Continuação de Guerra Mundial Z é suspensa pela Paramount
A produção da continuação de “Guerra Mundial Z” foi suspensa pela Paramount. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a pré-produção do filme de zumbis, que teria David Fincher como diretor e o retorno de Brad Pitt no papel principal, estava prevista para começar nos próximos entre abril e junho Fontes ouvidas pela revista relataram que o motivo do cancelamento foram questões orçamentárias, mas não há informações sobre valores. Também não está claro se o projeto voltará a ser produzido com orçamento menor ou se será arquivado indefinidamente. O primeiro filme teve um orçamento de US$ 190 milhões, tornando-se o mais caro filme de zumbis de todos os tempos, e faturou US$ 540 milhões mundialmente. Baseado no filme homônimo de Max Brooks, a trama acompanhava Gerry Lane (Brad Pitt), um funcionário da ONU que percorre o mundo tentando evitar uma pandemia de zumbis, enquanto tenta manter sua família à salvo. A continuação foi confirmada em 2017, quando David Fincher fechou para assumir sua direção. Ele está atualmente terminando o trabalho de pós-produção na 2ª temporada de “Mindhunter”, série que produz para a Netflix. Este é o único projeto em sua agenda, após acumular frustrações com seu afastamento da continuação de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), a falta de sinal verde da Disney para rodar “20,000 Léguas Submarinas” e o cancelamento de duas séries que ele estava desenvolvendo para a HBO, o remake de “Utopia”, que seria estrelado por Rooney Mara, e “Living on Video”, série sobre a era dos videoclipes dos anos 1980, que chegou a ter episódios gravados. A continuação do blockbuster de zumbis seria a quarta parceria entre o diretor e Brad Pitt, após “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), “Clube da Luta” (1999) e “Seven: Os Sete Crimes Capitais” (1995).
Juliette Binoche defende “grande produtor” Harvey Weinstein no Festival de Berlim
A atriz francesa Juliette Binoche, que preside o júri do Festival de Berlim 2019, deu uma declaração polêmica na entrevista coletiva que abriu o evento. Ela disse achar que Harvey Weinstein “já sofreu o suficiente”. Reforçando que nunca teve problemas com o produtor acusado de assédio, abuso sexual e estupro por mais de 100 mulheres, ela afirmou: “As pessoas já se manifestaram, eu mesma me manifestei. Agora é a hora da Justiça fazer seu trabalho”. Ela justificou sua fala, dizendo que estava “se colocando no lugar” do ex-produtor, que perdeu seu status e foi afastado de suas funções desde que as denúncias ganharam força. “Eu nunca tive problemas com ele”, garantiu. “E não podemos esquecer que ele foi quase sempre um grande produtor”, acrescentou a atriz, que atuou em “O Paciente Inglês”, de 1996, e em “Chocolate”, de 2001, produzidos por Weinstein. Os filmes de Weinstein estão entre os mais premiados pela Academia. Mas ele também era conhecido, antes das denúncias atuais, por gritar com diretores, aterrorizar funcionários, interferir na edição de filmes, chantagear estrelas a usarem roupas da grife de sua mulher e lançar versões retalhadas de sucessos internacionais nos Estados Unidos. Weinstein será julgado em 6 de maio sob acusação de abuso sexual e estupro de duas mulheres, cujos casos não prescreveram. Mas uma centena de mulheres revelou ter sofrido assédio do ex-magnata de Hollywood desde os anos 1970. As denúncias contra ele deram origem ao movimento #MeToo, que foi o estopim para tirar do escuro diversos casos de assédio, abuso e outras formas de violência sexual na indústria cinematográfica, levando à queda de vários produtores e empresários. Entretanto, as atrizes francesas se manifestaram de forma contrária ao movimento, que taxaram de autoritário. Um abaixo-assinado de estrelas idosas do cinema francês, como Catherine Deneuve, Ingrid Caven e Catherine Robbe-Grillet – todas com mais de 70 anos – defendeu o direito dos homens de “importunarem” mulheres no ambiente de trabalho.
