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  • Música

    Lena Headey estreia como diretora em clipe estrelado por Maisie Williams

    1 de março de 2019 /

    A cantora inglesa Freya Ridings lançou o clipe de “You Mean The World To Me”, que deve chamar atenção dos fãs de “Game of Thrones”, graças a quem participa diante e atrás das câmeras. O vídeo tem direção da atriz Lena Headey, a Cersei Lannister da HBO, que convidou Maisie Williams, intérprete de sua inimiga fidagal na série, Arya Stark, para protagonizar a historinha que ilustra a canção. O resultado explora emoções, ao acompanhar uma menina de pais separados, que sofre por não saber lidar com a situação. Ela cresce e vira Maisie, que diz coisas terríveis para o pai, como toda adolescente. E aí passa a sofrer ainda mais, por não ter tido a intenção de fazê-lo chorar. A encenação é uma interpretação literal da letra, que também faz sentido como confissão de uma amante após provocar o fim de um relacionamento. Diz a voz de Freya, a bela: “Eu disse coisas que não posso retirar/ E não sei como viver com isso… Eu sei que não te deixei ver/ Mas você significa o mundo pra mim/ E eu sei que posso ser bem má/ Mas você significa o mundo pra mim”. Em entrevista para a revista Variety, Lena Headey, que fez sua estreia como diretora no clipe, declarou ter se arrepiado quando ouviu a música pela primeira vez. “Eu tive uma reação emocional imediata à voz de Freya e a esta canção”. A própria cantora ficou impressionada com a visão de Headey para o vídeo, além da participação de Williams como atriz. “Quando soube que elas queriam trabalhar no clipe, fiquei lisonjeada. Elas são mulheres tão inteligentes, refletem a mulher para quem eu escrevi esta música: minha mãe”.

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  • Música

    Jonas Brothers se rendem às suas mulheres famosas em clipe que marca a volta do trio musical

    1 de março de 2019 /

    Os irmãos Jonas voltaram a gravar juntos após seis anos separados. O anúncio deveria vir numa participação do trio no quadro “Carpool Karaoke”, do programa “The Late Late Show with James Corden”, na segunda-feira (4/3). Só que o ritmo da internet acelerou os planos. Com o “segredo” vazado na semana passada, o reencontro dos Jonas gerou até contagem regressiva para o lançamento de um novo single, batizado de “Sucker”. O detalhe é que a música inédita também veio acompanhada de clipe. E além do trio fraterno formado por Joe, Nick e Kevin, o vídeo também juntou as respectivas caras metades de cada um, as atrizes Sophie Turner (“Game of Thrones”) e Priyanka Chopra (“Quantico”) e a ex-cabeleireira Danielle Jonas. A banda batizada de Jonas Brothers foi formada em 2005, quando os três ainda eram adolescentes, e estourou mundialmente graças à sua conexão com o Disney Channel, que os mostrou em “Hannah Montana”, lançou uma série do grupo (chamada “Jonas”) e ainda os promoveu nos dois telefilmes de “Camp Rock”. Mas os irmãos acabaram se separando ao atingir a maturidade. O motivo oficial foi “diferenças musicais”. E cada um seguiu seu caminho após 2013. O mais velho, Kevin, sumiu após aparecer em reality show sobre seu casamento. O bonitinho, Joe, manteve a carreira musical, embora sem o mesmo sucesso. O mais novo, Nick, também seguiu cantando, mas encontrou nova vocação, virando um ator bem-sucedido com a série “Kingdom” e o blockbuster “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” – além de estar em mais três lançamentos de cinema de 2019. O vídeo de “Sucker” é o primeiro dos Jonas desde “First Time”, que os mostrava como (dois) solteirões (e um irmão mais velho) festejando em Las Vegas. Agora, eles cantam o o amor que sentem pelas esposas – e noiva, no caso de Sophie. Quanta diferença. “Eu fico bobo por você/ Você manda e eu vou pra qualquer lugar às cegas”, diz o refrão, em tradução bem livre. Curiosamente, o palácio do cenário e os figurinos inspirados em fábulas têm um toque de Disneylândia, mas para adultos, como uma versão hedonista de “Alice no País das Maravilhas”, com direito a jogos eróticos, excessos e musas empoderadas. A direção é de Anthony Mandler, que costuma assinar os clipes de Rihanna.

