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29 de outubro de 2026
  • Série

    Santa Clarita Diet: Trailer legendado da 3ª temporada tem nazistas e caçadores de zumbis

    11 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª terceira temporada de “Santa Clarita Diet”, a série de comédia em que Drew Barrymore vive uma mãe suburbana zumbi. A prévia mostra novidades em seu cardápio canibal, com direito a vizinho nazista, mas também o ataque de caçadores de zumbis. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” acompanha um casal de corretores imobiliários que tem sua vida suburbana perfeita colocada em cheque por um vírus zumbi. Quando a mulher começa a manifestar desejos carnais, em mais de um sentido, o marido se esforça para manter as aparências. O elenco inclui Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, além de Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que quer fazer parte da família. A 3ª temporada estreia em 29 de março.

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  • Filme

    Tom Holland vai estrelar próximo filme dos diretores de Vingadores: Ultimato

    11 de março de 2019 /

    O ator Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha nos filmes da Marvel, vai continuar trabalhando com os irmãos Anthony e Joe Russo após “Vingadores: Ultimato”. Ele negocia estrelar “Cherry”, o próximo filme dos cineastas. A produção é baseada no recém-publicado livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e sua sentença vai até 2020. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor, e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema em seu próximo filme. O roteiro de “Cherry” será escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path” – e que já está adaptando outro romance para a AGBO, produtora dos Russo, chamado “Exit West”. Ainda não há cronograma de produção ou previsão de estreia.

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  • Filme

    Capitã Marvel bate recorde no Brasil com quase 3 milhões de espectadores

    11 de março de 2019 /

    A estreia de “Capitã Marvel” foi arrasadora no Brasil. Refletindo o recorde mundial de público, o longa da Disney levou 2,8 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros neste final de semana. Segundo dados da consultoria Comscore, a renda acumulada do filme foi de R$ 50,7 milhões. Com isso, a produção se tornou não apenas a maior abertura nacional de um filme estrelado por mulher, mas também a segunda maior estreia de cinema em todos os tempos no Brasil. Só perde para “Vingadores: Guerra Infinita”, que vendeu 3,6 milhões de ingressos e fez R$ 65,1 milhões ao abrir no ano passado. O valor ainda representa a 5ª maior bilheteria inicial de “Capitã Marvel” no mundo inteiro, perdendo apenas para as arrecadações dos Estados Unidos e Canadá (US$ 153M), China (US$ 89,3M), Coréia do Sul (US$ 24,1M) e Reino Unido (US$ 16,8M). Assim como aconteceu nos Estados Unidos, seu lançamento esvaziou os cinemas em que não esteve em cartaz. Mas, no caso nacional, isso também se deve à diferença brutal da distribuição. Para dar ideia do abismo entre “Capitã Marvel” e os outros filmes exibidos no fim de semana, o segundo filme mais assistido foi “A Caminho de Casa”, seguido por “Cinderela Pop”, com públicos de 119 mil e 87 mil pessoas, respectivamente. Após vencer o Oscar 2019 de Melhor Filme, “Green Book” subiu do 9º para o 4º lugar, somando ao todo 545 mil espectadores no país, desde seu lançamento no final de janeiro.

