra o herói que o prendeu. O confronto entre o Demolidor (Charlie Cox) e Fisk vai marcar a trama da temporada, que será disponibilizada no dia 19 de outubro em streaming. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock.
Rocketman: Astro de Kingsman vira Elton John na primeira foto oficial da cinebiografia
Após o vazamento das primeiras imagens do set, a Paramount finalmente divulgou uma foto oficial de “Rocketman”, que traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o músico Elton John. O figurino caprichado não esconde que o ator é fisicamente muito diferente do cantor. Anteriormente cotado para o papel, Justin Timberlake (“Roda Gigante”) viveu um Elton John perfeito em 2001, num clipe do cantor (“This Train Don’t Stop There Anymore”). Mas a escolha do intérprete podia ter sido pior. O musculoso Tom Hardy (“Venom”) chegou a ser escalado no papel. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”), que tem o papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele de John Reid, o empresário de longa data do artista. A cinebiografia produzida pela Paramount tem roteiro de Lee Hall (“Billy Elliot”) e direção de Dexter Fletcher (que completou “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia do Queen), e acompanha Elton John desde o começo da carreira até o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. A estreia de “Rocketman” está marcada para 16 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos e Reino Unido.