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  • Etc

    Deborah Secco comemora chegada do carnaval sem roupas

    1 de março de 2019 /

    A atriz Deborah Secco entrou no clima do Carnaval com muito calor. Ela compartilhou uma foto em que aparece sem roupas em seu Instagram, com a legenda “Vem Carnaval”. A intérprete do filme “Bruna Surfistinha” só não está completamente despida, porque usou meia calça e salto alto. E uma pena na mão. Os fãs ficaram sem fôlego. Choveram elogios nos comentários. “Linda linda linda linga”, escreveu um seguidor. “Maravilhosa”, outros tantos. “Uau”, mais de dez. “Arrasou”, acima dos trinta. Até o momento, não há registros de enfartes. Em 2019, Deborah desbancou Isis Valverde e será a rainha do Baile do Copa, no Rio. Visualizar esta foto no Instagram. Vem Carnaval! ?? @belmondcopacabanapalace Uma publicação compartilhada por Deborah Secco (@dedesecco) em 28 de Fev, 2019 às 2:16 PST

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  • Série

    The Walking Dead vai originar nova série derivada de zumbis

    1 de março de 2019 /

    Apesar da queda de audiência, “The Walking Dead” ainda é a série mais assistida do canal pago americana AMC, que não consegue emplacar novos sucessos. Por conta disso, Ed Carroll, um dos chefes da emissora, adiantou que o universo dos zumbis vai crescer ainda mais. Ele revelou que uma nova série derivada está “em desenvolvimento ativo”. “Ainda não estamos em um estágio no qual vamos anunciar nossos planos para a estreia”, disse o executivo, durante uma conferência para o mercado financeiro. “Mas já contratamos as pessoas que vão criar a história do spin-off. Estamos muito otimistas com esta nova série”. “The Walking Dead” já rendeu um spin-off, “Fear the Walking Dead”, que vai estrear sua 5ª temporada nos próximos meses. Além disso, o ator Andrew Lincoln foi contratado para estrelar filmes derivados, repetindo seu papel como Rick Grimes. O projeto de um novo spin-off chega no momento em que diversos atores do elenco central abandonam a série original. Uma dessas baixas, a atriz Lauren Cohan, intérprete de Maggie Greene, deixou escapar recentemente que estava conversando com os produtores de “The Walking Dead” sobre um projeto para sua volta, ainda em fase inicial. A série encontra-se na reta final de sua 9ª temporada e já foi renovada para mais um ano. Prevista para o outono norte-americano (entre setembro e novembro), a 10ª temporada será a última de Danai Gurira, que vive Michonne.

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  • Série

    Se Joga, Charlie: Idris Elba vira DJ no trailer legendado da nova série de comédia da Netflix

    1 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Se Joga, Charlie”, título recebido por “Turn Up Charlie” no Brasil. Ainda que a prévia pareça de filme, com uma história bem delineada com começo, meio e fim, trata-se de uma série de comédia estrelada e produzida pelo astro Idris Elba (“Thor: Ragnarok”), Na trama, Elba interpreta o Charlie do título, que em sua imaginação é um DJ talentoso e solteirão assumido, mas que na realidade não passa de um fracassado que ainda mora com a mãe. Até que recebe um convite de emprego inusitado de um amigo que namora uma DJ famosíssima, vivida por Piper Perabo (“Covert Affairs”). Achando que o trabalho tem relação com seu suposto talento, ele se decepciona ao perceber que foi contratado como babá da filha problemática da estrela. Mesmo assim, isso realmente acaba mudando sua vida. Vale observar que, apesar da temática musical, o tom parece ter mais a ver com comédias infantis, especialmente com “Grande Menina, Pequena Mulher” (2003). Escrita por Laura Neal (série “Secret Diary of a Call Girl”), Victoria Asare-Archer (série “Wolfblood”) e a atriz Femi Oyeniran (“Juventude Rebelde”), a comédia possui similaridades com a trajetória pessoal de Elba, que surgiu como DJ no Reino Unido antes de se tornar uma estrela da TV e do cinema. Embora não tenha alcançado sucesso na música, até hoje ele trabalha como DJ por diversão. “Se Joga, Charlie” terá 8 episódios de meia hora e estreia em 15 de março.