In The Dark: Série do diretor de Doentes de Amor ganha trailer supreendente
A rede CW divulgou o primeiro trailer da nova série “In The Dark”. Surpreendente, a prévia começa como uma comédia indie sobre uma jovem cega irreverente, que usa de ironia e drogas para disfarçar a depressão, mas logo se torna um drama de investigação criminal. E a transição se dá de forma impactante, ao transformar a protagonista na única testemunha de assassinato de seu amigo e traficante favorito. Quando a polícia rejeita seu testemunho “ocular”, ela resolve investigar por conta própria, com o auxílio de seu cachorro Pretzel, enquanto toca sua agitada vida amorosa e o trabalho que ela odeia na Breaking Blind – uma escola de cães-guia de propriedade de seus pais superprotetores. O trailer parece de filme. E isto se dá por conta da direção de Michael Showalter (“Doentes de Amor”), que também assina a produção junto com o ator-diretor Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”). A trama foi criada por Corinne Kingsbury (roteirista série “The Newsroom”) e o elenco destaca Perry Mattfeld (“Shameless”) no papel de protagonista, além de Brooke Markham (“Deidra e Laney Assaltam um Trem”), Keston John (“Bosch”), Casey Deidrick (“Eye Candy”), Leslie Silva (“Shades of Blue”), Morgan Krantz (“CHiPs: O Filme”), Kathleen York (“Outcast”) e Rich Sommer (“Mad Men”). A estreia acontece em 4 de abril nos Estados Unidos.
Sinopse oficial de Vingadores: Ultimato fala em consequências para os heróis
A Disney revelou nesta quinta-feira (7/2) a sinopse oficial de “Vingadores: Ultimato”. Ela apareceu pela primeira vez no site australiano do estúdio. “Após os devastadores eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (2018), o universo está em ruínas devido aos esforços do Titã Louco, Thanos. Com a ajuda de seus aliados remanescentes, os Vingadores precisam se unir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importando as consequências”, diz o texto. Os “devastadores eventos” foram, claro, a dizimação de metade da população do universo num estalar de dedos de Thanos, após o vilão vencer os heróis e reunir as seis Joias do Infinito. Já as “consequências” podem estar relacionadas ao final do contrato dos principais atores do universo Marvel, o que gera aflição e teorias de fãs sobre o destino dos heróis remanescentes, como Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo) e Viúva Negra (Scarlett Johnasson). Eles contarão com os reforços do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Homem-Formiga (Paul Rudd) e Capitã Marvel (Brie Larson) para reverter os feitos do vilão e trazer de volta os heróis mortos. Entre os heróis que “viraram poeira” neste evento catastrófico estão Homem-Aranha (Tom Holland), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Soldado Invernal (Sebastian Stan) e muitos outros. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo chega aos cinemas em 25 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Bolsonaro pretende cortar patrocínio da Petrobras ao cinema e cultura em geral
O presidente Jair Bolsonaro decidiu rever os patrocínios culturais da Petrobras. Usando o Twitter, o político fez elogios genéricos à necessidade de se incentivar a Cultura brasileira, no mesmo fôlego em que prometeu fazer o oposto disso. Para Bolsonaro, “o Estado tem maiores prioridades” do que incentivar a industria cultural. “Reconheço o valor da cultura e a necessidade de incentivá-la, mas isso não deve estar a cargo de uma petrolífera estatal”, escreveu Bolsonaro. “A soma dos patrocínios dos últimos anos passa de R$ 3 bilhões. Determinei a reavaliação dos contratos. O Estado tem maiores prioridades.” Para o governante, os incentivos devem ser “direcionados de forma justa, enxuta, transparente e responsável, mas jamais em detrimento das principais demandas de nossa sociedade.” Os valores de Bolsonaro, claro, estão superdimensionados. A Petrobras não gastou bilhões de reais com Cultura nos últimos dez anos. O aporte em patrocínios culturais foi de R$ 184 milhões em 2012, de R$ 121 milhões em 2013, e de R$ 125,8 milhões em 2014. E vem caindo, chegando a R$ 38 milhões no ano passado – período em que os gastos com publicidade chegaram a R$ 160 milhões, segundo dados da própria estatal, disponíveis em seu site oficial. Em release divulgado em dezembro passado, dias antes de Bolsonaro assumir o poder, a Petrobras se disse orgulhosa de sua atuação como incentivadora do cinema nacional. “São 22 anos e mais de 500 títulos entre longas e curtas metragens que fizeram da Petrobras a principal parceira da Retomada do Cinema Brasileiro, atuando em todos os elos da cadeia