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  • Etc

    Brie Larson distribuiu pipocas em sessões de Capitã Marvel nos EUA

    11 de março de 2019 /

    A atriz Brie Larson vestiu o uniforme de funcionária da Marvel para promover o lançamento de “Capitã Marvel”. Ela fez uma rápida tour promocional por cinemas de uma rede americana que estavam exibindo o longa no fim de semana em Nova Jersey, nos EUA, conversou com fãs, posou para fotos e até distribuiu pipocas. Vários fãs postaram fotos da interação com a estrela em suas redes sociais. Mas, para não deixar dúvidas, a Marvel também fez seu registro oficial, publicado na página do Twitter do filme. Os posts incluem fotos e um vídeo que mostram a atriz com um visual de… “cosplay” da heroína (um abrigo esportivo inspirado no longa), enquanto se diverte com embalagens de pipocas e refrigerantes com sua imagem estampada. “Eu soube que estava aparecendo em sacos de pipoca e refrigerantes e resolvi conferir pessoalmente. Obrigado por comparecerem e ainda mais no fim de semana de estreia”, agradeceu ela no vídeo, ovacionada pelo público. Além de promover o filme, a aparição foi uma ação de co-branding, com carona da rede de cinemas e, num contrabando, a marca que produziu o traje – que foi customizado especialmente para a atriz, mas já se tornou objeto de desejo de muitos fãs. “Capitã Marvel” estreou no fim de semana na liderança das bilheterias mundiais, batendo recorde de maior abertura de um filme estrelado por mulher em todos os tempos. Saiba mais aqui. #CaptainMarvel herself, @brielarson, popped in to theaters on Saturday night to surprise fans on opening weekend! #HigherFurtherFaster pic.twitter.com/TP7Nt8KkiE — Captain Marvel (@captainmarvel) March 10, 2019 The ultimate #CaptainMarvel experience! @BrieLarson helped fans get their popcorn and soda on opening weekend. #HigherFurtherFaster (2/2) pic.twitter.com/9Fq3HwrWoC — Captain Marvel (@captainmarvel) March 10, 2019 Visualizar esta foto no Instagram. Funny story I wanted to take my little cousins to see the new #captainmarvel and we ended up seeing #captainmarvel herself @brielarson serving guests at our local #amc and she was kind enough to take time to speak with these young ladies and made this night one they won't forget. What an amazing experience. Even better following #internationalwomensday that these girls get to meet a #realrolemodel and #hero . Needless to say we love #captainmarvel @captainmarvelofficial @marvel @marvelstudios #CaptainMarvelSoldMePopcornAtAMC #IamTheCoolCousinForLife #marvel #captainmarvel #brielarson #disney #HigherFurtherFaster Uma publicação compartilhada por @ sweet_and_simple em 9 de Mar, 2019 às 5:20 PST

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  • Filme

    Capitã Marvel empodera as mulheres no cinema

    10 de março de 2019 /

    O verdadeiro poder da Capitã Marvel não vem de sua viagem ao infinito e além. Mas sim do momento em que ela se reconecta com suas origens e prova a si mesma que é humana acima de tudo. Em outras palavras, a personagem mais forte do Universo Cinematográfico Marvel não alcança tal condição por ser uma super-heroína, mas por ser mulher. Qual é o nexo dessa história de força interior? Apesar de seguir a fórmula de origem dos outros Vingadores, que precisam sofrer consequências de uma reviravolta extraordinária em suas vidas, a mensagem é importante em um mundo dominado por homens, e também mostra que filme de super-herói não é apenas diversão vazia e escapismo alienado. A cena incrível em que ela se levanta após cair em diferentes fases de sua vida é a catarse que o filme precisava para dar seu recado. Um conceito representado com louvor pela figura imponente da vencedora do Oscar Brie Larson, feminista dentro e fora das telas, além de uma grande atriz intuitiva que consegue revelar as características e os sentimentos de sua protagonista através de camadas. Um talento que atrai nossa atenção com um brilho próprio colossal iluminando todas as cenas em que aparece. Isso, senhoras e senhores, é o superpoder de uma estrela. Pode parecer estranho o filme optar por um início com Carol Danvers (Brie Larson) já em suas aventuras espaciais, antes de contar sobre suas raízes na Terra. E isso realmente prejudica a narrativa, deixando o espectador sem identificação alguma com o que está vendo no primeiro ato. Mas não demora muito para entrarem em cena as reais intenções de Anna Boden e Ryan Fleck, casal de cineastas mais acostumado a comandar filmes independentes como “Half Nelson” (2006) e “Parceiros de Jogo” (2015). Só bons contadores de histórias seriam capazes de apresentar a clássica fórmula do filme de origem às avessas. Do mesmo modo como Brie Larson compõe a heroína, os diretores de “Capitã Marvel” apostam numa trama desfiada em camadas, levando uma deusa da perfeição às falhas; ou seja, à sua humanidade (e não o contrário como estamos habituados). Podemos dizer que Anna e Ryan não são exímios diretores de cenas de ação como os irmãos Anthony e Joe Russo (de “Vingadores: Guerra Infinita”), da mesma forma que não possuem o dom de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) para aliar suas citações de música pop com a arte em movimento. Eles preferem conduzir “Capitã Marvel” muito mais como um estudo de personagem, uma mulher com a justiça impregnada na alma e pronta, senão para a guerra, para decretar a paz. Mesmo que precise dar uns socos e pontapés aqui e ali. O filme dialoga com a urgência do empoderamento feminino de maneira impactante sem parecer propaganda e ainda traz inspiração na crise dos refugiados, na hora em que a trama coloca para valer suas cartas na mesa – conexão relevante com a atualidade que é herança de Pantera Negra, produção que provou ao mundo que o “gênero” pode ter algo importante a dizer. Para completar, ainda tem um gato que merece o Oscar. E o título de bichano mais icônico do cinema. Claro, “Capitã Marvel” poderia ter uma trilha instrumental mais marcante e ser (bem) mais caprichado nos efeitos visuais, mas não pretende ser um filme com a megalomania justificada de “Vingadores: Guerra Infinita” ou a extravagância descerebrada de “Aquaman”. Apesar de se mostrar uma aventura espacial, a trama de “Capitã Marvel” é marcada pela simplicidade, algo que até soa esquisito dentro desse universo de super-heróis, mas é verdade. E isso dá personalidade suficiente à produção para garantir seu espaço, sem se sujeitar a ser apenas uma ponte entre “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”. O detalhe que a equipe técnica consegue avançar, em relação aos lançamentos anteriores, materializa-se nos efeitos de rejuvenescimento de atores. Anteriormente, a computação gráfica tinha produzido alguns segundos de Michael Douglas jovem em “Homem-Formiga” e Robert Downey Jr em “Capitão América: Guerra Civil”. Mas “Capitão Marvel” vai além, ao mostrar Samuel L. Jackson (um super trunfo do filme), como Nick Fury, e Clark Gregg, como o Agente Coulson, em diversas cenas remoçados em 20 anos, porque a história se passa nos anos 1990. Não é exagero cravar que a combinação entre CGI e efeitos práticos de maquiagem marcou aqui uma virada de página na história do cinema. Para cinéfilos e saudosistas, sobra nostalgia na reconstituição dos anos 1990, ainda que as referências sejam usadas de forma não muito cronológica – por exemplo, ao mostrar Carol Danvers segurando um VHS de “Os Eleitos”, o melhor filme de 1983, sobre o início da corrida espacial em que pilotos audaciosos se tornam os primeiros astronautas, traçando um paralelo com a própria jornada da heroína.

