Continuação de Guerra Mundial Z é suspensa pela Paramount


A produção da continuação de “Guerra Mundial Z” foi suspensa pela Paramount. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a pré-produção do filme de zumbis, que teria David Fincher como diretor e o retorno de Brad Pitt no papel principal, estava prevista para começar nos próximos entre abril e junho

Fontes ouvidas pela revista relataram que o motivo do cancelamento foram questões orçamentárias, mas não há informações sobre valores. Também não está claro se o projeto voltará a ser produzido com orçamento menor ou se será arquivado indefinidamente.

O primeiro filme teve um orçamento de US$ 190 milhões, tornando-se o mais caro filme de zumbis de todos os tempos, e faturou US$ 540 milhões mundialmente.

Baseado no filme homônimo de Max Brooks, a trama acompanhava Gerry Lane (Brad Pitt), um funcionário da ONU que percorre o mundo tentando evitar uma pandemia de zumbis, enquanto tenta manter sua família à salvo.



A continuação foi confirmada em 2017, quando David Fincher fechou para assumir sua direção. Ele está atualmente terminando o trabalho de pós-produção na 2ª temporada de “Mindhunter”, série que produz para a Netflix.

Este é o único projeto em sua agenda, após acumular frustrações com seu afastamento da continuação de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011), a falta de sinal verde da Disney para rodar “20,000 Léguas Submarinas” e o cancelamento de duas séries que ele estava desenvolvendo para a HBO, o remake de “Utopia”, que seria estrelado por Rooney Mara, e “Living on Video”, série sobre a era dos videoclipes dos anos 1980, que chegou a ter episódios gravados.

A continuação do blockbuster de zumbis seria a quarta parceria entre o diretor e Brad Pitt, após “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), “Clube da Luta” (1999) e “Seven: Os Sete Crimes Capitais” (1995).



Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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