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  • Etc,  Filme

    Rotten Tomatoes muda seção de comentários após ataques a Capitã Marvel e Marighella

    1 de março de 2019 /

    O site Rotten Tomatoes decidiu modificar o seu sistema de inclusão de opiniões do público. Após a repercussão de comentários negativos em massa sobre filmes inéditos, como “Capitã Marvel”, “Star Wars: Episódio IX” e até o brasileiro “Marighella”, o RT barrou a possibilidade de que fãs escrevam sobre um filme ou uma série antes da estreia oficial para o público geral. “Nós estamos desabilitando a função de comentários antes da data de lançamento dos filmes. Infelizmente, percebemos um aumento de críticas não construtivas — ocasionalmente beirando a ‘trollagem’ — o que acreditamos ser um desserviço à nossa audiência. Decidimos que desligar essa função, no momento, é o melhor a se fazer”, diz o anúncio do site. Paul Yanover, presidente do grupo Fandango, do qual o Rotten Tomatoes faz parte, contou ao portal CNET que “as mudanças não são uma simples reação do tipo ‘Ai meu Deus, existe ruído em torno de alguns filmes’”, mas ajustes necessários para impedir que opiniões que não tem nada a ver com cinema deem o tom do site. Os ataques de trolls são coordenados por meio do uso de redes sociais e robôs, e refletem uma agenda política conservadora de extrema direita, cujo objetivo é diminuir o impacto de filmes com protagonistas mulheres e/ou personagens não brancos – ou ainda, no caso nacional, que critiquem uma ditadura militar que muitos agora dizem que nem existiu. “Dizer que você não quer ver um filme não é uma resenha”, completou Yanover. “Não queremos que as pessoas usem os comentários como plataforma política”. Os trolls, claro, já retrucaram dizendo que essa alteração foi ordem da Disney, que seria dona do site. Mas, na verdade, o Rotten Tomatoes pertence ao conglomerado Warner, cujos filmes da DC são amados pelos trolls mais rabugentos. Claro que a verdade não impede uma boa fake news de virar teoria da conspiração. De todo modo, esta não foi a única mudança anunciada pelo site, que prepara uma nova identidade visual, com alterações no layout, novos conteúdos editoriais e novos critérios para a escolha de críticos que terão suas opiniões agregadas – e contabilizadas. A data de estreia dessas alterações não foi divulgada.