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  • Filme

    A Raiva do cinema português merece atenção dos cinéfilos

    10 de março de 2019 /

    “Raiva” é um filme português de grande rigor estético, seco como a vida camponesa que retrata, no baixo Alentejo, sul de Portugal, anos 1950. A ditadura de Salazar mortificava o país, naqueles tempos em que aos pobres faltava tudo: casa, comida, trabalho, estudo, dinheiro. A mobilidade social era inexistente, como se explicita no filme, quem nascia pobre morria pobre e quem nascia rico morria rico. A trama sobre abuso e revolta é baseada no romance “Seara do Vento”, de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século 20. Dialoga com “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos. Em que pesem as referências geográficas, políticas e sociais, a direção de Sérgio Tréfaut busca algo quase atemporal, mitológico. Extirpa a narrativa de explicações sociológicas e de componentes ideológicos, para expor uma história em que há mortos, mas não heróis ou bandidos, não há música manipuladora de emoções, não se busca o naturalismo, nem o espelho da TV. A fotografia em preto e branco, bela mas despojada, se destaca em um filme que valoriza o silêncio, reduz as falas, mostra a vida, os sentimentos de forma crua. Há os camponeses, a luta pelo trabalho e pela dignidade e uma reflexão sobre as origens de uma forte revolta. É como o filme começa. Mostra dois violentos assassinatos em clima de bangue-bangue. Como se chegou a isso é a trama de “Raiva”, em flashback. A produção envolveu Brasil e França, além de Portugal. O diretor Sérgio Tréfaut é luso-brasileiro, paulista que vive em Portugal. Seu trabalho organicamente disciplinado e austero tem a força de um retrato que atravessa os tempos e os continentes. De algum modo, está em toda parte, em todas as épocas, como que a revelar o desconsolo da humanidade que se nutre das desigualdades e do autoritarismo para oprimir, buscar calar, produzir conformidade. Um excelente elenco sustenta uma narrativa de desempenhos marcantes, mais interiorizados do que exibidos. A explosão, que surpreende, diante da contenção que a forjou. Hugo Bentes, como Palma, o protagonista, e grandes atores e atrizes, como Leonor Silveira, Diogo Dória e Isabel Ruth, sustentam um trabalho artístico de valor. Não visa ao sucesso de bilheteria, não faz concessões ao gosto médio. Um filme até fora de moda, como o define o próprio cineasta, mas que merece toda a atenção dos cinéfilos.