produtiva do setor audiovisual”, diz o texto, que ainda acrescenta: “Acreditamos em especial na importância do apoio aos festivais de cinema por promoverem o lançamento e circulação de novos filmes, estimularem a formação de plateia e constituírem espaços privilegiados de debate e reflexão sobre o audiovisual”. “Carlota Joaquina, a Princesa do Brasil” e “O Quatrilho”, indicado ao Oscar, foram as primeiras produções cinematográficas que contaram com patrocínio da Petrobras. Com seu sucesso e repercussão internacional, os dois filmes de 1995 mudaram os rumos do cinema brasileiro, que estava quebrado devido ao desmantelamento de políticas culturais de um antigo presidente que também achava que o Brasil devia ter outras prioridades, Fernando Collor de Mello, impichado por corrupção. Alguns dos principais festivais de cinema do Brasil são patrocinados pela Petrobras, como o Festival do Rio, Mostra de São Paulo, Festival de Brasília e Anima Mundi, além da Sessão Vitrine, que abre espaço no circuito cinematográfico para filmes brasileiros de qualidade comprovada. Um dos slogans atuais da Petrobras diz: “Para nós, Cultura é uma energia poderosa que movimenta a sociedade”. Cultura, claro, também é – cada vez mais no século 21 – Economia, já que a produção cultural é responsável por dezenas de milhares de empregos diretos e indiretos e por injetar dezenas de bilhões de reais nas finanças do país. Tradicionalmente, o setor rende e emprega mais que muitas indústrias que recebem incentivo maior do governo. Um relatório da Ancine demonstrou que só o setor audiovisual brasileiro foi responsável por injetar R$ 24,5 bilhões na Economia do país em 2014. E em 2017 arrecadou para o governo R$ 2,13 bilhões, somente com impostos diretos, segundo levantamento do Fundo Setorial Audiovisual (FSA).
Vídeo mostra festa de comemoração dos 300 episódios de Supernatural
A rede CW divulgou um vídeo que revela a festa realizada para celebrar a produção do 300º episódio de “Supernatural”. O evento reuniu atores de várias fases da série, além da equipe técnica e alguns fãs, e teve direito a show ao vivo – e, claro, discursos de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles). Intitulado “Lebanon”, nome da cidade da Pensilvânia em que os protagonistas vivem, o episódio de número 300 vai ao ar nesta quinta (7/2) nos Estados Unidos. E terá participação especial de Jeffrey Dean Morgan (o Negan de “The Walking Dead”), retomando seu papel de John Winchester – o pai de Sam e Dean, que morreu na 2ª temporada. Sem final a vista, a série já foi renovada para mais uma temporada, o que a fará chegar a 15 anos de produção e ter pelo menos mais uma festa garantida para comemorar este novo marco. “Supernatural” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede SBT (com o nome de “Sobrenatural”).
LA’s Finest: Spin-off de Bad Boys com Gabrielle Union e Jessica Alba ganha primeiro teaser
A plataforma americana Spectrum divulgou o primeiro teaser de “LA’s Finest”, spin-off da franquia cinematográfica “Bad Boys”, estrelado por Gabrielle Union (“Pense como Eles”) e Jessica Alba (“Sin City”). Apesar das duas estrelas, que dão show de sensualidade e ação no vídeo promocional, a série quase não saiu do papel. O piloto original foi rejeitado pela rede americana NBC, mas a Sony fechou acordo de coprodução com a Bell Media, dona da rede canadense CTV, e buscou um novo parceiro nos Estado Unidos. E o negócio acabou originando a primeira série da Spectrum, terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga nos Estados Unidos. Desde então, a Spectrum já encomendou mais duas produções. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a NBC desistiu do projeto devido a impasses na negociação com Sony, que pediu muito caro pela produção. Ou seja, não houve rejeição do piloto e sim dos custos. Por conta disso, a Sony decidiu levar o projeto para outros interessados. “LA’s Finest” pretende continuar o universo de “Bad Boys”, que rendeu dois filmes estrelados por Will Smith e Martin Lawrence há mais de 15 anos, e atualmente filma o terceiro. A trama é centrada na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003), que assim como no filme é interpretada por Gabrielle Union. Replicando a dinâmica do cinema, a série terá duas protagonistas. E o papel de parceira de Syd representa o retorno de Jessica Alba para a TV, 17 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). A série foi desenvolvida pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e a produção é de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que também produziu os filmes. A estreia está marcada para 13 de maio.