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  • Série

    Nicollette Sheridan deixa a série Dinastia

    1 de março de 2019 /

    A atriz Nicollette Sheridan está deixando o elenco de “Dynasty” (Dinastia). Ela fará sua última aparição na série, que é disponibilizada no Brasil pela Netflix, em um episódio do mês de março. Mas isso não significa o fim da icônica Alexis Carrington, sua personagem no remake – e que foi vivida por Joan Collins de forma inesquecível nos anos 1980. Os produtores pretendem escalar uma nova atriz para o papel. Em um comunicado à imprensa, Sheridan explicou que está deixando a produção para se focar em responsabilidades familiares, agradeceu aos produtores do programa e pediu que o público receba sua sucessora com carinho. “Trabalhar no reboot de Dynasty reprisando o papel icônico de Alexis tem sido muito agradável, mas a chance de passar um tempo precioso com minha mãe terminalmente doente é mais importante para mim agora. Sou profundamente grata a Mark Pedowitz (da rede CW) e David Stapf (da produtora CBS) por gentilmente me permitirem voltar a Los Angeles para estar com ela, e eu desejo a eles e a todos os associados do programa nada além de sucesso contínuo. Estou esperançosa de que meus fãs possam abraçar minha sucessora com tanta paixão quanto eles me abraçaram.” Curiosamente, não será a primeira vez que um papel mudará de intérprete na série. Nathalie Kelley viveu Cristal na 1ª temporada, mas sumiu num incêndio e Ana Brenda Contreras apareceu na 2ª temporada se dizendo “a verdadeira Cristal”. A saída súbita de Nicollette Sheridan também marca a segunda vez que a atriz tem sua trajetória interrompida numa série. Estrela de “Desperate Housewives”, ela teve uma morte inesperada naquela atração, após brigar com o produtor Marc Cherry. Sheridan processou o executivo após sofrer agressão, mas perdeu o caso na Justiça, ficando quase uma década sem voltar a trabalhar em séries – numa suposta lista negra da indústria televisiva americana.

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  • Série

    Grey’s Anatomy quebra o recorde de E.R. e vira a série médica mais longa da TV americana

    28 de fevereiro de 2019 /

    “Grey’s Anatomy” atingiu uma marca história nesta quinta (28/2) com a exibição de “We Didn’t Start the Fire”, seu 332º episódio. Atualmente em sua 15ª temporada, a atração da rede ABC se tornou a série médica mais longa da TV americana, superando o recorde de “Plantão Médico” (E.R.), que foi encerrada em 2009 com 331 capítulos. Durante uma entrevista nesta semana para promover sua nova série, “Catch 22” – a primeira desde que saiu de “E.R.” – , o astro George Clooney chegou a brincar ao saber que o recorde seria quebrado. “Acho que temos que voltar para fazer mais alguns episódios”, disse o antigo intérprete do Dr. Ross. Noah Wyle também usou de bom humor para comentar estava se sentindo velho com essa situação, ao ser perguntado sobre a ultrapassagem, enquanto divulgava sua nova série, “The Red Line”. “Eu nunca me senti tão velho como estou me sentindo hoje. Eu me sinto como Alan Alda agora: ‘Bom para vocês, crianças! Nunca pensei que quebrariam o recorde!’. Bom para eles”, declarou o antigo Dr. Carter, lembrando que “E.R.” quebrou o recorde da série de Alda, “M*A*S*H”. Falando à revista The Hollywood Reporter, a showrunner de “Grey’s Anatomy’s”, Krista Vernoff, celebrou com um agradecimento aos pioneiros. “Temos uma enorme dívida de gratidão a “E.R.’. Sem ela, ‘Grey’s’ não existiria”, disse, reconhecimento a influência da série do produtor John Wells. Curiosamente, para marcar a data especial, Vernoff decidiu produzir seu primeiro episódio “sem Medicina” – ou seja, sem o paciente ou caso médico da semana. Todo o capítulo 15 da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy” é focado na vida pessoal dos médicos, lembrando que a série é principalmente sobre relações humanas. Para completar, um dos atores que está em “Grey’s Anatomy” desde o primeiro episódio assina a direção: Chandra Wilson, intérprete da Dra. Miranda Bailey. Criada por Shonda Rhimes em 2005, “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony, que transmitirá “We Didn’t Start the Fire” em 8 de abril.

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  • Série

    Séries Chicago Fire, Chicago PD e Chicago Med são renovadas por mais um ano

    28 de fevereiro de 2019 /

    A rede americana NBC renovou as três séries do produtor Dick Wolf passadas em Chicago, mantendo a franquia intacta por mais uma temporada televisiva. Com a renovação, a série de bombeiros “Chicago Fire” chegará a sua 8ª temporada, enquanto a policial “Chicago PD” vai para a 7ª e a médica, “Chicago Med”, vai exibir sua 5ª temporada. A franquia originalmente incluía ainda “Chicago Justice”, que foi cancelada há dois anos. As três vêm registrando aumento de audiência em seus episódios mais recentes, e mantém uma média muito próximo de público – que chega a 11 milhões de telespectadores em todas as plataformas nos Estados Unidos. No Brasil, as séries de Chicago são exibidas no canal pago Universal. A Record também exibe “Chicago Fire” na TV aberta com outro título: “Heróis contra o Fogo”.