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  • Série

    5ª temporada de Fear the Walking Dead ganha sinopse oficial

    10 de março de 2019 /

    O canal pago AMC divulgou a sinopse oficial da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que terá como principal novidade a chegada de Dwight, personagem que vinha sendo interpretado por Austin Amelio na série “The Walking Dead”. “Entrando na 5ª temporada de ‘Fear The Walking Dead’, a missão do grupo é clara: localizar sobreviventes e ajudar aquilo que sobrou do mundo a se tornar um lugar melhor. Com uma determinação ímpar, Morgan Jones (Lennie James) lidera essas pessoas com uma filosofia de benevolência, comunidade e esperança. Cada personagem acredita que poderá se redimir dos erros do passado ao ajudar aqueles que necessitam. Mas confiança não é facilmente conquistada. A missão do grupo será colocada à prova quando entrarem em um território perigoso, que fará com que eles enfrentem não apenas seus passados, como também seus medos. Apenas dessa forma os protagonistas encontrarão uma nova maneira de viver, uma que mudará cada um deles para sempre.” A data de estreia da 5ª temporada de “Fear The Walking Dead” ainda não foi definida, mas deve ir ao ar logo após o final da 9ª temporada de “The Walking Dead”. A série também é exibida no Brasil pelo canal pago AMC.

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  • Música

    Hollywood Rock: Veja três novos clipes de músicas com Dylan Minnette, Ansel Elgort e Kate Mara

    10 de março de 2019 /

    Com a produção dos clipes se tornando cada vez mais cinematográfica, as participações de estrelas de cinema e séries vem crescendo no formato. Três vídeos recentes de bandas e um rapper americanos chamam atenção por incluir famosos do cinema e da TV em suas “historinhas”. A participação de Dylan Minnette (de “O Homem nas Trevas” e “30 Reasons Why”) no vídeo do Wallow se diferencia das demais porque ele é um dos músicos – e, portanto, está em todos os clipes do trio de Los Angeles. O guitarrista Dylan formou a banda com dois amigos há muitos anos – eles participaram da Warped Tour de 2011 – e já tem vários singles, mas seu primeiro álbum, “Nothing Happens”, só vai chegar às lojas no dia 22 de março. No clipe de outra banda de Los Angeles, Local Natives, Kate Mara (“Perdido em Marte” e “Pose”) interpreta uma mulher rica, bonita, glamourosa e profundamente sozinha, que aparece vagando por um supermercado, uma lanchonete e uma mansão, solitária o tempo todo – ou acompanhada por alguém fora de cena, que corresponde à perspectiva da câmera. O quinteto já lança álbuns há dez anos e seu quarto disco, “Violet Street”, sai em abril. Mas a melhor aparição é de Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) no clipe do rapper J.I.D. Ele desperta totalmente vestido quando seu gato de estimação pula na cama, e então passa a tentar alimentá-lo, enquanto dança e fuma. Só que o bicho não quer a gororoba improvisada, o que faz o ator vestir um terno sobre a roupa que já está trajando, preparando-se para buscar comida de gato numa pet, enquanto o dia amanhece e J.I.D pode ser visto pela janela de seu apartamento, fazendo uma festa repleta de mulheres na cobertura do prédio vizinho. O detalhe é que toda esta encenação é uma refilmagem da cena de abertura de “Um Perigoso Adeus” (1973), com Elgort interpretando o papel do icônico detetive Philip Marlowe, vivido no filme noir de Robert Altman por Elliott Gould. Compare abaixo. Para completar, o título do disco de J.I.D também é uma referência hollywoodiana: “DiCaprio 2” – um dos melhores discos de rap do ano passado.

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  • Filme

    Capitã Marvel tem maior estreia mundial de filme estrelado por mulher em todos os tempos