Woody Allen decide processar a Amazon por não lançar seu novo filme
O diretor Woody Allen decidiu processar a Amazon após o estúdio desistir de lançar o seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, quando ele já estava filmado e editado. O cineasta entrou com processo nesta quinta-feira (7/2), pedindo US$ 68 milhões de indenização. Os advogados de Allen alegam que a Amazon informou o diretor, em junho de 2018, que não lançaria mais o drama estrelado por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Elle Fanning (“Malévola”) e a cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”). Allen diz que cobrou explicações da Amazon sobre o cancelamento da estreia, e que o estúdio respondeu que os motivos para a quebra de contrato incluíam “o retorno à tona de acusações de abuso sexual” e “declarações polêmicas” feitas pelo diretor. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. Curiosamente, a onda de protestos femininos nas redes sociais foi precipitada com a ajuda do filho do diretor, Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive os integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Para complicar, “A Rainy Day in New York” tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. O que torna seu lançamento ainda mais delicado diante de toda a polêmica revivida por Dylan Farrow. Graças à campanha da filha, Woody Allen teve a carreira interrompida. O ano de 2018 foi o primeiro em quase quatro décadas que o diretor ficou sem realizar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”.
Maisa Silva vai apresentar talk show no SBT
A atriz Maisa Silva vai se tornar a mais jovem apresentadora de talk show do Brasil. Ela estará à frente de um programa semanal de entrevistas do SBT a partir de março. Intitulado “Programa da Maisa”, será exibido aos sábados, na faixa das 18h30, e deve intercalar entrevistas com quadros de entretenimento. No Twitter, ele comemorou a novidade. “Eu tô muito feliz! Poderia fazer um texto enorme com 18.383 agradecimentos. Mas vou deixar minha reflexão aqui. Eu sou apaixonada pelo meu trabalho, me dedico muito, vivo em função disso e muitas vezes tenho que abrir mão de várias coisas”, escreveu. “Muitas pessoas dizem que têm ‘dó’ do fato de eu ser famosa, ter uma grande exposição e ser ‘muito nova pra isso’. Minha opinião? Não é de mim que vocês têm que ter dó… Temos milhares de crianças sem pais no nosso país cheio de desigualdades, milhares de cidadãos passando fome de problemas maiores.” “Eu, com 16 anos, sei das minhas responsabilidades, estou começando a ter minhas próprias opiniões e estou mais do que preparada para ter o meu próprio programa. Deixo meu agradecimento a Deus, por ser minha força, aos meus pais, meus fãs e ao SBT por acreditar no meu potencial. Muitas vozes no nosso mundo precisam ser ouvidas, espero que eu possa representá-las como comunicadora.” “Tenho muito a aprender, e estou mais do que feliz por ter essa oportunidade tão nova. Um beijo pra todo mundo que acreditou em mim, o céu é o limite!”, completou.