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  • Série

    Série Strike Back vai acabar pela segunda vez

    28 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano Cinemax anunciou a renovação e o final de “Strike Back”, que se encerrará com a produção de sua 7ª temporada. Esta será a segunda vez que a série deixará de ser produzida. “Strike Back” foi a primeira produção original encomendada pelo Cinemax e se tornou uma marca importante, a ponto de ser resgatada quando o canal quis se reposicionar, após flertar com atrações de outros gêneros. A versão original de “Strike Back” era uma adaptação do livro homônimo do ex-militar Chris Ryan, e gira em torno do time de elite militar da Section 20, uma divisão secreta do Departamento de Defesa do Reino Unido, que opera missões de alto risco ao redor do mundo. As primeiras quatro temporadas duraram até 2015, estreladas por Sullivan Stapleton (hoje em “Blindspot”) e Philip Winchester (“Chicago Justice”). A produção foi abandonada quando o canal enveredou por séries de prestígio. Mas o entusiasmo do Cinemax com o novo filão durou pouco, devido aos custos mais elevados. O que levou ao cancelamento coletivo de toda a sua programação, incluindo “The Knick”, “Outcast” e “Quarry”, para se focar exclusivamente em série de ação, com custos barateados por meio de coproduções – no caso, de “Strike Back”, com o canal pago britânico Sky. O reboot de “Strike Back” foi inaugurado no ano passado com novo elenco – Roxanne McKee (série “Dominion”), Warren Brown (“Luther”), Daniel MacPherson (“The Shannara Chronicles”) e Alin Sumarwata (série “Neighbours”) – , mas Stapleton e Winchester fizeram participações especiais num episódio-duplo especial. A 6ª temporada acaba em 26 de março e ainda não há previsão de estreia dos derradeiros capítulos. Vale lembrar que, apesar de a série estar chegando ao fim, o canal já desenvolve outros programas de ação com o mesmo perfil, incluindo as anunciadas “Warrior” e “Gangs of London”.

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  • Série

    Após ser salva do cancelamento, Brooklyn Nine-Nine é renovada para mais um ano

    28 de fevereiro de 2019 /

    A rede NBC anunciou a renovação de “Brooklyn Nine-Nine” para sua 7ª temporada, mostrando que sua aposta no resgate da série deu certo. Para quem não lembra, a série de comédia chegou a ser cancelada pela Fox no ano passado. Mas o cancelamento “não pegou”, porque, no dia seguinte, a NBC, que produz a atração via estúdio NBCUniversal, agarrou a oportunidade de trazer a série para seu canal. “Tem sido uma das nossas maiores alegrias como rede de TV poder dar uma segunda vida a ‘Brooklyn Nine-Nine'”, disseram Lisa Katz e Tracey Pakosta, co-Presidentes de Programação da NBC Entertainment em comunicado. E elas podem mesmo comemorar. A estreia da 6ª temporada foi exibida em 10 de janeiro nos Estados Unidos, diante de aproximadamente 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e com registro de 1,2 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Os números podem não parecer particularmente altos, mas indicam um grande aumento de público em relação à exibição da série na Fox. A diferença é de exatamente 71% mais público do que a audiência da estreia da 5ª temporada, em setembro de 2017. A audiência média da série na Fox estava em 1,7 milhões de espectadores e 0,74 ponto. A 6ª temporada está marcando 2,8 milhões e 0,9 ponto na NBC. A mudança foi significativa o suficiente para o canal encomendar mais episódios já para a atual temporada – que teria inicialmente 13 episódios, mas foi expandida para 18 após a boa performance. Para completar, a série continua aclamada pela crítica. Os novos capítulos atingiram 100% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.