    10 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” provou ser superpoderosa nas bilheterias. O lançamento da Disney quebrou vários recordes. E não só entre filmes de super-heróis, mas na história das mulheres no cinema. Com 153M (milhões) arrecadados entre sexta e domingo (10/3) nos Estados Unidos e no Canadá, superou “Mulher-Maravilha” (US$ 103M) para se tornar a maior estreia de uma super-heroína nas telas da América do Norte. Os valores também fazem do filme o maior lançamento norte-americano desde “Os Incríveis 2” (US$ 182M) em junho do ano passado. Já entre os longas de origem da Marvel, só perde para a abertura de “Pantera Negra” (US$ 200M). Mas esses números empalidecem diante do sucesso internacional da produção. “Capitã Marvel” abriu com US$ 455M em todo o mundo. É simplesmente a maior estreia mundial de um filme estrelado por mulher em todos os tempos, deixando muito para trás o antigo recordista, “A Bela e a Fera” (US$ 357M). Entre as produções da Marvel, só fez menos que o fenômeno “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 640,5M). E ainda se destacou como a 6ª maior abertura entre todos os blockbusters mundiais. Considerando apenas os rendimentos no exterior, seus US$ 302M representam a 5ª maior estreia internacional da História, deixando para trás, inclusive, “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 281M). O maior êxito internacional se deu na China, onde o filme arrecadou US$ 89,3M, seguido pela Coréia do Sul (US$ 24,1M) e Reino Unido (US$ 16,8M). A estreia no Brasil foi a 5ª maior do mundo, atingindo US$ 13,4M, segundo apurações da revista The Hollywood Reporter. Este montante representa quase um novo recorde na bilheteria brasileira. Maiores detalhes do mercado nacional podem ser conferidos aqui. O sucesso de “Capitão Marvel” também representa uma vitória avassaladora na “guerra cultural” travada entre os defensores de mais diversidade no cinema e os trolls conservadores que se mobilizaram para tentar impedir que essa “agenda política” fosse bem-sucedida, em defesa dos direitos dos “homens brancos”. A produção da Marvel também causou um curioso efeito de esvaziamento nos cinemas norte-americanos em que não estava sendo exibida. O fenômeno fez com que o 2º colocado, “Como Treinar Seu Dragão 3”, tivesse apenas 9,4% da arrecadação do líder: US$ 14,6M nos últimos três dias. E vale observar que a animação, lançada há dois meses no mercado internacional, soma US$ 435,1M em toda a sua trajetória mundial. Isto é menos do que “Capitã Marvel” faturou em apenas três dias. A comédia “Um Funeral em Família”, que estreia na quinta (14/3) no Brasil, completa o Top 3 norte-americano com US$ 12M. A partir daí, as arrecadações desabam para menos de US$ 3,8M. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 153M Total EUA e Canadá: US$ 153M Total Mundo: US$ 455M 2. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 14,6M Total EUA e Canadá: US$ 119,6M Total Mundo: US$ 435,1M 3. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 45,8M Total Mundo: US$ 46,1M 4. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 97,1M Total Mundo: US$ 164,4M 5. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 78,3M Total Mundo: US$ 382,6M 6. Green Book Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 80,1M Total Mundo: US$ 242,2M 7. Superromântico Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 44,1M Total Mundo: US$ 44,1M 8. Lutando pela Família Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 18,6M Total Mundo: US$ 18,6M 9. Obsessão Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 8,2M Total Mundo: US$ 9M 10. Apollo 11 Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA e Canadá: US$ 3,7M Total Mundo: US$ 3,7M

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  • Filme

    “Nós” é aclamado pela crítica americana: “Jordan Peele é o novo Spielberg”

    9 de março de 2019 /

    “Nós”, o novo terror do cineasta Jordan Peele (“Corra”), teve sua première mundial na noite de sexta (8/3), durante a abertura do Festival SXSW (South By South West) em Austin, no Texas. E após ser longamente aplaudido, o filme passou a receber um mar de elogios da imprensa. Aparentemente, trata-se de uma obra-prima, a ponto de Peele ser chamado de “o novo Spielberg” e “novo mestre do suspense” (segundo a rede CNN). Um detalhe que chama atenção nestes comentários é que, ao contrário das babas superlativas que costumam vazar após sessões de imprensa de filmes de super-heróis, os elogios não são jorrados por críticos geek nas redes sociais, mas sim publicados pelos chamados críticos “top” na imprensa profissional. A exceção é do crítico da revista Variety, que foi ao Twitter anunciar uma coroação. “É oficial: Jordan Peele é o novo Spielberg. ‘Nós’ vai ser um dos maiores filmes do ano”, ele exaltou. Os demais elogios fazem parte das críticas oficiais do filme – não são “primeiras impressões” – e já renderam nota no site Rotten Tomatoes: 100% de aprovação. A maioria dos textos atendeu ao pedido feito por Peele após a exibição, para que não contassem spoilers sobre as reviravoltas da trama – mas revelaram que são muitas. “Gênio”, “hipnotizante”, “soberbo” e “arrepiante” são alguns dos elogios publicados pelo Los Angeles Times. “Divertido e perturbador ao mesmo tempo. Jordan Peele tem um verdadeiro domínio de imagens”, descreveu o Observer. “Peele cementa seu lugar como um dos maiores criadores de horror do nosso tempo”, elogiou o site The Wrap. “Concebido para deixar o público perturbado, avança tão rápido que suas consequências profundas só podem ser consideradas quando os créditos começam a aparecer na tela”, descreveu o site IndieWire “È uma porrada”, resumiu a revista The Hollywood Reporter. “Nós” conta a velha história da viagem de fim de semana que acaba mal, mas de forma bastante inesperada. Na trama, um casal leva os filhos para um passeio no litoral, esperando curtir um momento em família. A tranquilidade da viagem é interrompida quando visitantes não convidados aparecem, instaurando o caos. O detalhe é que os visitantes são eles mesmos (“nós”) em versões distorcidas, sobrenaturais e sedentas por sangue. O elenco destaca Lupita Nyong’o e Winston Duke (ambos de “Pantera Negra”) como os pais, além de Elizabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Anna Diop (“Titãs”), Tim Heidecker (“Homem-Formiga e a Vespa”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”) e o estreante Duke Nicholson, neto do lendário ator Jack Nicholson (“O Iluminado”). A estreia no Brasil foi marcada para 21 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo trailer de Dumbo destaca o espetáculo circense com muitas cenas inéditas