Whindersson Nunes divulga o trailer de seu primeiro “filme”
O humorista Whindersson Nunes divulgou o trailer de seu primeiro “filme”, “A Placa de Rubi: A Chibatada Final”. Produzido para o YouTube, o filme vai contar a jornada de Whindersson em busca da placa de 50 milhões de inscritos no seu canal de vídeos. A prévia não tem explicações, resumindo a sinopse genérica divulgada. “Diante das inverdades, críticas, comparações e julgamentos, o fracasso se aproxima. Mas a honra de um herói não se destrói fácil assim”, diz um texto, antes de mostrar o “herói” como um Shaolin do Sertão, lutando kung fu num cenário que emula e ejegua as produções dos irmãos Shaw dos anos 1970. Não é nada, não é nada… não é nada mesmo. O “filme” é um longo comercial do próprio Whindersson para alavancar visualizações e conseguir mais seguidores, visando atingir os 50 milhões lendários da historinha. Ele atualmente tem 34 milhões de seguidores. Segundo o youtuber, a produção demorou apenas cinco dias e custou R$ 200 mil, o que seria “uma coisa grandiosa” para os seus padrões. O próprio Whindersson assina o roteiro junto com o diretor Chris Tex (do curta “O Último Jokenpo”). A estreia está marcada para 17 de fevereiro na página do youtuber.
Shaft vira comédia de ação no trailer do novo filme do detetive dos anos 1970
A Warner divulgou o primeiro trailer do novo reboot da franquia “Shaft”, que retorna como comédia de ação. O mais curioso é que a trama leva em consideração os filmes anteriores, todos muito sérios, reunindo os intérpretes do passado como se fossem integrantes de uma mesma família. Os Shafts são o vovô Richard Roundtree (que estrelou o primeiro “Shaft” de 1971), o pai Samuel L. Jackson (do reboot de 2000) e o jovem Jessie T. Usher (de “Independence Day: O Ressurgimento”), que coloca o legado “durão” da família em risco por ser completamente atrapalhado. O detetive John Shaft surgiu em 1971 em um filme dirigido por Gordon Parks, contratado por um chefão do crime para resgatar sua filha sequestrada. O filme e sua trilha antológica, assinada por Isaac Hayes, fizeram enorme sucesso e inspiraram duas continuações, além de uma série, todas estreladas por Roundtree na primeira metade dos anos 1970. A franquia foi retomada com direção de John Singleton (“Velozes e Furiosos 2”) com muito mais ação e violência em 2000. Mas agora virou comédia, com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”) e Alex Barnow (roteirista da série “The Goldbergs”), e direção de Tim Story, responsável pelas franquias “Pense como Eles” e “Policial em Apuros” – e dois “Quarteto Fantástico”. Além de três gerações de Shafts, o bom elenco também inclui Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Avan Jogia (“Ghost War”), Matt Lauria (“Kingdom”), Luna Lauren Velez (“Dexter”), Method Man (“The Deuce”) e Isaach De Bankolé (“Pantera Negra”). A estreia está marcada para junho.
Trailer legendado do novo Cemitério Maldito revela mudanças em relação ao filme original
A Paramount divulgou novos pôsteres e o segundo trailer do remake de “Cemitério Maldito”, em versões dublada e legendada. E a prévia surpreende por incluir muitas mudanças em relação ao filme dos anos 1980, culminando num clima tenso que valoriza a produção. As alterações vão desde uma troca simples, de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva, até a evolução do terror, que toma maiores proporções. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no filme de Mary Lambert de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada, como demonstra o trailer. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Animação do brinquedo Playmobil ganha trailer dublado em português
A Paris Filmes divulgou a versão dublada em português do trailer de “Playmobil: O Filme”, mais uma animação baseada em brinquedos. A trama acompanha dois irmãos, que são transformados em bonecos Playmobil e precisam achar uma forma de voltar ao mundo real. Em sua jornada, eles visitam vários cenários diferentes no mundo de brinquedo, como uma cidade no Velho Oeste americano, uma arena de gladiadores na Roma Antiga e um reino de conto de fadas. E fazem novos amigos e inimigos. O filme do “Playmobil” marca a estreia na direção de Lino DiSalvo, que foi chefe de animação de “Frozen: Uma Aventura Congelante”. O roteiro é de Jason Oremland e Greg Erb, que também trabalharam na Disney, em “A Princesa e o Sapo”. E o elenco de vozes originais, que não se ouve no vídeo abaixo, traz Anya Taylor-Joy (de “Fragmentado”) e Gabriel Bateman (“Benji”) como os irmãos, e ainda inclui Jim Gaffigan (“Amor à Distância”), Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) e os cantores Adam Lambert e Meghan Trainor. A estreia está marcada para 22 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.