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  • Música

    André Previn (1929 – 2019)

    28 de fevereiro de 2019 /

    Morreu o compositor, maestro e pianista André Previn, quatro vezes vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora, e ex-marido da atriz Mia Farrow. Ele tinha 89 anos e faleceu em sua casa em Manhattan, Nova York, de causa não revelada. Nascido em Berlim como Andreas Ludwig Priwin, o futuro músico fugiu da Alemanha durante a ascensão do nazismo, viajando ainda criança com sua família para os Estados Unidos. Eles se estabeleceram em Los Angeles, onde um parente já vinha fazendo sucesso profissional: o compositor Charles Previn, vencedor do Oscar pela trilha sonora do musical “100 Homens e uma Menina” (1937). A família inteira mudou o nome para Previn, que soava menos judeu. Mas como o pai não falava inglês, o único emprego que o ex-juiz alemão conseguiu foi como professor de piano. E isso empurrou o jovem Andreas, agora André, muito cedo para o mercado de trabalho, pois as contas da família não fechavam. A conexão com o tio famoso lhe deu uma chance em Hollywood, que acabou se transformando em carreira. O jovem arranjou um “bico” nos estúdios MGM em 1946, enquanto ainda cursava a Beverly Hills High School. Seu primeiro trabalho no estúdio foi como supervisor musical do noir “Correntes Ocultas” (1946), de Vincent Minelli. Tinha só 16 anos, o que o fez ser bastante explorado, enquanto construía uma fama de prodígio. Já no filme seguinte, foi promovido a compositor de músicas adicionais e pianista, sem créditos. Ao ser destacado para os musicais do estúdio, chegou a trabalhar em dois longas de Frank Sinatra antes de atingir a maioridade, como “compositor anônimo” das músicas adicionais de “Aconteceu Assim” (1947) e “Beijou-me um Bandido” (1948). Sua carreira progrediu rapidamente. Em um ano, escalou várias posições até assumir a trilha de seu primeiro filme. Foi promovido a maestro em “Ato de Violência” (1949), de Fred Zinnemann, passou a ser creditado como diretor musical em “Mercado Humano” (1949), de Anthony Mann, e virou compositor com “Sol da Manhã” (1949), de Richard Thorpe. Um ano depois, foi indicado ao primeiro Oscar, pela trilha de “Três Palavrinhas” (1950), também de Richard Thorpe. Comemorou a façanha aos 20 anos de idade. Ao todo, Previn concorreu 11 vezes ao Oscar, vencendo quatro, pelos musicais “Gigi” (1958), “Porgy e Bess” (1959), “Irma La Douce” (1963) e “Minha Bela Dama” (1964). No auge da carreira, ele surpreendeu a todos ao anunciar que iria dar um tempo nas composições de cinema para se dedicar à carreira musical. Tinha pouco mais de 30 anos e já pensava em se aposentar de Hollywood. E embora não tivesse abandonado prontamente as produções cinematográficas, ele não voltou atrás em sua decisão de se afastar das telas. A pausa original durou da comédia “Uma Loura Por um Milhão” (1966), de Billy Wilder, até “Delírio de Amor” (1971), de Ken Russell. E só foi uma pausa porque ele abriu uma exceção para o filme de Russell, devido ao tema: uma cinebiografia do compositor Tchaikovsky. Depois disso, aceitou apenas conduzir as orquestras responsáveis pelas gravações das trilhas, função que exerceu no musical “Jesus Cristo Superstar” (1973), que lhe rendeu sua última indicação ao Oscar, e na sci-fi “Rollerball: Os Gladiadores do Futuro” (1975). Longe do cinema, ele viu a carreira musical florescer, chegando a gravar cerca de 500 discos. Também foi maestro da várias orquestras, entre elas a Sinfônica e a Filarmônica de Londres, compôs músicas para a Broadway, sendo indicado ao Tony por suas canções de “Coco” (1969), criou duas óperas e