    9 de março de 2019 /

    A Disney divulgou novos pôsteres internacionais e mais um trailer de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. A prévia é repleta de cenas inéditas, que destacam o mundo do circo e o espetáculo que gira em torno da apresentação do elefantinho voador. A cena final revela Dumbo voando para longe com Eva Green em suas costas. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Público real ignora trolls e dá nota máxima ao filme da Capitã Marvel nos Estados Unidos

    9 de março de 2019 /

    A rejeição ao suposto feminismo de “Capitã Marvel” e da atriz Brie Larson não existe no mundo real. Atacado nos sites americanos que agregam notas do público de cinema por ser contra “homens brancos” (assim se definem os próprios revoltados), a estreia do filme deve se confirmar como a maior do ano no domingo (10/3). Não só isso. O público real de cinema – aquele que não é formado por robôs ou trolls de internet – deu nota A, a segunda maior possível (abaixo só de A+) na pesquisa do CinemaScore, realizada na saída das sessões com quem de fato viu o filme. A nota A é um contraste gritante contra os 31% de aprovação dos usuários do Rotten Tomatoes, resultado de uma campanha de militantes conservadores para tentar fingir o fracasso do filme. Teve blogueiro da direita brasileira que chegou a escrever artigo afirmando que o filme tinha realmente fracassado por conta de seu suposto engajamento, acreditando na força dos trolls. Hilário, considerando que as projeções apontam para uma possível estreia mundial superior a de “Pantera Negra”. A nota A do público americano confirma a vocação de “Capitã Marvel” para a diversão bem-sucedida, seguindo fielmente a fórmula que a Marvel aperfeiçoou no cinema. Desta vez, a história ensina que o verdadeiro poder sempre esteve dentro da mulher que é protagonista de sua própria história. Uma mensagem simples e direta. A aprovação esmagadora do grande público ao contexto de empoderamento demonstra que os reacionários da internet são uma minoria realmente insignificante, que apenas faz muito barulho.

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    Nova adaptação do game Doom ganha primeiras fotos

    9 de março de 2019 /

    A Universal 1440 Entertainment divulgou as primeiras fotos oficiais do novo filme baseado na série clássica de games “Doom”, além de revelar que o lançamento será chamado de “Doom: Annihilation” nos Estados Unidos. As três fotos não são muito animadoras, mostrando um visual genérico que remete à terrível adaptação original, “Doom: A Porta do Inferno” (2005), pior filme da carreira de Dwayne “The Rock” Johnson. A trama é basicamente “Aliens: O Resgate” (1986): acompanha um grupo de “fuzileiros espaciais” que responde a um chamado de socorro de uma base em uma lua marciana. Segundo a sinopse, essa base foi “invadida por criaturas demoníacas que ameaçam criar o inferno na Terra”. O roteiro e a direção são de Tony Giglio, especializado em continuações lançadas direto em vídeo. E parece ser este mesmo o caso, considerando que não há atores muito conhecidos no elenco. Os mais famosos são a escocesa Amy Manson, que foi a princesa Merida num arco da série “Once Upon a Time”, e o inglês Luke Allen-Gale, que estrelou a série “Dominion” no canal pago Syfy. Não há previsão de estreia.

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