recebeu seis indicações ao Emmy por trabalhos de TV. “Na MGM, você sabia que ia trabalhar no ano seguinte, sabia que seria pago”, Previn disse ao jornal The Guardian em 2008. “Mas eu era muito ambicioso musicalmente para me conformar com isso. Eu queria apostar em desenvolver o talento que poderia ter.” Em sua carreira musical, Previn foi extremamente versátil, estabelecendo-se inicialmente como um pianista de jazz (gênero a que voltou nos anos 1980), antes de se tornar reconhecido por seus muitos trabalhos de música erudita. De seus 10 prêmios Grammy (o “Oscar da música”), cinco foram conquistados por suas gravações clássicas, dois pelas trilhas sonoras, dois pelos discos jazz e um pelo álbum pop “Like Young”, de 1958. Em 2010, ele recebeu um Grammy honorário pelas realizações de sua carreira. O reconhecimento profissional foi acompanhado por uma vida pessoal atribulada. Previn se casou e se divorciou cinco vezes. O primeiro casamento, em 1952, foi com a cantora de jazz Betty Bennett, de quem se divorciou em 1957, poucos meses após ela dar luz à segunda filha do casal, Alicia Previn (violinista da banda irlandesa In Tua Nua e fundadora dos Young Dubliners). Ele teve uma extensa relação de trabalho com sua segunda esposa, a letrista, cantora, compositora e poeta Dory Previn. Casados em 1959, fizeram parceria em canções de filmes famosos como “Dois na Gangorra” (1962), “Um Amor do Outro Mundo” (1964), “À Procura do Destino” (1965) e “Harper – O Caçador de Aventuras” (1966). Dory lutou com problemas emocionais e psicológicos ao longo de seu casamento de 11 anos, e teve um colapso quando Previn lhe disse que a estava trocando por Mia Farrow. O compositor e a mãe do “Bebê de Rosemary” se casaram em 1970 e sua união durou apenas nove anos. Previn teve seis filhos com Mia, três biológicos e três adotados. Uma das crianças, Soon-Yi Previn, adotada na Coreia, acabou sendo pivô de um escândalo após a separação do casal. Em 1992, Farrow descobriu que seu então namorado Woody Allen estava tendo um caso com a jovem Soon-Yi. Logo em seguida, acusou o diretor de ter abusado da filha deles, Dylan, que ainda era uma criança. A polêmica dura até hoje, embora, em 1997, Soon-Yi e Woody Allen tenham se casado – e também adotaram duas meninas. Depois do seu quarto casamento (com Heather Sneddon em 1982, o mais longevo, que durou até 2002), Previn casou-se com a violinista alemã Anne-Sophie Mutter, posteriormente escrevendo um concerto de violino para ela. Divorciaram-se em 2006, mas continuaram amigos e a trabalhar juntos ocasionalmente.

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  • Série

    Personagens de Game of Thrones ganham 20 pôsteres individuais

    28 de fevereiro de 2019 /

    A HBO divulgou 20 novas pôsteres de personagens da aguardada 8ª temporada de “Game of Thrones”. Os cartazes destacam heróis e vilões, inclusive o terrível Rei da Noite, líder dos Caminhantes Brancos. E todos se revesam sentados no trono de ferro. As ilustrações escuras ainda permitem vislumbrar os novos uniformes trajados pelos personagens. Mas dois detalhes inesperados chamam atenção: a presença de Melissandre, a sacerdotisa vermelha (vivida por Carice van Houten), que já teria cumprido seu papel na trama, e a pose de Jon Snow (Kit Harington), que remete à imagem do primeiro pôster da série, quando Ned Stark (Sean Bean) segurava uma espada na mesma posição, a se sentar no trono. O último ano da série terá apenas seis episódios de longa duração, que o presidente da HBO descreveu como seis filmes. A estreia está marcada para 14 de abril em todo o mundo.

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